INFORME ECONÔMICO
16 de janeiro de 2015
RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS
A queda do preço do petróleo continua mantendo a inflação baixa no mundo. No Brasil, a inflação segue pressionada pelos reajustes de preços administrados.
Nos EUA, a queda do preço do petróleo pressiona a inflação para baixo. As vendas do varejo
de dezembro decepcionaram, com queda de 0,9% na margem. A desaceleração das vendas foi espraiada entre os componentes do indicador. O grupo controle, que exclui automóveis, combustíveis e material de construção, contraiu 0,4% na margem, vindo de um crescimento de 0,6% no mês anterior. Com este resultado o crescimento das vendas no quarto trimestre será de 3,8%, abaixo dos 4,4% do terceiro trimestre, implicando num viés de baixa para a atual projeção de 3,5% para o PIB do quarto trimestre. Com relação à inflação, a queda dos preços do petróleo tem impulsionado o CPI para baixo. A inflação em 12 meses, entre novembro e dezembro, passou de 1,3% para 0,8%, refletindo a queda de mais de 20% da gasolina no ano. O núcleo do CPI que exclui alimentos e energia, passou de 1,7% para 1,6% neste mesmo período. Por outro lado, a pesquisa de emprego JOLTS mostrou que o número de postos de trabalho disponíveis vem acelerando de forma significativa e atingiu 4,9 milhões. Mantemos nossa avaliação de que o FED iniciará a subida de juros em meados do ano.
Na Europa, a queda do preço do petróleo juntamente com uma atividade fraca geraram pressões deflacionárias significativas no bloco, o que deve levar o Banco Central Europeu a adotar mais medidas de relaxamento. A produção industrial cresceu 0,2% na margem em
novembro, acima das expectativas do mercado de estabilidade e do crescimento de 0,1% do mês anterior. Este crescimento refletiu a recuperação da atividade na Europa emergente, ao passo que os países centrais tiveram baixo crescimento. Apesar da surpresa, o PIB do quarto trimestre deve fechar com crescimento de apenas 0,1%, desacelerando em relação ao trimestre anterior. Caso este número se confirme, o PIB do bloco deve crescer 0,8% no ano, primeiro crescimento positivo após dois anos de quedas consecutivas, todavia este crescimento ficará aquém das expectativas do início do ano. Com relação à inflação, a queda do preço do petróleo juntamente com a grande ociosidade da economia, fizeram o CPI do bloco registrar deflação de 0,2% na comparação anual, sendo essa a primeira leitura negativa desde 2009 e muito aquém da meta de 2,0% perseguida pela autoridade
0.6% 0.2% 0.5% 0.7% -0.1% 0.4% 0.6% -0.1% 0.3% -0.2% 0.7% 0.5% -0.4% -0.2% 0.0% 0.2% 0.4% 0.6% 0.8% Ja n -1 1 Ap r-11 Ju l-1 1 Oc t-11 Ja n -1 2 Ap r-12 Ju l-1 2 Oc t-12 Ja n -1 3 Ap r-13 Ju l-1 3 Oc t-13 Ja n -1 4 Ap r-14 Ju l-1 4 Oc t-14
Vendas do varejo: Grupo de Controle (Total ex autos, combustíveis e material de construção)
média móvel 3 meses
3.1 4.6 2.1 4.9 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0 4.5 5.0 5.5 Ja n-01 Se p-01 Ma y-02 Ja n-03 Se p-03 Ma y-04 Ja n-05 Se p-05 Ma y-06 Ja n-07 Se p-07 Ma y-08 Ja n-09 Se p-0 9 Ma y-10 Ja n-11 Se p-1 1 Ma y-12 Ja n-13 Se p-13 Ma y-14
Postos de trabalho abertos (milhões de empregos disponíveis)
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monetária. A inflação do Reino Unido passou de 1,0% para 0,5%, na comparação anual, confirmando esta tendência. Diante da frágil atividade e do CPI em deflação, o BCE deve adotar mais um relaxamento monetário na próxima reunião que ocorrerá na semana que vem.
