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Descrição geral

Catálogo Geral

Diagrama de seleção ... B0-2 Fluxograma de seleção ... B0-2 Tipos e características dos sistemas lineares .. B0-3 Capacidade de carga ... B0-7 • Cálculo da vida de serviço de um Sistema Linear .. B0-7 • Vida nominal ... B0-7 • Capacidade de carga nominal ... B0-7 Capacidade de carga dinâmica nominal C .. B0-7 Capacidade de carga estática nominal C0 .. B0-8 Momento estático permitido M0 ... B0-8 Fator de segurança estática fS ... B0-9 Fórmula de cálculo da vida útil ... B0-10 Rigidez... B0-13 • Selecionando uma folga/pré-carga para um Sistema Linear .. B0-13 Folga e pré-carga ... B0-13 Pré-carga e rigidez ... B0-14 Coefi ciente de atrito... B0-15 Precisão... B0-16 Lubrifi cação ... B0-16 Projeto de segurança ... B0-18 • Determinação de um material ... B0-19 Sistemas lineares em aço inoxidável .. B0-19 • Tratamento da superfície ... B0-20 AP-HC ... B0-20 AP-C ... B0-20 AP-CF ... B0-20 • Proteção contra contaminação... B0-23

B

Livro de Apoio

(2)

Diagrama de seleção

Descrição geral

Fluxograma de seleção

Comando linear

Guia de rolamentos cruzados Plataforma linear

Tipo de rolamento etc.

Seleção do método de propulsão

Velocidade

Frequência de operação (ciclo de trabalho) Vida de serviço necessária Frequência cinética Ambiente

Seleção de um grau de precisão (precisão da alimentação, precisão da

dimensão geométrica e tolerância) Precisão da superfície

de montagem Seleção da folga

Seleção da pré-carga Determinação do método de fixação Determinação da rigidez da seção de montagem

Obtenção da força de impulso necessária para movimento linear Seleção do tamanho

Seleção do número de blocos/castanhas Determinação do número de trilhos/hastes

Determinação do lubrificante (graxa, óleo, lubrificante especial)

Determinação do método de lubrificação (lubrificação regular, lubrificação forçada) Determinação do material (material padrão, aço inoxidável, material para altas temperaturas) Determinação do tratamento de superfície (anticorrosão, aparência)

Planejamento da proteção contra contaminação (seleção de foles, cobertura telescópica etc.) Parafuso de alimentação

(fuso de esferas, roscas em formato trapezoidal) Cilindro

Correia Cabo Corrente Cremalheira e pinhão Motor linear Selecione um tipo que satisfaça as condições

Guia linear Guia miniatura Pacote deslizante Eixo estriado Bucha linear

Dimensões de máquinas e sistemas Espaço na seção da guia

Posição de instalação

(horizontal, vertical, montagem inclinada, montagem na parede, suspensa) Valor e direção da carga de trabalho

Comprimento do curso

5. Precisão

4. Rigidez

3. Predição da

vida útil

Conclusão da seleção

7. Cálculo da força de impulso

6. Lubrificação e projeto de segurança

2. Seleção de um tipo

(3)

Descrição geral

Tipos e características dos sistemas lineares

Tipo Guia linear Eixo estriado Bucha linear

Aparência

Caracterís-ticas

• Estrutura de contato ideal com quatro pistas, ranhura de arco circular e dois pon-tos

• Capacidade superior de absorção de erro com o desenho DF

• Efeito de cálculo de média de precisão por meio de absorção do erro de super-fície de montagem • Alta carga permitida e alta

rigidez

• Baixo coefi ciente de atrito

• Grande capacidade de car-ga de torque

• Ideal para mecanismos de transmissão de torque e locais onde a carga de torque e radial sejam apli-cadas simultaneamente • Sem folga angular • Tipo com retenção de

esfe-ras • Tipo intercambiável • Sistema linear capaz de

re-alizar movimentos lineares infi nitos a um baixo custo

Curso Curso infi nito Curso infi nito Curso infi nito

Maiores Aplicações

• Esmerilhadora plana • Máquinas de eletroerosão • Equipamento de

transfe-rência de alta velocidade • Tornos CN • Máquina de moldagem à injeção • Máquina de carpintaria • Equipamento de fabricação de semicondutores • Equipamento de inspeção • Máquina relacionada à

ali-mentação • Equipamento médico • Robôs escalares • Carregadora automática • Máquina de transferência • Sistema transportador

au-tomático • Bobinadora

• Eixo de direção estriado de afi adora

• Direção de veículos de construção

• Equipamento para teste de sangue • ATC • Máquina de treinamento de golfe • Instrumentos de medição • Instrumentos digitais de medição 3D • Impressoras • Equipamentos de monta-gem orbital

• Máquina de venda automá-tica • Equipamento médico • Máquina embaladora de alimentos Diagrama de seleção Tipos e características dos sistemas lineares

(4)

