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Teste de Circuitos Integrados Digitais

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Academic year: 2021

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(1)

Teste de Circuitos

Integrados Digitais

PROF. PROTÁSIO

INCT NAMITEC

(2)

Sala Limpa (Clean Room)

Com a tecnologia avançada na fabricação de

semicondutores, tem-se possibilidade de

fabricar chips com defeitos?

Fonte:http://proj.ncku.edu.tw/research/commentary/e/20080418/1.html

This photo was taken after a tour of the clean-room facilities at Taiwan Semiconductor Manufacturing Company Limited (TSMC) on February 21, 2008.

Fonte:http://en.wikipedia.org/wiki/Cleanroom NASA's Glenn Research Centercleanroom.

Fonte:http://newscenter.lbl.gov/news-releases/2009/11/18/fabs21-benchmarking-tool/ Berkeley Lab is a U.S. Department of Energy national laboratory located in Berkeley, California

(3)

Falhas Físicas

Exemplos de falhas físicas

(4)

Falhas Físicas

Exemplos de falhas físicas

(5)

Falhas Físicas

Exemplos de falhas físicas

 Outros motivos: desalinhamento, defeitos causados

pelo processo de manufatura, envelhecimento dos componentes, etc.

(6)

Importância de testes

Teste é essencial no processo de introduzir um

produto no mercado.

 Sem teste, é impossível fornecer chips com qualidade

aos clientes.

Em geral, testes devem ser:

 Eficientes:

Atingir alta cobertura de defeito

 Baratos:

Baixo tempo de tempo e baixa área de chip

 Rápidos:

 Rápido desenvolvimento do processo de teste e

introdução no mercado

(7)

Importância de testes

Enquanto que no anos 1970, um nível de defeito

de 1000 DPM (defective chips per million

delivered) era ainda aceitável

 99,000% de cobertura de falha

Atualmente, a indústria automotiva requer DPM

abaixo de 10.

 99,999% de cobertura de falha

Além disso, algumas iniciativas pretendem

diminuir ainda mais o nível de DPM (talvez até

zerá-lo)

 100% cobertura de falha

(8)

Conceitos em Testes

Testes

 São procedimentos empregados para verificar a

funcionalidade e o desempenho de um dispositivo

Funcionalidade

 O dispositivo realiza a função a que foi projetado?

Desempenho

 O dispositivo realiza a função e atende os requisitos a

que foi projetado?

8 101010111 101010110 101010101 000101010 101010101 000010101 110101011 101010111 101010110 101010101 000101010 G Ganho 10 10mVpp

(9)

Dispositivo

Conceitos em Testes

Em geral, como um dispositivo é testado?

9

(10)

Tipos de verificação de CI

Um CI pode se comportar de maneira incorreta

por:

 Erro de projeto

 Defeitos causados pelo processo

de manufatura

 Envelhecimento dos componentes

10

Teste de Hardware

Validação

do Projeto

(11)

Teste de Hardware

São os procedimentos necessários para verificar se um CI

apresenta comportamento correto dado que não se

tenha erro de projeto.

(12)

Testes de Circuitos Integrados

Teste de CI se baseia na observação da relação

estímulo

/

resposta

12 CIRCUIT UNDER TEST (CUT) Estímulo Resposta Comparador Golden Response

(13)

Testes de Circuitos Integrados

Estrutura básica de teste

13 CIRCUIT UNDER TEST (CUT) Gerador de Padrões de Teste (TPG) Analisador de Respostas (ORA) Ok/Falho Controlador

(14)

Testes de Circuitos Integrados

Estrutura básica de teste

14 CIRCUIT UNDER TEST (CUT) Gerador de Padrões de Teste Analisador de Respostas Ok/Falho

(15)

Testes de Circuitos Integrados

Em geral, testes são realizados em duas etapas:

Teste em wafer

A fim de evitar o encapsulamento de dies defeituosos.

