• Nenhum resultado encontrado

Pesquisa em instrumentação eletrônica microprocessada para a medida de parâmetros...

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2017

Share "Pesquisa em instrumentação eletrônica microprocessada para a medida de parâmetros..."

Copied!
157
0
0

Texto

(1)

U N I V E R S I D A D E

D E

S A O P A U L O

I N S T I T U T O

D E F i s I C A

D E

s A o

C A R L O S

D e p a r t a m e n t o

d e F i s i c a

e I n f o r m a t i c a

P E S Q U I S A

E M

I N S T R U M E N T A C A o

E L E T R O N I C A

M I C R O P R O C E S S A D A

P A R A

A M E D I D A

D E

P A R A M E T R O S

F I S I C O S

E Q U I M I C O S

D A A G U A

U S P / iF Q S C

j

S B !

ill~ II~ 1

1 1 1 1 1 1 ~ lllllllllIllllli

6-2-'001f2.9

Disserta<;ao

apresentada

ao

Instituto

de Fisica de Sao Carlos,

da

Universidade

de

Sao

Paulo,

para obten<;ao do titulo de M estre

em Ciencias (Fisica Aplicada).

S a o C a r l o s

(2)

Bruno, Ronaldo

Pesquisa em Instrumentayao

Eletronica M icroprocessada

para a M edida de

Parametros Fisicos e Quimicos da AguaJRonaldo Bruno.-Sao

Carlos, 1997.

145p.

(3)

UNIVERSIDADE

DE

sAo

PAULO

: - 'v . D r . C a r l o s B o t e l h o . 1 4 6 5 C E P 1 3 5 6 0 - 2 5 0 - S a o C a n o s - S P B r a s i i

F o n e ( 0 1 6 ) 2 7 2 - 6 2 2 2 F a x ( 0 1 6 ) 2 7 2 - 2 2 1 8

(4)

Ao

Prof.

Valentin

Obac

Roda,

meu

orientador.

pelo

carM er,

serenidade, apoio e total disponibilidade.

Aos amigos M aximilian Luppe, Raul Junji Nakashima e Jose Pott, os

quais contribuiram para urn otimo ambiente de trabalho.

Ao pessoal do Laboratorio

de Instrumentayao:

Lirio, Bene, M arcos,

Ailton e I vanilda.

A

W laderez da seyao de alunos sempre simpatica e atenciosa.

Ao pessoal do Laboratorio de Hidniulica e Saneamento,

Julio Cesar

Trofino

e

Paulo

Fragiacomo

pelo

inestimavel

auxilio

no

desenvolvimento

do medidor de turbidez.

Ao Newton

da Industria

F AC L TDA, pela enorme

gentileza

em

fomecer

0

sensor de oxigenio dissolvido.

Ao M ateus

(Ressonancia

M ag.) pelo auxilio

na linguagem

Visual

(5)
(6)

L i s t a d e F i g u r a s

iv

L i s t a d e T a b e l a s

vi

R e s u m o

vii

A b s t r a c t

viii

1 .

Introdu~ao

1

2 . I n s t r u m e n t o s

5

2 . 1 . C o n d u t i v i m e t r o

5

2.1.1 Introduyao

5

2.1.2 Definiyao e unidades

5

2.1.3 Natureza da Condutividade

6

2.1.4 Considerayoes pniticas

8

2.1.5 Preparo de Soluyao Padrao

9

2.1.6 M edidor de Condutividade

10

2 . 2 . M e d i d o r d e p H 1 4

2.2.1 Introduyao

14

2.2.2 Definiyao

14

2.2.3 0 Sensor

15

2.2.4 Circuito de entrada

17

2.2.5 M edidor de pH

19

2 . 3 . M e d i d o r d e T u r b i d e z 2 2

2.3.1 Introduyao

22

2.3.2 Principio da M edida

23

2.3.3 Aspectos Construtivos

24

2.3.4 Circuito do Turbidimetro

26

2.3.5 Preparo da Soluyao Padrao

27

2.3.5.1 Roteiro para preparayao das soluyoes

28

2.3.6 Calibrayao e Desempenho do Turbidimetro

28

2 . 4 . T e r m o m e t r o

31

2 . 5 . M e d i d o r d e O x i g e n i o

32

2.5.1 Introduyao

32

2.5.2

Principio de M edida

33

2.5.3 Caracteristicas

dos Sensores de Oxigenio Dissolvido

35

2.5.3.1 Eletrodo Principal (Catodo)

35

2.5 .3 .2 M em brana

36

2.5 .3 .3 Temperatura

37

2.5.3.4 Pressao

37

2.5.4 Unidades

37

2.5.5 Preparo das Soluyoes Padrao e Eletr6lito do Sensor.

38

2.5.5.1 Soluyao Padrao

38

2.5.5.2 Eletr6lito

39

2.5.6 Circuito do M edidor de Oxigenio Dissolvido

39

2.5.7 Calibrayao

40

(7)

2.6.1 Introdu<;ao . f1

2.6.2 Princi pia de M edida 42

2.6.3 Sistema M edidor 42

3 . C i r c u i t o P r i n c i p a L 47

3 . 1 . I n t r o d u c ; a o 47

3 . 2 . M i c r o c o n t r o l a d o r P I C 1 6 C 8 4 48

3.2.1 Programa<;ao das Portas 50

3 . 3 . I n t e r f a c e R S 2 3 2

51

3 . 4 . C o n v e r s o r

AID

53

3 . 5 . M u l t i p l e x a c ; a o d a E n t r a d a AnaI6gica 54

3 . 6 . E s c a l a s A u t o m a t i c a s 56

3 . 7 . I n t e r r u p c ; a o - M e d i d o r d e P r o f u n d i d a d e 57

3 . 8 . F o n t e s d e A l i m e n t a c ; a o 58

4 . P r o g r a m a « ; a o 60

4 . 1 . I n t r o d u c ; a o 60

4 . 2 . P r o g r a m a e m L i n g u a g e m M o n t a d o r a d o

PIC16C84

61

4.2.1 W atch Dog Timer. 68

4.2.2 Interrupyao 69

4.2.3 Rotinas de imp1ementa<;ao da RS232 69

4.2.3.1 Rotina de transmissao 70

4.2.3.2 Rotina de recep<;ao 70

4 . 3 . P r o g r a m a d e V i s u a l i z a c ; a o d o s D i s s o l v i d o Dados 71

4.3.1 Introduyao 71

4.3.2 Visao Gera1 do Programa Desenvo1vido 72

4.3.3 J ane1a Principal (M AIN) 74

4.3.3.1 M enu 74

4.3.3.2 Botao P o w e r 77

4.3.3.3 Botao S a v e 77

4.3.3.4 Botao R e s e t 77

4.3.3.5 Rotina Principal ( M a i n R o u t i n e ) 78

4.3.3.6 Rotina de Inicializa<;ao (Form) 79

4 . 3 . 3 . 7 V E X da Porta Serial.. 80

4 . 3 . 3 . 8 T i m e r da Aquisiyao de Dados 80

4.3.3.9 Timer do W atchDog Timer 81

4.3.4 Janela para M anipulayao de Arquivos ( F I L E S ) 82

4.3.4.1 Comando "Ok" 83

4.3.4.2 Sub-rotinas Auxiliares 84

4.3.4.2.1 Sub-rotina N_ADF ( N e w A c q u i s i t i o n D a t a F i l e ) 84

4.3.4.2.2 Sub-rotina

0_

ADF ( O p e n A c q u i s i t i o n D a t a F i l e ) 84

4.3.4.2.3 Sub-rotina O_CF ( O p e n C a l i b r a t i o n F i l e ) 8 4

4.3.4.2.4 Sub-rotina S_CF ( S a v e C a l i b r a t i o n F i l e ) 85

4.3.5 Janela para Visualizayao de Arquivos de Dados ( D A T A V I E W ) 85

4.3.6 Janela de Ca1ibrayao do M edidor de pH ( P H C A L ) 86

4.3 .6. 1 B0tao .,Start" 87

4.3.6.2 Botao "Cancel" 88

4 . 3 . 6 . 3 T i m e r s 1

e

2 ( b u f f e r s 1

e

2) 88

(8)