Tipo Curso linear Pacote linear de precisão Guia de rolamentos cruzados

Aparência Caracterís-ticas • Capacidade de realização de movimentos rotatórios, retilíneos e complexos • Capacidade de realizar movimentos de rolagem com um coeficiente extre-mamente baixo de atrito • Baixo custo

• Modelo ultrafi no e leve • Projeto e custos de

monta-gem reduzidos

• Longa durabilidade, alta rigidez

• Modelo com fácil ajuste de folga

Curso Curso fi nito Curso infi nito Curso fi nito

Maiores Aplicações

• Indicação para molde de pressão

• Unidade de rolo de tinta de impressora

• Instrumento óptico de me-dição

• Rosca sem-fi m

• Guia de válvula solenoide • Guia de batente de

pres-são • Elemento de carga • Fotocopiadoras • Máquinas de inspeção

• Dispositivos de disco mag-nético • Equipamento eletrônico • Equipamento de fabricação de semicondutores • Equipamento médico • Equipamento de medição • Plotadoras • Fotocopiadora • Instrumentos de medição • Máquina de inserção • Máquina de perfuração de circuito impresso • Equipamento de inspeção • Pequenas plataformas • Mecanismos de manuseio • Torno automático • Amoladoras • Afi adoras internas • Afiadoras para superfícies

pequenas Página de introdução do produto

BPágina 5-1 em diante BPágina 6-1 em diante BPágina 7-1 em diante

(5)

Descrição geral

Tipo Mesa de rolamentos cruzados Guia deslizante linear com esferas Rolamento linear

Aparência

Caracterís-ticas

• Tipo de unidade de fácil instalação

• Permite a seleção de diver-sos udiver-sos

• Tipo de unidade de fácil instalação

• Leve e compacto • Capacidade de realizar

movimentos de rolagem com um coeficiente extre-mamente baixo de atrito • Baixo custo

• Modelo compacto com alta capacidade de carga • Modelo com autoajuste de

inclinação

Curso Curso fi nito Curso fi nito Curso infi nito

Maiores Aplicações • Plataforma de equipamen-tos de medição • Plataformas ópticas • Amoladoras • Máquina de perfuração de circuito impresso • Equipamento médico • Torno automático • Afi adoras internas • Afiadoras para superfícies

pequenas • Máquinas de montagem de componentes eletrônicos • Manipuladores • Gravadoras automáticas • Plataforma de equipamen-tos de medição • Plataformas ópticas • Equipamento médico

• Guia para aríete de prensa de precisão

• Tr o c a d o r d e m o l d e d e prensa de metal

• Sistemas de transporte de carga pesada

• Máquinas de venda auto-mática Página de introdução do produto

BPágina 8-1 em diante BPágina 9-1 em diante BPágina 10-1 em diante

Diagrama de seleção Tipos e características dos sistemas lineares

(6)

Tipo Rolamento plano Pacote deslizante Trilho deslizante

Aparência

Caracterís-ticas

• Alta capacidade de carga • Precisão combinada de 90

Superfícies em V e planas disponíveis como padrão • Tipo intercambiável • Modelos simples de baixo

custo • Geometria fi na e compacta • Modelos simples de baixo

custo

• Alta resistência e alta dura-bilidade

Curso Curso fi nito Curso infi nito Curso fi nito

Maiores Aplicações • Plaina • Fresadora horizontal • Retífi ca de rolo • Retífi ca plana • Retífi ca cilíndrica • Instrumento óptico de

me-dição • Brinquedos eletrônicos • Mobiliário de alto nível • Portas leves e pesadas • Armários de ferramentas • Equipamentos de cozinha • Alimentadoras automáticas • Periféricos de computado-res • Fotocopiadora • Equipamento médico • Equipamentos de escritório • Brinquedos eletrônicos • Mobiliário de alto nível • Portas leves e pesadas • Equipamentos de escritório • Utensílios para lojas • Equipamentos de armaze-nagem Página de introdução do produto

(7)

Descrição geral

Capacidade de carga

Cálculo da vida de serviço de um Sistema Linear

Quando um sistema linear gira sob uma carga, suas pistas e elementos de rolamento (esferas ou rolamentos) recebem um esforço repetitivo constantemente. Se um limite for atingido, as pistas quebrarão por fatiga e parte da superfície se fragmentará como uma escama. Este fenômeno é de-nominado descamação.

O cálculo da vida útil de um sistema linear refere-se à distância percorrida total até a ocorrência do primeiro evento de descamação devido à fatiga por rolamento do material na pista ou do elemento de rolagem.

Vida nominal

O cálculo da vida útil de serviço de um sistema está sujeito a pequenas variações sob as mesmas condições de operação. Por essa razão, é necessário usar a vida nominal defi nida abaixo como um valor de referência para obtenção da vida útil do sistema linear.

A vida nominal signifi ca a distância percorrida total que 90% de um grupo de unidades idênticas de sistemas lineares podem encontrar sem que ocorra descamação.

