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CAPACITAÇÃO CONCILIAÇÃO JUDICIAL PRESENCIAL

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Academic year: 2021

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CAPACITAÇÃO

CONCILIAÇÃO JUDICIAL

PRESENCIAL

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Identificação do curso

Empresa: Centro de Mediadores Instituto de Ensino.

Titulo do curso: Capacitação em Conciliação Judicial

Modalidade: Presencial.

Pré-requisito: Ser graduado ou estudante a partir do 4º semestre de qualquer curso de nível superior reconhecido pelo MEC.

Investimento: R$ 2.300,00.

Formas de pagamento: Cartão de crédito (12x sem juros), boleto, débito e transferência bancária (10% de desconto).

Total da carga horária: 100h.

Vagas por curso: 32.

Número de Instrutores: 4

Cronograma curso I

Fase Encontros Carga horária Local

TEÓRICA 03/03/2018 (13H ÀS 19H) 04/03/2018 (09 ÀS 18H) 10/03/2018(13H ÀS 19H) 11/03/2018 (09 ÀS 18H) 17/03/2018(13H ÀS 19H) 18/03/2018 (09 ÀS 18H) 40h Taguatinga

ESTÁGIO Definido no decorrer da fase teórica. Sendo o inicio do estágio a partir de 01/05/2018, com duração média de 2 meses (sendo 2 vezes por semana (dia útil), 4 horas por encontro.

60h A definir conforme disponibilidade do NUPEMEC TJDFT.

Ementa

Desenvolvimento de Competências. Conciliação Judicial. Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania – CEJUSC.

Objetivo Geral

Capacitar agentes em Competências da Conciliação Judicial para atuarem nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos, a serem

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implantados como parte do estabelecimento de uma Política Pública Nacional em Resolução Adequada de Conflitos criada pela resolução 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça.

Objetivos específicos

I – Fazer a introdução sobre os diferentes meios não adversariais de solução de conflitos, com noções básicas sobre o conflito e a comunicação, disciplina normativa sobre o tema, experiências nacionais e internacionais, assegurando a compreensão dos objetivos da política pública de tratamento adequado de conflitos.

II - habilitar os facilitadores na utilização de técnicas autocompositivas de solução de conflitos, com enfoque na negociação e conciliação, trazendo padrões de comportamento ético e posturas exigidas no relacionamento com partes e diferentes profissionais envolvidos nos centros.

Habilidades requeridas e comportamento esperado

Desenvolvimento das competências necessárias à atuação institucional do conciliador judicial, com ética e respeito à todos os agentes envolvidos na lide. Identificação de conflitos. Comunicação prospectiva. Negociação facilitadora. Domínio de técnicas autocompositivas. Empoderamento das partes. Composição.

Grade de ensino

MÓDULOS

Módulo I – Introdução Unidade 1 - Panorama histórico dos

métodos consensuais de solução de conflitos.

Unidade 2 - A política judiciária

nacional de tratamento adequado de conflitos.

Tópico 2.1 – A Resolução 125/10

do Conselho Nacional de Justiça e a nova ordenação jurídica brasileira.

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Tópico 2.2 - CEJUSC - Aspectos da

Pacificação e da Cidadania

Módulo II – O novo paradigma em

resolução de disputas Unidade 3 - Cultura da paz e métodos de solução de conflitos

Tópico 3.1 - Os métodos autocompositivos de resolução de conflitos (mediação, conciliação e negociação)

Tópico 3.2 - Políticas públicas em

resolução adequada de disputa - Resolução 125

Unidade 4 - Teoria da comunicação/teoria dos jogos

Tópico 4.1 - Fundamentação teórica

sobre papel do autocompositor.

Tópico 4.2 - O Teorema do

Equilíbrio de Nash e sua aplicabilidade no planejamento de sistemas de resolução de conflito.

