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Posicionamento dos Tribunais

No documento samir claudino beber - Univali (páginas 154-175)

3.6 Da Constitucionalidade da Norma

3.6.2 Posicionamento dos Tribunais

não exige veículo legislativo diferenciado para sua cominação, bastando para tal a legislação ordinária.

Como já comentado anteriormente, a tese da inconstitucionalidade prende-se à inelegibilidade e à especialidade legislativa para sua regência; a da constitucionalidade, nega a inelegibilidade e, por via de conseqüência, derruba a alegada falha do meio legislativo eleito, centrando o 41-A como ilícito político- administrativo.

pensamento, desenvolvida – defendida – pelo Tribunal Superior Eleitoral, que se estabelecem os contra-argumentos à tese da inconstitucionalidade: o art. 41-A da Lei n. 9.504/1997 não criou nova forma de inelegibilidade, matéria que deve ser regulada por meio de norma constitucional e/ou pela via de lei complementar; ao contrário, respeitando as inelegibilidades de lei, apenas afasta do processo eleitoral, como penalidade administrativa e pecuniária, aquele que “comprar voto(s)”.

Como boa síntese do entendimento da Justiça Eleitoral acerca da constitucionalidade do art. 41-A, é interessante trazer à colação o Acórdão TSE n.

19.644/2002, rel. Min. Barros Monteiro, in verbis:

REPRESENTAÇÃO. CAPTAÇÃO ILEGAL DE SUFRÁGIO. ART.

41-A DA LEI N. 9.504/97. INCONSTITUCIONALIDADE PARCIAL AFASTADA. INFRAÇÃO CONFIGURADA. IMEDIATA CASSAÇÃO DO DIPLOMA.

– Segundo já teve ocasião de assentar esta Corte, a cassação do diploma por infração ao art. 41-A da Lei n. 9.504/97 não implica declaração de inelegibilidade. O escopo do legislador, nessa hipótese, é o de afastar imediatamente da disputa aquele que no curso da campanha eleitoral incidiu no tipo captação de sufrágio vedada por lei. Inconstitucionalidade parcial da norma afastada.

Em resumo: a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral está consolidada quanto à constitucionalidade do art 41-A da Lei n. 9.504/1997, uma vez que não estabelece nova hipótese de inelegibilidade, mas, ao contrário, possibilita a cassação do registro ou do diploma e multa ao candidato que doar, oferecer, prometer ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Afirmou-se, ao iniciar este trabalho, que o seu fim era uma abordagem do abuso do poder econômico nas eleições sob o foco da captação ilícita de sufrágio (art. 41-A da Lei n. 9.504/1997), amparada em um tripé “teórico- constitucional-jurisprudencial”, conduzindo ao debate de uma preocupação latente: a lisura do processo eleitoral e, por via de conseqüência, o tratamento igualitário entre os candidatos, a legitimidade dos mandatos e o respeito ao direito do voto – o respeito ao eleitor.

E tal enfoque coaduna-se com o espírito da norma em apreciação: o resgate da lisura do processo eleitoral por meio da proteção do eleitor (seu direito de votar); e/ou o fornecimento de mais um instrumento para atingir tal fim (proteção do direito de votar), penalizando a compra de voto(s) com a sanção político-administrativa da cassação do registro da candidatura, ou do diploma, além da pena pecuniária.

Se a eleição é um concurso em que a igualdade dos concorrentes e a liberdade dos eleitores tornarão o processo democraticamente justo, são o conhecimento da realidade político-social e a existência de regras claras – e efetivas – que facilitarão a coordenação desse certame. Vale dizer: a aplicação do Direito está diretamente vinculada ao processo eleitoral e à sua coordenação; e, como conseqüência, vê-se surgir o elo que liga a “prestação jurisdicional” e a

“verdade eleitoral”.

