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Fica caracterizado como rede social as redes onde os indivíduos estão inseridos em ambientes ou plataformas on-line, ocorrendo assim a interação entre pessoas no ambiente digital. São exemplos dessas redes o Instagram, Twitter, Whatsapp e outros.

Assim também afirma Freitas (2010): as redes sociais são simplesmente mais uma forma de relação entre as pessoas, que na internet são as relações interpessoais mediadas pelo computador e acontecem através da interação social em busca da comunicação.

O pensamento é compartilhado por Lévy (1999), quando expressa que as redes sociais representam um conjunto de participantes autônomos, unindo ideias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados, tudo isso, independentemente das proximidades geográficas e das filiações institucionais.

Para Primo (1997, p. 1):

A Internet está revolucionando a comunicação humana. Com ela abrem-se novas formas de intercâmbio de informações, de forma interativa, assíncrona ou síncrona, com significante intimidade mesmo que sem proximidade física. Sendo assim, além do correio eletrônico, a Internet abre canais de diálogo que permitem a conversa simultânea de dezenas de pessoas.

Ainda segundo Gabriel (2010), as redes sociais existem desde que o homem passou a se comunicar entre si, remetendo aos períodos antigos, quando os homens se reuniam para conversar sobre coisas pelas quais eles compartilhavam um mútuo interesse.

E reforçando que a rede social se trata da relação dos seres humanos e não das máquinas, a autora ainda completa:

É importante ressaltar que redes sociais têm a ver com pessoas, relacionamento entre pessoas, e não com tecnologias e computadores. Tem

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a ver com ‗como usar as tecnologias‘ em benefício do relacionamento social (GABRIEL, 2010, p. 194).

Recuero (2019, online16) afirma que ―Na base, rede social significava a visão de um grupo social através de suas relações, considerando o grafo17 (estrutura de rede) como construto18 para tal. ‖.

Ainda segundo Recuero, a rede são pessoas, instituições ou grupos onde o foco é a relação entre esses diferentes atores, tendo em vista que quando trazemos a discussão para o online, a relação desses grupos sofre uma mudança importante em sua estrutura, essa relação é mediada pela tecnologia digital. Nesse sentido se torna importante caracterizar sempre quando uma relação sofre intermédio da tecnologia digital ou não.

Redes sociais também pode ser definido como um lugar de exibição onde indivíduos se comunicam de forma direta entre si, originando portanto uma rede de relacionamento (Saraiva, 2019). Embora as grandes redes sociais ofereçam diversas opções de comunicação com o público, são poucas as marcas que sabem explorar corretamente as ferramentas junto ao seu público específico.

Anualmente a We are social19 em parceria com a Hootsuite20 fazem uma pesquisa digital e divulgam esses dados. Os dados de 2021 revelam que existem agora 4,20 bilhões de usuários de mídia social em todo o mundo. Esse número cresceu 490 milhões nos últimos 12 meses, gerando crescimento ano a ano de 13%.

16 Trecho retirado do texto escrito pela autora em seu Medium. Disponível em:

<https://medium.com/@raquelrecuero/m%C3%ADdia-social-plataforma-digital-site-de-rede-social-ou- rede-social-n%C3%A3o-%C3%A9-tudo-a-mesma-coisa-d7b54591a9ec> Acesso em 23 de Maio de 2021.

17 Em matemática, a teoria dos grafos é o estudo dos gráficos, que são estruturas matemáticas usadas para modelar relações de pares entre objetos. Disponível em

<https://en.wikipedia.org/wiki/Graph_theory> Acesso em 23 de Maio de 2021.

18 Um constructo social ou construção social é qualquer entidade institucionalizada ou artefato num sistema social desenvolvido pela relação social de participantes numa cultura ou sociedade particular, estabelecida pela organização e coerção. Disponível em

<https://pt.wikipedia.org/wiki/Constructo_social> Acesso em 23 de Maio de 2021.

