• Nenhum resultado encontrado

CQ121-Aula 3-Eletrogravimetria e Coulometria (1)

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CQ121-Aula 3-Eletrogravimetria e Coulometria (1)"

Copied!
23
0
0

Texto

(1)

Universidade Federal do Paraná (UFPR) Departamento de

Universidade Federal do Paraná (UFPR) Departamento de QuímicaQuímica

Eletrogravimetria e Coulometria

Eletrogravimetria e Coulometria

CQ121  Química !nalítica "nstrumental 1 CQ121  Química !nalítica "nstrumental 1

Pro#$ %ui& 'umerto arcolino *+nior

Pro#$ %ui& 'umerto arcolino *+nior Pro#$ árcio Fernando ,ergaminiPro#$ árcio Fernando ,ergamini

1 1

-.cnicas eletroanalíticas/

-.cnicas eletroanalíticas/

"nter#ace "nter#ace Estáticos ("0)

Estáticos ("0) DiDinnmimicocos (s ("" ))

Potenciometria

Potenciometria-itula34es potenciom.tricas-itula34es potenciom.tricas

Potencial controlado

Potencial controlado Corrente constanteCorrente constante Eletrogravimetria

Eletrogravimetria-itula34es coulom.tricas-itula34es coulom.tricas

Coulometria Coulometria

com potencial controlado

com potencial controlado5oltametria5oltametria amperom.tricasamperom.tricas-itula34es-itula34es EletrogravimetriaEletrogravimetria

2 2

Diversas t.cnicas operam com passagem de corrente el.trica Diversas t.cnicas operam com passagem de corrente el.trica (Di#erente da potenciometria)

(Di#erente da potenciometria) E67

E67

Emora e6istam outras t.cnicas 8ue #uncionem com a passagem de

Emora e6istam outras t.cnicas 8ue #uncionem com a passagem de corrente .corrente . importante de9nir algumas características gerais destas$

importante de9nir algumas características gerais destas$ 33 Eletrogravimetria 7 medidas da massa de um dep:sito #ormado sore um

Eletrogravimetria 7 medidas da massa de um dep:sito #ormado sore um eletrodo (Eletrogravimetria)eletrodo (Eletrogravimetria)

Coulometria7 medida da carga utili&ada para a conv

Coulometria7 medida da carga utili&ada para a convers;o de uma determinada ers;o de uma determinada esp.cie (Coulometria)$esp.cie (Coulometria)$

5oltametrias7 Con<unto de t.cnicas cu<a in#orma34es do analito (8uali e 8uanti) s;o otidas por medidas de c

(2)

Eletrogravimetria e Coulometria s;o t.cnicas 8ue as medidas re>etem

Eletrogravimetria e Coulometria s;o t.cnicas 8ue as medidas re>etem o conte+do total do analito em solu3;oo conte+do total do analito em solu3;o

5oltametrias7 medidas s;o re#erentes uma pe8uena convers;o do analito na super#ície de

5oltametrias7 medidas s;o re#erentes uma pe8uena convers;o do analito na super#ície de um eletrodo a 8ual depende do conte+do total do analito em solu3;oum eletrodo a 8ual depende do conte+do total do analito em solu3;o

Características

Características

? necessário 8ue o analito se<a depositado ou

? necessário 8ue o analito se<a depositado ou convertido totalmente naconvertido totalmente na super#ície dos eletrodos$ Para 8ue isso se<a

super#ície dos eletrodos$ Para 8ue isso se<a prático (tempo) usase eletrodos com grande área$prático (tempo) usase eletrodos com grande área$

@;o . necessário 8ue o

@;o . necessário 8ue o analito se<a depositado ou convertido totalmenteanalito se<a depositado ou convertido totalmente na super#ície dos eletrodosA usase eletrodos com pe8uena área$ na super#ície dos eletrodosA usase eletrodos com pe8uena área$44

n

n

!!

