• Nenhum resultado encontrado

Aula 18agosto

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Aula 18agosto"

Copied!
45
0
0

Texto

(1)

G

EOTECNIA

Aplicada ao

P

LANEJAMENTO

Urbano Ambiental

(2)

Cartografia

geotécnica

https://sites.google.com/site/geotecniaplicadaoplanejamento/

(3)

Cartografia geotécnica

• produtos cartográficos que expressam a

prática do conhecimento geológico aplicado para enfrentar os problemas gerados pelo uso e ocupação do solo (Prandini et al.1995)

• produtos cartográficos que busquem avaliar e retratar as características dos componentes e

os comportamentos do meio físico frente aos

diferentes tipos de ocupação, avaliando suas limitações e seus potenciais (Zuquette, 1993)

(4)

Cartografia geotécnica

• Deve mostrar a distribuição dos diferentes tipos de rochas e solos e suas propriedades

geológico-geotécnicas, as formas de relevo e a dinâmica dos principais processos atuantes e o

reflexo destes (naturais e induzidos) nas

(5)

Cartografia geotécnica

• Produto resultante da necessidade de

caracterização dos terrenos, comprometido com uma intervenção ou solução para uso e ocupação do solo, levando em conta atributos

ou parâmetros de seus componentes físicos,

os quais induzem ou condicionam o

desenvolvimento de processos e fenômenos responsáveis pela dinâmica da crosta

(6)

Método do detalhamento

progressivo

(Cerri et al, 1996)

• Sugere o desenvolvimento do mapeamento geológico-geotécnico em três grandes etapas, ou seja, em fases sucessivas, de modo que

cada fase determina os temas técnicos e o nível de aprofundamento necessário ao desenvolvimento da fase subsequente.

(7)

Método do detalhamento

progressivo

(Zaine, 2000)

• Denominou as etapas como:

a) geral, com escala entre 1:50.000 e 1:25.000, abordando

principalmente a caracterização do meio físico;

b) intermediária, em escala entre 1:25.000 e 1:10.000, para

áreas de adensamento e/ou de expansão urbana,

selecionadas a partir do mapa geológico-geotécnico regional

c) de detalhe, em escalas maiores que 1:1.000, a partir da

identificação de eventuais problemas geológico-geotécnicos selecionados na escala 1:10.000, como suporte a projetos de obras de engenharia para sanar problemas já instalados ou para a implantação de novos empreendimentos.

(8)

Aplicação de cartografia geotécnica voltada ao planejamento urbano e ordenamento territorial

(9)

Mapeamento de

riscos

https://sites.google.com/site/geotecniaplicadaoplanejamento/

(10)
(11)

R = P (ƒA) * C (ƒ V ) *g

-1

a possibilidade ou probabilidade

P

Vila São Pedro

(12)

R = P (ƒ

A

) * C (ƒ V ) *g

-1

de ocorrer um fenômeno físico A

(13)

Jd Silvina – S1

(14)

Parque Imigrantes – Rua Goiania S5

(15)
(16)

Poney Club S2

(17)

Divinéia – Pantanal S1

Jd da Represa – Victor

(18)

R = P (ƒA) *

C

(ƒ V ) *g

-1

causando conseqüências C (às pessoas e bens públicos, privados ou coletivos)

-

(19)

R = P (ƒA) * C (ƒ

V

)

*g

-1

- em função da vulnerabilidade V dos

(20)

Ada p tado de Car dona e t al, 2010.

(21)

Vulnerabilidade

• Fatores físicos – localização e resistência material dos bens em relação ao processo perigoso

• Fatores ambientais – Correspondem à maneira como a

comunidade “explora” os elementos do seu entorno natural, debilitando os ecossistemas na capacidade para absorver os processos perigosos sem grandes impactos.

• Fatores econômicos – Correspondem à ausência de recursos econômicos (pobreza) numa comunidade ou a má utilização dos mesmos. • Fatores sociais – Correspondem aos aspectos políticos,

organizacionais, institucionais, educativos e culturais do local en sua história e na atualidade.

(22)

Vulnerabilidade

(23)

Mapa de vulnerabilidade –

Ministério da Integração (Iwasa et al, 2013)

Tipologia de processo Indicador Justificativa Deslizamento

Enxurrada Inundação

I.1. Porcentagem de critérios de capacidade de prevenção e resposta considerados como insuficiência grave

Quanto menor a capacidade de prevenção e resposta do Município, mais severas tendem a ser as consequências de desastres.

Deslizamento Enxurrada Inundação

I.2. Diversidade das instituições existentes num raio de 3 km

Com toda a estrutura institucional próxima

(hospital,bombeiros, PM, Nudecs, ginásios / abrigo, etc.) mais efetivo o apoio em caso de desastres.