19We are social, são uma agência global, que oferecem ideias criativas de classe mundial com marcas com visão de futuro. Conectando as pessoas e marcas de maneiras significativas, criando ideias que as pessoas gostam e compartilham. Disponível em: <https://br.linkedin.com/company/we- are-social> Acesso em 25 de Maio de 2021.

20HootSuite é um sistema norte-americano especializado em gestão de marcas na mídia social, fundado em 28 de novembro de 2008 por Ryan Holmes na cidade de Vancouver no Canadá.

Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/HootSuite> Acesso em 25 de Maio de 2021.

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Esses números de usuários atualmente equivalem a mais de 53% da população de todo o mundo21.

Os dados fornecidos relacionados ao Brasil indicam que houve um aumento de 6% no número de usuários na internet entre os anos de 2019 e 2020. Em relação aos usuários de mídia social o aumento foi de 8,2% (cerca de 11 milhões) entre o mesmo período, dando um total de 140 milhões de novos usuários.

Levando em consideração os dados da pesquisa e as contribuições de Torres (2009) fica evidente que a internet afeta a relação das empresas, seja ela positiva ou negativa, o fato é como será afetada. Ele reitera que não há possibilidade de se desenvolver uma ação de marketing sem que se envolva o digital, seja qual for o segmento. Sendo assim, fica evidente a necessidade de um profissional de propaganda que seja habilitado e capacitado para essas novas mídias.

4 O SOCIAL MEDIA

Ramos (2019) diz que o social media, ou analista de redes sociais, é o profissional responsável pela gestão dos perfis de uma empresa nas redes sociais.

Essa função vai além da criação e publicação de conteúdo on-line, abrangendo o desenvolvimento de uma boa estratégia, o que exige pesquisa, análise de mercado e atualização constante.

Similarmente descreve Lopes (2018):

Dentro desse contexto, que remete ao marketing 2.0, 3.0 e 4.0 e o crescente uso das redes sociais digitais como forma de comunicação, despertou-se a necessidade de um profissional especializado em mídias digitais. Esse profissional, solicitado pelo mercado, precisava ter habilidade com plataformas digitais, know-how com criação de conteúdo, marketing e gestão (LOPES, 2018, p. 159).

Ainda segundo a autora, as mudanças advindas das redes sociais digitais também afetaram a estrutura das agências de publicidade e propaganda, que perceberam a necessidade de desenvolver um departamento especializado em mídias digitais, surgindo desta forma a função do social media (LOPES, 2018).

21 Pesquisa publicada no site da Agência Amper, Disponível em: <https://www.amper.ag/post/we-are- social-e-hootsuite-digital-2021-resumo-e-relat%C3%B3rio-completo> Acesso em 25 de Maio de 2021.

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Como foi dito anteriormente, as estruturas das agências de publicidade e propaganda, segundo as contribuições trazidas por Sant‘Anna (2009) eram compostas pelos setores de atendimento, criação, planejamento e mídia (estrutura básica), tendo ainda os setores administrativos e de suporte, dependendo do tamanho da agência.

Deste modo o modelo tradicional das agências de publicidade e propaganda não teria como incluir o social media em sua estrutura, fazendo necessário portanto o desenvolvimento de um departamento/setor especial, para que assim pudesse solucionar as solicitações dos clientes em relação ao digital.

Como nos esclarece Ferreira (2020), a publicidade é um reflexo do cenário cultural, econômico, político e social do nosso tempo. Devido a globalização e a evolução tecnológica, tivemos impactos significativos que afetaram o campo da comunicação, desta forma, mudando as práticas da publicidade e propaganda (RECUERO, 2019; TORRES, 2009).

Mudanças essas que a autora evidencia através de sua pesquisa, revelando a estrutura/modelo e fluxo de trabalho de seis agências de publicidade e propaganda da cidade de João Pessoa - Paraíba. As seis agências são caracterizadas da seguinte forma: uma média empresa (a única empresa de comunicação com esse porte no município), três pequenas empresas e duas microempresas22, sendo informado pelo Sindicato das Agências de Propaganda do Estado da Paraíba - SINAPRO/PB, que não há agência que se caracterize como grande empresa (FERREIRA, 2020).

