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COMPLEMENTAÇÃO DA APRENDIZAGEM

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Academic year: 2022

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COMPLEMENTAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Anos Finais (6º ao 9ºAno)

Unidade de Ensino: E.M.DEP.CLÁUDIO MOACYR DE AZEVEDO Aluno(a):

Turmas:

900 E 901

Turno:

Período de Complementação:

De 31/08 a 12/09

Justificativa:

A Educação na Rede de Ensino Municipal de Iguaba Grande segue as orientações do Conselho Nacional de Educação – CNE, através do parecer CNE/CP nº 5/2020, aprovado em 28/4/2020, homologado e publicado no DOU em 02/06/2020 pelo Ministério da Educação em 30/04/2020, que traça diretrizes para a (re)organização do calendário escolar e a aplicação de atividades não presenciais.

Dessa forma, destaca-se a importância da organização do Material de Complementação da Aprendizagem de forma adequada, a fim de atender o Parecer do CNE, garantindo a qualidade exigida pelo órgão e o cômputo das atividades não presenciais para fins de cumprimento da carga horária mínima anual em razão da Pandemia da Covid -19.

REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE IGUABA GRANDE

2020

Querido Aluno, Querida Família!

Desde 16 de março estamos distantes. Cada um vivendo num espaço. As escolas foram fechadas; mas, sempre, buscando estar próximas com palavras de solidariedade e afeto!

Várias formas surgiram de contínuos contatos! A Rede Municipal de Ensino de Iguaba Grande vem ao longo desse período mostrando o seu valor. Todos os professores têm compartilhado suas práticas, para continuar próximos dos estudantes e das famílias.

Em diferentes tempos e espaços, Durante todo esse tempo descobrimos que aconteceram coisas lindas. Estudantes maravilhosos ganharam o mundo por meio das redes sociais!

E, com muita fé e esperança, o isolamento nos mostrou toda a nossa virtude!

Afinal, nossas crianças, adolescentes, jovens e adultos merecem todo o amor!

A saudade aumenta com o tempo. Nas lembranças estão nossos estudos, nossos amigos e nossas brincadeiras.

Desejamos que todos estejam bem e com saúde, cumprindo o autocuidado!

Assim, logo, logo, ao local amado teremos a volta: nossa ESCOLA!

Secretaria Municipal de Educação e Cultura

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA

(2)

Queridos responsáveis dos nossos queridos alunos da E. M. Dep. Cláudio Moacyr de

Azevedo!

Nosso Tema de Projeto Pedagógico: UM OLHAR PARA SI E PARA O OUTRO, elaborado com muito carinho nas nossas apostilas, vem de encontro com o que temos vivenciado. Momento de reflexão, de empatia, que é a condição de perceber-se como o outro se percebe, de sentir o que o outro sente, de identificar-se com ele, de trazer para a sua própria vida o propósito de auxiliar aquele que precisa, de sensibilizar-se com o outro.

Lidar com as emoções, os sentimentos, os comportamentos sendo elas positivas ou negativas, entender as necessidades e ajudando a lidar com o hoje para poder planejar o amanhã. Impossível fazer sozinho.

UM OLHAR PARA SI E PARA OS OUTROS

HOJE, AMANHÃ, SEMPRE.

Como ajudar seu filho a estudar em casa e manter uma rotina?

POSSO TE AJUDAR?

 Reserve um local adequado.

 Converse com seu filho da importância dos estudos.

 Elimine distrações no momento do estudo.

 Determine um horário para os estudos.

(3)

 Veja o Quadro de Rotina Diária que disponibilizamos como sugestão semanal.

 Participe das atividades.

 Reserve momentos de lazer.

 Verifique as dificuldades do aluno.

 Busque ajuda, ofereça ajuda.

Escola e a família, juntos nessa parceria proporcionando o processo de aprendizagem de forma contínua.

Também são aprendizagens importantes:

 Cozinhar juntos, arrumar a casa em parceria.

 Cantar música, ver filmes, ler histórias, um livro, um gibi, uma revista.

 Conversar com amigos e familiares utilizando a tecnologia.

 Descansar.

 Conviver.

.

QUADRO DE ROTINA DIÁRIA

Sugestão para as turmas do 2º ao 5º ano Segunda-

feira Terça-

feira Quarta-

feira Quinta-

feira Sexta- feira História Produção

Textual Ciências Produção

Textual Geografia Língua

Portuguesa Matemática Matemática Língua

Portuguesa Matemática Sugestão para as turmas do 6º ao 9º ano

Segunda-

feira Terça-

feira Quarta-

feira Quinta-

feira Sexta- feira Álgebra História História Geometria Inglês Educação

Física Arte Língua

Portuguesa Geografia Ciências Produção

Textual Geometria Álgebra Ciências Língua Portuguesa

Com muito carinho e respeito.

Luciana Arruda e Maria Valdijane

Orientadoras Educacionais

(4)

Professor(es): SYLVIA COSTA Aluno(a):

Período de Complementação: De 31/08/2020 a 12/09/2020

Ano/Turma: Turno: Disciplina: Dias trabalhados Carga horária:

9º ano (900/901)

Manhã Gramática 4 Dias 8 Tempos

Habilidades Conteúdos

- Identificar as orações subordinadas substantivas.

- Empregar as orações subordinadas substantivas para reescrever sequências textuais.

Orações Subordinadas Substantivas

Empregar, corretamente, a pontuação nas orações

subordinadas substantivas. Emprego da pontuação em Orações Subordinadas Substantivas

(EF89LP33) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos (...) etc.

Interpretação de Texto

ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS

As Orações Subordinadas Substantivas exercem as funções próprias de um substantivo (sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal e aposto).

Assim, conforme a função que desempenham no período composto, as Orações Subordinadas Substantivas classificam-se em subjetivas, objetivas diretas, objetivas indiretas, predicativas, completivas nominais e apositivas.

Essas orações são introduzidas pela conjunção subordinativa integrante que e, em alguns casos, se (as quais não desempenham função sintática) ou por pronomes ou advérbios interrogativos (como, onde, quanto, quando, qual, quem, etc.).

Exemplos:

Informou-se que ele chegará ainda hoje.

Não sei se viajarei amanhã.

Reconhecimento de Oração Subordinada Substantiva

I – Substituir a oração por um substantivo ou expressão que tenha por base um substantivo.

Exemplo: Desejo que você seja aprovado. (= sua aprovação) oração subordinada substantiva objetiva direta

II – Substituir a oração pelos pronomes isso ou isto (método mais simples).

Exemplo: Comenta-se que você viajará. (= Comenta-se isso.)

oração subordinada substantiva subjetiva

CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS A) Subjetiva: exerce a função de sujeito do verbo da oração principal.

I. É importante a sua felicidade.

sujeito

É importante que você seja feliz.

oração subordinada substantiva subjetiva

II. Convém a chegada dele ainda hoje.

sujeito

Convém que ele chegue ainda hoje.

oração subordinada substantiva subjetiva

(5)

III. Comenta-se a chegada dele ainda hoje.

sujeito

Comenta-se que ele chegará ainda hoje.

oração subordinada substantiva subjetiva

B) Predicativa: desempenha a função de predicativo do sujeito da oração principal.

Minha esperança é a sua felicidade.

predicativo

Minha esperança é que você seja feliz.

oração subordinada substantiva predicativa

C) Objetiva direta: exerce a função de objeto direto do verbo (transitivo direto) da oração principal.

Desejo a sua volta.

objeto direto

Desejo que você volte.

oração subordinada substantiva objetiva direta

D) Objetiva indireta: exerce a função de objeto indireto do verbo (transitivo indireto) da oração principal.

Gostaria do apoio de todos.

objeto indireto

Gostaria de que todos me apoiassem.

oração subordinada substantiva objetiva indireta

E) Completiva Nominal: exerce a função de complemento de um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio) da oração principal.

