• Nenhum resultado encontrado

MAIO 2014

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "MAIO 2014"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

: DESTAQUES DO MÊS : SEÇÕES

: 01 : 02 : 03 : 04 : 05 : 06: 07 : 08 : 09 : 10

: INSTITUCIONAL P 01

: EVENTOS ACADÊMICOS P 03

: PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS P 05

: PUBLICAÇÕES P 07

: DIREITO GV NA MÍDIA P 08

: REVISTA DIREITO GV INDICA P 10

: DIREITO GV ANUNCIOU PARCERIAS COM UNIVERSIDADES DOS ESTADOS UNIDOS E BÉLGICA

: ICJBRASIL APONTA QUE INSATISFAÇÃO COM A POLÍCIA SALTOU DE 31% PARA 38% EM UM ANO

:PÁGINA DOS EX-ALUNOS DA DIREITO GVENTRA NO AR :CALENDÁRIO E LISTA DE OBRAS DO VESTIBULAR 2015

DA DIREITO GV SÃO DIVULGADOS

: PESQUISAS DA DIREITO GV FORAM SELECIONADAS PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E PNUD

: JÚRI SIMULADO ESTIMULA INTEGRAÇÃO E DEBATE ENTRE ESCOLAS DE DIREITO DA FGV

RUA ROCHA, 233 SÃO PAULO SP BRASIL TEL (11) 3799.2233 (11) 3799.2231

(2)

: DIREITO GV ANUNCIOU PARCERIAS COM

UNIVERSIDADES DOS ESTADOS UNIDOS E BÉLGICA

A Coordenadoria de Relações Internacionais da DIREITO GV anunciou duas novas parcerias com universidades estrangeiras: A University of San Diego (USD) School of Law, nos Estados Unidos, e a University of Antwerp School of Law, na Bélgica.

A parceria entre a DIREITO GV e a USD tem por finalida- de a realização pesquisas na área de Direito Tributário.

Com as duas novas instituições, a DIREITO GV passa a ter programas de intercâmbio com 32 Universidades, sendo 13 na Europa, 12 na América do Norte, 4 na América Latina e 3 na Ásia.

Para ver a lista completa de universidades conveniadas, acesse a página http://direitogv.fgv.br/lista-convenios.

: ICJBRASIL APONTA QUE INSATISFAÇÃO COM A POLÍCIA SALTOU DE 31% PARA 38% EM UM ANO

As manifestações de junho de 2013 provocaram impac- tos na confiança da população na polícia. O percentual da população insatisfeita com a atuação da polícia passou de 31% no segundo semestre de 2012 para 38% no igual período de 2013. Essa é uma das principais conclusões do Índice de Confiança na Justiça (ICJBrasil), mensura- do pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas.

A confiança na polícia é maior entre os entrevistados com maior escolaridade: 35%, contra 27% dos entrevistados

com baixa escolaridade. Os entrevistados acima de 60 anos confiam mais na polícia do que os mais jovens (entre 18 e 34 anos): 37% contra 27%. Já entre os que têm de 35 a 59 anos, 30% disseram confiar na polícia.

Se a avaliação for pelo critério renda, 31% dos que rece- bem entre 1 e 4 salários mínimos confiam na polícia; entre a faixa salarial que ganha abaixo de um salário mínimo, a confiança na justiça chega a 26%

“A avaliação da polícia é fundamental para se conhecer a relação entre os cidadãos e o Estado. Para grande parte da população, a polícia militar ou a delegacia são os pri- meiros contatos com o Estado. Avaliar essa confiança é, em linhas gerais, avaliar o próprio Estado”, explicou Luciana Gross Cunha, coordenadora do ICJBrasil.

O ICJBrasil comparou a confiança na Justiça à confian- ça em outras instituições. O Judiciário desfruta de 29%

da confiança da população. Ele fica à frente apenas do Governo Federal (27%), Congresso Nacional (15%) e Partidos Políticos (6%).

A instituição em que a população mais confia são as Forças Armadas, com 66% das respostas, seguida pela Igreja Católica (56%), Ministério Público (45%), Imprensa Escrita (41%), Grandes Empresas (37%), Polícia (31%) e Emissoras de TV (30%).

Luciana chamou a atenção para o fato de que, entre 2011 e 2013, houve uma queda de 10 pontos percentuais na confiança do Judiciário. No segundo semestre de 2011, o relatório do ICJBrasil apontava que ...continua >>

SOBRE A DIREITO GV

CURSOS

PROFESSORES

PESQUISA

METODOLOGIA DE ENSINO

GRUPOS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

PUBLICAÇÕES

GLOBAL

PROCESSOS SELETIVOS

CENTRO DE PESQUISA JURÍDICA APLICADA

EVENTOS

NOTÍCIAS

GALERIA DE VÍDEOS

: LINKS : INSTITUCIONAL

(3)

<< volta... 39% da população confiava no Poder Judiciário.

Esse patamar caiu para 34% no segundo semestre de 2012 e, no segundo semestre de 2013, para 29%.

