Teste de Hipóteses
Métodos Estatísticos
Engenharia de Produção
Prof. Anna Regina Corbo
PASSOS PARA REALIZAR UM PASSOS PARA REALIZAR UM
TESTE DE HIPÓTESES TESTE DE HIPÓTESES
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Passo 1 : Definição da Hipótese
Hipótese Nula (Ho): É um valor suposto para um parâmetro. Se os resultados da amostra não forem muito diferentes de Ho, ela não poderá ser rejeitada.
Hipótese Alternativa (H 1 ou H A) : É uma hipótese que contraria a
hipótese nula, complementar de Ho. Essa hipótese somente será
aceita se os resultados forem muito diferentes de Ho.
PASSOS PARA REALIZAR UM PASSOS PARA REALIZAR UM
TESTE DE HIPÓTESES TESTE DE HIPÓTESES
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Passo 2: Calcular a estatística do Teste
É o valor calculado a partir da amostra, que será usado na tomada de decisão.
Uma maneira de tomar-se uma decisão é comparar o valor tabelado
com a estatística do teste.
PASSOS PARA REALIZAR UM PASSOS PARA REALIZAR UM
TESTE DE HIPÓTESES TESTE DE HIPÓTESES
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Passo 3: Região Crítica ou Região de Rejeição
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O valor calculado para estatística pode estar associado a uma probabilidade de ocorrência muito baixa.
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Nesse caso, a hipótese nula deve ser rejeitada e aceitamos a hipótese
alternativa.
PASSOS PARA REALIZAR UM PASSOS PARA REALIZAR UM
TESTE DE HIPÓTESES TESTE DE HIPÓTESES
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Passo 3: Região Crítica ou Região de Rejeição
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A região crítica é a região onde Ho é rejeitada.
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A área da região crítica é igual ao nível de significância ( α ), que estabelece a probabilidade de rejeitar Ho.
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Na prática, os valores usuais de alfa são α = 0,01 ou 0,05 ou 0,10.
PASSOS PARA REALIZAR UM PASSOS PARA REALIZAR UM
TESTE DE HIPÓTESES TESTE DE HIPÓTESES
Unilateral à esquerda (ou superior):
Ho: µ = 50 H1:: µ > 50
Unilateral à direita (inferior):
Ho: : µ = 50 H1: : µ <50 Bilateral:
Ho: µ = 50
H1: µ ≠ 50
PASSOS PARA REALIZAR UM PASSOS PARA REALIZAR UM
TESTE DE HIPÓTESES TESTE DE HIPÓTESES
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Passo 4: Regra de Decisão e Conclusão
Se o valor da estatística do teste cair na região crítica, rejeita-se Ho.
Existe uma forte evidência de sua falsidade.
PASSOS PARA REALIZAR UM PASSOS PARA REALIZAR UM
TESTE DE HIPÓTESES TESTE DE HIPÓTESES
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Passo 4: Regra de Decisão e Conclusão
Se o valor da estatística do teste cair na região de aceitação, aceita-se Ho
Não houve evidência amostral significativa no sentido de permitir a
rejeição de Ho.
PASSOS PARA REALIZAR UM PASSOS PARA REALIZAR UM
TESTE DE HIPÓTESES TESTE DE HIPÓTESES
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Passo 4: Regra de Decisão
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
MÉDIA POPULACIONAL MÉDIA POPULACIONAL
O objetivo é testar se a média µ é diferente de um dado valor µ 0
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
MÉDIA POPULACIONAL MÉDIA POPULACIONAL
(1) Defina as hipóteses e o tipo de teste (unilateral ou bilateral):
H0: µ = µ 0
H1: µ ≠ µ 0 (a) µ > µ 0 (b) µ < µ 0 (c)
(2) Fixar o nível de significância α .
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
MÉDIA POPULACIONAL MÉDIA POPULACIONAL
(3) Encontrar a região de rejeição e de aceitação através dos valores críticos t* (tabelados):
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Se a variância σ 2 populacional é conhecida, utilizamos a variável padronizada Z na tabela Normal Padrão.
Se teste bilateral , os valores críticos serão t1* = -Z α/2 e t2* = Z α/2.
Se teste unilateral superior, o valor crítico será t* = Z α
Se teste unilateral inferior, o valor crítico será t* = - Z α
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
MÉDIA POPULACIONAL MÉDIA POPULACIONAL
(3) Encontrar a região de rejeição e de aceitação através dos valores críticos t* (tabelados):
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Se a variância σ 2 populacional é desconhecida, utilizamos a variável T na tabela de distribuição t-Student.
Se teste bilateral , os valores críticos serão - t* = -T α/2 e t* = T α/2.
Se teste unilateral superior, o valor crítico será t* = T α
Se teste unilateral inferior, o valor crítico será t* = - T α
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
MÉDIA POPULACIONAL MÉDIA POPULACIONAL
(4) Calcular o valor da estatística do teste t calc : Se a variância σ 2 populacional é conhecida:
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Se a variância σ 2 populacional é desconhecida:
t calc = X − μ
σ / n
t calc = X − μ
s / n
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
MÉDIA POPULACIONAL MÉDIA POPULACIONAL
(5) Conclusão:
(a) Se -t* <= tcalc <= t*, aceito H0.
(b) Se tcalc > t*, rejeito H0.
(c) Se tcalc < t*, rejeito H0.