Tínhamos necessidade de sua ajuda.

complemento nominal

Tínhamos necessidade deque você nos ajudasse.

oração subordinada substantiva completiva nominal

F) Apositiva: desempenha a função de aposto de um nome da oração principal.

Desejo uma coisa: a sua felicidade.

aposto

Desejo uma coisa: que você seja feliz.

oração subordinada substantiva apositiva

Resumindo:

A PONTUAÇÃO NAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS

(6)

Exemplos:

Espero sinceramente isto: que vocês não faltem mais.

oração subordinada substantiva apositiva

Seu desejo – que os pais fossem felizes – incentivava-o.

oração subordinada substantiva apositiva

Seu desejo, que os pais fossem felizes, incentivava-o.

oração subordinada substantiva apositiva

(AS RESPOSTAS DEVEM SER APRESENTADAS NO CADERNO.) 1) Transforme as expressões destacadas em orações subordinadas substantivas. Faça as adaptações necessárias.

Modelo:

O segurança impediu a entrada dos atrasados.

O segurança impediu que os atrasados entrassem.

a) Convenci-o da importância do livro.

b) O professor pediu seu comparecimento hoje.

c) O importante é nossa atenção.

d) Convém sua ajuda aos colegas.

e) Ele estava certo da inocência do amigo.

f) Só desejo uma coisa: sua aprovação!

g) É indispensável a sua participação.

h) Conseguiram a classificação do time.

2) Empregue substantivos no lugar das orações subordinadas substantivas destacadas. Faça as adaptações necessárias.

Modelo:

É necessário que você participe do trabalho em grupo.

É necessária a sua participação no trabalho em grupo.

a) Para que você participe, é importante que o seu pai assine.

b) Duvido de que ele vença o campeonato.

c) Comentaram que a garota foi aprovada.

d) Apoio que você se candidate ao cargo de diretor.

e) É fundamental que todos estejam presentes.

f) Informaram que o avião partiria.

g) Peço-lhes apenas isto: que você seja meu amigo.

Leia a tirinha abaixo para responder às questões 3 e 4.

3) Explique por que a proposta do rei gera o humor do texto.

4) Releia a primeira fala de Eddie Sortudo: “Ele perguntou se não podemos arrombar a porta dos fundos...”.

a) Quantas orações há nesse período? Ele é simples ou composto?

b) Qual é a predicação da forma verbal “perguntou”: intransitivo, transitivo direto ou transitivo indireto? Justifique sua resposta.

c) A oração destacada exerce, em relação à primeira oração, a função sintática de: sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo ou aposto?

(7)

d) Considerando a função sintática identificada no item c, que classificação deve receber a oração destacada?

e) Na fala de Eddie Sortudo, a oração destacada é introduzida pela conjunção se. Assinale a informação que melhor analisa sua função no período em que ela aparece.

( ) A conjunção se contribui para a progressão do texto porque retoma uma palavra que já apareceu antes.

( ) A conjunção se contribui para a coesão do texto ao estabelecer uma relação entre as duas orações.

Leia o texto para responder às questões de 5 a 7.

O lado escuro da comida

A indústria da comida nunca produziu tanta tranqueira. Seu prato polui mais que o seu carro. E estamos sendo envenenados por pesticidas. Ou

não? Descubra o que é verdade e o que é mentira nas intrigas que rondam os alimentos

[...] os fertilizantes são a matéria-prima de tudo o que você come hoje, seja alface, seja dois hambúrgueres, alface, queijo e molho especial – no pão com gergelim.

[...]

Sem eles para anabolizar as plantações, não haveria comida para todo mundo. O problema é que, com eles, podemos ficar sem mundo.

[...]a agropecuária consegue emitir sozinha 33% dos gases-estufa do mundo, mais do que todos os carros, trens, navios e aviões juntos, que somam 14%.

Além disso, os fertilizantes deixam resíduos debaixo da terra que chegam aos lençóis freáticos e acabam no mar. [...]

SKLARZ, Eduardo. O lado escuro da comida. Superinteressante, 5 jan. 2011. Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/o-lado-escuro-da-comida/>. Acesso em: 24 jul.

2018.)

5) Segundo o texto, os fertilizantes têm um aspecto positivo e um negativo.

Quais são eles?

6) Releia este trecho e observe as palavras destacadas.

“Sem eles para anabolizar as plantações, não haveria comida para todo mundo. O problema é que, com eles, podemos ficar sem mundo.”

a) Qual é a figura de linguagem criada pela oposição entre os fragmentos destacados?

b) Qual é a função dessa figura de linguagem no contexto?

7) Em “O problema é que, com eles, podemos ficar sem mundo.”, a oração destacada deve ser classificada como:

(A) subjetiva. (C) apositiva.

(B) predicativa. (D) objetiva direta.

Leia a tirinha para responder às questões de 8 a 10.

(8)

8) Calvin estava satisfeito com sua nova diversão. O que o deixava realmente feliz?

9) As tiras de Calvin são originalmente publicadas em inglês. Nesse idioma, a palavra way (que aparecia no terceiro quadrinho da tirinha original) pode significar “maneira” ou “estilo”. Você acha que traduzi-la por

“maneira”, nesse contexto, foi uma boa opção ou seria melhor usar

“estilo”?

10) Releia estes períodos do segundo e do terceiro quadrinhos.

“[...] e parece que estou na TV.”

“É uma pena que eu não possa forçar a minha maneira a milhões de lares cada dia.”

> Cada período é composto por subordinação e apresenta orações subordinadas substantivas.

a) Identifique e classifique a palavra que introduz cada oração destacada.

b) Classifique as orações substantivas que aparecem destacadas.

11) Relacione as colunas, a fim de classificar as orações subordinadas substantivas destacadas abaixo.

(I) Subordinada Substantiva Subjetiva (II) Subordinada Substantiva Apositiva (III) Subordinada Substantiva Predicativa (IV) Subordinada Substantiva Objetiva Direta (V) Subordinada Substantiva Objetiva Indireta (VI) Subordinada Substantiva Completiva Nominal ( ) Peço que sejas responsável.

( ) Convém que saibas a verdade.

( ) Minha maior alegria é que você tenha sucesso.

( ) Peço-lhes um favor: que não façam barulho.

( ) Lembre-se de que ninguém é perfeito.

( ) Há suspeita de que tenha fraturado a perna.

( ) Disse que dormia pouco.

( ) Já me convenci de que a mentira não compensa.

( ) Já estou convencido de que a mentira não compensa.

( ) É provável que o meu time seja campeão.

Leia o texto para responder às questões de 12 a 14.

O homem de cabeça de papelão

No país que chamavam de Sol, apesar de chover, às vezes, semanas inteiras, vivia um homem de nome Antenor. [...]

[...]

Desde menino, a sua respeitável progenitora descobriu-lhe um defeito horrível: Antenor só dizia a verdade. Não a sua verdade, a verdade útil, mas a verdade verdadeira. Alarmada, a digna senhora pensou em tomar providências. Foi-lhe impossível. Antenor era diverso no modo de comer, na maneira de vestir, no jeito de andar, na expressão com que se dirigia aos outros. [...]

RIO, João do. O homem de cabeça de papelão. Disponível em: <

https://novaescola.org.br/conteudo/3190/o-homem-de-cabeca-de-papelao>.

12) O que se pode entender pela expressão “verdade verdadeira” no contexto desse trecho?

13) Que crítica João do Rio, contista e cronista que escreveu sobre sua época e o Rio de Janeiro, poderia fazer à sociedade de seu tempo por meio da história em que quem diz a verdade é malvisto?

14) O “defeito horrível” de Antenor é explicado por meio de uma oração subordinada substantiva.

a) Qual é essa oração?

b) Como deve ser classificada essa oração?

c) Qual é o sinal de pontuação que separa essa oração da oração principal?