A pesquisadora explicou que este resultado se deve, em grande parte, ao aumento da exposição do Judiciário na mídia, principalmente no que se refere à exposição de escândalos envolvendo juízes.

Contribui para este desempenho ruim a percepção de que, para 90% dos entrevistados, o Judiciário é lento;

82% afirmam que o Judiciário é caro e 71% consideram que o Judiciário é difícil de ser acessado e nada ou pouco honesto; e, por fim, que 66% do Judiciário é nada ou pouco independente.

O ICJBrasil mensura a confiança da população no Judiciário brasileiro desde 2009. No segundo semestre de 2013, o indicador ficou em 5,1 pontos, numa escala de 0 a 10. Essa pontuação é calculada com base em dois subíndices. O subíndice de comportamento, que afere se, em determinados casos concretos, o cidadão recorreria ao Judiciário para resolver seus conflitos; e o subíndice de percepção, que verifica o sentimento da população em relação ao Judiciário no que se refere à celeridade, hones- tidade, neutralidade e custos de acesso. No período estu- dado, esses subíndices foram, respectivamente, de 8,3 pontos e 3,8 pontos (sempre em uma escala de 0 a 10).

Em relação aos temas que levariam a população a bus- car o Judiciário, a maior parte dos entrevistados, 91%, declarou que recorreria a ele para solucionar questões

relacionadas a direito do consumidor, seguido por 90%

que buscaria resolver conflitos com o Poder Público; 88%

para relações de trabalho, 86% para questões relativas ao direito de família, 84% para prestação de serviço e 83% para relações de vizinhança.

No que diz respeito ao efetivo uso, 32% da população foi ao Poder Judiciário para resolver conflitos trabalhis- tas; 25% para resolver conflitos envolvendo direito do consumidor, 19% para direito de família, 7% para previ- dência social, 6% para direito penal e 5% para trânsito.

Outros conflitos somam 8% das respostas.

O ICJBrasil entrevistou 3.325 pessoas de 8 unidades fe- derativas (Amazonas, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Fe- deral). A amostra representa 55% da população brasileira com 18 anos ou mais, segundo dados do Censo 2010.

: PÁGINA DOS EX-ALUNOS DA DIREITO GV ENTRA NO AR A página dos ex-alunos já pode ser acessada no site da DIREITO GV. Criada com o objetivo de divulgar notícias a respeito dos alunos após a graduação, a página tam- bém funciona como ponto de contato entre a instituição e os ex-alunos.

A página faz parte de um conjunto de iniciativas de apoio e aproximação iniciado em 2013 pela Coordenadoria de Prática Jurídica e Atividades Complementares. Outras ini- ciativas foram a realização do Primeiro Encontro de Ex-alu- nos da DIREITO GV, em novembro passado, e a criação

de oportunidades de atuação na Escola e a intensificação do auxílio para fins de colocação e recolocação profissio- nal. Os ex-alunos têm a oportunidade de interagirem com atuais alunos em grupos de estudos, preparação para competições internacionais e eventos como “Bate-papo com veteranos” e “Conversa com Advogados”, passando suas experiências acadêmicas e profissionais.

“Espera-se que, com a página, os ex-alunos sintam-se representados na comunidade da DIREITO GV e mante- nham o vínculo com a Escola, informando-se sobre opor- tunidades e enviando notícias sobre suas carreiras”, disse a coordenadora Cassia Nakano Hirai, da Coordenadoria de Prática Jurídica.

: CALENDÁRIO E LISTA DE OBRAS DO VESTIBULAR 2015 DA DIREITO GV SÃO DIVULGADOS

Começará em 7 de julho o período de inscrições para o Vestibular 2015 da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas. Serão oferecidas 60 vagas. As provas da primeira fase estão agendadas para 20 e 23 de novembro, enquanto a segunda fase ocorrerá entre 15 e 19 de dezembro.

Neste ano, a coordenação do Vestibular promove algumas alterações nas obras exigidas para a prova de Artes e Questões Contemporâneas. Passam a compor a lista as seguintes obras: O Amor nos Tempos do Cólera (Gabriel García Márquez), Laranja Mecânica (Stanley Kubrick), Cálice (Criolo), Que País é Esse? (Legião ... continua >>

(4)

<< volta... Urbana), Young Americans (David Bowie) e Tropa de Elite 2 – O inimigo agora é outro (José Padilha).

Saíram da lista do ano passado Apocalipse Now (Francis Ford Coppola), Construção (Chico Buarque), Conversa de Botequim (Noel Rosa), Englishman in New York (The Police), História de Cronopios e Fama (Julio Cortázar) e Tropa de Elite 1 (José Padilha).

A taxa de inscrição no vestibular é de 150 reais, mas quem pagar até às 18 horas de 15 de agosto terá um des- conto de 50%. Os alunos que concluíram o ensino médio em escola pública ou que foram bolsistas em escola par- ticular poderão ter isenção da taxa de inscrição.

O vestibular é dividido em duas fases. A primeira fase con- siste de provas discursivas de Redação, Língua Portugue- sa, Inglês, História, Geografia, Raciocínio Lógico-Matemá- tico, Artes e Questões contemporâneas e Redação.

