UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE CONTROLE DE QUALIDADE NO SETOR CONTÁBIL HOSPITALAR - ÓRTOSES, PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS, NA EMPRESA UNIMED. O objetivo principal deste trabalho foi propor a implementação de ferramentas de controle de qualidade nas atividades realizadas no Departamento de Contabilidade Hospitalar – Órteses, Próteses e Materiais Especiais da Unimed Grande Florianópolis.
D ESCRIÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA
Portanto, é importante utilizar um estudo sobre os processos produtivos da empresa, pois ao medir o desempenho do trabalho é possível estimar tempos padrão para a realização do planejamento e previsão orçamentária e do controle da produção. O modelo de controle de qualidade dos serviços prestados permite a análise dos processos durante a jornada de trabalho.
O BJETIVOS
Objetivo geral
Objetivos específicos
Realizar um estudo dos problemas relevantes e apresentar as suas possíveis causas através de um diagrama de causa e efeito; Propor alternativas de melhoria de processos na execução das atividades, criando um plano de ação, utilizando a ferramenta 5W2H.
J USTIFICATIVA
Adequar o mapeamento dos processos existentes à realidade das atividades desenvolvidas no departamento de Contabilidade Hospitalar – Órteses, Próteses e Materiais Especiais. Portanto, a implementação de ferramentas de controle de qualidade torna-se relevante porque não há informações sobre essas ações relacionadas ao planejamento no Departamento de Contas Hospitalares – Órteses, Próteses e Materiais Especiais, da Unimed Grande Florianópolis.
A PRESENTAÇÃO G ERAL DO T RABALHO
Segundo o pensamento de Albrecht (1992), a maioria dos problemas de baixa qualidade de serviço são resultado de sistemas, procedimentos, políticas, regras e regulamentos e da loucura organizacional. Além disso, é discutido o tema da prestação de serviços, que inclui um breve histórico e as definições de prestação de serviços e suas tendências.
Evolução Histórica da Administração da Produção
Entretanto, a economia administrativa e a engenharia económica foram reconhecidas como fundamentais no domínio da gestão da produção. Esses aspectos relacionados à história da gestão da produção e aos esforços atuais estão diretamente envolvidos em todos os desenvolvimentos de novas tecnologias que surgiram desde esta data até os dias atuais.
Definições da Administração da Produção
Monks (1987) acrescenta ainda que a Gestão da Produção é vista como uma atividade pela qual os recursos, fluindo dentro de um sistema definido, são reunidos e transformados de forma controlada, de modo a agregar valor, de acordo com os objetivos do negócio. Como pode ser observado, a Gestão da Produção tem sido reconhecida como uma função de grande valor para as organizações.
Sistema de Produção e Operações
Seguindo a mesma ideia, Slack et al. 2002) afirma que a produção inclui um conjunto de insumos (insumos transformados e/ou transformação) que são usados para transformar em produtos de bens e serviços. 2001), no domínio geral relacionado com áreas de produção, sejam bens ou serviços, a chave para desenvolver uma estratégia de produção eficaz é compreender como criar valor acrescentado através de vantagens ou prioridades competitivas. Segundo Corrêa et al. (1999), um sistema de produção serve como um sistema de informação de apoio à tomada de decisões, táticas e operacionais, relativamente a algumas questões lógicas básicas: o que produzir e comprar; quanto produzir e comprar; e com quais recursos produzi-los. Para entender melhor como funciona um sistema de produção é necessário classificá-los de acordo com suas características.
Na segunda categoria pode-se observar um sistema de produção em lote ou sob encomenda, ou seja, após a produção de um lote de produtos, outro lote entra no processo, o que caracteriza esse fluxo como intermitente e o equipamento utilizado é mais genérico, permitindo ajustes de acordo com o produto fabricado. Na terceira categoria, trabalhamos com a ideia de produzir grandes projetos, caracterizados pela produção de um único item, geralmente com custo elevado, portanto não um fluxo de produção.