(9)

15) Assinale os períodos que apresentam oração subordinada substantiva apositiva e empregue corretamente os sinais de pontuação (dois-pontos, vírgula(s) ou travessão) necessários para esse tipo de oração.

( ) O melhor é que a plateia está cheia.

( ) Você não tem a impressão de que a peça será um sucesso?

( ) A menina fez um único pedido que sempre pudesse sair para brincar em dias de sol.

( ) O risco consiste em que o fiscal da obra acabe sendo alguém da empresa.

( ) A verdade que todo o dinheiro do cofre havia sido roubado viria à tona logo.

REFERÊNCIAS

1. CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática Reflexiva, 9º ano. 3. ed. São Paulo: Atual, 2012. p. 32. (Adaptado)

2. CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português Linguagens, 9º ano. 3. ed. São Paulo: Atual, 2006. p. 34. (Adaptado) 3. DELMANTO, Dileta; CARVALHO, Laiz B. de. Português: conexão e uso.

9º ano. São Paulo: Saraiva, 2018. p. 112 e 114. (adaptado)

4. NOGUEIRA, Everaldo. Geração Alpha Língua Portuguesa. 9º ano. 2.

ed. São Paulo: Edições SM, 2018. p. 66. (adaptado)

5. SARMENTO, Leila Lauar. Português: leitura, produção, gramática. 9º Ano. São Paulo: Moderna, 2009. p. 112, 113, 115 e 116. (Adaptado) 6. SILVA, Antonio de Siqueira; BERTOLIN, Rafael. Cadernos do futuro - Língua portuguesa, 9º ano. 3. ed. São Paulo: IBEP, 2013. (Adaptado) 7. TERRA, Ernani. Minigramática. São Paulo: Scipione, 2011. (Adaptado)

(10)

Professor(es): Tutora de Língua Portuguesa Aluno(a):

Período de Complementação: De 31/08/2020 a 12/09/2020

Ano/Turma: Turno: Disciplina: Dias trabalhados Carga horária:

9º ano (900/901)

Manhã Produção Textual

2 Dias 4 Tempos

Habilidades Conteúdos

(EF89LP37) Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem como ironia, eufemismo, antítese, aliteração, assonância, dentre outras.

Figuras de Linguagem

(EF69LP48) Interpretar, em poemas, efeitos produzidos pelo uso de recursos expressivos (...).

Poema

(EF89LP33) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos (...) etc.

Interpretação de Texto

FIGURAS DE LINGUAGEM

Como já vimos, chamam-se figuras de linguagem os recursos expressivos empregados para gerar efeitos nos discursos, ampliando a ideia que se pretende passar e que não seria possível com o uso restrito e literal das palavras. Esses recursos podem dar o efeito de exagero, ausência, similaridade, lirismo ou estranheza, priorizando a alteração da construção das sentenças ou a semântica (o significado) ou a sonoridade (a forma).

No período anterior, trabalhamos as seguintes figuras de linguagem: antítese, catacrese, comparação, eufemismo, hipérbole, ironia, metáfora, metonímia, onomatopeia, prosopopeia e sinestesia.

Vamos conhecer outras figuras de linguagem e seus usos?

a) Aliteração: é a repetição de um mesmo som consonantal propositalmente em um texto como recurso estilístico.

Exemplo: “Vozes veladas, veludosas vozes, Volúpias dos violões, vozes veladas Vagam nos velhos vórtices velozes Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.”

(Cruz e Souza)

> No exemplo, ocorre aliteração com o som da letra “V” e das letras “S” e

“Z”, o que pode dar a ideia de vozes sussurrando.

b) Assíndeto: trata-se da omissão de conjunções (“e”, “mas”, “porque”,

“logo”, etc.).

Exemplo: “Vim, vi, venci.” (Júlio César)

> No exemplo, foi omitida a conjunção “e” entre as palavras destacadas.

c) Assonância: é a repetição de um mesmo som vocálico propositalmente em um texto como recurso estilístico.

Exemplo: “Berro pelo aterro, pelo desterro Berro por seu berro, pelo seu erro (...)”

(Caetano Veloso)

> No exemplo, ocorre assonância com o som das letras “e” e “o”.

d) Elipse: é a omissão de um termo na sentença sem haver prejuízo de sentido. Isso porque o termo omitido fica subentendido pelo contexto.

Exemplo: Começamos o namoro há um mês.

(11)

> Na frase, houve omissão do sujeito “Nós”, que está subentendido pela conjugação do verbo “começar”.

e) Zeugma: é um tipo de elipse. Ocorre quando há omissão de um termo na sentença, mas porque tal termo já foi utilizado anteriormente e, portanto, será subentendido.

Exemplo: Ele vai bastante à praia, mas também, às montanhas.

> No exemplo, em vez de repetir o termo “vai [às montanhas]”, já utilizado no início da sentença, optou-se por omiti-lo, visto que está subentendido.

f) Paradoxo: ocorre quando duas expressões opostas são utilizadas de maneira que foge à lógica.

Exemplo: Ela achava-o feio e bonito ao mesmo tempo.

> Não faz sentido que alguém seja considerado feio e bonito ao mesmo tempo por alguém, por isso, na frase, ocorre paradoxo.

g) Polissíndeto: é a repetição proposital de uma mesma conjunção como recurso estilístico.

Exemplo: “Vão chegando as burguesinhas pobres e as criadas das burguesinhas ricas

e as mulheres do povo, e as lavadeiras da redondeza.”

(Manuel Bandeira)

> No exemplo, a mesma conjunção “e” é usada repetidamente para ligar as sentenças.

(AS RESPOSTAS DEVEM SER APRESENTADAS NO CADERNO.) Leia a tirinha para responder às questões 1 e 2.

1) Releia os períodos abaixo:

I. “Acho que está na hora de limparmos a geladeira.”

II. “Vamos esperar até as azeitonas começarem a piscar.”

> Considerando as formas verbais destacadas, que figura de linguagem foi empregada? Explique sua resposta.

2) No último quadrinho, os personagens empregam outra figura de linguagem, quando Jon explica a Garfield o porquê da limpeza da geladeira.

a) Identifique-a, explicando a sua resposta.

b) Qual o significado dessa figura de linguagem? Interprete-a.

3) Relacione as colunas de acordo com o tipo de figura de linguagem utilizado na construção de sentido das frases a seguir:

(1) Aliteração (2) Assíndeto (3) Assonância (4) Elipse (5) Zeugma (6) Paradoxo (7) Polissíndeto

(12)

( ) “O meu pai era paulista / Meu avô, pernambucano ...” (Chico Buarque) ( ) “No mar, tanta tormenta e tanto dano.” (Luís de Camões)

( ) “É ferida que dói e não se sente. / É um contentamento descontente.”

(Luís de Camões)

( ) “Fogem fluidas, fluindo à fina flor dos fenos...” (Eugênio de Castro) ( ) “Na messe, que enlourece, estremece a quermesse...” (Eugênio de Castro)

( ) “Há dois dias meu telefone não fala, nem ouve, nem toca, nem tuge, nem muge.” (Rubem Braga)

( ) “A tua raça quer partir, / guerrear, sofrer, vencer, voltar.” (Cecília Meireles)

( ) “Sendo a sua liberdade / Era a sua escravidão.” (Vinicius de Moraes) ( ) Estudamos na mesma escola a vida inteira.

( ) Eu gosto de cinema; ele, de teatro.

GÊNERO TEXTUAL – POEMA

Poema é uma estrutura textual pertencente ao gênero lírico da literatura, organizado em versos (cada linha do poema) e estrofes (o conjunto de versos, separados de outros por um espaço em branco), com a finalidade de manifestar sentimento e emoção. O número de versos em cada estrofe é livre e pode variar dentro do mesmo poema.

