• Nenhum resultado encontrado

Direitos humanos do menor

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Direitos humanos do menor"

Copied!
4
0
0

Texto

(1)

DIREITOS HUMANOS DO MENOR

ponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

L IA JU N Q U E IR A *

Prim eiram ente quero agradecer a C oordenadoria deste Fórum de D ebates o convite e a oportunidade de m ais um a vez estar aqui em Fortaleza discutindo com vocês a problem ática que de algum a m aneira envolve o m enor de 18 anos.

G ostaria tam bém de apresentar e que fossem aceitas m inhas desculpas por s6 hoje estar chegando. Porém , problem as sérios com um cliente que se encontrava preso na cidade de C am pinas, E stado de São Paulo, foram os m otivos do m eu atraso.

Fui convidada por vocês para conversarm os sobre os D ireitos H um anos do M enor. D ireito é um a palavra que por si s6 nos dá a idéia daquilo que não é negociável, daquilo que não pode ser classificado em m enor ou m aior, é aquilo com o que não podem os fazer concessão. E ntão tem os que D ireito é D ireito: Se exige e se respeita. E em todos os cantos do B rasil estam os sem pre discutin-do o D ireito e quase sem pre os D ireitos H um anos e algum as vezes os D ireitos discutin-do M enor, que sequer são tratados com o os D ireitos da criança e do adolescente. ~ neste m om ento que percebem os que estam os falando de um D ireito diferente, em bora seja o seu sujeito representado por um a grande parcela da população.

Segundo dados da FU N A B E M , esta parcela corresponde a 36 m ilhões de um a população de 130 m ilhões. É um a parcela com posta por crianças e adoles-centes e que, pela sua situação de vida peculiar, não consideram os nem crianças, nem adolescentes. E sses 36 m ilhões correspondem aos sobreviventes desta guer-ra cruel e injusta que é oriunda da organização social brasileira. São as crianças que não foram abortadas, apesar da falta de condições de suas m ães as agasalha-rem no ventre. São aquelas que venceram m ilagrosam ente o útero m al oxigena-do. V enceram a cezariana m al indicada.

V enceram o prim eiro ano de vida vivendo com a fom e, com o desconforto e om a carência de suas necessidades essenciais. N ão fizeram parte daquelas crian-ças que colocam o B rasil nas estatísticas m undiais com o o "C am peão de A njos",

(2)

pois, vencendo o prim eiro ano de vida, estão fora da am ostragem que nos dá idéia da m ortalidade infantil. São os sobreviventes, com prom etidos, idiotizados, deficientes físicos, m entais e sensoriais. São os brasileiros que ainda no útero m a-terno estão program ados ao não saber, com a certeza de que nunca terão poder.

A credito que seja dos direitos destas crianças que falarem os hoje.

São seres hum anos sem direitos. Sem direito de nascer, rom peram a barreira im posta por program as de entidades com o a B E N FA M e até de program as gover· nam entais, que no B rasil, pode ser a velha R epública, a nova R epública, a

polrti-ca de controle da natalidade sem pre existiu, eufem istipolrti-cam ente denom inada "pla-nejam ento fam iliar".

E sta pol ítica se justifica creditando a pobreza existente ao núm ero de filhos dos pobres. N este sentido, a crueldade é tam anha, que, além de pobre, fam into, enfraquecido e sem voz, o brasileiro se sente o responsável pela sua situação, pois é levado a crer que, se filhos não tivesse ou se tivesse apenas dois, não seria tão pobre.

N ão tem palavra o nosso hom em brasileiro para gritar bem alto, que, para ter dois filhos, sua m ulher precisa parir dez, pois por conta da m ortalidade infan-til os dem ais não sobreviverão.

D e São Paulo a Fortaleza, através da janela do avião se pode ter a certeza de que o nosso problem a não é espaço, não é a terra em si. T em os m uita terra na m ão de poucas pessoas, pessoas essas que têm seus direitos garantidos, m esm o porque as leis são elaboradas por um a m inoria elitista para controlar a grande m aioria que é pauperizada.

