• Nenhum resultado encontrado

POP 08 - Recolhimento de Produtos.pdf

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "POP 08 - Recolhimento de Produtos.pdf"

Copied!
9
0
0

Texto

(1)

CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO

 ÁREA/SETOR

 ÁREA/SETOR CÓPIASCÓPIAS Nº DE Nº DE  ÁREA/SETOR ÁREA/SETOR CÓPIASCÓPIAS Nº DE Nº DE

Sala

Sala da da Qualidade Qualidade 0101  Diretoria

 Diretoria 0101

 REGISTRO DAS REVISÕES:  REGISTRO DAS REVISÕES:  N.º

 N.º  REVISÃO

 REVISÃO  DATA  DATA ALTERAÇÃO ALTERAÇÃO SUGERIDA POR:SUGERIDA POR: 00

00 Emissão Emissão inicial inicial do do documento documento --01

01 10/06/2010 10/06/2010 Inserção Inserção de de registro registro - - Tatiane- Tatiane-02

02 05/04/2011 05/04/2011 Correções Correções de de texto texto e e formatação formatação TatianeTatiane 03

03 24/05/2012 24/05/2012 Alterações Alterações de de textos textos e e registros registros TatianeTatiane 04

04 20/05/2013 20/05/2013 Alterações Alterações no no texto texto e e inserção inserção de de registros registros MayaluMayalu 05

05 01/10/2013 01/10/2013 Inserido Inserido tempo tempo Maximo Maximo para para realização realização dada rastreabilidade

rastreabilidade  Mayalu Mayalu 06

06 14/07/2014 14/07/2014 Alterações Alterações no no texto texto MayaluMayalu

 ELABORADO POR:  ELABORADO POR:

 Nome: Mayalu P. Cordeiro  Nome: Mayalu P. Cordeiro  Rubrica:  Rubrica:  Data:  Data:  REVISADO POR:  REVISADO POR:

 Nome: Tatiane Battistelli  Nome: Tatiane Battistelli  Rubrica:  Rubrica:  Data:  Data:  APROVADO POR:  APROVADO POR:  Nome: Dante Jacob  Nome: Dante Jacob  Rubrica:

 Rubrica:  Data:  Data:

(2)

1. OBJETIVO

 Descrever a metodologia de recolhimento de produtos não-conformes introduzidos no mercado de consumo, bem como as responsabilidades pela coordenação de todo o sistema de “recall”.

2. APLI CAÇÃ O

 Este documento aplica-se à todos os setores da empresa.

3. DOCUME NTOS DE REF ERÊNCI A

3.1. SENAI/RJ. Centro de Tecnologia de Produtos Alimentares. El ementos de Apoi o para o Sistema APPCC. 2. Ed. Brasília, 2000. 361 p. (Série Qualidade e Segurança Alimentar).

3.2.

 LOPES, ELLEN,

  Guia par a Elaboração dos Procedimentos Operacionais Padronizados, exigidos pela RD C nº 275 da Anvi sa.

São Paulo: Livraria Varela, 2004.

3.3.  BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resol ução RDC nº 275, de 21 de Outu bro de 2002.  Regulamento Técnico de procedimentos operacionais  padronizados aplicados aos estabelecimentos produtos/industrializadores de alimentos e a lista de verificação das boas práticas de fabricação em estabelecimentos/produtores/idustrializadores de alimentos.

3.4. BRASIL, Ministério da Justiça Por tar ia nº 789, de 24 de Agosto de 2001.  Regula a comunicação, no âmbito do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor - DPDC, relativa à periculosidade de produtos e serviços já introduzidos no mercado de consumo,  prevista no art. 10, § 1º da Lei 8078/90.

(3)

3.5. Portar ia nº 326, de 30 de ju lh o de 1997. Aprova o Regulamento Técnico: Condições  Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores/  Industrializadores de Alimentos

3.6. IT-020-Rastreabilidade de Farinha.

3.7. ABNT ISO/ TS 22002 –   1: 2012. Versão Corrigida 2: 13. Programa de pré-requisitos na  segurança de alimentos. Parte 1: Processamento industrial de alimentos.