4.3.8 Janela de Apresentac;ao do Programa

( S T A R T U P )

89

5 . T r a n s m i s s a o d o s D a d o s v i a R a d i o f r e q i i e n c i a

92

5 . 1

Introdu~ao

92

5 . 2 S i s t e m a d e T r a n s m i s s a o

92

5 . 3 T r a n s m i s s o r

93

5 . 4 R e c e p t o r 9 4

5 . 5 D e s e m p e n h o d o S i s t e m a

97

6 . C o n c l u s a o

99

6 . 1

Introdu~ao

99

6 . 2

Otimiza~ao

d o P r o j e t o

100

6.2.1 M edidor de Profundidade

,. 100

6.2.2 Fonte de alimentac;ao

101

6 . 3 T r a b a l h o s F u t u r o s

101

6.3.1 Sistema com

D a t a L o g g e r ,

101

6.3.2 Sistema automatico de medidas

102

6.3.3 Sistema Telemetrico via Radiofrequencia

102

6.3.4 Sistema Telemetrico via Internet

102

B i b l i o g r a f i a

103

A p e n d i c e s

106

A p e n d i c e A -

Esquemas dos Circuitos

106

A p e n d i c e B -

Programac;ao em Linguagem M ontadora do PIC16C84

115

A p e n d i c e C -

Descric;ao das Variaveis do Programa em

V i s u a l B a s i c

123

(9)

L i s t a

d e F i g u r a s

Figura 1 - Ilustrayao do principio de uma celula de dois eletrodos

6

Figura 2 - Circuito equivalente de uma celula de dois eletrodos

8

Figura 3 - Dependencia,

com relayao ao material dos eletrodos. da faixa de

condutividade

utilizavel de uma celula de dois eletrodos

10

Figura 4 - Dependencia,

com relayao

a

freqtiencia, da faixa de condutividade

utilizavel de uma celula de dois eletrodos de ayo inox

11

Figura 5 - Celula de dois eletrodos

12

Figura 6 - Diagrama em blocos do condutivimetro

12

Figura 7 - Principio de medida da condutividade

13

Figura 8 - Sensor de pH integrado

17

Figura 9 - Resposta tipica de urn sensor integrado

18

Figura 10 - Circuito de entrada para

0

sensor de pH integrado

18

Figura 11 - Sinal do sensor de pH modificado pelo circuito de entrada

19

Figura 12 - Esquema basico de urn turbidimetro

25

Figura 13 - Fonte de tensao regulada para a hlmpada do turbidimetro

26

Figura 14 - Circuito de amplificayao e adaptayao do sinal do foto-sensor

27

Figura 15 - Linearizayao da escala de alta sensibilidade do turbidimetro

29

Figura 16 - Linearizayao da escala de baixa sensibilidade

do turbidimetro

30

Figura 17 - Circuito de ligayao do LM 35D

32

Figura 18 - Polarograma do sensor de oxigenio dissolvido

34

Figura 19 - Desenho do sensor de oxigenio dissolvido

35

Figura 20 - Sensor de oxigenio com compensayao de pressao

36

Figura 21 - Circuito do medidor de oxigenio dissolvido

40

Figura 22 - Sistema proposto para a medida de profundidade

42

Figura 23 - Sistema do medidor de profundidade

44

Figura 24 - Sinais gerados quando

0 e n c o d e r

gira no sentido anti-horario

45

Figura 25 - Sinais gerados quando

0 e n c o d e r

gira no sentido horario

45

Figura 26 - Circuito que gera os sinais de pulso e sentido

45

Figura 27 - Formas de onda dos sinais do foto-transistor.

46

(10)

Figura 29 - Esquema de transmissao de dados no padrao RS232

53

Figura 30 - Palavra de 16

b i t s

gerada pelo conversor

A I D

54

Figura 31 - Protocolo de comunicayao do M AX187

54

Figura 32 - Esquema da multiplexayao do canal ana16gico do M AX187

56

Figura 33 - Diagrama em blocos do circuito da [onte

59

Figura 34 - Fluxograma do programa em assembler do PICI6C84

64

Figura 35 - Fluxograma da rotina que escolhe a escala do condutivimetro

66

Figura 36 - Fluxograma da rotina que escolhe a escala do turbidimetro

67

Figura 37 - Temporizayao

da leitura de urn

b y t e

recebido pela porta serial.

71

Figura 38 - Janela principal do analisador de agua

75

Figura 39 - Exemplo das janelas da barra de menu

75

Figura 40 - Janela para manipulayao de arquivos

83

Figura 41 - Janela para visualizayao dos dados enviados pela sonda

86

Figura 42 - Janela de calibrayao do medidor de pH

87

Figura 43 - Janela de calibrayao do medidor de oxigenio dissolvido

90

Figura 44 - Tela de Apresentayao do Analisador Virtual de Agua

91

Figura 45 - Transmissor de dados em 3.57M Hz

94

Figura 46 - Sinal digital da porta serial e portadora modulada em amplitude

95

(11)

Tabela 1 - M obilidade dos ions (cations e anions) em funyao da temperatura

7

Tabela 2 - Condutividade

em funyao da concentrayao da soluyao

10

Tabela 3 - Dados do turbidimetro construido. Escala de alta sensibilidade

29

Tabela 4 - Dados do turbidimetro construido. Escala de baixa sensibilidade

30

Tabela 5 - Valores medidos com

0

turbidimetro montado em comparayao com os

padr5es preparados

31

Tabela 6 - Solubilidade do oxigenio em funyao da temperatura

38

Tabela 7 - Seleyao das entradas ana16gicas

51

Tabela 8 - Seleyao das escalas do condutivimetro

em funyao dos bits RB 1 e RB5

51

Tabela 9 - Niveis 16gicos das saidas dos transistores comandados pelo CD4028B. .. 55

Tabela 10 - Palavra de 12

b i t s

gerada pelo conversor

A I D 6 3

(12)

o

presente trabalho prop5e a construyao de urn instrumento microprocessado

multissensor

para a medida de parametros

tlsicos e quimicos da agua. As variaveis

medidas

sac:

temperatura,

turbidez,

pH,

oxigenio

dissolvido,

condutividade

e

profundidade.

0

sistema

e composto

por uma sonda multissensora

e urn micro

padrao IBM /PC que permite a visualizayao e armazenagem

dos dados. No circuito da

sonda sac utilizados

componentes

recentes como

0

microcontrolador

PIC16C84

e

0

conversor

A I D

serial de 12

b i t s

M AX187. 0 programa para

0

PC foi desenvolvido

na

linguagem

V i s u a l B a s i c 3 . 0

em ambiente

W i n d o w s .

A comunicayao entre a sonda e

0

(13)

The present work proposes the development

of a multi sensor

microprocessor-based instrument

for the measurement

of physical

and chemical water parameters.

The water parameters

that can be measured are: temperature,

pH, dissolved oxygen,

conductivity

and depth.

The system

includes

the multisensor

instrument

and an

IBM /PC

microcomputer

that allows data recording

and viewing.

The instrument

circuit is based on recent components such as the microcontroller

PIC16C84

and the

(14)

1. Introdu~ao

Com

0

crescimento

da populayao

e

0

consequente

aumento

das atividades

industriais.

a estudo das caracteristicas

fisicas e quimicas da agua tern se tornado

cada vez mais importante.