0

0 Q

Q

nF

nF

Relemrar algumas rela34es

Relemrar algumas rela34es

Corrente el.trica (") 0 ! (!mpere) 0 CBs Carga (Q) 0 C (Coulom) Corrente el.trica (") 0 ! (!mpere) 0 CBs Carga (Q) 0 C (Coulom)

Constante de Farada (F) 0 GHI C B mol Constante de Farada (F) 0 GHI C B mol ee %eis de

%eis de FaradaFarada

Q 0 " t (corrente constante) Q

Q 0 " t (corrente constante) Q 00 " dt (corrente variável)" dt (corrente variável) Densidade de corrente7

Densidade de corrente7. a 8uantidade de corrente 8ue >ui atrav.s do eletrodo por unidade de área . a 8uantidade de corrente 8ue >ui atrav.s do eletrodo por unidade de área do mesmo (p$e6$7 !Bcmdo mesmo (p$e6$7 !Bcm22)$)$

E9ciJncia de corrente7

E9ciJncia de corrente7 considerase 8ue considerase 8ue a corrente a corrente será será 1K1K e9ciente se a 8uantidade de material

e9ciente se a 8uantidade de material depositado #or a prevista peladepositado #or a prevista pela lei de Farada$

lei de Farada$ 55

Eletrodo pe8ueno (voltametria)

Eletrodo pe8ueno (voltametria)Eletrodo grande (eletrogravimetria e Eletrodo grande (eletrogravimetria e coulometria)coulometria)

Eletrodos em eletr:lise e6austiva

Eletrodos em eletr:lise e6austiva

EL7 Considere a rea3;o de redu3;o M6 N e

EL7 Considere a rea3;o de redu3;o M6 N e RedA em 1 m% de RedA em 1 m% de uma solu3;o OM6 0 IA 6 1

uma solu3;o OM6 0 IA 6 1mol %mol %11(n(no6o60 IA 6 10 IA 6 1GGmolmolo6o6))

Um eletrodo7

Um eletrodo7 rea 0 A1 crea 0 A1 cmm22 Corrente aplica

Corrente aplicada 0 1 da 0 1 ! Densidade ! Densidade de corrente de corrente 0 1 m! 0 1 m! cmcm22 Um eletrodo7

Um eletrodo7 rea 0 1 rea 0 1 cmcm22

Corrente aplicada 0 1 m! Densidade de corrente 0 1 m! cm Corrente aplicada 0 1 m! Densidade de corrente 0 1 m! cm22

1 =ora de eletr:lise

1 =ora de eletr:lise 1 =ora de eletr:lise1 =ora de eletr:lise

6 6

(3)

-empo necessário para eletr:lise total

Eletrodos em eletr:lise e6austiva

Eletrodo pe8ueno (voltametria)

Q 0 "/t 0 1 6 1CBs /  s Q 0 "/t 0 A C no60 A C / 1 B GHI (CBmole)/ molo6B mole

no60 AS 6 1molo6

( no6eletrolisado0 ASG K) Eletrodo grande (eletrogravimetria e coulometria)

Q 0 "/t 0 1 6 1CBs /  s Q 0 "/t 0  C no60  C / 1 B GHI 0 AS 6 1 neletrolisadoo6 0 SG K/1 /1Q 0 IA 6 1Gmolo6/(moleBmolo6)/GHI CBmole0 GHA2G C

t 0 Q B " 0 GHA2G C B 1 6 1CBs 0 GH2AG s T H minutos

M pre3o pago !plica3;o de uma #onte e6terna de corrente ou potencial V #or3a motri& 8ue Wi mpulsionaX a rea3;o$

