No período estudado, a média anual do número de casos confirmados por Doença de Chagas, foi de aproximadamente 253,83 casos de Doença de Chagas Aguda (DCA). O ano com maior número destes casos foi o ano de 2016, com 355 casos confirmados, sendo a Região Norte responsável por 98,9% dos casos. Já o menor número de casos ocorreu em 2013, com 152 casos, sendo a Região Norte responsável por 96% dos casos. De 2012 para 2017 foi observado que o número de casos no Brasil aumentou 60%. A distribuição dos casos confirmados por região pode ser observada na figura 1.
Esta mudança de padrão pode ser justificada pelo fato das pessoas acometidas pela doença migrarem para outros municípios com centros de referência para diagnóstico ou tratamento da doença, local onde é feita a notificação (GOMES et al., 2020). Através do estudo de Pereira et al. (2017), demonstrou-se que a origem dos casos de infecção ocorreu em zona rural em 74,1% das vezes, fato que não pode ser afirmado com o atual estudo, posto que, foi realizado o estudo por região e não por município, portanto as regiões que
apresentaram a maior incidência de casos possuem áreas urbanas e rurais (PEREIRA et al., 2017).
Figura 1. Distribuição dos Casos Confirmados de Doença de Chagas, nas regiões brasileiras de 2012 a 2017.
Fonte: Ministério da Saúde/SVS- SinanNet.
Nesse período, a Doença de Chagas Aguda infectou 23% mais indivíduos do sexo masculino que o sexo feminino. Do total de infectados do sexo masculino, 97,4% eram da região Norte, seguidos de 1,6% da região Nordeste. Já do total de infectados do sexo feminino, 97,2% eram da região Norte, seguidos de 1,7% da região Nordeste. Contrapondo- se a isso, os menores índices ficaram com a Região Sul e Centro-Oeste, estando abaixo de 1% do total.
O sexo masculino, também se mostrou em evidência em outros estudos, assemelhando-se a outras realidades (CUTRIM et al., 2010; RODRIGUES et al., 2013).
Entretanto, outros estudos demonstram algumas divergências (BRITO et al., 2012; BRUM- SOARES et al., 2010; MEDEIROS, 2014). Esse resultado indica uma possível associação entre a infecção chagásica e indivíduos do sexo masculino, em virtude das atividades laborais executadas, como foi verificado em estudo realizado na Amazônia (BRUM- SOARES et al., 2010).
Soma-se ainda o fato de que houve uma prevalência de indivíduos infectados na faixa etária de 20-39, seguida logo de 40-59 anos. O primeiro grupo representa aproximadamente 34% dos casos, enquanto o segundo grupo representa
1482
26 8 3 4
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600
Região Norte Região Nordeste Região Sudeste Região Sul Região Centro-Oeste
aproximadamente 24% dos casos. O número de casos confirmados tende a diminuir nos extremos da faixa etária: <1 ano (1,5%) e 80 e + (0,91%) (Figura 2).
Figura 2. Distribuição dos Casos Confirmados de Doença de Chagas, por faixa etária, nas regiões brasileiras de 2012 a 2017.
Fonte: Ministério da Saúde/SVS- SinanNet
A faixa etária elevada encontrada indica a relação direta entre a prevalência e o tempo de vida, visto que o contato desses indivíduos com os vetores aconteceu no máximo até a década de1980, época em que o Programa de Controle da Doença de Chagas foi priorizado pelo Ministério da Saúde, somado ao fato de que as chances de ser infectado são maiores em indivíduos mais velhos, em virtude do maior tempo de exposição.
(PEREIRA et al., 2017; DE SOUZA CARDOZO et al., 2017)
Dentre os indivíduos acometidos pela doença 77,45% eram da raça “parda”, que pode ser explicado pelo fato de que na região Norte, 72,3% da população se declarou parda, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2019). Segue-se à raça parda, brancos (11%), Ign/Branco (7%) e preta (3,5%). Outras raças como Indígenas e Amarelos não chegam a 1% do total (Figura 3).
