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Ciênc. saúde coletiva vol.2 número12

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Academic year: 2018

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Considerações Teórico-metodológicas acerca do

Discurso de N a oma r de Alme ida Filho sobre

"T ra nsdisciplina rida de e Saúde C ole tiva "

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Au gu st a Th ereza d e Alva r e n ga

1

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E

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nfrentar a abo rd agem d e questõ es metateó ricas no c am p o d a Saúd e

Coletiva, so bretudo tend o em vista a assunção de uma perspectiva pragmática, é tarefa co m-plexa e desafiante a que Naomar d e A lmeida Filho, em seu artigo "Transdisciplinaridade e Saúde Coletiva" não se esquiva, realizando um tratamento co mp etente e p o lêmico so bre o tema.

Ao to mar a "co mp lexid ad e", q ue Morin

(1996) co nsid era o eixo da ciência co

ntem-po rânea, co m o d esafio para pensar o o bjeto da Saúde Coletiva, tradicio nalmente no mea-do no s estumea-do s ep id emio ló gico s (co nsid eradas as vertentes "clássica" e "crítica") d o pro -cesso saúd e-d o ença, A lmeida Filho o amplia, acredito d e maneira feliz, para o co nceito d e "co mp lexo saúd e-d o ença-cuid ad o ".

Com isto, o autor pressupõ e a articula-ção d e p ro cesso s d e diferentes níveis e, evi-d entemente, "co mp lica" sua forma evi-d e trata-mento , p o r co nta da múltipla natureza d o o bjeto d e sua análise e do s desafios em tor-no d o instrumental meto d o ló gico teó rico e técnico capaz d e dar co nta da co mplexid ad e que o tema da transdisciplinaridade encerra. Trata-se, em suma, d e saber d e que co mp le-xidade se fala.

Neste sentido o próprio o bjeto d e refle-xão do autor, a transdiciplinaridade, se carac-teriza co mo o bjeto co mp lexo e extrapo la, a meu ver, em muito, o s limites d e seu

discur-so, o que, antes de constituir um ponto crí-tico, é, ao contrário, indicador da riqueza heurística que sua proposta encerra.

Isso porque traz, em seu âmago, ques-tõ es que dizem respeito às relaçõ es existen-tes entre ciência e filosofia, assim co mo ciên-cia e tecno lo gia, dentre outras, dada a carac-terística básica d o camp o , que constitui uma área de co nhecimento e de prática, cujo o bjeto "co mp lexo saúd e-d o ença-cuid ad o ", no mead o pelo autor, pretend e representar.

Daí seu pro pó sito em adotar, no trata-mento d o tema, uma p o sição que inco rpo re "tanto a crítica ló gica, quanto a perspectiva pragmática", tend o em vista a negação d e

"mo d elo s" que não atend am a umazyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA " p r o p o s -t a d e p r á -t i c a de a p r e e n s ã o - a p r o x i m a ç ã o d o s

o b j e t o s c o m p l e x o s " p o r co nstituírem " m o d e -l o s p r e s c r i t i v o s , n o r m a t i v o s " , que tratam " o s

c a m p o s d i s c i p l i n a r e s c o m o e n t i d a d e s n í t i d a s

a b s t r a t a s , p r o d u t o r a s d e i n t e r - r e l a ç õ e s

f e t i c h i z a d a s e i d e a l i z a d a s " . Co m isso , seu o bjetivo básico é a p ro p o sição d e um mo d e-lo d e transdisciplinaridade passível d e contri-buir, em termo s gerais, para a redefinição d o p ro cesso d e trabalho no camp o da Saúde Coletiva. O A utor especifica sua co ntribuição quand o a exemplifica através d o o bjeto co m-p lexo "d em-pressão ": " s u a a b o r d a g e m e n q u a n t o

i m p o r t a n t e p r o b l e m a d e s a ú d e c o l e t i v a n a

s o c i e d a d e b r a s i l e i r a a t u a l d e p e n d e r á d a p r o

-d u ç ã o e f i c i e n t e -d e u m -d i s c u r s o c o o r -d e n a -d o ,

r e s u l t a n t e d e o p e r a ç õ e s d e p r o d u ç ã o d e c o

-n h e c i m e -n t o d e d i v e r s a s -n a t u r e z a s , r e l a t i v a m e -n t e

válido como objeto-modelo sintético destinado ==1 Faculdade d e Saúde Pública da Universidade d e São

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a orientar a ação sobre aquele complexo de

múltiplas determinações".