Os candidatos aprovados na primeira fase serão convo- cados para participar da segunda fase, o Exame Oral, que ocorrerá em data e hora determinadas pela coordenação do vestibular entre os dias 15 e 19 de dezembro. A lista dos convocados em primeira chamada e a lista de espe- ra serão publicadas em 12 de janeiro de 2015.

As inscrições vão até o dia 15 de outubro e serão feiras exclusivamente pelo site www.fgv.br/processoseletivo/cgd. Mais informações sobre o vestibular pelo telefone (11) 3799 2229, pelo site www.fgv.br/direitogvou pelo e-mail [email protected].

: PESQUISAS DA DIREITO GV FORAM SELECIONADAS PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E PNUD

A DIREITO GV teve dois projetos de pesquisa seleciona- dos pelo Centro de Estudos sobre o Sistema de Justiça (CEJUS) da Secretaria de Reforma do Judiciário do Minis- tério da Justiça, em acordo de cooperação técnica com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O processo foi feito por meio de chamada públi- ca com o objetivo de coletar informações sobre o siste- ma de justiça brasileiro. Ao final das pesquisas empíricas, relatórios técnico-científicos serão produzidos e divulga- dos ao público em volumes que integram a coleção “Diá- logos sobre Justiça”.

O projeto “Estudo qualitativo sobre boas práticas em mediação no Brasil” será realizado pela DIREITO GV em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos e Pesquisas Judiciais (CEBEPEJ). Daniela Monteiro Gabbay e Luciana Gross Cunha coordenam o projeto pela DIREITO GV e Ada Pellegrini Grinover, Maria Tereza Sadek e Kazuo Watanabe, pelo CEBEPEJ.

Segundo Daniela, esse projeto tem uma relevância espe- cial no momento em que se está debatendo a criação de um marco legal sobre a mediação no Brasil, pois a pesquisa empírica pode ajudar a conhecer melhor as experiências desenvolvidas e a mapear o crescimento da mediação no país. “Vamos fazer pesquisa de campo em diversas regiões do país em busca de exemplos de boas práticas de mediação”, acrescentou.

Outro projeto selecionado foi “Estudo sobre o assassi- nato de mulheres por razões de gênero: feminicídio”. O Núcleo de Estudos sobre o Crime e a Pena da DIREITO GV, coordenado por Marta Machado e Maíra Rocha Machado, será responsável pela pesquisa.

Uma das frentes desse trabalho será a análise qualitati- va de processos criminais que tramitaram no Tribunal do Júri de cinco capitais. Segundo a pesquisadora Fernanda Emy Matsuda, o problema do feminicídio no Brasil está estreitamente ligado à violência conjugal, pois muitas mulheres morrem pela ação de pessoas com quem man- tinham um relacionamento afetivo.

“Ao aprofundar o conhecimento a respeito das instân- cias que aplicam as leis, será possível avaliar as mudan- ças trazidas pela Lei Maria da Penha no tratamento da violência doméstica e familiar contra a mulher. Isso favo- rece o fortalecimento das instituições democráticas e a efetivação do exercício de direitos pelas mulheres”, con- cluiu a pesquisadora.

: EVENTOS ACADÊMICOS

: JÚRI SIMULADO ESTIMULA INTEGRAÇÃO E DEBATE ENTRE ESCOLAS DE DIREITO DA FGV Uma competição de júri simulado em que todos são vencedores. Essa foi a proposta ... continua >>

(5)

<< volta... dos professores Thiago Bottino (FGV DIREITO RIO) e Dimitri Dimoulis (DIREITO GV) para o encerramento do primeiro semestre letivo.

Alunos das duas Escolas de Direito da FGV assumiram o papel de acusação ou defesa em um cenário semelhante ao de um julgamento real, nos dias 27 e 28 de maio. Os debates tiveram como base o “Caso dos denunciantes invejosos”, de Lon Fuller.

O primeiro dia de júri simulado foi realizado no Rio de Janeiro. Os alunos da FGV DIREITO RIO Daniel Sampaio, Larissa Campos, Lucas Bastos, Luiza Montebrune, Matheus Eleon e Paulo Nonato assumiram o papel da acusação.

“Foi muito bom participar do júri simulado.

Colocamos em prática a argumentação e fomos estimulados a debater, o que contribui para nossa formação”, disse Daniel Sampaio.

A defesa ficou a cargo das alunas da DIREITO GV Bárbara Lima, Beatriz Mayumi, Elisa Rossetto, Marília Camargo, Paula Barbosa e Winnie Li. Elas destacaram a importância da interação com os alunos da FGV DIREITO RIO e frisaram que são poucas as escolas que dão a oportunidade de um debate como esse.

Já no segundo dia de júri simulado, em São Paulo, os papeis se inverteram. Os alunos da FGV

DIREITO RIO ficaram responsáveis pela defesa e os da DIREITO GV, pela acusação. A atividade foi considerada um sucesso, pois contribuiu para a integração entra as duas Escolas de Direito da FGV, na visão dos professores Dimoulis e Bottino.