Teste Final

 Teste após o processo de encapsulamento.

(16)

Testes de Circuitos Integrados

Teste em wafer

(17)

Testes de Circuitos Integrados

Teste em wafer

17

(18)

Testes de Circuitos Integrados

Teste em wafer

18

(19)

Testes de Circuitos Integrados

Teste em wafer

Marcando dies com falhas

19

(20)

Testes de Circuitos Integrados

Teste Final

Também denominado de Teste em nível de chipTesta o dispositivo após o encapsulamento

 Evita que seja enviado ao comprador CI defeituoso

(21)

Testes de Circuitos Integrados

Teste Final

Também denominado de Teste em nível de chipTesta o dispositivo após o encapsulamento

 Evita que seja enviado ao comprador CI defeituoso

21

(22)

Principais equipamentos usados

em testes de CI

Automated test equipment (ATE)

Manipuladores de ATE

Interface de teste (jigas de teste)

(23)

Principais equipamentos usados

em testes de CI

Automated test equipment (ATE)

 Equipamento controlado por computador que realiza

propriamente o teste dos circuitos integrados verificando sua funcionalidade e desempenho.

23

ADVANTEST (antiga VERIGY)

Modelo V6000 WS

Usado em teste de memória Flash e DRAM

UltraFLEX teradyne

200 MHz

Teste de dispositivos Analógicos, Digitais e Mixed-signal System-on-a-Chip (SoC) e System-in-Package (SiP)

(24)

Principais equipamentos usados

em testes de CI

Manipuladores

 Permite a movimentação do ATE pelo pessoal técnico

nos diversos ambientes da empresa.

(25)

Principais equipamentos usados

em testes de CI

Manipuladores

(26)

Principais equipamentos usados

em testes de CI

Interface de teste (jigas de teste)

 Em geral, os ATEs são projetados para testar uma

ampla variedade de diferentes CIs.

 Como cada tipo de CI tem diferentes configurações,

um adaptador faz-se necessários entre o ATE e o CI em particular a ser testado (DUT = Device Under Test).

 Este adaptador é denominado de interface de teste e

realiza, então, a interconexão física e eletrônica entre o ATE e o DUT.

(27)

Importância dos testes de CI

Custos de testes e a

Regra dos 10

X = custo de teste de um CI

 Ver-se então a importância de se realizar

teste em nível de wafer e de chip

27 Circuito Integrado Placa de Circuito Impresso Produto Final Consumidor X 10X 100X 1000X US$0,30 3,00 30,00 300,00

Imagine um recall para 10.000 equipamento vendidos (US$

(28)

Importância dos testes de CI

O custo de se testar um CI está se aproximando

do custo de fabricá-lo

 Fabricação  50% do custo  Teste  50% do custo 28 Se fizermos um teste mais rápido por chip

(1ms mais rápido), pode economizar

(29)

Figuras de mérito em testes de CI

Sequência de teste

É o conjunto de vetores de testes (padrões de testes)

aplicado ao CUT (Circuit Under Test)

29 CUT digital TPG ORA Ok/Falho

}

,...,

,

,

{

t

1

t

2

t

3

t

n

T

R

{

r

1

,

r

2

,

r

3

,...,

r

n

}

TPG:

Test Pattern Generator

ORA:

Output Response Analyzer

(30)

Figuras de mérito em testes de CI

Sequência de teste

É o conjunto de vetores de testes (padrões de testes)

aplicado ao CUT (Circuit Under Test)

Exemplo

30 CUT digital TPG ORA

}

,...,

,

,

{

t

1

t

2

t

3

t

15

T

R

{

r

1

,

r

2

,

r

3

,...,

r

15

}

100010101010101 011010110101101 010100101001010 111001110011100 001000010000100 111001010101010 001011010101001

(31)

Figuras de mérito em testes de CI

Detecção de Falha

 Uma falha é detectada quando, para um mesmo

padrão de teste, a resposta do CUT difere da do

circuito sem falha (circuito bom)