Na China, os dados divulgados na semana mostram que a atividade deve ter recuperado em dezembro, passada a influência negativa que a reunião da APEC exerceu sobre os resultados de novembro. A balança comercial de dezembro foi superavitária em US$ 46,0 bilhões, resultado do
avanço das exportações, que passaram de um crescimento de 4,7% em novembro para 9,7% em dezembro e a menor queda das importações, que passaram de queda de 6,7% em novembro para queda de 2,4% em dezembro na comparação anual. A melhora das exportações foi ditada pela expressiva melhora da demanda dos EUA e por alguma recuperação da demanda da União Européia e da Ásia emergente. As importações de commodities em volume aceleraram, por exemplo, as importações de minério de ferro e de petróleo bruto, passam de quedas de 13,4% e 7,9% para crescimento de 18,4% e 13,4%, respectivamente, entre novembro e dezembro, na comparação anual. Todavia, em termos de preços, as principais commodities continuaram a perder valor. Com relação ao crédito, o total de empréstimos surpreendeu positivamente com 1,7 trilhão de renminbi de novos empréstimos, acima do 1,15 trilhão registrado em novembro. A composição mostrou moderação do crédito bancário e aumento do crédito não bancário. Este movimento pode ser uma indicação que os governos locais se anteciparam à nova regulação que proibirá os empréstimos não bancários para esses segmentos do governo. Em suma, ambos dados sinalizam que os fracos resultados de novembro foram pontuais, devido à influencia da reunião da APEC que restringiu o funcionamento de diversas indústrias a fim de melhorar a qualidade do ar na região da reunião.
-40% -20% 0% 20% 40% 60% 80% jan-0 7 jun-0 7 no v -07 ab r-08 se t-0 8 fe v -0 9 jul -09 de z-0 9 ma i-1 0 ou t-1 0 ma r-1 1 a g o-1 1 jan-1 2 jun-1 2 no v -12 ab r-13 se t-1 3 fe v -1 4 jul -14 de z-1 4
China: exportações por países (% A/A)
Asia (ex Japão) Japão EUA Zona do Euro
Fonte: CEIC 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 De c-02 De c-03 De c-04 De c-05 De c-06 De c-07 De c-08 De c-09 De c-10 De c-11 De c-12 De c-13 De c-14
China: Financiamento Total e Empréstimos Bancários
(Trilhões Yuan, ytd)
Empréstimos bancários Fin. Total
Fonte: CEIC 88.8 97.4 84.5 74.5 71.5 65 70 75 80 85 90 95 100 105 ju l-08 ja n-09 ju l-09 ja n-10 ju l-10 ja n-11 ju l-11 ja n-12 ju l-12 ja n-13 ju l-13 ja n-14 ju l-14
Zona do Euro - Produção Industrial
(100 = Jan/2008) Ajustado Sazonalmente
Zona do Euro Ale Fra Ita Esp
Fonte: Eurostat, BRAM
-0.2 0.7 -1 0 1 2 3 4 5 de z-99 ou t-00 ag o-01 jun -0 2 ab r-03 fe v-04 de z-04 ou t-05 ag o-06 jun -0 7 ab r-08 fe v-09 de z-09 ou t-10 ag o-11 jun -1 2 ab r-13 fe v-14 de z-14
Zona do Euro - Inflação (% A/A)
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No Japão, os dados de atividade apontam uma ligeira recuperação da economia no quarto trimestre em relação ao terceiro e uma inflação cadente. Os pedidos de máquinas de novembro,
apesar de terem registrado, em termos dessazonalizados, queda de 10% em relação a outubro, a média de novembro e outubro contra a média do terceiro trimestre mostra um recuo de 4%, o que é inferior ao recuo registrado no terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre de quase 15%. A pesquisa Eco Watchers mostrou uma melhora da avaliação da situação econômica corrente, assim como, em relação ao futuro. Esta melhora foi observada tanto pelas famílias como pelas empresas. Com relação à inflação, o índice de preços ao produtor apresentou nova queda de 0,4% na margem em dezembro, impulsionado pelo recuo do preço do petróleo. Com este resultado, o PPI ex-impostos passou de queda de 0,2% em novembro para queda de 0,9% em dezembro, aumentando a pressão sob o Banco Central do Japão por uma adoção adicional do relaxamento monetário. Apesar da autoridade monetária considerar a queda do preço do petróleo favorável para economia nipônica, o que pressionaria a inflação no longo prazo, a queda acentuada do preço desta commodity pode jogar a economia num novo processo deflacionário no curto prazo. Nosso cenário é que o Banco Central adote mais uma rodada de relaxamento quantitativo e qualitativo em meados do ano.