Como critério de confirmação da Doença de Chagas Aguda (Figura 4), o principal foi, o Laboratorial, representando 94% dos casos. Este foi seguido por critério clínico- epidemiológico e Ign/Branco (2,5%). Nesse período, 0,32% dos casos estavam sob investigação. A região norte foi responsável por 92% do uso do critério laboratorial em relação ao total de casos. Para diagnóstico laboratorial nesta fase da doença utilizam-se
0 100 200 300 400 500 600
Região Norte Região Nordeste Região Sudeste Região Sul Região Centro-Oeste
80 e + 60 a 79 40 a 59 20 a 39 10 a 19 01 a 09 <1 Ano
exames parasitológicos diretos. Para o critério clínico-epidemiológico utiliza-se vínculo epidemiológico com casos confirmados de DCA em surtos da doença. Os casos em que o critério confirmatório foi ignorado sugerem que podem haver um erro de diagnóstico devido ausência de realização de exame laboratorial para confirmar a doença ou apenas desatenção e necessidade de reforçar a importância do preenchimento de todos os campos da ficha de notificação.
Figura 3. Distribuição dos Casos Confirmados de Doença de Chagas, por raça, nas regiões brasileiras de 2012 a 2017.
Fonte: Ministério da Saúde/SVS- SinanNet.
Figura 4. Distribuição dos Casos Confirmados de Doença de Chagas Aguda, segundo o critério de confirmação, nas regiões brasileiras de 2012 a 2017.
Fonte: Ministério da Saúde/SVS- SinanNet.
0 200 400 600 800 1000 1200 1400
Região Norte Região Nordeste Região Sudeste Região Sul Região Centro-Oeste
Indigena Parda Amarela Preta Branca Ign/Branco
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600
Região Norte Região Nordeste Região Sudeste Região Sul Região Centro-Oeste
Em investigação Clínico-epidemiológico Laboratórial Ign/Branco
Perante os dados da provável forma de transmissão (Figura 5), a via Oral é sem dúvida superior: representa 74,4% dos casos, sendo 98,4% dos casos da região Norte.
Essa forma de transmissão é seguida de Ign/Branco (15,5%), Vetorial (9%) e Vertical, Acidental e outros que não chegam a 1% do total. Dessa forma, o cenário epidemiológico da DC é dividido em duas situações em relação à forma de transmissão. Na região norte, houve aumento na transmissão do T. cruzi através de alimentos contaminados com fezes de triatomíneos. O segundo é caracterizada por áreas endêmicas onde o Triatoma infestans foi encontrado no passado, como vetor ou por áreas de Triatomas nativos (COURA JR, 2013).
Figura 5. Distribuição dos Casos Confirmados de Doença de Chagas Aguda, segundo modo provável de infestação, nas regiões brasileiras de 2012 a 2017.
Fonte: Ministério da Saúde/SVS- SinanNet.
No Brasil, atualmente, predominam casos crônicos decorrentes da infecção por via vetorial em décadas passadas. No entanto, atualmente, a forma mais comum de transmissão é via oral, posto que houve uma redução significativa da transmissão por via vetorial. Os dados epidemiológicos demonstram elevados casos de transmissão oral, principalmente na região Norte. No Pará, os números de casos diagnosticados são elevados, o que reforça a necessidade de novas estratégias/abordagens de vigilância e controle do agravo, para intervir e criar medidas preventivas visando diminuir a incidência da doença (BRASIL, 2015).
0 200 400 600 800 1000 1200
Região Norte Região Nordeste Região Sudeste Região Sul Região Centro-Oeste
Outro Oral Acidental Vertical Vetorial Ign/Branco
A falta de higienização na hora da colheita e da produção do açaí é um dos principais motivos para a contaminação por T. cruzi, sendo que o barbeiro (vetor) costuma viver nas folhas da palmeira do açaí e ao fazer a coleta do fruto o inseto é coletado junto e levado em paneiros descobertos para a produção da polpa, e assim são comercializados e consumidos todos os dias nas formas naturais ou congelado (MONTEIRO, 2006).
