• Nenhum resultado encontrado

Rev. Bras. Enferm. vol.32 número4

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. Bras. Enferm. vol.32 número4"

Copied!
9
0
0

Texto

(1)

RBn, 32 : 438-446, 1979

RELAToRIO DA TESOURARIA - PERiODO DE 1 978/ 1 979

*

Taka Oguso

BnJ9

OGUISSO, T. - Relat6rio da tesouraria - perlodo de 178/1979 . ev. Bs. Enf, ; DF, 32 : 438-446, 1979.

A Tesouraria constitui, geralmente, un reflexo do estado de una institui�ao. A Associa�ao Brasileira de Enfermagem em suas epocas heroic as nao podia ser avaliada em termos de real1za�oes ape­ nas pela verifica�ao de seus balan�os e balancetes. Isso porque os membros, que sucessivamente ocupavam os cargos de Diretoria, se revez.vam em suas cotas de s>.crificio, realizando muito mais que as recurROS permitilm. Essa tradi(ao de tra­ balho foi a heran�a deixada pelas que nos antecederam nos cargos que hoje ocupamos. Entretanto, a propria evolW,ao social e a cria�ao ou organiza�ao de se­ ores especuicos para regulamenta�ao e controle de atividades de institui�oes de finalidade cientifica ou cultural, tonam a situa�ao atual muito diferente daquela vivid a ha apenas cinco ou dez anos atras pela ABEn. A cad a dia surgem novas pos­ turs e exigencis legais que obrlgam a ABEn a e organizar como uma vera a­ deira empresa, Se quiser viver e sobrevi­ ver a todas essas determina�oes legais, f1scaliza�oes e dil1gencias.

Apesar de ainda se realizar muita coisa gra�as t boa vontade e sensa de responsabilidade pelo cargo assumido, observa-se pelo movimento da Tesoura­ ria e principalmente pelo or�amento-pro­ grama que toda atividade ten n pre�o e necessita de uma fonte de recursos. t nesse sentido que a Tesouraria consti­ tui un instrumento de medida do estado da entidade e de suas realiza(oes. 0 que importa nio e fazer a magic a de rea­ l1zar gran des obras sem recurso, mas ad­ minstrar ben 0 recurso existente, apli­ cando-o em program as prioritarios, as­ sim decididos pela ssembleia de DeJe­ gados, obtendo a maxima rentabilidade possive!. Nao pode ser esquecido tambem que essa administra�ao tambem exige re­ cursos para sua propria manuten�ao. . que se incluir os custos para conserva�io do predio, 0 material, 0 pesoal, taxas, impostos, utilidades publicas, reuniies de Diretoria, parcelas das despesas para representa(ao da ABEn em organiza<Oes internacionals, etc.

A "Csa da Enfermeira" que ten conta bancaria excluslva destinada a

(2)

OGUISSO, T. - Relat6rio da tesouraria - perfodo de 1978/1979 . ev. Bas. Enf, ; DF. 32 : 438-446, 1979.

criar fundos para constru;ao estava em 1978 com Cr$ 90 . 199,76 (noventa mil, cen­ to e noventa e nove cruzeiros e setenta e seis centavos) . Recebeu nova inje;ao de recursos com 0 dep6sto de mais 2 % sobre a receita d e 1978, n o valor de Crt 41 . 711,68 (quarenta e um mil, sete­ centos e onze cruzeiros e sessanta e oito centavos) . Com os juros e correl;ao mo­ netaria esta atualmene com Crt . .. . 117 . 991,00 (cento e dezessete mil, nove­ centos e noventa e um cruzeiros) .

Entre s despess de maior vulto da ABEn continua sendo a aquisi;ao de pa­ pel e impressao da Revista Brasileira de Enfermagem, que custou Cr$ 505 . 308,20 (quinhentos e cinco mil, trezentos e oito cruzeiros e vinte centavos) .

Os Anais dos Congresos de Enfer­ magem continuam a ser subsidiados por verbas de doa;ao obtidas or intermedio da Coordenadora da Comissao de Divul­ ga;ao e publlca;Oes, Dr.a Lygia Paim, junto a Secretaria do Ensino Superior, antigo Departameno de Assuntos Uni­ versitarios, do Ministerio da Educa;ao e Cultura.

