Ano CXLII N
o-92
Brasília - DF, segunda-feira, 16 de maio de 2005
Sumário
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PÁGINA
Atos do Poder Judiciário ... 1
Atos do Poder Legislativo ... 1
Atos do Poder Executivo... 2
Presidência da República ... 2
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ... 3
Ministério da Ciência e Tecnologia ... 5
Ministério da Cultura ... 20
Ministério da Defesa ... 20
Ministério da Educação ... 20
Ministério da Fazenda... 32
Ministério da Integração Nacional ... 48
Ministério da Justiça ... 48
Ministério da Previdência Social... 57
Ministério da Saúde ... 58
Ministério das Comunicações ... 70
Ministério de Minas e Energia... 79
Ministério do Desenvolvimento Agrário... 91
Ministério do Esporte... 92
Ministério do Meio Ambiente ... 92
Ministério do Trabalho e Emprego ... 94
Ministério do Turismo ... 98
Ministério dos Transportes ... 98
Ministério Público da União ... 98
Tribunal de Contas da União ... 98
Poder Judiciário... 99
Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais ... 99
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PLENÁRIO
<!ID677403-0>
DECISÕES
Ação Direta de Inconstitucionalidade e Ação Declaratória de Constitucionalidade (Publicação determinada pela Lei nº 9.868, de 10.11.1999)
Julgamentos
AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 337-2 (1) PROCED. : DISTRITO FEDERAL
R E L ATO R : MIN. EROS GRAU
REQTE. : CONFEDERACAO NACIONAL DO COMERCIO - CNC A D V. : RUBENS EDMUNDO REQUIAO E OUTRO REQDO. : CONGRESSO NACIONAL
REQDO. : COORDENADOR DO SISTEMA DE TRIBUTA-CAO DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL REQDO. : PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Decisão: Retirado de pauta por indicação do relator. Pre-sidência do Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, 04.05.2005.
Acórdãos
AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 246-5 (2) PROCED. : RIO DE JANEIRO
R E L ATO R : MIN. EROS GRAU
REQTE. : GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO A D V. : JOSE EDUARDO SANTOS NEVES
REQDO. : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Decisão: O Tribunal, por maioria, julgou improcedente a ação, nos termos do voto do Relator, vencidos os Senhores Ministros Marco Aurélio e Carlos Britto, que julgavam inconstitucional a norma impugnada. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Falou pela requerida o Dr. Rodrigo Lopes. Ausente, justificadamente, neste jul-gamento, o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Plenário, 16.12.2004.
EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALI-DADE. ART. 368 DA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. RENUMERAÇÃO DO PRECEITO, MANTIDO O TEXTO ORIGINAL. ADITAMENTO PROMOVIDO PELO AUTOR. PRELI-MINAR DE PREJUDICIALIDADE REJEITADA. NORMA CONS-TITUCIONAL ESTADUAL QUE DISPÕE SOBRE APLICAÇÃO, INTERPRETAÇÃO E INTEGRAÇÃO DE TEXTOS NORMATIVOS ESTADUAIS. CONSTITUCIONALIDADE. INEXISTÊNCIA DE COMPETÊNCIA CONSTITUCIONAL EXCLUSIVA DA UNIÃO. QUEBRA DO PRINCÍPIO FEDERATIVO E DA INTERDEPENDÊN-CIA E HARMONIA ENTRE OS PODERES. INOCORRÊNINTERDEPENDÊN-CIA.
1. A renumeração do preceito constitucional estadual im-pugnado, mantido na íntegra o texto original, não implica a pre-judicialidade da ação direta, desde que promovido o aditamento à petição inicial. Precedente [ADI 1.874, Relator o Ministro MAU-RÍCIO CORREA, DJ 07.02.2003].
2. Inexistente atribuição de competência exclusiva à União, não ofende a Constituição do Brasil norma constitucional estadual que dispõe sobre aplicação, interpretação e integração de textos nor-mativos estaduais, em conformidade com a Lei de Introdução ao Código Civil.
3. Não há falar-se em quebra do pacto federativo e do prin-cípio da interdependência e harmonia entre os poderes em razão da aplicação de princípios jurídicos ditos “federais” na interpretação de textos normativos estaduais. Princípios são normas jurídicas de um determinado direito, no caso, do direito brasileiro. Não há princípios jurídicos aplicáveis no território de um, mas não de outro ente fe-derativo, sendo descabida a classificação dos princípios em “federais” e “estaduais”.
4. Ação Direta de Inconstitucionalidade julgada improcedente. Secretaria Judiciária
ANA LUIZA M. VERAS Secretária
Art. 2oO inciso II do art. 1.121 da Lei no5.869, de 11 de
janeiro de 1973 - Código de Processo Civil, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 1.121. ... ...
II - o acordo relativo à guarda dos filhos menores e ao regime de visitas;
...” (NR) Art. 3oO art. 1.121 da Lei no5.869, de 11 de janeiro de 1973
- Código de Processo Civil, passa a vigorar acrescido do seguinte § 2o, renumerando-se o atual parágrafo único para § 1o:
“Art. 1.121. ... § 1o...
§ 2oEntende-se por regime de visitas a forma pela qual os
cônjuges ajustarão a permanência dos filhos em companhia da-quele que não ficar com sua guarda, compreendendo encontros periódicos regularmente estabelecidos, repartição das férias es-colares e dias festivos.” (NR)
Art. 4o( V E TA D O ) .
Brasília, 13 de maio de 2005; 184oda Independência e 117o
da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Márcio Thomaz Bastos
<!ID680266-0> LEI N
o-11.113, DE 13 DE MAIO DE 2005
Dá nova redação ao caput e ao § 3odo art.
304 do Decreto-Lei no3.689, de 3 de
ou-tubro de 1941 - Código de Processo Penal. O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1oO caput e o § 3odo art. 304 do Decreto-Lei no3.689,
de 3 de outubro de 1941 - Código de Processo Penal, passam a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acom-panharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assi-naturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.