Nessa esteira, se na sentença anterior encontram-se referidos, implícita ou explicitamente, o eleitor, o voto e o processo eleitoral, estão, também, Partidos Políticos, Candidatos e Justiça Eleitoral, porque toda a complexa

logística social, política e operacional passa pelo crivo de cidadãos que escolhem ou que se submetem ao sufrágio; passa por cidadãos que, integrantes de poder – agentes políticos – têm o dever de zelar pela retidão do principal instrumento da democracia, que é a participação social materializada especialmente no direito do voto, essência da Democracia e base do Estado Democrático de Direito. E é a ligação existente entre todos esses protagonistas do processo eleitoral que dá magnitude ao art. 41-A da Lei n. 9.504/1997, exatamente em face da sua origem e da sua efetividade; da sua história (Iniciativa Popular) e dos seus resultados (prescindibilidade do trânsito em julgado para execução das decisões).

A Constituição da República Federativa do Brasil é taxativa quanto à proteção das eleições da deletéria influência do poder econômico, mesmo que o aparato legislativo existente em sua órbita tenha mostrado eficiência questionável (esse o cenário em que o mais novo e efetivo instrumento legal de proteção da liberdade do voto, dirigido exclusivamente a candidatos – o art. 41-A da Lei n.

9.504/1997 – foi apresentado).

É oportuno consignar, também, o que pode ser classificado como uma deficiência da norma, qual seja, basear-se nos efeitos e não nas causas; atacar o resultado e não os motivos ensejadores – mas mesmo assim continua sendo um rico e importante instrumento, devendo ser preservadas suas conquistas.

Ora, se instrumentos valiosos como as representações/reclamações contra o abuso do poder econômico nas eleições reguladas na Lei Complementar n. 64/1990 não conseguiram efetividade, como o art. 41-A, que faz uso das mesmas regras processuais, conseguiu? A resposta, mesmo singela, encontra-se sobejamente trabalhada nas páginas precedentes, e uma síntese ousada poderia

aludir apenas à execução imediata das decisões prolatadas com base na regra da captação ilícita de sufrágio. Reitera-se: execução imediata!

O Código Eleitoral, hodiernamente, faz parte da história, encontrando espaço secundário, subsidiário ou complementar.

O protagonista, hoje, é o art. 41-A. A razão? A celeridade do processo, somada à execução imediata, esta símbolo de sua efetividade.

Aspecto curioso que permeia toda essa realidade está no fato de o aparato legislativo – todo – vir supedaneado em instruções (resoluções) e/ou decisões (acórdãos) da Justiça Eleitoral, vislumbrando-se o fino equilíbrio entre Estado – Poder Judiciário – e Sociedade, uma vez que o art. 41-A da Lei n.

9.504/1997 é genuinamente Iniciativa Popular.

E volta a pergunta: onde andava o legislador? Pelo que foi apresentado – pelo que é vivido –, eximindo-se do tema “corrupção eleitoral”, não legislando em prol do estabelecimento de regras eleitorais modernas, exeqüíveis e adaptadas à realidade político-social de nosso país. Por outro lado, viu-se compelido a isso, provocado pela sua “fonte de poder”: o eleitor293.

E, neste ponto, ressurge a prática política – por ação ou omissão – voltada aos próprios interesses e conveniências, denotando que o fisiologismo está presente no dia-a-dia daqueles que tudo fazem para manter o poder ou manter-se nele. A (in)ação legislativa está diretamente ligada à prática do fisiologismo como forma de manter o poder, fazendo uso da corrupção eleitoral para concretizar tal intento. E dessa sucessão de ações ilícitas, ao fim e ao cabo, resulta, em grande parte, o abuso do poder econômico nas eleições, cujo objetivo

293 Fazendo referência ao “eleitor”, recepcione-se, também o seu “voto”.

é, única e exclusivamente, galgar algum degrau na escala de influência294. Por isso permanece a indagação: onde está o legislador?...

Características normativas unem tipos diferentes.

A captação ilícita de sufrágio do art. 41-A da Lei n. 9.504/1997 é, de certa forma, a corrupção eleitoral do art. 299 do Código Eleitoral: aquela, com foco no candidato, sua candidatura ou seu mandato; esta, com foco no corruptor e no corrompido sob o prisma da repreensão criminal – mas ambas com ou único intuito de preservar o voto. Direta ou indiretamente, tutelam o mesmo bem jurídico: a preservação do voto, em prismas distintos, mas complementares. E é por intermédio da preservação do voto que contribuem à lisura e à legitimidade das eleições.

