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ESPECTROSCOPIA FOTOACÚSTICA

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Academic year: 2021

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(1)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

Ú

Instituto de Física – DFES

ESPECTROSCOPIA FOTOACÚSTICA

Fundamentos e Aplicações

Fundamentos e Aplicações

Daniele Toniolo Dias F. Rosa

Laboratório de Fotoacústica

http://www.fotoacustica.fis.ufba.br/daniele/ Parâmetro

termodinâmico Propriedade medida Técnica de detecção

Pressão Onda acústica *PAS

(2)

Laboratório de Fotoacústica

Laboratório de Fotoacústica

Membros

Pesquisadores: Dra D T Dias Doutorandos:

Ms. Milena Ventura Castro Meira Dra D T Dias

Dr O Nakamura

Ms. Milena Ventura Castro Meira

IC em andamento:

Vi i i C b l B d hi

IC concluída: (2007-2009)

B Fil di F d

Vinicios Cabral Bedeschi Ana Paula N de Carvalho

Bruno Filardi Fagundes Lilian Alves de Almeida Cândida da Silva Ferreira Cândida da Silva Ferreira Marcos Venicio G Sales

(3)

1 – Introdução

¾ Os Métodos Fotoacústicos tem se tornado extremamente útil, em todos os segmentos das ciências, apresentando vantagens sobre a espectroscopia ótica convencional

vantagens sobre a espectroscopia ótica convencional.

¾ A caracterização ou identificação de materiais é feita com eficiência pelo Método de Espectroscopia Fotoacústica (PAS) UV-VIS.

¾ O caráter multidisciplinar das técnicas Fotoacústicas permite que a mesma seja compartilhada por pesquisadores permite que a mesma seja compartilhada por pesquisadores de diversas áreas.

2 – Objetivo Principal

2 – Objetivo Principal

¾ Estudar os fundamentos da Espectroscopia Fotoacústica (PAS) e aplicar a técnica em diferentes materiais para (PAS) e aplicar a técnica em diferentes materiais para caracterização de suas propriedades.

(4)

3 – Histórico

O efeito fotoacústico foi verificado pela primeira vez em 1880, por Alexander Graham Bell., p

Parker, Rosencwaig e Gersho, na década de 70, propuseram um modelo padrão da célula fotoacústica.

(5)

4 – Mecanismos de Geração PA

Fi 2 A b ã ó ti β ( 1) é d t i d l di tâ i l 1/β ( )

Figura 2: A absorção óptica β (cm-1) é determinada pela distância l

β=1/β (cm)

(6)

As ondas acústicas produzidas através dos pulsos de calor, são geradas por basicamente 3 diferentes mecanismos:

são geradas por basicamente 3 diferentes mecanismos:

(7)

5 – Perfil de Profundidade:

A análise de transmissão periódica de calor é feita pelo comprimento de difusão térmica µ (cm):

f i i

ω

ω

π

α

μ

2 2 2 / 1 = ⇒ ⎟ ⎠ ⎞ ⎜ ⎝ ⎛ =

Em que: α=k/ρc é a difusividade térmica (cm2/s).

(8)

6 – Teoria

O sinal Fotoacústico:

Figura 5: Célula Fotoacústica.

F j 0 0 F

(

0

)

e

T

l

P

S

θ

Φ

σ

γ

=

) t ( j s g e ) ( T l P ) t ( P 0 0 4 2 π − ω ⋅ θ μ γ = δ

(1)

0 g g

T

l

σ

Em que:γ=razão cp/cv, σg=coef. Complexo de difusão térmica do gás P = pressão média T = temperatura média φ = fase do

g T

l 2 0

gás, P0 = pressão média, T0= temperatura média, φf= fase do sinal e θ(0) =flutuação de temperatura na interface amostra-gás.

(9)

Equações de difusão térmica: ) t ( T 1 ) t ( T 2 0 ) t , x ( f t ) t , x ( T 1 x ) t , x ( T s 2 2 = + ∂ ∂ α − ∂ ∂ 0 ≤ ≤ − ls x ) t ( T 1 ) t ( T 2 amostra

(2)

0 t ) t , x ( T 1 x ) t , x ( T g 2 2 = ∂ ∂ α − ∂ ∂ g l x ≤ ≤ 0 ) t x ( T 1 ) t x ( T 2 gás

(3)

(4)

0 t ) t , x ( T 1 x ) t , x ( T b 2 2 = ∂ ∂ α − ∂ ∂ s s b l x l l + ≤ ≤ − − ( ) suporte

(4)

E T( t) é t t f( t) t f t d l

Em que: T(x,t) é a temperatura e f(x,t) representa a fonte de calor. Intensidade da fonte de luz monocromática:

Intensidade da fonte de luz monocromática:

) t cos ( I ) t ( I = 1+ ω 2 1 0

(5)

(10)

I ) ( λ β(λ )x β Densidade de calor:

(6)

] e [ k e I ) ( ) t , x ( f j t s x ) ( ω λ β − + η λ β = 1 2 0

Em que: η é a eficiência da conversão luz-calor (no modelo RG

(6)

Em que: η é a eficiência da conversão luz calor (no modelo RG assume-se η=1) e k é a condutividade térmica (cal/s.cm0C).