Tal estudo tern aplicac;oes em divers as areas, como: no

controle

da qualidade

das aguas de abastecimento,

na caracterizac;ao dos efluentes

liquidos

de aguas

residuarias

industriais

au

domesticas

e na caracterizac;ao

de

diferentes corpos de aguas naturais, como rios, lagos, POyOSetc.

A completa

caracterizayao

de urn corpo de agua

l32J

envolve

a medida

de

muitos parametros. No entanto, usualmente,

a avaliac;ao da qualidade da agua da-se

em func;ao da utilizac;ao da me sma. Assim,

selecionam-se

apenas

as parametros

relevantes

a fim de otimizar tanto

0

equipamento

como

0

processo

de medida.

as

parametros

mais

comuns

no

estudo

de

aguas

sao

a

temperatura,

a

pH.

a

condutividade.

a concentrac;ao de gases dissolvidos, a turbidez. a car, a penetrac;ao de

luz. entre outras.

Ate pouco tempo atras, e ainda hoje em paises pouco desenvolvidos.

essas

medidas eram feitas individualmente,

par diferentes instrumentos.

atraves da coleta

(15)

a automayao

do processo

de avaliayao

da qualidade

da agua. Alem disso. certas

propriedades

sao interdependentes,

variando simultaneamente.

Recentemente,

equipamentos

de

medida

com

sensores

multiplos.

que

penn item quantificar simultaneamente

algumas variaveis, tern sido desenvolvidos

em

diferentes paises e tern contribuido significativamente

para a melhoria do processo de

mediyao,

bem

como

oferecendo

uma

abordagem

mais

eficiente

na soluyao

de

diferentes

problemas.

Como exemplo,

as alterayoes

de algumas

caracteristicas

da

agua de urn rio ocasionadas

por descargas de poluentes

podem ser analisadas

com

precisao

atraves

da

utilizayao

de

sensores

multiplos

instalados

em

pontos

eqiiidistantes

a partir de uma fonte pontual.

Um rio e um fluxo de agua on de a

velocidade das mudanyas

e

urn problema quando se realizam medidas discretas. Um

outro exemplo e urn lago,

0

qual e urn estoque de agua, que leva mais tempo para ser

limpo

ou depurado

criando

gradientes

ou estratos

com

caracteristicas

distintas

levando

a uma compartimentalizayao

do sistema. 0 esforyo amostraL portanto.

e

muito mais intenso para uma caracterizayao

dos diferentes compartimentos.

Muitos

estudos

nesses

sistemas

ficam

prejudicados

pela

ausencia

de

uma

tccnologia

adequada para as mediyoes das variaveis hidrol6gicas.

Com a utilizayao

de microprocessadores

e possivel

0

desenvolvimento

de

equipamentos

bastante versateis e especificos que, alem de coletar dados de maneira

eficiente.

permitem

urn pre-processamento

e armazenamento

dos mesmos.

Urn

instrumento

microprocessado

permite,

ainda.

a transmissao

digital

do valor

da

variavel medida de urn ponto ao outro. Isso evita interferencias

causadas por campos

magnericos.

campos eletricos e umidade nos cabos, pois

0

sinal digital e muito mais

(16)

No

presente

trabalho

de

rnestrado

foi

desenvolvido

urn

instrurnento

rnicroprocessado

para a rnediyao de parametros

fisicos e quirnicos

da agua, rnais

especificarnente

temperatura,

pH, turbidez, condutividade

especifica e concentrayao

de oxigenio

dissolvido.

Esse instrumento

consiste

em uma sonda multissensora

sustentada

por urn cabo

de ayo, a qual faz a aquisiyao

dos dados

e os envia

digitalmente

no padrao RS232 a urn microcomputador

do tipo

l a p - t o p ,

situado em

uma embarcayao, contendo urn programa de visualizayao e armazenamento

de dados.

No circuito

eletr6nico

da sonda foram

utilizados

componentes

de ultima

gerayao. notadamente

0

rnicrocontrolador

PIC16C84 e

0

conversor

AID

M AXI87.

0

PIC 16C84

pertence

a uma

familia

de microcontroladores

R I S C ,

fabricada

pela

A r i z o n a M i c r o c h i p .

Os componentes

dessa familia saG bastante compactos.

cada urn

apresentando

urn grupo diferente

de recursos. Assim, de acordo com a aplicac;ao,

escolhe-se

0

componente

mais

adequado.

0

PIC16C84

e dotado

de

E E P R O M

intema,

0

que facilita muito a fase de depurayao do programa. Alem disso, devido ao

fato do microcontrolador

possuir poucas

instruyoes,

0

aprendizado

da linguagem

montadora

e muito rapido. 0

M AX187 e urn conversor

A I D

de 12

b i t s

com saida

serial alojado num encapsulamento

de apenas 8 pinos. 0 pequeno tamanho

do

C I

aliado aos circuitos

embutidos.

tais como uma referencia

de tensao e circuito

de

s a m p l e - h o l d .

sirnplifica a placa de circuito impressa, com

0

conseqtiente aumento da

confiabilidade.

Na parte analogica do circuito vale ressaltar a ausencia de resistores

variaveis, que sempre sofrem variayao de valor devido ao envelhecimento.

o

sistema como urn todo, baseia-se na tecnica de instrumentac;ao virtual. a

qual utiliza a tela de urn microcomputador

para visualizar e controlar graficamente

(17)

programa

na linguagem

V i s u a l B a s i c .

Esta linguagem

segue a filosofia

atual de

programayao:

a programayao

utilizando objetos visuais. A abordagem visual permite

a construyao de interfaces graficas de alta qualidade com urn minimo de esforyo na

programayao.

A apresentayao

deste trabalho

esta dividida

em quatro partes principais:

0

capitulo 2 trata do projeto dos instrumentos,

0

capitulo 3 trata do circuito geral da

sonda, no capitulo 4 encontram-se

os assuntos relacionados

aos programas tanto em

linguagem

montadora

como em

V i s u a l B a s i c

e nos apendices estao os esquemilticos

de todos os circuitos bem como a listagem completa dos programas

desenvolvidos.

No capitulo

2 incluiu-se

0

projeto

de urn medidor

de profundidade,

essencial

no

levantamento

dos panlmetros

da agua de urn lago. No capitulo 5

e

apresentada

uma

(18)

2 . 1 . C o n d u t i v i m e t r o

2 . 1 . 1

Introdu~ao

Diferentemente

da malOna dos metodos

de amilise quimica

que utilizam

medidas eletricas, a condutividade[IJ e uma medida nao-seletival]J. Ou seja, todos os

ions presentes

numa soluc;ao sao detectados.

A contribuic;ao de cada ion no valor

total da medida

depende da sua mobilidade,

carga e concentrac;ao[11. Os sensores

utilizados sao passivos necessitando de uma fonte extema para a gerac;ao de urn sinal

o qual alimenta urn amplificador.

Apesar da nao-seletividade

a condutividade

tern grande importlncia

e e. com

excec;ao da medida de pH, a tecnica eletroquimica

mais utilizada no monitoramento

de aguas.

A condutividade

K

e definida como sendo a condutfmcia G de uma celula de

dois eletrodos pIanos com area de

1

cm] distanciados de I em. Tal tipo de celula po de

ser caracterizado

pela sua constante[1]

k

=

d / A

de

aeordo com a figura

1 .

Apesar

dessa expressao.