31 CUT

i

t

i

i

r

r

ˆ

Resposta do circuito bom i

f

(32)

Figuras de mérito em testes de CI

Detecção de Falha

 Uma falha é detectada quando, para um mesmo

padrão de teste, a resposta do CUT difere da do

circuito sem falha (circuito bom)

32 CUT 1 1 0 1 0 1 0 i

f

i

t

i i

r

r

ˆ

1 1 Falho

(33)

Figuras de mérito em testes de CI

Cobertura de falhas

 É a razão entre o número de falhas

detectadas por uma sequência de teste

e número total de falhas consideradas.

É uma das mais importantes medidas de

efetividade de uma sequência de teste

33 CUT 1 f 2 f 3 f 4 f fk5

}

,

,

,

,

,

{

1 2 3 4 5 6

t

t

t

t

t

t

n

T

Totais ectadas F F FC  det %) 60 ( 6 , 0 5 3 FC

(34)

Figuras de mérito em teste de CI

Tempo de aplicação de teste

 Dada uma sequência de teste:  É o tempo necessário para aplicar T ao CUT.

34

}

,...,

,

,

{

t

1

t

2

t

3

t

n

T

CUT

}

,...,

,

,

{

t

1

t

2

t

3

t

n

T

t1 t2 t3 ... tn t Tempo de teste

(35)

Teste de circuito digital

puramente combinacional

Teste por clock

De instante a instante, de acordo com pulsos de clock,

um vetor de teste é aplicado.

35 CUT combinacional

}

,...,

,

,

{

t

1

t

2

t

3

t

n

T

t1 t2 t3 ... tn t Tempo de teste

(36)

Teste de circuitos digitais

sequenciais

Scan Test (teste por varredura)

 Modelo de um circuito digital sequencial

36 CUT sequencial Lógica Combinacional FF FF FF : : Entradas Primárias Saídas Primárias

(37)

Teste de circuitos digitais

sequenciais

Scan Test (teste por varredura)

 Modelo de um circuito digital sequencial com scan

test

Cada Flip-Flop é transformado em um Flip-Flop de Scan

com a inserção de um MUX

37 CUT sequencial Lógica Combinacional FF : : Entradas Primárias Saídas Primárias FF .. FF

(38)

Scan Test (teste por varredura)

O tempo de teste depende do comprimento p da

cadeia de scan 38 CUT sequencial Lógica Combinacional FF1 : : PrimáriasSaídas FF2 .. FFp } ,..., , , {t1 t2 t3 tn T

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(39)

Scan Test (teste por varredura)

 Exemplo

39

CUT sequencial

Lógica Combinacional PrimáriasSaídas

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 1 0 1 0 0 1 1 1 0 1

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(40)

40 CUT sequencial Lógica Combinacional 1 Saídas Primárias 1º Clock

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 1 0 1 0

}

,

{

t

1

t

2

T

1 0 0 1 1

Scan Test (teste por varredura)

 Exemplo

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(41)

41 CUT sequencial Lógica Combinacional 1 Saídas Primárias 1 2º Clock

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 1 0 1 0

}

,

{

t

1

t

2

T

1 0 0 1

Scan Test (teste por varredura)

 Exemplo

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(42)

42 CUT sequencial Lógica Combinacional 1 Saídas Primárias 1 1

3º Clock  Vetor de teste (100111) aplicado ao CUT

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 1 0 1 0

}

,

{

t

1

t

2

T

1 0 0

Scan Test (teste por varredura)

 Exemplo

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(43)

43 CUT sequencial Lógica Combinacional 0 Saídas Primárias 1 0

4º Clock  Obtenção da resposta ao teste

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 1 0 1 0

}

,

{

t

1

t

2

T

1 0 0

Scan Test (teste por varredura)

 Exemplo

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(44)