C.lulas Yalvnicas e E letrolíticas

C?%U%! Y!%5Z@"C!7 [entido espontneo %emrando 8ue7 Y o0 nFEc.lulaoA teremos7

Eo

c.lula\ Y ] o espontneo no sentido considerado Eo

c.lulaV #or3a motri& 8ue WimpulsionaX a rea3;o$

C?%U%! E%E-RM%^-"C!7 [entido n;o es pontneo$ Eo

c.lula] Y \ o n;o espontneo no sentido considerado

8 7

(4)

Como #a&er as rea34es n;o espontneas ocorrerem

E67 E67

•C.lulas de 2 eletrodos

•Fontes •C.lulas de  eletrodos•Potenciostatos

9

Potencial de c.lula controlado Corrente constante

•Potencial de eletrodo de traal=o controlado

Coulometria B EletrogravimetriaCoulometria B Eletrogravimetria 5oltametrias

(5)

Ec.lula0 E@ernst Ec.lula0  ASG 5

Potencial de c.lula controlado

@a ausJncia de correnteA podemos calcular o potencial da c.lula Ean0 E!g !gClB N AI log OCl 0 A2 5 Ecat0 E 2N Cd BCdN AIB2 log OCd2N 0 AGS1 5

E@ernst0 Ered átodoc N Eo6 nodo

Ec.lula0 E@ernstN E <un3;o

Ec.lulao ] Y \ o

n;o espontneo no sentido considerado 10

E

_=mico

0 R

cel

"

cel

E

aplicado

0 E

@ernst

 E

_=mico

Potencial de c.lula controlado

[e dese<armos 8ue uma corrente circule pela c.lulaA esta #uncionará como um componente el.tricoA sendo necessário aplicar um potencial um pouco mais negativo para compensar a resistJncia e

Esse termo deve ser inserido ao potencial de c .lula de #orma a tornálo mais negativoA ou se<aA . diminuído do E@ernst

E

aplicado

0 E

@ernst

N E

 <un3;o

 E

_=mico

11

Potencial de c.lula controlado

E

aplicado

0 E

@ernst

V R

cel

"

cel

[e para a c.lula anterior dese<armos 8ue uma corrente de 2A m! circule$ Qual deverá ser o potencial aplicado entre os eletrodos Considere Rcel0 1I$

E

aplicado

0 E

@ernst

V R

cel

"

cel

E

aplicado

0 ASG V (1I/2A 6 1



)

%emrar7 C.lula eletrolítica V cátodo e N n12odo

(6)
(7)

Potencial de c.lula controlado7 Comportamento gen.rico

Yenerali&ando

E

aplicado

0 E

@ernst

V R

cel

"

cel

"

cel

0 E

@ernst

V E

aplicado

R

cel

"

cel

0 E

@ernst

R

cel

V E

aplicado

R

cel

E8ua3;o de retaA comportamento linear

Esse comportamento seria esperado imediatamente ap:s a aplica3;o do potenci13

al

"

cel

0 E

@ernst

R

cel

V 1 E

aplicado

R

cel

[e a redu3;o ocorrer muito rapidamente7 OCd2Nsolu3;o` OCd2Ninter#ace de concentra3;o

Polari&a3;o por concentra3;o (

concentra3;o

)

[M,REPM-E@C"!% DE CM@CE@-R!bM7 [urge 8uando a velocidade de transporte da esp.cie eletroativa at. a super#ície do eletrodo n;o . su9ciente para manter a corrente dese<ada

E  cátodo   0,403 log0,059 [Cd ] 22     15

Potencial de c.lula controlado7 Comportamento gen.rico

Polari&a3;o cin.tica e Polari&a3;o por concentra3;o V D;o origem a sorepotenciais (

concentra3;o

e

cin.tico

)

Para alguns casosA os valores decin.tico. t;o grande 8ue deve ser considerado no cálculo do Eaplicado

14

(8)

5alores de sorepotencial para #orma3ao de '

2

e M

2

17

Quantidade de energia necessária para superar a energia de ativa3;o da semirea3;o