Deslizamento Enxurrada Inundação

I.3 - Quantidade de edificações Em caso de desastres com danos a edificação, quanto menor o número de imóveis maior a

facilidade para realização de reparos ou construção de novas edificações.

Deslizamento Enxurrada Inundação

I.4 - Quantidade de moradores Em caso de alerta de desastres, quanto menor o numero de pessoas maior a facilidade para realizar a remoção e fornecer abrigo, água e alimentação.

Deslizamento Enxurrada Inundação

I.5 - Quantidade de edificações de madeira Em caso de desastres, a existência de uma

quantidade grande de imóveis de madeira tende a aumentar a severidade de suas consequências.

Deslizamento Enxurrada Inundação

I.6 - Quantidade de edificações com telhado de fibrocimento

Em caso de desastres, a existência de uma quantidade grande de imóveis com telhados de fibrocimento (telhas grandes, pouco flexíveis) tende a aumentar a severidade de suas consequências. Deslizamento

Enxurrada Inundação

I.7 - Porcentagem de edificações com acesso precário Em caso de alerta de desastres, acessos precários dificultam a remoção das pessoas e bens; e, em caso de desastres, acessos precários prejudicam o resgate de pessoas

(24)

Mapa de vulnerabilidade –

Ministério da Integração (Iwasa et al, 2013)

Tipologia de processo Indicador Justificativa

Deslizamento Enxurrada Inundação

I.8 - Porcentagem de edificações com uso misto

Em caso de alerta ou ocorrência de desastres em edificações de uso misto, tende a haver pessoas no local tanto de dia quanto de noite.

Deslizamento

I.9 - Porcentagem de edificações em talude com altura maior que 6 m

Em caso de desastres, taludes mais altos tendem a causar danos mais sérios.

Deslizamento I.10 - Porcentagem de edificações em talude ou próximos a taludes com declividade

maior ou igual a 30o

Quanto maior a área com declividade igual ou superior a 30º, maior a área sujeita a

deslizamento.

Deslizamento

I.11 - Distância média das edificações ao talude

Quanto mais próximas ao pé do talude, maior a probabilidade de edificações serem atingidas.

Enxurrada Inundação

I.12 - Distância média das edificações à margem do curso d’água

Quanto mais próximas da margem de cursos d’água, maior a probabilidade de edificações serem atingidas.

Deslizamento I.13 - Porcentagem de edificações com indícios de instabilização situadas em local com feições de instabilização

Quanto maior a quantidade de edificações com indícios de instabilização ou situadas em terreno com feições de instabilização, maior a

possibilidade de ocorrer deslizamentos.

Deslizamento I.14 - Possibilidade de lixo e/ou entulho contribuir com a ocorrência de desastres

Quanto mais presente em taludes, maior a possibilidade do lixo/entulho contribuir com a ocorrência de deslizamentos.

(25)

Mapa de vulnerabilidade –

Ministério da Integração (Iwasa et al, 2013)

(26)

R = P (ƒA) * C (ƒ V ) *

g

-1

- podendo ser modificado por ações

de gerenciamento.

(27)

A existência de técnicas que permitem identificá-los e avaliá-identificá-los é um

dos fundamentos do gerenciamento de

riscos. (AUGUSTO FILHO, 2001)

MAPEAMENTO DOS

RISCOS

método adequado

(28)

Não há

prevenção de

desastres sem

conhecimento

do risco

MAPEAMENTO DOS

RISCOS

método adequado

escala adequada

http://www.cidades.gov.br/index.php/prevencao-e-erradicacao-de-riscos/823-planos-municipais-de-reducao-de-riscos http://www.cidades.gov.br/images/stories/ArquivosSNPU/Biblioteca/Prevencao Erradicacao/Livro_Mapeamento_Enconstas_Margens.pdf

(29)

metodologia

Escorregamentos

• Investigações geológico-geotécnicas de superfície 

• Identificação de condicionantes dos processos de

instabilização, evidências de instabilidade e indícios do desenvolvimento dos processos destrutivos.

(30)
(31)
(32)
(33)

Final da Rua

Casper Líbero S1

(34)

metodologia

• Identificada uma situação potencial de

instabilidade que possa gerar a ocorrência de processos destrutivos, delimita-se a área

possível de ser afetada: setor de risco

(35)
(36)
(37)
(38)

metodologia

• Os setores de risco indicam um espaço definido dentro do assentamento sujeito a sofrer um

determinado processo destrutivo, cujas evidências

ou indicadores predisponentes foram identificados

(39)

metodologia

• Para cada setor é atribuído um grau de probabilidade (grau de risco) de

ocorrência de um processo destrutivo, nas condições atuais, no período de um ciclo chuvosos

(40)

Grau de Probabilidade BAIXO A

INEXISTENTE

Os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes (declividade, tipo de terreno, etc.) e o nível de intervenção no setor são de baixa potencialidade para o desenvolvimento de processos

de escorregamentos e solapamentos. Não há

indícios de desenvolvimento de processos de

instabilização de encostas e de margens de drenagens. É a condição menos crítica. Mantidas as condições existentes, não se espera a ocorrência de eventos destrutivos no período de 1 ano.