0

valor de

k

e, na prcitica. calculado com base em soluc;6es com

(19)

F i g u r a 1 - Ilustrac,:ao do principio de uma celula de do is eletrodos. As linhas de campo eletrico nao terminam na borda dos eletrodos. Logo, a constante k = dJA da celula nao pode ser calculada apenas

(20)

T a b e l a 1[1] - M obilidade dos ions (cations e anions) em fun< ;ao da tem peratura em solu< ;ao aquosa. O s valores constantes na tabela foram extrapolados para concentra< ;ao zero. O s ions Ht

e O H - seguem urn m ecanism o diferente de transporte, baseado em pontes de hidrogenio entre os ions e os dipolos da agua.

i o n s

o D e

1 8

D e

2 5

D e

100

D

e

H

225

315

350

637

L i'

19

" ". J . J

39

120

N a-

26

43

50

150

K -

40

64

74

200

A g

. J . J"...•

53

62

180

1/2

C a

2

-

31

50

60

187

1/3

L a)'

r

~)

60

70

220

O R

105

174

200

446

C l'

41

66

76

207

r

42

67

77

N O .1'

40

63

71

189

M nO

j'

36

53

6"

_1

112

S O /

41

69

80

256

(21)

r - - - l

I

C ,

l

I

f ? 2

I

(22)

caso C

2

Alem disso uma pequena corrente de fuga pode surgir por efeito semelhante

ao que ocorre numa pilha eletroquimica.

Neste caso essa corrente indesejavel

indica

uma alterayao no valor medido de R

x

e no circuito equivalente e representada

por R

2•

Vale ainda observar que esses efeitos aumentam com

0

valor da condutividade.

Logo

eles acabam impondo urn limite superior na faixa de medidas.

Para minimizar

os efeitos

de polarizayao

dois procedimentos

basicos

sao

tornados:

uso

de tensao

altern ad a de freqiiencia

adequada

e uso

de materiais

convenientes

na fabricayao dos eletrodos.

Na figura 3 e mostrada a influencia do material usado nos eletrodos no valor

da constante

da celula,

no caso

k

=

1.00 cm'l. Note

que com

0

aumento

da

condutividade

a partir de urn determinado

valor ocorre urn aumento

aparente

da

constante

k .

Na figura 4 tem-se

0

incremento da constante

k

inicialmente igual a 1.00 cm,j

com relayao

a

freqiiencia e ao valor da condutividade.

2 . 1 . 5 P r e p a r o d e S o l U ( ; a o P a d r a o

Na definiyao de condutividade

fez-se referencia

a

constante

da celula, que

compoe

0

sensor, a qual deve ser obtida experimentalmente

atraves de soluyoes com

condutividade

conhecida. Urn metodo simples de obtenyao de soluyoes padronizadas

e

0

seguinte:

dissolvem-se

74.55lg

de

KCL seco em 1 litro de agua pura. Essa

soluyao possui concentrayao

de 1 mol/L. As concentrayoes de 0.1 e 0.01 mol/L sao

obtidas

por diluiyao

simples

da soluyao

de 1 mol/L.

As condutividades

dessas

(23)

T e m p e r a t u r a C oncentra~ao ( M o l / I )

(0C )

0 . 1 0 . 0 5 * 0 . 0 1 0 . 0 0 5 * 0 . 0 0 1 * 0 . 0 0 0 5 *

1 5 92.54m IO .48m 5.50m 1.147m 5 7 6 . 3 1 1 115.711 5 8 . 0 1 1

2 0 102.09m 11.67m 6.13m 1.278m 6 4 2 . 2 1 1 129.011 6 4 . 6 1 1

2 5 111.80m 12.88m 6.77m 1.4l3m 710.011 142.611 71.411

130

k I

120

100

I I

!

I

1J 20 50 100 200 500 2 5 10 20 50 100 200 500 1000

- - ( . u S / c m ) - - - + - - - ( , m S / c m)

(24)

130

k

120

10 20 50 100 200 500

()-ISIe m )

5 10 20 50 100 200 500 1000

- - - ~ - - - - ( m S / e m )

F i g u r a

4

11] - D ependencia, com relavao it freqiiencia, da faixa de condutividade utilizavcl de um a celula de dois eletrodos de avo inox. A faixa utilizavel deve ser onde k= 1.O O cmi .

(25)

Oscilador

1KHz

Retificador onda completa

(26)

\ Oscilodor

(27)
(28)

o coeficiente

de atividade

sao a tem peratura,

a forc;a i6nica, a constante

dieletrica,

a

carga do ion,

0

tam anho dos ions e a densidade do solvente.

A escala usual para a m edida de pH e baseada na constante de dissociac;ao da

agua,

Kw

=

a f { + . aO l/

E m agua pura as concentrac;oes desses ions sao iguais a

10-7 M

a 25°C .

S endo

Kw

constante,

fixada

a tem peratura,

sao, entao,

estabelecidos

os

lim ites de 0 a 14 para a m edida de pH .

E m soluc;oes fortem ente

acidas ou alcalinas

valores fora dessa faixa podem

ser encontrados.

T odavia, em geral, nao ha interesse prM ico na m edida de pH dessas

soluc;oes.

o

sensor[8] para m edida

de pH funciona

atraves

da diferenc;a de potencial

gerada por um a celula galvanica[8] (eletrodo

+

eletrodo de referencia). E sses eletrodos

apresentam ,

em geral, resistencias

internas de ate

I

G O

( l00)

e sao m uito suscetiveis

a

polarizac;ao. L ogo,

0

circuito de entrada[9] que capta

0

sinal gerado pelo eletrodo

deve apresentar alta im pedancia

( >

10

120 )

e baixa corrente de

o f f - s e t

«10-

12

A ) .

o

potencial produzido pelo eletrodo segue a seguinte expressao:

E

=

E o + 2 . 3 0 3 ( R T / F )

log

f a f { + J ,

conhecida

com o equac;ao de N ernst

l6J,

onde:

E

=

potencial do eletrodo em V /pH

E o

=

potencial assim etrico,

0

qual varia com

0

passar do tem po (idade)

R

=

constante gasosa (8.3144 J K I m ol-I)

T = tem peratura

em K elvin

(29)

P ara

0

sensor

integrado[5

J

(eletrodo

e

eletrodo

de

referencia),

tem os,

sim plificadam ente:

v

=

tensao produzida nos term inais do sensor

V

o

=

tensao de

o f f - s e t

variavel com

0

passar do tem po.

T

=

tem peratura

em

D C

pH

=

valor do pH da am ostra

A tensao V

o

teoricam ente

deveria ser nula. N a pr< itica a m esm a apresenta

urn

pequeno

valor (positivo

ou negativo)

que varia de acordo

com

0

sensor e com

0

passar do tem po (idade do sensor).

N a figura 8

e

m ostrado

urn sensor integrado tipico e na figura 9, a resposta

desse tipo de sensor.

D evido

a resposta

do

sensor

vanar

com

0

passar

do

tem po

e com

a

tem peratura,

e

sem prc

necessaria

um a

rotina

de

calibrayaol'J] antes

de

serem

realizadas m edidas nas quais deseja-se grande precisao. A calibrayao

e

feita tom ando

com o

referencia

soluyoes

com valores

conhecidos

de pH . P odem -se

usar um a

O U

m ais soluyoes padronizadas,

norm al m ente duas ja fornecem boa precisao. N o caso de

calibrayao

por um a unica soluyao consegue-se

apenas

0

"zeram ento"

do

o f f - s e t .

J a

com duas soluyoes

alem do

o f f - s e t ,

ajusta-se,

tam bem ,

0

ganho do sensor. A inda.

para m edidas

nas quais deseja-se

extrem a acuracidade

e

usual escolher as soluyoes

(30)

- - 1 0

9

----6

5

4

-3

-2

1

(31)

••

V ( m V )

600 .

500

400

. ~ - ~

-678

pH

~

100

200 .