Por outro lado, as formas de prevenção para a transmissão via oral possuem um grau de dificuldade elevado, pois é necessário a conscientização de todos que trabalham diretamente e indiretamente com o açaí, desde a colheita para o cuidado como o inseto, transporte e processamento. Medidas de higiene são essenciais na produção do fruto e a melhor forma de prevenir é a pasteurização (DIAS et al., 2011).
A partir desse quadro, faz-se necessário intensificar ações de vigilância sanitária em todas as etapas da cadeia de produção de alimentos suscetíveis à contaminação, como ao local de manipulação de alimentos, à necessidade de instalar fonte de iluminação distante dos equipamentos de processamento do alimento para evitar a contaminação acidental por vetores atraídos pela luz, a importância de realizar ações de capacitação para manipuladores de alimentos e educação sobre o correto processamento do fruto (BRASIL, 2015).
Dados do IBGE (2017) apontaram que nos anos de 2015-2016 a produção do açaí aumentou de 1,0 milhão de toneladas para 1,1 milhão, sendo o Estado do Pará o maior produtor de todo esse açaí. Esse aumento de produção corrobora com dados de 2015, no qual a DC, apresentou registro de transmissão de 235 casos, e em 2016, 311 casos no estado do Pará, destes, 95% dos casos, foram através do consumo de alimentos contaminados e em 2017 até o mês de outubro foram 38 casos (DOS SANTOS et al., 2019).
No entanto, no Brasil, um programa intensivo de controle de doenças de Chagas foi adotado para combater T. infestans e evitar contaminação via bancos de sangue, sendo certificado como livre de Transmissão de Chagas por esta espécie e pela transfusão de sangue (FORATTINI,1980; DIAS, 2007; GALVÃO, 2014;). Embora esse programa não tenha como alvos vetores nativos, a captura domiciliar para esses insetos também diminuiu drasticamente devido à pulverização doméstica direcionada ao T. infestans.
No entanto, mesmo que essa espécie nunca tenha sido encontrada no estado do Ceará, pesquisas sorológicas foram realizadas, mesmo antes do programa, evidenciando casos de doença de Chagas no estado, não deixando dúvida sobre o papel dos vetores nativos na epidemiologia da doença de Chagas. Além disso, vários autores relataram que, em regiões anteriormente infestadas por T. infestans, o controle está abrindo um nicho para
dispersão e infestação de triatomíneos nativos (ALMEIDA et al., 2000; ALMEIDA et al., 2009; COSTA et al., 2014).
Diante dos dados de evolução por notificação da DC, a maioria permaneceu viva, sendo representada por 88,3% do total, sendo 97,5% dos casos na região norte. Por outro lado, os óbitos por Chagas representam 1,3% do total, sendo que 80% dos casos de óbitos ocorreram na região norte. Segue-se desse grupo, o Ign/Branco (10%) e Óbito por outras Causas (0,06%).
As Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNs) evidenciam uma realidade preocupante das populações mais carentes: menor cobertura de ações preventivas, precariedade na qualidade e acesso à rede de serviços de saúde, e menor probabilidade de receber tratamentos adequados. O serviço de saúde no Brasil vivencia diversos entraves, tais como: a não oferta do eletrocardiógrafo, ausência de fluxo para a realização de exames complementares, computador sem acesso à internet e falta de medicamentos para o tratamento adequado (PERNAMBUCO, 2017).
Além disso, representam importante problema de saúde pública e, diante disso, em 2011, um dos estados do nordeste, o de Pernambuco), mostrou-se pioneiro ao criar o Programa SANAR (Plano Integrado de Ações para o Enfrentamento às Doenças Negligenciadas), estabelecendo frente a oito DTNs, dentre elas, a doença de Chagas, com ações em gestão, educação em saúde, vigilância em saúde e assistência à saúde (PERNAMBUCO, 2017), potencializando a promoção em saúde para o enfrentamento de doenças infectocontagiosas. (SANTOS, 2015; COURA 2015).
