• Nenhum resultado encontrado

Jogos de informação incompleta : uma introdução

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2017

Share "Jogos de informação incompleta : uma introdução"

Copied!
27
0
0

Texto

(1)

N~ 50

JOGOS DE INFORMAÇAO INCOMPLETA: UMA INTROOUçAo

(2)

JOGOS DE INFORMAÇÃO INCOMPLETA: UMA INTRODUÇÃO

S~gio

Ribei40 da

Co~ta W~n9

1. Introdução: Jogos nao Cooperativos

A teoria dos jogos está em plena ebulição. Após um longo período de quase estagnação, período este em que se dei-xou de lado a teoria dos jogos não cooperativos em detrimento dos cooperativos, em 1975 esta teoria ressurgiu com o famoso artigo de Selten (1975); neste discute-se a razoabilidade de certos equilíbrios de Nash. ~ interessante justificar esta po~

tura moderna de ignorar a teoria dos jogos cooperativos (ou, pelo menos, indicar à mesma um papel não mais que secundário). Isto ocorre porque sempre que se quer analisar um jogo cooper~

tivo, pode-se entendê-lo como um jogo não cooperativo no qual

-as alternativ-as cooperar ou~, sao possibilidades. Visto is-so, passa-se à revisão dos conceitos e teoremas da teoria de informação completa.

Definição 1: Um ~ e urna qulntuPla(I,(Ai ) ,R, (r.) ,~;.:.) ), iEI 1 iEI 1 iEI

orrle:

(i) I

é

o conjunto dos jogadores. A maioria das vezes supoe-se que seja finito, exceto quando se deseja modelar agentes que não detêm poder de mercado;

(ii) Ai

é

o espaço de estratégia~/ou açoes, do i-ésimo jogador. Quando este não e finito é necessário que se introduza uma topologia em Ai que se denota por lA.> para que se

(3)

.2.

sa entender o significado de uma estratégia ser "perto" de outra. Esta topologia provém do problema econômico em que~ tão;

(iii) R é o espaço de resultados. Poder-se-ia ter R diferindo de jogador para jogador, mas este caso é trivialmente estend! do àquele. Âs vezes também se o dota de uma estrutura to-pológica (que se denota por T ) ;

R

(iv) r. é urna função que a cada combinação de estratégias(ou a-1.

ções) de todos os jogadores associa um resultado para o jQ go: seja A

=

11

jeI

Aj' então Vi E I, r. : 1. A ~ ~R.

(a.). 1'--> r.:' (a.).

I)

J JE .1. J JE

Denomina-se r. a função resultado do indivIduo i i

J.

(v) Finalmente ~ i e a relação de preferências do jogador i sobre o espaço de resultados

R.

( >, C R x R). Esta

- 1.

rela-ção indica quais os gastos do jogador i em relação aos po~ slveis resultados do jogo.

Esta definição de jogo é muito geral, e na maioria das vezes é desnecess~rio (e 1.mpraticãvel) que se trabalhe com a mesma. Pode-se colocar alguma estrutura para que se enquadre

~

nos modelos usuais. A primeira coisa a fazer e supor que ~i se-ja representável com utilidades esperadas, a la Von Neurnann-Mor genstern (VN-M). (Ver Herstein-Hilnor (1953». Isto implica al-gurnas restrições em R e ~.' que admitir-se-ão válidas. Dado is

1.

to tem-se, então, para todo i I, v i: R .+ fR, que representa la VN-M. Vai-3e definir agora uma nova função ui: A -+ fR-,

por u. (a.)

\=

vi (r. (a.) ')) 1. J jE:I

J

1. J jEI

(4)

.3.

Esta é a função ganho: ela diz qual a utilidade que determinada combinação de estratégias (ou ações) proporciona ao jogador i.

Em segundo lugar toma-se I finito, genericamente com n elementos. Tem-se assim:

Def inição 2: Um jogo com n pessoas,

r,

é um par ICA.) n , (u.) n ), \ ]. i-I ]. i=l orrle Ai é o espaç'o da.s estratégias (ou ações) do i-ésimo jogador, e ui: A ~ ~ é a função ganho do mesmo. Além disso ui é utilidade de VN-M.

Isto posto, chega-se à noção principal de equilíbrio não cooperativo: a de equilíbrio de Nash (cabe notar que pode-se definir o mesmo conceito no modelo da definição 1).

Definição 3: Dado

r

um jogo de n pessoas, f= f(A.)n , (ui)n ),

\ ]. i=l i=l diz-se que a combinação de estratégias (ãl, . . . ,ã

n)

é

um equilí-brio de Nash se:

Vi, Va;€ A;, tem-se: u

ã.)