300

400

500

600

F i g u r a 9 - R esposta tearica de urn sensor integrado - E letrodo i eletfodo de refer':ncia. A Q G C I curva apresenta inclinay30 de 5 4 . 2 0 m v /oC : a2 5 ° e , 5 9 .16m V/ l o C e a lO O ° e , 74.04m V/ 0 e .

*-.L ----< > G N D A I3

F i g u r a 1 0 - C ircuito de entrada para 0 sensor de pH integrado. 0 prim eiro operacional cria a

entrada de alta im pedancia. 0 segundo inverte 0 sinal e som a um a com ponente de tensao continua

(32)

- - - - ~ 1 2 1 3 1 4 p H

F i g u r a 1 1 - S inal do sensor m odificado pelo circuito de entrada. A m odificayao aum enta 0 ganho.

tom a a correspondencia pH -tensao diretam ente proporcional e faz com que 0 sinal seja apenas

(33)

m ( T )

=

- ( 5 4 . 2 0 + 0 . 1 9 8 T ) . G ( _ )

p H = V - V ( 7 ) + 7 .

(34)

T " - V ( 7 )

p H = = + 7

meT)

V I - l" c M = =

(35)

Ct e m p

=

L 1 T . G ( _ ) . ( - 0 . 1 9 8 ) ,

v -

V ( 7 )

p H = .

+ 7.

(36)

2 . 3 . 2 P r i n c i p i o d a M e d i d a

A

unidade

de

m edida

da

turbidez

e 0 N T U

-

N e p h e l o m e t r i c T u r b i d i t y

U n it s [ ! O ] .

0 m etodo escolhido para a m edida de turbidez baseia-se na reflexao de luz

pelas

particulas

em

suspensao.

A am ostra

e ilum inada

convenientem ente,

com o

m ostrado

m ais adiante. e faz-se a detecyao da luz refletida. E xistem

outros m etodos

para

esse

tipo

de m edida.

D entre

eles

0 que

se baseia

na

intensidade

de

luz

transm itida.

A atribuiy30 de val ores de N T U e feita atraves da com parayao

da intensidade

de luz refletida

pel a am ostra,

sob condiyoes

detinidas,

com

a intensidade

de luz

refletida

por um a suspens30

padr30 de referencia[JoJ. Q uanto m aior a quantidade

de

luz refletida m aior a turbidez.

A lguns fatores[lO ]afetam sensivelm ente

a m edida da turbidez:

- particulas

flutuantes,

podem

obstruir a passagem

da luz indicando

valores

m ais baixos de turbidez;

- particulas pesadas, as quais sedim entam rapidam ente:

- bolhas de ar. refletem

significativam ente

a luz; logo ocorre um a indicay30

de turbidez m aior que a real;

- a presenya

de cO lO ray30 na soluyao

absorve

a luz proveniente

da fonte

lum inosa fazendo 0 turbidim etro

indicar baixos valores:

-valores

de turbidez

m aiores

que 40 N T U ; em m edidas

nas quais deseja-se

alta acuracidade

a am ostra

deve ser diluida

e ser m edida

novam ente.

0 valor da

turbidez

da soluy3o original e, entao, calculado

com base na proporyao

da diluiy30

(37)

Instrumentos

de campo de mediyao continua medem diretamente incorrendo em uma

margem de erro maior.

Existem

diversas maneiras de construir urn turbidimetro.

Urn exemplo

esta

mostrado

na figura

12. Esse modelo

foi usado na construc;ao do turbidimetro

do

presente trabalho.

Algumas

considerayoes[JOJ devem

ser

feitas

acerca

da

construyao

do

turbidimetro :

- Entre a lfunpada e a entrada do tubo deve haver uma lente para concentrar a

luz

proximo

ao ponto

de

detecyao,

aumentando

a eficiencia

e diminuindo

0

espalhamento;

- A distancia,

ao longo do tubo, da fonte de luz (lampada)

e

0

ponto

de

detecyao nao deve ser superior a 1Ocm:

- 0 angulo entre

0

caminho da luz incidente e

0

detector deve ser de 90°;

- 0 detector deve aceitar luz incidente com urn angulo solido de no maximo

- 0 tubo que contem a amostra deve ser construido

internamente

em vidro

incolor e mantido absolutamentc

limpo. Externamente.

esse tuba deve ser recoberta

com material (tinta, plastico etc.) preta, a que evita reflexoes internas e interferencia

(38)

r

S e n s o r( f o t o t r a n s i s t o r )o p t i c o

~ - - . . .

I .

m e

)

(39)
(40)

o

=

B a ix o s e n s ib ilid o d e 1 :::Alto s e n s ib ilid o d e

F ig u r a 1 4 - C ircuito de am plifical;:3o e adaptal;:3o do sinal proveniente do foto-sensor do

(41)

D uas soluyoes iniciais devem ser preparadas:

S olucao 1: D issolver

1.00g de sulfato de hidrazina em agua e diluir ate 100m l

num balao volum etrico.

S olucao 2: D issolver

10.00g de hexam etilenotetram ina

em agua c diluir ate

100m l num balao volum etrico.

N um terceiro balao volum etrico

de 100m l m isturar 5m l da soluyao 1 com 5m l

da

soluy3.o 2.

D iluir

ate

a

m arca

e

agitar.

M antenha

a

m istura

num a

tem peratura

de 25

±

3 ° e

e aguarde 24 horas. A soluyao resultante

apresenta

0

valor de 400 N T U . D iluindo-se

convenientem ente

essa soluyao chega-se

aos

valores desejados de turbidez.

A soluyao

de 400 N T U

deve

ser usada

dentro

de um

m eso A s

soluyoes

derivadas devem ser usadas dentro de um a sem ana. A nao observfm cia desses

prazos ocasiona erros na leitura da turbidez, pois pode ocorrer aglutinayao

das

particulas em suspensao.

A pos a construyao

do turbidim etro

fez-se um levantam ento

da sua resposta

em tensao em funy3.o da turbidez das am ostras, tanto na escala de baixa sensibilidade

(42)

Turbidimetro (alta sensibilidade)

y

=

-8 E -0 5 x3 + 0 ,0 1 0 8 x2 + 0 ,2 2 9 2 x + 0 ,6 5

:J 4 0 ,0 0

I -Z

~ 3 0 ,0 0

" 0

:e

::l I

-• T u rb id e z

_ _ P o lin o m io

0 ,0 0

0 ,0 0

F ig u r a 1 5 - L inearizayao da escala de alta sensibilidade do turbidim etro, 0 polin6m io de 3° grau

foi calculado atraves dos dados contidos na tabela 3,

Turbidez Tensao(%) 1 Tensao(%) 2 Tensao(%) 3 Media

0 ,0 0 0 ,8 1 0 .4 6 0 .8 3 0 .7 0

4 .0 0 7 .5 0 7 .0 0 7 .0 0 7 .1 7

2 0 .0 0 3 9 .5 0 3 8 .0 0 3 7 .0 0 3 8 .1 7

4 0 .0 0 6 4 .5 0 6 5 .8 0 6 6 .8 0 6 5 .7 0

(43)

Turbidimetro (baixa sensibilidade)

y

=

-2E-05x4 + 0,0084x3 -0,2841x2 + 8,8719x + 0,0636

400,00

350,00

300,00

S 250,00 I-~

N 200,00 0> "0

:e

150,00

:l

I-100,00

50,00

0,00

0,00

• Turbidez

__ Pollnom io

F i g u r a 1 6 - Lineariza<;:ao da escala de baixa sensibilidade do turbidimetro. 0 polinomio de 4° grau foi calculado atraves dos dados contidos na tabela 4.

Turbidez Tensao(%11 Tensao(%) 2 Tensao(%) 3 Media

(44)

T a b e l a 5 - Valores medidos com 0 turbidimetro montado em compara~ao COIll os padroes

preparados.