Capacidade de carga nominal

Um sistema linear possui dois tipos de capacidades de carga nominal: capacidade de carga dinâmi-ca nominal (C), que é usada para dinâmi-calcular a vida útil e a dinâmi-capacidade de dinâmi-carga estátidinâmi-ca nominal (C 0 ), que defi ne o limite estático permitido.

Capacidade de carga dinâmica nominal C

A capacidade de carga dinâmica nominal (C) indica a carga com direção e magnitude constantes, sob a qual a vida calculada (L) é L = 50 km para um sistema linear usando esferas ou L = 100 km para um sistema linear usando rolamentos, quando um grupo de unidades de sistemas lineares idênticas trabalham independentemente sob as mesmas condições.

A capacidade de carga dinâmica nominal (C) é utilizado para calcular a vida útil quando um sistema linear opera sob uma carga.

Os valores específi cos para cada modelo do sistema linear estão indicados na tabela de especifi ca-ções para o modelo correspondente.

Diagrama de seleção Capacidade de carga

(8)

Capacidade de carga estática nominal C

0

Se um sistema recebe uma carga excessivamente grande ou um grande impacto quando ele está estacionário ou operacional, deformações permanentes ocorrem entre a pista e o elemento de rolamento. Se a deformação permanente excede um determinado limite, ela evitará que o sistema linear realize um movimento suave. A capacidade de carga estática nominal é uma carga estática com uma direção e magnitude cons-tantes pelo qual a soma da deformação permanente do elemento de rolamento e aquele da pista na área de contato sob o esforço máximo é de 0,0001 vezes o diâmetro do elemento de rolamento. Em um sistema linear, a especifi cação de carga estática básica é defi nido pela carga radial. A capacidade de carga estática nominal C 0 é usada para calcular o fator de segurança estática rela-tiva à carga de funcionamento.

Os valores específi cos para cada modelo do sistema linear estão indicados na tabela de especifi ca-ções para o modelo correspondente.

Momento estático permitido M

0

Quando um sistema linear recebe um momento, os elementos de rolamento nas duas extremidades recebem um esforço máximo devido à distribuição desigual do esforço nos elementos de rolamento dentro do sistema linear.

O momento estático permitido (M 0 ) signifi ca o momento em uma direção e magnitude constantes, sob o qual a soma da deformação permanente do elemento de rolamento e da pista responde por 0,0001 vezes do diâmetro do elemento de rolamento na área de contato onde o esforço máximo é aplicado. Em um sistema linear, o momento estático permitido é defi nido em três direções: M A , M B e M C .

Momento na direção do rolamento Momento na direção de guinada na direção do impulso Momento N•m Tc N Pc MA MC MB P C : Carga radial

T C : Momento na direção do torque

M A1 : Momento na direção do arremesso M A2 : Momento na direção do arremesso O valor específi co do momento estático permitido de cada modelo do sistema linear é fornecido na seção dos momentos específi cos de cada modelo.

(9)

Descrição geral

Fator de segurança estática f

S

O sistema de movimento linear pode receber uma força externa inesperada enquanto está esta-cionário ou operacional devido a geração de uma inércia causada por vibrações e impactos ou por partidas e paradas. É necessário considerar um fator de segurança estática em relação a uma car-ga de funcionamento.

[Fator de segurança estática f S]

O fator de segurança estática (f s ) é determinado pela razão da capacidade de carga (capacidade de carga estática nominal C 0 ) de um sistema linear pela carga aplicada no sistema linear.

ou ………(1) fC•C0 P fS = fC•M0 M fS =

f S : Fator de segurança estática

f C : Fator de segurança estática (consulte Tabela2 em B0-11 ) C 0 : Capacidade de carga estática nominal

M 0 : Momento estático permitido (M A , M B e M C ) P : Carga calculada

M : Momento calculado

[Medição do fator de segurança estática]

Refere-se ao fator de segurança estática em Tabela1 como uma medida do limite inferior sob condi-ções operacionais.

Tabela1 Medição do fator de segurança estática

Condições cinéticas Condições de carga Limite inferior de f S Constantemente

estacionário

O impacto é pequeno e a defl exão do trilho também é pequena 1,0 a 3,5 Há impacto e uma carga de deformação é aplicada 2,0 a 5,0 Movimento normal Uma carga normal é aplicada e a defl exão do trilho é pequena 1,0 a 4,0 Há impacto e uma carga de deformação é aplicada 2,5 a 7,0

Diagrama de seleção Capacidade de carga

(10)

Fórmula de cálculo da vida útil

A vida útil nominal (L) de um sistema linear é obtida a partir da seguinte equação usando a capaci-dade de carga dinâmica nominal (C) e a carga aplicada (P).

[Sistema linear usando esferas]

………(2) C P L = 50 3

[Sistema linear usando rolamentos]

………(3) 10 3 C P L = 100

L : Vida nominal (km)

C : Capacidade de carga dinâmica nominal (N)

P : Carga aplicada (N)

Na maioria dos casos, é difícil calcular uma carga aplicada em um sistema linear.