~ u

l' (a;1 a_i); onde o

... i i ' -1 .... termo

a_i significa o vetor (aI"'" an) de onde se retira a i-ésima coordenada:

a _ i - (a l ' . . . , a . _" a; + l ' ... , a ), e a == (a., a .) ou

1 ~. n ] , - 1

(a ., ai)' -1

t

importante que haja certa familiaridade com esta no tação, pois será usada indiscriminadamente.

A pergunta imediata que surge é: por que esta noção é tão central e fornece resultado tão surpreendente bons? Isto e um ponto extremamente delicado. Uma razão básica

é

que dado que o i-ésimo jogador está independente por completo dos outros nao há corno influir na decisão dos mesmos. Sendo assim, dado que os outros agem de certa maneira este i-ésimo tentará fazer o melhor que ele pode. Como todo conhecem todos os

ingredien-tes do jogo (os A., e as u.), eles conhecem esta propriedade dos

(5)

-

-pontos

l , ... ,

ã

n) que sao equilibrios de Nash: sempre todos fazem o melhor que podem dados as ações dos outros.

Es','" iustificativa embora extremamente

intuitiva,r:e-ca por um ponto: mesmo que haj a apenas dois jogadores, rresrro qUE

eles se conheçam bem, mesmo que o equilibrio de Nash seja únicc, não há como assegurar que o outro jogará a estratégia de Nash. Neste caso pode ser terrlvel para ele (e para o adversário) ,ca-so ele insista em jogar a estratégia de Nash.

A justificativa dada originalmente por Cournot ~

e

a-traente, porém dados certos problemas estratégicos tem sido re-legada a um segundo plano. Sua idéia era a seguinte: se todos os jogadores no per lodo t tomam como dadas as ações dos outros jogadores no per iodo t-l e escolhem a estratégia a jogar no pe-rlodo t de modo a maximizar seu ganho, então o ponto

l ,···

n> , que é equillbrio de Nash, seria um ponto de equilibrio deste processo. Duas criticas porém se aplicam: a) o processodinâ-mico acima pode não convergir nunca, e b) o jogador está sendo

"cego" pois não ve que o que ele joga no periodo t-l afeta o que todos os outros fazem em t, de modo que ele poderia tirar van-tagem deste fato.

A única razao plauslvel teoricamente que se conhece (até o momento) é a propriedade do não arrependimento: Se todos jogam Nash, ao fim do jogo ninguém se arrepende do que fez: to-dos estão fazendo o melhor que eles poderiam fazer, dado o qur

os outros fizeram.

Finda a digressão teórica-filosófica, volta-se ao ponto principal: em que condições é possivel que se garanta a

(6)

.5.

Teorema 1: Seja

r

=(A.)n ,

(~.)n

) um jogo.

~ i=l ~ i=l

Seja V um espaço vetorial topológico real, 10-calmente convexo e Eausdorff

Se V-i: ( i) A. C V é convexo e compacto;

~

( ii) u. é continua;

1.

(iii) ui é quase concava na variável ai cAi; Então:

3

ã

=(ãl, •.•

n) equilIbrio de Nash de

r.

A demonstração deste resultado é conseqUência do teo-rema de Glicksberg-Ky Fan (ver Glicksberg(1952», segundo as li-nhas da prova de Berge (1957).

Para terminar esta seção introdutória, define-se o conceito de estratégia mista e equilibrio em estratégia mista. Uma estratégia mista (opondo-se ao conceito de estratégia pura --esta um elemento de Ai) para o jogador i, é um elemento de'H(A

i ), onde dado (X,T

X) um espaço topológico, W(X) denota o conjunto

das medidas de probabilidade regulares e borelianas sobre X.{ver Billingsley(1968». (A o-álgebra de Borel, B(X)=a (1 ) é a menor

x

a-álgebra que contém a topologia de X -- ou seja, na qual os a-bertos de X são mensuráveis) .

Agora faz-se uso da hipótese de ser u. VN-M: é

possi-1.

n

vel estendê-la linearmente a

n

W(A.), tomando-se valores espe-j=l ]

rados em relação

à

cada uma das variáveis, respectivamente. Exemplo: Suponha dois jogadores.O jogador 1 joga a estratégia

aI cAl com probabilidade Pl e aI com probabilidade I-PI (isto representa a descrição de uma estratégia mista de 1: um elemento de W(A

1) uma randomização de suas ações). O jogador 2 joga a estratégia a

(7)

,6 ,

P2 e ai €A

2 com probabilidade l-P2' Qual será o ganho de 1 (por exemplo) neste caso? Simples: toma-se o

va-lor esperado duplo:

No contexto de estrat~gias mistas pode-se provar um teorema muito geral de existência de equilIbrio de Nash, no ca-so #A < +00 Vi.

i

Teorema 2: Seja #A

i < +00 Vi, Neste caso

r

possui equilIbrio de

em estratégias mistas,

(8)

• 'I .