Se é por meio da compra de votos295 que são investidos recursos ilícitos nas eleições, quebrando o equilíbrio entre os concorrentes, inovou o art.

41-A da Lei n. 9.504/1997, também, ao penalizar o candidato com a cassação do seu registro e, se já eleito, com a cassação do diploma – além de multa –, sendo desnecessário o trânsito em julgado da decisão para o cumprimento da decisão.

Cumpre chamar atenção: praticada a conduta vedada, penaliza-se a partir da candidatura – ultrapassando-a, se necessário –, ou seja, desde o início do processo eleitoral.

O marco da efetividade já é materialmente sentido. Como abordado no trabalho, dentre muitas e sérias discussões latentes, duas em especial hão de ser notadas: a primeira, prejudicial, envolve a constitucionalidade da norma; a segunda, a execução imediata das decisões fundadas no 41-A.

294 A expressão “influência” traz uma informação muito mais clara e precisa do que se entende por

“poder”, razão pela qual é empregada como sinônimo.

295 Captação ilícita de sufrágio.

A questão da constitucionalidade na norma, suscitada em face da confusão decorrente do rito processual eleito – o ordinário da Lei Complementar n. 64/1990 (art. 22) e não o rito da Lei n. 9.504/1997 (art. 96) – já foi superada. O Tribunal Superior Eleitoral firmou entendimento de que a captação ilícita de sufrágio não gera inelegibilidade, apenas penaliza o candidato que praticar as condutas vedadas pela norma com a exclusão do certame (cassação do registro da candidatura, ou do diploma, e multa).

A questão da execução imediata, também decorrente de errônea intelecção, neste caso do art. 15 da Lei Complementar n. 64/1990 (que versa sobre inelegibilidade e exige o trânsito em julgado da decisão – inaplicáveis à captação ilícita de sufrágio), não foi apenas ultrapassada pelo Tribunal Superior Eleitoral como, também, pelo Supremo Tribunal Federal.296

Tal posição é importantíssima para o desfecho dessas pendências. A solução do impasse gerado a partir do art. 15 da LC n. 64/1990 encerra qualquer querela acerca da constitucionalidade do art. 41-A da Lei n. 9.504/1997. É que a inconstitucionalidade fora suscitada a partir do estabelecimento de nova inelegibilidade pelo 41-A, ou seja, por meio legislativo impróprio, uma vez que tais situações só podem ser reguladas pela Constituição ou por lei complementar.

Afastado o art. 15 da Lei Complementar n. 64/1990, afastou-se a inelegibilidade; e afastada esta, excluída qualquer pecha de inconstitucionalidade.

Confirmada a efetividade da norma, poder-se-ia ter por alcançado o objeto deste trabalho, mas há mais a considerar.

296 Mandado de Segurança 25.458-1, Rel. Originário Min. Marco Aurélio; Rel. para o Acórdão Min.

Carlos Velloso, publicado no Diário da Justiça da União (Seção 1) de 16 dez.2005.

É que “efetividade” possui uma abrangência maior que a certeza da existência de instrumentos cabais e de um Poder Judiciário alerta e preparado para responder às demandas na exata medida de sua razão. Efetividade abrange conhecimento e acesso a tais instrumentos e ao Eleitoral; abrange participação e voz dos protagonistas da Democracia – o eleitor (cidadão) “com seu voto”. Ela deve ser vivida e sentida, primeiramente pelo seu rigor (constrangendo os que fazem uso de meios ilícitos de captação de sufrágio) e, num segundo estágio, como efeito pedagógico, disseminando mudança de atitude, pois é certa a existência de instrumentos legais e institucionais voltados à preservação da livre vontade do eleitor, da lisura do processo e da verdade dos resultados, abrangendo o processo eleitoral em seu todo, mas o que se busca é, também, mais consciência e responsabilidade – menos força, coação e constrangimento.

Outrossim, quedou-se silente o trabalho quanto às corriqueiras notícias de corrupção e fraude veiculadas na imprensa. Em razão disso, apenas uma nota.