Diante disso, torna-se necessário o direcionamento de políticas públicas para a organização dessa rede, com recursos materiais, equipamentos, recursos humanos capacitados (DOS SANTOS et al., 2019) compromisso dos gestores nos diferentes níveis, com instrumentos e mecanismos de operacionalização no processo de governança, enfrentamento de questões políticas e estruturais (MENDES et al., 2016) , envolvimento da sociedade civil, incluindo os portadores de Doença de Chagas assim como a criação de um modelo de gestão centrado no paciente (BRASIL, 2010).
4. CONCLUSÃO
Através desse panorama, é possível observar a maior incidência de Doença de
de transmissão, atualmente, é a oral devido um hábito comum na região de consumir açaí.
Através desta pesquisa foi possível identificar o perfil epidemiológico e a distribuição espacial da doença, fatores importantes para gerar informações voltadas para a vigilância de saúde, para criação de medidas intervencionistas para prevenir a doença e para identificar a necessidade de distribuição de recursos para aumentar o diagnóstico ainda na fase aguda e evitar a subnotificação. Sendo assim, percebe-se que os dados de notificação são importantes e tem grande potencial de delimitar o risco quando são feitos de maneira correta, por isso, reforça-se a necessidade de preencher a ficha de notificação corretamente e com a informação da maior quantidade de dados possível e conhecidos.
5. REFERÊNCIAS
ALMEIDA, C. E.; et al. Could the bug Triatoma sherlocki be vectoring Chagas disease in small mining communities in Bahia, Brazil?. Medical and Veterinary Entomology, v. 23, n. 4, p. 410-417, 2009.
ALMEIDA, C.E.; et al. Monitoring the domiciliary and peridomiciliary invasion process of Triatoma rubrovaria in the State of Rio Grande do Sul, Brazil. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, v. 95, n. 6, p. 761-768, 2000.
ANDREOLLO, N.A.; MALAFAIA, O. Os 100 anos da doença de Chagas no Brasil. ABCD.
Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva, v. 22, n. 4, p. 185-191, 2009.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Nº 4.279, de 30 de dez. de 2010. Estabelece as diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União, Brasília, 2010.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Doença de Chagas aguda no Brasil: série histórica de 2000 a 2013. Boletim Epidemiológico. v.46, n.21, p. 1- 9, 2015.
BRITO, C.R.N.; et al. Seroepidemiology of Trypanosoma cruzi infection in the semiarid rural zone of the State of Rio Grande do Norte, Brazil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 45, n. 3, p. 346-352, 2012.
BRUM-SOARES, L.M.; et al. Morbidade da doença de Chagas em pacientes autóctones da microrregião do Rio Negro, estado do Amazonas. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 43, n. 2, p. 170-177, 2010.
COSTA, J.; et al. Distributional potential of the Triatoma brasiliensis species complex at present and under scenarios of future climate conditions. Parasites & vectors, v.7, n.1, p.238, 2014.
COURA, J.R.; et al. Morbidity of Chagas heart disease in the microregion of Rio Negro, Amazonian Brazil: a case-control study. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, v.108, n.8, p. 1009-1013, 2013.
COURA, J.R.; JUNQUEIRA, A.C.V. Surveillance, health promotion and control of Chagas disease in the Amazon Region-Medical attention in the Brazilian Amazon Region: a proposal. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, v. 110, n. 7, p. 825-830, 2015.
CUTRIM, F.S.R.F.; et al. Doença de Chagas no Estado do Maranhão, Brasil: registro de casos agudos no período de 1994 a 2008. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 43, n. 6, p. 705-708, 2010.
DE SOUZA CARDOZO, E.J.; et al. Perfil epidemiológico dos portadores de doença de chagas: dos indicadores de risco ao processo de enfrentamento da doença. Arquivos de Ciências da Saúde, v. 24, n. 1, p. 41-46, 2017.
