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Coleção Diversidades do Conhecimento

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Academic year: 2023

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Como parte da política de apoio à pesquisa científica da instituição, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PRPPG tem mantido discussões sobre a importância da pesquisa científica, da divulgação científica e do estabelecimento de acordos e parcerias com outros setores nacionais e internacionais de pesquisa científica. Considerando estas prioridades, a PRPPG tem também atribuído apoio financeiro aos seus investigadores e grupos de investigação, através de editais para seleção de projetos de investigação e publicações científicas. É neste contexto que se insere a Coleção Diversidades do Conhecimento, já em sua segunda edição, cuja proposta inclui a publicação de coleções em diferentes áreas do conhecimento, trazendo resultados de pesquisas e ensaios teóricos com o objetivo de divulgar, na ciência. comunidade, profissionais e estudantes, conhecimento produzido por pesquisadores e grupos de pesquisa associados à Unespar.

Sociedade e Desenvolvimento”, bem como as duas linhas de pesquisa do PPGSeD: a) formação humana, processos e instituições socioculturais; b) formação humana, políticas públicas e produção do espaço. Vale ressaltar e agradecer também o apoio da Universidade Estadual do Paraná que, por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, disponibilizou os recursos necessários para a publicação deste material.

O estatuto da interdisciplinaridade

Sua crítica vem de um conjunto de reflexões sobre a cultura da pessoa média compiladas desde meados do século XIX. A prática interdisciplinar foi a forma como Piaget organizou cerca de 60 colaboradores para responder à questão “como passamos de um nível de conhecimento inferior para um nível superior”. No livro "Problemas Gerais de Pesquisa Interdisciplinar e Mecanismos Comuns", Piaget mostra como uma questão - "como passamos de um nível inferior de conhecimento para um superior" - pode ser vista de diferentes pontos de vista com a ajuda de convergentes métodos.

No nível pré-escolar a criança está preparada para aprender; na universidade ele leciona a matéria, mas em ambos os casos é um compromisso social e cultural. Esta é uma forma de interdisciplinaridade que não acarreta mudanças estruturais nas disciplinas envolvidas e que por isso pode ser considerada próxima da interdisciplinaridade restritiva de Boisot POMBO, 2006, p. . 234).

Juventudes contemporâneas

Dadas as considerações iniciais a respeito do desenvolvimento vertical, o texto tem como objetivo analisar o processo de verticalização nas cidades médias, com foco na cidade de Campo Mourão (PR). Para analisar o processo de verticalização da referida cidade, foram definidos edifícios públicos e privados com oito ou mais pavimentos. Assim, o processo de verticalização urbana nas cidades médias brasileiras só se tornou objeto de pesquisas nos últimos anos.

Este texto é composto por três momentos principais que apresentam inicialmente um arcabouço teórico sobre o conceito de verticalização e também sobre o desenvolvimento do processo de verticalização como produção do espaço urbano. Em segundo lugar, há uma caracterização do processo de verticalização urbana nas cidades médias brasileiras e os principais estudos sobre o tema desenvolvidos em cidades deste porte. Num terceiro momento é discutido o desenvolvimento do processo de verticalização urbana em Campo Mourão, onde é apresentada a descrição e realizada a análise deste fenômeno urbano.

Garrefa e Guerra (2011) confirmam o exposto que o processo de verticalização urbana teve início no final do século XIX com a invenção do concreto armado e do elevador. Em suma, o processo de verticalização urbana no Brasil, iniciado nas primeiras décadas do século XX, principalmente em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, entre outras; O processo de verticalização nas cidades médias brasileiras Antes de nos aprofundarmos no tema da verticalização nas cidades médias brasileiras, é necessário apresentar a definição do conceito de 'cidade'.

No Brasil, o processo de verticalização em algumas cidades médias revelou-se surpreendente, a partir da década de 1980. Também chama a atenção a escassez de estudos voltados para a análise do processo de desenvolvimento vertical urbano na cidade de Campo Mourão. Neste item apresentamos os resultados da pesquisa sobre o processo de verticalização em cidades de médio porte, com foco na cidade de Campo Mourão, localizada na Mesorregião Centro-Oeste do Paraná, conforme Figura 5.

Morigi e Morigi (2013) destacam que o processo de verticalização em Campo Mourão não ocorreu por falta de espaço, mas como um dos efeitos do desenvolvimento econômico, da modernidade e do progresso que a cidade alcançou nas últimas décadas e também indica o surgimento de grandes investimentos imobiliários. Constatou-se também que o processo de verticalização urbana em Campo Mourão está mais concentrado na região central da cidade devido ao comércio e serviços ali localizados.

Tabela 2: “Quais são as três melhores coisas em ser jovem?”
Tabela 2: “Quais são as três melhores coisas em ser jovem?”

Percepções de professores egressos do PDE - PR sobre o trabalho docente: uma

A pedagogia costuma ser alvo de críticas da sociedade, especialmente dos professores das escolas públicas, quando se trata do baixo desempenho acadêmico alcançado nas avaliações internas e externas, confirmado pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) ou pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica. (SAEB) ou, mais precisamente, no estado do Paraná, com o Sistema Paranaense de Avaliação do Ensino Fundamental (SAEP). Mais especificamente, analisamos a compreensão dos professores egressos do Programa de Desenvolvimento Educacional do Paraná (PDE/PR) sobre o que é o trabalho docente e, por meio disso, procuramos compreender os diversos aspectos que existem nessa compreensão e de onde eles vêm. . Para tanto, apresentamos inicialmente alguns pressupostos teóricos sobre a interdisciplinaridade na modernidade, seguidos de uma breve discussão dos autores que sustentam nossa análise, a fim de permitir ao nosso leitor compreender melhor a relação entre o trabalho pedagógico e as atividades dos ex-professores. .PDE/PR.