Segundo o coordenador da Graduação da FGV DIREITO RIO, é importante que os alunos do Rio e de São Paulo tenham a oportunidade de se conhecer, trocar experiências e ideias sobre o estudo e aplicação do Direito.

“O que me deixa alegre como coordenador é proporcionar esse tipo de experiência. Os professores do Rio e de São Paulo se conhecem há muito tempo, fazem trabalhos juntos, mas os alunos, não. E isso é fundamental. A ideia é que os alunos aproveitem para se conhecerem melhor”, explicou Bottino.

Sobre o Caso dos Denunciantes invejosos

“O caso dos denunciantes invejosos” é um texto fictício, escrito por Lon Luvois Fuller, Titular da cátedra de Filosofia do Direito de Harvard. Ele foi traduzido e ampliado para o português pelo professor Dimitri Dimoulis.

O caso provoca a discussão sobre direito, moral e justiça a partir de um caso de um pequeno país fictício. O país, em crise, passa por um processo eleitoral com suspeitas de fraudes,

e representantes do partido “camisas-púrpuras”

são eleitos. Aproveitando o clima de perseguição implantado pelo regime, muitas pessoas denunciaram às autoridades seus desafetos por motivos quaisquer que fossem contra o governo, movidas exclusivamente por inveja. Ao final do regime dos camisas-púrpuras a população pede a punição dos denunciantes invejosos.

: CENTRO ACADÊMICO DA DIREITO GV PROMOVEU DEBATE SOBRE DESAFIOS DO BRASIL EM ANO ELEITORAL

Em ano de eleições para presidente, governadores e renovação do parlamento, o Centro Acadêmico da DIREITO GV promoveu o debate “Brasil: os desafios do novo governo”. O encontro foi no dia 30 de maio. Aberto ao público em geral, mas voltado principalmente para alunos, o encontro debateu, entre outros temas, concessões e investimentos privados em aeroportos, ferrovias e portos; reforma tributária; lei do nepotismo;

transparência fiscal e questões macroeconômicas, como a evolução da inflação e o desempenho do PIB.

Os debatedores foram os professores Bruno Salama, especialista em Direito em Economia e Desenvolvimento, Adriana Ancona de Faria, coordenadora institucional da ... continua >>

(6)

<< volta... DIREITO GV, especialista em Direito Constitucional, e Maria Lúcia Pádua Lima, economista e coordenadora de Relações Internacionais da DIREITO GV. A mediação ficou por conta do professor André Rodrigues Corrêa.

: PROGRAMA DE MESTRADO ACADÊMICO DA DIREITO GV PROMOVEU “CAFÉ DA MANHÃ COM A COORDENAÇÃO”

O Programa de Mestrado Acadêmico da DIREITO GV promoveu nos dias 14 de maio e 4 de junho o “Café da manhã com a coordenação”. O objetivo do evento foi apresentar as linhas de pesquisa do programa e esclarecer dúvidas sobre o processo seletivo.

O programa tem como foco as relações em Direito e Desenvolvimento, e seu objetivo é formar acadêmicos e profissionais capazes de responder aos desafios de uma sociedade em rápida transformação e integração internacional, contribuindo para o seu desenvolvimento em sentido integral.

Estiveram presentes alunos, ex-alunos, os professores Eurico de Santi, Mario Schapiro, Flavia Püschel, Salem Nasser e a coordenadora do curso Luciana Gross Cunha.

: MARIO ENGLER E CARLOS ARI SUNDFELD PARTICIPARAM DE PALESTRA SOBRE PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS

Mario Engler, professor e coordenador do Mestrado Profissional da DIREITO GV, participou do “PPP Summit:

Balanço da experiência estadual e perspectivas muni- cipais”, que ocorreu nos dias 20 e 21 de maio, no Hotel Blue Tree Faria Lima. O encontro teve como objetivo fazer um balanço da utilização das parcerias público- privadas (PPPs). Em sua segunda edição, o evento foi dividido em oito painéis que discutiram, entre outros, os seguintes temas: experiência estadual entre 2011- 2014; novos programas de PPPs (Forças Armadas e Municípios); desafios de gestão da primeira geração de contratos; dez anos da lei federal de PPPs; e perspec- tivas de curto prazo.

Engler, que também é chefe da Consultoria Jurídica da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, foi o moderador do painel “O contrato de PPP foi assinado, e agora? Os desafios de gestão da primeira família de con- tratos de PPP”. Segundo os organizadores, como mais de 20 contratos de PPP foram celebrados no Brasil entre 2005 e 2010, entre eles, projetos de estádios da Copa, centro administrativo, hospitais e presídios, pode-se dizer que a amostra de contratos celebrados entre 2005-2010 configura a primeira geração de PPPs brasileiras. O obje- tivo do painel foi apresentar alguns destes casos e tecer comparações sobre tais experiências.

