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Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.16 número5

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Academic year: 2018

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ERRORES DE DESPACHO DE MEDI CAMENTOS EN UN HOSPI TAL PÚBLI CO PEDI ÁTRI CO

Lin dem ber g Assu n ção Cost a1 Cleidenet e Valli2 An gr a Pim en t el Alv ar en ga3

Obj et iv o: Ev aluar la segur idad en el despacho de m edicam ent os a t r av és de la det er m inación de la t asa de er r or es d e d esp ach o. Mét od os: Est u d io t r an sv er sal q u e ev alu ó 2 6 2 0 d osis d e m ed icam en t os d esp ach ad os ent re agost o y sept iem bre de 2006 en un servicio de farm acia de un hospit al pediát rico del Est ado de Espírit u Sant o, Br asil. Los er r or es de despacho fuer on definidos com o cualquier desvío ocur r ido ent r e lo despachado y lo pr escr it o en la r ecet a m édica. Los er r or es fuer on cat egor izados en cont enido, r ót ulo y docum ent ación. La t asa de er r or de despacho fue calculada div idiendo el núm er o de er r or es t ot al por el núm er o t ot al de dosis despachadas. Result ados: de los 300 errores ident ificados, 262( 87,3 % ) fueron de cont enido. En las cat egorías errores de rót ulo la t asa fue de 33 ( 11% ) y 5 ( 1.7% ) en la de errores de docum ent ación. Conclusión: la t asa t ot al de er r or es de despacho fue elev ada cuando se com par a con la descr it a en est udios int er nacionales. La cat egor ía de er r or m ás fr ecuent e fue la de “ er r or de cont enido” .

DESCRI PTORES: er r or es de m edicación; far m acia; sist em as de m edicación, at ención far m acéut ica

MEDI CATI ON DI SPENSI NG ERRORS AT A PUBLI C PEDI ATRI C HOSPI TAL

Obj ect iv e: assess t he safet y of m edicat ion dispensing pr ocesses t hr ough t he dispensing er r or r at e. Met hod: Cr oss- sect ional st udy car r ied out at a phar m aceut ical ser v ice of a pediat r ic hospit al in Espír it o Sant o, Br azil. Dat a collect ion w as per f or m ed bet w een Au gu st an d Sept em ber 2 0 0 6 , t ot alin g 2 6 2 0 pr escr ibed m edicat ion d oses. An y d ev iat ion f r om t h e m ed ical p r escr ip t ion in d isp en sin g m ed icat ion w as con sid er ed a d isp en sin g er r or . The cat egor ies of m edicat ion er r or s w er e: cont ent , labeling, and docum ent at ion er r or s. The dispensing er r or r at e w as com put ed by dividing t he num ber of er r or s by t he t ot al of dispensed doses. Result s: Fr om t he 300 ident ified er r or s, 262 ( 87.3 % ) w er e cont ent er r or s. The r at e of er r or s in t he labeling and docum ent at ion cat egor ies w as 33 ( 11% ) and 5 ( 1. 7% ) , r espect iv ely . Conclusion: The t ot al dispensing er r or r at e w as higher t han r at es r epor t ed in int er nat ional st udies. The m ost fr equent cat egor y w as “ cont ent er r or ” .

DESCRI PTORS: m edicat ion er r or s; ph ar m acy ; m edicat ion sy st em ; ph ar m aceu t ical car e