Substituindo a Eq. (6) em (2) as soluções para (2), (3) e (4):

{

}

{

x x x

}

j t s ( x ,t ) Ae Be Ce e T = σs + −σs − β ω t j x e e ) t x ( T = θ −σg ω

(7)

(8)

g ( x ,t ) e e T = θ t j x b( x ,t ) De e T = −σb ω

(8)

(9)

Em que:σi=(1+j)ai (cm-1) e a i=1/µi (cm-1) coeficiente de difusão

térmica. Verificando se a Eq. (7) é solução para Eq. (2): β η σ − β β = 2 2 0 2k ( ) I C s s

(10)

(11)

C.C., para os meios i e j: j i T T = T d k T d k =

(11)

(12)

Temperatura j j i i T dx k T dx k = Fluxo

(12)

Aplicando as c. c. nas soluções para Ts (7),Tg (8) e Tb (9) A temperatura na interface amostra-gás [θ(0)] é dada por:

p ç p s ( ), g ( ) b ( ) determina-se as constantes A, B e D e θ.

( )

(

)

(

)(

(

)

)(

)

(

)(

(

)

)(

)

(

)

⎟⎟ ⎠ ⎞ ⎜⎜ ⎝ ⎛ − − − + + − + − + − + − − = − S S S S S S S S S l l l l l S S S e b g e b g e r b e b r e b r k I σ σ β σ σ σ β β θ 1 1 1 1 2 1 1 1 1 2 0 2 0 2 (13) b b a k a k b = g g k a k g =

(

)

2 j 1 r = − β Em que: s sa k g ksas

(

)

s a 2 j

(12)

7-Montagem Experimental

Espectroscopia Fotoacústica (PAS)

(13)

8 – Aplicações

• Fibra:

1 – B F Fagundes, O Nakamura e D T Dias: Monitoramento do processo de

tingimento em sisal via Espectroscopia Fotoacústica, XXIV Encontro de Físicos tingimento em sisal via Espectroscopia Fotoacústica, XXIV Encontro de Físicos

do Norte e Nordeste em João Pessoa, p.85 (2006).

Figura 7: Plantação de Agave Sisalana Perrine, Amarilidaceae.

2 – L A Almeida, C S Ferreira, O Nakamura e D T Dias: Aplicação da

espectroscopia Fotoacústica no estudo de cabelo tratado termicamente, XXV

EFNNE em Natal, p.87 (2007).p ( )

Figura 8: Cabelos naturais e após tratamento térmico.

(14)

• Sistema biológico:

3 M V G Sales V C Bedeschi L D Amorim M V C Meira M Q Oliveira O 3 – M V G Sales, V C Bedeschi, L D Amorim, M V C Meira, M Q Oliveira, O Nakamura e D T Dias: Avaliação do sinal fotoacústico do esmalte dentário com

e sem placa bacteriana, XXVI EFNE em Recife, p.87 (2008).

(15)

• Polímeros:

5 – D T Dias, M L Baesso, A C Bento: Espectroscopia fotoacústica aplicada na análise de defeitos residuais em papel comercial, XXV EFNNE em Natal, p.88 (2007).

( )

Figura 10:Papel fabricado por Klabin-PR.

7 – R Bonzanini, D T Dias, M Giroto, E C Muniz, M L Baesso, A C Bento, A F Rubira, J M A Caiut, Y Messaddeq, S L J Ribeiro: Spectroscopic properties of polycarbonate and poly(methyl methacrylate) blends doped with europium (III) acetylacetonate Journal of Luminescence, v. 117, p. 61-67, (2006).

Figura 11: Esquema de um display Figura 11: Esquema de um display.

(16)

Fibra de sisal impregnada com corante artificial na cor azul

TECSAL (Tecelagem de Sisal da Bahia)

Tabela 1: Valores dos níveis de cada variável. Figura 12 : Processo de tingimento.

Tabela 1: Valores dos níveis de cada variável.

