RBn, 32 : 438-446, 1979
RELAToRIO DA TESOURARIA - PERiODO DE 1 978/ 1 979
*
Taka Oguso
BnJ9
OGUISSO, T. - Relat6rio da tesouraria - perlodo de 178/1979 . ev. Bs. Enf, ; DF, 32 : 438-446, 1979.
A Tesouraria constitui, geralmente, un reflexo do estado de una institui�ao. A Associa�ao Brasileira de Enfermagem em suas epocas heroic as nao podia ser avaliada em termos de real1za�oes ape nas pela verifica�ao de seus balan�os e balancetes. Isso porque os membros, que sucessivamente ocupavam os cargos de Diretoria, se revez.vam em suas cotas de s>.crificio, realizando muito mais que as recurROS permitilm. Essa tradi(ao de tra balho foi a heran�a deixada pelas que nos antecederam nos cargos que hoje ocupamos. Entretanto, a propria evolW,ao social e a cria�ao ou organiza�ao de se ores especuicos para regulamenta�ao e controle de atividades de institui�oes de finalidade cientifica ou cultural, tonam a situa�ao atual muito diferente daquela vivid a ha apenas cinco ou dez anos atras pela ABEn. A cad a dia surgem novas pos turs e exigencis legais que obrlgam a ABEn a e organizar como uma vera a deira empresa, Se quiser viver e sobrevi ver a todas essas determina�oes legais, f1scaliza�oes e dil1gencias.
Apesar de ainda se realizar muita coisa gra�as t boa vontade e sensa de responsabilidade pelo cargo assumido, observa-se pelo movimento da Tesoura ria e principalmente pelo or�amento-pro grama que toda atividade ten n pre�o e necessita de uma fonte de recursos. t nesse sentido que a Tesouraria consti tui un instrumento de medida do estado da entidade e de suas realiza(oes. 0 que importa nio e fazer a magic a de rea l1zar gran des obras sem recurso, mas ad minstrar ben 0 recurso existente, apli cando-o em program as prioritarios, as sim decididos pela ssembleia de DeJe gados, obtendo a maxima rentabilidade possive!. Nao pode ser esquecido tambem que essa administra�ao tambem exige re cursos para sua propria manuten�ao. . que se incluir os custos para conserva�io do predio, 0 material, 0 pesoal, taxas, impostos, utilidades publicas, reuniies de Diretoria, parcelas das despesas para representa(ao da ABEn em organiza<Oes internacionals, etc.
A "Csa da Enfermeira" que ten conta bancaria excluslva destinada a
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criar fundos para constru;ao estava em 1978 com Cr$ 90 . 199,76 (noventa mil, cen to e noventa e nove cruzeiros e setenta e seis centavos) . Recebeu nova inje;ao de recursos com 0 dep6sto de mais 2 % sobre a receita d e 1978, n o valor de Crt 41 . 711,68 (quarenta e um mil, sete centos e onze cruzeiros e sessanta e oito centavos) . Com os juros e correl;ao mo netaria esta atualmene com Crt . .. . 117 . 991,00 (cento e dezessete mil, nove centos e noventa e um cruzeiros) .
Entre s despess de maior vulto da ABEn continua sendo a aquisi;ao de pa pel e impressao da Revista Brasileira de Enfermagem, que custou Cr$ 505 . 308,20 (quinhentos e cinco mil, trezentos e oito cruzeiros e vinte centavos) .
Os Anais dos Congresos de Enfer magem continuam a ser subsidiados por verbas de doa;ao obtidas or intermedio da Coordenadora da Comissao de Divul ga;ao e publlca;Oes, Dr.a Lygia Paim, junto a Secretaria do Ensino Superior, antigo Departameno de Assuntos Uni versitarios, do Ministerio da Educa;ao e Cultura.
Outra despesa elevada no periodo foi a montagem do audit6rio da ABEn, 0 que foi feito com a receita obtida no XX Congresso Brileiro de Enfermagem. Essa montagem, cujo total atingiu a Crt 332 . 783,63 (trezentos e trinta e dois mil, setecents e oitenta e tres cruzeiros e sessenta e tres centavs) , cosistiu na aquisi;ao de mobill.rio, equipamentos e decora;ao do sal.o localizado no pavi mento terro da sede da BEn, em Bra silia.
Em prosseguimento ao estudo inicia do no ano passado sobre crescimento e evolu;ao das Se;oes foi elaborado 0 Qu dro Demostrativo constante do Anexo I.
