NF-e 2016– Entenda como o negócio será afetado
com as novidades de 2016
Novas regras para NCM, Enquadramento do IPI, Emenda Constitucional 87/15
(DIFAL, CEST, Repasse Interestadual, GNRE) – Controle de Remessa e de retorno
Palestrante:
Jorge Campos
BASE CALCULO DUPLA
2012
Histórico – Obrigações Acessórias
1988 2005 2015 DIFAL 2015 2016 (CF/88, art. 155, § 2º, inciso VII, alínea “a”; Resolução do Senado Federal nº 22/89). 2011 CONVÊNIO ICMS 93, DE 17/09/15 NF-e NT 2015.003 CT-e NT 2015.003 FCI Resolução nº 13/2012 Convênio ICMS n.º 123/2012 2013 Ato Cotepe n.º 61/2012: Resolução Camex nº 79/2012 Nota Técnica 2013.006: Ajuste SINIEF n.º 27/2012 Convênio ICMS nº.38/2013: Inicio da vigência 2000 EC 87/15 IVA-ST ajustado =
[ (1+ IVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra) ] -1 Decisão Normativa CAT 08, de 23-10-2015
Crescimento anual entre 76% (2006) e
26% (2011), nos últimos dez anos,
ANO
FATURAMENTO
Variação
2011
R$ 18,70 bilhões 26%
2010
R$ 14,80 bilhões 40%
2009
R$ 10,60 bilhões 33%
2008
R$ 8.20 bilhões
30%
2007
R$ 6.30 bilhões
43%
2006
R$ 4,40 bilhões
76%
2005
R$ 2.50 bilhões
43%
2004
R$ 1.75 bilhão
48%
2003
R$ 1.18 bilhão
39%
2002
R$ 0,85 bilhão
55%
2001
R$ 0,54 bilhão
-
• Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit
Produtos Mais Vendidos no
Varejo on-line do Brasil -
2011
• Produtos mais Vendidos %
• Eletrodomésticos 15
• Informática
12
• Eletrônicos 8
• Saúde e Beleza 7
• Moda e Acessórios 7
• Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit www.ebitempresa.com.br / Compilação: www.e-commerce.org.br
Os Estados que têm superávit,
no comércio interestadual
• São Paulo, com R$ 242,0 milhões de superávit,
• Santa Catarina, com R$ 55,3 milhões,
• Rio de Janeiro, com R$ 45,8 milhões,
• Goiás, com R$ 40,5 milhões,
• Tocantins com R$ 5,6 milhões, e,
• Espírito Santo, com R$ 2,9 milhões
Propostas do Senado
• PEC 56, de 2011, abrange somente o comércio
eletrônico.(
senador Luiz Henrique – PMDB – Falecido
)
• PEC 113, de 2011, abrange todo o comércio
interestadual, presencial ou não presencial. – (
Senador
Lobão Filho – PT
)
• PEC nº 103, de 2011, o texto original remete à
resolução do Senado Federal a definição das futuras
alíquotas, propondo percentuais provisórios até que a
referida norma seja editada.(
Senador Delcídio do
Art. 2º O Ato das Disposições Constitucionais Transitórias passa a vigorar acrescido do seguinte art. 99:
"Art. 99. Para efeito do disposto no inciso VII do § 2º do art. 155, no caso de operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte localizado em outro Estado, o imposto correspondente à
diferença entre a alíquota interna e a interestadual será partilhado entre os Estados de origem e de destino, na seguinte proporção:
I - para o ano de 2015: 20% (vinte por cento) para o Estado de destino e 80% (oitenta por cento) para o Estado de origem;
II - para o ano de 2016: 40% (quarenta por cento) para o Estado de destino e 60% (sessenta por cento) para o Estado de origem;
III - para o ano de 2017: 60% (sessenta por cento) para o Estado de destino e 40% (quarenta por cento) para o Estado de origem;
IV - para o ano de 2018: 80% (oitenta por cento) para o Estado de destino e 20% (vinte por cento) para o Estado de origem;
V - a partir do ano de 2019: 100% (cem por cento) para o Estado de destino."