44

CUT sequencial

Lógica Combinacional

0 0 1

5º Clock  Deslocando a resposta ao teste para a saída

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 1 0 1 0

}

,

{

t

1

t

2

T

1 0 0

Scan Test (teste por varredura)

 Exemplo

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(45)

45

CUT sequencial

Lógica Combinacional

0 0 0

6º Clock  Deslocando a resposta ao teste para a saída

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 1 0 1 0

}

,

{

t

1

t

2

T

1 1 0

Scan Test (teste por varredura)

 Exemplo

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(46)

46

CUT sequencial

Lógica Combinacional

1 0 0

7º Clock  Deslocando a resposta ao teste para a saída

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 1 0 1 0

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 0

Scan Test (teste por varredura)

 Exemplo

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(47)

47

CUT sequencial

Lógica Combinacional

Assim, após 7º clocks o teste é aplicado e a resposta é obtida na saída TEMPO DE APLICAÇÃO DE UM TESTE = 3+1+3 = p + 1 + p = 2p+1

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 1 0 1 0

}

,

{

t

1

t

2

T

0 1 0

Scan Test (teste por varredura)

 Exemplo

Teste de circuitos digitais

sequenciais

(48)

Teste Externo Clássico

Problemas:

 Tecnologia do Testador anterior ao do chip a ser testado

 Frequência de operação do testador limitada ( 200MHz)

 Largura de banda do TAM limitada

48 CHIP CUT Padrões de Testes Testador (ATE) Respostas

(49)

BIST (Built-In Self-Test)

Autoteste Embutido

49 CIRCUIT UNDER TEST (CUT) Gerador de Padrões de Teste (TPG) Analisador de Respostas (ORA) Ok/Falho

(50)

BIST (Built-In Self-Test)

Autoteste Embutido

50 CHIP CUT Testador (ATE)

TAM – Test Access Mechanism

Padrões de teste

Respostas

Start

(51)

BIST (Built-In Self-Test)

Autoteste Embutido

 Vantagens

 Pode-se usar testadores simples e mais baratos

 TAM do testador sem complexidade (1 bit de start e 1 de OK/Fault)

At-speed Testing

 Normalmente, o TPG e ORA operam na frequência do

circuito

 Melhoram a eficiência do teste, pois podem detectar falhas

que aparecem somente em alta frequência de operação

 Habilitam testes em campo

 Reduzem o custo de teste

51

CHIP

CUT

Testador (ATE)

TAM – Test Access Mechanism

Padrões de teste

Respostas

Start

(52)

BIST (Built-In Self-Test)

Autoteste Embutido

 Desvantagens

 Consomem área de chip

Hardware Overhead (HO)= fração de área consumidaHO ↑  Quantidade de dies/wafer ↓

Valores de HO usuais

Para circuitos com < 100.000 transistores

10 a 15%

Para circuitos com > 100.000 transistores

< 10 %

 Pode ocasionar degradação no desempenho do chip

Requer maior esforço de projeto (design)

52

CHIP

CUT

Testador (ATE)

TAM – Test Access Mechanism

Padrões de teste

Respostas

Start

(53)

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um TPG para BIST

53 CUT 0 1 1 0 + TPG baseado em

LFSR = Linear-Feedback Shift-Register O estado inicial do LFSR é chamado de seed

(54)

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um TPG para BIST

54 CUT 1 0 0 1 + TPG baseado em LFSR = Linear-Feedback Shift-Register 1 0 1 0

(55)

1 0 1 0

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um TPG para BIST

55 CUT 0 1 1 0 + TPG baseado em LFSR = Linear-Feedback Shift-Register 0 1 0 1

(56)

1 0 1 0

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um TPG para BIST

56 CUT 1 0 0 1 + TPG baseado em LFSR = Linear-Feedback Shift-Register 0 1 0 1 1 0 1 0

(57)

