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RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

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Academic year: 2021

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16/09/13 e-MEC/INEP = Docentes / Avaliadores

emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25… 1/11 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

Informações gerais da avaliação:

Protocolo: 20073469 Código MEC: 116321

Código da A valiação: 80058

A to Regulatório: Recredenciam ento Categoria Módulo: Instituição

Status: Finalizada

Intrumento: 129 - Instrum ento de Avaliação Externa das Instituições de Educação Superior Tipo de A valiação: Avaliação de Regulação

Nome/Sigla da IES:

FACULDADE DE TECNOLOGIA RADIAL SANTO ANDRÉ - FATEC RADIAL Endereço da IES:

Unidade SEDE - Rua das Esm eraldas, 67 Jardim . Santo André - SP.

CEP:09000-000

Informações da comissão:

N° de A valiadores: 3

Data de Formação: 29/07/2010 11:07:39 Período de Visita: 14/09/2010 a 18/09/2010

Situação: Visita Concluída Avaliadores "ad-hoc":

035.593.148-60 (Ciom ara Maria Pérez Nunes) 193.478.126-68 (MARIA CRISTINA PINTO DE JESUS)

301.012.639-53 (Paulo César Boni) -> coordenador(a) da com issão

CONTEXTUALIZAÇÃO Instituição:

A Faculdade de Tecnologia Radial de Santo André, situada à Rua das Esm eraldas nº. 67, Bairro Jardim , na cidade de Santo André (SP), foi credenciada pela Portaria MEC nº. 71, de 12 de janeiro de 2004, e está inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob n°. 02.608.755/0005-22. É m antida pelo IREP – Sociedade de Ensino Superior Médio e Fundam ental Ltda., pessoa jurídica de direito privado, com fins lucrativos, com sede e foro à Rua Prom otor Gabriel Netuzzi Perez nº. 108, Bairro Santo Am aro, na cidade de São Paulo (SP). Inscrita no CNPJ/MF sob n°. 02.608.755/0001-07, a m antenedora é presidida por Eduardo Alcalay.

A história da Radial com eçou em 1962, com a oferta de cursos preparatórios em São Paulo. Em 1970, tornou-se a prim eira escola do estado a oferecer cursos técnicos de nível m édio. Em 1989, deu os prim eiros passos na educação superior, com os cursos de Processam ento de Dados, Adm inistração, e Ciências Contábeis. Em 1990, abriu os cursos de Engenharia, Com unicação Social, e Direito. Em 2001, foi credenciada com o Centro de Educação Tecnológica, sendo a prim eira instituição privada a oferecer cursos tecnólogos. Em 2004, com base no potencial econôm ico e de m ercado da região, solicitou o credenciam ento do Centro de Educação Tecnológico Santo André, que deu origem à instituição objeto desta avaliação, a Faculdade de Tecnologia Radial Santo André (FATEC RADIAL), com a oferta de cursos superiores de tecnologia. Em 2007, a m antenedora passou a fazer parte do grupo Estácio Participações S.A.

A m antida é dirigida pela Profa. Márcia Maria da Graça Costa (diretora acadêm ica) e pelo diretor adm inistrativo Janiel Rom ero Chaves. Atualm ente, oferece 5 (cinco) cursos superiores de tecnologia: Gestão Financeira, autorizado pela Portaria MEC nº. 71, de 12 de janeiro de 2004, e reconhecido pela Portaria nº. 245, de 30 de novem bro de 2006; Marketing, autorizado pela Portaria nº. 355, de 29 de janeiro de 2004, e reconhecido pela Portaria nº. 43, de 2 de janeiro de 2007; Logística, autorizado pela Portaria nº. 2.435, de 11 de julho de 2005;

Com ércio Exterior, autorizado pela Portaria nº. 2.436, de 11 de julho de 2005; e Recursos Hum anos, autorizado pela Portaria nº. 2.434, de 11 de julho de 2005. A IES oferece o curso de pós-graduação Lato sensu MBA em Gestão Em presarial e conta, atualm ente, com 814 estudantes de graduação e 23 de pós-graduação.

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emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25… 2/11 A IES assum e com o m issão “enriquecer vidas por m eio da aprendizagem , fornecendo ensino e form ação profissional para grande núm ero de alunos, tendo com o princípio que seus cursos de graduação estão inseridos em um cenário de ensino superior dem ocratizado e voltado à população de baixa renda” e, em consonância, oferta cursos que objetivam preparar os egressos para o m ercado de trabalho.

A região em que está inserida, conhecida com o “grande ABCD”, com preende, além de Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Cam po, Diadem a e Mauá. A dem anda potencial para o ensino superior é a população em idade para ingresso e que está fora do ensino superior. De acordo com os dados do IBGE e do INEP 2006, esse m ercado é de aproxim adam ente 850 m il pessoas, além dos 160.000 alunos m atriculados no ensino m édio em 2009, conform e o Censo Escolar do INEP. Acom panhando o m ovim ento de desendustrialização que ocorreu na grande São Paulo, nos anos 90, Santo André m igrou suas atividades para a área de serviços, instalando infraestrutura nas áreas de educação, lazer e cultura.

Cerca de 60% dos R$ 13 bilhões do PIB de Santo André advém da área de serviços. Dessa form a, seus cursos atuais, e os recém autorizados (Adm inistração, Redes de Com putadores, e Análise e Desenvolvim ento de Sistem as), estão alinhados ao perfil econôm ico da região. O curso de Pedagogia, tam bém recentem ente autorizado, se justificativa pela m udança da legislação, que estabelece obrigatoriedade da licenciatura para todos os profissionais que atuarem na educação pública m unicipal.

SÍNTESE DA AÇÃO PRELIMINAR À AVALIAÇÃO Síntese da ação preliminar à avaliação:

A Instituição “Faculdade de Tecnologia Radial Santo André” apresentou no sistem a o PDI referente ao período 2007-2011 que está condizente com a estrutura determ inada pelo art. 16 do Decreto n.º 5.773/2006 e contem pla todas as inform ações em cada item , além de 03 relatórios de autoavaliação. O relatório que subsidiou a avaliação foi de 2009.

O PDI contém , segundo Art. 16.:

I - Contem pla satisfatoriam ente perfil institucional, m issão, objetivos e m etas da instituição, em sua área de atuação, bem com o seu histórico de im plantação e desenvolvim ento.

II - Contem pla satisfatoriam ente o projeto pedagógico da instituição.

III - Prevê abertura de cursos e o cronogram a de im plantação e desenvolvim ento da instituição vislum bra a adaptação de instalações físicas, em especial laboratórios da Educação Básica para novo curso superior.

IV - Organização didático-pedagógica da instituição, com a indicação de núm ero de turm as previstas por curso, locais e turnos de funcionam ento que são todos na m esm a sede, com flexibilidade curricular na integralização do curso foram citadas com o em processo de im plantação pela nova adm inistração da m antenedora com o desenvolvim ento e distribuição de m ateriais pedagógicos e incorporação de avanços tecnológicos através da inform ática.

V - Perfil do corpo docente, a titulação está dentro do referencial m ínim o de qualidade, as experiências no m agistério superior são coerentes com a experiência profissional não acadêm ica e com os critérios de seleção e contratação. O plano de carreira vigente, protocolizado no DRT aguardando registro, e o regim e de trabalho é m ajoritariam ente de horistas.

VI – Na organização adm inistrativa da IES há participação de professores, discentes e servidores no Conselho Acadêm ico, todos indicados. A autoavaliação institucional está im plem entada e em vigência, além do atendim ento aos alunos.