A palavra "poema" deriva do verbo grego "poein" que significa

"fazer, criar, compor". A literatura grega teve grande importância nas composições literárias de várias épocas e culturas.

Com exceção da organização em versos e estrofes, não existem regras fixas que caracterizem os poemas. Assim, os poemas podem ou não conter rimas (identidade ou semelhança de sons no fim de dois ou mais versos ou no meio de um ou mais versos), quaisquer técnicas específicas ou figuras de linguagem, a critério do poeta.

Um poema possui extensão variável e, ao longo do texto, expõe temas variados em que há enredo e ação, escritos através de uma linguagem que emociona e sensibiliza o leitor.

O texto poético tem uma forte relação com a música, a arte e a beleza. A poesia presente no texto é a componente que distingue o poema. Existem vários poemas que foram convertidos em canções, porque foi acrescentada música.

No Brasil, alguns dos poetas ou poetisas mais famosos são: Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Clarice Lispector, Ferreira Gullar, etc. Também com poemas em português, Fernando Pessoa é um dos poetas mais reconhecidos em todo o mundo.

Dentre os poemas de formas fixas que existem, o Soneto é um tipo específico de poema marcado por quatro estrofes, sendo dois quartetos (quatro versos) e dois tercetos (três versos). Além disso, os versos devem conter dez sílabas poéticas.

(AS RESPOSTAS DEVEM SER APRESENTADAS NO CADERNO.) Leia o poema abaixo para responder às questões de 1 a 8.

Cidadezinha cheia de graça Cidadezinha cheia de graça…

Tão pequenina que até causa dó!

Com seus burricos a pastar na praça…

Sua igrejinha de uma torre só…

Nuvens que venham, nuvens e asas, Não param nunca nem um segundo…

E fica a torre, sobre as velhas casas, Fica cismando como é vasto o mundo!…

Eu que de longe venho perdido, Sem pouso fixo (a triste sina!) Ah, quem me dera ter lá nascido!

Lá toda a vida poder morar!

Cidadezinha… Tão pequenina Que toda cabe num só olhar…

(QUINTANA, Mário. 80 anos de poesia. São Paulo: Globo, 1998.)

(13)

1) Observe a estrutura do poema.

a) Quantas estrofes ele possui?

b) Quantos versos há em cada estrofe?

2) No texto, o eu lírico exalta a vida tranquila de uma cidadezinha.

a) Na 1ª estrofe, que recurso gramatical foi empregado para mostrar a quietude e a pequenez da cidade?

b) Ainda na 1ª estrofe, dois elementos da descrição comprovam que a cidade é pequena. Identifique-os.

3) Na 2ª estrofe, o eu lírico volta a mencionar a torre da igrejinha.

a) Copie o verso em que foi empregada a figura de linguagem personificação (ou prosopopeia) para se referir à torre da igrejinha.

b) Interprete o verso apresentado por você no item a.

4) Na 3ª estrofe, o eu lírico manifesta explicitamente seus sentimentos.

a) Que fatos justificam a admiração do eu lírico pela cidadezinha?

b) O que aumenta o desejo do eu lírico de morar para sempre na cidadezinha?

5) Que ideia o eu lírico sintetiza no último verso do poema?

6) Alguns poemas podem apresentar rimas. Identifique que palavras rimam no poema lido, separando-as por estrofes.

7) É possível afirmar que, nos dois últimos versos, foi empregada a figura de linguagem chamada de hipérbole? Justifique sua resposta.

8) Considerando a forma como foi estruturado, como deve ser classificado esse tipo de poema? Justifique sua resposta.

REFERÊNCIAS

1. MUNDO EDUCAÇÃO

https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/figura-de-linguagem.htm (Adaptado) (Acesso em: 06 set. 2020.)

2. NORMA CULTA

https://www.normaculta.com.br/figuras-de-linguagem/ (Adaptado) (Acesso em: 07 set. 2020.)

3. https://www.significados.com.br/poesia-poema-prosa-soneto/

(Adaptado) (Acesso em: 07 set. 2020.)

4. https://www.significados.com.br/poema/ (Adaptado) (Acesso em: 07 set. 2020.)

5. SARMENTO, Leila Lauar. Oficina de redação. 9º Ano. São Paulo:

Moderna, 2007. p. 16, 28 a 30. (Adaptado)

(14)

1 Professor(es): ELEN

Aluno(a):

Período de Complementação: De 31/08 a 12/09

Ano/Turma: Turno: Disciplina: Dias trabalhados

Carga horária:

9º/900 E 901 1º Matemática I

Habilidades Conteúdos

(EF09MA09) Compreender os processos de

fatoração de expressões algébricas, com base em suas relações com os produtos notáveis, para resolver e elaborar problemas que possam ser representados por equações polinomiais do 2o grau.

Resolver e elaborar problemas que possam ser

representados por equações polinomiais do 2o

grau (completas e incompletas, utilizando ou não

a fórmula de Bháskara).

Expressões algébricas:

fatoração e produtos notáveis

Equação polinomial do 2ograu

Resolução de

equações polinomiais do 2o grau

por meio de

fatorações

RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DO 2° GRAU POR FATORAÇÃO

Monômio é toda expressão algébrica envolvendo apenas a

multiplicação entre números e letras.

Binômio é uma expressão algébrica formada pela soma ou

subtração que dois monômios não semelhantes ( parte literal diferente).

Por exemplo: x + 10 ou 2x² - 4x

Já as expressões algébricas constituídas de três monômios não semelhantes recebem o nome de TRINÔMIOS.

1) x² + 10x + 25 = (x + 5) (x + 5) = ( x + 5)²

2) x² - 14x + 40 = ( x – 4)( x – 10)

(15)

2

Para esta variação de equação ax² + bx + c = 0 (completa) temos

algumas formas diferentes para fazer a fatoração.

Utilizaremos o método de Soma e Produto para encontrar as raízes da equação do 2º grau. Onde somar o produto dos dois últimos termos, por isso que é chamado de trinômio do tipo x

2 + Sx + P,

onde S é soma e P é produto.

Veja os exemplos:

1) Dado a expressão x

2 + 4x – 12, devemos achar dois números

que somados resulte em 4 e o produto do mesmo seja – 12.

Verifiquemos as possibilidades de o produto resultar em -12:

1 .(-12) = -12 -1 . 12 = -12 6 . (-2) = -12 - 6 . 2 = -12

Devemos, dentre essas possibilidades, achar uma que a soma dos números dê 4. Concluímos que 6 +(- 2) = 4, portanto a forma fatorada desse trinômio será:

(x + 6) (x – 2)

Este é um produto de duas expressões que é igual a zero.

Observe que qualquer valor x que torne (x + 6) ou (x - 2) igual a zero

tornará seu produto igual a zero.

(16)

3

Se substituirmos x = -6 ou x = 2 na equação, obteremos a afirmativa

verdadeira 0 = 0, então ambas são soluções da equação.

2) Dada a expressão m

2 + 7m – 8, devemos achar dois números

que somados resulte 7 e o produto deles seja -8. Verificamos as possibilidades do produto resultar em - 8:

- 1 . 8 = - 8 1 . (-8) = - 8 4 . (- 2) = - 8 - 4 . 2 = - 8

Devemos, dentre essas possibilidades, achar uma que a soma dos números dê 7. Concluímos que -1 + 8 = 7, portanto a forma fatorada desse trinômio será:

(m – 1) (m + 8).

A solução desta equação é m' = 1 e m" = - 8

3) Dada a expressão y

2 – 5y + 6, observe se ela está em ordem

decrescente de seus expoentes (do maior para o menor), se estiver basta achar dois números que somados resultem em -5 e que o produto deles resulte em 6.

Vamos fazer as tentativas para que o produto resulte em 6:

2 . 3 = 6

(- 2) . (- 3) = 6 6 . 1= 6

- 6 . (- 1) = 6

Devemos, dentre essas possibilidades, achar uma que a soma dos números dê -5.