O professor Carlos Ari Sundfeld, professor de Direito Ad- ministrativo da DIREITO GV, sócio do Sundfeld Advoga- dos e presidente da Sociedade Brasileira de Direito Pú- blico, também participou do evento. O painel “10 anos da Lei Federal de Parcerias Público-Privadas” recordou o con- texto em que ocorreu a tramitação do projeto de lei, as expectativas da época e os principais acontecimentos que marcaram o uso das PPPs nos últimos anos. Sundfeld, um dos principais especialistas em questões jurídicas relacio- nadas aos negócios público-privados, em sua palestra, apresentou sua visão sobre o contexto histórico que ca- racterizou a concepção do modelo de contratação e as evoluções que surgiram desde a promulgação das leis es- taduais e federal sobre PPPs.

: PROFESSORES DA DIREITO GV DEBATERAM O QUE INFLUENCIA A TOMADA DE DECISÕES DOS JUÍZES Professores da DIREITO GV participaram do seminário

“Teoria da decisão judicial”, ocorrido nos dias 24 e 25 de abril, em Brasília. O evento foi promovido pelo CEJ (Centro de Estudos Judiciários) e pela ENFAM (Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados). A pales- tra de abertura foi do ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso.

Em mesa presidida pelo ministro Sidnei Agostinho Beneti, do Supremo Tribunal de Justiça, os professores Bruno Salama e José Reinaldo de Lima Lopes falaram sobre a análise econômica do direito nas decisões ...continua >>

: LINKS : PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

(7)

<< volta... judiciais. Salama, ao proferir a palestra “O argu- mento econômico em juízo”, destacou a mudança dos argumentos usados pelos juízes: “Há uma preocupação crescente com as consequências das decisões tornan- do-as muitas vezes ações de política pública.”.

Por sua vez, José Reinaldo de Lima Lopes, em sua pales- tra, afirmou que os juízes estão sendo levados a decidir questões distributivas para as quais é indispensável uma clara teoria da justiça.

Na palestra “Dworkin, os princípios e a justificação judi- cial”, Ronaldo Porto Macedo Jr. procurou combater as leituras simplificadoras e dogmáticas da teoria dos prin- cípios que se dizem inspiradas no pensamento de Ronald Dworkin. Segundo ele, o proposito básico do filósofo não é elaborar uma dogmática da interpretação jurídica, mas apresentar uma teoria interpretativista sobre o raciocínio jurídico e a natureza do direito.

: PESQUISADOR DA DIREITO GV DEBATEU A

DESIGUALDADE SOCIAL NO MUNDO GLOBALIZADO, EM CONFERÊNCIA NA ALEMANHA

Arthur Giannattasio, pesquisador da DIREITO GV, parti- cipou da Herrenhausen Conference: “Re-Thinking Social Inequality”, em Hanover, na Alemanha. O evento foi rea- lizado entre os dias 12 e 14 de maio e teve como tema a desigualdade social no mundo globalizado.

Arthur apresentou o trabalho “Developmental State and Social Inequalities: Modernization, Economic Development

and Institutional Disregard of Local Communities in Brazilian Rule of Law”, resultado de pesquisas realiza- das pelo Grupo de Pesquisa sobre Direitos Humanos e Empresas da DIREITO GV.

Segundo o pesquisador, o objetivo dessas pesquisas é compreender a sistemática de violação de Direitos Huma- nos na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

O argumento geral é tentar compreender como um Esta- do desenvolvimentista de fundamento democrático pode ser centro produtor e promotor de violação de Direitos Hu- manos e, com isso, aprofundar as desigualdades sociais, apesar de buscar, por meio de sua intervenção, a redu- ção da desigualdade social através de medidas de desen- volvimento econômico.

Arthur é Doutor em Direito Internacional e Comparado, especialista em Direito do Trabalho e em Direito Econômico.

Apresentou seu trabalho no começo do ano e foi selecio- nado. A conferência foi alternada entre a apresentação dos trabalhos e fala de especialistas da área de universidades e institutos de pesquisa de outros países.

: VIVIANE PRADO PARTICIPOU DE CONFERÊNCIA EM NOVA YORK SOBRE MERCADO IMOBILIÁRIO Viviane Muller Prado, professora da DIREITO GV, partici- pou da Biennial Eugene P. and Delia S. Murphy Conference on Corporate Law, em Nova York. O evento ocorreu no dia 13 de maio e foi organizado pelo Fordham Corporate Law Center. O objetivo da conferência foi debater sobre

“Securities Litigation in Internatinal Perspective”. O encon- tro fez parte do projeto de pesquisa coordenado pelo Prof.

Martin Gelter (Fordham Law School) sobre proteção dos investidores minoritário e identificação das formas de com- pensação de seus prejuízos sofridos no mercado de valo- res mobiliários. Viviane falou sobre como o sistema jurídico brasileiro atua na tarefa de garantir que haja ressarcimen- to de prejuízos aos investidores, na via judicial, adminis- trativa e regulação privada. Foram apresentados ainda as perspectivas norte-americana, europeia e da Rússia sobre o tema.

Viviane é professora de Direito dos Negócios e membro do Núcleo de Mercado e Investimentos da DIREITO GV.

Sua pesquisa se relaciona com questões de direito socie- tário e mercado de valores mobiliários. Trabalha com mercado de capitais, ações e bolsas.