1 0 1 0

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um TPG para BIST

57 CUT 0 1 1 0 + TPG baseado em LFSR = Linear-Feedback Shift-Register 0 1 0 1 1 0 1 0 0 1 0 1

(58)

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um ORA para BIST

58

CUT

ORA baseado em

MISR = Multi-Input Shift-Register

+ + +

}

,...,

,

,

{

t

1

t

2

t

3

t

n

T

1 1 1

(59)

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um ORA para BIST

59

CUT

ORA baseado em

MISR = Multi-Input Shift-Register

+ + + 1 0 1 1 1 1

}

,

,

{

t

1

t

2

t

3

T

(60)

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um ORA para BIST

60

CUT

ORA baseado em

MISR = Multi-Input Shift-Register

+ + + 0 0 0

}

,

,

{

t

1

t

2

t

3

T

(61)

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um ORA para BIST

61

CUT

ORA baseado em

MISR = Multi-Input Shift-Register

+ + +

}

,

,

{

t

1

t

2

t

3

T

0 0 1 0 0 0

(62)

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um ORA para BIST

62

CUT

ORA baseado em

MISR = Multi-Input Shift-Register

+ + +

}

,

,

{

t

1

t

2

t

3

T

0 0 1 1 0 1

(63)

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um ORA para BIST

63

CUT

ORA baseado em

MISR = Multi-Input Shift-Register

+ + +

}

,

,

{

t

1

t

2

t

3

T

1 1 0 0 0 1

(64)

BIST (Built-In Self-Test)

Estrutura básica de um ORA para BIST

64 CUT + + +

}

,

,

{

t

1

t

2

t

3

T

1 0 0 O estado final do MISR é chamado de Assinatura do CUT

(65)

BIST (Built-In Self-Test)

Teste por Assinatura

65

CUT

Padrões de teste Respostas

Assinatura do Circuito Bom

SBOM

Ok se SCUT =SBOM

Faulty se SCUT ≠SBOM

MISR Compa-rador Assinatura do CUT SCUT

(66)

BIST (Built-In Self-Test)

Autoteste Embutido com teste de assinatura

66 CHIP CUT Testador (ATE) Padrões de teste Respostas Start Assinatura

(67)

Modelos de falhas em CIs digitais

Defect, Fault, Erro e Failure

Defect (falha física)

 Defeito físico que ocorre no processo de manufatura de um sistema.

 Ex: curto-circuito entre interconexões.

Fault (falha lógica)

 Manifestação lógica de um defeito.

 Ex: interconexão fixa em um determinado estado lógico (0,1).

Erro

 Manifestação de uma falha que resulta em estados ou respostas incorretos do circuito.

 Ex: Estado da saída de um porta com valor que não corresponde a

sua tabela da verdade

Failure

 Avaria do sistema como um todo, ou seja, o sistema não realiza sua função desejada.

Defect

Fault

Erro

Failure

(68)

Modelos de falhas em CIs digitais

Em geral, a detecção de

todos os defeitos

físicos

em um CI não é viável (quiçá, possível).

Em geral, adota-se um

modelo de falhas

lógicas

.

68

}

,...,

,

,

,

{

f

1

f

2

f

3

f

4

f

#F

F

O teste consiste em verificar se falhas lógicas existem!

(69)

Classificação de falhas

Classificação

Falhas lógicas (logic faults)

São aquelas que afetam a função lógica

do sistema

Falhas de atraso (delay faults)

São aquelas que afetam a velocidade

operacional do sistema

(70)

Defect e logic faults

Quais as vantagens em se modelar falhas físicas

(defects) em falhas lógicas?

 A complexidade é altamente reduzida

 Pois diferentes tipos de falhas físicas podem ser modeladas

em uma mesma falha lógica.