EMENDA
Da Base de Cálculo das
Mercadorias
Cláusula segunda Nas operações e prestações de serviço de
que trata este convênio, o contribuinte que as realizar deve:
I – se remetente do bem:
a)
utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de
destino para calcular o ICMS total devido na operação;
b)
utilizar a alíquota interestadual prevista para a operação,
para o cálculo do imposto devido à unidade federada de
origem;
b)
recolher, para a unidade federada de destino, o imposto
correspondente à diferença entre o imposto calculado na
forma da alínea “a” e o calculado na forma da alínea “b”;
Da Base de Cálculo
das Mercadorias
...
§ 1º A base de cálculo do imposto
de que tratam os incisos I e II do caput é o valor da
operação ou o preço do serviço, observado o disposto no § 1º do art. 13 da
Lei
Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996.
Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996:
”Art. 13. A base de cálculo do imposto é:
§ 1o Integra a base de cálculo do imposto, inclusive na hipótese do inciso V do caput deste artigo: (Redação
dada pela Lcp 114, de 16.12.2002)
I - o montante do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle; II - o valor correspondente a:
a) seguros, juros e demais importâncias pagas, recebidas ou debitadas, bem como descontos concedidos sob condição;
b) frete, caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado.
§ 2º Não integra a base de cálculo do imposto o montante do Imposto sobre Produtos Industrializados, quando a operação, realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização, configurar fato gerador de ambos os impostos
”
Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996
:
V
- na hipótese do inciso IX do art. 12, a soma das seguintes parcelas:
a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de
importação, observado o disposto no art. 14;
b) imposto de importação;
c) imposto sobre produtos industrializados;
d) imposto sobre operações de câmbio;
e) quaisquer despesas aduaneiras;
e) quaisquer outros impostos, taxas, contribuições e despesas
aduaneiras;
(Redação dada pela Lcp 114, de 16.12.2002)
Base Dupla
Vlr. Mercad. Aliq. Interest.
BC ICMS
INTEREST ICMS ORIGEM BC
ALIQ. INTERNA UF DESTINO
ICMS TOTAL ALIQ. UF DESTINO ICMS DIFAL DESTINO 1.000,00 4% 1.041,67 41,67 1.204,82 17% 204,82 163,15 1.000,00 7% 1.075,27 75,27 1.204,82 17% 204,82 129,55 1.000,00 12% 1.136,36 136,36 1.204,82 17% 204,82 68,46
CALCULO DA FCI
ALIQUOTA DE
DESTINO
Da Base de Cálculo das Mercadorias
CALCULO DA FCI
ALIQUOTA DE 4%
204,82 – 136,36 =
68,46
1.000,00
---
1 – 0,07
1.000,00
---
1 – 0,17
Da Base de Cálculo das Mercadorias
SISTEMÁTICA APROVADA NA 162ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA COTEPE/ICMS EM 23 a 27/11/15
(Cálculo pelo Valor Total sem Considerar a Regra de Transição)
Cálculo por dentro - Destinatário não Contribuinte Vlr. Mercad. Aliq. Interest. BC ICMS INTEREST ICMS ORIGEM BC ALIQ. INTERNA UF DESTINO ICMS TOTAL ALIQ. UF DESTINO ICMS DIFAL DESTINO 1.000,00 4% 1.041,67 41,67 1.204,82 17% R$ 204,82 R$ 163,15 R$ 204,82 1.000,00 7% 1.075,27 75,27 1.204,82 17% R$ 204,82 R$ 129,55 R$ 204,82 1.000,00 12% 1.136,36 136,36 1.204,82 17% R$ 204,82 R$ 68,46 R$ 204,82