Nos emergentes, destaque para as reuniões de política monetária na Índia, Peru e Chile. Em
reunião extraordinária o Banco Central da Índia (RBI) decidiu reduzir em 25 pontos base (p.b.) a taxa de juros referencial do país, levando-a para 7,75% a.a. O motivo principal dessa redução teve como base a queda expressiva na inflação corrente, derivada da dinâmica deflacionária nos preços das
commodities. No Peru, o Banco Central (BCRP) também reduziu a taxa de juros em 25 p.b. O
crescimento abaixo do potencial e a percepção de que a inflação deve convergir para o centro da meta (2%) nos próximos meses justificam, segundo o BCRP, esse novo afrouxamento monetário. O Banco Central do Chile (BCC), por sua vez, manteve a taxa de juros em 3% e adotou uma postura neutra em seu comunicado, especialmente com relação à inflação. As autoridades monetárias do país mostraram cautela diante da debilidade da economia e da queda recente dos preços, dado que o núcleo da inflação se mantém bem acima do intervalo da meta e que os salários continuam sob pressão.
No Brasil, as vendas do varejo surpreendem positivamente puxadas pelas vendas de Natal.
As vendas do varejo restritas surpreenderam positivamente e registraram forte crescimento de 0,9%, na margem com ajuste sazonal. Esse resultado superou a mediana das expectativas do mercado e a nossa projeção, que eram alta de 0,2% e queda de 0,8%, respectivamente. Os destaques positivos foram as vendas de outros artigos de uso pessoal e doméstico (que englobam, as vendas de itens de decoração de Natal), papelaria e móveis e eletrodomésticos. Este último grupo provavelmente teve um efeito da antecipação de vendas de Natal com as promoções que ocorreram em novembro. As vendas de hiper e supermercados contraíram, mas seu efeito negativo foi compensado pelos demais grupos.
0 200 400 600 800 1000 1200 Ja n-07 Jun-0 7 No v-07 Ap r-08 Se p -0 8 Feb -0 9 Ju l-09 De c-09 Ma y-1 0 Oc t-10 Ma r-11 Au g-1 1 Ja n-12 Jun-1 2 No v-12 Ap r-13 Se p -1 3 Feb -1 4 Ju l-14
Japão: Pedidos de Máquinas - Setor privado, ex-embarcações e eletricidade (JPY bilhão)
Fonte: CEIC 7.5 2.2 -2.2 4.5 1.9 -0.9 -10-8 -6 -4 -20 2 4 6 8 10 ja n-05 ag o-05 ma r-06 ou t-06 ma i-0 7 de z-07 jul -0 8 fe v-09 se t-09 ab r-10 no v-10 ju n-11 ja n-12 ag o-12 ma r-13 ou t-13 ma i-1 4 de z-14 Japão: PPI (% A/A) PPI ex-VAT Fonte: Bloomberg
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Os setores que tiveram melhor desempenho, em especial artigos de uso pessoal e doméstico, indicam que parte dessa recuperação do varejo é pontual não sugerindo uma recuperação de maior fôlego. As vendas ampliadas, que incluem automóveis e material de construção, cresceram 1,2%, na margem, refletindo a melhora da venda de automóveis devido à antecipação do consumo em função do fim do IPI reduzido. O IBC-Br de novembro fechou com crescimento na margem de 0,04%, acumulando no trimestre expressiva alta de 0,8% com ajuste sazonal em função do efeito da base deprimida pelo evento da Copa do Mundo. Neste contexto, nossa projeção para o PIB do quarto trimestre é crescimento de 0,3%, o que fará o ano fechar com crescimento de 0,1%.
Com relação à inflação, a queda dos preços de importantes commodities deve atuar no sentido de amenizar a inflação e, em contrapartida, os reajustes de preço de bens administrados devem manter a inflação pressionada. O IGP-10 de janeiro variou 0,42%,
desacelerando dos 0,98% de dezembro em função da menor variação do IPA agrícola e industrial que refletem a queda dos preços do petróleo e de outras commodities. A menor inflação oriunda das
commodities deve ajudar a conter a pressão altista dos itens monitorados. Conforme discurso dos
ministros da Fazenda e das Minas e Energia, o Tesouro Nacional deixará de ser responsável por cobrir parte dos encargos do setor elétrico, o que terá como contrapartida o aumento da tarifa de energia. Esta decisão já está contemplada em nosso cenário para o IPCA, que deve registrar inflação de 1,2% em janeiro. Confirmando-se nossa projeção, a inflação acumulada em 12 meses deverá acelerar de 6,4% para 7,1%, entre dezembro de 2014 e janeiro desse ano. A fim de mitigar os efeitos secundários da maior pressão dos bens monitorados, mesmo que num ambiente de atividade fraca, avaliamos que o Copom manterá sua trajetória de elevação da Selic em 50 p.b. na próxima reunião do Copom na semana que vem, o que elevará a Selic para 12,25% ao ano.