Planejamento e Controle da Produção
Segundo Harding (1981), os subsistemas de planejamento e controle estão intimamente ligados e tornam-se cruciais para a operacionalização da produção. Zacarelli (1979) afirma que na prática é difícil encontrar dois sistemas de planejamento e controle da produção iguais. O planejamento e controle de médio prazo, segundo Slack et al. 2002), envolve um planejamento mais detalhado, avaliando a demanda global que a operação deve atingir de forma parcialmente desagregada.
Davis et al (2001) mostram que no planejamento e controle de médio prazo, o foco está em questões táticas relacionadas ao trabalho adicional e aos materiais necessários para o ano seguinte. Em termos de planejamento e controle de curto prazo, Slack et al. 2002) afirma que será identificada uma grande quantidade de recursos, pelo que será difícil fazer alterações de recursos em grande escala.
Ambiente de Serviços
Classificação de fornecedores de serviços
Qualidade em Serviços
A qualidade de um serviço é sem dúvida essencial para o perfeito funcionamento de qualquer empresa prestadora de serviços. Empatia: O colaborador da empresa se coloca no lugar do cliente e entende suas possíveis necessidades e oferece um atendimento o mais personalizado possível. Garantia: É o conhecimento e a competência dos prestadores de serviço que garantirão um serviço bem executado e de boa qualidade ao cliente.
Martins e Laugeni (2006) mencionam que a qualidade de um serviço possui um grau de complexidade maior do que um produto industrial para ser medido, pois envolve o relacionamento entre as pessoas, o que torna essa qualidade subjetiva. Os serviços oferecidos por uma empresa devem ser planejados com seriedade, pois um serviço bem feito gera satisfação aos clientes atendidos, portanto a qualidade do serviço está ligada à satisfação.
Ferramentas Básicas do Controle de Qualidade
De acordo com Davis et al. 2001), são técnicas quantitativas que auxiliam o gestor na coleta, processamento e disposição das informações, podem ser classificadas em: fluxogramas de processo, cartas de controle, checklists, gráficos de dispersão, gráficos de causa e efeito, gráficos de Pareto e histogramas. . Seguindo a análise do autor, os fluxogramas ou diagramas de processos demonstram cada uma das etapas necessárias para a produção de um produto ou serviço, geralmente apresentados por retângulos, os tempos de espera ou estoques são representados por triângulos invertidos e os pontos de decisão por losangos. Por outro lado, os diagramas de causa e efeito, também conhecidos como diagramas de espinha de peixe, procuram identificar todas as causas potenciais da recorrência de um defeito ou falha.
Ainda apresentando as ferramentas básicas, Davis et al. 2001) define os gráficos de Pareto como gráficos de barras especializados nos quais a frequência de ocorrência dos itens é organizada em ordem decrescente e, na maioria dos casos, é adicionada uma linha de percentuais acumulados, com o objetivo de facilitar a determinação de como as categorias se acumulam. A utilização deste instrumento promove condições de estudo para um problema específico e dá suporte para o desenvolvimento de um plano de ação.
Tipologia da Pesquisa
Descritivo porque busca descrever as percepções, expectativas e sugestões dos funcionários do Departamento de Contabilidade Hospitalar – Órteses, Próteses e Materiais Especiais, quanto ao processo de atividades produtivas. A próxima fase abrangerá o modo de funcionamento do Departamento de Contabilidade Hospitalar – Órteses, próteses e materiais especiais. Órteses, próteses e materiais especiais fazem parte do Departamento de Contabilidade Hospitalar, subordinado à Diretoria de Operações.
Por meio dessas entrevistas foram identificadas algumas sugestões de mudanças em relação ao fluxograma de atividades do Departamento de Contabilidade Hospitalar – Órteses, Próteses e Materiais Especiais. 2 Antes de trabalhar com análise de liberação de órteses, próteses e materiais especiais, você teve outras experiências na Contabilidade Hospitalar. 7 Existem atividades que você acredita serem desnecessárias e que não comprometem os resultados das atividades de órteses, próteses e materiais especiais.
ANEXO A – Fluxograma das atividades do Departamento de Contabilidade Hospitalar – Órteses, Próteses e Materiais Especiais, da Unimed Grande Florianópolis.