Cálculo por dentro - Destinatário não Contribuinte (com Fundo de Combate à Pobreza) A B C D E F G H I J K L Vlr. Mercad. Aliq. Interest. BC ICMS INTEREST ICMS ORIGEM BC ALIQ. INTERNA UF DESTINO ALIQUOT A S/ FCP % ADICIONAL FCP ICMS TOTAL ALIQ. UF DESTINO ICMS DIFAL
DESTINO FCP ICMS TOTAL
1.000,00 4% 1.041,67 41,67 1.234,57 19% 17% 2% R$ 209,88 R$ 168,21 R$ 24,69 R$ 234,57 1.000,00 7% 1.075,27 75,27 1.234,57 19% 17% 2% R$ 209,88 R$ 134,61 R$ 24,69 R$ 234,57 1.000,00 12% 1.136,36 136,36 1.234,57 19% 17% 2% R$ 209,88 R$ 73,51 R$ 24,69 R$ 234,57 Vlr da mercadoria com o ICMS NORMAL POR DENTRO Vlr da mercadoria com o ICMS DESTINO POR DENTRO
Da Base de Cálculo das Mercadorias
Acre **
Alagoas Lei nº 6.558/04; Dec. 2532/05; IN 11/05 FECOEP
Amapá ** **
Amazonas ** **
Bahia Lei nº 7.988/01; Port. 133/02; Dec. 8142/02 FUNCEP
Ceará LC nº 37/03; Dec. 27.317/03 – LC 10/15 FECOP
Distrito Federal Lei n° 4.220/08; Portaria n° 91/12 FECOP
Espírito Santo ECE 32/01; LC nº 336/05 FECP
Goiás Lei n° 15.945/06 **PROTEGE
Maranhão Lei nº 8205/04; Dec. 21.725/05 FUMACOP
Mato Grosso LC 460/11; Dec. 463/12 FACEP
Mato Grosso do Sul Lei nº 3337/06 FECOMP
Minas Gerais Decreto 45.934/12 FEM
Pará Dec. 2.358/06; Lei 6890/06; IN 12/06 FICOP Paraíba Lei nº 7.611/04; Dec. 25.618/04 FUNCEP
Paraná Lei nº 18.573 - Diário Oficial Nº 9548 de 2 / 10 / 2015 **
Pernambuco Lei nº 12.523/03; Dec. 26.402/04 FECEP
Piauí Lei nº 5.662/06; Decreto 12.554/07. FECOP
Rio de Janeiro Lei nº 4.056/02 e 4086/03; Dec. 32.646/03 e 33.123/03; FECP
Rio Grande do Norte LC nº 261/03; Dec. 17.397/04 e 18.155/05 FECOP
Rio Grande do Sul Lei Nº 14742 DE 24/09/2015 - DOE em 25 set 2015 AMPARA
Rondônia LEI COMPLEMENTAR 842, DE 27-11-2015 FECOEP
Roraima **
Santa Catarina Lei n° 13.916/06 FECEP
São Paulo Lei 16.006/15 FECOEP
Sergipe Lei nº 4.731/02 e 4911/03; Dec. 21.600/03 FUNPOBREZA
Do Recolhimento
Cláusula segunda Nas operações e prestações de serviço de que
trata este convênio, o contribuinte que as realizar deve:
I – se remetente do bem:
...
c)
recolher, para a unidade federada de destino
, o imposto
correspondente à diferença entre o imposto calculado na forma
da alínea “a” e o calculado na forma da alínea “b”;
Exceto: Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro
e Espírito Santo não geram GNRE no Portal
GNRE Online.
Da Base de Cálculo dos Serviços
II – se prestador de serviço:
a) utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para calcular o ICMS
total devido na prestação;
b) utilizar a alíquota interestadual prevista para a prestação, para o cálculo do imposto devido
à unidade federada de origem;
c) recolher, para a unidade federada de destino, o imposto correspondente à diferença entre
o imposto calculado na forma da alínea “a” e o calculado na forma da alínea “b”.
§ 1º A base de cálculo do imposto de que tratam os incisos I e II do caput é o valor da operação
ou o preço do serviço, observado o disposto no § 1º do art. 13 da Lei Complementar nº 87, de 13
de setembro de 1996.
§ 2º Considera-se unidade federada de destino do serviço de transporte aquela onde tenha fim a
prestação.