Esse estudo abrange 0 periodo de cinco anos, de 1974 a 1978. A Se;ao J inclui as antigas Se;Oes Rio de Janeiro e Gua nabara, apesar
e
so em 1976 els tive rem sido fundidas. Os numeros de asso ciados desss Se;oes foram somados, in clusive 0 do Distrito de Volta Redonda.Em 1978, pela primeira vez na his toria da ABEn, foi atingido 0 total de 5 . 376 associados, 0 que corresponde a 43 % do total de 12 . 381 enfermeiros e obstetrlzes registrads no Conselho Fe deral de Enfermagem ate dezembro desse mesmo ano.
Entretanto, considerando que podem ser associados da ABEn enfermeiros, obs tetrizes, tecnicos de enfermagem e estu dantes do curso de gradua;ao matricula dos nos dOis ultimos periodos, 0 percen tual, na verda de fica em tono de 40% ou menos, pois os tecnicos de enferma gem sao incluidos como associados efe tivos, porque s relal;oes nominais em 1978 nao previam essa distin;ao. 0 total nesse ana foi de 5 . 000 efetivos e 376 as sociados especiais ou estudantes de en
fermagem.
A Se;ao que conta com maior nu mere de associados e Sao Paulo com 1.125
asscoiados quites e a menor e Espirito Santo com 25. A Se;ao que mais cresceu foi Mato Groso, que tinha 10 ( dez) as sociados em 1974 e est. com 56 em 1978.
Apresentaram tambem crescimento sig nificativo s Se;oes: Bahia, Alagoas, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraiba, Para, Minas Gerais e Piaui, o das com indice superior a 100% do nu mere de socios de 1974 em rela;ao ao ana
de 1978. Apenas duas Se;oes: Distrito
Federal e Espirito Santo tiveram menos s6cios em 1978 do que em 1974.
No conjunto, a ABEn cresceu 68,6% de 1974 a 1978.
A Se;0 Par. que permanecia na faixa de 60 a 80 asociados anuais ps sou a 194 ( 142,5 % ) em 1978, em cose qiencia de ter sido sede de Congresso, 0 que mais uma vez comprova que esse tipo de evento e altamente bene fico pa ra a S;ao.
Cotejando apens s dados de 1977 e 1978 verifica-se que quase todas as Se ;oes cresceram. Esse fen6meno nao ocor reu apens na Se;ao Parana, que teve menos associ ados em 1978 do que ana anterior. Duas Se;oes encontram-se
GISSO, T. - Relat6rio da tesouraria - periodo de 1978/1979 . v. Bs. Ef,; DF, 32 : 438-446, 1979.
tacionarias : Amazonas e spirito Santo, que tiveram exatamente 0 mesmo ime ro de socios nos dois anos considerados. Alis, a Setao Espirito Santo, desde que foi reativada em 1974, nao conseguiu se desenvolver, necessitando talvez de maior ajuda da ABEn Central, pOis ate mesmo a correspondencia tem retonado.
Algumas Setoes merecem destaque especial por terem crescido sem retro cesso algum nos ultimos cinco anos. Sao els : Ceara, Rio Grande do Norte, Parai ba, Alagoas, Mato Grosso e Santa Ca tarina.
o Anexo II apresenta 0 Quadro De monstrativo da evolutao da ABEn entre 1977 e 1978, relacionando dados quanto ao numero de socios efetivos e especiais. A data de 31 de maio
e
demarcatOria de alteratao do valor de "per capita", 0 (!ue implica tamMm na alteratao do valor global do "per capita" devido. Este e 0o produto da multiplicatao do nimero de socis com 0 valor "er capita" corres pondente. Teotcamente, a BEn deverla
er reeebido Cr$
540 . 358,00 (quinhentos e quarena mil e trezentse
cinqienta e oito cruzeiros como receita provida das Setoes a titulo de "er capita". 0 va lor constante no Demonstratio da Re ceita e Despesas de janeiro e dezembro de 1978 e de Cr$ 547 . 862,00 (quinhentse quarenta e sete mU, o\toeentos e
ses senta e dois cruzeiros) porque s Setes costumam pagar 0 ultimo trimestre e s vezes ate 0 penultimo trimestre amMm no anoselne. D.t a d1feren�a nos dOis
valores.o Anexo III apresenta a situatao re ferente ao nimero de asociados quites em 1979, durane 0 primeiro semstre, por Setao e Distrito, e respectiv� "per capita" recebido. Algums -SetOes e Dis tritos remeteram 0 numerario ms nao enviaram a rela�o nominal de socios quites, como ocorreu com a Setao Minas Gerais e os Distritos de Caxias do Sul e Santa Maria do o Grande do SuI. Ou tras Setoes remeteram valor superior ao devido de acordo com a relatao nominal
0
como ocorreu com s Setoes: Maranhao, Rio Grande do Norte, Paraiba, Alagoas e Mato Grosso.