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O reconhecimento por parte do Autor

de que sua pro po sta inscreve-se no interior de uma reflexão metateó rica o nd e o recurso à filosofia da Ciência é co nd ição necessária, é explicitado pelo eixo básico que A lmeida Filho define co m o estruturador d e seu texto, a disjuntiva análise e síntese, através da qual articula a questão da co mp lexid ad e co m o objeto da ciência e a transdiciplinaridade co mo tema de seu discurso.

A relevância atual da Filosofia da Ciência para cientistas de diferentes áreas do co nhe-cimento p o d e ser exemplificada pela riqueza da discussão mo d ernamente travada entre e a partir de pensad o res co mo Po pper, Kuhn, Lakatos e Feyerabend acerca d o desenvolvi-mento do co nhecidesenvolvi-mento científico, o nd e a diversidade d e questõ es p o stas à ciência enco ntra am p lo esp aç o p ara a reflexão meto d o ló gica teórica e técnica, so b diferen-tes abo rd agens. É o caso , no discurso de Naomar de A lmeida Filho, da questão relati-va às várias mo dalidades de síntese po r ele referida e cuja representação , em termo s de instrumental teó rico -meto d o ló g ico para o s cientistas, enco ntra-se em diferentes teorias ou mo d elo s teó rico s.

Isso eqüivale dizer que sistemas metateó rico s (âmbito da Filo so fia) e sistemas teó -ricos (âmbito da Ciência) estão estreitamente

ligados, devido ao fato de dizerem respeito aos primeiros o s fundamento s de natureza lógica, o nto ló gica e epistemo ló gica que fcundam e estruturam o s segund o s, so b d e-terminadas co ncep çõ es. Ilustrando tal relação no caso das Ciências Sociais, Oliveira Filho (1976) afirma que as co ncep çõ es ou co rren-tes analítica, hermenêutica, dialética e plura-lista, esta última p o r ap resentar relaçõ es triádicas ou diádicas co m relação às anterio-res, são reproduzidas no interior do s

siste-mas teó rico s da área co m o co ncep çõ es teórico-metodológicas de o rientação funcio nalista, estruturalista, co mpreensiva (o u herme-nêutica), etnometodológica, existencial,

dialética, além do empirismo sociológico. No campo da Biologia, a coletânea de Ayala e Dobzhanski (1983) apresenta como reprodu-ções clássicas dessas correntes as

"explica-ções" mecanicista ou reducionista (mecanicismo), composicionista ou funcionalista (organicismo), histórica ou genética (evolucionismo), além das teleológicas ou hermenêu-ticas (vitalismo).

É nesse sentido que vejo a pro po sta de A lmeida Filho anco rad a em um amplo co n-texto de co mp lexid ad es, o nd e a questão da busca de síntese, co m vistas à apreensão do "o bjeto co mp lexo ", passa pela identificação de diferentes posturas teó rico -meto d o ló gicas passíveis de representá-la, em nível do dis-curso científico .

Se quisermo s identificar alguns dos des-d o bramento s que a questão des-da síntese apre-senta em termo s teó rico -meto d o ló gico s co m relação à abo rd agem d o tema da transdiciplinaridade em Saúde Coletiva, basta mencio -nar, po r exemp lo , a d iferenciação , e mesmo apro ximação , que Habermas estabelece quan-do co mpara o co nceito materialista de sínte-se co m a no ção d e síntesínte-se elabo rad a po r Kant, extraindo , de sua reflexão , uma teoria instrumentalista do co nhecimento que desen-volve pela interpretação que faz d o pragma-tismo de Peirce (McCarthy, 1987). Tal riqueza de matrizes de p ensamento , além de outras, permeiam certamente o âmbito d e trabalho intelectual ao nd e A lmeid a Filho p ro cura incursionar e p o d em levar o leitor a indagar, no tad amente ao final d o texto , d e que sínte-se o autor está d e fato falando , d o p o nto de vista teórico. Isso po rque, a despeito das várias referências, tal esquema teó rico não é devi-d amente explicitadevi-d o .