VII - Infraestrutura física e instalações acadêm icas:

a) biblioteca: acervo presente, atualizado e expansão identificada, m ulti-m idia tím ida, assinaturas eletrônicas existem em abundância, espaço físico para estudos, horário de funcionam ento, pessoal técnico adm inistrativo e serviços oferecidos são com patíveis com a população da IES.

b) laboratórios não existem com equipam entos especiais, além do de inform ática, devido a especificidade dos Cursos, todos de form ação tecnológica.

c) acessibilidade e de atendim ento às pessoas com deficiência: a instituição relata ações de inclusão de deficientes auditivos no PDI.

VIII - A oferta de educação a distância está distribuída em disciplinas, particularm ente de nivelam ento, além de ser utilizada com o ferram enta pedagógica.

IX - A oferta de pós-graduação é restrita a um curso lato sensus.

X - O dem onstrativo de capacidade e sustentabilidade financeiras, segundo Art. 17 da Secretaria de Educação Superior, foi verificada com o com patível e os docum entos protocolizados serão analisados para dar im pulso ao processo.

DOCENTES

Nome do Docente Titulação Regime Trabalho Vínculo Empregatício

Ana PAola Ferreira Lucato Mestrado Parcial CLT

Andre Hernandes Especialização Horista CLT

Antonio Francisco Dam asceno Especialização Horista CLT

ANTONIO SERGIO SPAGNOL Doutorado Parcial CLT

Arnaldo Cordeiro Junior Especialização Horista CLT

Benedito Augusto da Silva Mestrado Parcial CLT

Claudinei de Araujo Bandeira Mestrado Integral CLT

Daniela Passos Varjão Especialização Horista CLT

Daniel Isidro Martinez Santiago Especialização Horista CLT

Delço Zaia Junior Especialização Horista CLT

Edna da Silva Rocha Especialização Horista CLT

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16/09/13 e-MEC/INEP = Docentes / Avaliadores

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Eduardo Roberto Priori Especialização Horista CLT

Elenice Esteves de Oliveira Especialização Horista CLT

Eliana da Silva Monteiro Mestrado Integral CLT

Elisangela Cyrillo Especialização Horista CLT

ERIKA AZZI RISSONI Especialização Horista CLT

FABIO EDUARDO URSO VIEIRA Especialização Horista CLT

Fabiola Assum pção Barrella Mestrado Parcial CLT

Francisco José Rinaldi Pires Especialização Horista CLT

Geraldo Moretti Lisboa Especialização Horista CLT

Gilberto Lúcio Margarido Mestrado Parcial CLT

Hélio Giocondo Piazzi Filho Mestrado Integral CLT

HUGO PISSAIA JÚNIOR Especialização Horista CLT

Hum berto Fascini Mestrado Integral CLT

João Elias Nery Doutorado Parcial CLT

Jucim ara Miotto Mestrado Parcial CLT

JULIO AUGUSTO LOPES Especialização Horista CLT

Julio Cesar da Silva Mestrado Parcial CLT

Luis Carlos Moraes Caetano Especialização Horista CLT

Luis Claudio Pedrassani Especialização Horista CLT

MARCIA MARIA VASQUEZ THOMÉ JACOBOVICZ Especialização Parcial CLT

MArco Antonio Equi Especialização Horista CLT

MARIA DO CARMO P. SERVIDONI Mestrado Parcial CLT

MAriana Siqueira Silva Especialização Integral CLT

Mauricia Antonia de Andrade Maciel Mestrado Parcial CLT

MAURÍCIO JACQUES BARBOSA DA SILVA Mestrado Integral CLT

Patricia Maria Garib Mestrado Parcial CLT

Paulo Koji Honda Especialização Horista CLT

Ram iro Gom es do Paço Especialização Integral CLT

Reinaldo do N Lucchesi Mestrado Integral CLT

Renato Mauro Richter Especialização Horista CLT

ROBERTA CRISTINA DE SOUZA Especialização Horista CLT

ROBERTO PADILHA MOIA Mestrado Parcial CLT

Rony Cachola de Carvalho Especialização Horista CLT

SANDRA ALVES SOARES MUNHOZ Especialização Horista CLT

Sandra Aparecida Pagliaci Pulino Menetti Especialização Horista CLT

Sergio Roberto Pinton Saragioto Especialização Horista CLT

Sim on Skarabone Rodrigues Chiacchio Especialização Integral CLT

WALTER DE MENDONÇA Mestrado Parcial CLT

ZIna Herm inia Medici Lucio de faria Especialização Integral CLT

CATEGORIAS AVALIADAS

Dimensão 1: A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)

1.1. Im plem entação do PDI, considerando as m etas e as ações institucionais previstas e a estrutura e os procedim entos adm inistrativos. Conceito referencial m ínim o de qualidade:

Quando as propostas constantes do PDI estão sendo adequadam ente im plem entadas , com as funções, os órgãos e os sistem as de adm inistração/gestão adequados ao funcionam ento dos cursos e das dem ais ações existentes, e à efetiva im plantação das ações e dos cursos

previstos. 1.2. Articulação entre o PDI e os processos de avaliação institucional (auto-avaliação e avaliações externas) Conceito referencial m ínim o de qualidade: Quando os resultados da auto-avaliação e das avaliações externas são adequadam ente utilizados com o subsídios para a revisão perm anente do PDI, e constata-se a existência de ações acadêm icas e adm inistrativas conseqüentes aos processos avaliativos.

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CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 1

A IES Faculdade de Tecnologia Radial Santo André apresenta um Plano de Desenvolvim ento Institucional (PDI) agregado ao form ulário eletrônico e outro apensado, conform e autorização do ofício circular MEC/INEP/DAES/CONAES 000074 de 31 de agosto de 2010 que com unica definição do NDE, atualização do PDI e PPC e retificação dos instrum entos de Avaliação. Esta Com issão de Avaliação institucional considerará, para fins da verificação in loco, o docum ento PDI apensado.

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emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25… 4/11 A IES apresenta sua Missão Institucional divulgada em docum entos im pressos oficiais disponibilizados à Com issão Verificadora durante a visita in loco, no sitio oficial do e-m ec, além de outros veículos de com unicação, com o encartes de propaganda da Instituição de Ensino Superior (IES), sitio da IES e, principalm ente, na percepção da com unidade acadêm ica – docentes, estudantes e técnico-adm inistrativos -, expressos durante reuniões presencias com a Com issão.

“A m issão da Faculdade de Tecnologia Radial Santo André é enriquecer vidas por m eio da aprendizagem . Para isso, se propõe a fornecer ensino e form ação profissional para grande núm ero de alunos, tendo com o princípio que seus cursos de graduação estão inseridos em um cenário de ensino superior de m assa de qualidade. Com o centro de divulgação e socialização do conhecim ento hum ano, tem com o foco prioritário e perm anente o ensino, alim entado pela visão interdisciplinar, por práticas docentes inovadoras e diferenciadas; pela centralização no estudante e não no professor e pela uniform idade de program as de disciplinas e cursos. Faz parte tam bém da m issão institucional da Faculdade de Tecnologia Radial Santo André um a orientação fortem ente vocacional em seus program as de ensino, presentes nos projetos pedagógicos dos cursos, especialm ente os de graduação tecnológica. Com o faculdade, ela se distingue de outras instituições de ensino por ter com o princípio a m anutenção de um intenso program a de cooperação com o m undo do trabalho.”