§ 3º O recolhimento de que trata a alínea “c” do inciso II do caput não se aplica quando o
transporte for efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem (cláusula CIF – Cost,
Da Base de Cálculo dos Serviços
II – se prestador de serviço:
a) utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para
calcular o ICMS total devido na prestação;
b) utilizar a alíquota interestadual prevista para a prestação, para o cálculo
do imposto devido à unidade federada de origem;
c) recolher, para a unidade federada de destino, o imposto correspondente
à diferença entre o imposto calculado na forma da alínea “a” e o
Da Base de Cálculo dos Serviços
II – se prestador de serviço:
a) utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para calcular o
ICMS total devido na prestação;
b) utilizar a alíquota interestadual prevista para a prestação, para o cálculo do
imposto devido à unidade federada de origem;
§ 2º Considera-se
unidade federada de destino
do serviço de transporte aquela onde
tenha
fim a prestação.
§ 3º O recolhimento de que trata a
alínea “c”
do inciso II do caput
não se aplica
quando o transporte for efetuado
pelo próprio remetente
ou
por sua conta e ordem
(cláusula CIF – Cost, Insurance and Freight).
Calculo completo
• Vlr. Mercadoria 1.000,00
• Vlr.
FCI
163,15
• Difal 68,46
• FRETE C.I.F. 0,00
(Embutido no preço, e calculado no DIFAL)
• FRETE F.O.B 3,42 a ser recolhido pelo destinatário
Vlr. Mercad. Aliq. Interest.
BC ICMS
INTEREST ICMS ORIGEM BC
ALIQ. INTERNA UF DESTINO
ICMS TOTAL ALIQ. UF DESTINO ICMS DIFAL DESTINO 1.000,00 4% 1.041,67 41,67 1.204,82 17% 204,82 163,15 1.000,00 7% 1.075,27 75,27 1.204,82 17% 204,82 129,55 1.000,00 12% 1.136,36 136,36 1.204,82 17% 204,82 68,46 FRETE 50,00 12% 56,82 6,82 60,24 17% 10,24 3,42
EC
8
7
/1
5
SISTEMA DE GESTÃO Cadastro de Produtos CEST ENQ. IPI NCM / GETIN EAN
SISTEMA
FISCAL Cadastro de Clientes
Contribuinte ou não? Consumo ou não?
MENSAGERIA Cadastro da
Empresa – IE ST
Em qual UF? Volume de vendas
PROCESSOS
VENDAS REVISÃO PRICING ALINHAMENTO
COMERCIAL
LOGISTICA EMISSÃO GNRE PAGTO
FISCAL APURAÇÃO – SPED-
Consumidor final não
contribuinte do ICMS
DIFAL Destinatário Contribuinte do ICMS DIFAL MERCADORIASDIFAL FRETE FOB
Destinatário Não
contribuinte FORNECEDOR
245a.01
NA01
CMSUFDest
Informação do ICMS Interestadual
245a.03
NA03
vBCUFDest
Valor da BC do ICMS na UF de destino
245a.05
NA05
pFCPUFDest
Percentual do ICMS relativo ao Fundo
de Combate à Pobreza (FCP) na UF de destino
245a.07
NA07
pICMSUFDest
Alíquota interna da UF de destino
245a.09
NA09
pICMSInter
Alíquota interestadual das UF envolvidas
245a.11
NA11
pICMSInterPart
Percentual provisório de partilha do ICMS
Interestadual
245a.13
NA13
vFCPUFDest
Valor do ICMS relativo ao Fundo de Combate
à Pobreza (FCP) da UF de destino
245a.15
NA15
vICMSUFDest
Valor do ICMS Interestadual para a UF de destino
245a.17
NA17
vICMSUFRemet
Valor do ICMS Interestadual para a UF do
remetente
NA. ICMS para a UF de destino
Responsáveis pelo
DIFAL
NCM – Novas regras
Regras de Validação Diversas A partir desta NT será verificado
se o NCM informado no item da Nota Fiscal existe na tabela de
NCM publicada pelo Ministério do Desenvolvimento (MDIC).
Foram alteradas também diversas regras de validação,
melhorando a qualidade da informação recebida, afetando,
principalmente, os sistemas das SEFAZ Autorizadoras.
– NCM inexistente na tabela de NCM
publicada pelo Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior - MDIC
Enquadramento do IPI
CENQ IPI
Campo-Seq Modelo Regra de Validação Aplic. Msg Efeito Descrição Erro
O06-10 55
Código de Enquadramento Legal do IPI inválido (tag:cEnq, id:O06). Ver Anexo XIV - Código de
Enquadramento Legal do IPI. Observação: Implementação futura em 01/01/2016.