Outra despesa elevada no periodo foi a montagem do audit6rio da ABEn, 0 que foi feito com a receita obtida no XX Congresso Brileiro de Enfermagem. Essa montagem, cujo total atingiu a Crt 332 . 783,63 (trezentos e trinta e dois mil, setecents e oitenta e tres cruzeiros e sessenta e tres centavs) , cosistiu na aquisi;ao de mobill.rio, equipamentos e decora;ao do sal.o localizado no pavi­ mento terro da sede da BEn, em Bra­ silia.

Em prosseguimento ao estudo inicia­ do no ano passado sobre crescimento e evolu;ao das Se;oes foi elaborado 0 Qu­ dro Demostrativo constante do Anexo I.

Esse estudo abrange 0 periodo de cinco anos, de 1974 a 1978. A Se;ao J inclui as antigas Se;Oes Rio de Janeiro e Gua­ nabara, apesar

e

so em 1976 els tive­ rem sido fundidas. Os numeros de asso­ ciados desss Se;oes foram somados, in­ clusive 0 do Distrito de Volta Redonda.

Em 1978, pela primeira vez na his­ toria da ABEn, foi atingido 0 total de 5 . 376 associados, 0 que corresponde a 43 % do total de 12 . 381 enfermeiros e obstetrlzes registrads no Conselho Fe­ deral de Enfermagem ate dezembro desse mesmo ano.

Entretanto, considerando que podem ser associados da ABEn enfermeiros, obs­ tetrizes, tecnicos de enfermagem e estu­ dantes do curso de gradua;ao matricula­ dos nos dOis ultimos periodos, 0 percen­ tual, na verda de fica em tono de 40% ou menos, pois os tecnicos de enferma­ gem sao incluidos como associados efe­ tivos, porque s relal;oes nominais em 1978 nao previam essa distin;ao. 0 total nesse ana foi de 5 . 000 efetivos e 376 as­ sociados especiais ou estudantes de en­

fermagem.

A Se;ao que conta com maior nu­ mere de associados e Sao Paulo com 1.125

asscoiados quites e a menor e Espirito Santo com 25. A Se;ao que mais cresceu foi Mato Groso, que tinha 10 ( dez) as­ sociados em 1974 e est. com 56 em 1978.

Apresentaram tambem crescimento sig­ nificativo s Se;oes: Bahia, Alagoas, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraiba, Para, Minas Gerais e Piaui, o­ das com indice superior a 100% do nu­ mere de socios de 1974 em rela;ao ao ana

de 1978. Apenas duas Se;oes: Distrito

Federal e Espirito Santo tiveram menos s6cios em 1978 do que em 1974.

No conjunto, a ABEn cresceu 68,6% de 1974 a 1978.

A Se;0 Par. que permanecia na faixa de 60 a 80 asociados anuais ps­ sou a 194 ( 142,5 % ) em 1978, em cose­ qiencia de ter sido sede de Congresso, 0 que mais uma vez comprova que esse tipo de evento e altamente bene fico pa­ ra a S;ao.

Cotejando apens s dados de 1977 e 1978 verifica-se que quase todas as Se­ ;oes cresceram. Esse fen6meno nao ocor­ reu apens na Se;ao Parana, que teve menos associ ados em 1978 do que ana anterior. Duas Se;oes encontram-se

(3)

GISSO, T. - Relat6rio da tesouraria - periodo de 1978/1979 . v. Bs. Ef,; DF, 32 : 438-446, 1979.

tacionarias : Amazonas e spirito Santo, que tiveram exatamente 0 mesmo ime­ ro de socios nos dois anos considerados. Alis, a Setao Espirito Santo, desde que foi reativada em 1974, nao conseguiu se desenvolver, necessitando talvez de maior ajuda da ABEn Central, pOis ate mesmo a correspondencia tem retonado.

Algumas Setoes merecem destaque especial por terem crescido sem retro­ cesso algum nos ultimos cinco anos. Sao els : Ceara, Rio Grande do Norte, Parai­ ba, Alagoas, Mato Grosso e Santa Ca­ tarina.