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
MÉDIA POPULACIONAL MÉDIA POPULACIONAL
Exemplo 1: Uma empresa de vidros possui um contrato de
fornecimento de vidros para janelas residenciais e comerciais. O
contrato especifica que a espessura média do vidro deve ser de
0,375cm. O desvio-padrão σ = 0,05cm é conhecido. Antes de
enviar o primeiro carregamento, os gerentes decidiram testar, com
nível de significância de 5%, se eles estão satisfazendo a condição
do contrato selecionando um amostra aleatória de 100 vidros, cuja
média é 0,378 cm.
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
MÉDIA POPULACIONAL MÉDIA POPULACIONAL
Exemplo 2: Uma empresa de callcenter funciona em várias cidades onde
os usuários podem ligar para este serviço e obter esclarecimentos sobre a
sua conta de luz. Estudos anteriores indicaram que o tempo de
atendimento de cada ligação é normalmente distribuído, com média de
540 segundos. Gerentes da empresa selecionaram uma amostra aleatória
de 16 ligações e desejam determinar, com nível de significância de 1%,
se o tempo de ligação agora é menor, uma vez que foi oferecido um
programa de treinamento aos funcionários. Sabe-se que desta amostra
aleatória, obtemos média igual a 510 seg e desvio-padrão igual a 45 seg.
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A PROPORÇÃO POPULACIONAL PROPORÇÃO POPULACIONAL
O objetivo é testar se a proporção p (ou π, em alguns livros ), é
diferente de um dado valor p
0(ou π 0).
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A PROPORÇÃO POPULACIONAL PROPORÇÃO POPULACIONAL
(1) Defina as hipóteses e o tipo de teste (unilateral ou bilateral):
H0: p = 0
H1: p ≠ p0 (a) p > p0 (b) p < p0 (c)
(2) Fixar o nível de significância α .
(3) Encontrar a região de rejeição e de aceitação através dos valores críticos t* (tabelados):
Neste tipo de teste sempre utilizamos a variável padronizada Z na tabela Normal Padrão.
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Se teste bilateral , os valores críticos serão - t* = -Z α/2 e t* = Z α/2.
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Se teste unilateral superior, o valor crítico será t* = Z α
●
Se teste unilateral inferior, o valor crítico será t* = - Z α
TESTE DE HIPÓTESES PARA A
TESTE DE HIPÓTESES PARA A
PROPORÇÃO POPULACIONAL
PROPORÇÃO POPULACIONAL
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A PROPORÇÃO POPULACIONAL PROPORÇÃO POPULACIONAL
(4) Calcular o valor da estatística do teste tcalc:
Considerando a freqüência f como estimador da proporção p, temos:
onde x é o número de casos favoráveis na amostra.
Com isto, a estatística do teste será dada por:
f = x n
t calc = p calc = f − p 0
p 0 1− n p 0
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A PROPORÇÃO POPULACIONAL PROPORÇÃO POPULACIONAL
(5) Conclusão:
(a) Se -t* <= tcalc <= t*, aceito Ho.
(b) Se tcalc > t*, rejeito Ho.
(c) Se tcalc < t*, rejeito Ho.
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A PROPORÇÃO POPULACIONAL PROPORÇÃO POPULACIONAL
Exemplo 1: As condições de mortalidade de uma região são tais que a
proporção de nascidos que sobreviveram até 60 anos é de 60%. Testar
essa hipótese, ao nível de 5% de significância, se em 1000 nascimentos
amostrados aleatoriamente, verificou-se 530 sobreviventes até 60 anos.
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A PROPORÇÃO POPULACIONAL PROPORÇÃO POPULACIONAL
Exemplo 2: Um fabricante de semicondutores produz controladores
usados em aplicações no motor de automóveis. O consumidor requer
que a fração defeituosa em uma etapa critica de fabricação não
exceda 0,05 e que o fabricante demonstre uma capacidade de
processo nesse nível de qualidade, usando α = 0,05. O fabricante de
semicondutores retira uma amostra aleatória de 200 aparelhos e
encontra que quatro deles são defeituosos. O fabricante pode
demonstrar uma capacidade de processo para o consumidor?
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
VARIÂNCIA POPULACIONAL VARIÂNCIA POPULACIONAL
O objetivo é testar se a variância populacional σ 2 é diferente de um dado valor σ 2
0.
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
VARIÂNCIA POPULACIONAL VARIÂNCIA POPULACIONAL
(1) Defina as hipóteses e o tipo de teste (unilateral ou bilateral):
Ho: σ 2 = σ 2 0 H1: σ 2 ≠ σ 2
0 (a) σ 2 > σ 2
0 (b) σ 2 < σ 2
0 (c)
(2) Fixar o nível de significância α .
TESTE DE HIPÓTESES PARA A TESTE DE HIPÓTESES PARA A
VARIÂNCIA POPULACIONAL VARIÂNCIA POPULACIONAL
(3) Encontrar a região de rejeição e de aceitação através dos valores críticos t* (tabelados):
Admitimos que a população possui distribuição normal e utilizamos a variável χ 2
n-1 apresentada na tabela Qui-Quadrado.
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Se teste bilateral , os valores críticos serão - t* = χ 2
n-1; 1- α/ 2 e t* = χ 2
n-1; α/ 2 .
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Se teste unilateral superior, o valor crítico será t* = χ 2
n-1; α
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