Em uso real, a maioria das guias lineares recebem vibrações e impactos durante a operação e a fl utuação de cargas aplicadas nelas é presumida. Além disso, a rigidez a temperatura da pista da unidade do sistema linear afetam signifi cativamente a vida útil.

Com estas condições consideradas, as fórmulas do cálculo prático da vida útil (2) e (3) seriam os seguintes.

[Sistema linear usando esferas]

………(4) 3 fH•fT•fC fW C P L = 50

[Sistema linear usando rolamentos]

………(5) 10 3 fH•fT•fC fW C P L = 100

L : Vida nominal (km)

C : Capacidade de carga dinâmica nominal (N)

P : Carga aplicada (N)

f H : Fator de rigidez (consulte B0-11 em Fig.1 ) f T : Fator de temperatura (consulte B0-11 na Fig.2 ) f C : Fator de contato (consulte a B0-11 em Tabela2 ) f W : Fator de carga (consulte B0-12 em Tabela3 )

(11)

Descrição geral

 f H : Fator de rigidez

Para alcançar o ponto máximo da capacidade de carga do sistema linear, a rigidez das pistas precisa estar entre 58 e 64 HRC.

Caso a rigidez seja menor do que essa faixa, a capacidade de carga dinâmica nominal e a ca-pacidade de carga estática nominal diminuirão. Portanto, é necessário multiplicar cada capaci-dade pelo respectivo fator de rigidez (f H ).

Rigidez da pista (HRC) Fator de rigidez f H 1,0 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 60 50 40 30 20 10

Fig.1 Fator de rigidez (f H )

 f T : Fator de temperatura

Caso a temperatura do ambiente no entorno do Sistema Linear em operação exceda 100C, considere o efeito negativo da alta temperatura e multiplique as capacidades de carga nominal pelo fator de temperatura indicado em Fig.2 . Além disso, o sistema linear selecionado tam-bém deve ser de um tipo de alta temperatura. Nota) Caso a temperatura do ambiente de serviço exceda 80C,

será necessário trocar os materiais da vedação e recircu-lador por materiais resistentes a altas temperaturas. Nota) Caso a temperatura do ambiente exceda 120C, será

necessário fornecer estabilização dimensional. Nota) Elas não são usadas porque a temperatura de

opera-ção para guias lineares com gaiola de esferas e guias lineares com gaiola de rolos é de 80C ou inferior.

Temperatura da pista (°C) Fator de temperatura f T 0,8 0,9 1,0 0,7 0,6 0,5 100 150 200

Fig.2 Fator de temperatura (f T )

 f C : Fator de contato

Se vários blocos da guia linear estiverem muito próximos uns dos outros, será difícil obter uma distribuição de carga uniforme devido à car-ga no momento e à precisão da superfície de montagem. Nessas aplicações, multiplique as capacidades de carga nominal “C” e “C 0 ” pelos fatores de contato correspondentes na Tabela2 . Nota) Caso seja esperada uma distribuição de carga não

uniforme em uma máquina grande, leve em considera-ção o respectivo fator de contato indicado na Tabela2 .

Tabela2 Fator de contato (f C )

Número de blocos usados

em contato próximo Fator de contato f C

2 0,81 3 0,72 4 0,66 5 0,61 6 ou maior 0,6 Uso normal 1 Diagrama de seleção Fórmula de cálculo da vida útil

(12)

 f W : Fator de carga

Em geral, máquinas alternativas tendem a cau-sar vibrações ou impactos durante a operação. É extremamente difícil determinar precisamente as vibrações geradas durante operações em alta velocidade e impactos durante partidas e paradas. Portanto, onde os efeitos da velocidade e vibração são estimados como insignifi -cantes, divida a capacidade de carga dinâmica nominal (C) por um fator de carga selecionado de Tabela3 , que contém dados obtidos de for-ma empírica.

Tabela3 Fator de carga (f W )

Vibrações/

impactos Velocidade(V) f W Leve Muito baixa

V≦0,25 m/s 1 a 1,2 Fraca Lenta 0,25<V≦1 m/s 1,2 a 1,5 Média Média 1<V≦2 m/s 1,5 a 2 Forte Alta V>2 m/s 2 a 3,5

(13)

Descrição geral

Rigidez

Ao usar um sistema linear, é necessário selecionar um tipo e folga (pré-carga) que atendam as con-dições de serviço para descobrir a rigidez requerida da máquina/equipamento.

Selecionando uma folga/pré-carga para um Sistema Linear

Visto que as folgas e pré-cargas dos sistemas lineares são padronizadas para modelos diferentes, você pode selecionar uma folga e uma pré-carga de acordo com as condições de serviço.

Para modelos distintos, a THK não pode ajustar suas folgas no embarque. Todavia, o usuário deve ajustar a folga ao instalar o produto.