... § 3oQuando o acusado se recusar a assinar, não souber ou
não puder fazê-lo, o auto de prisão em flagrante será assinado por duas testemunhas, que tenham ouvido sua leitura na presença deste." (NR)
Art. 2o( V E TA D O ) .
Brasília, 13 de maio de 2005; 184oda Independência e 117o
da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Márcio Thomaz Bastos
Atos do Poder Judiciário
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<!ID680265-0> LEI N
o-11.112, DE 13 DE MAIO DE 2005
Altera o art. 1.121 da Lei no5.869, de 11
de janeiro de 1973 - Código de Processo Civil, para incluir, como requisito indispen-sável à petição da separação consensual, o acordo entre os cônjuges relativo ao regime de visitas dos filhos menores.
O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1oEsta Lei inclui, como requisito da petição inicial da
ação de separação consensual, o acordo dos cônjuges acerca do re-gime de visitas dos filhos menores.
Atos do Poder Legislativo
Atos do Poder Executivo
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<!ID680263-0> DECRETO DE 13 DE MAIO DE 2005
Institui Grupo de Trabalho para proceder à análise do Decreto no3.897, de 24 de
agos-to de 2001, que fixa as diretrizes para o emprego das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem, e do Decreto no4.332, de
12 de agosto de 2002, que estabelece nor-mas para o planejamento, a coordenação e a execução das medidas de segurança a serem implementadas durante as viagens presiden-ciais em território nacional, bem assim pro-por as providências a serem adotadas para unificar procedimentos deles decorrentes. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos II e VI, alínea “a”, da Constituição, e Considerando que, com a edição da Lei Complementar no
117, de 2 de setembro de 2004, foi alterada a Lei Complementar no
97, de 9 de junho de 1999, que dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas;
Considerando que os Decretos nos3.987, de 24 de agosto de
2001, e 4.332, de 12 de agosto de 2002, que tratam do emprego das Forças Armadas, respectivamente, na garantia da lei e da ordem, e na execução de medidas de segurança a serem implementadas durante as viagens presidenciais em território nacional, ou em eventos na Capital Federal, devem estar em consonância com a alteração ocorrida na Lei Complementar no97, de 1999;
Considerando, ainda, que há necessidade de se unificar pro-cedimentos decorrentes das atividades de emprego das Forças Ar-madas na garantia da lei e da ordem, e na execução de medidas de segurança a serem implementadas durante as viagens presidenciais em território nacional, ou em eventos na Capital Federal, inclusive em razão de haver situações de interface dessas atividades;
D E C R E T A :
Art. 1o Fica instituído Grupo de Trabalho para proceder à
análise dos Decretos nos3.897, de 24 de agosto de 2001, e 4.332, de
12 de agosto de 2002, bem assim propor as providências a serem adotadas para unificar procedimentos deles decorrentes.
Art. 2o O Grupo de Trabalho será integrado por um
re-presentante, titular e suplente, de cada órgão a seguir indicado: I - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, que o coordenará;
II - Casa Civil da Presidência da República; III - Ministério da Justiça;
IV - Ministério da Defesa; V - Comando do Exército; VI - Comando da Aeronáutica; e VII - Comando da Marinha.
Parágrafo único. Os membros do Grupo de Trabalho serão designados pelo Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, mediante indicação do ti-tular dos órgãos representados.
Art. 3oA participação no Grupo de Trabalho é considerada
serviço público relevante, não remunerado.
Art. 4oO Grupo de Trabalho poderá convidar representantes
de outros órgãos ou entidades da administração pública, para con-tribuir na execução dos seus trabalhos.
Art. 5o Caberá ao Gabinete de Segurança Institucional da
Presidência da República prover o apoio administrativo e os meios necessários à execução dos trabalhos do Grupo.
Parágrafo único. As despesas de deslocamento dos membros do Grupo de Trabalho, no desenvolvimento de suas atividades, serão custeadas pelos órgãos representados.
Art. 6o O Grupo terá prazo de trinta dias a contar da
pu-blicação deste Decreto, prorrogável uma única vez, para conclusão dos trabalhos.
Art. 7oEste Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 13 de maio de 2005; 184oda Independência e 117o
da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Jorge Armando Felix
Nº 277, de 13 de maio de 2005.
Senhor Presidente do Senado Federal,
Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do § 1odo art.
66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por contrariedade ao interesse público, o Projeto de Lei no74, de 2003 (no 6.425/02 na
Câmara dos Deputados), que “Dá nova redação ao caput e ao § 3odo
art. 304 do Decreto-Lei no3.689, de 3 de outubro de 1941 - Código
de Processo Penal”.
Ouvido, o Ministério da Justiça manifestou-se pelo veto ao seguinte dispositivo:
Art. 2o
“Art. 2oEsta Lei entra em vigor na data de sua publicação.”
Razão do veto
“Dadas as implicações para a imediata implantação do pro-cedimento a ser adotado, o interesse público recomenda veto ao seu art. 2o, atinente à imediata entrada em vigor da norma.
Em conseqüência do veto a esse dispositivo, a lei vigorará quarenta e cinco dias após sua publicação oficial, segundo ex-pressa o art. 1odo Decreto-Lei no4.657, de 4 de setembro de
1942 (a chamada Lei de Introdução ao Código Civil)”. Essa, Senhor Presidente, a razão que me levou a vetar o dispositivo acima mencionado do projeto em causa, a qual ora sub-meto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional.
CASA CIVIL
INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA
INFORMAÇÃO
<!ID680264-0> RETIFICAÇÃO
Entidade: AR SAFEWEB Processo nº: 00100.000033/2005-44
: No Despacho publicado no Diário Oficial de 05.05.05, Seção 1, página 04, onde se lê: “AR PERFECT” leia-se: “AR SAFEWEB”.
ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO
<!ID678338-0>
PORTARIA No-358, DE 13 DE MAIO DE 2005 O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso de suas atri-buições e tendo em vista o disposto nos incisos XIII e XVIII do art.4º da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, e no art.14 da Lei nº 10.480, de 2 de julho de 2002,
Considerando a necessidade de se dar continuidade ao cesso de implantação da Procuradoria-Geral Federal de modo a pro-porcionar-lhe o pleno exercício da sua competência, na forma dis-ciplinada pela referida Lei nº 10.480, de 2002;
Considerando a circunstância de que a Procuradoria da União no Estado do Paraná exerce a representação judicial de diversas autarquias e fundações públicas federais, por força da Medida Pro-visória nº 2.180-35, de 24 de agosto de 2001;
Considerando a existência de estrutura física e logística ade-quadas à instalação da Procuradoria Federal no Estado do Paraná e ao início de sua atividade finalística, resolve:
Art. 1º Fica instalada a Procuradoria Federal no Estado do Paraná, com sede em Curitiba, com a competência para exercer, em conjunto com a Procuradoria da União no Estado do Paraná, a re-presentação judicial das autarquias e fundações públicas federais até agora por esta exercida na forma dos arts. 11-A e 11-B da Medida Provisória nº 2.180-35, de 24 de agosto de 2001.
Parágrafo único - A Procuradoria Federal no Estado do Pa-raná assumirá, a partir de 6 de junho de 2005, gradativamente, a representação judicial das entidades de que trata este artigo.
Art. 2º Cabe ao Procurador-Geral Federal editar e praticar os demais atos necessários à instalação e funcionamento da Procuradoria Federal no Estado do Paraná.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
ALVARO AUGUSTO RIBEIRO COSTA
DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
<!ID680267-0>
MENSAGEM
Nº 274, de 13 de maio de 2005. Encaminhamento ao Supremo Tri-bunal Federal de informações para instruir o julgamento do Mandado de Segurança nº 25.355.
Nº 275, de 13 de maio de 2005. Encaminhamento ao Senado Federal, para apreciação, do nome do Senhor ALEXANDRE ANTONIO TOMBINI para exercer o cargo de Diretor do Banco Central do Brasil.
Nº 276, de 13 de maio de 2005.
Senhor Presidente do Senado Federal,
Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do § 1o-do art. 66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por contrariedade ao interesse público, o Projeto de Lei no 24, de 2004 (no 818/03 na
Câmara dos Deputados), que “Altera o art. 1.121 da Lei no5.869, de
11 de janeiro de 1973 - Código de Processo Civil, para incluir, como requisito indispensável à petição da separação consensual, o acordo entre os cônjuges relativo ao regime de visitas dos filhos menores”. Ouvido, o Ministério da Justiça manifestou-se pelo veto ao seguinte dispositivo:
Art. 4o
“Art. 4oEsta Lei entra em vigor na data de sua publicação.”
Razão do veto
“Dadas as implicações para a imediata implantação do pro-cedimento a ser adotado, o interesse público recomenda veto ao seu art. 4o, atinente à imediata entrada em vigor da norma.
Em conseqüência do veto a esse dispositivo, a lei vigorará quarenta e cinco dias após sua publicação oficial, segundo ex-pressa o art. 1o do Decreto-Lei no4.657, de 4 de setembro de
1942 (a chamada Lei de Introdução ao Código Civil)”. Essa, Senhor Presidente, a razão que me levou a vetar o dispositivo acima mencionado do projeto em causa, a qual ora sub-meto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional.
Presidência da República
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1
28 de fevereiro de 1967, no Decreto n.º 4.810, de 19 de agosto de 2003, na Instrução Normativa n.º 4, de 8 de outubro de 2003, da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da Re-pública, e o que consta no Processo n.o21000.006691/2003-86,
re-solve:
Art. 1º Revogar as Portarias de Autorização de Arrenda-mento de Embarcações Estrangeiras de Pesca relacionadas no anexo único desta Portaria.
Art. 2° A revogação das Portarias mencionadas no artigo anterior e o conseqüente cancelamento das Autorizações de Arren-damento de Embarcação Pesqueira Estrangeira de que trata a presente Portaria não isenta a empresa arrendatária de pendência adminis-trativa, fiscal ou penal, junto a qualquer órgão público, quando da operação das embarcações arrendadas, em águas jurisdicionais bra-sileiras.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
ALTEMIR GREGOLIM
6.7. Comunicar a DARP, num prazo de 30 (trinta) dias cor-ridos, quaisquer alterações que impliquem em:
6.7.1. Paralisação ou suspensão das suas atividades; 6.7.2. Mudança de responsável técnico;
6.7.3. Mudança de endereço;
6.7.4. Alterações estatutárias ou contratuais. 7. PUBLICIDADE
7.1. É permitido ao centro colaborador fazer referência ao credenciamento junto ao MAPA em seus documentos de publici-dade.
8. SUSPENSÃO E CANCELAMENTO DO CREDENCIA-M E N TO
O credenciamento do centro colaborador poderá ser suspenso ou cancelado:
8.1. Quando solicitado pelo centro colaborador;
8.1.1 O cancelamento a pedido do interessado, somente será concedido após o término da tramitação de todos os processos com relatório de ARP realizada pelo mesmo;
8.2. A critério do MAPA, quando:
8.2.1. For descumprida alguma norma desta instrução nor-mativa;
8.2.2. For identificada falha que afete a credibilidade do resultado da ARP e de parecer técnico;
8.2.3. For constatada falsificação ou adulteração de docu-mento ou resultado de ARP e de parecer técnico;
8.2.4. Utilizar indevidamente o nome de órgãos de Defesa Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
9. DISPOSIÇÕES GERAIS
9.1. Transcorridos 2 (dois) anos da data do credenciamento o centro colaborador deverá solicitar renovação do credenciamento para Análise de Risco de Pragas, instruído dos seguintes documentos:
9.1.1 Requerimento ao Diretor do DSV solicitando a re-novação do credenciamento;
9.1.2. Cadastro geral do contribuinte atualizado; 9.1.3. Endereço completo;
9.1.4. Curriculum vitae documentado dos profissionais en-volvidos na execução dos trabalhos de ARP;
9.1.5. Comprovante atualizado do acesso as principais fontes do acervo bibliográfico correlacionadas com a ARP;
9.2. O MAPA julgará as informações prestadas e decidirá pela renovação ou não do credenciamento.
10. DISPOSIÇÕES GERAIS
10.1. O processo de credenciamento não acarretará ônus à Secretaria de Defesa Agropecuária do MAPA;
10.2. As ARP serão de propriedade do DSV que poderá utilizá-las para baixar atos, normas, e critérios visando disciplinar o comércio de vegetais, seus produtos, sub-produtos, beneficiando a todos os usuários do sistema.