D e qualquer m aneira, as nossas relações enquanto seres hum anos são dife-rentes das relações de outros povos, com o da A lem anha, da França, que são po-vos envelhecidos. A A lem anha busca nossas crianças porque seu povo não m ais tem capacidade de procriar. O povo francês, na falta de crianças, descarrega suas em oções nas relações que m antêm com os anim ais. N ós ainda sabem os chorar a m orte de nossos anjos. Porém , de repente não nos dam os conta de que a nossa criança foi transform ada num produto interno de exportação. A qui em Fortale-za, crianças são, através do Juizado de M enores, com fulcro num hediondo artigo do C ódigo de M enores, entregues aos cuidados de estrangeiros residentes fora do B rasil e que nem conhecem a nossa terra. São crianças exportadas, que não acom panham os jam ais seu crescim ento no exterior, talvez um m ercado aberto para a prostituição infantil, ou pequenos soldados que vão m anter vivas as guer-ras e o lucro das indústrias arm am entistas. O que juridicam ente faz do ser hum a-no vivo um a pessoa de direito é a sua C ertidão de N ascim ento. E ste direito é ne-gado à criança pobre, porque o E stado se nega a lhe garantir este direito. Só tem um a C ertidão de N ascim ento aquele que tem dinheiro para pagá-Ia. O nom e é um direito garantido na atual C onstituição, porém os hom ens pouco participam des-ta sociedade, no sentido de que nossas crianças só trazem o nom e da m ãe. O uan-tos hom ens casados que, negando a paternidade em relação aos filhos tidos fora do casam ento, assum em aqueles da esposa que nem sem pre são seus verdadeiros filhos? !

58

R ev. de Psicologia, Fortaleza, 4

(2):

57 - 63, juljdez. 1986

A C onstituição atual determ ina que o ensino do prim eiro grau é obrigató-rio e nós sabem os que 8 m ilhões de crianças e jovens estão fora das salas de aula

porque inexistem essas salas.

T am bém sabem os que, quando tem sala de aula disponível, esta criança não tem certidão de nascim ento, não tem fotografia, não tem uniform e, não tem m a-terial escolar, enfim , é provado e com provado a ela a sua im possibilidade de

estu-dar.

M as atrás de tudo isto tem os a razão m ais forte dos donos do poder, que têm m uito m edo do povo que sabe e, assim sendo, o nosso povo é program ado

ao não saber.

A criança que não vai para a escola por todos esses m otivos é obrigada a tra-balhar para colaborar com a renda fam iliar. T em os, nas zonas rurais em São Pau-lo, criança de 3 anos de idade no trabalho escravo acom panhando a fam ília. N a-quela cidade m ais rica da Federação, as crianças têm seus m em bros am putados por grandes m áquinas nas em presas. T em os crianças trabalhando em fábricas de vidro com os pulm ões com prom etidos e a certeza de que não viverão m ais de 18

anos.

N ossas cri ancas diferentes das crianças do restante do planeta terra, rece-bem sua carteira de trabalho aos 12 anos de idade, m uito antes de term inar o

pri-m eiro grau de ensino.

E para tudo isto os governantes a cada m om ento têm um a justificativa; ora, porque os pais destas crianças, na situação de m igrantes, não possuindo m ão-de-obra especializada, não adentram no m ercado de trabalho. O ra, porque, m esm o o pai trabalhando, sua prole é tão grande que jam ais ganharia o suficiente para seu

sustento.

M as o m ercado de trabalho brasileiro, por não ser o suficiente para absorver a m ão-de-obra exstente, não é dado que m ereça atenção.

E tem os ainda, que, algum as vezes, rom pendo a barreira im posta pelos pro-jetos existentes, crianças conseguem a certidão de nasci.m ento, a fotografia, o un!-form e, o m aterial escolar, pagar a "taxa daA .P.M ." e, enfim entrar na escola. D epois de vencer esta prim eira guerra, na segunda, que seria cursar a escola, assistir às aulas, ela é derrotada pela incom preensão da professora, que tam bém , sem prepa-ro e sem noção do que seja "cidadania", a expulsa!

E frente a um a fam ilia, cujo hom em não consegue em pregar-se,

é

a m ulher que, trabalhando nas "casas de fam ília" (com o se a sua não fosse). ainda com a ajuda das crianças peram bulando pelas ruas, vendendo bugigangas ou pedindo es-m oias, e que es-m antees-m o lar.