Diante do exposto, a autora nos revela que, mesmo em um cenário pequeno como o de João Pessoa, PB, são perceptíveis as mudanças advindas da sociedade na estruturação e no fluxo de trabalho nas agências de publicidade e propaganda.

Tendo em vista que essas transformações acontecem de forma devagar (FERREIRA, 2020).

O principal motivo dessas transformações se dá por conta da inserção e avanços da tecnologia no meio social, em outras palavras, as mudanças que

22Caracteriza-se microempresa uma organização de até 9 (nove) funcionários; Pequena é considerada de 10 (dez) a 49 (quarenta e nove) funcionários; Média, aquela que tenha 50 (cinquenta) a 99 (noventa e nove) funcionários. Informações fornecidas pelo SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

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acontecem nas mídias digitais influenciam diretamente na estrutura e no fluxo das agências de publicidade e propaganda, pois as agências necessitam se adaptar para solucionar os desejos dos consumidores e clientes pelo digital (KOTLER, 2012;

LOPES, 2018; FERREIRA, 2020).

Entende-se então que diante desta necessidade advinda das redes sociais digitais, e todo cenário que o digital traz (imediatismo, velocidade nas informações, múltiplas plataformas) se faz essencial um profissional especializado para atender esse contato próximo e imediato com o consumidor (LOPES, 2018; AUCAR, 2016;

KOTLER, 2012).

Esse contexto nos revela que apesar das modificações, as agências de publicidade e propaganda mantém suas estruturas, adicionando apenas um departamento para ser responsável por grande parte das atividades no digital (FERREIRA, 2020).

Portanto cria-se na figura do social media um profissional indispensável, como também gera uma sobrecarga de atividades, pois além de não haver uma divisão de atividades no setor que ele está inserido, acaba sendo responsabilidade de um único profissional gerenciar toda a atividade digital de um cliente (FERREIRA, 2020;

LOPES, 2018).

Diante das explicações trazidas anteriormente sobre marketing, marketing digital, mídia social, mídia digital e rede social, podemos entender que o social media está inserido em um ambiente complexo, com diversas informações e possibilidades diferentes, reforçando assim a responsabilidade e importância do profissional (RAMOS, 2019; LOPES, 2018; FERREIRA, 2020; TORRES, 2009).

Em sua pesquisa, Lopes (2018) revela que o social media é o profissional que faz parte dos aspectos do marketing digital, tendo em vista que a nomenclatura da função pode variar dependendo da área de atuação e experiência, em alguns casos podendo haver uma diferença nas atividades executadas, sendo comum em alguns casos nomenclaturas como: analista de mídias digitais, creator, assistente de mídia, entre outros (LOPES, 2018; RAMOS, 2019).

Através de entrevista feita com 11 (onze) profissionais, Lopes (2018) nos revela que as atividades atribuídas a eles são várias, sendo elas: criação de conteúdo (fotos, textos e vídeos), postagem deste conteúdo, produção de

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campanha, monitoramento, relacionamento com consumidor, gerenciamento de crise, gestão de mídia on-line, análise de dados, planejamento e métricas.

Nota-se um volume grande e uma variedade de atividades a serem desempenhadas, apesar de estarem de certa forma interligadas, interessante destacar as atividades de criação de conteúdo, postagem, monitoramento, análise de dados e planejamento. Essas atividades, seguindo essa ordem ou tendo a variação do planejamento no início, demonstram a essência das etapas que o social media desenvolve para seus clientes.

É comum acontecer no decorrer do dia algum tipo de modificação no planejamento, levando em consideração acontecimentos que possam influenciar de forma positiva ou negativa o que foi planejado. E essa alteração também pode acontecer após a mensuração de dados de uma postagem anterior.