10.3. A publicação de informações dos relatórios de ARP ou de outros documentos do processo de ARP só poderá ocorrer após análise e autorização pela DARP.
<!ID677591-0>
DEPARTAMENTO DE SAÚDE ANIMAL
PORTARIA Nº 17, DE 12 DE MAIO DE 2005
O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE SAÚDE ANI-MAL, DA SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, do Regimento Interno da Secretaria, aprovado pela Portaria Ministerial nº 574, de 8 de dezembro de 1998, no art. 2º, da Instrução Normativa SDA nº 6, de 08 de janeiro de 2004, e o que consta do Processo nº 21042.001584/2005-37, resolve:
Art. 1º Reconhecer A Fundação Estadual de Pesquisa Agro-pecuária - Centro de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor - FE-PAGRO - C.P.V.D.F., CNPJ n° 97.263.461/0010-80, situada na Es-trada do Conde, n° 6000, Bairro Sans Soucci, Eldorado do Sul/RS, como instituição habilitada a ministrar “Cursos de Treinamento em Métodos de Diagnóstico e Controle da Brucelose e Tuberculose Ani-mal, e de Noções em Encefalopatias Espongiformes Transmissí-veis”.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
JORGE CAETANO JÚNIOR
ANEXO ÚNICO
Portaria n.º A r re n d a t á r i o E m b a rc a ç ã o Data Publicação no D.O.U
266 Norte Pesca S/A SENECA 03/01/2002 07/01/2002
290 Alfa Pesca Ltda GAVILAN DEL MAR 15/04/2002 17/04/2002
296 Ultramar Pesca Ltda VICHIALO 13/05/2002 15/05/2002
298 Ultramar Pesca Ltda MAR SALADA 13/05/2002 15/05/2002
01 S.W.F. Importação e Exportação Ltda JINCHINGSHENG 28 29/08/2003 05/09/2003
02 S.W.F. Importação e Exportação Ltda JINCHINGSHENG 132 29/08/2003 05/09/2003
20 Norte Pesca S/A UNDA 06/04/2004 07/04/2004
37 Ocean Star Pescados Ltda CHUNG KUO 858 05/07/2004 07/07/2004
38 Ocean Star Pescados Ltda CHUNG KUO 818 05/07/2004 07/07/2004
39 Ocean Star Pescados Ltda CHUNG KUO 828 07/07/2004 14/07/2004
40 Ocean Star Pescados Ltda CHUNG KUO 838 07/07/2004 14/07/2004
SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
<!ID677599-0>
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14, DE 5 DE MAIO DE 2005
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 9, inciso II, do Decreto nº 5351, de 24 de janeiro de 2005, e o que consta do Processo nº 21000.000053/2005-13 e considerando a necessidade de atualização das normas de credenciamento de centros colaboradores para análise de risco de pragas, resolve:
Art. 1º Aprovar as normas para credenciamento de centros colaboradores para realização de análise de risco de pragas, em conformidade com o constante do Anexo I desta Instrução Nor-mativa.
Art. 2º Estabelecer prazo de 60 dias para que os centros colaboradores já cadastrados pelo MAPA se adequem ao estabelecido no anexo I desta Instrução Normativa.
Art. 3º Estabelecer que o credenciamento dos cen-tros colaboradores terá validade por 2 anos, findo o qual o centro colaborador deverá solicitar renovação de credenciamento.
Art. 4º Ficam revogadas as Portarias n° 45, de 9 de abril de 1996 e n° 92, de 29 de agosto de 1997.
Art. 5º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.
GABRIEL ALVES MACIEL
ANEXO I
NORMAS PARA O CREDENCIAMENTO DE CENTROS COLABORADORES PARA REALIZAÇÃO DE ANÁLISE DE
RISCO DE PRAGAS.
1. OBJETIVOS
1.1. Estabelecer as condições para o credenciamento de cen-tros colaboradores visando à realização de análise de risco de pra-gas.
2. ABRANGÊNCIA
As presentes disposições têm aplicação nacional e destinam-se a todas as entidades públicas ou privadas envolvidas no processo de realização de Análise de Risco de Pragas.
3. DEFINIÇÕES
Para efeito da presente Instrução Normativa, entende-se por:
DSV: Departamento de Defesa Vegetal. DARP: Divisão de Análise de Risco de Pragas.
MAPA: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimen-to.
CREA: Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
ARP: Análise de Risco de Pragas. Estimativa do risco da praga e manejo do risco de praga.
Centro colaborador: Entidade pública ou privada credenciada pelo DSV do MAPA para realização de ARP.
Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento
.
4. REQUISITOS PARA CREDENCIAMENTO
Para fins de credenciamento, os centros colaboradores de-verão estar legalmente constituídos, estar adequadamente equipados para a realização das atividades propostas, estar sob a responsa-bilidade técnica de um profissional de nível superior da área de Engenharia Agronômica com registro no CREA.