Determinar uma folga/pré-carga ao referir-se a próxima seção.

Folga e pré-carga

[Folga (folga interna)]

A folga de um sistema linear é uma combinação entre o bloco (porca), o trilho (eixo) e a esfera (ou rolamento). As somas das folgas verticais é denominada folga radial e a soma das folgas circunfe-renciais é denominada de folga angular (folga na direção da rotação).

(1) Folga radial

Com a guia linear, uma folga radial refere--se ao valor de um movimento do centro do bloco quando o bloco é movido verticalmen-te com delicadeza com uma força constanverticalmen-te aplicada ao centro do trilho fi xo na direção longitudinal.

(2) Folga angular (folga na direção da rotação) No Eixo Estriado, a folga angular (folga na direção da rotação) refere-se ao valor do movimento de rotação da porca quando a porca é moderadamente girada com força constante para frente e para trás com a haste do eixo estriado fi xado.

Folga radial

Fig.3 Folga radial da guia linear

P

T

Fig.4 Folga angular do Eixo Estriado

Diagrama de seleção Rigidez

(14)

[Pré-carga]

A pré-carga é uma carga aplicada preliminar-mente aos elementos de rolamento para elimi-nar uma folga de um sistema linear e aumentar sua rigidez.

Uma indicação de folga negativa (valor negati-vo) de um sistema linear signifi ca que uma pré--carga foi fornecida.

Tabela4 Exemplos de folgas radiais para uma Guia Linear Modelo HSR Unidade: m Símbolo de indicação Normal Pré-carga leve Pré-carga média Modelo Sem símbolo C1 C0 HSR 15 ‒4 a +2 ‒12 a ‒4 — HSR 20 ‒5 a +2 ‒14 a ‒5 ‒23 a ‒14 HSR 25 ‒6 a +3 ‒16 a ‒6 ‒26 a ‒16 HSR 30 ‒7 a +4 ‒19 a ‒7 ‒31 a ‒19 HSR 35 ‒8 a +4 ‒22 a ‒8 ‒35 a ‒22

Para folgas e pré-cargas específi cas, consulte a seção relacionada ao modelo correspondente.

Pré-carga e rigidez

O fornecimento de uma pré-carga para um sis-tema linear aumentará a rigidez de acordo com o valor da pré-carga. Fig.5 mostra a deflexão das folgas (folga normal, folga C1 e folga C0) (na Guia linear modelo HSR).

Desvio Folga normal Carga P0: Pré-carga aplicada Folga C0 Folga C1 2,8P0 P0 δ0 2δ0

Fig.5 Dados de rigidez

Dessa forma, a pré-carga tem um efeito de até 2,8 vezes aproximadamente maior que a própria pré-carga aplicada. A defl exão com uma pré-carga sob um carga fornecida é menor e a rigidez muito maior do que sem uma pré-carga.

Fig.6 mostra como a defl exão radial de uma Guia linear altera-se com uma pré-carga. Como indica-do em Fig.6 , quanindica-do um bloco de Guia linear recebe uma carga radial de 2,45 kN, a defl exão radial é de 9m se a folga radial é igual a zero (folga normal) ou 2m se a folga radial é de -30m (folga C0), aumentando dessa forma a rigidez em 4,5 vezes.

Deslocamento radial Folga radial (μm) δ P=2,45kN δ (μ m) 10 5 0 -7 -14 -21 -28 -35

Fig.6 Folga radial e defl exão

Para selecionar uma folga específi ca, consulte a seção relacionada a seleção de um folga radial para o modelo do sistema linear correspondente.

(15)

Descrição geral

Coefi ciente de atrito

Como um sistema linear realiza um movimento de rotação por meio dos seus elementos de rola-mento tais como esferas e rolarola-mentos entre as pistas, sua resistência de atrito é de 1/20 a 1/40 menor do que uma guia deslizante. O seu atrito estático é especialmente menor e quase o mesmo do atrito dinâmico, evitando que o sistema experimente o efeito “stick-slip”. Por essa razão o siste-ma tem a capacidade de fi car alimentado por usiste-ma distância ínfi siste-ma da ordem de submícron. A resistência de atrito de um sistema linear varia de acordo com o tipo do sistema linear, pré-carga, resistência da viscosidade do lubrifi cante e da carga aplicada no sistema.

Detalhadamente, quando um momento é fornecido ou uma pré-carga é aplicada para aumentar a rigidez, a resistência de atrito aumenta.

Os coefi cientes de atrito normais para os sistemas linear estão indicados na Tabela5 .