Também é normal o social media fazer alterações de acordo com o conhecimento de seu público alvo, nesse sentido o profissional desenvolve o conteúdo que seja mais interessante para o público (LOPES, 2018).

Lopes (2018) destaca também que o social media está conectado às redes sociais digitais no mínimo 08 (oito) horas por dia, para atender a demanda dos consumidores, apesar de ser recorrente o profissional exercer a atividade fora de seu horário de trabalho, tendo em vista a facilidade trazida pelos dispositivos móveis.

Por conta da lógica de competição que o mercado produz, junto da necessidade de ser visto e estar presente em diversas mídias sociais, acaba esse cenário produzindo e exigindo que o profissional esteja preparado para interagir, solucionar dúvidas e estar on-line além do seu horário de trabalho (LOPES, 2018;

FERREIRA, 2020; TORRES, 2009; RECUERO, 2019).

Uma característica que parece ser consenso entre todos os profissionais é essa relação humanizada entre marca e consumidor que a figura do social media traz, fazendo com que o contato pareça ser como conversar com um amigo, criando assim um perfil humanizado para as marcas, tendo em vista que esse relacionamento acontece em tempo real (LOPES, 2018).

Entretanto, apesar desta ―humanização‖ é comum acontecer de alguns profissionais serem responsáveis pelo gerenciamento de várias contas ao mesmo

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tempo. Desta forma a marca se torna ―humana‖ e o profissional uma ―máquina‖

(FERREIRA, 2020; LOPES, 2018).

Esse cenário acontece devido ao porte das agências de publicidade e propaganda de João Pessoa – PB, em sua maioria serem pequenas, assim o quantitativo de profissionais direcionados para executar essa função é menor, ou seja, sobrecarrega todo o desenvolvimento da atividade do social media por não ter a quantidade ideal de funcionários para desempenhar a função (RAQUEL, 2020;

LOPES, 2018).

Além disso, podemos identificar que apesar do aumento pela necessidade das empresas estarem no digital, poucas estão dispostas a assumir o valor necessário a serem pagos por esses serviços, causando diversos problemas para o desenvolvimento da prática publicitária (LOPES, 2018).

É nesse cenário que surgem os ―pacotes de gestão em mídias digitais‖. Esses pacotes de gerenciamento são desenvolvidos por pessoas que em sua maioria não tem formação acadêmica (nas áreas como comunicação, marketing, publicidade e propaganda) para executar esse tipo de serviço, mas que por terem habilidades ou familiaridade com redes sociais oferecem esse serviço de gerenciamento, visando apenas obter lucro (LOPES, 2018).

Este contexto acarreta três situações: primeiro, o cliente, por falta de conhecimento ou por não estar disposto a pagar os valores cobrados por uma agência de publicidade e propaganda, acaba aceitando; segundo, as agências se veem na necessidade de aceitar valores inferiores para esse tipo de serviço;

terceiro, o social media ou o publicitário acaba sendo desvalorizado, não sendo levado em consideração seu conhecimento e valor (LOPES, 2018; RAQUEL, 2020).

De toda forma, todas as partes envolvidas neste cenário acabam sendo prejudicadas, o cliente por contratar um serviço feito por uma pessoa sem o conhecimento necessário sobre o universo digital, as agências de publicidade e propaganda que acabam tendo de ficar à mercê de clientes que geram prejuízo a empresa e principalmente ao profissional que é cobrado para gerar resultados a todo momento.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

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O estudo se propôs a analisar o perfil e a importância do social media nas agências de publicidade e propaganda, entendendo como surgiu e o que faz esse profissional, que por conta da complexidade das agências de publicidade e propaganda, bem como pela a falta de estudos sobre o tema, acaba sendo confuso compreender o que esse profissional realiza no seu dia a dia nas agências.