Característico da rea3;o e do eletrodo

E#eito mais pronunciado para processos 8ue envolvem a #orma3;o de gases

5alores negligenciáveis para a deposi3;o de certos metais (CuA !gA nA Cd e 'g)

Diminui com a utili&a3;o de menores densidades de carga

[orepotencial cin.tico (

cin.tico

)

16

Calcúlo do potencial aplicado considerando os sobrepotenciais

E

aplicado

= E

Nernst

+ E

Junção

- E

Ôhmico

+

cinético

+

concentração

(9)

Qual deve ser o potencial aplicado a célula para que uma corrente de 1,5 A circule? Considere Rcel= 0,5Ω, Área do eletrodo = 150 cm,!solu"#o= 00 m$%

Rea"&es envolvidas'

Cu++ e- Cuo !C"todo# $% &%!'#+  $++ e- !(nodo#

$% + Cu+ Cuo + &% +  $+ !)eação 'lobal#

!s# !'#

(10)

Calc+lo do potencial aplicado c onsiderando os sorepotenciais

!lgumas simpli9ca34es

E

aplicado

0 E

@ernst

 E

=mico

N

ancatancat

Redu3;o de core T 

cin$

N

 cin$

N

 con

N

con

M6ida3;o do solvente T 

@o inícioA OCu2Nsuper#ície0 OCu2Nsolu3;oT 

E

aplicado

0 E

@ernst

E

=mico

N

ancin0,01 A cmi = I / A = 1,5 A / 150 cm-2 2= !" t#$!l# %  0 AHI5)

!"&'o &im(li)c#d# (#"# o !*!m(lo d#do, c#d# c+ll# (od! t !" co&id!"#.!& di!"!t!&19

E

aplicado

0 E

@ernst

 E

=micocin$

N

N

ancatancatcin$

N

 con

N

con

E

aplicado

0 E

@ernst

 R

cel

/"

cel

N

can in

Cálculo do potencial aplicado considerando os sorepotenciais

Cu2NN 2e  Cuo (Cátodo) Considerando

ECu2NBCu0 NAG 5 EM2B'2 0 N1A2 5 '2M  fM2(g)N 2 'NN 2e (Znodo)

O'N 0 1A mol %1ApM20 1 atm '2M N Cu2N Cuo N fM (s)2(g) N 2 'N (Rea3;o gloal) OCu2N 0 A22 mol %1

E

_=mico

0 R

cel

/"

cel

0 AI / 1AI

E

aplicado

0 AG  ASI  AHI

E&&! + o #lo" d! (ot!ci#l ! d!! &!" #(lic#do (#"# # c+ll# cio#" # codi.'o d!&!#d#

asA e depois20

E

aplicado

0 E

@ernst

 R

cel

/"

cel

N

c an in

E

@ernst

0 AG 5

E

_=mico

0 ASI 5

ancin

0 AHI 5

E

aplicado

0 2AIG 5

"

t

0 "

e

t

Comportamento da c.lula ap:s a aplica3;o do potencial

Com o t!m(o, # co""!t! t!d! # dimii" (o"! # #tid#d! d! co$"! !m &ol.'o dimii, #l+m di&&o, &"g! # OCu2Nsuper#ícieOCu2Nsolu3;o(polari&a3;o por concentra3;o)

 = 1,0 * 10-5cm2/&

= 2 * 10-3cm

M 8ue acontece com as variáveis envolvidas no calculo do Eaplicado 21

(11)

Comportamento da c.lula ap:s a aplica3;o do potencial

#mo& co&id!"#" m t!m(o d! 25 mito&

"2I0 A1I !