4. DE F I NI ÇÕES

4.1. Seguro : que não oferece risco à saúde e a integridade física do consumidor.

4.2. Recall : programa de recolhimento de produtos não-conformes, que possam oferecer risco ou suspeita de risco a saúde dos consumidores já introduzidos no mercado de consumo.

4.3. Comitê de “RECALL”, Grupo formado pelo diretor, supervisores do setor e pelo

coordenador do programa.

5. RESPONSABI LI DADE / AUTORID ADE

5.1. O Diretor é responsável por avaliar a necessidade da realização do “recall”.

5.2. O Comitê de “RECALL” é responsável por articular todas as medidas necessárias.

6. DE SCRI ÇÃ O

6.1.  Após detectada uma não conformidade que envolva risco (ou suspeita de risco) à saúde do consumidor, de produto já introduzido no mercado de consumo, fica designado como coordenador do Recall o diretor, responsável por avaliar a necessidade da realização do recall.

(4)

6.2. Depois de determinada a necessidade da realização do recall, este será classificado em: Classe I: quando a não-conformidade identificada representar sério risco à saúde, podendo ocasionar a morte. Exemplo: caco ou espículas de vidro e fragmentos metálicos. Classe II: quando a não-conformidade identificada apresentar risco médio à saúde.

 Exemplo: contaminação com níveis de aflatoxinas acima do permitido pela legislação. Classe  III: quando a não-conformidade identificada acarreta risco à saúde considerado baixo.

6.3. Será constituído um Comitê de Recall* (CR), responsável por articular todas as medidas necessárias. Este Comitê será constituído pelo diretor, o Coordenador do Programa , um representante da produção e o responsável por vendas e transportes.

6.4. O Comitê de Recall será responsável por convocar os departamentos necessários para realizar a rastreabilidade interna e externa do produto não-conforme e determinar a abrangência da não-conformidade observada, registrando no RG AD M 06- Registro de Si mulação .

6.5. Recall de Classe I, I I e II I

 Após determinada a extensão da não-conformidade observada, o responsável por vendas e transportes deverá entrar em contato com os representantes e vendedores, notificando o  problema através de Circular Interna, e também deverá coordenar o recolhimento dos produtos em todos os outros níveis envolvidos. A sistemática de rastreamento encontra-se descrita na I T 020-Rastr eabilidade da F ari nh a .

O Encarregado de Expedição será responsável por receber os produtos não-conformes e  segregá-los fora da área da indústria (barracão externo) e identificada como “Produtos Não

-Conformes Recolhidos”. O Coordenador de Recall será comunicado pelo Encarregado da  Expedição que se responsabilizará pelo destino e registro de todos os lotes de produtos

(5)

 No caso de recall de classe I, o Comitê de Recall será responsável por convocar o pessoal necessário para realizar a rastreabilidade do produto não - conforme e determinar a abrangência da não-conformidade observada. A sistemática de rastreamento encontra-se descrita na I T 020-Rastreabil idade da Far in ha .

6.6. Sistemáti ca par a Rastr eamento:

  A data de fabricação é que identifica o lote dos produtos. Desta forma, a rastreabilidade interna é possível através dos certificados de qualidade, das planilhas de análises; (RG  LAB 022 e RG LAB 023), dos registros de sistema de liberação de envase (RG LAB 021 e  RG EXP 018) e controle de envase (RG EXP 022 e 023), planilhas de produção (RG PRD 016,020, 021 E 022) e controle de entrada de trigo(RG REC 09). A análise destes registros, em conjunto com os registros de recebimento e inspeção de matérias-primas e insumos permite a identificação e todos os produtos empregados a cada dia de produção;

 O tempo máximo para realização da rastreabilidade é de 4 horas;

 Todos os registros do sistema de rastreabilidade devem ser mantidos pelo menos durante o prazo de validade dos produtos.