O período de vigência do PDI é entre 2007 a 2011. Neste período a IES passou por transform ações estruturais im portantes com o a incorporação da m antenedora IREP - Sociedade de Ensino Superior, Médio e Fundam ental Ltda., pela holding “Grupo Estácio de Sá Participações S.A.”, em 2008, processos estes expressos em docum entos oficiais consultados, apresentação física da IES e encontros com a com unidade acadêm ica. Esta incorporação da IES pelo grupo Estácio de Sá é m uito bem aceita por toda a com unidade que refere avanços do ponto de vista da profissionalização das relações de trabalhos, da m elhoria de equipam entos e m atérias, particularm ente do m aterial didático, além das vantagens, segundo constatado por esta Com issão in loco nos encontros presenciais, de fazer parte desta Com unidade.

A realidade de transform ações recentes faz com que o PDI não tenha sido com pletam ente im plem entado, com o a expansão na oferta de cursos de graduação tecnológica e bacharelada e de cursos de pós-graduação lato sensus.

Algum as m etas nem se enquadram na realidade atual da IES, com o a criação de um Instituto Superior de Educação. Outros itens, no entanto, foram im plem entados além da expectativa do PDI, com o por exem plo, a am pliação do acervo bibliográfico agora com plataform as de consulta da holding que enriqueceram as possibilidades da com unidade, cursos de qualificação disponibilizados pelo grupo Estácio de Sá, tanto para professores, quanto para servidores.

A IES possui program a de avaliação perm anente cujo exam e dos docum entos dem onstram atividades dos últim os 5 anos. Em reuniões com : estudantes, CPA, servidores, docentes, e adm inistradores, a com unidade universitária identifica a vigência do processo avaliativo com ações pontuais com o as avaliações sem estrais de docentes em cada disciplina. A im plem entação geral das ações se confirm aram por m odificações com o a substituição de professores, aquisição de equipam entos e m elhoria do atendim ento aos estudantes através da instalação de term inais de auto-atendim ento.

Conceito da Dimensão 1 3

Dimensão 2: A política para o ensino (graduação e pós-graduação), a pesquisa, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades

2.1. Coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão com os docum entos oficiais Conceito referencial m ínim o de qualidade Quando as políticas de ensino, pesquisa e extensão praticadas pelas IES estão coerentes com o PDI. 2.2. Políticas institucionais para cursos de graduação (bacharelados, licenciaturas e de tecnologia) e cursos seqüenciais (quando for o caso), na m odalidade presencial, e suas form as de operacionalização. Conceito referencial m ínim o de qualidade Quando as atividades realizadas nos cursos de graduação e cursos seqüenciais (quando for o caso), na m odalidade presencial, garantem os referenciais m ínim os de qualidade desses cursos. 2.3. Políticas institucionais para cursos de graduação

(bacharelados, licenciaturas e de tecnologia) e cursos seqüenciais (quando for o caso), na m odalidade a distância, e suas form as de operacionalização (indicador exclusivo para IES credenciada para m odalidade a distância). Conceito referencial m ínim o de qualidade Quando as atividades realizadas nos cursos de graduação e cursos seqüenciais (quando for o caso), na m odalidade a distância, garantem os referenciais m ínim os de qualidade desses cursos. 2.4.

Políticas institucionais para cursos de pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), na m odalidade presencial, e suas form as de operacionalização (indicador im prescindível para Universidades). Conceito referencial m ínim o de qualidade Universidades Quando as

atividades realizadas nos cursos de pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), na m odalidade presencial, resultam de diretrizes de ações, são acessíveis ao conhecim ento da com unidade, observam rigorosos critérios de qualidade e estão adequadam ente im plantadas e

acom panhadas ; além disso, a IES possui pelo m enos 04 (quatro) program as de pós-

graduação stricto sensu, todos recom endados pela CAPES, havendo, dentre estes, no m ínim o, um curso de doutorado. Centros Universitários e Faculdades Quando as atividades realizadas na pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), na m odalidade presencial, observam os referenciais de qualidade desses cursos , resultam de diretrizes de ações, são acessíveis ao conhecim ento da com unidade e estão adequadam ente im plantadas e acom panhadas. 2.5. Políticas

institucionais para cursos de pós-graduação lato sensu e strito sensu na m odalidade a distância, e suas form as de operacionalização (indicador exclusivo para IES credenciada para m odalidade a distância). Conceito referencial m ínim o de qualidade Quando as atividades realizadas na pós-graduação lato sensu e strito sensu, na m odalidade a distância, observam os referenciais de qualidade desses cursos, resultam de diretrizes de ações, são acessíveis ao conhecim ento da com unidade e estão adequadam ente im plantadas e acom panhadas . 2.6.

Políticas institucionais de pesquisa e de iniciação científica e suas form as de operacionalização.

Conceito referencial m ínim o de qualidade Quando as atividades de pesquisa e de iniciação científica resultam de diretrizes de ações, e estão adequadam ente im plantadas e

acom panhadas , com participação de núm ero significativo de professores e estudantes. 2.7.

Políticas institucionais de extensão e form as de sua operacionalização, com ênfase à form ação inicial e continuada e à relevância social. Conceito referencial m ínim o de qualidade Quando as atividades de extensão resultam de diretrizes de ações adequadam ente im plantadas e

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16/09/13 e-MEC/INEP = Docentes / Avaliadores

emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25… 5/11 as atividades de extensão resultam de diretrizes de ações adequadam ente im plantadas e

acom panhadas ; além disso, verifica-se a sua relevância acadêm ica, científica e social no entorno institucional, e a sua vinculação com a form ação acadêm ica do aluno.

CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 2

A Faculdade Radial Santo André tem por objetivo o ensino em m assa, respondendo às necessidades do m ercado de trabalho da região. Busca análise constante através de estudos sistem áticos sobre a realidade e utiliza os resultados para o planejam ento de suas ações acadêm icas e adm inistrativas.

O IES é um a Faculdade Tecnológica Isolada e possui atualm ente 5 cursos em funcionam ento: Tecnologia em Com ércio Exterior (autorizado Portaria 2436 de 11/07/2005); Tecnologia em Gestão de Recursos Hum anos (autorizado Portaria 2434 de 11/07/2005 e reconhecido Portaria Conjunta SESU/SETEC no DOU de 29/06/2007);

Tecnologia em Logística (autorização Portaria 2435 de 11/07/2005 e reconhecim ento Portaria Conjunta SESU/SETEC no DOU de 29/06/2007); Tecnologia em Marketing (autorização Portaria 355 de 29/01/2004 e reconhecim ento Portaria 43 no DOU de 05/01/2007); Tecnologia em Gestão Financeira (autorização Portaria MEC 71 no DOU de 14/01/2004 e reconhecim ento Portaria MEC 245 no DOU de 04/01/2004). Na ocasião da visita desta Com issão, todos os cursos estavam instalados e funcionando no endereço citado nos docum entos.

A organização didático-curricular dos cursos foi evidenciada pela docum entação disponibilizada para a Com issão Verificadora na visita in loco, com o Portarias, atas de Conselho, PPI, PPC dos cursos, além da estrutura curricular dos cursos existentes.

A IES operacionaliza o ensino através de um a organização form al com estrutura sim ples com órgãos deliberativos e norm ativos com o: Conselho Superior de Adm inistração e os Colegiados de Cursos; órgãos executivos com o a Diretoria Acadêm ica; Diretoria de Cam pus, Diretoria Adm inistrativa e as Coordenadorias de Cursos; órgãos de apoio com o a Secretaria, a Biblioteca, a Gerência de Tecnologia da Inform ação (CTI), Núcleo de Pesquisa (NUP), Centro de Extensão e Assuntos Com unitários (CEAC).

A principal instância de decisão é a própria Direção, que parece exercer a gestão de m aneira com partilhada com Coordenadores, porém decidindo de m aneira centralizada, conform e foi possível perceber durante a visita.