#"# &#$!" #do d! c#"g# ci"clo + !c!&&á"io "!&ol!" # !#.'o

Q 0" dt (corrente variável)

Q 0 HGSAG C

Com !&&# c#"g#, #to d! co$"! oi "!dido 

22

Rea3;o7 Cu

2N

N 2e



Cu

Um raciocínio análogo para o nodo mostra 8ue Enodo0 N1A215

Comportamento da c.lula ap:s a aplica3;o do potencial

!(o&it#do

"!dC 2  

847,4C 

1

96485%Cmol

  )1

 2mol

 1mol

C2   

4,39*10

  )3

mol

C 2   !  ) !  ) :o i;cio

iici#lC 2  

0,200<

 

0,0220mol

2   C

1<

4,40*10

  )3

mol

C 2  

Restante7 nrestante 2NCu0 GAG 6 1 GA 6 10 1A 6 1Imol2NCu

[C2  ] 1,0*10-5 0,2  5*10  )5mol<  )1 Ecátodo 0,059 -5  0,34 log [5,0*10 ]    0,213 2 23

(12)

E

_=mico

0 AI / A1I 0 AH 5

Comportamento da c.lula ap:s a aplica3;o do potencial

Potencial de 8ueda _=mica7 E

_=mico

0 R

cel

"

cel

I = 0,1335 A %25 mito&

[orepotencial cin.tico an:dico7

cinan

i = I / A = 0,1335 A / 150 cm2=

0,0009 A cm-2T A1 ! cm2

 !" t#$!l# %

 0 AS215)

E

aplicado

0 E

@ernst

 E

=mico

N

anancat

od! &!" d!&("!#do

cin

N

 con

N

con

:'o (od! &!" d!&("!#do,

(13)

E

aplicado

0 E

@ernst

 E

=mico

N

cinan

N

catcon

Comportamento da c.lula ap:s a aplica3;o do potencial

2AIG 0 1A1  AH  AS21 N

concat

E&&! &o$"!(ot!ci#l + #t"i$;do # "!#.'o do cátodo, (o"t#to, o (ot!ci#l "!#l do cátodo + o c#lcl#do (!l# !#.'o d! :!"&t m#i& o t!"mo d! &o$"!(ot!ci#l

icio>

E cat ?

cat

0 A2 N  (início) 0 NA2 5

con

A(@& 25 mito&> E c#t ?

catcon

0 A212 V AS 0 AI21 5

25

catcon

0 AS 5

E

cátodo

N

cat onc

Comportamento da c.lula ap:s a aplica3;o do potencial

Em uma c.lula com dois eletrodosA controlamos o potencial aplicado e n;o o potencial de um eletrodo

"sso #a& com 8ue o potencial do cátodo (ou nodo) varie para valores mais negativo (ou positivos) do 8ue o esperado

•Conse8uJnciaA 8ual8uer esp.cie 8ue ten=a um Ecátodonessa regi;o redu&irá concomitantemente aos íons Cu2N

 0 P2N , 0 Cd2Ne C 0 'N

Como evitar 8ue o potencial varie tanto 

CMRRE@-E CM@[-!@-E7 atematicamente o tratamento . di#erenteA mas varia34es no potencial real do eletrodo tam.m ocorrem e compromete a seletividade do m.todo$

Resumo7 Uma c.lula com dois eletrodos . di#íc il manter o potencial de um eletrodo constanteA e isso compromete a seletividade do m.todo$27

(14)

Eletrogravimetria7 Com dois eletrodos "nstrumenta3;o

Como . dese<ado 8ue o analito se<a depositadoA usase eletrodos na #orma de rede ( área grande) Uma #onte de correnteBpotencial . su#iciente para reali&ar as medid3a0s

C?%U%! CM -Rh[ E%E-RMDM[

Potencial de eletrodo de traal=o controlado

@ecessidade de um potenciostato (aumenta o custo instrumental)A por.mA . possível um controle rigoroso do potencial do eletrodo de traal=o

el=ora signi9cativa na seletividade

 corrente circula entre o eletrodo de traal=o e o contraeletrodo

M potencial do eletrodo de traal=o . mantido (ou variado) #rente a um eletrodo de re#erencia 28