Coeficiente de atrito (µ)

C: Capacidade de carga dinâmica nominal P: Carga aplicada

Proporção da carga aplicada (P/C)

0,2 0,1 0 0,005 0,010 0,015

Fig.7 Relacionamento entre a proporção da carga aplicada e a resistência de atrito

Tabela5 Resistências de atrito () dos sistemas lineares

Tipos de sistemas lineares Tipos representativos Resistência de atrito (μ) Guia linear SSR, SHS, SRS, RSR, HSR, NR/NRS 0,002 a 0,003 SRG, SRN 0,001 a 0,002 Eixo estriado LBS, LBF, LT, LF 0,002 a 0,003 Bucha linear LM, LMK, LMF, SC 0,001 a 0,003 Comando linear MST, ST 0,0006 a 0,0012

Rolamento linear LR, LRA 0,005 a 0,01

Rolamento plano FT, FTW 0,001 a 0,0025

Guia de rolos transversais/mesa de rolos transversais VR, VRU, VRT 0,001 a 0,0025

Guia deslizante linear com esferas LS 0,0006 a 0,0012

Seguidor de came/seguidor de rolamento CF, NAST 0,0015 a 0,0025

Diagrama de seleção Coefi ciente de atrito

(16)

Precisão

A precisão do movimento de um sistema linear é determinada de acordo com a precisão de deslo-camento para aplicações nas quais estão fi xos em uma superfície plana e de acordo com a preci-são de excentricidade para aplicações cujos eixos preci-são apoiados. Graus de precipreci-são preci-são estabeleci-dos para cada um deles.

Para obter detalhes, consulte a página relacionada a aplicação correspondente.

Lubrifi cação

Ao usar um sistema linear, é necessário aplicar lubrifi cação efetiva. Usar um produto sem lubrifi ca-ção pode aumentar o desgaste dos elementos de rolamento ou reduzir a vida útil do sistema. Um lubrifi cante tem os seguintes efeitos.

1. Reduz o atrito nos elementos móveis para evitar a corrosão e reduzir o desgaste.

2. Forma uma película de óleo na pista para reduzir o esforço atuando na superfície e prolongar a vida de fadiga de rolamento.

3. Protege a superfície metálica para evitar a formação de ferrugem.

Para extrair de maneira completa as funções de um sistema linear, é necessário lubrifi car de acordo com as condições de uso. Os fatores importantes para lubrifi cação efi ciente são a posição de mon-tagem e as posições de monmon-tagem do niple de lubrifi cação ou da conexão da tubulação.

Caso a posição de montagem não seja para uso horizontal, o lubrifi cante poderá não alcançar com-pletamente a pista.

(No caso das guias lineares, informe a THK sobre a posição de montagem e a posição exata em cada bloco no qual o niple de lubrifi cação ou a tubulação deva ser conectada. Para a posição de montagem das guias lineares, consulte B1-28 .)

Mesmo em um sistema linear com vedação, o lubrificante interno vaza gradualmente durante a operação. Por essa razão, o sistema precisa ser lubrifi cado em um intervalo apropriado de acordo com as condições.

Para obter a lubrifi cação, consulte B24-2 . [Tipos de lubrifi cantes]

Os sistemas lineares usam em geral graxa ou óleo para superfície deslizante como lubrifi cantes. Os requisitos que os lubrifi cantes precisam satisfazer em geral são os seguintes.

(1) Alta resistência da película de óleo (2) Baixo atrito

(3) Alta resistência ao desgaste (4) Alta estabilidade térmica (5) Não corrosivo

(6) Altamente anticorrosivo (7) Teor mínimo de poeira/água

(8) A consistência da graxa não deve ser modifi cada signifi cativamente, mesmo após ser movimen-tada repetidas vezes.

Os lubrifi cantes que atendem a esses requisitos incluem os produtos a seguir. Tabela6 Lubrifi cantes de uso geral

Lubrifi cante Tipo Marca

Óleo

Óleo de superfície deslizante ou óleo de turbina

ISOVG32 a 68

Super Multi 32 a 68 (Idemitsu) Vactra Nº 2SLC (Exxon Mobil) Óleo DTE (Exxon Mobil) Tonna Oil S (Showa Shell Sekiyu) ou equivalente

(17)

Descrição geral

Tabela7 Lubrifi cantes usados em ambientes especiais

Ambiente de serviço Características do lubrifi cante Marca

Peças móveis de alta velocidade

Graxa com baixo torque e baixa gera-ção de calor

Graxa AFG (THK) consulte B24-18

Graxa AFA (THK) consulte B24-7

Graxa AFJ (THK) consulte B24-20

NBU15(NOK Kluba) Multemp (Kyodo Yushi) ou equivalente

Vácuo

Óleo ou graxa de vácuo à base de fl úor (a pressão do vapor varia de acordo com a marca)

Observação 1

Graxa Fomblin (Solvay Solexis) Óleo Fomblin (Solvay Solexis) Barrierta IEL/V (NOK Kluba) Isofl ex(NOK Kluba) Krytox (Dupont)

Sala limpa Graxa com baixíssima geração de poeira Graxa AFE-CA (THK) consulte B24-12

Graxa AFF (THK) consulte B24-14

Ambientes sujeitos a microvibrações ou mi-crocursos, o que pode causar corrosão por en-gripamento