Entretanto, esas situatoes sao pro vis6rias e serao regularizadas durante ) Congresso, atraves de contatos pessoais com as Tesoureiras ds Setoes como tem corrido anteriormente.
Como se ve, a maioria das StOes procurou remeter 0 "per capita" dentro do prazo estabelecido, beneficiando-se do valor sem a majoratao de 10%.
o Anexo V apresenta 0 Quadro De monstrativo de balantos e balancetes mensais recebidos e nao recebidos g Setoes e Distritos. Como medida de uni ficatao de contabilidade, pelo menos . nivel de Setao, esta foi orientada a fun dir 0 seu balancete com 0 do Distrito, ra zao que deve estar difitultando a remessa deses dcumentos, como se pode verifi car pelo Quadro. s Setoes Pernambuco, Mins Gerais, Goias, Espirito Santo e Santa Catarina nao remeteram os balan cetes mensais, 0 Demonstrativo da Re ceita e Despesas do ano de 1978 e nem 0 Balanto Patrimonial, Seria por demais
ocioso
repetir 0 que vem sendo expllca do ana a ano sobre a imortancia desses documentos para a Tesouraria compor 0 balan�o anu! da ABEn. Por isso, fica consignado apenas que a BEn como 'uma verdadeira empresa esta sujeita s dlsposltlvos legalsclads
no inicloe
as Tesoureiras, ssl como as Diretoris das Se�Oes e da BEn Central, erao que assumir a responsabilidade or esse es tado de cosas, corrncia essa j . regis trada recentemente.Quanto ao estudo sobre a participa �ao da ABEn em organizltoes intenacio nais, esta Tesouraria que se propos a rea liza-Io, com aprova�ao da Diretoria, vem comunlcar as conclusoes.
GSSO, T. - Relat6rio da tesourarta - periodo de 1G18/1979 . ev. Bas. Et,; DF, 32 : 438-446, 1979.
1) A grande maioria dos associados, m geral, so e, 72,4%, considera lmpor tante a filia�ao da BEn as entldades internaciona.� : Conselho Internacional de Enfermeiras (CIE) , Comlte Interna cional Cat61ico de Enfermeiras e Assis tenteJ Medko-Soclais (CICIAMS) e 'e deragao P!mamericana de Enfermeiras/ os (FEPAENj . Se considerados apenas os �sscciads Que ja ocuparam car;o de 11-retoria ia ABEn, esse percentual aumen t.a p1ra de,3'ir. .
2) 0 exercicio de cargo de dirctoria da ABEn favoreec a maior partlC,pa�ao do associado em congressos, t.nto em na clonais promovidos pela ABEn como em internacionais promovidos pe\ S entl!a des int'rnacionas referidas.
3) Os cargos de diretoria da BEn sao preenchidos principalmente por as sociados cuja principal fungao encontra se na area de ensino. Entretano, sao os profislonais oriundos da area hospita lar que constltuem a maior cllentela que freqienta s congressos de enfermagem.
4) Quanto a epca de forma�ao profissional, observa-se que enfermeiros form ados ate 1970 sao mais favoraveis a fUlagao mediante contribulgao adlcional ao CICIAMS, enquanto enfermeiros for mados ap6s 1971, sao favoraveis ao ClE.
5) Apesar de 35,7% dos congresss s que devolveram 0 questionarlo nao terem feito opgao para nimhuma orga niza�ao internacional (a maioria dos s sociados, lsto e, 55,8% do total de 1 . 127 articlpantes opinaram pela manuten�ao de fUlagao da ABEn a entidades intern a cionals. Apens 8,5% manlfestaram-se desfavoravelmente. A entidade mals vo tada pelos congresslstas foi 0
CE,
segui da pelo CICIAMS e em terceiro lugar aFEP AEn) . Do total de 629 congressists que optaram para uma ou mais entida des, 141 (22,4 % ) sao integrantes ou ex integrantes de dlretoria da ABEn, 0 que vale dizer, sao lideres na enfermagem, eleitos por se. pares, e portanto elemen tos representatlvos da classe e do pen samento dos associados, em gera!.