O processo de credenciamento inicia-se com a solicitação de credenciamento pelo interessado por meio de requerimento entregue na Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abasteci-mento da jurisdição estadual, sendo o processo encaminhado ini-cialmente a DARP/DSV, instruído com os seguintes documentos:
4.1. Requerimento ao Diretor do DSV solicitando creden-ciamento;
4.2. Contrato social registrado em Junta Comercial e estatuto da entidade;
4.3. Estrutura organizacional e administrativa; 4.4. Cadastro geral do contribuinte;
4.5. Inscrição estadual; 4.6 Endereço completo;
4.7. Comprovante de registro da entidade no CREA; 4.8. Comprovante de anotação de reconhecimento do curso de engenharia agronômica, pelo Ministério da Educação, quando se tratar de entidade de ensino;
4.9. Comprovante de anotação de responsabilidade técnica -ART, emitida pelo CREA, para todos os responsáveis técnicos da entidade;
4.10. Curriculum vitae documentado dos profissionais en-volvidos na execução dos trabalhos de ARP;
4.11. Comprovante do acesso as principais fontes do acervo bibliográfico correlacionadas com a ARP;
5. TRAMITAÇÃO PROCESSUAL
A tramitação processual e os procedimentos de credencia-mento obedecerão às seguintes etapas:
5.1. Análise do processo pela DARP;
5.2. Vistoria técnica e emissão de parecer técnico pela DARP visando à concessão ou não do credenciamento, ou sua adequação aos objetivos propostos;
5.3. Homologação do credenciamento pelo diretor do DSV; 5.4. Análise Jurídica e trâmites burocráticos do MAPA para publicação.
6. OBRIGAÇÕES
6.1. Apresentar o relatório de ARP conforme formulário es-tabelecido pela DARP.
6.2. O centro colaborador credenciado deverá prestar apoio técnico ao DARP quando solicitado, visando dirimir dúvidas rela-cionadas a ARP efetuada;
6.2.1. O centro colaborador terá prazo de 30 (trinta) dias corridos para providenciar respostas aos posicionamentos da DARP, decorrido este prazo ficará sujeito as sanções do item 8;
6.2.1.1. Este prazo poderá ser prolongado mediante soli-citação formal do centro colaborador que será julgado pela DARP, podendo ser acatado ou não;
6.3. Permitir o acesso de técnico do MAPA, devidamente identificado, nas suas instalações, para efeito de inspeção, fiscalização e auditoria;
6.4. Manter pessoal técnico atualizado através de treinamen-tos adequados para realização da atividade proposta;
6.5. Envolver na elaboração do relatório de ARP especia-listas para os grupos de organismos pragas (ácaros, insetos, fungos, nematóides, bactérias, vírus, plantas daninhas e outros organismos) elencadas na fase I da ARP.;
6.6. A equipe técnica deve participar dos treinamentos pro-postos pela DARP, sendo os custos de deslocamento e manutenção de responsabilidade do centro colaborador.
SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA
<!ID679141-0>
RETIFICAÇÕES
Dow-Colorado CO 32, Dow-Colorado CO 9560, D 657, D 766, 8330, 8420, Híbrido 8460, Híbrido 8480, 2C577, 2C599, 2B619, 2B710, SW2B551; Embrapa-BRS 1030, BRS 1001(Norte), BRS 1010(Norte), BRS 2020(Norte), BRS 2110, BRS 2114, BRS 2160, BRS 3003(Nor-te), BR 3123, BRS 3150, BRS Ângela, BRS Planalto, BRS Sol da Manhã, BR 451, BR 201, BR 205, BR 206, BR 473, BRS 4150, BRS 4154; Fundacep/Fecotrigo-FCEP 34, FCEP 35; IAC-IAC 8333; Iapar-IPR 114, Iapar-IPR 119; Mhatriz-ZNT 2030, ZNT 3030, GNZ 2728; Mon-santo-AG 2060, AG 7575, AG 122, AG 303, AG 405, AG 5011, C 701, DKB 747, C 435, DKB 466, DKB 747, AG 9090; Pioneer-30P70, 3041, 30F33, 30F44, 30F45, 30F87, 30S40; Santa Helena-SHS 4040, Helena-SHS 4060, Helena-SHS 4080, Helena-SHS 5060, Helena-SHS 5080, Helena-SHS 7070, SHS 3031; Semeali-XB 7011(Oeste), XB 7012(Oeste); Syngenta-Tork, Fort, Valent, Attack, Máster, Exceler, Traktor(G 186C), Balu 178, SG 150, Balu 184, Savana 133, Savana 185, SG 6418, CD 304, Polato 2602, Garra, Balu 551, Balu 761, Pointer. Ciclo Médio: Bayer-A 010, Bayer-A 017, Bayer-A 2555; Monsanto-Bayer-AG 6690, DKB 333B, DKB 390; Pioneer-30F90. Ciclo Tardio: Monsanto-AG 1051, AG 4051, DKB 990, Semeali-XB 8028(Oeste), XB 4013 (Oeste).
Na Portaria nº 24, de 11/2/2005, publicada no DOU de 14/2/2005, na Seção 1, página 5, excluir as cultivares indicadas no item 5 e incluir a seguinte cultivare: Ciclo Superprecoce: Coodetec-CD 108.
Na Portaria nº 25, de 11/2/2005, publicada no DOU de 14/2/2005, na Seção 1, página 6, excluir as cultivares indicadas no item 5 e incluir as seguintes cultivares: Ciclo Superprecoce: Co-odetec-CD 108. Ciclo Precoce: CoCo-odetec-CD 109.
Na Portaria nº 11, de 13/1/2005, publicada no DOU de 14/1/2005, na Seção 1, página 15, excluir as cultivares indicadas no item 5 e incluir as seguintes cultivares: Ciclo Superprecoce: Co-odetec-CD 108. Ciclo Precoce: CoCo-odetec-CD 105, CD 107, CD 109, CD 111, CD 113; Embrapa-BRS Buriti, BRS Camboatá, BRS Gua-biju, BRS Louro, BRS Timbaúva; Iapar- IPR 85 (Reg. 9), IPR 110 (Reg. 9), IPR 118 (Reg. 9). Ciclo Médio: Coodetc-CD 104; Embrapa-BRS Angico, Embrapa-BRS Canela, Embrapa-BRS Camboim, Embrapa-BRS 49 (Reg. 9), Embrapa-BRS 208 (Reg. 9); Iapar-IPR 87 (Reg. 9), IPR 109 (Reg. 9).