o Anexo II apresenta 0 Quadro De­ monstrativo da evolutao da ABEn entre 1977 e 1978, relacionando dados quanto ao numero de socios efetivos e especiais. A data de 31 de maio

e

demarcatOria de alteratao do valor de "per capita", 0 (!ue implica tamMm na alteratao do valor global do "per capita" devido. Este e 0

o produto da multiplicatao do nimero de socis com 0 valor "er capita" corres­ pondente. Teotcamente, a BEn deverla

er reeebido Cr$

540 . 358,00 (quinhentos e quarena mil e trezents

e

cinqienta e oito cruzeiros como receita provida das Setoes a titulo de "er capita". 0 va­ lor constante no Demonstratio da Re­ ceita e Despesas de janeiro e dezembro de 1978 e de Cr$ 547 . 862,00 (quinhents

e quarenta e sete mU, o\toeentos e

ses­ senta e dois cruzeiros) porque s Setes costumam pagar 0 ultimo trimestre e s vezes ate 0 penultimo trimestre amMm no ano

selne. D.t a d1feren�a nos dOis

valores.

o Anexo III apresenta a situatao re­ ferente ao nimero de asociados quites em 1979, durane 0 primeiro semstre, por Setao e Distrito, e respectiv� "per capita" recebido. Algums -SetOes e Dis­ tritos remeteram 0 numerario ms nao enviaram a rela�o nominal de socios quites, como ocorreu com a Setao Minas Gerais e os Distritos de Caxias do Sul e Santa Maria do o Grande do SuI. Ou­ tras Setoes remeteram valor superior ao devido de acordo com a relatao nominal

0

como ocorreu com s Setoes: Maranhao, Rio Grande do Norte, Paraiba, Alagoas e Mato Grosso.

Entretanto, esas situatoes sao pro­ vis6rias e serao regularizadas durante ) Congresso, atraves de contatos pessoais com as Tesoureiras ds Setoes como tem corrido anteriormente.

Como se ve, a maioria das StOes procurou remeter 0 "per capita" dentro do prazo estabelecido, beneficiando-se do valor sem a majoratao de 10%.

o Anexo V apresenta 0 Quadro De­ monstrativo de balantos e balancetes mensais recebidos e nao recebidos g Setoes e Distritos. Como medida de uni­ ficatao de contabilidade, pelo menos . nivel de Setao, esta foi orientada a fun­ dir 0 seu balancete com 0 do Distrito, ra­ zao que deve estar difitultando a remessa deses dcumentos, como se pode verifi­ car pelo Quadro. s Setoes Pernambuco, Mins Gerais, Goias, Espirito Santo e Santa Catarina nao remeteram os balan­ cetes mensais, 0 Demonstrativo da Re­ ceita e Despesas do ano de 1978 e nem 0 Balanto Patrimonial, Seria por demais

ocioso

repetir 0 que vem sendo expllca­ do ana a ano sobre a imortancia desses documentos para a Tesouraria compor 0 balan�o anu! da ABEn. Por isso, fica consignado apenas que a BEn como 'uma verdadeira empresa esta sujeita s dlsposltlvos legals

clads

no iniclo

e

as Tesoureiras, ssl como as Diretoris das Se�Oes e da BEn Central, erao que assumir a responsabilidade or esse es­ tado de cosas, corrncia essa j . regis­ trada recentemente.

Quanto ao estudo sobre a participa­ �ao da ABEn em organizltoes intenacio­ nais, esta Tesouraria que se propos a rea­ liza-Io, com aprova�ao da Diretoria, vem comunlcar as conclusoes.

(4)

GSSO, T. - Relat6rio da tesourarta - periodo de 1G18/1979 . ev. Bas. Et,; DF, 32 : 438-446, 1979.

1) A grande maioria dos associados, m geral, so e, 72,4%, considera lmpor­ tante a filia�ao da BEn as entldades internaciona.� : Conselho Internacional de Enfermeiras (CIE) , Comlte Interna­ cional Cat61ico de Enfermeiras e Assis­ tenteJ Medko-Soclais (CICIAMS) e 'e­ deragao P!mamericana de Enfermeiras/ os (FEPAENj . Se considerados apenas os �sscciads Que ja ocuparam car;o de 11-retoria ia ABEn, esse percentual aumen­ t.a p1ra de,3'ir. .

2) 0 exercicio de cargo de dirctoria da ABEn favoreec a maior partlC,pa�ao do associado em congressos, t.nto em na­ clonais promovidos pela ABEn como em internacionais promovidos pe\ S entl!a­ des int'rnacionas referidas.

3) Os cargos de diretoria da BEn sao preenchidos principalmente por as­ sociados cuja principal fungao encontra­ se na area de ensino. Entretano, sao os profislonais oriundos da area hospita­ lar que constltuem a maior cllentela que freqienta s congressos de enfermagem.