ERROS DE DI SPENSAÇÃO DE MEDI CAMENTOS EM UM HOSPI TAL PÚBLI CO PEDI ÁTRI CO

Avaliar a segurança na dispensação de m edicam ent os at ravés da det erm inação da t axa de erros de dispensação const it uiu o obj et iv o dest e t r abalho. O m ét odo ut ilizado foi o est udo t r ansv er sal que av aliou 2 620 doses de m edicam en t os dispen sados en t r e agost o e set em br o de 2 0 0 6 , em u m ser v iço de f ar m ácia de u m h ospit al pediát rico do Espírit o Sant o. Os erros de dispensação foram definidos com o qualquer desvio ent re o dispensado e o pr escr it o n a r eceit a m édica. Os er r os for am cat egor izados em con t eú do, r ot u lagem e docu m en t ação. A t ax a de er r o de dispensação foi calculada div idindo o núm er o de er r os t ot al/ t ot al de doses dispensadas. Os r esult ados m ost r ar am que, dos 300 er r os ident ificados, 262 ( 87,3% ) for am de cont eúdo. Nas cat egor ias er r os de rot ulagem a t axa foi de 33 ( 11% ) e 5 ( 1,7% ) na de erros de docum ent ação. Concluiu- se que a t axa t ot al de er r os de dispensação foi elevada quando com par ada à descr it a em est udos int er nacionais. A cat egor ia de er r o m ais fr eqüent e foi a de er r o de cont eúdo.

DESCRI TORES: er r os de m edicação; far m ácia; sist em as de m edicação, assist ência far m acêut ica

1 Maestra en Medicina y Salude, Profesor de la Facultad de Farm acia de la Universidad Federal de Bahia, Brasil, e- m ail: lindem [email protected]; 2 Farm acéut ica

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I NTRODUCCI ÓN

E

l er r or es un asunt o de difícil abor daj e y g e n e r a l m e n t e l a s d i scu si o n e s se d i r i g e n p a r a r esp o n sab i l i zar a u n cu l p ad o y n o p r o p o r ci o n an opor t unidades que sir v an par a m ej or ar el sist em a con el obj et ivo de prevenir fallas( 1). Algunos aut ores sugieren que las ocurrencias de errores en diferentes si st e m a s so ci a l e s y p r o f e si o n a l e s p u e d e n se r p r o v e n i e n t e s d e f a l l a s e n l o s si st e m a s ( f a l l a s sist ém icas) . Los m ism os son con sider ados er r or es hum anos, y, por lo t ant o, pueden ser causados por las referidas fallas( 2- 4). Representan un problem a socio sa n i t a r i o g r a v e co n i m p o r t a n t e r e p e r cu si ó n e co n ó m i ca( 3 ) y so n cl a si f i ca d o s e n e r r o r e s d e p r e scr i p ci ó n , d e sp a ch o y a d m i n i st r a ci ó n d e m ed i cam en t os. Si en d o q u e l os d e d esp ach o son aquellos ocur r idos dur ant e el pr oceso de despacho de los m edicam ent os( 4- 6).

La lit er at u r a su g ier e q u e la in cid en cia d e errores de m edicam ent os en pediat ría es el doble o el triple de la ocurrida en adultos y que los pacientes pediát r icos t ienen un m ay or r iesgo de v ida cuando son com parados con los adultos( 7- 11). Adem ás de eso, represent an un cost o económ ico im port ant e, siendo necesario adoptar m edidas que reduzcan y prevengan los m ism os( 2,10). Conocer su frecuencia y definir form as de prevenirlos es una estrategia im portante de reducir r iesgos, especialm en t e, en poblacion es especiales co m o l a p e d i á t r i ca . Re ci e n t e m e n t e , La Ag e n ci a Nacional de Vigilancia Sanit aria ( ANVI SA) incluyó en su p r og r am a d e Far m acov ig ilan cia los er r or es d e m e d i ca m e n t o s co m o á r e a e st r a t é g i ca p a r a l a seguridad de los pacientes en el proceso de utilización de m edicam ent os( 4).

El Ser v icio de Far m acia es r esponsable por el uso segur o y eficaz de los m edicam ent os en el h o sp i t a l t e n i e n d o u n p a p e l f u n d a m e n t a l e n l a integración de los procesos de prescripción, despacho y a d m i n i st r a ci ó n y d e b e p o se e r p o l ít i ca s y p r o ced i m i en t o s q u e p u ed an p r ev en i r l o s( 4 - 5 , 8 ). La m edida de la t asa de errores es considerada uno de los m ej ores indicadores de calidad de un sist em a de d ist r ib u ción d e m ed icam en t os en h osp it ales y es u t i l i za d a p a r a e v a l u a r l a se g u r i d a d d e e st o s sist em as( 4,6,9).