Quando o E

cátodo

tenta variarA o e8uipamento muda o E

aplicado

e mant.m o E

cátodo

constante

Potencial de eletrodo de traal=o controlado

(15)

Eletrogravimetria 7 Com dois eletrodos

Emora n;o se<a muito seletiva e6istem diversas aplica34es

  "nício Final 31

Com esse tipo de e8uipamento podemos reali&ar separa34es entre esp.cies com potenciais relativamente pr:6imos

Eletrogravimetria7 Com trJs eletrodos

Considere uma solu3;o contendo OCu2N 0 A1 mol %1e O[n2N 0

A1 mol %1$ Calcule o potencial necessário para a deposi3;o de cada esp.cie (vs$ @'E) e ve<a se . possível uma separa3;o

8uantitativa dessas esp.cies Dados7 ECu BCu 2N0 NAG 5 e E[n B[n 2N 0 A1G1 5 33 !derente Denso Uni#orme "nerte ao ar

Cor da solu3;o (nem sempre . con9ável)

-este Qualitativo para o analito (retirar uma alí8uota)

Deposi3;o de um novo dep:sito (Dei6ar o eletrodo parcialmente imersoA 8uando ac=ar 8ue a eletr:lise está pr:6ima do 9mA mergul=ar um pouco mais o e letrodoA dei6ar 1I minuto

Eletrogravimetria7 !spectos práticos

 B m+todo + $#&!#do # m#&&# do !l!t"odo o"t#to + !c!&&á"io ! o d!(@&ito o"m#do t!D# #lgm#& c#"#ct!";&tic#&

:o"m#lm!t! !&&#& c#"#ct!";&tic#& &'o o$tid#& tili#do $#i*#& d!&id#d!& d! co""!t! %0,1 mA cm

2

 ! m!io cot!do #g!t!& com(

(16)

Eletrogravimetria

!lguns aspectos da eletrogravimetria

%imitada a esp.cies 8ue #ormam dep:sitos sore a super#ície dos eletrodos Dep:sitos ade8uados

Procedimentos n;o s;o t;o rápidos

Pode ocorrer rea34es paralelas (desde 8ue n;o #orme dep:sito)

@;o dependem de uma e9ciJncia de corrente de 1 K$ 35 Ecátodo0 NA222 5 (9nal) 1 Calcular o potencial de redu3;o para c ada esp.cie

  Core7 Estan=o7 E 0,340 0,059 log [0,1] cátodo  E  0,141 0,059 log [0,1]    2  cátodo  2 

O9nal 0 A1K da inicial (remo3;o de AK) E   0,340 0,059 log [0,0001]

cátodo 

 2 

NA1 5 NA222 5 A1S 5

A 5

Regi;o de deposi3;o

 E

incompleta (] AK) Regi;o ade8uada para deposi3;o

8uantitativa (\ AK) 34

(17)

.todos coulom.tricos s;o aseados na medida da carga

necessária para 8ue ocorra a convers;o completa de uma esp.cie em outro estado de o6ida3;o

Re8uisito para amos 7 e9ciJncia de corrente 0 1 K$

Coulometria

Pode ser reali&ado de duas maneiras7

Potencial de eletrodo de traal=o controlado

Coulometria potenciostática

•Corrente constante

-itula34es coulom.tricas (Coulometria amperostática)

(18)

Coulometria com potencial controlado

Potencial mantido em um nível constante V analito . responsável pela condu3;o de carga na inter#ace eletrodosolu3;o$ @;o re8uer calira3;o

@;o depende de medidas de massa

Potencial aplicado . responsável pela seletividade

Con9gura3;o e6perimental permite a reali&a3;o de eletr:lises em tempos relativamente curtos 37

Coulometria com potencial controlado

M ponto 9nal . atingido 8u ando a corrente atinge valores pr:6imos a &ero$ Em g eral a eletr:lise . WconsideradaX 8uantitativa 8uando a corrente atinge A1 K de seu valor inicial$ "nstrumenta3;o7 c.lula de eletr:liseA integrador eletr_nico e um potenciostato$

%ei de Farada

38

n

!