Os órgãos de deliberação e de execução são concebidos com poucos níveis hierárquicos. A IES disponibilizou a docum entação relativa ao Conselho Superior e Conselho Didático Pedagógico, atas de reuniões, atividades desenvolvidas pelos cursos e seus respectivos pareceres legais, estrutura curricular, onde se verificaram os procedim entos adotados para levar a cabo as propostas de ensino.

A execução dos planos de ensino e os dem ais indicadores de qualidade dos cursos tecnológicos existentes é m onitorada por um sistem a de avaliação realizado pela CPA, denom inado avaliação 360º, em consonância com as coordenações de cursos.

Os Colegiados de Cursos, denom inados Coordenadorias de Curso, funcionam segundo as norm as regim entais, sendo com postas pelo Coordenador de curso e pelos professores que deles participam .

As políticas de pesquisa e extensão são com patíveis com a dim ensão da Faculdade, não sendo obrigatórias, porém notou-se certa preocupação com os tem as. Destaca-se o program a “Tira Dúvidas” desenvolvido na estação de trem urbano, CPTM, para a população da grande São Paulo, já difundido pela im prensa televisiva nacional e de grande relevância social. Idem com relação à Pesquisa, inclusive com possibilidade dos docentes concorrem a bolsas para capacitação sendo 30 bolsas para m estrado e 20 bolsas para sdoutorado para os docentes de toda a rede Estácio de Sá Participações S.A. – inform ações contidas no sistem a da m antenedora SIA: Sistem a de Inform ação Acadêm ica.

Além disso, todos os dem ais procedim entos atendem de m aneira SIMILAR ao conceito referencial de qualidade.

Conceito da Dimensão 2 3

Dimensão 3: A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua constribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural

3.1. Coerência das ações de responsabilidade social com as políticas constantes dos docum entos oficiais. Conceito referencial m inim o de qualidade Quando as ações de

responsabilidade social praticadas pelas IES estão coerentes com o PDI. 3.2. Relações da IES com a sociedade; setor público, setor privado e m ercado de trabalho. Conceito referencial m inim o de qualidade Quando as relações da IES com os setores da sociedade resultam de diretrizes institucionais e estão adequadam ente im plantadas e acom panhadas , incluindo ações para o desenvolvim ento sócio-econôm ico e educacional da região. 3.3. Relações da IES com a sociedade: inclusão social. Conceito referencial m inim o de qualidade Quando as ações da IES com vista à inclusão social resultam de diretrizes institucionais e estão adequadam ente

im plantadas e acom panhadas . 3.4. Relações da IES com a sociedade: defesa do m eio am biente, da m em ória cultural, da produção artística e do patrim ônio cultural. Conceito referencial m inim o de qualidade Quando as ações da IES com vistas à defesa do m eio am biente, do patrim ônio cultural e da produção artística resultam de diretrizes institucionais e estão adequadam ente im plantadas e acom panhadas.

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CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 3

A responsabilidade social da instituição, em prim eira instância, se caracteriza por receber estudantes das classes C e D (na m aioria, trabalhadores na indústria, com ércio e serviços da região), no período noturno, e prepará-los para o m ercado de trabalho, com ensino de qualidade, a custo relativam ente baixo, e contem plá-los com bolsas de estudo.

Além das bolsas do PROUNI e do Program a Escola da Fam ília, do governo paulista, a IES celebra convênios com as grandes em presas da região para oferecer bolsas a seus trabalhadores. Tam bém existem a Bolsa Fam iliar, para beneficiar pessoas de um a m esm a fam ília, e a Bolsa Maturidade, para incentivar a vinda ou o retorno de pessoas de m ais idade. Em razão das várias m odalidades, que podem ser cum ulativas, é possível que um m esm o estudante seja beneficiado por m ais de um a bolsa. Em 2010/2, por exem plo, há 841 bolsas distribuídas para os 814 estudantes da instituição, ou seja, praticam ente todos os estudantes desfrutam de algum a m odalidade bolsa e alguns acum ulam bolsas.

Outra form a m anifesta de responsabilidade social da instituição foi a prom oção, em m aio de 2010, do Encontro de Gestores da Rede Pública (Ensino Médio) de Santo André, visando atualizar e reciclar esses profissionais nas questões e ações voltadas para a educação. Ao final, os gestores e professores receberam um pen-drive com o conteúdo do encontro e m aterial didático de apoio.

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Nos três últim os anos, a instituição intensificou a oferta de serviços que atendem as dem andas da sociedade.

Neste sentido, passou a oferecer os seguintes cursos e serviços:

- Im posto de Renda Pessoa Física. Professores e estudantes esclarecem dúvidas e preenchem os form ulários de interessados por um quilo de alim ento não perecível, depois repassado a instituições de caridade.

- Auxílio à Creche MEI MEI. A instituição isenta da taxa de inscrição do processo seletivo os candidatos que tragam alim entos não perecíveis e fraldas descartáveis. Toda arrecadação é doada à creche, que atende crianças carentes de zero a cinco anos.

- Projeto Tira-dúvidas. Três professores de m atem ática e língua portuguesa atendem gratuitam ente a população no Espaço Cultural da Estação Brás, de segunda-feira a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, para sanar dúvidas da língua portuguesa e de m atem ática.

- Projeto RH em Ação, que prom ove o “dia da responsabilidade social”. Neste evento, professores e estudantes atendem a dem anda de pessoas carentes, idosos e desem pregados sobre direitos trabalhistas e previdenciários.

- Convênio com a Sam pel (Peças Autom otivas), para visitas técnicas à em presa, com a finalidade de aproxim ar os estudantes do m ercado de trabalho e despertá-los para as atividades de responsabilidade social.

- Visitas m onitoradas à Bovespa, para acom panhar o desenrolar de operações da bolsa de valores e participarem de palestras.

- Projeto “Aula Magna”, que traz im portantes nom es, de diversos setores da sociedade, para palestras. Em 2009, proferiram palestras na instituição Cristovam Buarque, Gustavo Franco, Gilberto Gil, Sérgio Cabral, Gilm ar Mendes e Marina Silva. Em 2010, já estiveram na instituição Carlos Minc e Índio da Costa. Todas as palestras estão disponíveis no site da instituição.

- Feira de Marketing, realizada anualm ente pela instituição. Num período de dez dias, ela reúne produtores de todo o país, que explanam a logística m ercadológica de seus produtos e serviços.

Com relação à produção artística e da defesa do m eio am biente, da m em ória e do patrim ônio cultural, as ações da instituição são m ais m odestas. Lim itam -se a um projeto em defesa do m eio am biente e visitas m onitoradas a m useus, teatros e cinem as, para assistirem a film es indicados pelos professores. No Projeto Plantio de Árvores, realizado no Dia da Árvore (21 de setem bro), estudantes, m onitorados por um professor, plantam m udas de árvores nativas da m ata atlântica em m ananciais.

A IES está ligeiram ente além dos referenciais m ínim os de qualidade.

Conceito da Dimensão 3 4

Dimensão 4: A comunicação com a sociedade

4.1. Coerência das ações de com unicação com a sociedade com as políticas constantes dos docum entos oficiais. Conceito referencial m inim o de qualidade Quando as ações de com unicação com a sociedade praticadas pelas IES estão coerentes com o PDI. 4.2.

Com unicação interna e externa. Conceito referencial m inim o de qualidade Quando os canais de com unicação e sistem as de inform ação para a interação interna e externa funcionam adequadam ente , são acessíveis às com unidades interna e externa e possibilitam a divulgação das ações da IES*. 4.3. Ouvidoria*. Conceito referencial m inim o de qualidade Quando a ouvidoria está im plantada, funciona segundo padrões de qualidade claram ente estabelecidos, dispõe de pessoal e infra-estrutura adequados , e os seus registros e observações são efetivam ente levados em consideração pelas instâncias acadêm icas e adm inistrativas.