Algunos est udios publicados en los Est ados Un id os e I n g lat er r a m ost r ar on u n a in cid en cia d e errores de despacho en t orno de 10% , inclusive en h o sp i t a l e s co n si st e m a s d e d i st r i b u ci ó n d e m ed icam en t os av an zad os com o son los d e d osis unit arias( 7,11).

Pocos fueron los estudios realizados en Brasil, específicam ent e r efer ent es al pr oceso de despacho de m edicam ent os; est os present aron t asas elevadas de error - m ás de 10%( 5,8) En el área de pediat ría, especialm ent e en Br asil, no fue encont r ado ningún trabaj o sobre errores de despacho y hasta el presente m om ento se desconoce la epidem iología y las causas de los m ism os.

De est a form a el present e t rabaj o t iene por o b j e t i v o e v a l u a r e l p r o ce so d e d e sp a ch o d e m ed icam en t os en u n ser v icio d e f ar m acia d e u n hospit al público pediát r ico. Par a est o se ut ilizar on indicador es im por t ant es par a m ensur ar el pr oceso d e d esp a ch o si en d o l a t a sa t o t a l d e er r o r es d e despacho el indicador global de su calidad.

MATERI AL Y MÉTODOS

Diseño del est udio

Es u n e st u d i o t r a n sv e r sa l , d e scr i p t i v o , r ealizado en el sect or de despacho del Ser v icio de Farm acia de un hospit al público pediát rico del Est ado de Espíritu Santo, Brasil, en el período de 25 de agosto a 20 de sept iem bre de 2005.

Caract eríst icas de la inst it ución part icipant e

Es u n Hosp it al p ú b lico p ed iát r ico con 9 6 cam as dist ribuidas en t res unidades de int ernación; clínica pediátrica, unidad de terapia intensiva neonatal y p e d i á t r i ca , ce n t r o q u i r ú r g i co y se r v i ci o d e em er gencias. El Ser v icio de Far m acia est á div idido en los siguient es sect ores: alm acén de m at eriales y m ed i cam en t o s, d esp ach o , n u t r i ci ó n p ar en t er al y fr accionam ient o de m edicam ent os.

D e scr i p ci ó n d e l Si st e m a d e D i st r i b u ci ó n d e Medicam ent os

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i n t e r p r e t a ci ó n y e v a l u a ci ó n . En e st a e t a p a , e l farm acéut ico, cuando es posible, evalúa la dosis, en lo relacionado a la vía de adm inist ración, frecuencia d e ad m in ist r ación , d u r ación d el t r at am ien t o, et c. Desp u és d e la ev alu ación d e la p r escr ip ción , los a u x i l i a r es d e f a r m a ci a sep a r a n l a s d o si s d e l o s m edicam entos, y las acondicionan en sacos plásticos. Los sacos plást icos son colocados en el sect or de d e sp a ch o y p o st e r i o r m e n t e e n ca m i n a d o s a l o s farm acéut icos para que realicen la verificación de los m edicam en t os.

D e sp u é s q u e l o s f a r m a cé u t i co s co r r i g e n posibles er r or es en la pr epar ación de las dosis, los m edicam ent os son separados para cada unidad y los au x iliar es d e en f er m er ía v an h ast a la f ar m acia y r ealizan el segu n do con t r ol, y post er ior m en t e los m edicam entos son encam inados a las unidades hasta las 15h.

A p a r t i r d e l a s p r e scr i p ci o n e s l o s m edicam ent os son despachados en diferent es form as far m acéut icas ( iny ect ables, sólidos or ales, líquidos orales, sem isólidos, et c) y acondicionados en sacos plást icos e ident ificados con et iquet as que cont ienen e l n o m b r e d e l f á r m a co d e a cu e r d o co n l a D CB ( Denom inación Com ún Brasileña) , dosis, lot e y fecha de validez. Esos m edicam ent os son adquiridos de la industria, generalm ente en blisteres, frascos de vidrio o plást ico. Las soluciones or ales, elix ir es, j ar abes, suspensiones orales, crem as, pom adas, lociones, son despachadas por el sist em a de dist ribución por dosis unit ar ia; los m edicam ent os par ent er ales y líquidos est ér i l es, su p o si t o r i o s p r ep ar aci o n es o f t ál m i cas, auriculares, nasales y orales, aerosoles e inhalant es son despachados en sus em balaj es or iginales y de for m a colect iv a.