Concluímos que -2 + (-3) = -5, portanto a forma fatorada desse trinômio será:

(y – 2) (y – 3).

y - 2 = 0 y - 3 = 0

y = 2 y = 3

(17)

4

A solução desta equação é y' = 2 e y" = 3.

EXERCICIOS

1) O valor do produto das raízes da equação 4x² + 8x - 12 = 0 é:

a) - 12 b) 8 c) 2 d) - 3

2) A equação x² - x - 30 = 0 apresenta duas raízes iguais a:

a) - 6 e - 5 b) - 1 e - 30 c) 6 e - 5 d) - 6 e 5

3) Se 1 e 5 são as raízes da equação x² + px + q = 0, então o valor de p + q é :

a) - 2 b) - 1 c) 1 d) 2

4) Resolva ( x + 5) ( x + 7) = 0

Site:

https://mundoeducacao.uol.com.br/matematica/4-caso-fatoracao- trinomio-tipo-x-sx-p.htm

Video:

https://youtu.be/zsr7bMnWTFM

(18)

1 Professor(es):Argeo Pessoa

Aluno(a):

Período de Complementação: De 31/08 a 12/09

Ano9°/Turm a:900,901

Turno:

Disciplina:

Matemática II

Dias trabalhados

Carga horária:

Habilidades Conteúdos

Identificar elementos da circunferência.

Identificar posições relativas de retas e circunferência e entre duas circunferência.

Resolver e elaborar problema

Resolver e elaborar problemas que envolvam o comprimento de circunferências .

Circunferência

COMPLIMENTO DA CIRCUNFERÊNCIA Exemplo

Determine o comprimento da circunferência de raio 5 cm.

O raio da circunferência é igual 5 cm, logo, para determinar o comprimento da circunferência, devemos substituir esse valor na fórmula.

C = 2πr C = 2.(3,14).(5)

C = 6,24 · 5 C = 31,2 cm

Atividade 01- Calcule o comprimento de uma circunferência de raio 40 cm.

(Use π = 3,14 )

(19)

2 Atividade 02- Medindo o comprimento de uma circunferência com um

barbante, obteve-se

94,2 cm. Qual a medida do raio e do diâmetro dessa circunferência?

(Use π = 3,14 )

Atividade 03- O raio da roda de uma bicicleta mede 25cm.

Quantos centímetros a bicicleta percorrerá após a roda efetuar 30 voltas?

(Use π = 3,14 )

Atividade 04- Considerando que uma circunferência ,da roda de uma bicicleta, tem 25 cm de raio, responda e assinale a opção correta.

(Use π = 3,14 )

a) essa circunferência tem 1.570 cm de comprimento b) essa circunferência tem 75 cm de diâmetro

c) essa circunferência tem 157 cm de comprimento

(20)

3 POSIÇÃO RELATIVA ENTRE UMA RETA E UMA CIRCUNFERÊNCIA

1º caso: A reta s é externa à circunferência.

Nesse caso, a distância entre o centro O e a reta s é maior que a medida do raio. Ou seja:

dO,s > r

2º caso: A reta s é tangente à circunferência.

Nesse caso, a distância entre o centro O e a reta s é exatamente igual ao raio. Ou seja:

dO,s = r

3º caso: A reta s é secante à circunferência.

Nesse caso, a distância entre o centro O e a reta s é menor que a medida do raio. Ou seja:

dO,s < r

(21)

4 Atividade 05- represente, em seu caderno, um ponto P que dista 10 cm do

centro O de uma circunferência de raio 5 cm. Depois, trace uma reta passando por P que seja:

A)Tangente a circunferência;

B)secante a circunferência;

C)externa a circunferência.

Atividade 06- sabendo que o raio de uma circunferência mede 10 cm , responda: a que distância d do centro deveriam estar r e s , paralelas, para que fossem, respectivamente , tangente e externa á circunferência?

Marque correto

a) A reta r é tangente se d = 10 A reta s é externa se d > 10

b) A reta s é externa se d < R A reta r é tangente se d > R

c) A reta r é tangente se d = R A reta s é externa se d < R

(22)

5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.

Brasília, MEC/CONSED/UNDIME, 2017.

ANDRINI, Álvaro. Praticando Matemática, Editora do Brasil. 2016.

SILVEIRA, Ênio. Matemática compreensão e prática. Editora Moderna.

2019.

<https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ap/pesquisa/22/28120?tipo=ranking&indic ador=28122>. Acesso em: 12 dez. 2018.

https://brasilescola.uol.com.br/matematica/circunferencia.htm.

https://mundoeducacao.uol.com.br/matematica/elementos-circulo-e- circunferencia.htm.

https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fmatematicabasica .net%2Fcircunferencia%2F&psig=AOvVaw13ZV4g004-

aQBHHi_ERsxg&ust=1600303418918000&source=images&cd=vfe&ved=2 ahUKEwj9z-f3uOzrAhXjC9QKHR8nDlIQr4kDegUIARDNAQ

https://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-matematica/exercicios- sobre-circunferencia.htm

(23)

1 Professor(es): Thais Costa Drumond da Silva

Aluno(a):

Período de Complementação: De 31/08 a 11/09

Ano/Turma: Turno: Disciplina: Dias trabalhados

Carga horária:

9º Ciências 8 TEMPOS

Habilidades Conteúdos

Conhecer o conceito de trabalho e compreender a energia mecânica, trabalho como transformação da energia e a potência Como a capacidade de realizar trabalho.

Trabalho e energia:

- O conceito cientifico de trabalho

- Trabalho e potência

O CONCEITO DE TRABALHO

O conceito de Trabalho em Física é um pouco diferente do conceito que atribuímos a essa palavra em nosso cotidiano. Em física, diz-se que um trabalho foi realizado quando uma força foi usada para deslocar um corpo. Nesse caso, o trabalho é proporcional à força que desloca o corpo e ao deslocamento produzido por ela, ou seja, quanto maior a força, maior será o trabalho, e quanto maior o deslocamento, também maior será o trabalho.

O conceito do Trabalho, em física, foi criado em plena Revolução Industrial, quando a humanidade iniciou a produção de máquinas mais complexas, que permitiram o desenvolvimento industrial de algumas nações do planeta.

Portanto, se a força atuar na direção e sentido do deslocamento, podemos definir matematicamente o conceito de Trabalho, cujo símbolo é t, lê-se: tau.

Nessa expressão matemática, F é a força e d é o deslocamento.

A unidade de trabalho no Sistema Internacional é o N.m, que denominamos de Joule (J).

Essa definição só vale quando a força atua na direção e no sentido do deslocamento e tem seu valor constante. Por exemplo, quando pressionamos um corpo contra uma mesa, estamos fazendo força, mas essa força não contribui em nada para deslocar o corpo. Portanto, não realiza Trabalho.

Por exemplo, para empurrar uma mesa por meio metro, fazendo uma força de 10N paralela à mesa, realizamos um Trabalho que pode ser calculado desse modo:

(24)

2 O Trabalho de uma força paralela e no sentido do deslocamento é o produto da força

por esse deslocamento.

TRABALHO DE UMA FORÇA

FORÇA CONSTANTE

Quando uma força constante atua em um corpo, produzindo um deslocamento, o trabalho é calculado usando-se a seguinte fórmula:

T = F . d . cos θ Sendo,

T: trabalho (J) F: força (N)

d: deslocamento (m)

θ: ângulo formado entre o vetor força e a direção do deslocamento

Quando o deslocamento acontece no mesmo sentido da componente da força que atua no deslocamento, o trabalho é motor. Ao contrário, quando ocorre em sentido contrário, o trabalho é resistente.

Exemplo:

Uma pessoa quer mudar a posição de um armário e para isso a empurra fazendo uma força constante e paralela ao chão, com intensidade de 50N, conforme figura abaixo.