: SALEM NASSER FEZ PALESTRA SOBRE ORIENTE MÉDIO A JORNALISTAS DA FOLHA

O professor de Direito Global da DIREITO GV Salem Nasser foi convidado pela editora de Treinamento da Folha de S.Paulo a proferir um minicurso sobre Irã e Oriente Médio a jornalistas da editoria de notícias internacionais do jor- nal. O encontro ocorreu no dia 29 de maio no Auditório da Folha.

O professor começou respondendo à provocação con- tida no titulo da palestra que levantava a hipótese de que estivéssemos assistindo a uma segunda ... continua >>

(8)

<< volta ... revolução no Irã. Lembrou que muitos pensa- ram as manifestações de 2009 como sendo esse segun- do momento revolucionário e que, se a revolução a que se faz referência é uma virada em direção à moderação, o Irã já tinha vivido um momento assim, talvez mais inten- so, sob Khatami.

O professor reforçou a importância de se ter em mente a força da revolução de 1979 e de registrarmos as suas duas maiores marcas: o governo do Islã e uma clara von- tade de autonomia política. Ele esclareceu também que não se poderá entender o Irã sem levar essas marcas misturadas a um profundo orgulho da própria história e um senso de pragmatismo.

Ele explicou a atual aproximação entre o Irã e o Ocidente como sendo muito mais a consequência de mudanças na posição dos Estados Unidos e seus aliados do que naque- la da República Islâmica.

É verdade, disse, que os iranianos mandaram sinais posi- tivos que servem ao Ocidente para justificar seus gestos, mas também é verdade que os iranianos não mudaram essencialmente suas posturas em relação ao programa nuclear e que Rouhani não deixa de ser um presidente saído do coração do sistema político iraniano.

A mudança de posição Ocidental é considerada pelo pro- fessor a consequência de reviravoltas do equilíbrio de poder no Oriente Médio, na medida em que, entre outras coisas, a evolução da crise síria, demonstrou claramente a vitória parcial do Irã e seus aliados, os limites do poder americano e a volta em força da Rússia à política regional.

: VANESSA CANADO PARTICIPOU DE WORKSHOP SOBRE MP 627, ORGANIZADO PELA REVISTA CAPITAL ABERTO

Vanessa Rahal Canado, professora do Mestrado Profissional da DIREITO GV, deu palestra no workshop promovido pela revista Capital Aberto para debater a polêmica Medida Provisória 627, que traz, entre outras novidades legislati- vas, novas regras para tributação de lucros no exterior. O objetivo do encontro foi esclarecer a respeito das princi- pais mudanças nessas regras e como as empresas estão reagindo para se adaptar a elas. O evento foi realizado no dia 7 de maio no CEU-IICS Escola de Direito.

A MP 627 foi aprovada pelo Senado Federal no dia 15 de abril e aguarda sanção da presidente Dilma Rousseff.

Se aprovada, a medida alterará a legislação tributária federal relativa ao Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas - IRPJ, à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, à Contribuição para o PIS/PASEP e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. Além disso, a norma revogará o Regime Tributário de Transição – RTT e disporá sobre a tributa- ção decorrente dos lucros de residentes no Brasil obti- dos no exterior tanto por meio de empresas quanto por participações em lucros.

A palestra de Vanessa tratou do modelo brasileiro de tributação de lucros no exterior; os sistemas adotados historicamente e a incerteza gerada pela indefinição das novas regras.

: NORA RACHMAN, PÓS-DOUTORANDA DA DIREITO GV, LANÇOU LIVRO EM COAUTORIA SOBRE VALORES MOBILIÁRIOS A pesquisadora de pós-doutorado da DIREITO GV Nora Rachman é coautora do livro “Transnational Securities Law”, publicado pela Oxford University Press. Editado por Tomas Keijser, pesquisador sênior da Radboud University Nijmegen, a obra

foi escrita por acadêmicos e especialistas de diversos países.

A partir das Convenções de Genebra e de Haia, o livro analisa o direito dos valores mobiliários em seus aspectos transnacionais. Nora é coautora do capítulo “Corporate Actions in the Intermediated System: Bridging the Gap Between Issuer and Investor”, no qual examina o exercício dos direitos dos investidores sempre que os seus valores mobiliários fazem parte de um sistema intermediado e em situações em que algum dos elementos envolvidos na negociação é transnacional.

O texto desse capítulo aborda o exercício do direito de voto, o pagamento de proventos (dividendos, juros) e a distribuição de informações. Ao final, aponta os desafios envolvidos no processamento dos eventos corporativos e nas diversas iniciativas tecnológicas e regulatórias sobre a ... continua >>

: LINKS : PUBLICAÇÕES

(9)

<< volta... matéria, em especial nas discussões sobre melhores práticas ou maior aperfeiçoamento da harmonização internacional. “Qualquer que seja o nível de convergência internacional buscado, a preservação dos direitos de voto e de receber proventos e informação adequada dos investidores é fundamental”, disse Nora.