Variáveis de preparo Níveis

(-) (+)

( ) ( )

A - Concentração (%) 0.4 0,8

B - Tempo (min) 15 30

(17)

Tabela 2: Planejamento fatorial 23 para impregnação de sisal Ensaio A (%) B (min) C (0C) ( ) ( ) ( ) 1 - - -2 + - -3 - + -4 + + -4 5 - - + 6 + - + 6 + + 7 - + + 8 + + + 8 + + +

(18)

0 12

0,14 sisal sem corante

0.8% 15 min 50 0C 0 8% 30 min 500C 30 35 (b) 0 06 0,08 0,10 0,12 c o (u.a.) 0.8% 30 min 50 C 0.8% 15 min 1000C 0.8% 30 min 100 0C 10 15 20 25 30 c o (u.a. ) (b) 0,14 0,02 0,04 0,06 toacústi c (b) 35 -10 -5 0 5 toacústi c 08% 15 min 500 C 08% 30 min 500 C 08% 15 min 1000 C 08% 30 min 1000 C 0,08 0,10 0,12 S inal Fo

t sisal sem corante

0.4% 15 min 50 0C 0.4% 30 min 50 0C 0.4% 15 min 100 0C 0.4% 30 min 100 0C 15 20 25 30 35 Sinal Fo (a) 0 02 0,04 0,06 , S (a) -10-5 0 5 10 04% 15 min 500 C 04% 30 min 500 C 04% 15 min 1000 C 0

Figura 13: Espectro PA UV VIS para sisal sem

350 400 450 500 550 600 650 700 750 0,02 Comprimento de onda (nm) 400 500 600 700 -15 Comprimento de onda (nm) 04% 30 min 1000C Fi 14 E t PA d t

Figura 13: Espectro PA UV-VIS para sisal sem corante e ensaios: (a)1, 3, 5 e 7(b) 2, 4, 6 e 8.

Figura 14: Espectros PA do corante para ensaios: (a)1, 3, 5 e 7(b) 2, 4, 6 e 8.

(19)

Picos de absorção monitorados para determinar as variáveis que otimizam a impregnação destes corantes

35

u

.a.)

variáveis que otimizam a impregnação destes corantes

1 2 3 4 5 6 7 8 20 25 30 cústi co ( u 1 2 3 4 5 6 7 8 0,025 0,030 500C 1000C 0 5 10 15 n al Fotoa c 0,015 0,020 ura (u.a .) 400 450 500 550 600 650 700 0 Altura Centro Largura Si n Comprimento de onda (nm) Pico Area Ajuste Gaussiano 0,005 0,010 Al t 0,4 15 0,8 15 0,4 30 0,8 30 0,8 30 0,4 30 0,8 15 0,4 15 Altura 0.0109 0.0301 0.0189 Centro 472.3582 564.4177 650.0649 g 92.9383 126.231 77.1277 Pico 1 2 3 Area 0.6994 2.7015 1.0375 1 2 3 4 5 6 7 8 0,000 Ensaios

Figura 16: Máxima intensidade do sinal PA do Figura 15: Ajuste gaussiano tipicamente

para o ensaio 1 (0,4 % 15 min 500C) .

Figura 16: Máxima intensidade do sinal PA do corante (570 nm) para todas as amostras.

(20)

Aplicação da Espectroscopia Fotoacústica no estudo de cabelo tratado termicamente tratado termicamente 0,12 0,11 natural tratado termicamente segundo tratamento térmico terceiro tratamento térmico

) m=0,0288 g 0,09 0,10 S ina l PA (u .a 0 07 0,08 S 1300 1400 1500 1600 0,07 Comprimento de onda (nm)

Figura 17:Evidência da perda de água, depois do processo térmico, caracterizado pela diminuição da banda de -OH (1400nm-IV).

(21)

Monitoramento da banda de -OH 12 7 8 9 10 11 12 x10 -2 u.a .) 0,10

Ajuste da altura (1400 nm) X Amostra

2 3 4 5 6 7 S in al P A ( x 0,09 u ra ( u .a .) 1100 1200 1300 1400 1500 1600 -1 0 1 2 S Comprimento de Onda (nm) 0,08 Al tu Altura 0.08449 0.05371 0.02881 0 00779 Centro 1012 1127 1216 1291 Picos 1 2 3 4 0 1 2 3 0,07 Amostra

Figura 19: Tendência da altura em1400 nm Amostra = 0 Cabelo Natural

Amostra = 1 Tratado termicamente

A t 2 S d t t t té i 0.00779 0.09268 0.0109 0.02073 0.06349 1291 1449 1512 1578 1654 0.09268 4 5 6 7 8

Figura18: Ajuste Gaussiano de 1030 – 1650 nm tipicamente para amostra cabelo natural.