E , nos grandes centros urbanos, a grande m assa burguesa, ao deparar com es-ses seres hum anos nos sem áforos das ruas, de im ediato fecham os vidros de seus carros, ou quando andando a pé atravessam as avenidas para não se aproxim arem deles. E ste espaço todo é assum ido pelos traficantes de drogas, pelos ladrões, en-fim , por todos aqueles que, tendo sido crianças naquelas condições, hoje, adul-tos, correspondem exatam ente ao resultado de sua infância.

R ev. de Psicologia, Fortaleza, 4

(2):

57 - 63, juljdez. 1986 59

(3)

Som os, assim , levados a nada fazer individualm ente, porque tem os certeza de que o problem a todo existente é resultado de um sistem a polrtico, que não será resolvido com ações bondosas e nem isoladam ente.

A criançada vai continuar na m esm a situação. N ós vam os continuar discutin-do os direitos hum anos da criançada.

M as, enquanto nada podem os fazer, esta criança na rua, vai crescendo e as-sum indo um a escala de valores diferentes daquela que conhecem os.

C hega o m om ento em que descobrim os que a chefia da fam llia está na m ão de quem sustenta esta fam llia.

N ão ignoram os que a criança consegue na rua levar m ais dinheiro para casa que seus pais, quando m uito, sim ples assalariados. N este m om ento, a criança, o adolescente, assum e a chefia e aquilo que existia da relação pais e filhos é des-truido, não m erecendo m ais os pais o respeito e a obediência de até então.

O pai procura na bebida o lenitivo, para esquecer que na hierarquia fam iliar, de chefe ele passou a ocupar o últim o escalão.

A m ãe, trabalhando fora, quando não se prostituindo, vê no m arido um fra-cassado.

O filho não tem m ais a quem respeitar. D ai, o desrespeito ao m undo é total. E ste garoto cresceu, é um adolescente destem ido, e enfrentar o transeunte na rua para apanhar sua carteira, seu relógio, sua corrente de ouro, é quase brincar, o que, aiiás, não fez quando criança.

N ão vai m ais esperar a roupa envelhecer no corpo do outro para usar. E le a "garante" da única m aneira que sabe, quando ainda nova.

Para com prar um relógio, não tem idéia de quantos anos terá que trabalhar. Seus pais trabalharam a vida inteira e nada conseguiram . E le tira brincando o re-lógio de outra criança, com o tira o tênis, com o tira o agasalho. D os adultos ele ti-ra a carteiti-ra e as jóias. E o que acontece? E le aparece, ele vira gente, ele incom o-da, ele se transform a na m aior testem unha de acusação desta sociedade injusta e cruel.

E ste adolescente nasceu independentem ente da vontade da sociedade, da B E N FA M , dos projetos governam entais e venceu o saram po, a coqueluche, o frio, a fom e e até o abandono. Éeste o rapaz que surge na nossa frente, com o se tivesse acabado de nascer, e nos ataca. A té então nada soubem os do seu viver, nem procuram os saber. A gora, passa a nos interessar, porque coloca em risco nosso patrim ônio, logo ele, que jam ais teve patrim ônio. Por causa da existência dele, fazem os leis especiais. E le precisa ser m anipulado, necessita ser reeducado (nunca foi educado). precisa ser talvez idiotizado!

Prim eiro criam os a FU N A B E M , que, através dos filhos de desem pregados, gera em pregos para outra classe social. C riam os as FE B E M S nas m esm as condi-ções. V alor m ais alto destas grandes instituições é m anter intra-m uros esta m ole-cada que, por um descuido da sociedade, ou por m ilagre de algo além do hom em , cresceu, viveu e apareceu.

60

R ev. de Psicologia, Fortaleza, 4

(2):

57 - 63, jul/dez, 1986

Fazem os um C ódigo de M enores, que, em bora pela atual C onstituição "to-dos são iguais perante a lei", o aludido C ódigo só trata da criança em situação ir-regular, ou seja, filhos da pobreza.

Para não correrm os riscos m aiores, as crianças pobres, que nascem sadias e fortes, representam um perigo m aior crescendo nas condições que oferecem os a elas, as exportam os para outros palses por m otivo de segurança nacional.