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carac-terísticas gerais que apresenta, de maneira abstrata, como definidoras da "complexida-de" tomada como objeto da ciência contem-porânea. Esta minha formulação é por con-siderar que pelo tipo de identificação da na-tureza desse objeto complexo, e de algumas de suas características específicas, a questão da proposta de "síntese" do autor poderia ficar mais explícita ao leitor, assim como a perspectiva pragmática assumida melhor de-finida. Isso na medida em que considera o referido objeto como "objeto-modelo sintético destinado a orientar a ação sobre [dado] complexo de múltiplas determinações", o que implicaria a diferenciação e reconhecimento da estreita relação das duas esferas de traba-lho transdisciplinar na Saúde Coletiva: os níveis do conhecimento e da prática social ou institucional.

Nesse co ntexto , questõ es cand entes pre-sentes na relação "ciência e tecno lo gia" apre-sentam implicaçõ es, pelas diferentes o rd ens de interesses envo lvido s, d iferenciand o , po r exemp lo , quanto à sua natureza, o pró prio "trabalho transdiciplinar" d o "trabalho trans-profissional", se tal termo puder ser aplicado para deno tar tal categoria profissional co mo po ssivelmente emergente.

Peo cup ad o co m questõ es desta natureza Morin (1996) pro cura d emo nstrar co m o a tecno lo gia produzida pelas ciências transfor-ma, po r um lado, o mund o co ntemp o râneo numa so cied ad e tecno lo gizad a mas é, po r outro, igualmente transformada po r ele. Daí sua interpretação de que toda ciência, inde-pend entemente d e sua natureza, é uma ciên-cia sociên-cial, assertiva essa que adquire amplo significado para a Saúde Coletiva.

Por esta razão, ao definir co mo o bjeto

da Saúde Coletiva o "co mp lexo saúde-doença-cuidado" o A utor abre, po r um lado, p o s-sibilidades de avançar sua reflexão em

dife-rentes níveis. Po r outro lado, o tratamento da questão da transdiciplinaridade passa a o fe-recer desafios de diferentes o rd ens que a formalidade d o enfo que sistêmico , ad o tad o ,

ao que parece, como modelo teórico pelo Autor, não permite, no meu entender, abranger.

Talvez po r isso , a d espeito da riqueza das questõ es que o texto levanta e sugere, A lmeida Filho d eixa de lado em seu discurso a reflexão em to rno das possibilidades de síntese, ou sínteses, que a transdisciplinarida-de po transdisciplinarida-deria o ferecer no tratamento do o bjeto , restringindo -se à d iscussão e fo rmalização (Figura 7) de po ssíveis relaçõ es que interpre-ta co mo a represeninterpre-tação da "síntese transdis-ciplinar construída na prática transitiva dos agentes científicos particulares".

Em relação às po ssibilidades de síntese, ou sínteses, p arece-me haver uma certa am-bigüidade no texto d e A lmeida Filho. Isso p o rque, ao referir-se às po ssibilidades de que as sínteses sejam co nstruídas em dois níveis, "uma síntese paradigmática no âmbito de cad a campo científico" e "uma síntese transdicipli-nar...", co mo acima referido, o autor não deixa claro se co nsid era, em seu mo d elo , as po s-sibilidades de sínteses diferenciadas do po n-to de vista teó rico -men-to d o ló gico ou se defende uma única abo rd agem po ssível. A pro pó -sito, vale destacar sua afirmação de que "so-mente a segunda síntese seria aquela capaz

de dar conta do o bjeto complexo

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Oc por meio

de totalizações provisórias, construídas por meio de uma prática cotidiana 'transversal' dos su-jeito s d o c o n h e c im e n to e o p e rad as na concretude dos seus aparelho s cognitivos. Em suma, não se trataria de sínteses abstratas na esfera retórica, co mo um efeito comunicativo,

e sim de um pro cesso práxico exercido pela

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mentecorpo de p esquisad o res em trânsito".