Crit erios de inclusión

Tod os los m ed icam en t os d esp ach ad os en f or m a d e sólid os d e u so or al, solu cion es or ales, e l i x i r e s, j a r a b e s, su sp e n si o n e s o r a l e s, cr e m a s, p o m a d a s, l o ci o n e s, p r e p a r a ci o n e s o f t á l m i ca s, aur icular es, nasales y or ales, aer osoles, soluciones par ent er ales de pequeño v olum en, inhalant es y los m edicam ent os que no son est ándar en el hospit al, sin em bargo que la farm acia posee en st ock.

Cr it er ios de exclusión

- m edicam entos prescritos que estaban en falta en el hospit al durant e el período de recolección;

- m edicam ent os prescrit os de form a ilegible; - m e d i ca m e n t o q u e f u e r o n d e sp a ch a d o s y e l invest igador no observó la preparación o separación y el despacho.

La m uest ra

La m u e st r a f u e co n st i t u i d a p o r 2 3 9 prescripciones que atendieron los criterios de inclusión. Fue acom pañada la separ ación y despacho de 655 m edicam ent os que dieron un t ot al de 2620 dosis en el per íodo de 25 de agost o a 20 de sept iem br e de 2006 en un hospit al infant il del Est ado de Espír it u Sant o, Brasil.

Est udio pilot o

Pa r a e st i m a r l a m u e st r a y v a l i d a r e l f o r m u l a r i o d e r e co l e cci ó n d e d a t o s, f u e r o n seleccionadas de for m a aleat or ia 10 pr escr ipciones m édicas por día durante un período de 5 días ( a cada 3 0 p r escr ip cion es q u e lleg ar on a la f ar m acia, 1 0 f u er on sor t ead as) , t ot alizan d o 5 0 p r escr ip cion es du r an t e la pr u eba pilot o. Fu e en con t r ada en est a m uestra piloto un tasa de error total de despacho de 1 0 % , co n si d er an d o u n a p r eci si ó n d e + / - 5 % , u n int ervalo de confianza de 95% y una prevalencia de 1 0 % . El t a m a ñ o d e l a m u e st r a f u e d e 1 3 9 p r e scr i p ci o n e s + 1 0 % d e p é r d i d a s = 1 5 3 pr escr ipciones.

Recolección de dat os

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pr epar ada a t r av és de una ficha de r ecolección de dat os. Lo m ism o fue hecho después del cont rol del far m acéu t ico, an t es qu e los m edicam en t os fu esen entregados a las unidades. Por no tener acceso a las prescripciones en el m om ent o de la recolección, no h u b o con ocim ien t o p r ev io d el er r or d e d esp ach o ocur r ido. Los m edicam ent os con desv ío de calidad ( m ed i ca m en t o s co n a l t er a ci ó n en l a co l o r a ci ó n , em balaj e v iolado, m edicam ent o sin r ót u lo, sólidos orales desintegrados o con fisuras) o con el plazo de validez expirado fueron m ostrados a los farm acéuticos antes de la preparación de la dosis unitaria y no fueron considerados errores. Los dat os fueron recolect ados p o r u n f a r m a cé u t i co co n m á s d e d o s a ñ o s d e experiencia en farm acia hospit alaria y un est udiant e de Farm acia, am bos previam ent e ent renados para la recolección de los dat os por el invest igador principal.