Muitos dos fatos em investigação e/ou denunciados são considerados desvios da Administração Pública, ou desvios no exercício de cargo público, quer como agente político, quer como agente administrativo; mas outros tantos podem ter sua origem em campanhas eleitorais, em prestações de contas – partidárias ou de campanha – fraudulentas, ou no uso indevido de recursos de campanha ou de partidos políticos, o que permitiria facilmente fazer a ponte ao abuso do poder econômico, à captação ilícita de sufrágio e/ou à corrupção eleitoral. Mas essa matéria, para o fim proposto, passa à margem, sem que deixe de ser grave ou contundente. Ao contrário, reflete uma realidade política e administrativa, onde público e privado encontram-se curiosamente confundidos.

No mais, o material selecionado nesta dissertação permite dispensar tais ocorrências, ainda sob investigação (investigação política, uma vez que sob a responsabilidade do Poder Legislativo).

A função político-institucional da Justiça Eleitoral (mesmo que esbarrando na dificuldade da falta de recursos – materiais e humanos –, o que, todavia, não tem impedido sua evolução e aperfeiçoamento) também tem contribuído como o aperfeiçoamento do processo eleitoral. Fomentando o engajamento social e institucional – inclusive das greis político-partidárias – na busca de um efetivo comprometimento para a consolidação do tão propalado Estado Democrático de Direito, suas ações reais e resultados concretos são igualmente efetivos na construção de um sistema político menos desigual. O exemplo mais contundente dessa participação é constatado em suas decisões – acórdãos e/ou resoluções –, por meio das quais a legislação eleitoral, dentro da melhor exegese e aplicação das normas vigentes, é mantida atualizada.

E esse ponto é pertinente por confirmar uma necessidade premente, a da tão propalada reforma política, mesmo que uma reforma política adequada à realidade brasileira ainda seja algo remoto, quase utópico. Mas há que ter destaque a necessidade de se repensar, imediatamente, pelo menos um ponto do sistema político-partidário: a fidelidade partidária. Refrear o ímpeto da classe política com relação à troca de partidos, que o faz segundo sua conveniência pessoal (mais uma vez o fisiologismo!), seria um primeiro e importante passo para desencadear outras mudanças culturais e procedimentais – não só com relação ao vínculo “mandato-partido político”, mas, também, “mandato-Sociedade” e

“mandato-Poder Legislativo/Executivo”.

A facilidade de trânsito, por parte do detentor do mandato eletivo, entre as greis político-partidárias, é um dos maiores males do sistema brasileiro.

A partir dessa, outras reflexões são vitais, algumas delas já trazidas à baila superficialmente nestas linhas – mas, reitera-se, merecedoras de atenção, foco e pesquisa, quiçá em outro trabalho. Fala-se de antigas bandeiras, sempre atualíssimas em virtude da velocidade com que o processo político se desenvolve no Brasil, quais sejam: (v.g.) “obrigatoriedade do voto”, “financiamento público de campanhas”, “voto distrital”, “reforma partidária”, enfim, “reforma política”.

E, de tudo isso, imprescindível ter presente que o voto não é uma mercadoria, uma mercadoria que tem preço. Voto tem valor, e valor não é preço!

– pois preço é o que todos pagam pelo mau uso dos valores. Voto é valor, é liberdade, é poder, é libertação.

Existe, à disposição de todos, um aparato estrutural – legislativo e institucional – a dar suporte à melhoria social por meio do livre exercício do voto;

existe esse novo dispositivo, comprovadamente efetivo no trato da captação ilícita do sufrágio; existe um chamamento à participação dos cidadãos na vida pública nacional, a servir de instrumento para combater a máxima de que onde há poder tende-se ao arbítrio e ao abuso; existe, também, e não é menos verdade, a responsabilidade desses cidadãos com os destinos políticos da Nação.

Reflitamos, então, se temos sido responsáveis com nossa Sociedade, com nossa Nação!?

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Recurso contra a expedição de diploma. Procedência fundada no Art. 41-A da Lei n. 9.504/97. Aplicação do art. 216 do Código Eleitoral. Dissídio jurisprudencial não configurado., Relatora: Min. Ellen Gracie, 2003. Brasília, 25 de março de 2003.

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BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Agravo Regimental na medida cautelar n.

970. Agravante: Ercy Rodrigues do Nascimento. Agravado Diretório Municipal Provisório do PSDB. Relator: Ministro Waldemar Zveiter. Brasília. Acórdão de 01 de março de 2001. Diário da Justiça, Brasília, DF, 27 abr.2001. Seção 1. p. 236.

BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Recurso especial eleitoral, n. 19.566:

Inelegibilidade. Recorrente: Adelino Carvalho Lino e outra. Interessado: Lúcia Maria Figueiredo Cota. Relator: Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira. Brasília, Acórdão de 18 de dezembro de 2001. Diário da Justiça, Brasília, DF, 26 abr.2002. Seção 1. p. 185.

BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Acórdão n. 25.127. Eleição majoritária.

Nulidade. Nova eleição. Código Eleitoral, art. 224, candidato que teve seu diploma cassado. Registro para a nova eleição. Recorrente: Waldimir Coronado Antunes.

Recorrida: Coligação Trabalho, Respeito e humildade (PL/PP/PSB) e outros.

Relator: Min. Humberto Gomes de Barros. Brasília, 17 de maio de 2005.

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BRASIL. Tribunal Superior eleitoral. Agravo Regimentado no agravo de instrumento n. 772. Investigação Judicial para apurar abuso de autoridade.

Recorrente: Flávio dos Santos Chaves. Recorrido: Procuradoria Regional Eleitoral em Roraima. Relator: Ministro Humberto Gomes de barros. Brasília, Acórdão de 29 de junho de 2004. Diário da Justiça, Brasília, DF, 5 nov.2004. Seção 1. p.

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BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Agravo regimental de instrumento n. 12.239.

Investigação Judicial para apurar abuso de autoridade (art. 22 da LCM 64/90).

Agravante: Maria Aparecida Campos Straus. Agravado: Procuradoria Regional Eleitoral/RJ. Relator: Ministro Nelson Jobim. Brasília, Acórdão de 17 de agostro de 2000. Diário da Justiça, Brasília, DF, 29 set.2003, Seção 1, p. 168.

BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Agravo regimental na medida cautelar n.

1282. Agravante: Maria Vanusia de Oliveira Sousa e outro. Agravado: Diretório Municipal do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Relator:

Ministro Barros Monteiro. Brasília, Acórdão de 5 de agosto de 2003. Diário da Justiça, Brasília, DF, 3 out.2003. Seção 1. p. 103.

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BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Investigação judicial e representações por descumprimento da Lei Eleitoral. Processo administrativo n. 21.166. Interessada:

Corregedoria Regional Eleitoral de São Paulo: Relator: Ministro Sálvio de Figueiredo. Brasília, acórdão de 01 de agosto de 2002. Diário de Justiça, Brasília, DF, 6 set.2002. Seção 1, p. 205.

BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Processo administrativo n. 20.887.

Designação de Promotor de Justiça do Estado para auxiliar o procurador Regional Eleitoral. Interessado: Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco. Relator:

Ministro Fernando Neves. Brasília, Acórdão de 4 de out.2001. Diário de Justiça, Brasília, DF, 14 dez.2001. Seção 1, p. 205.

BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Recurso especial eleitoral n. 13.185.

Analfabetismo. Teste de verificação. Recorrente: Procuradoria Regional Eleitoral / TO. Recorridos: Sebastião Gonçalves Lopes e outros candidatos a vereador.

Relator: Ministro Ilmar Galvão. Brasília, acórdão de 23 de setembro de 1996.

Diário da Justiça, Brasília, DF, 13 out.1996.

BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Recurso especial eleitoral n. 19.644.

Captação ilegal de sufrágio. Art. 41-A da lei 9.504/97. Inconstitucionalidade parcial afastado. Infração configurada Imediata cassação do diploma. Recorrente: José Silva Monteiro. Recorrido: Rivanda Farias de Oliveira. Relator: Ministro barros Monteiro. Brasília, Acórdão de 3 de dezembro de 2002. Diário da Justiça, Brasília, DF, 14 fev.2003. Seção 1, p. 190.

BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Recurso especial eleitoral n. 19.395.

Investigação judicial eleitoral. Abuso de poder econômico. Captação de votos entre candidatos. Recorrente: Procuradoria Regional Eleitoral/ TO. Recorrido:

Hélio Herculano Castro, Relator: Ministro Sepúlveda Pertence. Brasília, Acórdão

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