A lz dos preceitos estatutarios nao s6 da ABEn, mas principalmente das en tidades internacionais s quais est. fi liada; do principio de coerencia intens que deve ser resguardado quanto ao cres cimento da Associagao e obrigag6es cor
respondentes; e ainda, 0 principio da
unidade que deve ser mantido na ABEn para asegurar sua continuidade como organizagao f orte e livre, verifica-se que a experiencia felta nas decadas de 1950-60, solicitando-se ao ssociado para de clarar, por escrito, a que seor ou setores internacionais desejava pertencer, pa
gando uma cota suplementar, poderia constitulr, talvez solugao para 0 caso do
CICIAMS, ms nao para 0 CIE.
Ha que se reiterar que 0 membro da ABEn nao pode isoladamente pertencer ou pedlr flllagao a essas entidades inter nacionais. E a ABEn que ira Se fillar, ou nao. E ABEn sao todos os assciados qui tes com a Tesouraria.
A solu�ao correta e ideal, ois, serla declarar 0 numero exato de ssociados as entldades internaclonals e arcar com ° onus desa flllagao, ou enta�, ssumir o desllgamento. ssa hlp6tese, por sinal, j . fol tentada, sem exlo, dlversas vezes. Por fim, a pr6pria ABEn acabou desstin do de sollclta�6es de desllgamento.
o Onus da fllla�ao seria para 1978, calculado ao cambio do dia 26/04/79, pa ra 5 . 000 asciados efetlvos 0 seguinte :
Para 0 ICN 5 . 000 X SF $2,20 OU
5 . 000 X $30,60 = $153 . 000,00
Para 0 CICIAMS 5 . 000 X BF $13,25 OU 5 . 000 X $10,51 = 52 . 550,00
Para a Federagao US$600 OU
$23,79 X 600 = $14 . 274,00
TOTAL para s tr; Organiza�6es Internacionais = crt 219 . 824,00.
OGUISSO, T. - Relat6rio da tesouraria - periodo de 1978/1979. ev. Bras. Ef, ; DF, 32 : 438-446, 1979.
A aparente irrelevancia do objeo deste estudo adquire aqui un certo vulto, pois trata-se de decidir uma questao que tera repercussoes em, pelo mens, oitenta e sete paises, onde 0 CIE ten associa<oes nacionais filiados. A ABEn ja enfrentou crses muito mais dlficeis, nas memora veis fases heroicas, em que os membros de diretoria se revezavam ns cotas de dedica<ao e sacrificio para manter acesa a chama de unidade e de vida da ABEn. Tambem 0 CICIAMS, do qual e mem bro desde 1955, iSto e, ha vinte e quatro anos, dado 0 numero de profissionais de enfermagem de religiao catolica - e n caso que merece muita reflexao. A ABEn ten un grande debito de gratidao as re ligiosas que, em epocas pssadas, recen tes e atuais, ven contribuindo para 0 crescimento da Associa<ao. A historia da ABEn registra inun eros nomes de reli giosas, como Madre Marie Domineuc, Irma Matilde Nina, Irma Maria Gabriela Nogueira, Madre Maria Aurea da Cruz e a propria Irma Maria Thereza Notarni cola, nossa atual Secretaria Executiva. o Brasil j a foi sede de dois congress os internacionais do CICIAMS e ven parti cipando de outros, realizados em dife rentes paises, enviando representantes, como recentemente na Costa do Mafim, na Africa.
Quanto a P AEn, de institui<ao re cene e filia<ao da ABEn ha apenas nove anos, nao represena 0 maior encargo, p or enquanto, porque a taxa anual e n valor fix�. Sendo na entidade que con grega associatoes dos paises latino-ame ricanos, a representatao do Brsil, pela sua dimensao territorial e populacional, inclsive quano ao nmerp de profissio nais formados e em exercicio, constitui certamente 0 maior nucleo associativo da
enfermagem. Insistentemente ten sido solicitado que a ABEn assuma a diretao e realize un congreso da FEP AEn.
A falta de maior divulga<ao sobre a materia entre as assciados de n modo geral, a talvez maior correspondencia com essas entidades, alem de maior par ticipatao da ABEn em reunioes promo vidas por essas entidades, ten gerado desconhecimento das responsabilidades da ABEn como membro dessas organiza <oes.