2 • Um Exemplo

Nesta seçao sera estudado um exemplo de aplicação da-quela teoria da parte 1. O exemplo é muito simples, e provavel-mente bem conhecido. Sua vantagem reside na com~aração que será feita adiante, onde introduzir-se-á a ignorância dos jogadores a respeito do que eles jogam, corno um dado do problema.

Vai-se supor um mercado com duas firmas. Cada firma pode ser do tipo que tem custo fixo alto ou baixo. Nesta parte supor-se-á que cada firma conhece o parceiro, e comparar-se-á a solução de Cournot com a de competição perfeita nos quatro tipo de mercados que [Jodem surgir.

Seja então dada a demanda do mercado: Q(p)

=

4-p. Sejam as curvas de custo dadas por:

{ :2+1

se q=O C

1 (q) :::

se q>O

{ :2+2

S...: q=O

C

2(q) :::

se q>O

(9)

p

2

.8.

o

se ;::> < 2 ~í2.

=

t

{O,

ff}

se ?=

212

p/2 se p > 2

n

p

2/2

1

Portanto tem-se a tabela de produções abaixo, que sao

as prod~ções de equilibrio em competição perfeita.

FIR11A Custo Fixo

Baixo Baixo rl :- 1

2

Custo Fixo Alto

FIRMA 1 F2

=

1

FI

=

4/3

F2

=

O

Alto FI

=

F2 =

O

4/3

Não há equilibrio: Há espaço para uma, que não ?ode atender

à

demanda, mas nao para duas.

(10)

(Não há razao para alagar o mercado mais que a máxima demanda) .

.9.

com

Um elemento genérico de Ai diz-se qi' Supor-se-á também que as firmas só jO']::U1 estratégias puras. Assim uI (ql ,q2) == LI (ql,Q2)=

==P(Ql+q2)ql - Ci(ql) e u 2 (ql,Q2) = L2 (Ql,Q2) == P(ql+Q2)Q2-Cj(q2) i , j indicam alto ou baixo custo fixo, e p(Q) == 4-Q é a função de demanda inversa. Tem-se, ao final de algumas contas:

baixo FI

alto

F2 baixo FI == 4/5 F2 == 4/5 FI == O

F2 == 1

alto FI == F2 ==

EQI:

EQ2 : I O

(11)

r---

--~-~--~~-.10.

3. Jogos Com Informação Incompleta

Esta foi uma idéia de Harsanyi(1967-68). Suponha que se queira analisar uma situação onde não se conhece exatamente com quem se está jogando, nem quem se e. Como se pode modelar tal fato? Se se começa a pensar nisto, ver-se-á que há um pr~

blema de uma recursao infinita de suposições. Para exemplifi--car sejam apenas dois jogadores, que se conhecem a si mesmos , mas desconhecem um ao outro. Assim, segundo Harsanyi, para que o jogo seja jogado (ou seja: para que o conflito seja resolvi-do) o jogador 1 tentará descobrir quem é o jogador 2, e certa-mente o que ele pensa a respeito de 2 afetará sua decisão ( da escolha de sua ação). Da mesma forma 2 tentará descobrir quem é 1, e isto influenciará a decisão de 2. Has 1 tentará também descobrir o que 2 pensa que 1 é, e assim por diante.

Vé-se que o problema na forma como se apresenta é in tratável. A idéia genial de Harsanyi foi a de achar uma "forma reduzida" para o problema: a cadajogador Harsanyi permite o co-nhecimento de uma parte do que ele é e do que os outros sao. Além disso todos têm conheciMento deste problema, e todos tém distribuições subjetivas a priori sobre o que os outros sao. Também é hipótese do modelo que todos conheçam estas distribui ções. Formalmente, tem-se:

Definição 4: Um jogo com informação incompleta e n jogadores fI' é uma quádrupla:

n

(u. ) ,

~ i=l

n

(p . ) ), onde:

(12)

.11.

(i) Ai

é

o espaço de açoes do jogador i, similar ao já defini~

do anteriormente. Como se verá adiante, nao se confunde mais com o espaço de estratégias;

(ii) Si é o espaço de tipos do i-ésirno jogador. Um si € Si

re-representa a idéia intuitiva do"pedaço" do jogo que

é

conhecido n

pelo jogador i. Sejam A

=

TI j=l

A. e

J

n S

=

n

j=l

s .;

J

(iii) ui: A x S -+ 1<. e a função ganho do jogador

i. Note que aqui introduz-se a principal modificação em relação ao modelo de informação completa: a função ganho do i-ésimo jo-gador não só depende das ações de todos, mas também do tipo de cada jogador, inclusive do seu próprio. Supõe-se que cada joga--dor conheça seu próprio tipo antes de começar o jogo, mas des-conheça os tipos dos outros. Como foi dito anteriormente seu ti po representa o "pedaço" de informação sobre o jogo que está dis ponlvel para ele. Contudo os tipos dos outros ainda são

desco-nhecidos. O que se o jogo seja jogado ?