: DIREITO GV NA MÍDIA

01º DE MAIO

: Ron Daniels e o professor José Garcez Ghirardi falaram dos 450 anos de William Shakespeare no Programa do Jô pela TV Globo e pela rádio CBN.

03 DE MAIO

: O professor Oscar Vilhena Vieira escreveu, em sua colu- na na Folha de São Paulo, sobre a decisão da Câmera Especial do Tribunal de Justiça, que determinou que a cidade de São Paulo deveria abrir 150 mil novas vagas de creche.

: Renato Sérgio de Lima, pesquisador do CPJA, falou sobre o caso do homem morto em Santo André – SP por um policial dentro da delegacia.

05 DE MAIO

: Oscar Vilhena Vieira falou à Rádio CBN sobre o caso

da mulher que foi espancada e morta no Guarujá após boatos sobre o envolvimento dela em crimes.

: O professor Salem Nasser concedeu uma entrevista a Heródoto Barbeiro (Record News) sobre a situação entre a Palestina e Israel e Oriente Médio.

: O pesquisador do CPJA Eduardo Panuzzio publicou no Migalhas um artigo sobre reformas legislativas feitas pela sociedade civil.

06 DE MAIO

: O pesquisador Renato Sérgio de Lima falou à Folha de São Paulo sobre o caso da mulher que foi espancada e morta no Guarujá após boatos sobre o envolvimento dela em crimes.

07 DE MAIO

: A professora Camila de Jesus Mello Gonçalves falou ao Exame sobre as consequências legais da união estável.

: O Migalhas publicou uma nota sobre os cursos de Direito do Trabalho do GVlaw.

: O Migalhas publicou uma nota sobre o Café da Manhã com a coordenação, oferecido pelo Programa de Mestrado Acadêmico em Direito e Desenvolvimento.

: Eloísa Machado e Rubens Glezer, coordenadores do Supremo em pauta, comentaram sobre a Lei geral da Copa em matéria para o Estado de São Paulo.

08 DE MAIO

: Renato Sérgio de Lima falou à rádio CBN sobre as mani- festações contra a Copa e por moradias em São Paulo.

09 DE MAIO

: Theo Dias, em entrevista ao Sem Fronteiras da rede Globo, falou sobre pena de morte e do caso do lincha- mento de uma mulher no Guarujá.

: O Migalhas publicou uma nota sobre o debate em cele- bração aos 5 anos do Núcleo de Estudos Fiscais (NEF) da DIREITO GV.

11 DE MAIO

: Arthur Barrionuevo falou ao Estado de São Paulo sobre a demora no processo sobre cartel de energia em São Paulo.

12 DE MAIO

: O professor Salem Nasser fez uma análise, no Brasil Post Online, sobre o caso das meninas sequestradas na Nigéria.

: O Migalhas divulgou uma nota sobre o curso de pós- graduação de Direito Societário do GVlaw.

13 DE MAIO

: O professor Yuri Carajelescov fez uma análise sobre o pagamento de honorários com dinheiro do ... continua >>

(10)

<< volta... Fundo Partidário pelo PR e pelo PT. A análise foi publicada no Estado de São Paulo e também saiu no MSN Notícias e no Brasil Post Online.

: A professora Eloísa Machado escreveu uma nota em lembrança ao dia da abolição da escravatura no Brasil, fazendo uma ligação com a escravidão atual. O texto foi publicado no Brasil Post Online.

: A professora Eloísa Machado fez, no Estadão.com, uma análise sobre a revisão do foro privilegiado aos acusa- dos do mensalão. A nota também saiu no MSN Notícias.

: O professor Oscar Vilhena Vieira deu, ao Estadão.com, sua opinião a respeito da decisão do ministro Joaquim Barbosa de revogar o direito de José Dirceu de trabalhar.

A nota também saiu no MSN Notícias.

14 DE MAIO

: O programa de bolsas Endowment da DIREITO GV foi tema de uma matéria do Valor Econômico.

16 DE MAIO

: O Migalhas noticiou que a DIREITO GV teve duas pes- quisas selecionadas pelo Ministério da Justiça.

17 DE MAIO

: Em sua coluna na Folha de São Paulo, o professor Oscar

Vilhena Vieira falou sobre a violência contra a mulher. O artigo também saiu na Folha Online.

19 DE MAIO

: A professora e coordenadora institucional Adriana Ancona foi ouvida pelo Estadão sobre o uso de softwa- res de identificação de plágio. A notícia também saiu no MSN Notícias.

: A professora Flávia Scabin escreveu um artigo sobre empresas que são condenadas a pagar indenizações bilio- nárias por violação de direitos a comunidades locais devi- do a presença de grandes empreendimentos e de trabalho escravo. O artigo saiu no Estado de S. Paulo.

20 DE MAIO

: Eloísa Machado, coordenadora do Supremo em Pauta, analisou a soltura de presos da operação Lava Jato. Artigo veiculado no O Estado de S. Paulo.

22 DE MAIO

: Rubens Glezer e Eloísa Machado analisaram as decisões do ministro Teori Zavascki referentes à operação Lava Jato.