Oper acionalización de las var iables

Los errores fueron clasificados, de acuerdo con los criterios utilizados en un estudio anterior(10), en:

Errores de cont enido

Medicam en t o in cor r ect o – Medicam ent o despachado d i f e r e n t e d e l p r e scr i t o . Ex cl u y e su b st i t u ci ó n t e r a p é u t i ca d e m e d i ca m e n t o s p o r n o r m a s o procedim ient os del hospit al;

Con cen t r ación in cor r ect a – Despacho de una dosis que contenga la cantidad ( m g o m L) del m edicam ento i n co r r e ct o , si n a j u st e a p r o p i a d o a l a s r ecom endaciones posológicas;

For m ula far m acéut ica equiv ocadaDespacho de un m e d i ca m e n t o co r r e ct o si n e m b a r g o e n f ó r m u l a far m acéu t ica difer en t e a la pr escr it a. est o in clu y e en t r egar u n a for m u lación de liber ación con t r olada cuando una form ulación est ándar fue prescrit a;

So b r e d o si s - D esp a ch a r u n a ca n t i d a d m a y o r d e m edicam ent os ( en núm ero de unidades o núm ero de veces al día) que la prescrit a.

Su bdosisDespachar una cant idad ( en núm ero de unidades o núm er o de v eces al día) m enor que la pr escr it a;

O m i s i ó n d e l m e d i c a m e n t o No d e sp a ch a r u n m edicam ent o pr escr it o;

M e d i c a m e n t o d e t e r i o r a d o - D e sp a ch a r u n m edicam ent o v encido o alm acenado a t em per at ur a i n a d e cu a d a ( f u e r a d e l a s e sp e ci f i ca ci o n e s d e l fabricant e) o em balaj e dañado;

Ot r os er r or es de cont enido - Todos los ot ros errores de contenido no incluidos en las categorías anteriores.

Errores de rót ulo

Nom bre del pacient e incorrect oOm isión del nom bre del pacient e o nom br e difer ent e de la pr escr ipción m édica;

Nom bre del m edicam ent o incorrect o El nom bre del m edicam ent o en el rót ulo es diferent e del prescrit o, ex cept o cuando son necesar ias obser v aciones par a cu m p l i r n o r m a s d e l h o sp i t a l . ( p o r e j e m p l o : pr escr ipción con nom br e com er cial y despacho por nom enclat ur a genér ica) ;

D o s i s i n c o r r e c t a d e l m e d i c a m e n t o D o si s d e l m edicam ent o en el r ót ulo difer ent e de la pr escr it a, cu a n d o m á s d e u n a d o si s est á d i sp o n i b l e en el m er cad o;

Cant idad incor r ect a del m edicam ent o Cant idad del m edicam ent o en el r ót ulo difer ent e de la pr escr it a, except o cuando son necesarios aj ust es para cum plir norm as del hospit al;

Fó r m u l a f a r m a cé u t i ca i n co r r e ct a Un a f ó r m u l a farm acéut ica en el rót ulo diferent e de la prescripción ( p o r e j e m p l o : p r e scr i t o p a st i l l a y d e sp a ch a d o cápsula) ;

Fecha incor r ect a - Om isión de la fecha de despacho o fecha equivocada en el despacho del m edicam ento;

I n st r u ccion es in cor r ect asI nst r ucciones difer ent es de la prescrita, excepto cuando son necesarios aj ustes para cum plir norm as del hospital. ( por ej em plo: tom ar el m edicam ent o después de las com idas) ;

Adv er t encia adicional Om isión o uso incorrect o de l as ad v er t en ci as d e acu er d o co n l as r ef er en ci as bibliogr áficas;

Dirección de la farm acia Falla en la inclusión ,en el rót ulo, de la dirección correct a de la farm acia;

Ot r os er r or es de r ót u lo Cualquier er r or de r ót ulo no incluido en las categorías anteriores; por ej em plo: nom bre o núm ero ilegible.

Er r or es de docum ent ación

La ausencia o incor r ect a docum ent ación de cont r ol

Para subst ancias cont roladas la ausencia o incorrect a docum entación del registro de drogas de acuerdo con la legislación vigent e;

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Análisis Est adíst ico

Par a const r uir el banco de dat os y r ealizar los cálculos est adíst icos, fue ut ilizado el pr ogr am a est adíst ico St at ist ical Package for t he Social Sciences ( SPSS Chicago - I L, versión 9.0, 1998) .

Las variables cat egóricas fueron expresadas com o pr opor ciones ( fr ecuencia r elat iva) .