Tópico 4.3 - A teoria autocompositiva – cooperação ou competição Tópico 4.4 - Fundamentos da negociação 4.4.1 - Negociação baseada em interesses e negociação posicional. 4.4.2 - Barganha distributiva e negociação integrativa

Unidade 5 - Moderna teoria do conflito

Tópico 5.1 - Percepção, Reação e

Procedimentos de Resolução de Disputas

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e Destrutivos de Resolução de Disputas

5.2.1 - Espirais de Conflito

Tópico 5.3 - Resultados da apropriada abordagem do Conflito

Módulo III – Resolução de disputas

baseadas em competências

Unidade 6 – Breve

contextualização das relações sociais na pós-modernidade

Tópico 6.1 - A era dos direitos e a

judicialização das relações sociais; o conceito de outridade.

Tópico 6.2 - O conflito como luta

por reconhecimento

Unidade 7 – Conciliação Tópico 7.1 – Conceito

Tópico 7.2 - Diferenças entre

conciliação e mediação; amplitude do problema e estratégias do conciliador;

Tópico 7.3 - Etapas da conciliação. Unidade 8 – O processo de conciliação. Tópico 8.1 - A formação do conciliador; qualidade de um programa de conciliação. Tópico 8.2 - As atitudes do conciliador. Tópico 8.3 - Panorama do

processo de conciliação; Etapas da conciliação.

Unidade 9 – A fase inicial da

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Tópico 9.1 - Declaração de

abertura e a colocação das regras com vistas a adesão ao processo de conciliação.

Tópico 9.2 - a escuta e a

comunicação na conciliação.

Tópico 9.3 - Reunião de

informações; as perguntas abertas.

Unidade 10 – O desenvolvimento

da mediação

Tópico 10.1 - Organização dos

debates.

Tópico 10.2 - Resumo positivo e

prospectivo

Tópico 10.3 - Ferramentas para

provocar mudanças.

Tópico 10.4 - Resolução de

questões.

Tópico 10.5 - O termo de acordo;

Encerramento da mediação.

Módulo IV – Contexto e aplicação

da Mediação Unidade 11 - Áreas de utilização da conciliação/mediação

Unidade 12 - Interdisciplinaridade

da conciliação

Módulo V – A ética na

conciliação/mediação. Unidade 13 conciliador e sua relação com os - O papel do envolvidos na conciliação.

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conciliadores. Tópico 13.2 - Os princípios norteadores da conduta do conciliador. Tópico 13.2.1 - Os limites da confidencialidade

Módulo VI - Simulações Exercícios simulados. Módulo VII – Estágio

Supervisionado Sessões reais de estágio supervisionado.

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia básica

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ). Manual de Mediação Judicial.

Bibliografia complementar

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ).

Resolução nº 125. Dispõe sobre a Política Judiciária Nacional de tratamento adequado dos conflitos de interesses no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências.

Estratégia de ensino e metodologia

O desenvolvimento do conteúdo programático ocorrerá por meio das seguintes atividades:  Aulas expositivas;  Diálogo interativo;  Dinâmicas de grupo;  Entrevistas em dupla;  Debates em grupo;

 Técnicas de simulação de casos;  Feedback de avaliadores;

 Exercícios para fixação;  Estágio supervisionado;  Relatórios práticos;

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Da fundamentação legal

Ao implementar a Política Judiciária Nacional, o Conselho Nacional de Justiça observou a necessidade de se disciplinar as práticas de mediação e conciliação, medidas auxiliares à Justiça, para que a instrumentalização garantisse a sua eficácia. Para tanto, editou no ano de 2010 a Resolução de nº 125, que dispõe sobre a Política Judiciária Nacional de tratamento adequado dos conflitos de interesses no âmbito do Poder Judiciário.

Conforme o art. 2º da referida Resolução:

“Na implementação da política Judiciária Nacional, com vista à boa qualidade dos serviços e à disseminação da cultura de pacificação social, serão observados:

...