Utilizando os estudos de Lopes (2018), Ramos (2019) e Ferreira (2020) foi possível compreender que, no cenário de João Pessoa, o social media surgiu diante dos avanços das redes sociais digitais, mas também da necessidade que houve das empresas em ter um profissional para gerenciar suas redes sociais digitais, causando desta forma uma relação ―humanizada‖ entre empresa e consumidor.

Relação essa que acontece através de algumas atividades como criação de conteúdo (fotos, textos e vídeos), postagem deste conteúdo, produção de campanha, monitoramento, relacionamento com consumidor, gerenciamento de crise, gestão de mídia on-line, análise de dados, planejamento e métricas. Tendo em vista que há um foco maior em cinco etapas, consideradas essenciais (criação de conteúdo, postagem, monitoramento, análise de dados e planejamento).

Como dito anteriormente, o social media está inserido em um contexto complexo trazido pelo universo digital como o marketing digital, redes sociais digitais, mídia social e mídia digital, desta forma o profissional deve estar preparado para as adversidades causadas por esse cenário e por um consumidor imediatista, cercado de informações e múltiplas plataformas.

Quando somos apresentados ao cenário acerca das agências de publicidade e propaganda e seu porte, devemos nos preocupar com o cenário de normalização com profissionais executando mais de uma função, tendo em vista que o social media pode ser responsável por gerenciar mais de uma conta em diversas mídias sociais.

Esse contexto decorre por fatores como pessoas sem o conhecimento técnico sobre as redes sociais digitais ofertando serviços apenas para obter lucro, acarretando em clientes dispostos a pagar valores abaixo e pôr fim a desvalorização do social media.

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É notável que apesar de sua importância, o social media sofre com uma sobrecarga e um fato importante é a sua desvalorização comparado com outras funções nas próprias agências. Sendo assim é possível levantar a hipótese de que o social media muitas vezes aparece nos anúncios de estágio com diversos requisitos não apenas por sua atividade, mas também para suprir a necessidade da agência em ter um multiprofissional podendo pagar um valor abaixo por conta da situação descrita acima.

A reflexão sobre essa desvalorização é importante de ser levantada, não apenas no caso do social media, pois se levarmos em consideração que esse

―sucateamento‖/ ―precarização‖ afeta todo profissional com formação acadêmica nas áreas de comunicação social, todos acabam sendo afetados.

Entretanto, é importante que os profissionais considerem um cenário onde a oferta cubra as suas necessidades, tendo em vista que o social media em um cenário que lhe permita desenvolver seu trabalho com inteligência, se torna extremamente efetivo.

Diante disto, os gestores (donos de agência) e clientes devem proporcionar essa estrutura (remuneração e qualificação), modificando o cenário de João Pessoa - PB de forma positiva para todos. Só assim podemos ter profissionais desenvolvendo suas atividades sem sobrecargas e com ambiente favorável para um bom trabalho.

Analiso então que a medida mais adequada para solucionar a desvalorização do social media, seria o desenvolvimento de legislações e mecanismos afins de fiscalizar o desenvolvimento das atividades no ambiente interno e externo das agências de publicidade e propaganda. Um desses mecanismos poderia ser a criação de um sindicato dos publicitários.

Nesse sentido, tais medidas poderiam controlar a atividade exercida por profissionais sem a formação acadêmica e conhecimento necessário para a função, como também, a adequação da atividade (no que tange o empregado) nas agências de publicidade, evitando assim sobrecargas no serviço dos profissionais e podendo trazer melhorias para o desenvolvimento da função.

Dessa forma, seria interessante a elaboração de pesquisas futuras acerca das legislações que envolvem a atividade publicitária, como também o impacto delas

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no exercício da atividade. Vale ressaltar também a elaboração de estudos futuros a respeito da participação e avaliação dos sindicatos na atividade publicitária.

Pesquisas fundamentais a serem realizadas, tendo em vista o cenário de desvalorização dos profissionais.

REFERÊNCIAS

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No documento diálogos científicos em publicidade (páginas 138-157)