Aspect os ét icos

El p r esen t e est u d i o f u e ap r o b ad o p o r l a dirección del hospit al. Los farm acéut icos y auxiliares llenaron un “ consent im ient o inform ado” que perm it ía la ob ser v ación d e las act iv id ad es d e d esp ach o y fueron avisados sobre un est udio de evaluación del sist em a de dist r ibución, sin em bar go no quedar on concient es de los obj et ivos y de la m et odología del estudio, siendo estos aspectos ciegos para el personal de la far m acia con el obj et iv o de ev it ar sesgos y a conocidos( 6- 7). Todos los errores ocurridos durant e el e st u d i o f u e r o n co d i f i ca d o s y m a n t e n i d o s b a j o confidencialidad y siendo corregidos después del últim o cont rol realizado por el farm acéut ico invest igador( 7).

RESULTADOS

D u r a n t e e l p e r ío d o d e l e st u d i o f u e r o n ev alu ad as 2 3 9 p r escr ip cion es q u e in clu y er on 6 5 5 m ed icam en t os p r escr it os, t ot alizan d o 2 . 6 2 0 d osis despach adas.

La t asa t ot al de errores incluyendo los t res cr i t e r i o s ( e r r o r e s d e co n t e n i d o , r ó t u l o y docum ent ación) fue de 11,5% ( 300 er r or es / 2620 dosis) . La Tabla 1 m uest ra la frecuencia de errores de despacho en cada una de las t res cat egorías. La cat egoría que present ó la m ayor t asa de error fue la de cont enido, seguida por los errores de rót ulo y de docum ent ación.

Tabla 1 - Distribución de errores por categoría en un hospit al infant il del Est ado de Espírit u Sant o, Brasil -2005 a í r o g e t a

C No.deErrores %deerrores

o d i n e t n o c e d r o r r

E 262 87.3

o l u t ó r e d r o r r

E 33 11.0

n ó i c a t n e m u c o d e d r o r r

E 05 1.7

l a t o

T 300 100

r o r r E e d o p i

T ENroro.rdees Freercroureensc(i%ad)e

o t c e r r o c n i o t n e m a c i d e

M 01 0.38

a t c e r r o c n i a c it u é c a m r a f a l u m r ó

F 03 1.15

s i s o d e r b o

S 75 28.62

s i s o d b u

S 130 49.62

n ó i s i m

O 40 15.27

o d i n e t n o c e d s e r o r r e s o r t

O 13 4.96

l a t o

T 262 100

r o r r e e d o p i

T No.deerrores Frecuenciadeerror(%)

e t n e i c a p l e d e r b m o N o t c e r r o c n

i 1 3.03

a t c e r r o c n i s i s o

D 7 21.21

o l u t ó r e d s e r o r r e s o r t

O 25 75.76

l a t o

T 33 100

r o r r e e d o p i

T No.deerrores Frecerureonr(c%ia)del

n ó i c a t n e m u c o d o a i c n e s u A l o r t n o c e d a t c e r r o c n i n o it a t n e m u c o d 2

0 40%

e d s e r o r r e s o r t O n ó i c a t n e m u c o

d 03 60%

l a t o

T 5 100%

La Tab la 2 p r esen t a los r esu lt ad os en la cat egor ía “ er r or es de cont enido” ; en est a cat egor ía los errores m ás frecuentes fueron los de “ sobredosis”,

“ subdosis” y er r or es de om isión, no se r egist r ar on l o s e r r o r e s d e d o si s i n co r r e ct a y m e d i ca m e n t o det eriorado. Por ot ro lado, en la Tabla 3, “ errores de r ót ulo” los m ás com unes fuer on en la subcat egor ía “ otros errores de rótulo” y “ dosis incorrecta” no hubo ocurrencias en los ít em s: nom bre del m edicam ent o, cant idad, fórm ula farm acéut ica, fecha, inst rucciones, advert encia y dirección de la farm acia incorrect a.