Obrig. 387 Rej. Rejeição: Código de Enquadramento Legal do IPI inválido [nItem:nnn]
Verificar compatibilidade entre o CST do IPI e o Código de Enquadramento Legal (cEnq),
conforme as regras abaixo:
- CST de Isenção
e
Código de Enquadramento incompatível
- (IPINT/CST=
02, 52
e cEnq fora da faixa [
301, 399
])
- CST de Imunidade
e
Código de Enquadramento incompatível
- (IPINT/CST=
04, 54
e cEnq fora da faixa [
001, 099
])
- CST de Suspensão e Código de Enquadramento incompatível
- (IPINT/CST=
05, 55
e cEnq fora da faixa [
101, 199
])
Consulta da NF-e
• A. Consulta Situação da Nota Fiscal
Limitado o prazo da consulta ao Web Service de
Consulta Situação para 180 dias da data de
emissão da Nota Fiscal Eletrônica. Alterada
também a resposta desta consulta, retornando
unicamente os eventos de Cancelamento, Carta
de Correção e EPEC.
Web Service –
NFeDistribuicaoDFe
Resumo de possibilidades
Documento
Emitente
Destin.¹
Transport.²
Terceiros³
NF-e
X
V
V
V
Evento de Cancelamento
X
V
V
V
Evento de Carta de Correção
X
V
X
V
Eventos de Manifestação do
Destinatário
V
X
V
X
Eventos da Suframa
(Vistoria/Internalização)
V
V
V
V
EPEC
X
V
X
X
Resumo de NF-e
X
V
X
X
Resumo de Eventos CT-e
Autorizado/Cancelado
V
V
V
V
Resumo de Eventos MDF-e
Autorizado/Cancelado
V
V
V
V
Resumo de Eventos de
Registros de Passagem
V
V
V
V
1 Os documentos fiscais e resumos de eventos estarão disponíveis somente se o destinatário se manifestar
2 A NF-e estará disponível somente para o transportador identificado no grupo X03.
Suspensão do ICMS
Prazo 180 para o
retorno
NF-e
Item
qtde
ITEM 1
10
Pedido de Prorrogação
1º. Prazo
ITEM 2
5
ITEM 3
6
Item 1
10
ITEM 4
8
Item 2
8
ITEM 5
11
Controle de Remessa e Retorno
Suspensão de 180 dias 1º prazo de
Após a saída prorrogação
Controle de Remessa e Retorno
Pedido de prorrogação
1º prazo
ITEM 1
10
item 2
8
Resposta do fisco para pedido de prorrogação
Item 1
deferido
Autorizado pelo fisco
Item 2
indeferido
Qtde. maior que NF-e
Resposta do fisco para pedido de prorrogação
Item 1
indeferido
Cancelado pela empresa
Item 2
indeferido
Qtde. maior que NF-e
Antes do
cancelamento
Depois do
Cancelamento
A tabela do item 2 (Web Service – NFeDistribuicaoDFe) da
NT2014.002_v1.01 fica acrescida com estes eventos.
Resumo de possibilidades
Documento Emitente Destinatário Transportador Terceiros Evento de Pedido de Prorrogação 1º prazo SIM SIM NÃO NÃO Não Evento de Pedido de Prorrogação 2º
prazo SIM SIM NÃO NÃO
Não Evento de Cancelamento de Pedido de
Prorrogação 1º prazo SIM SIM NÃO NÃO
Não Evento de Cancelamento de Pedido de Prorrogação 2º prazo
SIM SIM NÃO NÃO
Não Evento Fisco de Resposta ao Pedido de Prorrogação 1º prazo
SIM SIM NÃO NÃO
Não Evento Fisco de Resposta ao Pedido de
Prorrogação 2º prazo SIM SIM NÃO NÃO
Não Evento Fisco de Resposta ao
Cancelamento de Pedido de Prorrogação 1º prazo
SIM SIM NÃO NÃO
Não Evento Fisco de Resposta ao
Cancelamento de Pedido de Prorrogação 2º prazo
SIM SIM NÃO NÃO