(41)

Grau de Probabilidade Médio

Os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes (declividade, tipo de terreno, etc.) e o nível de intervenção no setor são de média

potencialidade para o desenvolvimento de processos

de escorregamentos e solapamentos. Observa-se a presença de alguma(s) evidência(s) de instabilidade (encostas e margens de drenagens), porém

incipiente(s). Mantidas as condições existentes, é

reduzida a possibilidade de ocorrência de eventos

destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas, no período de 1 ano.

(42)

Grau de Probabilidade Alto

Os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes (declividade, tipo de terreno, etc.) e o nível de intervenção no setor são de alta potencialidade para o desenvolvimento de processos

de escorregamentos e solapamentos. Observa-se a

presença de significativa(s) evidência(s) de instabilidade (trincas no solo, degraus de abatimento

em taludes, etc.). Mantidas as condições existentes, é

perfeitamente possível a ocorrência de eventos

destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas, no período de 1 ano.

(43)

Grau de Probabilidade Muito Alto

Os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes (declividade, tipo de terreno, etc.) e o nível de intervenção no setor são de alta potencialidade para o desenvolvimento de processos de escorregamentos e solapamentos. As evidências de instabilidade (trincas no solo, degraus de abatimento em taludes, trincas em moradias ou em muros de contenção, árvores ou postes inclinados, cicatrizes de escorregamento, feições erosivas, proximidade da moradia

em relação à margem de córregos, etc.) são expressivas e

estão presentes em grande número e/ou magnitude. É a condição mais crítica. Mantidas as condições existentes, é

muito provável a ocorrência de eventos destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas, no período de 1 ano.

(44)

Diagnóstico do setor (condicionantes e indicadores do processo de instabilização): Descrição do Processo de Instabilização: (escorregamento de solo / rocha / aterro; naturais / induzidos; materiais mobilizados; solapamento; ação direta da água, etc):

Observações (incluindo descrição de fotos obtidas no local):

Grau de Probabilidade: Indicação de intervenção:

Quantitativos para a intervenção sugerida: Estimativa de n° de edificações no setor:

FICHA DE CAMPO

Área nº:_______ Local: _________________________________ Setor: _____________ Referência___________________________________________________________________ Equipe: ____________________________________________________ Data: __ / __ / ____

(45)

1. Lei 12608/2012

2. Capítulo 3 – Cartografia geotécnica

Ou Guia aptidão à Urbanização (Souza & Sobreira)

3. Cap 3, p.27 ou Cap 5, p.87

http://www.cidades.gov.br/images/stories/ArquivosSNPU/Biblioteca/P revencaoErradicacao/Livro_Mapeamento_Enconstas_Margens.pdf

4. Operação Guarda-chuvas ou Cap 8, p 141 do livro acima

Referências

Documentos relacionados

Os caçadores tinham estendido uma grossa corda ligada a uma rede, no caminho por onde o leão costumava passar, de maneira que, quando o leão tropeçou na corda, a rede caiu-- lhe em

Os elementos caracterizadores da obra são: a presença constante de componentes da tragédia clássica e o fatalismo, onde o destino acompanha todos os momentos das vidas das

1- Indica com P, se a frase estiver na voz passiva e com A se estiver na ativa. Depois, passa-as para a outra forma. a) Vimos um cisne moribundo.. Assinala com um X o

1- Indica com P, se a frase estiver na voz passiva e com A se estiver na ativa. Depois, passa-as para a outra forma.. Assinala com um X o retângulo correspondente.. Derivada

O valor da reputação dos pseudônimos é igual a 0,8 devido aos fal- sos positivos do mecanismo auxiliar, que acabam por fazer com que a reputação mesmo dos usuários que enviam

servidores, software, equipamento de rede, etc, clientes da IaaS essencialmente alugam estes recursos como um serviço terceirizado completo...

Este trabalho busca reconhecer as fragilidades e potencialidades do uso de produtos de sensoriamento remoto derivados do Satélite de Recursos Terrestres Sino-Brasileiro

Corograpliiu, Col de Estados de Geografia Humana e Regional; Instituto de A lta C ultura; Centro da Estudos Geográficos da Faculdade de Letras de Lisboa.. RODRIGUES,