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CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 4

As ações de com unicação com a sociedade praticadas estão em consonância com os objetivos propostos na m issão institucional e constatam -se nos trabalhos realizados junto à com unidade pelos estudantes, servidores e docentes. Os program as de extensão, através do CEAC (Centro de Extensão e Assuntos Com unitários), e as parcerias faculdade/em presas, através do Núcleo de Relacionam ento Em presarial, relacionam atividades acadêm icas, com o estágios e o Program a de Atividades Com plem entares, além das ações de assistência direta à com unidade. Estruturalm ente possui política de publicidade, em consonância com as orientações e veiculação com a m antenedora, Estácio de Sá Participações S.A., utilizando-se de diferentes veículos com o encartes, banners, sitio atualizado, entre outros, todos constatados por esta Com issão de Avaliação na visita in loco. O sitio oficial da IES é am igável e perm ite acesso às inform ações de funcionam ento da Faculdade Tecnológica.

A existência de canais de com unicação e sistem a de inform ação da IES com as com unidades internas foi verificada por m eio de reuniões com os dirigentes, docentes, servidores, estudantes e exam e de docum entação, com o im pressos e m aterial da Internet.

O atendim ento presencial aos alunos é realizado pelos coordenadores de curso e pela coordenação acadêm ica de form a sistem ática, para atendim ento de assuntos m ais urgentes.

Verificou-se que o m eio de com unicação m ais utilizado pelos alunos é o contato direto com os Coordenadores de curso e com a Coordenação acadêm ica da IES.

Possui um sistem a denom inado SIA - Sistem a de Inform ação Acadêm ica, disponível para a com unidade da IES, ou seja, com acesso através de registro e com usuário devidam ente identificado. Neste SIA o estudante pode solicitar qualquer tipo de docum ento que será, posteriorm ente, retirado presencialm ente na própria IES, além de m atricular-se ou reservar publicações. Para o docente, este sistem a perm ite tam bém o acesso às vantagens oferecidas pela holding, com o solicitação de bolsas para capacitação ou treinam entos gratuitos oferecidos.

A ouvidoria está instalada, com docente responsável designado e sala com partilhada para as atividades. Portanto, a com unicação com a sociedade e a com unicação interna está sim ilar ao que expressa o referencial m ínim o de qualidade.

Conceito da Dimensão 4 3

Dimensão 5: As políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico-

administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho 5.1. Coerência das políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo

técnicoadm inistrativo, seu aperfeiçoam ento, seu desenvolvim ento profissional e suas condições de trabalho com as políticas firm adas em docum entos oficiais. Conceito referencial m inim o de

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16/09/13 e-MEC/INEP = Docentes / Avaliadores

emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25… 7/11 de trabalho com as políticas firm adas em docum entos oficiais. Conceito referencial m inim o de

qualidade: Quando as políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e do corpo técnico- adm inistrativo, seu aperfeiçoam ento, seu desenvolvim ento profissional e as condições de trabalho praticadas pelas IES estão coerentes com o PDI. 5.2. Form ação do corpo docente Conceito referencial m inim o de qualidade: Universidades e Centros Universitários: Quando a m etade do corpo docente da IES tem form ação m ínim a em nível de pós-graduação stricto sensu*, dos quais 40% desses com título de doutor (20% do total), e experiência profissional e acadêm ica adequadas às políticas constantes dos docum entos oficiais da IES. Faculdades:

Quando a m aioria do corpo docente tem , no m ínim o, form ação de pós-graduação lato sensu e experiência profissional e acadêm ica adequadas às políticas constantes dos docum entos oficiais da IES 5.3. Condições institucionais para os docentes. Conceito referencial m inim o de

qualidade: Universidades: Quando as políticas de capacitação e de acom panham ento do trabalho docente estão im plem entadas. Além disso, o Plano de Carreira Docente, hom ologado por órgão do Ministério do Trabalho e Em prego, está im plem entado e difundido na com unidade acadêm ica, estando a IES em consonância com a legislação vigente no que se refere a regim e de trabalho, ou seja, um terço do corpo docente em regim e de tem po integral * (Lei

9.394/1996 – Art. 52). Centros Universitários: Quando as políticas de capacitação e de acom panham ento do trabalho docente estão im plem entadas. Além disso, o Plano de Carreira Docente, hom ologado por órgão do Ministério do Trabalho e Em prego, está im plem entado e difundido na com unidade acadêm ica, em consonância com a legislação vigente no que se refere a regim e de trabalho, ou seja, um quinto do corpo docente em regim e de tem po integral (Decreto 5.786/2006 – Art.1°). Faculdades: Quando as políticas de capacitação e de

acom panham ento do trabalho docente estão im plem entadas e acom panhadas. Além disso, o Plano de Carreira Docente, hom ologado por órgão do Ministério do Trabalho e Em prego, está im plem entado e difundido na com unidade acadêm ica. 5.4. Condições institucionais para o corpo técnico-adm inistrativo. Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando o perfil (form ação e experiência) e as políticas de capacitação do corpo técnico-adm inistrativo estão adequados às políticas constantes dos docum entos oficiais da IES. Além disso, o Plano de Cargos e Salários, hom ologado por órgão do Ministério do Trabalho e Em prego, está

im plem entado e difundido. 5.5. Form ação do corpo de tutores presenciais e suas condições institucionais (indicador exclusivo para IES credenciada para m odalidade a distância – EAD).

Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando o corpo de tutores presenciais tem , no m ínim o, graduação na área objeto da tutoria e as políticas para a sua capacitação estão im plem entadas e acom panhadas. 5.6. Form ação do corpo de tutores a distância e suas condições institucionais (indicador exclusivo para IES credenciada para m odalidade a distância – EAD). Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando o corpo de tutores a distância tem , no m ínim o, graduação na área objeto da tutoria e as políticas para a sua capacitação estão im plem entadas e acom panhadas.

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CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 5

A Com issão de Avaliação, in loco, constatou que as políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico-adm inistrativo, seu aperfeiçoam ento, desenvolvim ento profissional e suas condições de trabalho configuram um quadro sim ilar do referencial m ínim o de qualidade. Na avaliação desta dim ensão, a Com issão constatou os seguintes aspectos:

1. Que as políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico adm inistrativo, seu aperfeiçoam ento, seu desenvolvim ento profissional e suas condições de trabalho estão condizentes com as políticas firm adas em docum entos oficiais. Segundo os técnicos adm inistrativos existe um a política de priorizar as pessoas que atuam na instituição para ocupar os cargos vagos na IES e outras instituições da m antenedora.

2. Que a Faculdade de Tecnologia Radial Santo André conta em seus cursos de graduação tecnológica com um corpo docente, com posto por 4% de doutores, 34% de m estres e 62% de especialistas, configurando um quadro além do que expressa o referencial m ínim o de qualidade exigido para um a faculdade.

3. Em relação às condições institucionais para os docentes, observou-se que as políticas de capacitação e de acom panham ento do trabalho docente são im plem entadas e acom panhadas. O plano de carreira docente é conhecido pelos professores e está protocolizado no Ministério do Trabalho, desde setem bro de 2009.

4. Em relação às condições institucionais para os técnicos-adm inistrativos, observou-se que atendem as políticas constantes dos docum entos oficiais da IES tanto do ponto de vista do perfil (form ação e experiências) quanto, das políticas de capacitação do técnico adm inistrativo. Do m esm o m odo que para os docentes, existe o plano de cargos e salários para funcionários técnico-adm inistrativos, protocolado no Ministério do Trabalho, desde setem bro de 2009.