Amostra = 2 Segundo tratamento térmico Amostra = 3 Terceiro tratamento térmico

(22)

Avaliação do sinal fotoacústico do esmalte dentário com e sem placa bacteriana

Amostra

p aca bacte a a

Amostra

As amostras analisadas são facetas de esmalte dentário humano. Para a formação da placa as amostras foram envelopadas em pequenas bolsas de borracha e postas na cavidade oral de voluntários de 30 e 60 anos de borracha e postas na cavidade oral de voluntários de 30 e 60 anos pelo tempo de 48 e 72 h.

( ) (b)

(a) (b)

Figura 20: Esmalte dentário com placa bacteriana; (a) não revelada (b) revelada com fucsina básica.

(23)

48 h

72 h

0,015 0,020 sem biofilme com biofilme (u.a.) 0 ,0 1 5 0 ,0 2 0 s e m b io film e c o m b io film e u .a.)

48 h

72 h

0,005 0,010 Si n al PA ( 60 anos (b) 0 ,0 0 5 0 ,0 1 0 Si nal PA ( u 0,015 0,020 sem biofilme com biofilme (u.a.) 0,000 60 anos (b) 0 ,0 2 0 s e m b io film e c o m b io film e .) 0 ,0 0 0 60 anos (b) 0,005 0,010 com biofilme Si n al PA 30 anos (a) 0 ,0 1 0 0 ,0 1 5 c o m b io film e S inal PA (u.a . 400 500 600 700 800 900 0,000 Comprimento de Onda (nm) ( ) 4 0 0 5 0 0 6 0 0 7 0 0 8 0 0 9 0 0 0 ,0 0 5 S C o m p rim e n to d e O n d a (n m ) 30 anos (a)

Figura 21: Espectros VIS dente sem e com placa por 48 h; (a) 30 e (b) 60 anos.

p ( )

Figura 22: Espectros VIS dente sem e com placa por 72 h; (a) 30 e (b) 60 anos.

(24)

Identificação de resíduo cola

Cola Nacional (1) e Internacional (2)

) cola 1 2 4 6 c o (u.a. cola 1 cola 2 (b) 800 1000 1200 1400 1600 0 2 cola 1 o acúst ic 30 60 cola 1cola 2 (a) n al Fot o 200 300 400 500 600 700 800 0 Comprimento de onda (nm) Si n Comprimento de onda (nm)

(25)

Breu 3 4 (b) u .a .) 1 2 (b) ú st ico ( u 16 24 800 1000 1200 1400 1600 F ot oac ú 0 8 16 (a) Sinal F 200 300 400 500 600 700 800 0 Comprimento de onda (nm)

(26)

Amostras: Poli(carbonato bisfenol A)/poli(metacrilato de metila) (PC/PMMA) dopada com acetilacetonato de európio (III) hidratado (PC/PMMA) dopada com acetilacetonato de európio (III) hidratado [Eu(acac)3(H2O)] 20 60/40 base 60/40 1% 15 20 a .) 60/40 1% 60/40 2% 60/40 4% 60/40 8% Blendas

PC%/PMMA% [Eu(acac)(H O)] 3 Método Precipitação em não Solvente

10 n al PA (u. a % 60/40 16% PC%/PMMA% (H2O)] 60/40 0, 1, 2, 4, 8 e 16 % 40/60 5 Si n 16 % 40/60 20/80 Total 18 amostras 200 250 300 350 400 450 500 0 Comprimento de onda (nm) Comprimento de onda (nm)

Figura 25: Interação do [Eu(acac)3] com as blendas PC/PMMA Espectro Fotoacústico UV-VIS blenda 60/40

(27)

Interação do acetilacetonato de európio (III) com as Blendas 25 PC PC 4 % PC 16 % PMMA PMMA 4 % 1 0 20/80 IMax20/80 15 20 A (u .a .) PMMA 4 % PMMA 16 % 0,4 0,6 0,8 1,0 20/80 40/60 I Ma x I 40/60 A (u.a.) 10 15 Sinal P A 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 0,0 0,2 60/40 % [Eu(acac)3] (wt/wt) / % IMax40/60 Sinal P A 0 5 250 300 350 400 450 500 IMax60/40 C i t d d ( )

Figura 27: Espectro Fotoacústico

UV-200 250 300 350 400

0

Comprimento de onda (nm)

Figura 26: Espectro PA normalizado e reduzido do

Comprimento de onda (nm)

VIS das amostras PC e PMMA puro e dopado

espectro da base - blendas 4% Eu Inserida: Intensidade do sinal Pa máximo como função da dopagem.