 Alguns modelos de falhas são independente da tecnologia

 O mesmo modelo pode ser aplicados em várias tecnologias  Os procedimentos de testes ou de diagnóstico

desenvolvidos são válidos mesmo que se tenha uma mudança de tecnologia

 Testes derivados de falhas lógicas podem ser usados para

falhas físicas mesmo que seus efeitos:

 Não sejam completamente entendidos, ou  Seja muito complexo para ser analisado.

(71)

Classificação de falhas

Modelo de falhas estruturais

 É definido em conjunto com um modelo estrutural do

circuito e o efeito das falhas estruturais se dá pela modificação do comportamento entre as

interconexões entre seus componentes

Modelo de falhas funcionais

 É definido em conjunto com um modelo funcional do

circuito e o efeito das falhas funcionais se dá pela modificação da tabela verdade de um componente ou pela inibição de uma operação RTL

71

(72)

Classificação de falhas

Falhas transientes

 São aquelas de duração limitada, causadas por mal

funcionamento temporário ou por alguma interferência externa.

 Tais falhas podem ser também intermitentes,

ocorrendo repetidamente por curtos intervalos de tempo.

Falhas permanentes

 São aquelas que uma vez que o componente ou

interconexão falha, esta nunca volta a operar

corretamente.

(73)

Modelos de falha

Modelo de falha Stuck-At

 É o modelo mais antigo e mais simples e que considera

que uma dada linha do circuito pode ter uma falha

que fixar seu estado em 0 ou 1 lógico.

Tipos de falhas Stuck-At

 Stuck-At-1  s-a-1  Stuck-At-0  s-a-0

 Exemplo

(74)

Modelos de falha

Exemplos de falhas Stuck-AT

(75)

Modelos de falha

Modelo de falha em ponte (Bridging faults)

 Quando um curto é entre duas linhas, ambas estão em

mesmo nível lógico, este defeito é modelado como uma falha em ponte e normalmente cria uma nova

função lógica.

(76)

Modelos de falha

Modelo de falhas

Stuck-Open

e

Stuck-On

(77)

Modelos de falha

Importância do Modelo de Falhas Stuck-At

 Representa várias falhas físicas diferentes

 É independente da tecnologia

 O conceito de uma linha de sinal ser fixar em um nível

lógico pode ser aplicado em qualquer modelo estrutural

 Experiências mostram que testes que detectam falhas

Stuck-At detectam falhas não-clássicas também.

 Comparados com outros modelos, o número de falhas

Stuck-At de um circuito é pequeno.

 Pode ainda ser reduzido usado técnica de

fault-collapsing

 Falhas Stuck-At podem ser utilizadas para modelar

outros tipos de falhas.

(78)

Modelos de falha

Exemplo:

 Uma falha em ponte ou stuck-on pode ser modelada

como stuck-at

(79)

Modelo de falha Stuck-At

Modelo

stuck-at de falha única

(Single Stuck-At

model)

 Uma única linha do circuito poder ter um tipo de falha

AS.

Modelo

stuck-at de falhas múltiplas

(Multiple

Stuck-At model)

 Várias linhas do circuito podem ter falhas SA

(80)

Modelo de falha Stuck-At

Em geral, usa-se o Modelo

stuck-at de falha

única

(Single Stuck-At model), pois

 Se um teste obtém uma boa cobertura de falha para

Single Stuck-At, é provável que este também prover para Multiple Stuck-At

OBS:

Existem casos específicos que um teste que detectam uma falha única pode não mais detectá-la na ocorrência de uma outra falha.

Fault Masking

(81)

Equipe de design

X

Equipe de teste

81

(82)

Equipe de design

e

Equipe de teste

Atualmente,

Design-for-testability

 O desenvolvimento do design é em conjunto com o

desenvolvimento do teste, pois

Sem teste, sem produto no mercado

(83)

Obrigado!!!!

Contatos:

[email protected]

Laboratório de Microengenharia/UFPB

Caixa Postal 5088, Campus I - Cidade Universitária

CEP: 58051-970, João Pessoa – PB

+55(83) 3045 0215

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