7. M ONI TORI ZAÇÃ O

7.1. O controle da rastreabilidade é monitorado pela Supervisora de Qualidade ou Analista  Laboratorial através do preenchimento da planilha RG E XP 018 - Registro de Sistema de

L iber ação de Envase 

7.2. Para validação do procedimento será realizada semestralmente a simulação de recolhimento e registrado noRG ADM 06-Registro de Simu lação 

(6)

8. AÇÃ O CORRETI VA

8.1. Quando identificado algum problema na rastreabilidade de um produto, o mesmo deve ser  separado até que o problema seja resolvido. O registro deste fato deve ser mantido. Será aberto

um relatório de não- conformidade ( RG L AB 08-Relatóri o de não conf ormi dade in terna  ).

8.2. Quando identificado algum problema na realização do recolhimento, o fato deve ser registrado, sua causa identificada e as providencias necessárias devem ser tomadas pelo coordenador do programa para que o problema não se repita. Os registros do tratamento do  problema devem ser mantidos.

9. VERIF I CAÇÃ O

O que? Como? Quan do? Quem?

 RG-EXP-018 - Registro de

Sistema de Liberação de Envase Observação Visual Mensal Coordenação  RG EXP 022-Controle de

 Envase e Expedição de Farinha Observação Visual Mensal Coordenação  RG EXP 023-Controle de

 Envase e Expedição de Farinha 25 e 50 kg

Observação Visual Mensal Coordenação

 RG LAB 08-Relatório de não

conformidade interna Observação visual

Quando

houver Coordenação

 RG LAB 021 –  Liberação para

envase e carregamento Observação visual

Quando for realizada  simulação

(7)

 RG LAB 022-Controle de  Análises físico-químicas de  farinhas Observação visual Quando for realizada  simulação Coordenação  RG LAB 023 Controle de

Qualidade-Carregamento Observação visual

Quando for realizada  simulação

Coordenação

 RG ADM 06-Registro de

Simulação Observação visual

Quando for realizada  simulação

Coordenação

 RG REC 09 Controle de

entrada de trigo Observação visual

Quando for realizada  simulação

Coordenação

 RG PRD 016-Controle de

 Produção-Diagrama Observação visual

Quando for realizada  simulação

Coordenação

 RG PRD 020 Controle diário de

transilagem Observação visual

Quando for realizada  simulação

Coordenação

 RG PRD 021 Controle

Quantitativo de Produção Observação visual

Quando for realizada  simulação

Coordenação

 RG PRD 022 Controle de tempo

e descanso Observação visual

Quando for realizada  simulação

Coordenação

10. REGISTROS

10.1. RG-EXP-018 - Registro de Sistema de Liberação de Envase; 10.2. RG EXP 022-Controle de Envase e Expedição de Farinha;

(8)

10.3. RG EXP 023-Controle de Envase e Expedição de Farinha 25 e 50 kg; 10.4. RG LAB 08-Relatório de não conformidade interna;

10.5. RG ADM -06- Registro de Simulação; 10.6. RG REC 09 Controle de entrada de trigo;

10.7. RG PRD 016-Controle de Produção-Diagrama; 10.8. RG PRD 020-Controle diário de transilagem; 10.9. RG PRD 021-Controle Quantitativo de Produção; 10.10. RG PRD 022-Controle de tempo e descanso;

10.11. RG LAB 021 –  Liberação para envase e carregamento;

10.12. RG LAB 022-Controle de Análises físico-químicas de farinhas 10.13. RG LAB 023 Controle de Qualidade-Carregamento

11. ANEXOS

ANEXO 1 –  L ista de contato de clientes

CLI ENTE RESPONSÁVEL CONTATO

 ABOLARIA/ARPAN Natalia  [email protected]   ADRIA Jaboticabal Jordana Ribeiro de Paula  [email protected]   ADRIA São Caetano Luciana dos Santos Almeida [email protected]   BRASPAN Domingos Domingues de Almeida [email protected] 