DIAS, J.C.P.; et al. II Consenso Brasileiro em doença de Chagas, 2015. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 25, p. 7-86, 2016.
DIAS, J.C.P. Southern Cone Initiative for the elimination of domestic populations of Triatoma infestans and the interruption of transfusion Chagas disease: historical aspects, present situation, and perspectives. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, v. 102, p. 11-18, 2007.
DIAS, J.C.P; AMATO NETO, V.; LUNA, E.J.A. Mecanismos alternativos de transmissão do Trypanosoma cruzi no Brasil e sugestões para sua prevenção. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 44, n. 3, p. 375-379, 2011.
DOS SANTOS, F.S.; et al. Doença de chagas e sua transmissão pelo açaí: Uma revisão bibliográfica/Chagas disease and its transmission by açaí: a bibliographic review. Brazilian Journal of Health Review, v. 2, n. 3, p. 2128-2144, 2019.
FORATTINI, O.P. Biogeografia, origem e distribuição da domiciliação de triatomíneos no Brasil. Revista de Saúde Pública, v. 14, n. 3, p. 265-299, 1980.
GALVÃO, C.; JURBERG, J. Vetores da doença de chagas no Brasil. SciELO-Sociedade Brasileira de Zoologia, 2014.
GOMES, G.; et al. Perfil epidemiológico da Doença de Chagas aguda no Pará entre 2010 e 2017. Pará Research Medical Journal, v.4, p.e29, 2020.
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2017 Eduardo Peret - Editoria:
Estatísticas Econômicas. <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012- agencia-de-noticias/noticias/16821-safra-de-acai-foi-de-1-1-milhao-de-toneladas-em- 2016.html>. Acesso em 31/12/2017.
MARTINS, M.A.; et al. Clínica Médica: alergia e imunologia clínica, doenças de pele, doenças infeccciosas e parasitárias. Editora Manole, 2016.
Medeiros, A.C. Soroprevalência e os fatores associados à infecção pelo Trypanosoma cruzi no município Felipe Guerra-RN. [Dissertação]. Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Faculdade de Enfermagem. Programa de Pós-Graduação em Saúde e Sociedade, 2014.
MENDES, A.S.; et al. Tempos de acesso a serviços de saúde face ao infarto do
MONTEIRO, S. Açaí. De fruta exótica a vedete de consumo. Frutas & derivados, v. 1, n.
2, p. 29-32, 2006.
OPAS. Organização Panamericana de Saúde. Organização Mundial da Saúde (OMS).
Estimación cuantitativa de la enfermedad de Chagas en las Américas. Vigilancia Santaria Y Anteción de las Enfermidades Transmisibles. Geneva: OPAS, OMS; 2006.
PEREIRA, C.M.L.; et al. Perfil clínico e epidemiológico da doença de chagas aguda no estado de Minas Gerais. Revista de Atenção à Saúde, v. 15, n. 52, p. 49-54, 2017.
PERNAMBUCO. Secretaria Estadual de Saúde. Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde. Plano Integrado de Ações para o Enfretamento às Doenças Negligenciadas no Estado de Pernambuco/ SANAR – 2015 - 2018 / Secretaria Estadual de Saúde. Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde. – Recife: Secretaria Estadual de Saúde, 2015. 46p. : il.
– (Série A. Normas e Manuais Técnicos) 2ª edição 2017.
RODRIGUES, J.R.A.; et al. Doença de Chagas aguda no estado do Maranhão, Brasil: uma comparação entre os bancos de dados do SINAN e da FUNASA. JMPHC| Journal of Management & Primary Health Care, v.4, n.1, p.3-9, 2013.
SANTOS, T.T. Abordagem sobre as doenças negligenciadas: análise de livros didáticos de Biologia do Ensino Médio. 2015.
VERONESI, R.; FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 5ª Edição. Editora Atheneu, 2015.
WHO.; et al. World Health Organization. Chagas disease in Latin America: an epidemiological update based on 2010 estimates. Weekly Epidemiological Record, v. 90, n.6, p. 33-44, 2015.