Graxa que forma facilmente uma ca-mada de óleo e tem alta resistência ao engripamento

Graxa AFC (THK) consulte B24-10

Ambientes sujeitos a respingos do refrige-r a n t e , p o refrige-r e x e m p l o , máquinas-ferramentas

Óleo mineral refinado ou sintético al-tamente anticorrosivo que forme uma forte película de óleo e não seja facil-mente emulsificado ou removido por líquido refrigerante

Graxa resistente à água

Observação 2

Super Multi 68 (Idemitsu) Vactra Nº 2SLC (Exxon Mobil) ou equivalente

Nota1) Ao usar um graxa a vácuo, certifi que-se de que algumas marcas tenham resistências iniciais várias vezes maiores do que graxas a base de lítio comuns.

Nota2) Em um ambiente sujeito a respingos de líquido refrigerante hidrossolúvel, algumas marcas de viscosidade intermediária reduzem signifi cativamente seu poder lubrifi cante ou não formam apropriadamente uma película de óleo. Verifi -que a compatibilidade entre o lubrifi cante e o líquido refrigerante.

Nota3) Não misture graxa com propriedades físicas diferentes. Nota4) Para graxas originais da THK, consulte B24-6 .

Diagrama de seleção Lubrifi cação

(18)

Projeto de segurança

Os sistemas lineares são usados em ambientes variados. Se utilizar um sistema linear em um am-biente especial como vácuo, anti-corrosivo, alta e baixa temperatura, é necessário selecionar um material e tratamento de superfície que se adapte ao ambiente de serviço.

Para atender o uso em ambientes especiais variados, a THK oferece os seguintes materiais e trata-mentos de superfície para sistemas lineares.

Descrição Modelo Características/Capacidades

Material Aço inoxidável martensítico HSR SSR HR RSR SHW HRW SRS SR Resistência à corrosão ★★★ Aço inoxidável martensítico SR-M1 HSR-M1 RSR-M1 Alta temperatura ★★★★★ * até 150C Aço inoxidável austenítico HSR-M2 Resistência à corrosão ★★★★★ T ratamento da superfície AP-HC Tratamento THK AP-HC

Baixa geração de poeira ★★★★★ Resistência à corrosão ★★★ Rigidez de superfície ★★★★★ AP-C Tratamento THK AP-C Resistência à corrosão ★★★★ AP-CF Tratamento THK AP-CF Resistência à corrosão ★★★★★

(19)

Codificação do número do modelo

Descrição geral

Determinação de um material

Em condições de serviço normais, os sistemas lineares usam um tipo de aço adequado a eles. Caso use um sistema linear em um ambiente especial, é necessário selecionar um material que seja ade-quado ao ambiente de serviço.

Para locais que necessitam de alta resistência à corrosão, o aço inoxidável é utilizado.

Especifi cações do material

Sistemas lineares em aço inoxidável

●Material…Aço inoxidável martensítico/aço inoxidável austenítico

Para uso em ambientes onde a resistência à corrosão é requerida, alguns modelos do sistema line-ares podem utilizar aço inoxidável martensítico.

Se o número do modelo de um sistema linear contém o símbolo M, isto signifi ca que o modelo é feito de aço inoxidável. Consulte a seção relacionada ao modelo correspondente.

Trilho em Aço inoxidável Bloco em Aço inoxidável Símbolo de precisão Radial Símbolo de folga Com Lubrificador QZ Símbolo do nº de trilhos usados no mesmo plano Comprimento do

trilho (em mm)

Raspador contra contaminação Nº de blocos usados no mesmo trilho Tipo de bloco Modelo

HSR25 A 2 QZ UU C0 M +1200L P M -

Diagrama de seleção Projeto de segurança

(20)

Codificação do número do modelo

Tratamento da superfície

As superfícies dos trilhos e dos eixos dos sistemas lineares podem receber tratamento anticorrosivo ou estético.

A THK oferece o tratamento THK-AP, que é o tratamento de superfície ideal para sistemas lineares. O tratamento THK-AP consiste de 3 dos seguintes tipos.

AP-HC

●Tratamento da superfície…com cromagem temperada para uso industrial ●Rigidez da película…750 HV ou superior

Equivalente à cromagem temperada para uso industrial, o AP-HC alcança praticamente o mesmo nível de resistência à corrosão que o aço inoxidável martensítico. Além disso, sua alta resistência ao desgaste por causa da rigidez da película de 750 Hv ou superior, ser extremamente alta.

AP-C

●Tratamento da superfície…revestimento de cromo negro para uso industrial

Um tipo de revestimento de cromo negro para uso industrial projetado para aumentar a resistência à corrosão. Ele tem o baixo custo e resistência alta à corrosão que o aço inoxidável martensítico.