Porem, tudo isso constitui n pesado encargo financeiro que os "per capita" enviados pels Setoes nao ten consegui do cobrir. Por outro lado, anuidades ele vadas dificultam 0 recrutamento de as sociados, principalmente depois da cria <ao e implantatao dos Conselhos de En fermagem, on de a inscritao e 0 paga mento de anuidade sao compulsorios.
Embora 0 Conselho de Enfermagem
constitua un sinal visivel da evolutao da enfermagem no Pais, ssim como a cria <ao dos Sindicatos de Enfermeiros, am bos frutos do empenho e esforto da pro
pria ABEn, e possivel que Q nivel de cons
clentizatao proflssional e asociativo dos enfermeiros, obstetrizes e ecnicos de en fermagem ainda nao tenha atingido su
ficiente maturidde para compreender a
necessidade das rs institultoes, cada
uma, com seus objltivs distintos e en
definids.
GISSO, T. - Relat6rio da tesouraria - periodo de 1S78/1979. ev. Bs. Enf,; DF, 32 : 438-446, 1979.
ANXO I
QUDRO DEMONSRATIVO DE OCIOS QUIS DA ABn, POR
S}AO, DE 1974-1978, EM N'MEROS BSOLUTOS E ORCENTAGM
Percentual e e"o 1974
-
1975-
1976-
1977-
1978-
crescmenoA. 8 2,8 ' 95 2, 4 89 2,0 10 2, 2 100 1, 9 13, 6
PA 0 2, 5 0 1, 5 74 1, 6 80 1,8 194 3, 6 142. 5
CE 113 3, 5 123 3, 2 183 4, 1 03 4, 5 205 3,8 811 4 IA
8
1, 8 99 2,6 110 2, 4 86 1, 9 111 2, 0 F, SPI 32 1,0 33 0,9 52 1, 2 1 0, 9 70 1 , 3 l18,8
{ 30 0, 9 31 0, 8 2 0, 9 0 1, 3 79 1, 5 "63, 3
E 86 2, 7 163 5, 1 295 6, 6 108 2, 4 161 3,0 87, 2
I 81 2, 6 82 2,1 127 2, 8 193 4, 3 198 3, 7 144, 4
JL 17 0, 5 21 0, 5 31 0, 6 38 0, 8 55 1 , 0 22), 6
E 19 0, 6 18 0, 4 40 0, 8 1 0, 7 43 0,8 126, 3
l 118 3, 7 244 6, 4 258 5, 7 237 5, 3 447 8, 3 278, 8
' 10 0,3 23 0, 6 32 0, 7 32 0, 7 56 1, 0 40, 0
'G 164 5, 1 186 4, 8 30 7, 3 316 7, 3 366 6, 8 123 , 2
GO
103 3, 2 192 5,0 165 3, 7 145 3, 2 155 2, 8 0,4DF 407 12, 8 366 9, 5 299 6, 7 339 7, 5 381 7, 1 - 6, 4 J 765 23, 9 861 22, 5 1033 22, 9 913 0, 4 1036 19, 3 35, 4 P 666 0, 9 826 21, 6 02 17,9 1018 22, 7 1125 21, 0 8, 8 l 162 5, 1 147 2, 8 131 2, 9 240 5, 4 230 4, 3 42,0
sc 54 1, 7 76 1, 9 106 2,4 III 2, 5 151 2, 8 179, 6
iS 109 3, 4 149 2, 8 275 6, 1 173 3, 9 188 3, 5 72, 5
ES 7 0, 9 7 0, 7 27 0, 6 25 0, 6 25 0, 5 - 7, 4
TOTL 3189 100, 0 3822 10,0 401 10, 0 4489 100, 0 5376 100,0 8, 5
Percentual de crscimento de 1974 a 1978.
GSO, T. - Relat6rio da tesouraria - periodo de 15'78/1979. ev. Bas. Enf, ; OF, 32 : 438-446, 1979.
ANEXO II
QUADRO DEMONSTRATIVO DE SOCIOS QUITES DA ABEn EM 1977 E 1978,
POR SE:AO, E "PER CAPITA" DEVIOO M 1978
1917 197
ate 31/5 apos 31/5 Pr apia"
Ep. Toal 10 Etat. 110 Esp. 10 Erat. $110 E.p. 166 Tol devido - $
M 10 100 40 53 7 10 10.92
PA 0 0 96 7 73 18 194 19.28
l 03 203 56 149 05 21.0
A 86 86 23 8 111 11.90
PI 1 41 4 17 17 2 70 6. 422
I' 0 0 79 79 8.0
E 8 108 2 119 11 17.0
B 193 193 130 32 7 9 198 18.84
.