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Ministério da Ciência e Tecnologia
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GABINETE DO MINISTRO
<!ID679080-0> PORTARIA N° 336, DE 12 DE MAIO DE 2005
O Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4º do Decreto nº 5.365, de 3 de fevereiro de 2005, resolve:
Art. 1º Aprovar o Regimento Interno da Secretaria de Po-lítica de Informática, na forma do Anexo a presente Portaria.
Art. 2º Fica revogada a Portaria nº 152, de 15 de abril de 1996.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
EDUARDO CAMPOS
ANEXO REGIMENTO INTERNO
SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA CAPÍTULO I
CATEGORIA E COMPETÊNCIAS
Art. 1º À Secretaria de Política de Informática, órgão es-pecífico singular diretamente subordinada ao Ministro, compete:
I - propor, coordenar e acompanhar as medidas necessárias à execução da política nacional de informática e automação;
II - propor, coordenar e acompanhar as medidas necessárias à execução das políticas para o desenvolvimento do setor de software e serviços relacionados no País;
III - propor, coordenar e acompanhar as ações necessárias para o desenvolvimento da Internet e do comércio eletrônico no País, em conjunto com outros órgãos de Governo;
IV - colaborar com os diversos órgãos das esferas pública e privada, visando o ingresso do País na Sociedade da Informação;
V - participar, no contexto internacional, das ações que vi-sem o desenvolvimento das tecnologias da informação, da Internet e do comércio eletrônico e seus reflexos, com o aumento da parti-cipação do País no cenário das novas sociedades da informação;
VI - analisar e dar parecer às propostas de concessão de incentivos fiscais a projetos do setor de informática e automação;
VII - articular a elaboração dos Planos Nacionais de In-formática e Automação a serem submetidos ao Conselho Nacional de Informática e Automação; e
VIII - assistir tecnicamente aos órgãos colegiados na sua área de atuação.
CAPÍTULO II ORGANIZAÇÃO
Art. 2º A Secretaria de Política de Informática tem a seguinte estrutura:
1. Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação; 1.1. Divisão de Pesquisa e Desenvolvimento; 1.2. Divisão de Acompanhamento e Avaliação;
2. Coordenação-Geral de Serviços e Programas de Com-putador;
2.1. Divisão de Informação e Análise; 2.2. Divisão de Programas de Computador; 3. Coordenação-Geral de Microeletrônica; e 4. Serviço de Apoio Administrativo.
Art. 3º A Secretaria será dirigida por Secretário, as Co-ordenações-Gerais por Coordenador-Geral, as Divisões e o Serviço por Chefe, cujos cargos serão providos na forma da legislação per-tinente.
Parágrafo único. Para o desempenho de suas funções, o Se-cretário contará com três Assistentes e um Assistente Técnico.
Art. 4º Os ocupantes dos cargos em comissão previstos no artigo anterior serão substituídos, em suas faltas ou impedimentos, por servidores por eles indicados e previamente designados na forma da legislação específica.
CAPÍTULO III
COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES
Art. 5º À Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação compete:
I - propor, implementar, coordenar e avaliar políticas de desenvolvimento visando à capacitação tecnológica, qualidade, pro-dutividade e competitividade do setor de tecnologia da informação;
II - propor, implementar, coordenar e avaliar políticas de incentivos fiscais que visem ao desenvolvimento e à capacitação tecnológica no segmento de bens de informática;
III - planejar, articular, coordenar e avaliar a fruição dos incentivos previstos na legislação de informática, bem como fiscalizar o cumprimento das obrigações decorrentes da contrapartida aos in-centivos auferidos;
IV - propor, articular, orientar e acompanhar programas, pro-jetos e ações visando o desenvolvimento da indústria de tecnologia da informação no País, promovendo a sua integração com as políticas voltadas para o complexo eletrônico, em consonância com as demais entidades de governo;
V - avaliar e fornecer subsídios para a compatibilização das políticas de desenvolvimento setorial e regional, com a do setor de tecnologia da informação;
VI - propor, articular, subsidiar e acompanhar as posições do Ministério no âmbito dos acordos multilaterais e bilaterais, regionais e subregionais em temas de interesse do setor de tecnologia da in-formação;
VII - participar e articular a participação de entidades pú-blicas e privadas com vistas à inserção do País no contexto da So-ciedade da Informação nas suas áreas de competência;
VIII - subsidiar e apoiar as atividades do Comitê da Área de Tecnologia da Informação - CATI, inclusive em relação a imple-mentação e acompanhamento dos programas prioritários definidos pelo Comitê, nas suas áreas de competência;
IX - planejar, articular, coordenar e avaliar estudos sobre a capacitação tecnológica e a competitividade da indústria de tecno-logias da informação;
X - propor, articular, fomentar e acompanhar programas da qualidade e de avaliação da conformidade, bem como participar das atividades de normalização no segmento de bens de informática; e
XI - propor, articular e acompanhar a utilização dos bens de informática em programas relacionados aos benefícios da Lei de In-formática.
Art. 6º À Divisão de Pesquisa e Desenvolvimento com-pete:
I - subsidiar, coordenar e avaliar a fruição dos incentivos previstos na legislação de informática, bem como fiscalizar o cum-primento das obrigações decorrentes da contrapartida aos incentivos auferidos;
II - promover ações que estimulem o setor de tecnologia da informação a utilizar os mecanismos da propriedade intelectual como instrumento de política de desenvolvimento tecnológico e industrial; III - acompanhar e avaliar os programas de fomento à ca-pacitação tecnológica em tecnologia da informação para promover sua compatibilização com os objetivos da política de informática;
IV - propor, subsidiar, articular e acompanhar programas, projetos e ações com vistas ao desenvolvimento científico e tec-nológico do setor de tecnologia da informação, inclusive no que se refere à cooperação entre universidades, centros de pesquisa e de-senvolvimento e empresas; e
V - conduzir o processo de análise sobre investimentos em pesquisa e desenvolvimento para fins de cumprimento das obrigações da legislação de informática.