Segundo Nunes (2001) e Ohira (2013), as pesquisas sobre o trabalho docente vêm sendo desenvolvidas há vários anos, em diferentes correntes e linhas teóricas. Libâneo (1994) enfatiza que não podemos entender o trabalho docente como uma mera transferência de conteúdos aos alunos, mas sim como uma ação pedagógica articulada e intencional que deve contribuir para a formação integral do aluno. O trabalho docente é composto por diversos conhecimentos, adquiridos em diversas fontes, que serão utilizados durante sua ação pedagógica.

Neste capítulo nos limitaremos aos dados que dizem respeito à compreensão e percepção dos professores do PDE participantes da pesquisa sobre o trabalho docente. Percepções dos professores do PDE/PR sobre o trabalho docente Quando iniciamos a pesquisa, uma questão permeou toda e qualquer discussão, que foi analisar o que os professores egressos do PDE/PR entendiam sobre o trabalho docente. Os professores que responderam que o trabalho docente consiste em planejar, escolher métodos, selecionar conteúdos, definir os conteúdos mais adequados e importantes para os alunos, parecem ter e centralizar toda a responsabilidade pelo processo.

Professor #01: Trabalho docente é o trabalho realizado pelo professor em sala de aula, é a implementação planejada e organizada de conteúdos, com foco na eficácia do processo de ensino. Basso (1998) enfatiza que essa percepção do trabalho docente pode surgir do interesse, das necessidades ou das dificuldades do professor, pois as condições subjetivas e objetivas intervêm diretamente na construção e implementação da prática pedagógica. Professora #14: O trabalho docente não se refere apenas à sala de aula ou ao processo formal de ensino, pois envolve atenção e cuidado.

Esses dados parecem confirmar as percepções dos professores sobre o que é o trabalho docente e suas extensões para a sala de aula, mostrando um movimento teórico-prático no sentido do cumprimento dos objetivos do PDE/PR (PARANÁ, 2013), que pretende implementar um movimento permanente. de reflexão que possibilite a adaptação das práticas pedagógicas e contribua para o aprimoramento do professor no reconhecimento das diferentes correntes pedagógicas e seus efeitos no ensino-aprendizagem. A partir dos dados apresentados, porém, não podemos afirmar categoricamente que o PDE/PR seja o principal responsável ou influenciador dessa transformação, pois sabemos que os conhecimentos que constituem o trabalho docente provêm de diversas fontes.

Tabela 2: Trabalho Docente
Tabela 2: Trabalho Docente

Entre palavras, ritmos e imagens

A comunicação com outras pessoas e sua expressão emocional encontram eco distante na infância do filho (TREVISAN, 2000, p. 61). Portanto, o ritmo é algo natural e “algo que flui” (TREVISAN, 2000, p. 67), uma vez que o ritmo dentro da linguagem não se constrói com base na simetria automática, mas prefere combinar diferentes ritmos (BOSI, 2001). Trevisan (2000, p. 66) explica que 'as palavras, tal como existem, têm um ritmo de variação, dependendo da extensão das palavras, da sua acentuação, da sua qualidade e quantidade silábica, e também do seu significado, se é correto ou não. não. dependendo de outras palavras, que formam o seu contexto”.

Souriau (1983, p. 159) afirma que “o ritmo é uma forma dada a uma progressão pelo retorno dos elementos de uma organização cíclica presidida por um esquema tão simples quanto possível, cujos efeitos se reproduzem indefinida e continuamente”. É o elemento essencial do verso” (TREVISAN, 2000, p. 72), e não é um simples elemento de compasso vazio, mas um importante aliado da rima, do som na produção de sensações musicais e é esse elemento e seus efeitos que serão analisados ​​na poesia Ritmo, de Quintana. No poema, os efeitos não podem ser produzidos apenas a partir de um elemento como o ritmo, pois existem elementos.

Assim, quanto maior a qualidade rítmica da música, maiores serão as possibilidades de criação de imagens e significados. A analogia é responsável pelo peso de matéria dado ao poema pelas metáforas e outras figuras” (BOSI, 2000, p. 38). A matéria verbal relaciona-se com a matéria significada através de uma série de articulações fônicas que constituem um novo código, uma linguagem.

Não procuramos reduzir a análise do poema à contagem silábica dos versos, pois as teorias básicas deste trabalho entendem que o ritmo pode basear-se não apenas em medidas quantitativas, mas no conjunto de unidades rítmicas essenciais à produção de imagens. . O resultado da análise das unidades contribui para a obtenção de uma variação rítmica muito maior, pois consideramos que no poema as unidades expressivas são formadas a partir de uma combinação de elementos que se sobrepõem à contagem métrica e que, por um lado, o processo de análise integra . e por outro lado permite a fração de números regulares. Quando algo é enfatizado, chama mais atenção e aumenta a capacidade do leitor de pensar sobre o que está lendo, pois “as repetições são como mísseis retroativos, retardando a leitura” (TREVISAN, 2000, p. 85) e mantendo o ritmo .

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Tabela 2: “Quais são as três melhores coisas em ser jovem?”
Figura 1: Edifício Chrysler Figura 2: Empire State
Figura 4: Edifícios construídos na década de 1920 em São Paulo
Figura 6: Vista parcial da Avenida Capitão Índio Bandeira na década de 1950
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Referências

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efeito o objetivo geral foram traçados objetivos específicos: 1 Captar como se constroem os sentidos da prática docente, segundo o entendimento dos professores de uma instituição