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Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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Academic year: 2023

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A tomada de decisão apoiada (TDA) é uma medida para apoiar o exercício de capacidade por pessoas com deficiência. O artigo 12.º da Convenção estabelece a capacidade jurídica das pessoas com deficiência em pé de igualdade com as outras pessoas.

Perfis da tomada de decisão apoiada

Perfil funcional

Tomada de Decisão Apoiada: Um Instrumento de Apoio ao Exercício da Capacidade Civil das Pessoas com Deficiência Instituído pela Lei Brasileira de Inclusão, cit., p. Tradução livre: “[…] as pessoas com deficiência podem escolher uma ou mais pessoas de apoio para ajudá-las a exercer a sua capacidade de tomar certos tipos de decisões.

Perfil estrutural

Tomada de decisão apoiada: . instrumento de apoio ao exercício da capacidade civil das pessoas com deficiência, instituído pela Lei Brasileira de Inclusão, cit., p. 43) e Nelson Rosenvald (ROSENVALD, Nelson. Tomada de decisão apoiada: instrumento de apoio ao exercício da capacidade civil de pessoas com deficiência, estabelecido pela Lei Brasileira de Inclusão, cit., p. 46).

Objeto do apoio e o papel do Estado-juiz

Tomada de decisão apoiada: instrumento de apoio ao exercício das capacidades civis por pessoas com deficiência, estabelecido pela Lei Brasileira de Inclusão, cit., p. 47). Tomada de decisão apoiada: instrumento de apoio ao exercício da capacidade civil por pessoas com deficiência, estabelecido pela Lei Brasileira de Inclusão, cit.

Cotejo com institutos próximos

Curatela

Direitos das pessoas com deficiência mental e intelectual nas relações privadas – Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e Lei Brasileira de Inclusão. Direitos das pessoas com deficiência mental e intelectual nas relações privadas – Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e Lei Brasileira de Inclusão.

Mandato

Como se verá mais adiante, a TDA opera uma espécie de reforço de validade, o que é importante para efeitos de evitar a desconstituição de actos por reconhecimento de incapacidade natural, o que não se consegue por mandato (uma vez que a incapacidade atingiria a representação e o ato praticado por meio do representante).

As situações jurídicas do apoiado e dos apoiadores

A Lei 1.783-A não parece ter expressão econômica, pois, além de estar estruturada para atender a um interesse existencial – realizar o projeto de vida da pessoa com deficiência – consiste em ajuda para o exercício da capacidade civil. Por outro lado, defende-se que só haverá direito a indemnização nos casos em que haja violação de direitos de personalidade, como por exemplo violência física ou lesão grave (LAGE, op. cit., p. 572). . Pode ser juridicamente útil para funcionários públicos que se possam sentir limitados na escolha que podem oferecer às pessoas, por medo de serem responsabilizados no caso de ocorrência de acontecimentos terríveis" (GOODING, op. cit., p. 436, grifo nosso).

Desta forma, o nível de vulnerabilidade de uma pessoa com deficiência pode exigir o fornecimento de informações, mesmo na ausência de um pedido explícito da pessoa que recebe apoio. Neste caso, o juiz perguntará ao beneficiário sobre sua intenção de continuar com a medida e determinará que indique um novo nome para o cargo” (Tomada de decisão apoiada: . instrumento de apoio ao exercício da capacidade civil para pessoas com deficiências definidas pela Lei Brasileira de Inclusão, cit., p. 52). Tomada de Decisão Apoiada: Um Instrumento de Apoio ao Exercício da Capacidade Civil das Pessoas com Deficiência Instituído pela Lei Brasileira de Inclusão, cit., p. 40.

Deficiência, incapacidade e a função protetiva do regime de invalidades

É o efeito natural da incapacidade, uma vez que a presença de agente competente é requisito essencial para a validade do negócio jurídico (CC, art. 104, I).273 A lei prevê, em consequência do descumprimento do modelo de produção de decisão estabelecido no processo de proibição (tratado por alguns como uma sanção pelo descumprimento de uma proibição)274 a nulidade do ato, que pode ser justificada pela falta de verificação de a. Costuma-se dizer neste sentido que a invalidez não carece de declaração judicial, pois os atos inválidos por força da lei não produzem efeitos.295 O ato revogável, por outro lado, produz efeitos regularmente, desde que não seja legalmente ação desconstituída (CC, art. 177). 295 “Em seus efeitos, a incapacidade absoluta gera a nulidade plena do ato praticado (art. 166, I, do Código Civil), o que será examinado no n. 109, abaixo” (PEREIRA, Caio Mário da Silva.