4) Quanto a epca de forma�ao profissional, observa-se que enfermeiros form ados ate 1970 sao mais favoraveis a fUlagao mediante contribulgao adlcional ao CICIAMS, enquanto enfermeiros for­ mados ap6s 1971, sao favoraveis ao ClE.

5) Apesar de 35,7% dos congresss­ s que devolveram 0 questionarlo nao terem feito opgao para nimhuma orga­ niza�ao internacional (a maioria dos s­ sociados, lsto e, 55,8% do total de 1 . 127 articlpantes opinaram pela manuten�ao de fUlagao da ABEn a entidades intern a­ cionals. Apens 8,5% manlfestaram-se desfavoravelmente. A entidade mals vo­ tada pelos congresslstas foi 0

CE,

segui­ da pelo CICIAMS e em terceiro lugar a

FEP AEn) . Do total de 629 congressists que optaram para uma ou mais entida­ des, 141 (22,4 % ) sao integrantes ou ex­ integrantes de dlretoria da ABEn, 0 que vale dizer, sao lideres na enfermagem, eleitos por se. pares, e portanto elemen­ tos representatlvos da classe e do pen­ samento dos associados, em gera!.

A lz dos preceitos estatutarios nao s6 da ABEn, mas principalmente das en­ tidades internacionais s quais est. fi­ liada; do principio de coerencia intens que deve ser resguardado quanto ao cres­ cimento da Associagao e obrigag6es cor­

respondentes; e ainda, 0 principio da

unidade que deve ser mantido na ABEn para asegurar sua continuidade como organizagao f orte e livre, verifica-se que a experiencia felta nas decadas de 1950-60, solicitando-se ao ssociado para de­ clarar, por escrito, a que seor ou setores internacionais desejava pertencer, pa­

gando uma cota suplementar, poderia constitulr, talvez solugao para 0 caso do

CICIAMS, ms nao para 0 CIE.

Ha que se reiterar que 0 membro da ABEn nao pode isoladamente pertencer ou pedlr flllagao a essas entidades inter­ nacionais. E a ABEn que ira Se fillar, ou nao. E ABEn sao todos os assciados qui­ tes com a Tesouraria.

A solu�ao correta e ideal, ois, serla declarar 0 numero exato de ssociados as entldades internaclonals e arcar com ° onus desa flllagao, ou enta�, ssumir o desllgamento. ssa hlp6tese, por sinal, j . fol tentada, sem exlo, dlversas vezes. Por fim, a pr6pria ABEn acabou desstin­ do de sollclta�6es de desllgamento.

o Onus da fllla�ao seria para 1978, calculado ao cambio do dia 26/04/79, pa­ ra 5 . 000 asciados efetlvos 0 seguinte :

Para 0 ICN 5 . 000 X SF $2,20 OU

5 . 000 X $30,60 = $153 . 000,00

Para 0 CICIAMS 5 . 000 X BF $13,25 OU 5 . 000 X $10,51 = 52 . 550,00

Para a Federagao US$600 OU

$23,79 X 600 = $14 . 274,00

TOTAL para s tr; Organiza�6es Internacionais = crt 219 . 824,00.

(5)

OGUISSO, T. - Relat6rio da tesouraria - periodo de 1978/1979. ev. Bras. Ef, ; DF, 32 : 438-446, 1979.

A aparente irrelevancia do objeo deste estudo adquire aqui un certo vulto, pois trata-se de decidir uma questao que tera repercussoes em, pelo mens, oitenta e sete paises, onde 0 CIE ten associa<oes nacionais filiados. A ABEn ja enfrentou crses muito mais dlficeis, nas memora­ veis fases heroicas, em que os membros de diretoria se revezavam ns cotas de dedica<ao e sacrificio para manter acesa a chama de unidade e de vida da ABEn. Tambem 0 CICIAMS, do qual e mem­ bro desde 1955, iSto e, ha vinte e quatro anos, dado 0 numero de profissionais de enfermagem de religiao catolica - e n caso que merece muita reflexao. A ABEn ten un grande debito de gratidao as re­ ligiosas que, em epocas pssadas, recen­ tes e atuais, ven contribuindo para 0 crescimento da Associa<ao. A historia da ABEn registra inun eros nomes de reli­ giosas, como Madre Marie Domineuc, Irma Matilde Nina, Irma Maria Gabriela Nogueira, Madre Maria Aurea da Cruz e a propria Irma Maria Thereza Notarni­ cola, nossa atual Secretaria Executiva. o Brasil j a foi sede de dois congress os internacionais do CICIAMS e ven parti­ cipando de outros, realizados em dife­ rentes paises, enviando representantes, como recentemente na Costa do Mafim, na Africa.