 BRF-PERDIGÃO/

SADIA Genilda dos Santos  [email protected] CEV ALIMENTOS Carlos [email protected]  CHARLOTTE Danielli/Camila [email protected]   DRABECK

GOLDEN VITAl Tailane Siqueira [email protected]  GROSSONI Nelson Luiz Grossoni  [email protected] ou

[email protected]  ICB WOOLY Ana Carolina [email protected]  ITAMARATY

 ROLÂNDIA [email protected]

VIGOR Seli Marin  [email protected] 

 LMP Luciana Gonzalez [email protected]  MABEL (PEPSICO) Lucinéia M. dos Santos  [email protected]

 MADEREIRA RIO CLARO

Marcos Maximovitz [email protected] 

 MARILAN Marco Aurélio  [email protected]  MINAS BRASIL Dahianne [email protected] 

 MONDELEZ [email protected]

(9)

[email protected] [email protected]  NESTLE

 NESTLE Diego LimaDiego Lima [email protected]@br.nestle.com  NINFA

 NINFA  NUTRISUL

 NUTRISUL PolianaPoliana  [email protected] [email protected]  PERDIGÃO

 PERDIGÃO Genilda dos SantosGenilda dos Santos  [email protected] [email protected]

 PRÉ MISTURA

 PRÉ MISTURA GilmarGilmar [email protected]@hotmail.com  ROMARIZ

 ROMARIZ Carmen FernandesCarmen Fernandes  Janaína Suzuki

 Janaína Suzuki  [email protected] [email protected]@[email protected] SANTA

SANTA AMALIA AMALIA LUCIANALUCIANA laborató[email protected]ó[email protected] SEARA LAGES

SEARA LAGES  Eliane Terezinha Araldi Eliane Terezinha Araldi  [email protected] [email protected] SEARA VARZEA

SEARA VARZEA GRANDE

GRANDE Caroline Caroline Ap. Ap. Gomes Gomes Pereira Pereira [email protected]@seara.com.br SELMI

SELMI LONDRINA LONDRINA RosemeireRosemeire  [email protected] [email protected] SELMI

SELMI SUMARÉ SUMARÉ Wesley Wesley SantosSantos [email protected]@selmi.com.br

STO Elizabete

STO Elizabete  [email protected] [email protected] TRIGOOD

TRIGOOD Mateus Mateus de de Almeida Almeida Júnior Júnior [email protected][email protected] WEZEN

Referências

Documentos relacionados

As relações hídricas das cultivares de amendoim foram significativamente influenciadas pela a deficiência hídrica, reduzindo o potencial hídrico foliar e o conteúdo relativo de

In this work, TiO2 nanoparticles were dispersed and stabilized in water using a novel type of dispersant based on tailor-made amphiphilic block copolymers of

These characteristics make secondary batteries a good choice in two major types of application, as an energy storage device (e.g. Uninterruptible Power Sources, Stationary

No âmbito da Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014) ambiciona-se uma escola renovada, capaz de direccionar a humanidade para um caminho

Francisco elevou o relógio da cidade e o da aldeia à categoria de administradores do tempo, tanto colectivo como individual, porque o conhecimento que foram ganhando da vida social

De sua gênese surgiram duas linguagens, uma conhecida como Luta Regional Baiana (atualmente, apenas Capoeira Regional) e a outra como Capoeira Angola. No nosso entendimento,

13 Além dos monômeros resinosos e dos fotoiniciadores, as partículas de carga também são fundamentais às propriedades mecânicas dos cimentos resinosos, pois

Para se buscar mais subsídios sobre esse tema, em termos de direito constitucional alemão, ver as lições trazidas na doutrina de Konrad Hesse (1998). Para ele, a garantia