Sabendo que o deslocamento sofrido pelo armário foi de 3 m, determine o trabalho realizado pela pessoa sobre o armário, nesse deslocamento.

Solução:

Para encontrar o trabalho da força, podemos substituir diretamente na fórmula os valores informados. Observando que o ângulo θ será igual a zero, pois a direção e o sentido da força e do deslocamento são os mesmos.

Calculando o trabalho:

T = 50 . 3 . cos 0º T = 150 J

FORÇA VARIÁVEL

Quando a força não é constante, não podemos utilizar a fórmula acima. Contudo, verifica-se que o trabalho é igual, em módulo, a área do gráfico da componente da força pelo deslocamento (F x d).

(25)

3 Exemplo:

No gráfico abaixo, representamos a força motora que age no movimento de um carro. Determine o trabalho desta força que atua na direção do movimento do carro, sabendo que o mesmo partiu do repouso.

Solução:

Na situação apresentada, o valor da força não é constante em todo o deslocamento.

Sendo assim, vamos calcular o trabalho através do cálculo da área da figura, que nesse caso é um trapézio

Assim, no deslocamento a força motora fez um trabalho de 540 kJ.

TRABALHO DA FORÇA PESO

Todos os corpos nas proximidades da superfície da Terra, sofrem a atuação de uma força devido ao campo gravitacional terrestre.

Sendo assim, quando um corpo é abandonado de uma determinada altura, ele sofre um deslocamento provocado por esta força, chamada de força peso.

A força peso é calculada por P = m.g. Desta forma, podemos calcular o trabalho da força peso, com sendo:

T = m . g . h

Sendo, T: trabalho (J)

m: massa do corpo (kg)

g: aceleração da gravidade (m/s2) h: altura (m)

O trabalho da força peso não depende do caminho, ou seja, seu valor só depende do ponto inicial e final da trajetória.

Quando um corpo está caindo, o trabalho da força peso é motor, pois ela atua no mesmo sentido do deslocamento.

Se, ao contrário, o corpo estiver subindo, o trabalho é resistente, pois o peso atua no sentido contrário do deslocamento.

Exemplo:

Um corpo de massa igual a 4 kg é abandonado do alto de um prédio a uma altura de 12 m. Considerando o valor da aceleração da gravidade local igual a 9,8 m/s2, determine o trabalho produzido pela força peso no deslocamento do corpo até o chão.

Solução:

Para calcular o trabalho da força peso, basta multiplicar os valores indicados no enunciado. Como a força peso atua na mesma direção e sentido do deslocamento, o trabalho será positivo.

T = 4 . 9,8 . 12 = 470,4 J

TRABALHO DA FORÇA ELÁSTICA

Quando esticamos ou comprimimos uma mola, verificamos que surge uma força que tenta fazer com que a mola volte a sua posição de equilíbrio.

Essa força, chamada de força elástica, não é constante e sua intensidade varia em função da deformação. Abaixo apresentamos o gráfico da força elástica:

(26)

4 Assim, o módulo do trabalho da força elástica será igual a área da figura, que neste

caso é um triângulo. Sendo expresso por:

Onde,

T: trabalho (J)

k: constante elástica da mola (N/m) x: deformação da mola (m)

O trabalho da força elástica, assim como o trabalho da força peso, também não depende da trajetória. Forças que possuem essa característica são chamadas de conservativas.

Ao falar de energia é de extrema importância ressaltar o Princípio de Conservação da Energia. Princípio este que, segundo Lavoisier, diz: “Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”.

De forma a exemplificar conversões de energia de um modo geral, consideremos uma mola relaxada (figura 1), ou seja, uma mola que não está esticada. Veja:

Para comprimir a mola é necessário um gasto de energia. Assim, aplica-se uma força em uma de suas extremidades, de forma que a mesma se contraia. Dizemos que ao se aplicar a força sobre a mola há a realização de um trabalho. Este trabalho corresponde à energia transferida da pessoa para a mola. A figura 2 representa a mola já comprimida e com uma trava no carrinho, impedindo que o mesmo se liberte.

A mola comprimida armazena energia. Essa energia, porém, só pode ser manifestada ao se retirar a trava do carrinho. A energia armazenada na mola é denominada de Energia Potencial Elástica. Potencial porque pode se manifestar e elástica porque está em um corpo elástico deformado.

(27)

5 Agora, observando a figura 3, percebemos que o carrinho se libertou. Ao ser retirada

a trava, a energia potencial que estava armazenada na mola se manifestou, fazendo com que o carrinho adquirisse movimento. Novamente temos a realização de trabalho. Agora esse trabalho corresponde à energia transferida da mola para o carrinho. A energia que o carrinho adquiriu é denominada de Energia Cinética.

TEOREMA DA ENERGIA CINÉTICA

A energia cinética é a energia relacionada com o movimento, ou seja, quando um corpo possui velocidade ele possui energia cinética.

Considerando uma força constante e paralela ao movimento, o trabalho para deslocar um corpo de um ponto A para um ponto B é calculado como:

T = F .d

ENERGIA MECÂNICA

A energia mecânica é a energia produzida pelo trabalho de um corpo que pode ser transferida entre os corpos.

Ela corresponde a soma da energia cinética (Ec), produzida pelo movimento dos corpos, com a energia potencial elástica (Epe) ou gravitacional (Epg), produzida por meio da interação dos corpos relacionada com a posição dos mesmos.

Para exemplificar, pensemos num objeto lançado de determinada distância do solo que possui energia cinética. Isso porque ele está em movimento e adquire velocidade. Além da energia cinética, ele possui energia potencial gravitacional, mediada pela força da gravidade que age sobre o objeto.

a energia mecânica (em) corresponde a resultante de ambas energias. vale lembrar que de acordo com o si (sistema internacional) a unidade de medida da energia mecânica é o joule (j).

FÓRMULA DA ENERGIA MECÂNICA

para calcular a energia mecânica, utiliza-se a fórmula abaixo:

em = ec + ep onde:

em: energia mecânica ec: energia cinética ep: energia potencial

sendo assim, vale lembrar que as equações para calcular as energias cinética e potencial são:

energia cinética: ec = mv2/2 onde:

ec: energia cinética m: massa (kg) v: velocidade (m/s2)

Energia potencial elástica: Epe = kx2/2 Energia potencial gravitacional: Epg = m. g. h Onde:

Epe: Energia potencial elástica Epg: Energia potencial gravitacional K: Constante elástica

m: massa (Kg)

g: aceleração da gravidade de aproximadamente 10m/s2 h: altura (m)

PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA

Quando a energia mecânica advém de um sistema isolado (naquele em que não há atrito) baseado nas forças conservativas (que conserva a energia mecânica do sistema), sua resultante permanecerá constante.

Em outras palavas, a energia desse corpo será constante, uma vez que a mudança ocorrerá somente na modalidade de energia (cinética, mecânica, potencial) e não o seu valor:

Em = Ec + Ep = constante

(28)

6 ATIVIDADE

1) Marque (V) para verdadeiro e (F) para falso.

(__) A energia mecânica é a energia produzida pelo trabalho de um corpo que pode ser transferida entre os corpos.

(__) Ao falar de energia é de extrema importância ressaltar o Princípio de Conservação da Energia. Princípio este que, segundo Lavoisier, diz: “Na natureza nada se perde, tudo se cria, nada se transforma”.

(__) O conceito do Trabalho, em física, foi criado em plena Revolução Industrial, quando a humanidade iniciou a produção de máquinas mais complexas, que permitiram o desenvolvimento industrial de algumas nações do planeta.

(__) A energia cinética é a energia relacionada com o movimento, ou seja, quando um corpo possui velocidade ele possui energia cinética.