En-tra em campo agora as distribuições a priori, que cada indivíduo tem, sobre os tipos dos outros;

(iv) P.: S. -+

1 1

W(S .). O P. representa, dado cada tipo s. c S.,

- 1 1 1 1

o que o i-é,.;1rno jogador pensa que os outros são. Ou seja ,

é

uma distr~buição subjetiva a priori sobre os tipos s_i . Isto faz com que a noçao subseqüente de equilíbrio seja di ta, às vezes, bayesiana.

(13)

di-.12.

videm o mercado. Cada firma pode ser, como nos exemplos ante-riores, de custo fixo alto ou de custo fixo baixo:

se q

=

Oi

C

i (q)

=

q2 + i, se q

-I

O para i

=

1,2. Todas as duas fir-mas conhecem seu próprio custo fixo, fir-mas desconhecem o custo fixo da outra. Sabe-se apenas que cada uma das firmas atribui igual chance da oponente ter custo fixo alto ou baixo. Como se representa formalmente esta situação? A demanda inversa é

p=4-Q.

~ muito simples, tmH 'Te? que se utiliza o rrodelo de Harsanyi: tem--se n=2,

=

[0,41;

custo fixo baixo

, ~custo fixo alto

{ l , 2};

S 1

=

S 2

=

FIRNA 1 FI~1>,ffi 2

(ql ' q2' 1 1) 1 - - ) (4

-

ql - q2)<:1 2 - C1 (ql) (ql' q2' 1 .." Lo} f--~-, (4

-

<:1 1 - q2) ql - C1 (ql)

(Ql' q2 ' 2 1) ~-~ (4

-

ql - q2)ql - C2 (ql)

(Ql' q2 2 .c.)

,----,r

1.4 - q 1 - <:12)C]1 - C2(Ql)

é

definido de modo simétrico.

Falta definir as distribuições a priori. Para tanto, em geral se os conjuntos S, são finitos, pode-se gerar ~v(S .) com as

pro-~ -1

babilidades de cada {s .}. -1 Assim denota-se P. (s i1s.)=P. (s.) ({s i')' 1 - . 1 1 1

(14)

.13 .

No caso do exemplo tem-se que 5_ i possui apenas uma

coordenada:

Como as firmas dão igual chance da oponente ser de custo fixo

alto ou baixo, independente de seu próprio tipo:

52 c S2

~ ~51 ( SI

Pl(lll)

=

P l (2!1) == Pl (112) = Pl (2!2) = 1/2

Não se disse ainda corno as firmas competirão neste

mercado, ou seja, como se resolve o conflito. Para isto define

se a noção de equillbrio de Harsanyi-Nash, ou bayesiano.

Deve-se entender primeiro quais são as estratégias dos jogadores de

rI'

~ claro que não são mais as simples ações, como o eram no

modelo de informação completa. A estratégia deve captar o fato

de o jogador saber qual é o seu tipo no inicio do jogo, e

sa-ber que todos sabem seus tipos também. Portanto:

o

espaço de estratégias

~

9. jogador!. é E i=={

°

i: 5 i -+ Ai}' Em

outras palavras: para cada tipo si S 5 i o jogador escolhe uma

açao. Como requisitos técnicos, além da estrutura topológica

dos A 1

'S e dos 5

1 'S, também se exige que oi seja B(A i ) -B(5 i )

(15)

.14.

Suponha agora que cada jogador esteja usando uma es-tratégia. Assim tem-se 0lE L1, ... ,OnE

Ln.

Ver-se-á o caso fi-nito, onde já se definiu Pi(s.) ({s.}) como P. (s i Is.). Também

1 -1 1 - 1

se sabe que vale o teorema de Von Neumann-Morgenstern. Daí, se os jogadores que nao o i-ésimo jogam 0i=(01' ••• ,oi_1,oi+1, •.• ,on)

(que se representa por 0i(s-i)=(01(sl), •.. ,oi_1(si_1),oi+1(si+1)' ••• ,on(sn) tem-se que, para cada si € Si e cada ai E Ai:

Este valor representa a utilidade esperada para o jogador i ca-50 os outros joguem

° .,

caso ele seja do tipo s. e caso ele

-1 1

tome a ação a ..

1

o

valor esperado é tornado com base em sua

dis-tribuição a priori dos tipos dos outros.

Um comportamento não cooperativo deve supor que o jo-gador i tentará, de modo independente, escolher a ação ai que maximiza seu ganho esperado. 6bvio é que este valor vai depen-der de seu tipo si. Por conseguinte:

Definição 6: Dado rI' uma ênupla (ãl, ..•

n) de estratégias dos jogadores é dita um equilíbrio de Harsanyi-Nash (ou equilíbrio bayesiano) se: Vi

=

l, . . . ,n; Vs. E S. i Va. € Ai; tem- se :

1 1 1

Ui<Õ .,a.{s.),s.)? U.(o j ' ai' sl')' Isto quer dizer que õ.(s.)