._'...

P a d r a o M e d i d a 1 M e d i d a

1

M e d i d a 3 M e d i a E r r o

(NTU)

Turbidimetro

limpo

(%)

0

0.5*

0.8*

0.8*

0.7*

4

3.1 *

3.0*

3.0*

3.0*

24.2

20

20.6

20.6

19.3

20.2

0.8

40

41.5

41.7

39.2

40.8

2.0

50

51.6

51.5

50.9

51.3

2.7

50 **

54

54

52

53.3

6.7

80

82

82

73

79.0

1.3

100

100

102

90

97.3

2.7

200

202

209

173

194.7

"1. . . . I...,

400

430

448

427

435.0

8.8

* Esses valores san dependentes do o j f ~ s e t l d r i f t do amplificador usado no circuito. No momenta da medida nao estavam disponiveis operacionais com baixo o f f - s e t / d r i f t

(45)

V cc 2K 2

I_L_M _3

5 _ D _ I~ a id :\/\/\;~

-gnd

+ 7.5V

II

----~

entrada

(AID)

(46)

N o presente

trabalho,

utilizou-se

urn sensor com ercial

no projeto

da sonda.

L ogo, a abordagem

lim itou-se

a urn breve estudo dos aspectos construtivos

a fim de

obter

inform ac;oes acerca do com portam ento

eletrico e, assim , projetar urn circuito

de condicionam ento

de sinal, bem

com o

rotinas

de calibrac;ao, para

esse tipo

de

2 .5 .2 P r in c ip io d e M e d id a

A quantidade

de oxigenio dissolvido

e baseada na m edida da corrente eletrica

gerada devido

a

aplicac;ao de um a tensao em dois eletrodos im ersos em um a soluc;ao

eletrolitica[

12].

U tilizando-se

urn

eletrodo

de

m etal

nobre,

ouro

ou

platina,

polarizado

negativam ente

de 0.6 a 0.8V

em

relac;ao a urn outro

eletrodo

de referencia

de

A g/ A gC l am bos im ersos num a soluc;ao de K C l isolada por um a m em brana[l3] sem

i-perm eavel.

consegue-se

a reduc;ao[l4]do O

2

no prim eiro eletrodo. A reac;ao de reduc;ao

im plica

num

"consum o"

de eletrons,

que

e a corrente

eletrica,

proporcional

it

quantidade

de O

2

reduzida.

A razao da utilizac;ao de tensoes da ordem de 0.6 a 0.8V

e

dada pelo grafico

de tensao-corrente

conhecido

com o

polarogramd

12]

m ostrado

na figura

18. D e 0 a

0.6V a corrente aum enta com

0

aum ento da tensao. D e 0.6 a 0.8V praticam ente

nao

ha variac;ao da corrente com relac;ao it tensao. A partir de 0.8V a corrente cresce com

o aum ento

da tensao

devido

principalm ente

a

eletr6lise

da agua. F ixando-se

um a

tensao na faixa de 0.6 a 0.8V obtem -se.

entao. um a leitura de corrente diretam ente

(47)

-~-~----~~--~--~----

---I

I

I

T e n s a o d e p o la riz a \(a o =-D.N

I

I

I I

2D

F ig u r a 1 8 -

A

esquerda esta a corrente gerada por urn sensor de oxigenio dissolvido em fU ny30 da

tens30 aplicada (porcentagern de oxigenio fixa).

A

dire ita. a corrente em fU ny30 da porcentagern de

(48)

a oA m p lific a d o r

+

F ig u r a 1 9 - D esenho do sensor de oxigenio dissolvido utilizado na avaliayao do desem penho da

(49)

a o A m p lific a d o r

+

F ig u r a 2 0 -S ensor de oxigenio com com pensa< ;:ao de pressao. A m em brana de com pensa< ;:ao, nao

(50)

A sensibilidade

dos sensores

de oxigenio

aumenta

com a temperatura

de

maneira

exponencial.

Logo, a compensaryao deve ser feita atraves de tabelas

que

contem a resposta do sensor para cada temperatura. No caso de instrumentos

digitais

essas tabelas podem ser convertidas em curvas e implementadas

via

s o f t w a r e ,

como

foi feito nesse trabalho.

Alem

da

variaryao da

sensibilidade

do

sensor

com

a

temperatura,

a

solubilidade

do O

2

tambem varia com a temperatura,

0

que e compensado

da mesma

maneira atraves de tabelas. Na tabela

l17]

6 esti a solubilidade

do

00

nas diversas

A solubilidade[15] do O

2

varia tambem

com a pressao, sendo essa variaryao

linear e diretamente

proporcional

a

variaryao da pressao.

Assim.

dependendo

da

altitude na qual se faz a medida deve-se corrigir

0

valor da solubilidade do

02'

a) Porcentagem:

calibra-se

0

instrumento

com base em duas soluryoes uma

sem oxigenio (0%) e uma outra saturada de ar ou oxigenio puro (100%).

b) mg/l ou ppm: com base na porcentagem

e tabelas de solubilidade

calcula-se a concentraryao do oxigenio na soluryao. Por exemplo, uma amostra esta a

2 0D C

e a

(51)

8.84mg/l

na

saturayao. L ogo, a concentrayao

de oxigenio nessa am ostra

e

0.3 x 8.84

=

2 .6 5 m g /l.

E

im portante

observar que se a pressao na qual a am ostra se encontra

for

diferente da pressao no m om ento

da calibrayao,

e

necessario

fazer a correyao.

T a b e la 6 [1 7 ] - S olubilidade do oxigenio em func;:ao da tem peratura.