E os hom ens que desejam fazer do B rasil a sua propriedade privada, querem para este adolescente que venceu, que cresceu e que é gente à sua m aneira, a re-dução da idade de 18 para 14 anos para que assum am a responsabilidade penal. O u

tros m ais insenslveis preconizam a pena de m orte. A policia, para dar segurança à sociedade, m ata esses garotos. O s justiceiros, negando a sua própria origem , fa-zem o m esm o.

E , de repente, deparam o-nos com um a dezena de pessoas querendo defen-der os direitos hum anos da criança e do adolescente, pessoas essas que não são com preendidas, m esm o porque é paradoxal para os dem ais falar em direitos hu-m anos e ao hu-m eshu-m o tehu-m po ehu-m criança e adolescente.

Q uando se fala em D ireito, sem pre tem os o pensam ento voltado aos podero-sos, pois estes, em bora crim inosos, não chegam aos T ribunais e, quando chegam , são im punes frente às defesas brilhantes de advogados com petentes, advogados estes que desconhecem o viver dos pobres que, sem dúvida, form am a m assa car-cerária.

E nquanto aos m aiores de 18 anos tem os assegurados os direitos de am pla de-fesa, a possibilidade de contestarem seus acusadores e até a fixação de pena por tem po determ inado, os m enores de 18 anos, se quiserem exercer a am pla defesa, necessitam que seus responsáveis tenham condições de contratar advogado, pois, enquanto para o m aior o E stado se obriga a garantir a defesa, ao m enor não se preocupa o m esm o E stado em lhe designar o defensor.

A pena, que para o m aior condenado é determ inada, ao m enor, a pretexto de m edida ressocializante, que sabem os que m uitas destas unidades de FE B E M S

ão verdadeiros cárceres, lhe é im posta por tem po indeterm inado, ficando a cri-tério do Juiz de M enores, que solitariam ente interrom pe aludida internação, quando chega ao entendim ento de que "o m enor deixou de ser perigoso".

E nquanto a atual C onstituição reza que "ninguém será preso senão em fla-qrante delito ou por ordem escrita da autoridade com petente", o m enor, quan-do apontaquan-do com o autor de infração penal, não conta com esta garantiacons-t Igarantiacons-tucional.

E m ais um a vez os T ribunais nos respondem com o eufem ism o m uito pe-culiar dos profissionais da palavra! "O m enor não é preso, é som ente apreendi-do".

D esta m aneira, convivem os com a prisão cautelar, instituto som ente válido

10 m enor de 18 anos e, repudiado por todos segm entos, quando se cogitou de

'li'

apl icação aos m aiores de 18 anos.

~ dentro desta reflexão que nos vem a idéia do que seja um a C onstituição num a sociedade com o a nossa. Se a atual fosse respeitada, não terlam os nossas

(4)

crianças e adolescentes vivendo nesta situação deplorável que Ihes oferecem os. N ão teríam os os autores dos grandes projetos brasileiros im punes e sem pre li-gados ao poder. N ão conviveríam os com um C ódigo de M enores que som ente diz respeito a um a parcela em pobrecida do B rasil, com provando que perante a lei nem todos são iguais.

N ão teríam os G overnador com o o de São Paulo, que sem analm ente está na grande im prensa com unicando a distribuição da "m erenda escolar" e fa-zendo vistas grossas à dentição dos escolares, que já não têm dentes para m as-tigar as m erendas do G overnador. N ão teríam os Juizes de M enores legislando através de portarias e provim entos, com o se fizessem parte integrante do legis-lativo. D entro deste contexto, as autoridades ignoram que vivem os e convive-m os coconvive-m a convive-m aior pornografia do planeta que é "criança m orrer de fom e", por-nografia esta que deveria dizer respeito à Segurança N acional, m uito m ais do que a projeção de film es im próprios para m enores que tão zelosam ente são cui-dados pela censura.

N o m om ento em que não encontram os ricos no sistem a penitenciário, nas FE B E M S, nos m anicôm ios e nos sanatórios, som os levados ao entendim ento de que a crim inal idade está diretam ente ligada à pobreza. M as não podem os perder de vista que as leis brasileiras são "confeccionadas" para m anter os po-bres encarcerados, sem defesa digna e sem saber e proibidos de m andar.