Quanto a P AEn, de institui<ao re­ cene e filia<ao da ABEn ha apenas nove anos, nao represena 0 maior encargo, p or enquanto, porque a taxa anual e n valor fix�. Sendo na entidade que con­ grega associatoes dos paises latino-ame­ ricanos, a representatao do Brsil, pela sua dimensao territorial e populacional, inclsive quano ao nmerp de profissio­ nais formados e em exercicio, constitui certamente 0 maior nucleo associativo da

enfermagem. Insistentemente ten sido solicitado que a ABEn assuma a diretao e realize un congreso da FEP AEn.

A falta de maior divulga<ao sobre a materia entre as assciados de n modo geral, a talvez maior correspondencia com essas entidades, alem de maior par­ ticipatao da ABEn em reunioes promo­ vidas por essas entidades, ten gerado desconhecimento das responsabilidades da ABEn como membro dessas organiza­ <oes.

Porem, tudo isso constitui n pesado encargo financeiro que os "per capita" enviados pels Setoes nao ten consegui­ do cobrir. Por outro lado, anuidades ele­ vadas dificultam 0 recrutamento de as­ sociados, principalmente depois da cria­ <ao e implantatao dos Conselhos de En­ fermagem, on de a inscritao e 0 paga­ mento de anuidade sao compulsorios.

Embora 0 Conselho de Enfermagem

constitua un sinal visivel da evolutao da enfermagem no Pais, ssim como a cria­ <ao dos Sindicatos de Enfermeiros, am­ bos frutos do empenho e esforto da pro­

pria ABEn, e possivel que Q nivel de cons­

clentizatao proflssional e asociativo dos enfermeiros, obstetrizes e ecnicos de en­ fermagem ainda nao tenha atingido su­

ficiente maturidde para compreender a

necessidade das rs institultoes, cada

uma, com seus objltivs distintos e en

definids.

(6)

GISSO, T. - Relat6rio da tesouraria - periodo de 1S78/1979. ev. Bs. Enf,; DF, 32 : 438-446, 1979.

ANXO I

QUDRO DEMONSRATIVO DE OCIOS QUIS DA ABn, POR

S}AO, DE 1974-1978, EM N'MEROS BSOLUTOS E ORCENTAGM

Percentual e e"o 1974

-

1975

-

1976

-

1977

-

1978

-

crescmeno

A. 8 2,8 ' 95 2, 4 89 2,0 10 2, 2 100 1, 9 13, 6

PA 0 2, 5 0 1, 5 74 1, 6 80 1,8 194 3, 6 142. 5

CE 113 3, 5 123 3, 2 183 4, 1 03 4, 5 205 3,8 811 4 IA

8

1, 8 99 2,6 110 2, 4 86 1, 9 111 2, 0 F, S

PI 32 1,0 33 0,9 52 1, 2 1 0, 9 70 1 , 3 l18,8

{ 30 0, 9 31 0, 8 2 0, 9 0 1, 3 79 1, 5 "63, 3

E 86 2, 7 163 5, 1 295 6, 6 108 2, 4 161 3,0 87, 2

I 81 2, 6 82 2,1 127 2, 8 193 4, 3 198 3, 7 144, 4

JL 17 0, 5 21 0, 5 31 0, 6 38 0, 8 55 1 , 0 22), 6

E 19 0, 6 18 0, 4 40 0, 8 1 0, 7 43 0,8 126, 3

l 118 3, 7 244 6, 4 258 5, 7 237 5, 3 447 8, 3 278, 8

' 10 0,3 23 0, 6 32 0, 7 32 0, 7 56 1, 0 40, 0

'G 164 5, 1 186 4, 8 30 7, 3 316 7, 3 366 6, 8 123 , 2

GO

103 3, 2 192 5,0 165 3, 7 145 3, 2 155 2, 8 0,4

DF 407 12, 8 366 9, 5 299 6, 7 339 7, 5 381 7, 1 - 6, 4 J 765 23, 9 861 22, 5 1033 22, 9 913 0, 4 1036 19, 3 35, 4 P 666 0, 9 826 21, 6 02 17,9 1018 22, 7 1125 21, 0 8, 8 l 162 5, 1 147 2, 8 131 2, 9 240 5, 4 230 4, 3 42,0