8
8
14 9 12 55 5.382B 31 31 0 23 43 4-50
A 231 6 237 107 1 6 253 1 47 «.176
' 32 32 19 0 17 56 5.221
m 316 316 32 44 366 37.00
GO 145 145 7 .. - 128 155 16.70
DP 339 339 369 12 381 38.20
1 913 913 767 1 253 15 1036 105.0
P 1018 1018 43 OO 82 1125 113.n2
l 192
8
20 121 41 57 5 .' 230 1.50C 96 15 111 133 18 151 15.818
S 173 173 53 - . 135 188 0.10
S 25 25 9 16 25 2. 60
ol 0 69 4489 2892 120 2108 256 5376 545.065
Fonte - Tesouraria da BEn.
OGUISSO, T. - Relat6rio da tsouraria - periodo de I'78/1979. ev. Bs. nl, ; DF,
32 : 438-446, 1979.
AEXO III
QUADRO DEMONSTRATIVO DE 6CIOS EM 1979, ATE 1 1-8, FOR S;AO
E DISTRITO E RSPECTIVO "PER CAPITA"RECEBIDO
Se
DisS O C I O S Q U I T B S
TL Per apia ebito redio �o ri ate 31. 5 apos 31 . 5 reoebio ell Mm t to Efet. Esp. Bfet. Esp. m t
ll 43 33 3 79 5 . 50 5.016
F. 129 21 10 20.064 352
. 138 270 125 533 65. 8)0 ).095
. 0 i5 65 9. 45 1.00
'1 18 3 34 54 109 12. 675 152
I 48 20 3 71 9 .734 267
FE 53 112 165 21.905 1.01
l 126 24 43 87 20 31. 966 1 . 336
. 25 22 23 14 84 9 . 806 99
B 25 11 27 1 64 5.405 2.795
. 39 1 10 32 252 33. 264 04
a 10 20 1 31 4. 340 895
�G 135 114 3 252 34. 105 4
£ 1 . F. 93 7 10 13.091
GO 43 54 11 108 14. 401
DF 3)8 338 43.940
iS
J R.1. 515 4 90 5 614 61 . 310 13. 365
T Iit. 61 14 49 8 138 17. 309 40
J V.R. 19 6 7 3. 614
S'
S
.P� 631 35 56 2 124 93. 386F Callp 96 6 102 13.020
SF Sant 13 13 1.859
F R.P.
8
8
1. 540P rr. 49 13 2 8 . 294
. r. 16 5 23 15 119 1 5 . 104
PR Lnd. 37 37 5 . 291
SC
111 34 9 2 162 18. 270 1 . 485RS P... 12 72 9.30
RS Cx. 14 14 1 . 00 80
IS
S.l.
21 21 2. 230 00Total 2810 159 1415 00 48« 02. 248 25.755 1.975
Fonte : ABEn.
OGSSO. T. - Relat6rio da tesouraria - eriodo de 178/1979 . ev. Bs. Enf, ; DF.
32 : 38-46, 1979.
5 e
NEXO IV
QUADRO DMONSTRATIVO DE BAN�OS E BLANCES MENSIS RECBlDOS (S) E NAO RECEBOS (N) DAS S)OES E DISRlOS
DE JULHO DE 1978 A JUNHO DE 1979
1 9 7 8 1 9 7 9
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AM P A C E MA P I RN P E P B A L 5 E S A MT M G M G G O G O O F E 5 RJ RJ RJ S P S P S P S P S P P R P R S C R S R S R S
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5 N N N S 5 N N
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5 N
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5 5 5 N N N
N N N N N N S 5 5 5 5 5
N N N N N N
5 S 5 5 5 5
5 5 S 5 5 5
5 5 5 5 5 S
5 S 5 5 S 5 N N N N , N N N N N N N N N N N N N N 5 5 S 5 N N N N N N N N S 5 5 S S 5
5 5 S N N N N N N N N N
S 5 S .. 5 5 N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N 5 5 ,5 5 S S N N N N N N N N N N N N 5 5 5 5 5 S
N N N N N N N N 5 S S S
A - Demonstrativo da Receita e Despesas de janeiro a dezembro de 1978.
B - Balanco Patrimonial de janeiro a dezembro de 1978.