T enho procurado em todos os lugares tirar m oções de repúdio ao atual C ó-digo de M enores, por ser um C óó-digo que desrespeitou a C onstituição, um C ódigo que colocou a sociedade com o sua protegida e neste sentido dem onstra clara-m ente a necessidade de m anter crianças e adolescentes pobres atrás dos m uros com o se não fizessem parte desta sociedade. Sabem os que este C ódigo é um m eio de controle da pobreza e ao m esm o tem po um m eio de defesa de um a m i-noria da sociedade, que nos assalta vinte e quatro horas por dia, que m antém um a rica m ordom ia neste país cam peão de "fazedor de anjos". E para m anter esta situação exatam ente com o está, m ecanism os são criados para que, na m ais tenra idade, nossas crianças sejam colocadas no m ercado de trabalho e que, ape-sar de produzirem , não poderão participar, pois as leis previdenciárias passam

a ser um direito tão-som ente do trabalhador adulto.

A destituição do pátrio poder é o fantasm a que está sem pre presente na vi-da vi-da m ãe pobre. B asta ser pobre para dele ser destituída. E a adoção sem pre se-rá privilégio da pessoa abastada, quer seja brasileira, quer seja estrangeira resi-dente fora do País.

T em os hoje que dar um basta à institucionalização de crianças e adolescen· teso A ineficácia deste sistem a institucional já é com provada. A criança, que há m uitos anos está internada, necessita de um a proteção ao ser desinternada, pois por força da Política N acional do B em E star do M enor estas crianças estão idio-tizadas; esta política as m anipulou e as transform ou em seres hum anos sem iden-tidade e nos cabe agora im pedir que outras integrem a grande m assa das FE B E M S

do B rasil.

62

R ev. de Psicologia, Fortaleza, 4 (2): 57 - 63, jul/dez. 1986

Fazem os parte de um povo que chorou a m orte do T ancredo N eves com o se fosse a últim a esperança do B rasil, ignorando que este hom em esteve sem pre li-gado ao poder e, se o B rasil hoje está nesta situação, a responsabilidade é dos ho-m ens que tiveraho-m o poder eho-m suas ho-m ãos.

N ão podem os ir na praça exigir "eleições. diretas" num dia e na sem ana se-guinte aplaudir na m esm a praça o "C olégio E leitoral".

E sta atitude m ostra que não exercitam os a cidadania e assim fica m uito di-fícil pensar em m udar a situação existente.

T em os, na realidade, que ficar atentos para não m ais serm os enganados. V a-m os passar de sujeitos passivos a sujeitos ativos da nossa história. Soa-m ente assia-m poderem os fazer algum a coisa em benefício da infância brasileira. A criança tem que ser prioridade de um a pol ítica de G overno, m as só será, quando for tam bém a nossa prioridade.

Referências

Documentos relacionados

Este processo artístico expe- rimental se propôs a investigar a relação do termo memória, de Henri Bérgson, em seu ensaio “Matéria e Memória” (1999), para tanto,

Resumo: Este artigo apresenta uma revisão de literatura de trabalhos que abordam a pesquisa em Política Educacional no Brasil, no período de 1994 até 2018. A análise realizada

Os resultados apresentados nas tabelas demonstram a viabilidade do uso do índice de desempenho proposto nesta tese de doutorado, uma vez que os tempos médios de resposta, quando

Nos tempos atuais, ao nos referirmos à profissão docente, ao ser professor, o que pensamos Uma profissão indesejada por muitos, social e economicamente desvalorizada Podemos dizer que

Seja P a função que ao número de anos decorridos desde 2014, n, faz correspon- der o preço a pagar pelo bilhete de época do F.. Em que ano um bilhete de época no Estádio de

Para verificar a eficiência dos marcadores em predizer o desempenho dos híbridos, com base nas estimativas de divergência genética entre os genitores, foram obtidos os coeficientes

Pelas analises granulométricas (Fig. 3) verifica-se que do topo até a média vertente há predomínio da fração areia fina; perda gradual de argila do horizonte superficial ao longo

• Uma alternativa para condições mutuamente exclusivas é mostrada a seguir.. 2) Elabore um algoritmo que dado um número inteiro qualquer, responda se ele é positivo, negativo