Tabla 2 - Dist ribución de errores según la cat egoría “ er r or es de con t en ido” en u n h ospit al in f an t il del Est ado de Espírit u Sant o, Brasil - 2005

La t asa de error t ot al de la cat egoría “ error de rótulo” fue de 1,7% . Dentro de esta categoría los er r or es m ás f r ecu en t es f u er on : “ ot r os er r or es d e r ót ulo” con 75% del t ot al y “ dosis incor r ect a” con 21,2% . ( Tabla 3) .

Tabla 3 - Dist ribución de errores según la cat egoría “ errores de rót ulo” en un hospit al infant il del Est ado de Espíritu Santo, Brasil - 2005

En la cat egoría “ error de docum ent ación” la ocurrencia de errores fue clasificada por los crit erios incluidos en la Tabla 4. Ocurrieron errores de ausencia o docum ent ación incor r ect a de cont r ol en 2 casos, representando en esta categoría el 40% de los errores.

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DI SCUSI ÓN

La t asa t ot al d e er r or es d e d esp ach o d e acu er d o con el sist em a d e clasif icación ad op t ad o ( errores de cont enido, errores de rót ulo y errores de docum ent ación) fue de 11,5% para el t ot al de dosis despachadas en el período del est udio. Est a t asa de er r or r epr esen t a 1 er r or par a apr ox im adam en t e 9 dosis despachadas. El análisis de los dat os m ost r ó una frecuencia bien m ayor en el crit erio de “ errores d e co n t e n i d o ” 8 7 , 3 % ( 2 6 2 / 2 6 2 0 ) . Est a m a y o r predom inancia se debe al hecho de que los errores se dan m ucho m ás durant e el proceso de despacho propiam ente dicho que en lo relacionado a los criterios de rót ulo y docum ent ación de est a act ividad( 3).

Cu an d o se an aliza el cr it er io “ er r or es d e cont enido” aisladam ent e, se verifica que los errores m ás frecuentes fueron los de “ subdosis” y “ sobredosis” con 49,6% y 28,6% , r espect iv am ent e. Est os dat os corroboran ot ros est udios, donde se apunt an que los errores de dosis son los m ás frecuentes en pediatría( 10-14). Considerando solam ent e la cont ribución de est a

cat egor ía ( er r or de cont enido) en la t asa de er r or t ot al por dosis despachadas, se verifica una t asa de error de 10% , o sea, casi la t ot alidad de la t asa de error encont rada en la m uest ra.

Las cat egor ías ‘er r or de r ót ulo’ y ‘er r or de docum ent ación’ r epr esent ar an 11% y 1,7% , de los er r or es, r espect iv am ent e. En la cat egor ía ‘er r or de docum ent ación’ la ausencia de docum ent ación fue el er r or m ás com ún. Ex ist en difer ent es m et odologías p ar a ev alu ación d e er r or es d e d esp ach o, lo q u e d i f i cu l t a l a co m p ar aci ó n d e r esu l t ad o s en t r e l o s diferentes estudios( 14). En la m uestra estudiada la tasa de er r or t ot al fue consider ada elev ada cuando fue com par ada con la de ot r os est udios que ut ilizar on m et o d o l o g ía sem ej an t e( 4 - 5 , 1 0 ). Las cau sas d e l o s er r or es pr esent ados en est e est udio pueden ser de diversos orígenes, lo que suscit a una evaluación m ás profundada con est udios del t ipo cualit at ivo, aunque algunos punt os cr ít icos puedan ser señalados com o posibles causas. Un punt o im port ant e observado es q u e e l f a r m a cé u t i co n o v e r i f i ca b a l a s d o si s d e m e d i ca m e n t o s p r e p a r a d a s p o r l o s a u x i l i a r e s d e f a r m a ci a , e n l a m a y o r ía d e l a s v e ce s. En l a s poquísim as veces que esto ocurrió, fueron detectados er r or es im por t ant es en la pr epar ación de las dosis com et idos por el aux iliar de far m acia. A pesar del hospital tener una relación adecuada de farm acéuticos por núm er o de cam as ( 30: 1) lo que se v er ifica es

que las acciones del farm acéutico no están enfocadas en la part e asist encial del proceso de despacho, y si en la par t e adm inist r at iv a. Se sabe que el t ipo de sistem a de distribución de m edicam entos utilizado en el h osp it al p u ed e in f lu en ciar en la seg u r id ad d el d e sp a ch o d e l o s m e d i ca m e n t o s. Ha y f u e r t e s evidencias de que los sistem as de distribución de dosis u n i t a r i a s p u e d e n r e d u ci r l a t a sa d e e r r o r e s d e m edicam entos y aum entar la seguridad en el proceso de ut ilización de los m edicam ent os( 4- 8).