sc 54 1, 7 76 1, 9 106 2,4 III 2, 5 151 2, 8 179, 6

iS 109 3, 4 149 2, 8 275 6, 1 173 3, 9 188 3, 5 72, 5

ES 7 0, 9 7 0, 7 27 0, 6 25 0, 6 25 0, 5 - 7, 4

TOTL 3189 100, 0 3822 10,0 401 10, 0 4489 100, 0 5376 100,0 8, 5

Percentual de crscimento de 1974 a 1978.

(7)

GSO, T. - Relat6rio da tesouraria - periodo de 15'78/1979. ev. Bas. Enf, ; OF, 32 : 438-446, 1979.

ANEXO II

QUADRO DEMONSTRATIVO DE SOCIOS QUITES DA ABEn EM 1977 E 1978,

POR SE:AO, E "PER CAPITA" DEVIOO M 1978

1917 197

ate 31/5 apos 31/5 Pr apia"

Ep. Toal 10 Etat. 110 Esp. 10 Erat. $110 E.p. 166 Tol devido - $

M 10 100 40 53 7 10 10.92

PA 0 0 96 7 73 18 194 19.28

l 03 203 56 149 05 21.0

A 86 86 23 8 111 11.90

PI 1 41 4 17 17 2 70 6. 422

I' 0 0 79 79 8.0

E 8 108 2 119 11 17.0

B 193 193 130 32 7 9 198 18.84

.

8

8

14 9 12 55 5.382

B 31 31 0 23 43 4-50

A 231 6 237 107 1 6 253 1 47 «.176

' 32 32 19 0 17 56 5.221

m 316 316 32 44 366 37.00

GO 145 145 7 .. - 128 155 16.70

DP 339 339 369 12 381 38.20

1 913 913 767 1 253 15 1036 105.0

P 1018 1018 43 OO 82 1125 113.n2

l 192

8

20 121 41 57 5 .' 230 1.50

C 96 15 111 133 18 151 15.818

S 173 173 53 - . 135 188 0.10

S 25 25 9 16 25 2. 60

ol 0 69 4489 2892 120 2108 256 5376 545.065

Fonte - Tesouraria da BEn.

(8)

OGUISSO, T. - Relat6rio da tsouraria - periodo de I'78/1979. ev. Bs. nl, ; DF,

32 : 438-446, 1979.

AEXO III

QUADRO DEMONSTRATIVO DE 6CIOS EM 1979, ATE 1 1-8, FOR S;AO

E DISTRITO E RSPECTIVO "PER CAPITA"RECEBIDO

Se

Dis

S O C I O S Q U I T B S

TL Per apia ebito redio �o ri ate 31. 5 apos 31 . 5 reoebio ell M

m t to Efet. Esp. Bfet. Esp. m t

ll 43 33 3 79 5 . 50 5.016

F. 129 21 10 20.064 352

. 138 270 125 533 65. 8)0 ).095

. 0 i5 65 9. 45 1.00

'1 18 3 34 54 109 12. 675 152

I 48 20 3 71 9 .734 267

FE 53 112 165 21.905 1.01

l 126 24 43 87 20 31. 966 1 . 336

. 25 22 23 14 84 9 . 806 99

B 25 11 27 1 64 5.405 2.795

. 39 1 10 32 252 33. 264 04

a 10 20 1 31 4. 340 895

�G 135 114 3 252 34. 105 4

£ 1 . F. 93 7 10 13.091

GO 43 54 11 108 14. 401

DF 3)8 338 43.940

iS

J R.1. 515 4 90 5 614 61 . 310 13. 365

T Iit. 61 14 49 8 138 17. 309 40

J V.R. 19 6 7 3. 614

S'

S

.P� 631 35 56 2 124 93. 386

F Callp 96 6 102 13.020

SF Sant 13 13 1.859

F R.P.

8

8

1. 540

P rr. 49 13 2 8 . 294

. r. 16 5 23 15 119 1 5 . 104

PR Lnd. 37 37 5 . 291

SC

111 34 9 2 162 18. 270 1 . 485

RS P... 12 72 9.30

RS Cx. 14 14 1 . 00 80

IS

S.l.