-1 1 1 l 1 - 1 1

resolve:

max L Pies ·Is.) u

l. (o .(s-i),ai's ., s.)

-1 1 -1 -1 1

aiEAi s_i E S_i

(16)

Usando a mesma nctação do exemplo, sejam Qll,Q12,Q21'CJ 22, respectivamente, os valores de

estratégia

da firma 1 e a estratégia da firma 2) .

Calculando as expressoes

-Tem-se: (dados Qll,q12,q21,q22 um equilíbrio de Nash)

de de

i = 1 , al =Q , sI = 1

1

2"

(A)

1

[(4-Q-q )Q - C (Q)] +[2: (4-Q-q22)q - C

2(Q)] (B)

2

21 2 2

(D)

A manéira de resolver e simples. Acha-se o máximo

-

,...

(B)

-

de (C)

-(A) e este e Qll' de e este e Q12' e este e q2l

(D) e este e CJ

(17)

.16.

g

possível que se calcule que a única solução é: 8

=

"9

e

Isto TIC:S dá o quadro de configurações abaixo:

FIRMA 2

Custo Fixo Custo Fixo

Alto Baixo

FI

=

O FI

=

O

Custo Fixo Alto

F

2 O F2

8

=

=

9

FIRMA 1

FI

=

"9

8 FI

=

"9

8 Custo Fixo

8

Baixo F

2 = O F2 =

"9

Visto o exemplo acima, ver-se-á agora de que outras maneiras pode um jogo de informação incompleta aparecer. A mais important,~ ;~.J.quela situação em que as P i ' s vêm de uma grande distribuiç20 ,1 p""'iori P E W(S}. Neste caso há urna

sim-plificação na forma corno o jogo é apresentado. rI agora e ( n n

n ) \

descri to por (Ai) i=l' (Si) i=l' (ui) i=l' P

/ Este é

dito um jogo consistente (Pi(si) = PC. Isi }).

No caso finito é possível mostrar que as estratégias sao escolhidas de modo que Vi a i: Si -+ A maximize em L i a função L P(s} ui

(ã_

i (s_i)' ai (si)' s).

SE S

(18)

.17.

complicações técnicas aparecem no caso #Si= +00.

A vantagem desta versão consistente

é

a notação muito mais concisa. E, além do mais, a idéia de informação incomple-ta é perfeiincomple-tamente capincomple-tada pelo modelo.

O exemplo anterior provém de uma distribuição a priori:

P(l,l)

=

P(1,2)

=

P(2,l) == P(2,2) ==

i

No caso finito pode-se tomar sempre as ~IS como vindo de uma grande distribuição a priori independente. Obtem-se is-to definindo uma nova função ganho: vi (a,s)

=

Pi (s_i!si)ui (a,s), e definindo P

i' (s_i1s1) == j TI P. (s.) onde ~i J J P. J (s.) J

=

1

#3.

J

Finalmente note-se que é possivel olhar para um jogo de informação incompleta (na forma consistente) e tal que

#

Si<

+

00 Vi, como sendo um jogo de informação completa mas in-formação ~perfeita (como definido por Kuhn (1953) onde há uma jogada da natureza no inicio.

Seja o exemplo com 2 joqadores e dois tipos cada: O jogador 1 pode ser 1 ou 2, o dois a ou b. Suponha também que cada um possui duas alternativas, ou seja #A l=# A2==2.

Conside-ra-se também o caso consistente.

(19)

.1f3.

4. Exemplos ele -A.flicações da Teoria dos Jogos em Economia: (não cooperativos).

1- Hodelos simples de oligopólio: Cournot, Bertrand, Edgeworth, Stackelberg, Hotteling (ver Henderson e Quandt (1971), SinDnsen

(1967), Varian (1978») •

2- Modelos de leilões: por exemplo o das LTN -+ cada "dealer"

é

um jogador que tem que dar a taxa de desconto e quantidade que está disposto a comprar. {ver Milqrom e Weber (1982), Harris e Raviv (1981»).

3- Modelos de votação (ou de escolha de bens públicos): Se há uma votação para governador, e há 5 candidatos, os quais podem ter qualquer ordem na preferência popular, como des~ cobrir o vencedor? Haverá possibilidades de manipulação do resultado (jnÍJ~ ~rando uma preferência que na realidade não é a sua verdadeira)? E com os bens públicos? Como saber exa-tamente quanto vale para cada um dos consumidores um bem~

muitos ou todos eles terão que consumir? (ver ribbard (1973) SatterthNaite (l97S). ~1askjn (1978) e Dasgupta,Hammond e Mas kin (1979».