T em p. 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9

0 14.16 14.12 14.08 14.04 14.00 13.97 13.93 13.89 13.85 13.81

I 13.77 13.74 13.70 13.66 13.63 13.59 13.55 13.51 13.48 13.44

2 13.40 13.37 13.33 13.30 13.26 13.22 13.19 13.15 13.12 13.08

3 13.05 13.01 12.98 12.94 12.91 12.87 12.84 12.81 12.77 12.74

4 12.70 12.67 12.64 12.60 12.57 12.54 12.51 12.47 12.44 12.41

5 12.37 12.34 12.31 12.28 12.25 12.22 12.18 12.15 12.12 12.09

6 12.06 12.03 12.00 11.97 11.94 11.91 11.88 11.85 11.82 11.79

7 11.76 11.73 11.70 11.67 11.64 11.61 11.58 11.55 11.52 11.50

8 11.47 11.44 11.41 11.38 11.36 11.33 11.30 11.27 11.25 11.22

9 11.19 11.16 11.14 11.11 11.08 11.06 11.03 11.00 10.98 10.95

10 10.92 10.90 10.87 10.85 10.82 10.80 10.77 10.75 10.72 10.70

11 10.67 10.65 10.62 10.60 10.57 10.55 10.53 10.50 10.48 10.45

12 10.43 10.40 10.38 10.36 10.34 10.31 10.29 10.27 10.24 10.22

13 10.20 10.17 10.15 10.13 10.11 10.09 10.06 10.04 10.02 10.00

14 9.98 9.95 9.93 9.91 9.89 9.87 9.85 9.83 9.81 9.78

15 9.76 9.74 9.72 9.70 9.68 9.66 9.64 9.62 9.60 9.58

16 9.56 9.54 9.52 9.50 9.48 9.46 9.45 9.43 9.41 9.39

17 9.37 9.35 9.33 9.31 9.30 9.28 9.26 9.24 9.22 9.20

18 9.18 9.17 9.15 9.13 9.12 9.10 9.08 9.06 9.04 9.03

19 9.01 8.99 8.98 8.96 8.94 8.93 8.91 8.89 8.88 8.86

20 8.84 8.83 8.81 8.79 8.78 8.76 8.75 8.73 8.71 8.70

21 8.68 8.67 8.65 8.64 8.62 8.61 8.59 8.58 8.56 8.55

22 8.53 8.52 8.50 8.49 8.47 8.46 8.44 8.43 8.41 8.40

23 8.38 8.37 8.36 8.34 8.33 8.32 8.30 8.29 8.27 8.26

24 8.25 8.23 8.22 8.21 8.19 8.18 8.17 8.15 8.14 8.13

25 8.11 8.10 8.09 8.07 8.06 8.05 8.04 8.02 8.01 8.00

26 7.99 7.97 7.96 7.95 7.94 7.92 7.91 7.90 7.89 7.88

27 7.86 7.85 7.84 7.83 7.82 7.81 7.79 7.78 7.77 7.76

28 7.75 7.74 7.72 7.71 7.70 7.69 7.68 7.67 7.66 7.65

29 7.64 7.62 7.61 7.60 7.59 7.58 7.57 7.56 7.55 7.54

30 7.53 7.52 7.51 7.50 7.48 7.47 7.46 7.45 7.44 7.43

31 7.42 7.41 7.40 7.39 7.38 7.37 7.36 7.35 7.34 7.33

32 7.32 7.31 7.30 7.29 7.28 7.27 7.26 7.25 7.24 7.23

33 7.22 7.21 7.20 7.20 7.19 7.18 7.17 7.16 7.15 7.14

34 7.13 7.12 7.11 7.10 7.09 7.08 7.07 7.06 7.05 7.05

(52)

a)

S olucao com nivel

zero de oxigenio (0% ): existem substancias

que reagem

com

0

oxigenio

dissolvido

consum indo-o.

U rn

exem plo

e

0

S ulfito

de

S 6dio

(N a

2

S 0

3).

E ste deve ser dissolvido

na solw ;ao na propon;ao

de lO O m g de sulfito por

S m l de soluyao.

b) S olucao saturada de oxigenio (100% ): urn m etodo sim ples para obter um a

soluyao com lO O % de oxigenio dissolvido consiste em borbulhar ar ou oxigenio num

recipiente

contendo urn liquido, geralm ente

agua destilada, livre de m ateria viva que

possa consum ir

oxigenio. E sse borbulham ento

deve durar pelo m enos 30m in, pois

0

tem po para ocorrer

0

equilibrio e grande.

o

tipo de eletr6lito varia m uito em funyao do tipo de sensor utilizado. D evido

ao con sum o de ions,

0

eletr6lito deve ser trocado periodicam ente.

N o sensor utilizado

nesse trabalho a com posiyao

do eletr6lito e a seguinte:

-0.3 M ol de K C I

-0.15 M ol de N aH

2

P 0

4

-aproxim adam ente

3 m oles

de N aO H ,

que

sao

adicionados

ate

obter-se

o

circuito de urn m edidor de oxigenio deve ser capaz de fom ecer um a tensao

fixa entre 0.6 e 0.8V (0.7V nesse trabalho) e de m edir a corrente gerada pelo sensor.

A

intensidade

dessa

corrente,

com o

m encionado

anteriorm ente,

varia

m uito

em

(53)

5 V 6 B K 2

III IC

'" '"I ( )

(54)

para

90%

do valor e

80s para 100% do valor. V ale observar,

ainda, que existe urn

tem po

relativam ente

grande,

cerca de 5rnin, para

0

sensor estabilizar

logo que e

ligado (aplica< ;ao dos 0.7V ).

D evido

a

estratifica< ;ao

que

ocorre

em

aguas

com

pouca

agita< ;ao,

notadarnente

nos lagos, os param etros fisicos e quim icos da agua variam ao longo da

profundidade.

L ogo,

torna-se

indispensavel

agregar

a um

grupo

de

m edidas

a

profundidade

na qual

0

m esm o e realizado.

A te pouco tem po atras, m edia-se

a profundidade

atraves de m arcas no cabo

que sustentava

os instrurnentos.

E sse m etodo e bastante im preciso

e incom odo,

alem

de nao ser passivel de autom a< ;ao.

E xistem

varios

rnetodos

eletronicos

para

a m edi< ;ao de profundidade

em

rela< ;ao

a

superficie.

0 rnais adequado para

0

caso de um a sonda m icroprocessada

e

m edir a pressao, atraves de um sensor especifico,

e, considerando

a densidade[18] da

agua, calcular a profundidade.

N o presente

trabalho,

nao se conseguiu

um sensor de pressao

com ercial

e

tarnpouco

houve interesse

na constru< ;ao de urn, principalrnente

pela cornplexidade

rnecanica de tal instrurnento. A ssirn, optou-se par urn outro m etodo de rnedida

0

qual

(55)
(56)

o

foto-transistor.

A ssim

sac gerados pulsos eletricos

a

m edida que a polia gira. D e

acordo

com

0

num ero

de "dentes"

do

encoder

tem -se a precisao

da contagem .

P or

exem plo: deseja-se um a precisao de lcm na m ediyao da profundidade.

A dm itindo-se

um a polia de 2.87cm de raio, tem -se urn perim etro

de 2m = 2 x 3.14 x 2.87 = 18cm .

L ogo, a cada volta da polia sac lanyados ao lago 18cm de cabo. A ssim , se

0

encoder

tiver 18 "dentes". urn pulso sera gerado a cada centim etro.

A detecyao do sentido de rotayao da polia vem da analise dos sinais gerados

pelos dois sensores posicionados

convenientem ente.

N a figura 24 estao m ostradas

as

form as de onda colhidas nos foto-transistores

posicionados

conform e a figura 23 com

a polia girando no sentido anti-horario.

O s sinais sac defasados de 90°, num arranjo

conhecido com o quadratura[22

J •

U rn dos sinais e tornado com o referencia. no caso a borda de subida

l

do sinal

1. A quantidade

de puisos e contada a cada borda de subida do sinal 1. N a figura 25

0

m esm o

arranJo da figura

24 e m ostrado,

porem

com

a polia

girando

no sentido

horario.

C om parando-se

as form as de onda da figura 24 com as da figura 25, nota-se

que no m om enta

em que ocarre a borda de subida do sinal 1

0

nivel do sinal 2 varia

em funyao do sentido de rotayao. S e

0

sentido e anti-harario,

0

nivel do sinal 2 e zero

(branco). E , se

0

sentido e horario,

0

nivel do sinal 2

e

urn (preto). D esta m aneira.

a

detecyao

do sentido e feita atraves da am ostragem

do sinal 2 com base na borda de

subida do sinal 1. N a figura 26 esta urn exem plo de circuita que realiza a funyao da

(57)

F i g u r a 2 3 -

A

esquerda, 0 e n c o d e r utilizado.

A

direita, 0 sistema de detecyao optico. Note 0

(58)

Preto =1

B ra n c o = 0

! s e n tid o d e

! ro ta c ;;a o

F ig u r a 2 4 - S inais gerados quando 0 encoder gira no sentido anti-honirio. Q uando 0 sensor I

detecta a passagem do branco para 0 preto 0 sensor 2 esta detectando 0 branco.

P re to= 1 B ra n c o = 0

s e n tid o d e ro ta c ;;a o

I

s e n s o r 2I

I

I

I

I

F ig u r a 2 5 - S inais gerados quando 0encoder gira no senti do horario. Q uando 0sensor I dctecta a

passagem do branco para 0 pre to 0 sensor 2 esta detectando 0 preto.

t

Q

C k

D

O = anti-horario

(59)

in _ --r:'~

~ ~

I

R e f = O .lV

\

\ R e f = O .lV

F ig u r a 2 7 - N o grM ico estao m ostradas as form as de onda dos sinais do foto-transistor e da saida

do com parador.