AP-CF

●Tratamento de superfície…revestimento de cromo negro para uso industrial/

revestimento de resina especial de fl uorocarbono

Um composto de tratamento de superfície que combina o revestimento em cromo negro e de resina especial de fl u-orocarbono e é adequado para aplicações que requerem alta resistência à corrosão.

Além dos tratamentos acima, outros tratamentos de superfície são realizados algumas vezes em outras áreas além das pistas, por exemplo, tratamento de pintura alcalina (oxidação negra) e tratamento com pintura anodizada. En-tretanto, alguns destes não são adequados para sistemas lineares. Para obter mais detalhes, contate a THK. Caso utilize um sistema linear cujas pistas têm a superfície tratada, defi na um fator de segurança mais alto.

Comprimento do trilho (em mm) Com tratamento de superfície no bloco

Com tratamento de superfície no bloco Nº de blocos usados no mesmo trilho Tipo de bloco Modelo

SR15 V 2 F + 640L F

(21)

Descrição geral

[Dados sobre a comparação da geração de poeira com o tratamento AP] [Condições de teste]

Item Descrição

Modelo da guia linear

SSR20WF+280LF (AP-CF, sem vedação) SSR20UUF+280LF (AP-CF, com vedação) SSR20WUUF+280LF (AP-HC, com vedação)

Lubrifi cante usado Graxa THK AFE-CA

Quantidade de lubrifi cante 1 cc (por bloco)

Velocidade 30 m/min(MÁX.)

Curso 200 mm

Taxa de fl uxo durante a medição 1ℓ/min

Volume da sala limpa 1,7 litro (invólucro de acrílico)

Instrumento de medição Contador de poeira

Diâmetro da partícula medida 0,3m ou mais

AP-CF (com vedação)

Tempo (horas)

AP-CF (sem vedação)

AP-HC (com vedação)

Acúmulo de partículas (p/1 • min) 10 20 30 40 20 40 60 80 0 50

O tratamento AP-HC da THK fornece alta rigidez da superfície e possui alta resistência ao desgas-te. O alto nível de desgaste no estágio inicial no gráfi co acima é devido ao desgaste inicial da veda-ção da extremidade.

Nota) Tratamento AP-HC da THK (equivalente à cromagem temperada)

Tratamento AP-CF da THK (equivalente ao revestimento com cromo negro + resina de fl uorocarbono)

Diagrama de seleção Projeto de segurança

(22)

[Dados sobre a comparação da prevenção de corrosão] <Teste de ciclo de resistência a pulverização com água salgada>

Item Descrição

Líquido pulverizado Solução de NaCl 1% ciclos Pulverização por 6 horas,

secagem por 6 horas Condições de temperatura 35C durante a pulverização

60C durante a secagem Espécie do

material Aço inoxidável austenítico Aço inoxidável martensítico THK AP-HC THK AP-C THK AP-CF Tempo Antes do teste 6 horas 24 horas 96 horas Resultado do teste Propriedade anticorrosão ◎ ○ ○ ◎ ◎ Resistência do revestimento ○ ◎ ◎ △ ○ Rigidez da superfície △ ◎ ◎ △ △ Aderência — — ◎ △ ○

(23)

Descrição geral

Proteção contra contaminação

A proteção contra a contaminação é o fator mais importante no uso de um sistema linear. A entrada de po-eira ou outros materiais estranhos no sistema linear causará desgaste anormal ou encurtar a vida útil. Então, quando a entrada de poeira ou outro material estranho é uma possibilidade, é necessário selecionar um dispositivo de vedação ou proteção de contaminação que atenda as condições do ambiente de serviço.

(1) Vedações especiais para sistemas lineares

Para sistemas lineares, as vedações feitas de borracha sintética especial com alta resistência ao desgaste (por exemplo, espátula de contato laminada LaCS) e um anel de limpeza estão dis-poníveis como vedações de proteção contra contaminação.

Para ambientes de condições severas, foles e coberturas dedicados estão disponíveis para al-guns modelos.

Para obter os detalhes e os símbolos dessas vedações, consulte a seção de opções relaciona-das (proteção contra contaminação) do modelo correspondente.

Para fornecer proteção contra contaminação também para fusos de esferas em ambientes de serviço sujeitos a lascas e fl uidos de corte, é aconselhável usar uma cobertura telescópica que cubra o sistema inteiro e um fole grande.

(2) Foles

Para as guias lineares, foles padronizados estão disponíveis.

A THK também fabrica foles para outros sistemas, como fusos de esferas e eixos estriados. Entre em contato com a THK para obter detalhes.

Vedação interna Placa de cobertura Lubrificador QZ Raspador Raspador Espátula de metal Vedação lateral

Vedação de proteção contra contaminação para a guia linear Foles para a guia linear

Fole

Anel de pressão de vedação

Anel de pressão de vedação

Eixo do fuso de esferas Castanha do fuso de esferas Anel excêntrico

Anel excêntrico

Tampa de rosca Fole

LaCS

Diagrama de seleção Projeto de segurança

Referências

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