4- !-lodelos de Entrada ou não de uma firma no mercado. (ver Dixit (1982»).

5- Modelos de investimento em novas tecnologias.

6- Modelos de negociação de dividas externas. (ver Simonsen (1984)

L.

7- Modelos de interdependência das poli ticas monetária/fiscal de paises grandes.

(20)

.19.

9- Nodelos de greve e negociação salarial.

10- Modelos de mercado de ações imperfeito: há

um

grande compra~

dor que se sabe que possui informação privilegiada. Como re~ ponderá o mercado? Como deve este comprador (ou vendedor) a-gir? (Ver Kyle(198l».

11- Teoria dos Contratos: problemas de assimetria de informação, principal e agente, azar moral, seleção adversa. (Ver Myerson

(21)

.20.

5. Bibliografia

Berge, C (1957), Theorie Générale de Jeux A n Personnes, ~1émorial

des Sciences Mathématiques n9 138, Paris: Gouthier-Villars.

Billingsley, P. (1968), Convergence of probability Measures, New

York: John Wiley & Sons,rnc.

Dasgupta,P. , P.Hammond eE.Maskin (1979), 'l':'he Implementation of Social Choice Rules: Some General Results on Incentive Com patibi1ity", Review of Economic Studies, vol. 46.

Dixit, A. (1982), "Recent Deve10pments in Oligopoly Theory" , Amer. Econ.Rev. vol.72,n9 2, pp. 12-17.

Gibbard,A. (1973), "Manipulation of Voting Schemes: A General .~e­

sult", Econornetrica, vol. 41, n9 4, pp 586-601.

G1icksberg, I.L. (1952), 11 A Further Generalization of the

Kakuta-ni Fixed Point Theorern with Applications to Nash Equi1ibriurn Points", Proc. Amer.Math. Soco 3, pp. 170-174.

Harris, M. e A. Raviv (1981) ,"Al1ocation Mechanisrns and the Design ofAuctions", Econornetrica voI. 49, n9 6, pp.1477-1499.

Harsanyi, J .C. (1967-G8), !!GCl"lllc.:S " .. Jilh Incomp1ete Inforrnation P1ayed

by "Bayesian" P1ayers, Parts 1-111", Management Science 14,

pp. 159-182, 320-334, 486-502.

Henderson, J. M. e R.E. Quandt (1971), Microeconornic Theory A

Mathe-matical Approach, segunda edição, Tokyo: McGraw-Hi1l Kogaku-sha, LTD.

Herstein, LN. e J. Milnor (1953), "An Axiornatic Approach to

Measu-rab1e Uti1ity", Econornetrica vol. 21, n9 2, pp. 291-297.

Kuhn, H. (1953), "Extensive Garnes and the Prob1erns of Information" , Contributions to the Theory of Games, vol.II, 193-216, Prin-ceton: Princeton University Pressa

flJND .... ÇAO GETULIO VARGAS

(22)

.21.

Ky1e, P. (1981), Tese de doutoramento, University of Chicago.

Maskin, E. (l978), "Irnplernentation and Strong Nash Equilibriurn" Working Paper nQ 216 (MIT , Cambridge, MA).

Mi1grom, P.R. e R.J. Weber (1982), "A Theory of Auctions and

Compe-titive Bidding", Econometrica vol.50, pp.l089-1122.

Myerson, R.B. (1982), "0ptirnal Coordination Mechanisrns in

Genera-lized Principa1-Agent Problerns" Journa1 of Math. Econ. vol. la, n9 1, pp. 67-81.

Myerson R.B. (l983), " Bayesian Equilibrium and Incentive

Compati-bi1ity: An Introduction", J.L. Kel10g Graduate Schoo1 of

Managernent, Discussion Paper n9 548, Northwestern University.

Nash, J. (1951), "Non-Cooperative Garnes", Anna1s of Mathematics 54, pp. 286-295.

Neumann, J. e O. Morgenstern {1947}, The Theory of Garnes and Econo-mic Behavior, segunda edição, Princeton: Princeton University PreSSa

Satterthwaite, H.A. (1975), "Strategy-proofness and Arrow's Condi-tions-Existence and Correspondence Theorerns for Voting Pro-cedures and Social We1fare Functions", Jour. Econ. Th. voI. 10, n9 2, pp. 187-217.

Se1ten, R. (1975), "Reexamination of the Perfectness Concept for

Equi1ibriurn Points in Extensive Games", Intern. Jour. Game Th. 4, pp. 25-55.

Simonsen, M.R. (1967), Teoria l-Ucroeconôrnica: Teoria da Concorrên-cia Imperfeita, Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas.

(23)

Varian, H. (1978), ItMicroeconomic Ana1ysis", New York: W.W. Norton

&

Company.

Wer1ang, S.R.C. (1983), nA Keynesian l-1ode1 of Nominal Wages", nao

(24)

.'