0 Q

(19)

E9ciJncia de corrente 0 1 K

REMbM DE ML"Yh@"M7 @2ou !r

M2N 2'NN 2e'2M2E1B2 AI 5 vs$ EC[ M2N G'NN Ge2'2M E1B2 1A 5 vs$ EC[ PR?E%E-Rj%"[E7 !ntes da adi3;o do analito a solu3;o . eletrolisada em um potencial superior ao utili&ado na determina3;o coulom.trica$ ! pr. eletr:lise . reali&ada at. a corrente atingir valores

E%E-RMDM DE -R!,!%'M7 Certos materiais apresentam elevado valor de para certas rea34es7

E6$7 Pt V ai6o sorepotencial para a redu3;o de 'N

'g V 1 5 sorepotencial para a redu3;o de 'N$ Pode ser empregado para

(20)

Coulometria

Potenciais para deposi3;o de alguns metais sore merc+rio$ E B 5 vs$ EC[

5ogelA !nálise Química QuantitativaA Ik edA %-CA p$ G2

Principais aplica34es analíticas7 8uanti9ca3;o de íons metálicos E6$7 [epara3;o entre @i e Co Pode tam.m ser empregado para a determina3;o e eletrossíntese de compostos orgnicos$ E6$7 ClCMM' N 'NN 2e  Cl2'CMM' N Cl 40

n

!

0 Q

nF

Coulometria

%ei de Farada

41

Coulometria a corrente constante (titula34es coulom.tricas)

Ms el.trons gerados em condi34es de corrente constante atuam diretamente como titulante ou geram uma esp.cie 8uímica 8ue reage 8uantitativamente com o analito$

EL7 Em uma solu3;o contendo "A a rea3;o do nodo será7

2 "



"

2

N 2 e

( iodo #ormado pode participar de alguma rea3;o)

! carga (Q 0 "/t) . proporcional a 8uantidade de iodo gerado

Yerado in situ eA portantoA dispensa padroni&a3;o$

42

Elemento Eletr*lito de suporte Ec"todo

Cu artarato "cido de s*dio , / p$ 0 -,12 Pb artarato "cido de s*dio , / p$ 0 -,2 Cd N$0Cl 1/ + N$3a41 / -,5

6n Piridina 1/ + $Cl p$ 7 -,8 Ni Piridina 1/ + $Cl p$ 7 -1,

(21)

43

-itula34es Coulom.tricas

!ssim como 8ual8uer titula3;o re8uer um meio para a detec3;o do ponto de e8uivalJncia$ Detectores visuaisA medidas potenciom.tricasA amperom.tricasA

condutom.tricas podem ser empregadas para a detec3;o do ponto de e8uivalJncia$

c.lula eletro8uímica de

con9gura3;o variadaA #onte para a

gera3;o de corrente constanteA coul_metro ou um medidor de tempoA WinterruptorX capa& de acionar simultaneamente a aplica3;o de corrente e o medidor de tempo ou coul_metro

-itula34es Coulom.tricas

Em titula34es coulom.tricas . comum os eletrodos estarem em compartimentos separados

44

Rea3;o no cátodo

2'2M N 2e2M'N '2(g) (para a titula3;o de ácidos)

Rea3;o no nodo

'2Mf M2(g)N 2'NN 2e (para a titula3;o de ases)

-itula34es Coulom.tricas

C.lula para gera3;o e6terna de ácidos e ases

Como #unciona7

[o >u6o de solu3;o aplicase um corrente por um determinado tempo (Yera3;o de M'e 'N)

(22)

Diversos reagentes podem ser otidos em eletrodos e suas rea34es podem ser e6ploradas em titula34es coulom.tricas