Também costuma haver uma distinção baseada na possibilidade de recuperação no tempo: possível em caso de anulações (artigo 178.º do Código Civil) e rejeitada em caso de nulidade (artigo 169.º do Código Civil). Embora a legitimidade para afirmar a nulidade seja ampla – disponível a qualquer interessado e ao Ministério Público quando for oportuno intervir (CC, artigo anulatório, limitado aos interessados ​​(CC, art. 177),302 e se essas ações fossem antes consideradas impugnáveis ​​(art. 171, I), essas ações passariam a ser consideradas nulas e sem efeito (art. 166, VII, CC), o que reduziria a importância da sua vontade e preferências pessoais quanto à criação de efeitos.

Atos praticados sem a presença do apoiador

Durante o acompanhamento, ao acompanhante apenas podem ser atribuídos os poderes necessários à situação específica do acompanhado, incluindo representação geral ou especial (mencionando as categorias de ações abrangidas), gestão total ou parcial de bens, consentimento para a prática de determinados atos ou categorias de actos (art. 145.333) O facto praticado pessoalmente pelo acompanhado em violação da pena - quando o juiz tiver conferido ao acompanhado o poder de representação ou assistência - é anulável no prazo de um ano. 32, é o conjunto de medidas aplicáveis ​​ao caso de limitação das capacidades de quem “sofre de perturbação ou perturbação mental permanente ou duradoura, de gravidade suficiente, sempre que [o tribunal] considere que, ao exercer sua plena capacidade, poderá causar danos à sua pessoa ou ao seu patrimônio.”338 No caso de limitação de capacidade, são nulas as ações praticadas sem o amparo da pena (art. 44).339. Precisamente pelo reconhecimento da própria diversidade e da deficiência, a tomada de decisão assistida assume inúmeras modalidades, que devem ser desenhadas com base nas circunstâncias e necessidades concretas da pessoa (art. 32 CCyC)” (FERNÁNDEZ, Silvia E.

As pessoas com deficiência podem solicitar ajustes razoáveis ​​ou apoio para exercer sua capacidade (art. 45),345 que pode ser designada judicialmente ou notarialmente (art. 54-B, 1). O apoio será nomeado judicialmente quando a pessoa não puder expressar a sua vontade (art. 54-B, 2).346 As pessoas com deficiência que possam expressar a sua vontade podem, portanto, nomear uma pessoa de apoio para auxiliar no seu desenvolvimento pessoal ou servir como intérprete. sua vontade.347 Não haverá poder de representação a menos que o apoiado o conceda expressamente.348 A pessoa é responsável pelos atos praticados com apoio, sem referência a incapacidade resultante da prática de atos não realizados desta forma. .349. Talvez o mais relevante seja a presunção de plena capacidade para pessoas com deficiência (CDPD, art. 12; EPD, art. 6).

Divergências entre apoiador e apoiado

Isto iria contra todos os argumentos que se constroem em torno do carácter emancipatório da nova legislação, que tende a promover a autonomia das pessoas com deficiência e de alguma forma reconhece alguma dignidade ao risco que ganha sentido num instrumento adaptado à prestação de apoio .372. A relação alimentar se tornaria ainda mais burocratizada: um empresário cuidadoso precisaria da comprovação da opinião positiva de todos os apoiadores para proteger seus interesses – o que é permitido pelo § 5º do art. Um novo instituto de tomada de decisão apoiada: um instrumento de apoio ao exercício da capacidade civil das pessoas com deficiência instituído pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência - a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº.

O dispositivo também pode ser entendido como uma salvaguarda em uma medida de apoio: um dos apoiadores pode entender que determinado negócio é prejudicial e é realizado em conflito de interesses entre a parte apoiada e outro apoiador. Tradução livre: “Outro aspecto importante do modelo de apoio é que o indivíduo pode recusar apoio. Esta cláusula deve ser cuidadosamente redigida e deve conter salvaguardas para evitar qualquer forma de tratamento forçado ou, pelo contrário, falta de apoio à pessoa num momento de crise em que pretendia receber apoio.”