2) Correlacione:

(A) Força Constante (B) Força Variável

(C) Trabalho da Força Peso (D) Trabalho da Força Elástica

(__) Todos os corpos nas proximidades da superfície da Terra, sofrem a atuação de uma força devido ao campo gravitacional terrestre.

(__) Quando esticamos ou comprimimos uma mola, verificamos que surge uma força que tenta fazer com que a mola volte a sua posição de equilíbrio.

(__) Quando uma força constante atua em um corpo, produzindo um deslocamento, o trabalho é calculado.

(__) Quando a força não é constante, não podemos utilizar a fórmula acima.

Contudo, verifica-se que o trabalho é igual, em módulo, a área do gráfico da componente da força pelo deslocamento.

3)Preencha as lacunas:

FORÇA PESO - MOTOR - FORÇA PARALELA - RESISTENTE

O Trabalho de uma ____________________e no sentido do deslocamento é o produto da força por esse deslocamento.

Quando o deslocamento acontece no mesmo sentido da componente da força que atua no deslocamento, o trabalho é_______________. Ao contrário, quando ocorre em sentido contrário, o trabalho é ________________________.

Quando um corpo é abandonado de uma determinada altura, ele sofre um deslocamento provocado por esta força, chamada de ______________________. 4) O trabalho da força elástica, assim como o trabalho da força peso, também não depende da trajetória. Qual é o nome dessas forças que possuem essas características?

a) Cinética b) Joule

c) Conservativas d) Resistente

1. REFERÊNCIA

https://www.sobiologia.com.br/conteudos/oitava_serie/mecanica21.php https://brasilescola.uol.com.br/fisica/trabalho.htm

https://www.todamateria.com.br/trabalho-na-fisica/

https://www.todamateria.com.br/energia-mecanica/

(29)

Professor(es): Elem Aluno(a):

Período de Complementação: De 31/08 a 11/09.

Ano/Turma: Turno :

Disciplina: Dias

trabalhados

Carga horária:

900 1° História 31/08

01-07-08/09

9 T

Obs.: Os temas descritos no conteúdo que não estão na apostila estão no livro didático.

Habilidades Conteúdos

(EF08HI17) Identificar e analisar processos sociais, econômicos, culturais e políticos do Brasil a partir de 1946.

O fim do Estado Novo.

O retorno à democracia.

Populismo e Democracia.

Governo Dutra (1946- 1950).

Vida política.

Vida econômica.

Cultura: arte popular.

Governo Vargas (1951- 1954).

Suicídio de Vargas.

Governo Juscelino (1956- 1961).

(EF08HI18) Descrever e analisar as relações entre as transformações urbanas e seus impactos na cultura brasileira entre 1946 e 1964 e na produção das desigualdades regionais e sociais.

Ideal de uma nação moderna.

Urbanização e

desigualdades regionais.

“Anos dourados”.

Futebol e copa do

mundo.

Governo de Jânio Quadros (1961).

Parque indígena de Xingu.

Posse de Goulart.

(EF08HI19) Identificar e compreender o processo que resultou na ditadura civil- militar no Brasil e discutir a emergência de questões relacionadas à memória e à justiça sobre os casos de violação dos direitos humanos.

Governo de Goulart (1961-1964).

Reformas de base e a queda do governo Goulart.

O discurso de João Goulart.

Ditadura civil-militar.

Militares no poder.

(EF08HI20) Discutir os processos de resistência e as propostas de reorganização da sociedade brasileira durante a ditadura civil-militar.

Contestações ao governo.

Ditadura em Movimento:

ser ou não ser uma ditadura?

Governo Castelo Branco (1964-1967).

Governo Costa e Silva (1967-1969).

Governo Médice (1969- 1974).

O “milagre brasileiro”.

Governo Geisel (1974- 1979)

(EF08HI21) Identificar e relacionar as demandas indígenas como forma de contestação ao modelo desenvolvimentista da ditadura.

Tropeços na abertura.

Governo Figueiredo (1979-1985).

Lei da Anistia e fim do bipartidarismo.

Balanço social e

(30)

econômico.

Pela porta dos fundos: o fim da ditadura.

Nesta apostila trabalharemos das páginas 132 a 163 do seu livro didático.

1: 31/08.

O FIM DO ESTADO NOVO.

Por quase três anos desde o início da Segunda Guerra Mundial, o Brasil manteve-se neutro. Contudo, em 1942,em troca de financiamentos para construir a Companhia Siderúrgica Nacional e para modernizar as forças armadas, o governo brasileiro permitiu que tropas dos Estados Unidos Instalassem bases militares no Nordeste. Em troca, o Brasil passou a fornecer borracha e minérios para a indústria bélica dos países Aliados.

A Alemanha, contrariada, atacou, com os sue submarinos, navios mercantes brasileiros nas águas do Mediterrâneo e do atlântico, matando cerca de 600 pessoas.

Diante dos acontecimentos, Getúlio não teve outra alternativa, senão, declarar guerra à Alemanha. Ao final da guerra, quando várias ditaduras, como o regime fascista na Itália e o Nazista na Alemanha, foram derrotadas, a situação política de Vargas tornou-se insustentável, mesmo com os avanços econômicos e trabalhistas acorridos no país no período.

No campo interno, apesar da censura e da repressão policia, a oposição pressionava o desgastado governo ditatorial por mudanças.

Manifestações estudantis lideradas pela União nacional dos Estudantes (UNE) contra o nazifascismo passaram a agitar o país. Até mesmo

apoiadores do governo argumentavam que um país que havia lutado contra o totalitarismo não poderia viver sob uma ditadura.

Vargas ainda tentou permanecer no poder, buscando liderar a abertura política: marcou eleições presidenciais e parlamentares para dezembro de 1945, eleições para governador e assembleias estaduais para maio de 1946. Contudo, uma conspiração nos bastidores do governo, que envolvia militares de alta patente, opositores políticos e antigos aliados, depôs Vargas em 29 de outubro de 1945.

O RETORNO À DEMOCRACIA.

Em agosto de 1942, o Brasil declarou guerra aos países do Eixo.

Dois anos depois, foram enviadas tropas para combater os nazistas na Itália, conhecidos como força Expedicionária Brasileira. (FEB). Esse desfecho pareceu surpreendente para os observadores do governo de Getúlio Vargas, pois muitos consideravam que ele, chefe de um governo ditatorial e ao mesmo tempo um líder que mobilizava as massas, parecia se aproximar mais de Mussoline e Hitler do que governos liberais. No entanto, a influência econômica e política de países como a Inglaterra e Estados Unidos pesou bastante na decisão. Internamente, criava-se uma contradição: como um país que lutava ao lado de países democráticos

(31)

contra os governos totalitários nazifascistas mantinha, em seu próprio país, uma férrea ditadura?

EXERCÍCIOS.

1) Faça o exercício da página 132 investigando.

2) Faça o exercício da página 138 investigando número 1 e 2.

3) Faça o exercícios da página 142 investigando número 1 e 2. Obs.:

converse com os familiares.

4) Faça o exercício da página 143 investigando.

2: 01/09.

DISCURSO DE JOÃO GOULART.

O texto abaixo é a transcrição de parte do discurso do presidente João Goulart no comício da Centra do Brasil.

A reforma agrária não é capricho de um governo ou programa de um partido. É produto inadiável necessidade de todos os povos do mundo.

Aqui no Brasil, constitui a legenda mais viva da reivindicação do nosso povo, sobretudo daqueles que labutam no campo.

A reforma agrária é também uma imposição progressista do mercado interno, que necessita aumentar a sua produção para sobreviver.

Os tecidos e os sapatos sobram nas prateleiras das lojas e as nossas fábricas estão produzindo muito abaixo de sua capacidade. Ao mesmo tempo em que isso acontece, as nossas populações mais pobres vestem farrapos e andam descalças, porque não tem dinheiro para comprar.