116.0 115.1 115.2 107.9 45 55 65 75 85 95 105 115 125 Feb -0 3 No v-03 Au g-04 Ma y-05 Feb -0 6 No v-06 Au g-07 Ma y-08 Feb -0 9 No v-09 Au g-10 Ma y-11 Feb -1 2 No v-12 Au g-13 Ma y-14 Vendas Varejo índice SA Restrita Ampliada 0.7 0.7 0.3 0.5 -0.3 -0.2 0.5 -1.2 0.30.5 1.1 0.8 -0.4 1.4 -1.3 1.0 0.10.4 -1.4 1.2 -1.5 1.6 0.2 -2.0 -1.5 -1.0 -0.5 0.0 0.5 1.0 1.5 2.0 Feb /1 0 Au g/ 10 Feb /1 1 Au g/ 11 Feb /1 2 Au g/ 12 Feb /1 3 Au g/ 13 Feb /1 4 Au g/ 14
Índice de Atividade BC (IBC-BR)
Mensal (%)
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INDICADORES DE MERCADO
12.58 12.28 11.87 12.69 12.48 12.05 11.4 11.6 11.8 12.0 12.2 12.4 12.6 12.8DI Jan16 DI Jan17 DI Jan21
Estrutura a Termo de Juros no Brasil (Vértices DI) - % 16-Jan-15 9-Jan-15 5.14 5.82 5.51 5.87 4.6 4.8 5.0 5.2 5.4 5.6 5.8 6.0 NTN-B 2017 NTN-B 2024 Yield da NTN-B (%) 16-Jan-15 9-Jan-15
Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses
Franco Suíço 0.87 16.27% 13.97% 13.97% 3.71% Euro 1.16 -2.10% -4.17% -4.17% -14.88% Libra 1.52 0.08% -2.60% -2.60% -7.23% Dolar Canadense 1.20 -1.40% -3.44% -3.44% -9.18% Dolar Australiano 0.82 0.04% 0.39% 0.39% -6.96% Rublo Russo 65.29 -4.98% -6.98% -6.98% -48.82% Iene (Japão) 116.56 1.66% 2.76% 2.76% -10.48% Yuan (China) 6.21 0.01% -0.04% -0.04% -2.45% India 61.87 0.73% 1.89% 1.89% -0.53% Real 2.62 0.38% 1.32% 1.32% -9.97% Peso Chileno 627.40 -2.02% -3.34% -3.34% -15.03% Peso Mexicano 14.65 -0.35% 0.66% 0.66% -9.41% Peso Colombiano 2400.00 0.71% -0.98% -0.98% -18.77% Sol Peruano 3.00 -0.55% -0.77% -0.77% -6.44% Lira Turca 2.32 -1.16% 0.58% 0.58% -4.94% Bangladesh Taka 77.86 0.03% 0.09% 0.09% -0.24%
Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses
CRB 428.8 -1.36% -2.06% -2.06% -6.65%
CRB (em Reais) 1132.8 -1.01% -2.63% -2.63% 4.44% Petróleo BRENT 49.3 -2.72% -14.85% -14.85% -54.23%
Libor USD 3m 0.25 0.00 0.00 0.00 0.02
Libor EUR 3m 0.07 0.00 -0.01 -0.01 -0.23
Título 10 anos Itália 1.68 -0.20 -0.21 -0.21 -2.16 Título 10 anos Alemanha 0.44 -0.05 -0.10 -0.10 -1.34 Título 10 anos EUA 1.71 -0.23 -0.46 -0.46 -1.13
CDS Brasil 5 anos 212 5 11 15 13
VIX 22.4 4.8 3.2 6.5 9.9
Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses
S&P 500 Index 1,992.7 -2.55% -3.22% -3.22% 7.95% Dow Jones 17,320.7 -2.35% -2.82% -2.82% 5.50% CAC (França) 4,330.3 3.62% 1.35% 1.35% 0.25% DAX (Alemanha) 10,015.4 3.80% 2.14% 2.14% 3.06% FTSE 100 (Inglaterra) 6,491.4 -0.15% -1.14% -1.14% -4.75% Nikkei 225 (Japão) 16,864.2 -1.94% -3.36% -3.36% 7.09% Shangai (China) 3,538.4 2.78% 4.40% 4.40% 67.08% Ibovespa 48,425.7 -0.85% -3.16% -3.16% -2.56% Dados atualizados às 11:21
(1) Variações positivas das moedas significam valorização em relação ao dólar Moedas¹
Commodities, Juros e Risco
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CALENDÁRIO E PROJEÇÕES
Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior
20/1 até 23/1