Proteção do apoiado e tutela da confiança

Sendo a tutela uma medida excepcional, é imperativo que o seu lugar seja ocupado por outras soluções jurídicas que se concentrem em situações semelhantes àquelas a que se destinam para dar resposta às situações de vulnerabilidade em que uma pessoa com deficiência se possa encontrar. Apesar de a anulação por deficiência de negócio jurídico dizer respeito a determinadas situações em que uma pessoa tem reduzida discricionariedade (melhor seria dizer que se trata de falta de competência para determinado tipo de negócio jurídico), algumas situações exigem julgamento . o mérito de salvaguardar o negócio efectivamente realizado, que pode ser parcialmente preenchido por incapacidade natural, o que não afasta a consideração de outros valores sistémicos, como a confiança nas declarações de vontade e a segurança na circulação das riquezas.399 Ou seja. O produto dessa ordem de ideias é a consequência jurídica do desconhecimento da declaração: apesar da ausência de previsão legislativa expressa no Código Civil, a doutrina preconiza que uma aparente declaração de vontade, em que o indivíduo nem sequer foi conhecimento, a sua emissão é comercialmente inexistente ou não tem estatuto jurídico.

A questão parece ter pouca relevância no sistema brasileiro, uma vez que os casos mais graves de deficiência de desenvolvimento, onde se observam declarações desprovidas de volição, geralmente serão cobertos pela tutela. É importante verificar como e em que medida o sistema jurídico protege os interesses das pessoas com deficiência com base no paradigma da confiança. Importa, portanto, analisar as hipóteses de invalidação do negócio jurídico para determinar se, no âmbito da medida promocional do TDA, também é possível ter protegido o interesse do beneficiário vulnerável e em que medida.

Vícios do consentimento: adaptação às peculiaridades da pessoa com

As falácias nos negócios jurídicos são uma questão específica enfrentada pelos proponentes das teorias da vontade e da declaração. Portanto, é oportuno analisar as consequências do erro que o cliente apoiado possa ter em relação a um ou outro requisito. O Código Civil explicado de acordo com a Constituição da República – cap. 479 Para a terceira turma do Tribunal Superior, “(em)conformidade com o art. 138 KZ/02, não é necessário que o erro seja desculpável ou desculpável para a nulidade do negócio jurídico."

Os mecanismos de defesa mencionados neste ponto referem-se à falsa representação da realidade (espontânea ou induzida). Como já referido, a existência de uma relação alimentar não tem o poder de eliminar a posição vulnerável em que a pessoa com deficiência se encontra, pelo que não seria suficiente comprovar que o TDA foi criado para eliminar a inexperiência da pessoa com deficiência. contratante apoiado.. Portanto, é possível que com receio respeitoso qualificado exercido por algum dos apoiantes, a transação celebrada pela pessoa dependente seja inválida, no caso em que o declarante seja obrigado ou deva conhecer a coação (CC, artigo 154.º) .546 .

Invalidação por incapacidade natural

Entre os que defendem a impossibilidade de limitação das capacidades das pessoas com deficiência – devido à interpretação restritiva do art. 630 A legitimidade dos herdeiros para requerer a anulação dos atos praticados pelo autor da herança foge ao escopo deste trabalho: tratamos aqui da proteção das pessoas com deficiência na relação de apoio. Por fim, os interesses da pessoa com deficiência na relação de apoio podem ser protegidos através de uma deficiência natural (ou acidental).

Pode-se dizer que o despacho confere alguma proteção, sujeita a determinados requisitos, à pessoa dependente com deficiência. Capacidade jurídica ao abrigo da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e inadequação de estatuto, resultado comportamental e critérios de funcionalidade. Direitos protetivos no Brasil após a Convenção para a Proteção das Pessoas com Deficiência: impactos do novo CPP e do Estatuto da Pessoa com Deficiência.

Tomada de decisão apoiada: instrumento de apoio ao exercício da capacidade civil das pessoas com deficiência instituído pela Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº. Alterações na capacidade e inclusão da tomada de decisão apoiada com base na situação da pessoa com deficiência.

Referências

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