Artigo veiculado no O Estado de S. Paulo.

: O salto do índice de insatisfação com a polícia, que foi de 31% para 38%, foi divulgado em releasepublicado sobre o ICJBrasil no Migalhas.

27 DE MAIO

: O professor Theo Dias defendeu a união das polícias civil e militar em texto que falou sobre o combate ao tráfico de drogas. O artigo saiu no Estadão.com.

: O professor Carlos Ari Sundfeld falou sobre as Parcerias Público-Privadas no Brasil ao Valor Econômico.

28 DE MAIO

: Bruno Salama e Vicente Braga, respectivamente profes- sor e mestre pela DIREITO GV, analisaram o projeto de Lei nº 36, que prevê alteração no Código de Defesa do Consumidor. Matéria veiculada no Valor Econômico.

29 DE MAIO

: O Supremo em Pauta analisou o julgamento dos planos econômico para o Estado de S. Paulo.

30 DE MAIO

: O professor Oscar Vilhena Vieira comentou sobre a decisão de aposentadoria do ministro Joaquim Barbosa, em entrevista à Rádio Estadão.

: O professor Rubens Glezer comentou sobre a aposen- tadoria de Joaquim Barbosa ao Estadão.com.

31 DE MAIO

: Em sua coluna quinzenal na Folha de S. Paulo, Oscar Vilhena Vieira questionou a forma de decisão dos juízes.

(11)

: Transparência pública e a atuação normativa do CNJ

Rosane Leal da Silva, Patrícia Adriani Hoch e Lucas Martins Righi

O direito fundamental à informação, previsto no artigo 5º, xiv, da CF, resulta nos deveres de transparência pública ativa e passiva da administração pública. Através do método dedutivo de abordagem, o presente estudo aborda a atuação do conselho nacional de justiça (CNJ), no âmbito de sua competência normativa, a fim de efetivar a transparência no poder judiciário, a partir da utilização das tecnologias de informação e comunicação, especialmente a internet. Ao final, após utilização das técnicas de pesquisa bibliográfica e documental aliadas ao método de procedimento comparativo, empregado para contrastar as disposições trazidas pelas resoluções do CNJ e pela lei n. 12.527/11 (LAI), concluiu-se que a atuação do CNJ, no contexto da sociedade informacional, é positiva em alguns pontos, como publicidade das informações da execução orçamentária, gestão financeira e de recursos humanos, mas insuficiente em relação a outros, notadamente a transparência pública passiva.

: Função social na tutela possessória em conflitos fundiários

Marcus Eduardo de Carvalho Dantas

O artigo é uma reflexão da dogmática do direito civil e direito processual civil, com especial enfoque na análise de jurisprudência do TRF-1, utilizando o método de análise de discurso.

O CNJ reconhece que o conflito agrário tem peculiaridades que exigem que o magistrado seja sensível às especificidades desse tipo de disputa. Essa é a base da necessidade de análise do cumprimento da função social como um pré-requisito para a concessão da tutela possessória, apesar da falta de uma disposição expressa nesse sentido. Foi possível comprovar que os tribunais têm feito esse tipo de exame, mas apenas quando o resultado é favorável para o proprietário. Conclui-se que a ampliação do papel da função social na análise do merecimento de tutela possessória materializa o olhar diferenciado que o CNJ espera que o juiz agrário tenha, possibilitando a justa resolução dos conflitos de terra.

EXPEDIENTE JOSÉ RODRIGO RODRIGUEZ COORDENADOR DE PUBLICAÇÕES BRUNO BORTOLI BRIGATTO EDIÇÃO ULTRAVIOLETA DESIGN PROJETO GRÁFICO

Referências

Documentos relacionados

é bastante restrita, visto que tanto suas duas entradas, quanto as galerias e condutos que interligam os pequenos salões são bastante estreitos, e a umidade na maioria dos salões

Agrupa as palavras em agudas, graves e esdrúxulas, tendo em conta a posição da sílaba tónica.. Esdrúxulas

8- Bruno não percebeu (verbo perceber, no Pretérito Perfeito do Indicativo) o que ela queria (verbo querer, no Pretérito Imperfeito do Indicativo) dizer e, por isso, fez

e) Rose caminhou muito para encontrar um emprego. 1.ª Oração subordinante; 2.ª Oração subordinada adverbial final.. 6. Completa o quadro, transformando o discurso direto em indireto

A Sementinha dormia muito descansada com as suas filhas. Ela aguardava a sua longa viagem pelo mundo. Sempre quisera viajar como um bando de andorinhas. No

5- Bruno não percebeu (verbo perceber, no Pretérito Perfeito do Indicativo) o que ela queria (verbo querer, no Pretérito Imperfeito do Indicativo) dizer e, por isso, fez

10. A Joana disse-me que, no dia seguinte, iria a casa da Beatriz buscar os livros de Português, porque, no dia anterior, lhe tinham dito que teria teste e ainda não tinha estudado

Considerando uma avaliação de qualidade de forma quantitativa e classificatória, na variável de dados relevantes da realidade, utilizados para medidas serem