Durante a reunião, docentes m anifestaram satisfação em relação às condições de trabalho. A IES não desenvolve atividade na m odalidade à distância.

Conceito da Dimensão 5 3

Dimensão 6: Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios

6.1. Coerência da organização e da gestão da instituição com as políticas firm adas em docum entos oficiais. Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando a organização e a gestão da instituição, especialm ente o funcionam ento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonom ia na relação com a m antenedora, e a participação dos segm entos da com unidade universitária nos processos decisórios estão coerentes com o PDI. 6.2. Gestão institucional (considerar as especificidades da gestão de cursos a distância, quando for o caso).

Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando a gestão institucional se pauta em princípios de qualidade, e resulta de diretrizes de ações. 6.3. Funcionam ento, representação e autonom ia dos Conselhos Superiores. Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando o funcionam ento e a representatividade dos Conselhos Superiores cum prem os dispositivos regim entais e estatutários. 6.4. Funcionam ento, representação e autonom ia dos colegiados de curso. Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando o funcionam ento e a

representatividade nos colegiados de curso, ou equivalentes, cum prem os dispositivos

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emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25… 8/11 representatividade nos colegiados de curso, ou equivalentes, cum prem os dispositivos

regim entais e estatutários.

CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 6

Os docum entos oficiais e as reuniões presenciais m ostram coerência da organização e da gestão da instituição. No Regim ento da IES está prevista a participação dos diferentes segm entos da com unidade nos processos de decisão, tais com o órgãos colegiados envolvidos na organização e gestão, com certa independência e autonom ia em relação à m antenedora, estando coerentes com o PDI.

Com o o m om ento desta IES ainda refere a gestão anterior onde a m antenedora era identificada com a figura do fundador da própria IES, a com unidade hoje identifica avanços na profissionalização das relações de trabalho e de autonom ia dos órgãos colegiados.

Os dispositivos regim entais e estatutários são cum pridos no tocante a funcionam ento e representatividade nos conselhos superiores. Ao m esm o tem po o conhecim ento por parte da com unidade de seus representantes é observado no corpo docente, diferente dos corpos discente e técnico-adm inistrativos para os quais os representantes não são plenam ente conhecidos.

O funcionam ento e a representatividade nos colegiados expressas nos docum entos cum prem os dispositivos constantes nos regim entos e estatuto que constituem os docum entos oficiais da IES.

O funcionam ento e a representatividade no colegiado de curso cum prem os dispositivos regim entais e perm item o conceito referencial m ínim o de qualidade.

Conceito da Dimensão 6 3

Dimensão 7: Infra-estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação

7.1. Coerência Infra-estrutura física, especialm ente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de inform ação e com unicação com o estabelecido em docum entos oficiais. Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando a infra-estrutura física da IES, especialm ente a de ensino e pesquisa, biblioteca, recursos de inform ação e com unicação, está coerente com a especificada no PDI. 7.2. Instalações gerais Conceito referencial m inim o de qualidade:

Quando há instalações gerais para o ensino, para a pesquisa (quando for o caso), para a prática de esportes, atividades culturais e de lazer, espaços de convivência, e para laboratórios didáticos e de pesquisa em quantidade e qualidade adequadas. 7.3. Instalações gerais nos pólos para educação a distância (indicador exclusivo para IES credenciada para m odalidade a distância – EAD). Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando há, nos pólos para educação a distância, instalações gerais para o ensino e para a pesquisa (quando for o caso), incluindo laboratórios, em quantidade e qualidade adequadas . 7.4. Biblioteca: acervo, serviços e espaço físico. Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando podem ser verificadas ações adequadas de atualização e am pliação do acervo bibliográfico e dos serviços da(s) biblioteca (s). 7.5. Bibliotecas dos pólos para educação a distância: acervo, serviços e espaço físico (indicador exclusivo para IES credenciada para m odalidade a distância – EAD).

Conceito referencial m inim o de qualidade: Quando podem ser verificadas ações adequadas de atualização e am pliação do acervo bibliográfico e dos serviços da(s) biblioteca(s)

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CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 7

A Faculdade de Tecnologia Santo André funciona em área com partilhada com um a instituição de Educação Básica, denom inado Colégio Arbos, com entradas independentes e com partilham áreas de convivência com o cantina e quadras desportivas. Para um dos blocos o acesso pode ser realizado pela entrada principal, utilizada principalm ente pelos estudantes da Faculdade, e para o outro bloco a entrada se dá pela área de convivência, am bas por m eio de ram pas.

As instalações estão em bom estado de conservação e se configuram , basicam ente, em dois blocos interligados.

As salas de aula estão distribuídas nos três pisos: térreo, prim eiro e segundo, todos com acesso por escadas e elevadores.

As salas são am plas e bem ilum inadas com ventiladores e carteiras em bom estado e com tam anhos variados, de acordo com o núm ero de alunos por turm a. Existe um a sala com equipam ento m ultim ídia perm anente. Para as dem ais salas existem gabinetes m óveis com equipam ento m ultim ídia que são transportados segundo a necessidade de utilização.

Os Laboratórios de Inform ática para acesso direto dos estudantes em pesquisas na internet são com partilhados e possuem equipam entos atualizados e interligados em rede.

A sala dos professores é provida de arm ários individuais, m esa para reunião, WC, m esa para lanches rápidos e um term inal de com putador. As salas para atendim ento individual são em locais separados, que servem tam bém para as atividades das coordenações de cursos. O espaço para as coordenações de cursos é único e as diferentes unidades são caracterizadas por m esas pequenas, sem divisórias ou separação de am biente.

A Adm inistração está alojada em área separada, próxim a a entrada principal da edificação, e os diferentes setores funcionam em salas separadas. No hall de entrada estão os guichês para atendim ento ao público.

A cantina possui am pla área, que é aproveitada para a convivência dos estudantes e acesso às áreas desportivas, e, no caso de haver atividades da Faculdade e do Colégio sim ultaneam ente, são colocadas divisórias para que não se m isturem . Em geral, o Colégio funciona durante o dia e a Faculdade durante a noite.

A Biblioteca possui área adequada para a guarda do acervo e com partilha a Educação Básica e o Ensino Superior.

Existe um bom núm ero de m esas e cadeiras para o estudo, salas isoladas para trabalho individual e em grupos.

Todas as publicações do acervo estão devidam ente catalogadas e com a inscrição própria desta IES, os livros estão bem identificados, m as não estão disponíveis para consulta direta, apenas por term inais de consulta onde fazem a reserva para solicitar pessoalm ente. As obras podem ser reservadas pela página web da IES e há consulta on-line ao acervo. O acervo é satisfatório para o núm ero de alunos da IES. Não há videoteca com DVD ou CD para consulta, apenas duas caixas com algum m aterial.

Os sanitários estão em bom estado de con servação havendo sanitários específicos para pessoas com m obilidade reduzida nos andares, térreo e segundo, m as com necessidade de adequação com o a abertura de portas para fora, colocação de m aior núm ero de barras e elevação de um dos assentos, entre outras m odificações nas áreas de circulação internas e, com o não há priorização de sua utilização, em reunião com estudantes, um a aluna com m obilidade reduzida referiu a im possibilidade de sua utilização.

A IES não oferece cursos EAD, m as oferece disciplinas inteiras nesta tecnologia e a utiliza com o ferram enta didática em outras.

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emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25… 9/11 didática em outras.

Considerando a infraestrutura especificada no PDI, a dim ensão foi considerada satisfatória para o conceito m ínim o de qualidade.