II - adequada formação e treinamento de servidores,

conciliadores e mediadores;

A formação e treinamento adequados passam a ser exigência para a habilitação do futuro conciliador/ mediador. Ainda conforme esta resolução, o seu art. 12, § 3º diz que:

§ 3º Os cursos de capacitação, treinamento e aperfeiçoamento de mediadores e conciliadores deverão observar as diretrizes curriculares estabelecidas pelo CNJ (Anexo I) e deverão ser compostos necessariamente de estágio supervisionado. Somente

deverão ser certificados mediadores e conciliadores que tiverem concluído o respectivo estágio supervisionado.

Como exposto, o estágio supervisionado passa a ser item de observância obrigatória na certificação do conciliador/mediador.

Da aprovação e certificação

O aluno deverá obter 100% de presença no Curso teórico-prático de 40 horas e desenvolver os exercícios com média mínima de 70%, para que siga para próxima fase mediante declaração. No estágio supervisionado após a entrega dos relatórios referentes a todas as sessões que o aluno participou, após o processo de avaliação atestando a aptidão do aluno e cumprido o número mínimo de 60h, será emitido certificado de conclusão de curso capacitação em conciliação judicial, que é o necessário para o

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cadastramento como Conciliador junto ao Tribunal de Justiça ou até mesmo ao CNJ.

Após experiência de atendimento em conciliação ou mediação por 2 anos, tendo ao menos 21 anos e comprovando a conclusão em ensino superior, o aluno também poderá se inscrever no curso de capacitação de instrutores.

Da reprovação

Será reprovado o aluno que não comparecer a qualquer um dos encontros teóricos de forma não justificada ou por período superior a 2 encontros, mesmo que justificado.

Será reprovado na fase do estágio supervisionado o aluno que não comparecer em pelo menos 90% das autosupervisões e 100% das supervisões, obtendo pelo menos 70% de aprovação nas avaliações do supervisor.

Será reprovado o aluno com comportamento impróprio para exercer a função de conciliador.

Hipóteses de reagendamento

Caso o aluno tenha indisponibilidade justificada de realizar o curso, deverá informar com antecedência de 15 dias antes do inicio, para que possa migrar para próxima turma.

Caso o aluno tenha até 1 (uma) falta justificada na fase teórica, poderá repor a matéria digitalmente.

Caso o aluno tenha até 3 (três) faltas justificadas ou não na fase do estágio supervisionado, o aluno pagará o equivalente a R$ 200,00 por encontro de reposição.

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Estágio Supervisionado

Nesta fase do curso, o aluno aprenderá a aplicar, em casos reais, o aprendizado teórico adquirido. Ele observará e atuará em sessões de conciliação acompanhado por 1 (um) supervisor habilitado e indicado pelo Centro de Mediadores Instituto de ensino, junto ao NUPEMEC (Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação). No decorrer dessas sessões o aluno desempenhará as seguintes funções:

a) Observação. b) co-conciliação. c) conciliação.

É durante o estágio que o aluno consolida o conhecimento, por meio da prática reiterada no exercício da conciliação, fundamental para que desenvolva o seu potencial criativo e comunicativo - habilidades essenciais ao processo de construção do acordo.

Neste período, o supervisionado será constantemente avaliado, de forma que o processo de avaliação se reverta em sucessivas metas de autodesenvolvimento. O objetivo é que o estágio potencialize as habilidades autocompositivas do aluno de forma progressiva, atuando como um processo de coaching que o leve a excelência nesse ofício.

Ao final do processo (composto pelo acompanhamento de 15 encontros de conciliação, perfazendo um total de 60 horas), é esperado que o supervisionado se encontre apto a exercer o papel de conciliador. Caso seja necessário, o supervisor indicará a permanência do aluno no estágio para que desempenhe sessões extras, de forma a aperfeiçoar a sua capacitação.

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Somente após a conclusão desta etapa, o aluno receberá o certificado de conclusão do curso que o habilitará a conciliar perante o Poder Judiciário.

Documentação exigida

Documento de identificação com foto.

Certificado de ensino superior a mais de 2 anos. Comprovante de residência.

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