A

direita. 0 com parador.

2 ln t e r r u p .; a o

e

um a func;ao dos m icroprocessadores, em geral ativada por hardware, a qual desvia a execuc;ao do program a principal para um a subrotina qualquer. A interrupc;ao pode ou nao ser atendida

(60)

o

circuito proposto para a sonda esta dividido basicamente em duas

partes: a

unidade

central

e os circuitos

dos

instrumentos.

Estes ultimos

sac descritos

em

detalhe no capitulo que trata dos instrumentos. Todos eles entregam it unidade central

urn sinal ana16gico na faixa de 0 a 5V. Apenas

0

medidor de profundidade

trabalha

com sinais digitais especificos.

Por motivos de portabilidade

e compatibilidade

escolheu-se

utilizar a porta

serial RS232f23J,padrao nos micros IBM/PC, para realizar a transferencia

de dados

entre a sonda eo PC.

Na figura 28, esta

0

diagrama em blocos do circuito, que

e

composto por urn

microcontrolador

RISC

(PIC l6C84)f2

4

J,

urn

conversor

AID

serial

de

l2bits

(MAXI 87)[25J.2 chaves anal6gicas

(DG20I)126J, urn multiplexador

(CD4028B),

4

fontes de alimentavao duplas, 1 adaptador RS232, 5 circuitos de condicionamento

e

controle dos sinais dos instrumentos e

0

circuito do me did or de profundidade.

Na figura 1 do apendice A, esta

0

diagrama esquematico

que serve de base

(61)

3 Host e urn computador que controla outro, geralmente centralizando 0controle

4RISe -R e d u c e d i n s t r u c t i o n S e t C o m p u t e r - Microprocessador com pequeno conjunto de instrw;:oes.

5 EEPROM - E l e t r i c E r a s e b l e P r o g r a m a b l e R e a d O n l y M e m o r y - Memoria na qual se po de gravar dados os quais SaG retidos mesmo retirando a alimental;:ao. No entanto com a aplical;:ao de sinais

eletricos convenientes pode-se apagar ou mesmo reprogramar 0conteudo da memoria

(62)

Medidor de

Turbidez

---··---r-

_

-I

Medidor de

Condutividade

Adaptador

RS232

Medidor de

DO

Chave

Ana16gica

Medidor de

Temperatura

+

12V extemos

I

(63)

3 . 2 . 1

Programa~ao

d a s P o r t a s

Porta A

R A 2 , R A l , R A O :

pinos de saida formando

uma palavra de

3

b i t s

a qual

endere9a

0

muhiplexador

da entrada

anal6gica de acordo com a tabela

7.

R A 3 :

pino de saida que comanda a escala automatica do

turbidimetro.

Assim:

RA3=O

--+

baixa sensibilidade;

RA3= 1

--+

aha sensibilidade.

R A 4 :

pino de entrada

0

qual

Ie

0

sentido do deslocamento

do medidor

de

profundidade.

Porta B

RBO:

pino de entrada de interrup9ao utilizado para a contagem de pulsos do

medidor de profundidade.

R B I , R B 5 :

pinos de saida que comandam, de acordo com a tabela 8, a escala

automatica do condutivimetro.

R B 2 :

pino de entrada que recebe os dados do conversor

AID.

R B 3 :

pino de saida que envia

0

sinal de

c l o c k

para a comunica9ao

serial

sincrona com

0

conversor

AID.

RB6:

pino de saida que envia os dados pel a RS232

(64)

Entradas anaLOgicas

RA2

RAi

RAO

AIO

0

0

0

All

0

0

1

AI2

0

1

0

AI3

0

1

1

AI4

1

0

0

RBi

o

o

1

1

RB5

o

1

o

1

Sensibilidade

Alta

Media

Pequena

(65)

7 T r a n s i s t o r n o c o r t e significa que 0 mesmo nao esta conduzindo, ou seja apresentando alta impediincia entre coletor eemissor.

8 T r a n s i s t o r n a satura~ao significa que 0 mesmo esta conduzindo, ou seja apresentando baixa

impediincia entre coletor e emissor.

yA comunica~ao s e r i a l a s s i n c r o n a nao utiliza sinal de clock. Esse tipo de comunica<;:ao baseia-se em temporiza<;:ao pre-determinada. 0 sincronismo e feito no inicio da transmissao, quando 0 start-bit e

recebido, e, a partir dai. cada dispositivo conta seu proprio tempo para realizar a transmissao e recep<;:ao dos dados.

(66)

...

---:0;

:2;3:4:5:6:7:

(67)

Figura 30 -

P a la v ra d e 1 6 bits c o lo c a d a n o re g is tra d o r d e d e s lo c a m e n to a o fin a l d e c a d a c o n v e rs a o .

o

p rim e iro b it

e

0 s in a liz a d o r d e fu n d e c o n v e rs a o (E O C ).

cs

~ S

S S . . . - - - '

S C L l(

- - - - f L - - s s

S

O O J T ~ ~

• ~Eoe

INTERFACE OCIOSA__ I4

E ~ ~ :~ R ~ S ~ "

I •... Eoe •..• 1

1 2 x 0 .2 5 0 1 1 5 ' 3 .2 5 j!s

T O T A l.1 2 .2 S 1 ts

--1--ll\1S--I~1

(Ies)

(68)

T a b e l a 9 - Niveis logicos das saidas dos transistores comandados pelo CD4028B em funyao do endereyamento.

D C B

A

SO

Sl

S2

S3

S4

0

0

0

0

0

1

1

1

1

0

0

0

1

1

0

1

1

1

0

0

1

0

1

1

0

1

1

0

0

1

1

1

1

1

0

1

0

1

0

0

1

1

1

1

0

I IChave analogica

e

urn dlspositivo eletronico que atua de maneira similar a urn rele. Com 0 rnesrna

(69)

S in o l~

Imagem

Figura 30 - P a la v ra d e 1 6 bits c o lo c a d a n o re g is tra d o r d e d e s lo c a m e n to a o fin a l d e c a d a c o n v e rs a o .

Referências

Documentos relacionados

O valor da reputação dos pseudônimos é igual a 0,8 devido aos fal- sos positivos do mecanismo auxiliar, que acabam por fazer com que a reputação mesmo dos usuários que enviam

A prova do ENADE/2011, aplicada aos estudantes da Área de Tecnologia em Redes de Computadores, com duração total de 4 horas, apresentou questões discursivas e de múltipla

E os específicos foram: verificar as reações dos clientes diante do diagnóstico de insuficiência renal crônica e da necessidade de realizar hemodiálise; identificar as

1 - Compete ao promotor do espetáculo desportivo, para os espetáculos desportivos integrados nas competições desportivas de natureza profissional ou não profissional considerados

QUANDO TIVER BANHEIRA LIGADA À CAIXA SIFONADA É CONVENIENTE ADOTAR A SAÍDA DA CAIXA SIFONADA COM DIÂMTRO DE 75 mm, PARA EVITAR O TRANSBORDAMENTO DA ESPUMA FORMADA DENTRO DA

A “Ficha de Avaliação Ético-Profissional” deverá ser assinada ao final de cada ciclo pelo aluno e professor responsável e, ao final do semestre pelo aluno e coordenador

A seleção portuguesa feminina de andebol de sub-20 perdeu hoje 21-20 com a Hungria, na terceira jornada do Grupo C do Mundial da categoria, a decorrer em Koprivnica, na

INDICADORES AMBIENTAIS ESSENCIAIS: UMA ANÁLISE DA SUA UTILIZAÇÃO NOS RELATÓRIOS DE SUSTENTABILIDADE DAS EMPRESAS DO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA SUL AMERICANO, ELABORADOS