-itula34es Coulom.tricas

'g@'  2N @'GNN 2e'g N 2@'N ' 

%igante gerado eletroliticamente (E67 CdA nA PA Cu)

46

@otar7 !s titula34es coulom.tricas permitem a utili&a3;o de reagentes 8ue n;o seriam estáveis para arma&enamento EL7 !g2NA CuN(na presen3a de cloreto) e nN

-itula34es Coulom.tricas

47

-itula34es coulom.tricas vs$ volum.tricas

•!mas re8uerem um ponto 9nal oservável$ [u<eitos a erros de titula3;o$

•Em amas as rea34es analíticas devem ser rápidasA este8uiom.tricasA completas e livres de rea34es secundárias$ !nalogias7

•Fonte de correntesolu3;o padr;o (titulante)

•"nterruptortorneira da ureta

•"nterruptor pode ser W#ec=adoX em intervalos de tempo cada ve& menores  medida 8ue a titula3;o s e apro6ima do P$E$ (pe8uenas adi34es de reagentes) 48

(23)

-itula34es coulom.tricas vs$ volum.tricas

•@;o en#rentam prolemas com a prepara3;oA padroni&a3;o e arma&enamento de solu34espadr;o$ (reagente . gerado insitu)$

•Permite a Wadi3;o de micro8uantidades de reagenteX$ M processo volum.trico re8uer pe8uenos volumes de solu34es diluídasA o 8ue sempre implica di9culdades e6perimentais$ •[;o muito versáteisA no sentido 8ue uma +nica #onte de corrente pode gerar titulantes para várias esp.cies$

•Facilmente automati&ado (controle de corrente . #acilmente otido)$ •Yeralmente s;o vanta<osas em rela3;o ao respectivo processo volum.trico49

-itula34es coulom.tricas vs$ volum.tricas

-itula34es coulom.tricas vanta<osasA por.m n;o s;o isentas de erros7 •5aria3;o da corrente durante a titula3;o$

•E9ciJncia de corrente ] 1 K$ •Erros associados a medida da corrente$

•Erros associados a medida de tempo$

•Erro devido a di#eren3a entre o ponto de e8uivalJncia e o ponto 9nal$

•Flutua34es de corrente7 A1 V A2 K

•Com rela3;o ao erro de titula3;oA amos s;o similares uma ve& 8ue os m.todos de detec3;o s;o semel=antes$ 50

Referências

Documentos relacionados

QUANDO TIVER BANHEIRA LIGADA À CAIXA SIFONADA É CONVENIENTE ADOTAR A SAÍDA DA CAIXA SIFONADA COM DIÂMTRO DE 75 mm, PARA EVITAR O TRANSBORDAMENTO DA ESPUMA FORMADA DENTRO DA

Com o intuito de registrar tais alterações, anúncios de revistas premiados pelo 20º Anuário do Clube de Criação de São Paulo são apresentados de forma categórica como

E ele funciona como um elo entre o time e os torcedores, com calçada da fama, uma série de brincadeiras para crianças e até área para pegar autógrafos dos jogadores.. O local

No entanto, maiores lucros com publicidade e um crescimento no uso da plataforma em smartphones e tablets não serão suficientes para o mercado se a maior rede social do mundo

O valor da reputação dos pseudônimos é igual a 0,8 devido aos fal- sos positivos do mecanismo auxiliar, que acabam por fazer com que a reputação mesmo dos usuários que enviam

Diante do exposto, objetivou-se avaliar a produção de gases in vitro dos coprodutos de algodão, mamona, moringa, girassol e pinhão- manso, bem como a inclusão

Chora Peito Chora Joao Bosco e Vinicius 000 / 001.. Chão De Giz Camila e

Aos 7, 14 e 21 dias após a emergência (DAE), foi determinado o índice SPAD no folíolo terminal da quarta folha completamente expandida devido ser esta folha recomendada para verificar