ENSAIOS ECO~nMICOS DA EPGE

1. ANALISE COMPARATIVA DAS ALTERNATIVAS DE POLTTICA COMERCIAL DE UM PAIS EM

PRO-CESSO DE INDUSTRIALIZAÇ~O - Edmar Bacha -

1970

(ESGOTADO)

2. ANALISE ECONOMETRICA DO MERCADO INTERNACIONAL DO CAFE E DA POLTTICA

BRASILEI-RA DE PREÇOS - Edmar Bacha -

1970

(ESGOTADO)

3.

A ESTRUTURA ECONOMICA BRASILEIRA - Mario Henrique Simonsen -

1971

(ESGOTADO)

~. O PAPEL DO INVESTIMENTO EM EDUCAÇAO E TECNOLOGIA NO PROCESSO DE DESENVOLVIMEN

TO ECONOHICO - Carlos Geraldo Langoni -

1972

(ESGOTADO)

5.

A EVOLUçAO DO ENSINO DE ECONOMIA NO BRASil - Luiz de Freitas Bueno -

1972

6.

POLTTlCA ANT I-I NFLAC 10NÂRIA - A CONTRI BU I ÇAO BRAS I LE I RA - Mario Henri que

Si-monsen -

1973

(ESGOTADO)

7.

ANALISE DE S(RIES DE TEMPO E MODELO DE FORMAÇAo DE EXPECTATIVAS - José Luiz

Carvalho -

1973

(ESGOTADO)

8.

DISTRIBUIÇAO DA RENDA E DESENVOLVIMENTO ECONOM/CO DO BRASIL: UMA

REAFIRMAÇAO-Carlos Geraldo Langoni -

1973

(ESGOTADO)

9.

UMA NOTA SOBRE A POPULAÇAO OTIMA DO BRASIL - Edy Luiz Kogut -

1973

10. ASPECTOS DO PROBLEMA DA ABSORÇAO DE MO-DE-OBRA: SUGESTOES PARA PESQUISAS

José Luiz Carvalho - 197~ (ESGOTADO)

11. A FORÇA DO TRABALHO NO 8KA)iL - Mario Henrique Simonsen -

1974

(ESGOTADO)

12. O SISTEMA BRASILEIRO DE INCENTIVOS FISCAIS ~ Mario Henrique Simonsen -

1974

(ESGOTADO)

13.

MOEDA - Antonio Maria da Silveira -

J974

(ESGOTADO)

1~. CRESCIMENTO 00 PRODUTO REAL BRASILEIRO -

1900/1974 -

Claudio Luiz Haddad

1974

(ESGOTADO)

15.

UMA NOTA SOBRE NOMEROS TNDICES - José Luiz Carvalho -

1974

(ESGOTADO)

(25)

17.

DISTRIBUIÇAO DE RENDA: RESUHO DA EVIDENCIA - Carlos Geraldo Langoni -

197~

(ESGOTADO)

18. O HODELO ECONOMtTRICO DE ST. LOUIS APLICADO NO BRASIL: RESULTADOS

PRELIMINA-RES - Antonio Carlos Lemgruber -

1975

19.

OS MODELOS CLASSICOS E NEOCLAsSICOS DE DALE W. JORG;NSON - Eliseu R. de Andra

de Alves - 1975

20. DIVID: UM PROGRAMA FLEXfvEL PARA CONSTRUÇAO DO QUADRO DE EVOLUÇAO DO ESTUDO DE

UMA DrVIDA - Clóvis de Faro -

1974

21. ESCOLHA ENTRE OS REGIMES DA TABELA PRICE E DO SISTEMA DE AMORTIZAÇOES

CONSTAN-TES: PONTO-DE-VISTA DO MUTUARIO - Clovis de Faro -

1975

22. ESCOLARIDADE, EXPERIENCIA NO TRABALHO E SALARIOS NO BRASil - José Julio Senna

- 1975

23. PESQUISA QUANTITATIVA NA ECONOHIA - Luiz de Freitas Bueno - 1978

24. UMA ANALISE EH CROSS-SECTION DOS GASTOS FAMILIARES EH CONExAo COM NUTRIÇAO,

SAODE, FECUNDIDADE E CAPACIDADE DE GERAR RENDA - José Luiz Carvalho -

1978

25. DETERMINAÇAO DA TAXA DE JUROS IMPLfCITA EM ESQUEMAS GENtRICOS DE fiNANCIAMENTO:

COMPARAÇ~O

ENTRE OS ALGORfTIHOS DE WILD E DE NEWTONRAPHSON Clóvis de faro

-1978

26. A URBANIZAÇAO E O CrRCUlO VICIOSO DA POBREZA: O CASO DA CRIANÇA URBANA NO BRA

SIL - José Luiz Carvalho e Urie) de Magalhães - 1979

27. MICROECONOKIA - Parte I - FUNDAMENTOS DA TEORIA DOS PREÇOS - Mario Henrique

Simonsen

-1979

28. ANALISE DE CUSTOS E BENEFfclOS SOCIAIS II - Edy Luiz Kogut - 1979

29. CONTRADIÇAO APARENTE - Octávio Gouvêa de Bulhões-

1979

30. MICROECONOHIA - Parte 2 - FUNDAMENTOS DA TEORIA DOS PREÇOS - Kario Henrique

Simonsen - 1980

(26)