Conceito da Dimensão 7 3

Dimensão 8: Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional

8.1. Coerência do planejam ento e da avaliação, especialm ente em relação aos processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional com o estabelecido em docum entos oficiais.

Conceito referencial m inim o de qualidade*: Quando o planejam ento e a avaliação,

especialm ente em relação aos processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional da IES estão coerentes com o especificado no PDI. 8.2. Auto-avaliação institucional Conceito referencial m inim o de qualidade*: Quando a Com issão Própria de Avaliação* está im plantada e funciona adequadam ente, há efetiva participação da com unidade interna (professores, estudantes e técnico-adm inistrativos) e externa nos processos de auto-avaliação institucional, e há divulgação das análises e dos resultados das avaliações, estando as inform ações

correspondentes acessíveis à com unidade acadêm ica. 8.3. Planejam ento e ações acadêm ico- adm inistrativas a partir dos resultados das avaliações. Conceito referencial m inim o de qualidade*: Quando a IES im plem enta adequadam ente ações acadêm ico-adm inistrativas baseadas nos resultados da auto-avaliação e das avaliações externas.

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CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 8

Constatou-se in loco a coerência do planejam ento e da avaliação, especialm ente dos processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional com o estabelecido em docum entos oficiais (PDI, Projeto Pedagógico, relatórios da CPA). A autoavaliação institucional é realizada e a CPA está im plantada e em funcionam ento, contando com a participação de professores, técnico adm inistrativo, representação de estudantes e da com unidade externa. Os resultados do trabalho da CPA são divulgados por m eio de reuniões com representantes discentes, com professores e no site da IES. Em reunião com a com unidade acadêm ica constatou-se que os resultados da avaliação são discutidos com vistas à buscar soluções para as fragilidades identificadas. Ficou dem onstrado que os gestores da IES im plem entam as ações acadêm ico-adm inistrativas a partir dos resultados das avaliações internas e externas. Assim , o planejam ento e avaliação, especialm ente em relação aos processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional, configuram um quadro além do que é expresso no referencial m ínim o de qualidade.

Conceito da Dimensão 8 4

Dimensão 9: Políticas de atendimento aos discentes

9.1. Coerência das políticas de atendim ento aos discentes com o estabelecido em docum entos oficiais. Conceito referencial m inim o de qualidade*: Quando as políticas de atendim ento aos discentes da IES estão coerentes com as especificadas no PDI. 9.2. Program as de apoio ao desenvolvim ento acadêm ico dos discentes referentes à realização de eventos Conceito referencial m inim o de qualidade*: Quando os program as de apoio ao desenvolvim ento acadêm ico dos discentes, de realização de atividades científicas, técnicas, esportivas e culturais, e de divulgação da sua produção estão im plantados e adequados . 9.3. Condições

institucionais de atendim ento ao discente. Conceito referencial m inim o de qualidade*:

Quando se verifica a adequação das políticas de acesso, seleção e perm anência de estudantes (critérios utilizados, acom panham ento pedagógico, espaço de participação e de convivência) praticadas pela IES e há adequada relação com as políticas públicas e com o contexto social.

9.4. Acom panham ento de egressos e criação de oportunidades de form ação continuada Conceito referencial m inim o de qualidade*: Quando existem m ecanism os adequados para conhecer a opinião dos egressos sobre a form ação recebida, tanto curricular quanto ética, para saber o índice de ocupação entre eles, para estabelecer relação entre a ocupação e a form ação profissional recebida; além disso, a opinião dos em pregadores dos egressos é utilizada para revisar o plano e os program as e existem atividades de atualização e form ação continuada para os egressos

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CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 9

A Com issão de Avaliação, in loco, constatou que a IES, em relação às políticas de atendim ento aos discentes, configura um quadro sim ilar ao que expressa o referencial m ínim o de qualidade.

As políticas de atendim ento aos discentes e o estabelecim ento destas no PDI, na sua m aioria, estão coerentes. A IES conta com program as que beneficiam os alunos e prom ovem o aprendizado, sendo estas realizadas pelo Núcleo de Apoio Psico-pedagógico (NAPS). A IES oferece aos alunos atendim entos de nivelam ento com relação à língua portuguesa, m atem ática e o program a GABARITANDO NA AV1, com oferta gratuita de aulas on-line em diferentes disciplinas. Os acadêm icos em fase final de curso recebem orientação e suporte da bibliotecária para a norm alização do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). No que diz respeito aos program as de estím ulo ao desenvolvim ento intelectual do acadêm ico, existe um a coordenação de projetos de pesquisa e outra de projetos de extensão, iniciando o estím ulo de atividades docentes e discentes na área de pesquisa e efetivando ações de extensão universitária. O aluno conta com a Secretaria Virtual, pela Internet (SIA - Portal do Aluno), que oferece serviços, com o: solicitação de docum entos, inform ações, m atrícula, requerim entos, operações acadêm icas ou financeiras. Contam , tam bém , com a Biblioteca Virtual para consultar o m aterial inserido pelo professor e ler a bibliografia recom endada.

Em reunião com os docentes foi verificado o apoio ao desenvolvim ento acadêm ico na IES (bolsas de participação em program a de iniciação científica, incentivo à participação de eventos, financiam ento estudantil em convênio com em presas, FIES e PROUNI). Quanto às atividades culturais, estas são organizadas a partir das atividades que com põe o Program a de Atividades Com plem entares.

Conform e o PDI, a IES possui um program a de financiam ento de estudos aos alunos carentes ou em situações pontuais de dificuldade financeira, com vistas assegurar sua perm anência e desem penho escolar. A Faculdade oferta um curso de pós-graduação Lato-sensu: MBA em Gestão Em presarial. O controle dos egressos é feito pelo

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emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be2… 10/11 oferta um curso de pós-graduação Lato-sensu: MBA em Gestão Em presarial. O controle dos egressos é feito pelo site: Ex-alunos. Os egressos têm a oportunidade de se m anter atualizado e em contato com a IES, inclusive fornecendo inform ações sobre ocupação e suas sustentabilidades nas em presas da região.

Conceito da Dimensão 9 3

Dimensão 10: Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior

10.1. Coerência da sustentabilidade financeira apresentada pela IES com o estabelecido em docum entos oficiais. Conceito referencial m inim o de qualidade*: Quando a sustentabilidade financeira da IES está coerente com a especificada no PDI. 10.2 Sustentabilidade financeira da instituição e políticas de captação e alocação de recursos. Conceito referencial m inim o de qualidade*: Quando se verifica a adequação entre a proposta de desenvolvim ento da IES, incluindo-se a captação de recursos, e o orçam ento previsto, a com patibilidade entre cursos oferecidos e as verbas e os recursos disponíveis, e existe controle entre as despesas efetivas e as referentes à despesa correntes, de capital e de investim ento. 10.3. Políticas direcionadas à aplicação de recursos para program as de ensino, pesquisa e extensão Conceito referencial m inim o de qualidade*: Quando existem políticas de aquisição de equipam entos e de expansão e/ou conservação do espaço físico necessárias à adequada im plem entação dos program as de ensino, pesquisa e extensão.

