L E S C É P H A L É E S V A S C U L A I R E S . J . B A R B I Z E T . Um volume corn 1 2 4 páginas e 4
ilus-trações. G. Doin & Cie., P a r i s , 1950.
No terceiro capítulo é ventilado o intrincado problema da enxaqueca; apelan-do p a r a a clínica, p a r a os daapelan-dos paraclínicos e experimentais, Barbizet tenta ar-quitetar uma hipótese relativa à fisiopatologia da hemicrania, acabando por de-monstrar que nenhuma das teorias conhecidas é inteiramente satisfatória. Termina o capítulo propondo um modelo de exame, incluindo testes farmacodinâmicos com o objetivo de esclarecer o mecanismo da dor em cada caso particular e permitir a orientação terapêutica. No capítulo 4 são estudados o mecanismo e as vias de transmissão das cefaléias acompanhadas de distúrbios vasomotores.
O quinto capítulo é dedicado às diversas variedades e mecanismos das cefa-léias que têm como substrato uma lesão vascular orgânica, como sejam as arteri-tes e os aneurismas. Depois, é estudada a participação vascular nos casos de al-gias crânio-faciais que se originam em formações cefálicas sensitivas não vascula-res. Finalizando, depois de recapitular os diferentes mecanismos de ação dos vasos encefálicos n a gênese das cefaléias, o a u t o r conclui que a participação vascular di-fere nos diversos casos particulares.