Definição da Área ou População-alvo do Estudo
Delineamento do Método
Descrição do mapeamento dos processos da Divisão de Contas Hospitalares
Nesta primeira fase será feita uma análise do quadro atual da empresa para identificar, passo a passo, todas as atividades que estão descritas no processo como um todo. A pesquisa partirá de fontes secundárias, para descrever a estrutura organizacional e formal da Unimed Grande Florianópolis, através dela. Pretende-se, através de entrevistas realizadas aos colaboradores da Divisão, identificar no diagrama as atividades mais críticas do processo e que comprometem, ou podem mesmo comprometer, o fluxo de trabalho para o desempenho das tarefas.
Plano de coleta dos dados
Análise dos dados
Essas entrevistas serão realizadas com 3 (três) funcionários do Departamento de Contabilidade Hospitalar – Órteses, Próteses e Materiais Especiais. A sua utilização está prevista para um período de três dias, ou seja, uma entrevista por dia. De acordo com os objetivos da investigação, este capítulo pretende apresentar os dados obtidos (apresentação, análise e interpretação dos dados).
Portanto, primeiramente será apresentada a caracterização da empresa, ou seja, será demonstrado onde está localizada a Divisão de Contas Hospitalares – Órteses, Próteses e Materiais Especiais na empresa. Por fim, a quinta etapa consistirá na aplicação de ferramentas de controle de qualidade, de acordo com os dados coletados.
Caracterização da Empresa
A terceira fase relata como as etapas foram implementadas na empresa, previstas na metodologia.
O Modus Operandi da Divisão de Contas Hospitalares - Órteses, Próteses e
Vale ressaltar que as contas hospitalares que contêm itens especiais, mas que não são autorizados pelos médicos examinadores, incluem relatórios referentes a órteses, próteses e materiais especiais.
Proposta de Adequação do Fluxograma atual de Processos ao Modus Operandi
Assim, acabam gastando um dia em cada lançamento, pois apenas funcionários da Divisão de Contas Hospitalares – Órteses, Próteses e Materiais Especiais estão autorizados a conferir esses lançamentos. Neste caso, a proposta apresentada por um dos entrevistados é fazer os lançamentos tanto no sistema de gestão quanto no sistema ERP (logix) no mesmo dia para serem verificados no dia seguinte, economizando assim um dia em relação ao prazo de pagamento. para as faturas relevantes. Depois de impressas e conferidas nos sistemas, as faturas são enviadas para assinatura e controlo pelo Chefe do Departamento de Produção Médica (DPPM), que as envia para nova assinatura e controlo pela Direção de Gestão Operativa (DGOP). ) que, por fim, segue para a Diretoria Executiva (DE) também para assinatura e verificação.
Após a conclusão dessas etapas, as notas fiscais são devolvidas aos funcionários do Setor de Contas Hospitalares – Órteses, Próteses e Materiais Especiais para que estes enviem a documentação ao departamento financeiro para pagamento. A proposta apresentada por 2 (dois) dos entrevistados seria reduzir o número de conferências de faturas, para que elas fossem verificadas apenas pelo coordenador do DPPM.
Aplicação do Diagrama de causa-efeito (espinha de peixe ou diagrama de
Aplicação da ferramenta G.U.T. (Gravidade, Urgência e Tendência)
Proposta de melhoria no controle da qualidade das atividades da Divisão de
Para tal, propõe-se que o departamento de Gestão de Pessoas solicite a contratação de mais um colaborador, de forma a redistribuir as tarefas desempenhadas pelos colaboradores do departamento de Contabilidade Hospitalar – Órteses, Próteses e Materiais Especiais. 5 Quais os pontos mais críticos encontrados durante a execução de atividades na área de órteses, próteses e materiais especiais. 6 O que você acha que origina esses pontos mais críticos encontrados nas atividades de Órteses, Próteses e Materiais Especiais?
8 O fluxograma atual das atividades de órteses, próteses e materiais especiais é realmente consistente com as atividades realizadas. 9 Você acha que alguma(s) atividade(s) deveria(m) ser acrescentada(s) ao fluxograma de órteses, próteses e materiais especiais.