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CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 10

A visita in loco perm itiu verificar que existe sustentabilidade financeira para o funcionam ento da Faculdade de Tecnologia Radial Santo André. A m antenedora é o Grupo Em presarial Estácio de Sá, contudo a IES tem autonom ia quanto ao planejam ento e execução do orçam ento. Foi observada a coerência da sustentabilidade financeira apresentada pela IES com o estabelecido em docum entos oficiais. Verificou-se adequação entre a proposta de desenvolvim ento da IES no que diz respeito à captação de recursos, prioritariam ente oriundos de m ensalidades da graduação, e o orçam ento previsto. Existe com patibilidade entre cursos oferecidos, as verbas e os recursos disponíveis, bem com o o controle entre as despesas efetivas e as referentes à despesas correntes, de capital e de investim ento. Em reuniões com gestores, docentes, técnicos e estudantes constatou-se a existência de políticas direcionadas à aplicação de recursos para program as de ensino, pesquisa, extensão e infraestrutura. Foi possível verificar que a sustentabilidade financeira encontra-se além dos referenciais m ínim os de qualidade.

Conceito da Dimensão 10 4

REQUISITOS LEGAIS

11.1. Condições de acesso para portadores de necessidades especiais (Dec. 5.296/2004). Não Critério de análise:

A instituição apresenta condições adequadas de acesso para portadores de necessidades especiais?

11.2. Titulação do Corpo Docente Universidades e Centros Universitários: percentual m ínim o de docentes com pós-graduação stricto sensu * (Lei 9.394/1996 – Art. 52). Faculdades : no

m ínim o form ação em pós-graduação lato sensu * para todos os docentes Sim Critério de análise:

Universidades e Centros Universitários: a instituição tem , no m ínim o, um terço do corpo docente com titulação de m estrado e/ou doutorado?

Faculdades: O corpo docente tem , no m ínim o, form ação em pós-graduação lato sensu* ?

11.3. Regim e de Trabalho do Corpo Docente Para Universidades : um terço do corpo docente em regim e de tem po integral* (Lei 9.394/1996 – Art. 52). Para Centros Universitários : um

quinto do corpo docente em regim e de tem po integral* (Decreto 5.786/2006 – Art.1°). Sim Critério de análise:

Universidades: a instituição tem , no m ínim o, um terço do corpo em regim e de tem po integral?

Centro universitário: a instituição tem , no m ínim o, um quinto do corpo docente em regim e de tem po integral?

11.4. Plano de Cargo e Carreira (IES* privadas). O Plano de Cargo de Carreira deve estar registrado e hom ologado por órgão com petente do Ministério de Trabalho e Em prego. (Súm ula

6 – TST). Sim

Critério de análise:

O Plano de Cargo de Carreira está devidam ente registrado e hom ologado por órgão com petente do Ministério de Trabalho e Em prego ?

11.5. Form a Legal de Contratação de Professores (IES* privadas). As contratações dos

professores devem ser m ediante vínculo em pregatício. (CLT, arts. 2° e 3°). Sim Critério de análise:

A form a legal de contratação de professores é m ediante vínculo em pregatício ? DISPOSIÇÕES LEGA IS

O Decreto 5.296/ 2004 regulam enta as Leis 10.048/2000 que dá prioridade de atendim ento às pessoas que especifica, e 10.098/2000 que estabelece norm as gerais e critérios básicos para a prom oção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com m obilidade reduzida. Prevê que as em presas prestadoras de serviços públicos, com o as Instituições de Ensino Superior (IES), deverão dispensar atendim ento prioritário à estas pessoas. O atendim ento prioritário inclui:

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16/09/13 e-MEC/INEP = Docentes / Avaliadores

emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be2… 11/11 pessoas. O atendim ento prioritário inclui:

1. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis. Nesta IES há acesso para todos os pisos das edificações por ram pas e elevadores. Foi registrada por esta com issão verificadora in loco em reunião com estudantes a dificuldade daqueles com m obilidade reduzida em utilizar tais equipam entos com o elevadores por falta de política educativa de priorização do uso destes equipam entos às pessoas com deficiência.

2. Mobiliário de recepção e atendim ento obrigatoriam ente adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas, conform e estabelecido nas norm as técnicas de acessibilidade da ABNT. Na verificação in loco esta Com issão constatou recepção que atende ao Decreto, m as necessita de m obiliário específico em salas de aula. No m om ento as carteiras escolares são todas iguais e há necessidade da aquisição de m esas próprias para utilização com cadeiras de rodas.

3. Serviços de atendim ento para pessoas com deficiência auditiva, prestado por intérpretes ou pessoas capacitadas em Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e no trato com aquelas que não se com uniquem em LIBRAS, e para pessoas surdo/cegas, prestado por guias-intérpretes ou pessoas capacitadas neste tipo de atendim ento. A IES apresenta intenção expressa no PDI, m as não houve a verificação destas ações in loco por esta Com issão Avaliadora nesta fase de recredenciam ento da IES.

4. Pessoal capacitado para prestar atendim ento às pessoas com deficiência visual, m ental e m últipla, bem com o às pessoas idosas. A IES apresenta, em seu PDI, a existência de professores especializados no atendim ento pessoas com necessidades especiais que poderiam ser os responsáveis pela capacitação de funcionários e sensibilização da com unidade acadêm ica para o atendim ento das pessoas com deficiência. Durante a verificação in loco a Com issão não teve a oportunidade de conhecer o referido pessoal qualificado.

5. Disponibilidade de área especial para em barque e desem barque de pessoa portadora de deficiência ou com m obilidade reduzida. A localização das edificações não perm ite em barque e desem barque especial, em bora a edificação possa ser facilm ente adequada. Foi relatado a esta Com issão de verificação que há um a solicitação junto a Prefeitura do Município de reserva de vagas para pessoas com deficiência, m as esta m esm a Com issão constatou a necessidade de treinam ento de pessoal para a viabilidade destes am bientes de acesso da área externa ao interior da IES.

6. Sinalização am biental para orientação das pessoas. Não há sinalização de solo e necessita im ediata im plantação de sinalizadores am bientais para circulação.

7. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendim ento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com m obilidade reduzida. Há necessidade de m elhoria, divulgação am pla e im plantação da prioridade do atendim ento às pessoas com deficiência.

8. Adm issão de entrada e perm anência de cão-guia ou cão-guia de acom panham ento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador. Não está previsto no PDI da IES. A IES possui um corpo docente qualificado com form ação em pós-graduação Stricto sensu, Lato sensu e experiência profissional, sendo 2 doutores e 17 m estres e 31 especialistas. A m aioria atua com o horista. O Plano de Cargo e Carreira é conhecido pelos docentes e técnicos adm inistrativos e está protocolado no Ministério de Trabalho e Em prego. Os docentes são contratados de acordo com a CLT, em tem po integral (20%), parcial (14%) e com o horista (52%).

Considerações finais da comissão de avaliadores e Conceito final da Avaliação:

CONSIDERA ÇÕES FINA IS DA COMISSÃ O DE A VA LIA DORES

Esta com issão, constituída pelos professores Ciom ara Maria Pérez Nunes, Maria Cristina Pinto de Jesus e Paulo César Boni, designada para a avaliação 64225, depois de realizar as ações prelim inares de avaliação, as condições sobre cada um a das dez dim ensões avaliadas e sobre os requisitos legais, todas integrantes deste relatório; e por considerar tam bém os referenciais de qualidade dispostos na legislação vigente, nas diretrizes da Com issão Nacional de Avaliação da Educação Superior - CONAES e neste instrum ento de avaliação, atribuiu os seguintes conceitos por à instituição avaliada:

dim ensão 1 = 3;

dim ensão 2 = 3;

dim ensão 3 = 4;

dim ensão 4 = 3;

dim ensão 5 = 3;

dim ensão 6 = 3;

dim ensão 7 = 3;

dim ensão 8 = 4;

dim ensão 9 = 3;

dim ensão 10 = 4.

Em razão do acim a exposto, esta IES - Faculdade de Tecnologia Radial de Santo André - apresenta um perfil satisfatório de qualidade.

CONCEITO FINA L 3

Referências

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