Art. 7º À Divisão de Acompanhamento e Avaliação com-pete:
I - coordenar e implementar o processo de acompanhamento da fruição dos incentivos previstos em legislação;
II - propor, coordenar e manter sistemas de informação para concessão de benefícios e acompanhamento das atividades de pes-quisa e desenvolvimento em tecnologias da informação;
III - receber, arquivar e encaminhar processos e documentos referentes aos pleitos de concessão e acompanhamento dos benefícios fiscais;
IV - selecionar e avaliar os documentos a serem preservados, propondo a guarda ou transferência daqueles a serem preservados; e
V - elaborar a consolidação dos relatórios demonstrativos dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento para encaminha-mento ao Comitê da Área de Tecnologia da Informação - CATI;
Art. 8º À Coordenação-Geral de Serviços e Programas de Computador compete:
I - propor, implementar, coordenar e avaliar políticas que visem ao desenvolvimento dos setores de serviços intensivos em tecnologia da informação e de programas de computador;
II - propor, implementar, coordenar e avaliar políticas de incentivos fiscais que visem a capacitação tecnológica nos segmentos de serviços intensivos em tecnologia da informação e de programas de computador;
III - propor e subsidiar a formulação de políticas, coordenar e orientar programas, projetos, ações e estudos que visem à ca-pacitação tecnológica e ao aumento da produtividade e da compe-titividade dos produtores de programas de computador e dos pres-tadores de serviços intensivos em tecnologias da informação;
IV - propor e coordenar a implantação de sistemas de in-formação sobre o setor de Tecnologia da Inin-formação;
V - propor e subsidiar a formulação de políticas visando o fortalecimento e a consolidação das Micro, Pequenas e Médias em-presas dos setores de programas de computador e serviços intensivos em tecnologias da informação;
VI - propor, articular, fomentar e acompanhar programas da qualidade e de avaliação da conformidade, bem como participar das atividades de normalização relacionados com o setor de programas de computador e serviços intensivos em tecnologias da informação;
VII - propor, articular e avaliar as políticas de estímulo ao desenvolvimento do comércio eletrônico e da expansão do desen-volvimento e do uso de software livre no País;
VIII - articular e promover o desenvolvimento e a univer-salização do acesso a Internet no País;
IX - propor, articular e acompanhar a elaboração da le-gislação relacionada com a utilização das tecnologias da informação e prestação de serviços intensivos em tecnologias da informação;
X - propor, articular, subsidiar e acompanhar as posições do Ministério no âmbito dos acordos multilaterais e bilaterais, regionais e subregionais em temas relativos a programas de computador, redes de computadores e serviços intensivos em tecnologias da informa-ção;
XI - subsidiar e acompanhar as atividades destinadas à sen-sibilização e capacitação tecnológica para a utilização dos meca-nismos da Propriedade Intelectual nos segmentos de serviços in-tensivos em tecnologia da informação e programas de computador;
XII - propor, articular e acompanhar a utilização das tec-nologias da informação em programas de desenvolvimento social, cultural e econômico;
XIII - participar e articular a participação de entidades pú-blicas e privadas com vistas à inserção do País no contexto da So-ciedade da Informação, nas suas áreas de competência; e
XIV - subsidiar e apoiar as atividades do Comitê da Área de Tecnologia da Informação - CATI, inclusive em relação a imple-mentação e acompanhamento dos programas prioritários definidos pelo Comitê, nas suas áreas de competência.
Art. 9º À Divisão de Informação e Análise compete: I - propor, implantar e manter sistemas de informação sobre o setor de Tecnologia da Informação;
II - promover a disseminação e a atualização de informações sobre o setor de tecnologias da informação;
III - propor coordenar, disponibilizar e manter pesquisas so-bre o setor de Tecnologia da Informação;
IV - planejar, coordenar e acompanhar estudos de prospecção e diagnósticos sobre o setor de Tecnologia da Informação;
V - coordenar a obtenção, analisar e manter indicadores sobre o setor de Tecnologia da Informação;
VI - coordenar, implantar e manter sistemas de informação para gestão da política para o setor de Tecnologia da Informação; e
VII - apoiar e acompanhar as atividades do Comitê da Área de Tecnologia da Informação - CATI.
Art. 10. À Divisão de Programas de Computador compete: I - propor, implementar e avaliar as políticas que visem ao desenvolvimento do segmento de programas de computador;
II - propor, implementar e avaliar políticas de incentivos fiscais que visem ao desenvolvimento e à capacitação tecnológica nos segmentos de serviços intensivos em tecnologia da informação e de programas de computador;
III - propor e coordenar estudos técnicos no segmento de programas de computador, promovendo a disseminação de seus re-sultados;
IV - acompanhar e articular, em coordenação com demais entidades de governo, a implementação de instrumentos que incen-tivem o desenvolvimento do setor de programas de computador no País;
V - acompanhar e avaliar as atividades relacionadas com a Propriedade Intelectual no que diz respeito aos programas de com-putador;
VI - propor, articular, fomentar e acompanhar programas da qualidade e de avaliação da conformidade, bem como participar das atividades de normalização no segmento de programas de compu-tador; e
VII - conduzir o processo de análise sobre investimentos em pesquisa e desenvolvimento para fins de concessão ou manutenção de incentivos nas áreas de sua competência.