Otro aspecto interesante es que parte de las dosis despachadas est án en ‘dosis unit arias’, o sea, y a p r e p a r a d a s p a r a e l u so si n n e ce si d a d d e m a n i p u l a ci ó n a n t es d e l a a d m i n i st r a ci ó n d e l o s m e d i ca m e n t o s, l o q u e r e p r e se n t a u n a v a n ce. Entretanto, el sistem a adoptado no perm ite reducción d e l o s e r r o r e s d e d e sp a ch o y a q u e n o e x i st e n cont roles m ás rígidos perm it iendo reducción en est a t asa de er r or. La m ayor ía de los er r or es puede ser ev it ada si h u bier a u n sist em a de dist r ibu ción qu e per m it ier a concent r ar el pr oceso de pr epar ación de las d osis en el ser v icio d e f ar m acia y u n m ay or p r o t a g o n i sm o d e l f a r m a cé u t i co v e r i f i ca n d o l a prescripción ant es de su despacho( 4- 5). Por ot ro lado es fundam ent al una int eracción efect iva del servicio de enfer m er ía con el ser v icio de far m acia, y a que m uchos de los errores ocurridos durant e el proceso de despacho pueden ser evit ados en el m om ent o de la adm inist r ación por el pr ofesional de enfer m er ía. Un estudio m ulticéntrico en 4 hospitales en diferentes regiones del país ident ificó alt as t asas de errores en l a p r e p a r a ci ó n y e n l a a d m i n i st r a ci ó n d e l o s m edicam entos. Los autores sugieren que para m ej orar l a seg u r i d ad en l o s si st em as d e d i st r i b u ci ó n d e m edicam ent os es necesar io adopt ar un cam bio de cultura institucional en el sentido de alcanzar m ej orías concr et as( 9).

Los r esu lt ados de dos est u dios br asileñ os sobre errores de despacho en hospit ales de adult os m ostraron tasas de errores bastante elevadas, ( 13,8% y 1 7 % ) a p e sa r d e a m b o s t e n e r l a e t a p a d e verificación, de las dosis preparadas por los auxiliares, r eal i zad a p o r el f ar m acéu t i co( 5 , 8 ). En t r et an t o , l a com paración con los m ism os tiene que ser cuidadosa, pues hubo una m odificación m et odológica im port ant e en la clasificación de los errores( 7, 10).

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im portantes que pueden influenciar en la tasa de error de despacho. Ot r o punt o es que no se ut ilizó una m u est r a r epr esen t at iv a de los h ospit ales pú blicos brasileños considerando núm eros y t ipo de unidades clínicas, así com o el nivel de com plej idad( 4).

CONCLUSI ÓN

La t asa t ot al de er r or es de despacho en la m u est r a est u diada f u e elev ada si com par ada a la

d e scr i t a e n e st u d i o s i n t e r n a ci o n a l e s( 1 2 - 1 3 , 1 5 ). La cat egoría de error m ás frecuent e fue la de “ error de contenido”, siendo los errores ‘dosis faltando’ y ‘dosis er r ad a’ los m ás p r esen t es en est a cat eg or ía. Las ca t e g o r ía s d e “ e r r o r d e r ó t u l o ” y “ e r r o r d e docum ent ación” t uvieron una pequeña influencia en la t asa de error t ot al. Son necesarios ot ros est udios que evalúen est e t em a no solo en el despacho sino t a m b i é n e n l a a d m i n i st r a ci ó n y p r e scr i p ci ó n d e m edicam en t os.

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Tabla 1 -  Distribución de errores por categoría en un hospit al infant il del Est ado de Espírit u Sant o, Brasil  -2005 aírogetaC N o

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