Assim a reforma agrária é indispensável não só para aumentar o nível de vida do homem do campo, mas também para dar mais trabalho às indústrias e melhor remuneração ao trabalhador urbano.

Interessa, por isso, também a todos os industriais e aos comerciantes. A reforma agrária é necessária, enfim, à nossa vida social e econômica, para que o país possa progredir, em sua indústria e no bem- estar do seu povo.

Como garantir o direito de propriedade autêntico, quando dos quinze milhões de brasileiros que trabalham a terra, no Brasil, apenas dois milhões e meio são proprietários?

O que estamos pretendendo fazer no Brasil, pelo caminho da reforma agrária, não é diferente, pois, do que se fez em todos os países desenvolvidos do mundo. É uma etapa de progresso que precisamos conquistar e que haveremos de conquistar.

EXERCÍCIOS.

1) Faça em seu caderno a atividade do livro página 148 número 1 letra a e c.

2) Faça em seu caderno a atividade do livro página 148 número 2, 3 e 4.

3: 07/09.

DITADURA CIVIL- MILITAR.

DITADURA EM MOVIMENTO: SER OU NAÕ SER UMA DITADURA?

Os militares derrubaram João Goulart da presidência da República entre os dias 31 de março e 1° de abril de 1964, através de um golpe.

Contaram com amplo apoio dos empresários, setores das classes médias, meios de comunicação, de vários governadores de Estado e do governo dos Estados Unidos.

Um dos principais líderes dos militares golpistas foi o general Humberto de Alencar Castelo Branco, eleito pelo congresso nacional para

(32)

terminar o mandato do presidente deposto, que se enceraria em 1966. No entanto, prorrogou seu mandato até março de 1967.

Os militares que apoiavam o general Castelo Branco e os parlamentares da União Democrática Nacional (UDN) e do Partido Social Democrático (PSD) entraram em um acordo e decidiram que haveria uma

“operação limpeza” que consistia em punir políticos, sindicalistas, líderes estudantis e ativistas de esquerda, como os trabalhistas e os comunistas.

Depois disso, ao final do mandato presidencial de Castelo Branco, o Brasil retornaria à normalidade democrática. No entanto, isso não aconteceu perdurando um regime de 21 anos de repressão e violência e rompimento com a democracia principalmente depois do AI-5. Muitos militares alegam não ter havido uma ditadura, e sim uma revolução, ocorre que um processo revolucionário traz transformações radicais econômicas e sociais que abrangem uma sociedade, um país, ou até mesmo vários continentes conforme a revolução industrial processo que mudou a relação entre os seres humanos e a produção econômica não Sá da Inglaterra como de vários países. Outro ponto que serve de argumento para a tese de que não houve de fato uma ditadura foi o bipartidarismo, proposto justamente para mascarar a ideia de um regime ditatorial levando em conta que na Segunda Guerra Mundial países como Alemanha e Itália não permitiam um partido de oposição como na ditadura brasileira que o MDB fazia oposição ao Arena que dava sustentação política a ditadura militar.

A verdade é que contra fatos não há argumentos não podemos ocultar o corpo de inúmeras pessoas mortas ou desaparecidas, de variadas formas de torturas, de homens e mulheres inocentes ou que lutavam por seus direitos que foram considerados subversivos julgados e mortos sem direito a defesa, e dizer que simplesmente não ouve ditadura.

Pensem bem tudo que fere seu direito de ir e vir, suas escolhas e dita as regras do que é permitido ou não é uma ditadura, pois neste país como em outros temos uma Carta Magna e nela está descrito tudo o que é constitucional ou inconstitucional e ela da base a todos os códigos de lei que amparam todo e qualquer cidadão em seus direitos e deveres.

Nesse período a constituição em vigor foi alterada por atos institucionais que permitiam barbaridades até que se promulgasse uma nova constituição de acordo com os princípios ditatórias dos militares.

Esse regime não foi melhor do que os demais durante a ditadura teve corrupção, teve inflação e teve violência o que vai haver em qualquer época e em qualquer governo, no entanto se o governo é democrático os seus direitos permanecerão preservados enquanto você respeitar os princípios legais que regem uma sociedade.

EXERCÍCIOS.

1 ) Faça em seu caderno os exercícios da página 162 números 1 e 3 só a letra a.

4: 08/09.

PELA PORTA DOS FUNDOS: O FIM DA DITADURA.

O presidente da República seguinte seria eleito pelo Colégio Eleitoral, formado por senadores e deputados. A ditadura militar não tinha mais como continuar. Líderes políticos do MDB decidiram concorrer no próprio Colégio Eleitoral. Tancredo Neves foi candidato da oposição. José Sarney, que até então presidia o partido que apoiava a ditadura, rompeu com o governo militar e tornou-se candidato a vice-presidente de Tancredo Neves.

As Forças Armadas estavam muito malvistas na sociedade. No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral elegeu Tancredo Neves, mas quem assumiu foi o candidato a vice-presidência José Sarney. Tancredo Neves estava gravemente doente, falecendo no dia 21 de abril. A ditadura militar acabou naquele dia. Começava a Nova República.

(33)

Eleições indiretas colégio eleitoral.

EXERCÍCIOS.

1) Faça em seu caderno o exercício da página 163 número 5 letra a e b.

REFERÊNCIAS:

Livros didáticos:

Historiar, Gilberto Cotrim e Jaime Rodrigues.

Estudar História, Patrícia Ramos Braick e Anna Barreto.

Inspire História, Reinaldo Seriacopi e Gislane Azevedo.

Telaris história, Claudio vicentino e José bruno Vicentino.

Queridos alunos aqui termina nossa apostila, forte abraço, Deus abençoe a você e sua família, Saudades! Profª Ellem.

Protejam-se!

(34)

1 Professor(es):

Wilson Magalhães Gomes Filho Aluno(a):

Período de Complementação: 31/08 a 12/09 Ano/Turma

:

Turno :

Disciplina: Dias trabalhados

Carga horária:

9º 900/901

Manhã Geografia 4 dias 8 h/aulas

Habilidades Conteúdos

(EF09GE16) Identificar e comparar diferentes domínios morfoclimáticos da Europa, da Ásia e da Oceania.

Continente Asiático – Aspectos Físicos

• Localização (EF09GE07) Analisar os componentes

físico-culturais da Eurásia e os

determinantes histórico-geográficos de sua divisão em Europa e Ásia.

• Divisão do Continente

• Relevo

Avaliar o papel do Oriente Médio dentro do contexto das relações econômicas

internacionais e os interesses das grandes potências mundiais na eclosão de conflitos e tensões.

• Hidrografia

• Clima

• Vegetação

CONTINENTE ASIÁTICO - ASPECTOS FÍSICOS

É o maior e o mais populoso continente da Terra. Possui cerca de 49 milhões de km2, ocupando 8,6% da superfície planetária (quase 30% das terras emersas).

Além de possuir a maior área territorial (com 44.579.000 km²), abriga também a maior parte da população do planeta, com muitas de suas regiões alcançando as mais elevadas densidades demográficas já registradas. Se o continente asiático corresponde a um terço das terras emersas do planeta, seus habitantes correspondem a 61% da população mundial, com cerca de 4,299 bilhões de pessoas.

Localização Geográfica A Ásia limita-se:

• Ao norte, com o oceano Glacial Ártico;

• Ao sul, com o oceano Índico;

• A leste, com o oceano Pacífico;

• A sudoeste com o mar Vermelho, que a separa da África.

Destacam-se, ainda:

▪ O Mar Mediterrâneo, que banha pequena parte de suas terras,

▪ O mar Negro,

▪ O mar Cáspio,

▪ Os Montes Urais e

TURMA 900 TURMA 901

DIA ATIVIDADE DIA ATIVIDADE

01/09 1 01/09 1

02/09 2 02/09 2

08/09 3 08/09 3

09/09 4 09/09 4

Referências

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