(28)

Espectroscopia de Emissão de Luminescência 8 10 12 20/80 0.5 % 20/80 1 % 20/80 2 % 20/80 4 % (a) 5D0 7F2 a .) 2 4 6 20/80 16 % 5 D 0 7 F 4 5 D 0 7 F 3 5 D 0 7 F 1 5 D 0 7 F 0 relat iva (u. a 0 4 5 6 (b) e nsidade r PC/PMMA (20/80) PC/PMMA (60/40) 0 1 2 3 Int e 550 575 600 625 650 675 700 725 0 Comprimento de onda (nm)

Figura 28: Espectro de Emissão (λ =394 nm) Figura 29: Decaimento radioativo do nível Figura 28: Espectro de Emissão (λex=394 nm)

(a) Bl 20/80 (b) Bl 20/80 e 60/40 dopadas com 1%.

Figura 29: Decaimento radioativo do nível

5D

(29)

Eficiência Quântica η=τexp / τrad

Tabela 3: Dados Fotoluminescentes das blendas dopadas com [Eu(acac) ]

Amostra AT (s-1) τ

rad (ms) τexp (ms) η(%)

[Eu(acac)3]* - - 0,288 32,6

Blenda (20/80)

Tabela 3: Dados Fotoluminescentes das blendas dopadas com [Eu(acac)3]

Blenda (20/80) 0,5 % Eu3+ 611,3 1,64 0,736 44,9 1,0 % Eu3+ 971,8 1,03 0,563 54,7 2,0 % Eu,0 % u3+ 808,3808,3 1,24, 0,8300,830 66,966,9 4,0 % Eu3+ 849,2 1,18 0,600 50,8 8,0 % Eu3+ 660,8 1,51 0,441 29,2 16 % Eu3+ 594,4 1,68 0,329 19,6 Blenda (60/40) 0,5 % Eu3+ 654,4 1,530 0,700 45,7 1,0 % Eu3+ 959,1 1,040 0,532 51,1 2,0 % Eu3+ 1032,7 0,963 0,690 71,6 4,0 % Eu3+ 1000,8 0,999 0,720 72,1 8,0 % Eu3+ 1003,2 0,997 0,430 43,2 *Dado retirado da literatura

(30)

9 – Conclusão

9 Conclusão

No estudo espectroscópico de tingimento em sisal se o fator custo daNo estudo espectroscópico de tingimento em sisal se o fator custo da energia gasta no processo for observado, pode-se sugerir como ponto ótimo de preparo 0,4 % por 15 min a 500C (amostra 1), ou seja, metade

do recomendado pelo fabricante do corante.

O monitoramento das bandas –OH para cabelo tratado termicamente

i di t i l f lt õ ó i t té i

indicaram que o material sofre alterações após aquecimento térmico.

A PAS mostrou que a placa bacteriana formada sobre o esmalte dentário fornece uma banda de absorção em torno de 410 nm e que a sua fornece uma banda de absorção em torno de 410 nm e que a sua formação é influenciada pelo fator idade.

(31)

Foi possível diferenciar as duas qualidades de cola, utilizada pela indústria de papel e ainda detectar a existência da cola nacional no indústria de papel e ainda detectar a existência da cola nacional no resíduo desconhecido. Atualmente a indústria Klabin de papel não trabalha com a cola nacional.

No estudo das propriedades espectroscópicas e fotoluminescentes de blendas de PC/PMMA dopadas com Eu3+ constatou-se a localidade

preferencial do complexo Eu na fase PC. As blendas dopadas apresentaram alto tempo de vida e alto valor de eficiência quântica (≈50%).

(32)

10 – Bibliografia

10 Bibliografia

1. Rosencwaig A “Photoacoustics and Photoacoustic Spectroscopy” Wiley, New York (1980).

2. Vargas H and Miranda L C M “Photoacoustic and Related Photothermal Techniques” Phys. Rept. 161 43 (1988).

3. Bialkowski S E ed. “Photothermal Spectroscopy Metods for

3. Bialkowski S E ed. Photothermal Spectroscopy Metods for Chemical Analysis” Wiley-Interscience, USA (1996)

4 Dias D T “Caracterização Óptica e Térmica de Materiais Poliméricos

4. Dias D T Caracterização Óptica e Térmica de Materiais Poliméricos via Métodos Fototérmicos” – tese de Doutorado defendida no departamento de física da UEM (2005).

Referências

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