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Maria Inês Hamann Peixoto Coleção Polêmicas do Nosso Tempo

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Academic year: 2019

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Uma editora educativa a serviço da cultura brasileira

Av. Albino J. B. de Oliveira. 90 I - CEP 13085-510 Campinas . SP - Pabx/Fax: (19) 3289-5930

e-mail: [email protected]

Catálogo on-line: www.autoresassociados.com.br

Conselho Editorial "Prof. Casemiro dos Reis Filho" Dermeval Saviani

Gilberta S. de M. jannuzzi Maria Aparecida Motta Walter E. Garcia Diretor Executivo Flávio Baldy dos Reis Diretora Editorial

Gilberta S. de M. jannuzzi Coordenadora Editorial Erica Bombardi

Assistente Editorial Aline Marques

Revisão

Angela Harumi Tamaru Erika G. de F. e Silva

Diagramação e Composição Elaine Cristina de Oliveira Capa

Desenho de Guinski / Quadrante Editorial/ [email protected]

Arte-final Érica Bombardi

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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP. Brasil)

Índices para catálogo sistemático:

I. Arte e público: Aspectos sociais 701.03 2. Artista e público: Aspectos sociais 701.03

Impresso no Brasil - maio de 2003

Copyright @ 2003 by Editora Autores Associados

Depósito legal na Biblioteca Nacional conforme Decreto n° 1.825. de 20 de dezembro de 1907.

Todos os direitos para a língua portuguesa reservados pela Editora Au-tores Associados Ltda.

Nenhuma parte da publicação poderá ser reproduzida ou transmitida de qualquer modo ou por qualquer meio, seja eletrônico, mecânico, de fotocó-pia, de 'gravação, ou outros, sem prévia autorização por escrito da Editora. O Código Penal brasileiro determina, no artigo 184:

"Dos crimes contra a propriedade intelectual Violação de direito autoral

Art. 184 - Violar direito autoral

Pena - detenção de três meses a um ano, ou multa.

1º- Se a violação consistir na reprodução, por qualquer meio, de obra intelectual, no todo ou em parte. para fins de comércio, sem autorização ex-pressa do autor ou de quem o represente, ou consistir na reprodução de fonograma e videograma, sem autorização do produtor ou de quem o repre-sente:

Pena - reclusão de um a quatro anos e multa." Peixoto, Maria Inês Hamann

Arte e grande público: a distância a ser extinta / Maria Inês Ha-mann Peixoto. - Campinas, SP : Autores Associados, 2003. - (Coleção polêmicas do nosso tempo, 84)

Bibliografia.

ISBN 85-7496-065-9

I. Arte e sociedade I. Título. 11. Série.

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Aos professores José Luís Sanfelice, Lídia M. Rodrigo e Sérgio E. M. Castanho (UNICAMP), Maria Oativa de S. Gonçalves (UFPR) e Lucimar B. P. Frange (UFU), pelo rigor e fectindidade das análises e sugestões;

à Nira e Ojalma. pelo carinho e amparo irrestritos;

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35 O MATERIALISMO DIALÉTICO E AS RELAÇÕES...

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1. MARX: FUNDAMENTOS PARA UMA CONCEPÇÃO DE

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4Segundo Marx, superestrutura social contrapõe-se à estrutura econômica: "n.a

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5Nas Teses sobre Feuerbach. Marx estabelece a práxis como categoria central da

fi-losofia materialista contra o idealismo e toda e qualquer fifi-losofia especulativa -, ao enfatizá-Ia como único critério da verdade: ''A questão de saber se ao pensamento humano pertence a verdade objetiva não é uma questão de teoria, mas uma questão prática. É na práxis que o homem tem de comprovar a verdade, isto é, a realidade e o poder, o caráter terreno do pen-samento" (MARX & ENGELS, 1984, pp.1 07-1 08). Kosík Identifica a práxis como "formadora

e ao mesmo tempo forma específica do ser humano. A práxis é a esfera do ser humano. [...]

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mais, historicamente construídos, são ou constitutivos ou derivados dele. Nesse processo de automediação, "o homem é livre na medida em que as condições de desenvolvimento são o resultado da própria autoconstituição. Isso não significa, porém, que a liberdade possa ser oposta à natureza do homem". Liberdade e valor são "dimensões da 'natureza humanamente au-tomediada'" (MÉSZÁROS, 1981, pp. 171-174).

Portanto, o homem faz-se de modo dialético - ao construir o mundo e a história, e ao ser por eles construído - no embate com a natureza para a ob-tenção e construção dos mei/os de subsistência: é na ação sobre a natureza que o homem processa a objetivação de sua subjetividade nos objetos que cria - constrói, ao mesmo tempo em que promove a subjetivação do mundo objetivo, imprimindo-lhe a marca do humano, quer dizer, humanizando-o. Assim, nessa

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A objetivação de si mesmo pela ação possibilita ao homem reconhecer-se como homem num mundo humanizado. E tal reconhecimento não reconhecer-se dá exclusivamente pelo pensamento: "Não é [...] só no pensamento, mas atra-vés de todos os sentidos, que o homem se afirma no mundo objectivo" (idem, p. 199). A ação do homem sobre a natureza e os produtos dessa ação ou os objetos "confirmam e realizam então a sua individualidade, eles são os seus próprios objectos, quer dizer,

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Referências

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