21 21 2. 230 00

Total 2810 159 1415 00 48« 02. 248 25.755 1.975

Fonte : ABEn.

(9)

OGSSO. T. - Relat6rio da tesouraria - eriodo de 178/1979 . ev. Bs. Enf, ; DF.

32 : 38-46, 1979.

5 e

NEXO IV

QUADRO DMONSTRATIVO DE BAN�OS E BLANCES MENSIS RECBlDOS (S) E NAO RECEBOS (N) DAS S)OES E DISRlOS

DE JULHO DE 1978 A JUNHO DE 1979

1 9 7 8 1 9 7 9

� ao D ;

t r i

t o 7 8 9 1 0 1 1 1 2 A B 2 3 4 5 6

AM P A C E MA P I RN P E P B A L 5 E S A MT M G M G G O G O O F E 5 RJ RJ RJ S P S P S P S P S P P R P R S C R S R S R S

B . H . J . F . C o L R . V .

RJ . N i t o

V . R .

.S P .

S a

.

R . P .

C a mp

A r a r

C u r .

L o n

P . A .

C a x

S . M a

N N 5 5

5 5 5 5

5 5 5 5

5 5 5 5

5 5 5 5

N N ' 5 '5 N N N N

5 5 5 5

5 5 5 N

5 5 5 5

5 5 5 5

5 5 5 5

5 5 5 5

N N N N

5 5 5 5

N N N N

5 5 5 ' 5

N N N N

5 N 5 5

5 5 5 N

N N N N 5 5 5 , 5

N N N N N N N N N N N N' N N N N N N N N N N N N

N N N N

5 N 5 N

N N N N

5 5 5 N

5 5 5 S 5 5 N 5 N 5 5 5 5 N 5 N 5 N 5 N N 5 N N N N N N N N N N 5 5 5 5 5 5 N S N S 5 S 5 N 5 N 5 N 5 N N 5 N N N N S N N N N N

N N

5 5

5 5

5 S

5 5

N 5

N N N N N N

5 N

5 5

5 S

5 N

S N S 5 N N 5 5 N N S 5

5 N N N S 5 N N

5 N

5 5

5 N

S N

N N N N

5 N

N N S N

5 S 5 5 S 5

5 , 5 5 N N N

5 5 5 5' 5 5

5 5 5 5 S 5

5 5 5 5 5 N

5 5 5 N N N

N N N N N N S 5 5 5 5 5

N N N N N N

5 S 5 5 5 5

5 5 S 5 5 5

5 5 5 5 5 S

5 S 5 5 S 5 N N N N , N N N N N N N N N N N N N N 5 5 S 5 N N N N N N N N S 5 5 S S 5

5 5 S N N N N N N N N N

S 5 S .. 5 5 N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N 5 5 ,5 5 S S N N N N N N N N N N N N 5 5 5 5 5 S

N N N N N N N N 5 S S S

A - Demonstrativo da Receita e Despesas de janeiro a dezembro de 1978.

B - Balanco Patrimonial de janeiro a dezembro de 1978.

Referências

Documentos relacionados

bro,. qual concorrera a dita candidata. c) Premio Estetoscopio de Ouro, oferecido ao melhor trabalho de tema livre apresentado ao XXI Congresso Brasileiro de

Ao finallzar, os membros do CEPEn aproveitam para agradecer, particular­ mente aos que colaboraram diretamente com 0 centro, aos diretores ou coorde­ nadores dos

Para solucionar al questao, foram consultadas as Segoes e Distritos sobre qual 0 numero total de ssociadas que nao tiveram acesso a REBEn e quantas, dessas

A edu­ cagao centrad a no aluno, 0 respeito as diferengas individuais, a educagao como atividade planejada, 0 curriculo como un conjunto de experiencias

magem esta institucionalizada oo atividde reconhecida do

No Brasil os recursos asistenciais alem de sobrecarregados por fatores extra-seoriais sao ainda agravados pela falta de coordena�ao das lnstitucionais produtoras

do exterior. e assim eapta e repete compotamentos adequados de atoes e reatoes num mun­ do de objetos.. - secs emocionais da cran. pressoes de fora pela censura,

ao desta declara. oes legis­ Iativas e elabora. ao de novos programas assistenc1ais. Originou inclusive uma ou­ tra declara. ao Universal dos · Direios da Crian. as