32. MICROECONOMIA - Parte A - TEORIA DA

OETERMINAÇ~O

DA RENDA E DO NTVEl DE PREÇOS

José Jutlo Senna - 2 Volumes - 1980

33.

ANALISE DE CUSTOS E BENEFTclOS SOCIAIS II I - Edy Luiz Kogut - 1980

34.

MEDIDAS DE

CONCENTRAÇ~O

- Fernando de Holanda Barbosa - 1981

35.

CRtDITO RURAL: PROBLEMAS ECONOMICOS E SUGESTOES DE MUDANÇAS - Antonio Salazar

36.

DETERMINAÇ~O

NUMtRICA DA TAXA INTERNA DE RETORNO: CONFRONTO ENTRE ALGORTTIMOS

DE BOULDING E DE WILD - Clovis de Faro - 1983

37. MODELO DE EQUAÇOES SIMULTANEAS - Fernando de Holanda Barbosa - 1983

38. A EFICltNCIA MARGINAL DO CAPITAL COMO CRITtRIO DE AVALIAÇAO ECONOMICA DE PROJE

TOS DE INVESTIMENTO - Clovis de Faro - 1983 (esgotado)

-39. SALARIO REAL E

INFLAÇ~O

(TEORIA E ILUSTRAÇAO EMPTRICA) - Raul José Ekerman

- 1984

40. TAXAS DE JUROS EFETIVAMENTE PAGAS POR TOMADORES DE EMPRtSTIMOS JUNTO A BANCOS

COMERCIAIS - Clóvis de Faro - 1984

410

REGULAMENTAÇÃO E DECiSOES DE CAPITAL EM BANCOS COMERCIAIS: REVISÃO DA LITERATURA

E UM ENFOQUE PARA

(1 ""~":' Url,::l'·. ~'..;.J1k~>:r. - 1981~

42.

fNDEXAÇ~O

E AMBltNCIA GERAL DE NEGOCIOS - Antonio Maria da Silveira - 1984

43. ENSAIOS SOBRE INFLAÇAo E

INOEXAÇ~O

- Fernando de Holanda Barbosa - 1984

44. SOBRE O NOVO PLANO DO BNH: "SIMC

II

*

-Clovis de Faro - 1984

45.

SUBSrDIOS CREDITTclOS

A

EXPORTAÇAo - Gregório FuL. Stukart - 1984

46.

PROCESSO DE DESINFlAÇAO - Antonio C. Porto Gonçalves - 1984

(27)

48.

SALARlos

"~DIOS

E SALARIOS INDIVIDUAIS NO SETOR INDUSTRIAL: UM ESTUDO DE DIFEREN

CIAÇAO SALARIAL ENTRE FIRMAS

E

ENTRE INDIVrDUOS - Raul José Ekenman e Urfel

de

Magalhães - 1984

49. THE DEVELOPING-COUNTRV DEBT PROBLEM - Mario Henrique Slmonsen - 1984

50. JOGOS DE INfORMAÇAo tNCOMPLETA: UMA INTRODUçAo

~

Sérgio Ribeiro da Costa Werlang

- 1984

Referências

Documentos relacionados

Antes de mostrarmos a rela¸ c˜ ao entre regularidade de uma curva e existˆ encia de reparametriza¸c˜ oes por comprimento de arco dessa curva, notemos uma propriedade sim- ples

RODOLFO – Júlia, dizer quando eu não saberia porque acredito que sempre fui apaixonado por você?. Não tenho receio de dizer que você sempre foi a mulher da

Como você pode ver, além da função primária como um banco de dados online para vários pacotes node.js, o objetivo principal do gerenciador de pacote Node é

thread corrente em estado de espera até que outra thread chame os métodos notify ou notifyAll liberando o

A implementação da pesquisa como prática de formação é difícil, mais pela concepção restrita dada à pesquisa pelas “comunidades científicas” do que pela

É o nome usado para descrever empresas que prestam serviços financeiros, tendo na tecnologia seu grande diferencial — muitas delas, inclusive, não têm agências para atender

Após o sucesso nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a Confederação Brasileira de Cano- agem tem mais um motivo para celebrar: a en- tidade renovou o contrato de patrocínio com a

O analfabeto político é aquele que tem a mesma opinião que a maioria das outras pessoas e não procura saber se ela está correta ou não, muito menos