Co nsid ero impo rtante clarificar tal asp ecto po rque julgo ser ele um p o nto nuclear da pro po sta d o A utor.

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-psico -so cial, so cial esse entend id o na sua historicidade de maneira ampla, po r envo lver aspecto s eco nô mico s, políticos e id eo ló gico s presentes em fo rmaçõ es so ciais co ncretas. Nesse sentido é que refletindo so bre a ques-tão (A lvarenga, 1994), co nsiderei, no caso , a Saúde Pública, não co mo uma disciplina cien-tífica, mas co mo uma interdisciplina científi-ca, na medida em que seu camp o constitui uma área passível de ser explorada tanto pelas Ciências Bio ló g icas quanto pelas Ciências Sociais, nas suas diferentes vertentes teó rico -meto d o ló gicas. Po r reco nhecer que tal ex-plo ração tradicio nalmente se dá de maneira disciplinar, dentro de determinado s paradig-mas ou tradições de pesquisa que não co m-portam o tratamento de pro blemas emergen-tes e co mp lexo s, d efend o , no referid o arti-go , a ad o ção o u criação de no v o s esq ue-mas teó rico -m eto d o ló g ico s d e exp licação , ao lado d e no v o arsenal tecno ló g ico , en-tend end o que nesse particular o co ncurso d o trabalho d isciplinar, d e d iferentes áreas, e, esp ecialmente d o trabalho interd iscipli-nar, o que inclui o filó so fo da ciência, são altamente relev antes.

Dentro dessa perspectiva co nsid ero que, em áreas co m o a Saúde Coletiva, sem a in-cursão do cientista no camp o da Filosofia da Ciência é difícil pensar nas possibilidades de tratamento d o s pro blemas co mp lexo s emer-g entes, tanto d isciplinar quanto inter o u transd iciplinarmente, pela necessid ad e d o apro fund amento meto d o ló gico - teó rico e

técnico - nas áreas de interface representa-das pelas fronteiras disciplinares.

Na proposta de transdiciplinaridade de Nao mar de A lmeida Filho tal asp ecto é pres-supo sto basicamente pela existência de pes-quisad o res co m pluralid ad e d e fo rmaçõ es disciplinares que d eno mina d e no vo s "o pradores transdiciplinares da ciência" co nsid e-rados "mutantes meto d o ló gico s, sujeitos pron-tos para o trânsito interdisciplinar, transversais, capazes de trans-passar fronteira, à vontade nos diferentes campo s de trans-fo rmação ...".

Rec o nheç o , c o m o o A uto r, a necessid a-d e a-d e existirem p esquisaa-d o res cap az es não so m ente d e transp assarem, mas d e d esbra-v arem e p enetrarem o interio r das fro ntei-ras o bscuntei-ras d o c o nhec im ento d isciplinar, que, via d e regra, o blitera - p ela tend ência à fo rm ação estritamente p arad igmática -p o ssibilid ad es co ncretas da área de Saúd e Co letiva d efro ntar-se, em nível da teo ria e da prática, co m seu o bjeto c o m p lexo . En-tend o , no entanto , que o s d esafio s p

resen-tes, p o r serem d e o rd em teórico-metodológica, lo caliz am-se em nível metateó rico o que, na minha p ersp ectiv a, exig e o ap ro

-fund amento , que co nsid ero amp liação , da f o r m a ç ã o d i s c i p l i n ar p e l o r e c u r s o à ep istemo lo g ia, antes que p ela multiplicid a-d e a-d e f o r m a ç õ e s te ó r i c a s , s e n a-d o a ep istemo lo g ia a via privilegiad a para al-cançarm o s o d iálo g o interd iscip linar, o u m esm o a transd iciplinarid ad e d efend id a po r

A lmeid a Filho .

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R e f e rê n ci as b i b l i o g ráf i cas

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Referências

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