- Criação de empregos formais - CAGED Brasil Dez -- -500000.00 8381.00 - Coleta de impostos Brasil Dez -- 120582M 104470M Terça 20-jan
00:00 Investimento em ativos fixos urbanos (A/A) China Dez -- 15.70% 15.80% 00:00 Vendas no Varejo (A/A) China Dez -- 11.70% 11.70% 00:00 Produção Industrial (A/A) China Dez -- 7.40% 7.20%
00:00 PIB AS (T/T) China -- -- 1.70% 1.90%
00:00 PIB (A/A) China -- -- 7.20% 7.30%
08:00 Índice ZEW de Sentimento Econômico Z. Euro Jan -- -- 31.80 13:00 Discurso de Powell - Membro do Fed EUA -- -- -- --Quarta 21-jan
07:30 Ata do BOE Reino Unido -- -- --
--11:30 Construção de casas novas EUA Dez -- 1042K 1028K - COPOM - Decisão da Selic Brasil -- 12.25% 12.25% 11.75% Quinta 22-jan
10:45 Reunião BCE - Taxa de Juros Z. Euro -- -- 0.05% 0.05% 11:30 Novos Pedidos Seguro-Desemprego (Jobless Claims) EUA -- -- 300K 316K 13:00 Confiança do Consumidor Z. Euro Jan -- -10.50 -10.90 Sexta 23-jan
07:00 PMI Indústria Z. Euro Jan -- 51.00 50.60 07:00 PMI Serviços Z. Euro Jan -- 52.00 51.60 07:00 PMI Composto Z. Euro Jan -- 51.70 51.40 09:00 IPCA-15 (M/M) Brasil Jan 0.94% 1.09% 0.79% 10:30 Nota à Imprensa: Transações Correntes Brasil Dez -$10000M -$9922M -$9333M 11:30 Índice de Atividade - Fed Chicago EUA Dez -- -- 73.00% 13:00 Vendas de Casas Usadas EUA Dez -- 5.07M 4.93M 13:00 Indicadores antecedentes (M/M) EUA Dez -- 0.40% 0.60%
2010 2011 2012 2013 2014 2015
PIB (% ao ano) 7.5% 2.7% 0.9% 2.5% 0.1% 0.2%
Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 5.9% 6.5% 5.8% 5.9% 6.4% 6.9%
Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 11.3% 5.1% 7.8% 5.5% 3.7% 5.5%
Taxa Selic (final do ano) 10.75% 11.00% 7.25% 10.00% 11.75% 13.00%
Taxa Selic (média do ano) 10.00% 11.75% 8.46% 8.44% 10.88% 12.38%
R$/US$ média do ano 1.76 1.67 1.95 2.16 2.35 2.67
R$/US$ final do ano (Média - Mês de Dezem 1.67 1.83 2.08 2.35 2.66 2.70
Exportações (US$ bilhões) 201.9 256.0 242.6 242.2 225.2 204.3
Importações (US$ bilhões) 181.6 226.2 223.1 239.6 229.1 202.3
Balança Comercial (US$ bilhões) 20.3 29.8 19.5 2.6 -3.9 2.0
Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -47.4 -52.6 -54.2 -81.0 -89.3 -75.0
Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2.3 -2.1 -2.4 -3.6 -4.1 -3.7
Superávit Primário (% PIB) 2.8 3.2 2.4 1.9 -0.1 1.2
Dívida Líquida (% PIB) 39.1 36.4 35.2 33.8 36.6 38.4
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As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mu-danças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exati-dão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma
ofer-Tel.: 2178-6600
Material produzido em 16/01/2015 às 15h00
Outras edições estão disponíveis no Site: www.bradescoasset.com.br, item “Informações aos Investidores”/”Nossa visão”/ “Informativos de Macroeconomia”.
FERNANDO HONORATO BARBOSA
Economista-chefe
DANIEL XAVIER FRANCISCO
IEDA RODRIGUES MATAVELLI
JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA
HUGO RIBAS DA COSTA
MIRELA SCARABEL
THIAGO NEVES PEREIRA