Art. 11. À Coordenação-Geral de Microeletrônica compete: I - propor, implementar, coordenar e avaliar as políticas que visem ao desenvolvimento do segmento de componentes, semicon-dutores e optoeletrônicos no País;
II - propor, implementar, coordenar e avaliar políticas de incentivos fiscais que visem à capacitação tecnológica no segmento de componentes semicondutores e optoeletrônicos;
III - propor, articular, orientar e acompanhar programas, pro-jetos e ações, visando promover a integração da política de com-ponentes, semicondutores e optoeletrônicos com as demais políticas voltadas para o complexo eletrônico;
IV - analisar propostas de concessão de incentivos fiscais e de credenciamento de instituições de ensino e pesquisa e de in-cubadoras previstos na legislação de informática;
V - propor, articular, subsidiar e acompanhar as posições do Ministério no âmbito dos acordos multilaterais e bilaterais, regionais e subregionais em temas de interesse da indústria de componentes e microeletrônica;
VI - propor, articular, fomentar e acompanhar programas da qualidade e de avaliação da conformidade, bem como participar das atividades de normalização relacionados com a indústria de com-ponentes e microeletrônica;
VII - subsidiar e acompanhar as atividades destinadas à sen-sibilização e capacitação tecnológica para a utilização dos meca-nismos da Propriedade Intelectual nos segmentos de componentes e microeletrônica;
VIII - propor, coordenar e acompanhar estudos técnicos e promover a disseminação de seus resultados, em temas de sua área de atuação; e
IX - subsidiar e apoiar as atividades do Comitê da Área de Tecnologia da Informação - CATI, inclusive em relação a imple-mentação e acompanhamento dos programas prioritários definidos pelo Comitê, nas suas áreas de competência.
Art. 12. Ao Serviço de Apoio Administrativo compete: I - receber, arquivar e encaminhar documentos e corres-pondências de interesse da Secretaria, mantendo atualizadas as in-formações sobre a tramitação dos documentos;
II - requisitar, receber e distribuir material de consumo, con-trolar a movimentação e zelar pelos bens patrimoniais de respon-sabilidade da Secretaria;
III - solicitar e controlar os serviços de telecomunicações, reprografia, limpeza, copa, manutenção de máquinas e equipamentos e outros serviços gerais;
IV - providenciar a concessão de diárias e passagens aos servidores da Secretaria; e
V - controlar e executar trabalhos de digitação. CAPÍTULO IV
ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES
Art. 13. Ao Secretário incumbe planejar, dirigir, coordenar, orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento das atividades da Secretaria e, especificamente:
II - submeter ao Ministro de Estado os planos, programas e relatórios da Secretaria;
III - adotar medidas para a supervisão e a avaliação de desempenho das unidades de pesquisa e entidades vinculadas que exerçam atividades na área de atuação da Secretaria;
IV - promover a integração operacional entre as unidades da Secretaria e outros órgãos e entidades vinculadas ao Ministério;
V - representar a Secretaria nos assuntos relativos a sua área de competência;
VI - homologar parecer técnico conclusivo sobre a cele-bração de convênios, ajustes, contratos e acordos que envolvam as-suntos da Secretaria;
VII - coordenar as atividades voltadas ao desenvolvimento de programas e ações integradas de cooperação técnico-científica com organismos nacionais e internacionais, na área de competência da Secretaria;
VIII - regulamentar os assuntos necessários ao desenvol-vimento das ações da Secretaria, mediante atos administrativos; e
IX - assistir tecnicamente aos órgãos colegiados na sua área de atuação.
Parágrafo único. Incumbe, ainda, ao Secretário, exercer as atribuições que lhe forem expressamente delegadas, admitida a sub-delegação.
Art. 14. Aos Coordenadores-Gerais incumbe:
I - planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução das atividades a cargo da unidade;
II - assistir ao superior imediato nos assuntos de sua com-petência;
III - praticar os demais atos necessários ao cumprimento das competências de sua unidade; e
IV - assistir tecnicamente aos órgãos colegiados na sua área de atuação.
Art. 15. Ao Chefes de Divisão e de Serviço incumbe: I - dirigir, orientar e controlar as atividades da unidade; II - emitir parecer nos assuntos pertinentes à unidade; e III - praticar os demais atos necessários ao cumprimento das competências de sua unidade.
CAPÍTULO V DISPOSIÇÃO GERAL
Art. 16. Os casos omissos e as dúvidas surgidas na aplicação do presente Regimento Interno serão solucionados pelo Secretário.
II - Coordenação-Geral de Administração: a) três Assistentes Técnicos - DAS 102.1.
III - Coordenação-Geral da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança:
a) um Assistente - DAS 102.2. IV - Assessoria de Comunicação Social: a) dois Assistentes - DAS 102.2; b) um Assistente Técnico - DAS 102.1. V - Assessoria Parlamentar:
a) quatro Assistentes - DAS 102.2; b) três Assistentes Técnicos - DAS 102.1.
Art. 3º O Gabinete será dirigida por Chefe de Gabinete, as Coordenações-Gerais por Coordenador-Geral, as Assessorias por Che-fe da Assessoria e as Divisões por CheChe-fe, cujos cargos serão providos na forma da legislação pertinente.
Art. 4º Os ocupantes dos cargos em comissão previstos no artigo anterior serão substituídos, em suas faltas ou impedimentos, por servidores por eles indicados e previamente designados na forma da legislação específica.
CAPÍTULO III
COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES
Art. 5º À Coordenação-Geral de Administração compete: I - coordenar, supervisionar e controlar as atividades re-lacionadas à administração de recursos humanos, material, patrimônio e serviços gerais no âmbito do Gabinete;
II - supervisionar e controlar o recebimento, a movimentação e a expedição de documentos e correspondências de interesse do Gabinete;
III - coordenar, supervisionar e controlar o preparo e a or-ganização de expedientes e documentação submetida a apreciação do Ministro de Estado;
IV - examinar, controlar e organizar a documentação técnica a ser submetida ao Chefe de Gabinete e prestar assistência sobre outros assuntos de interesse do Gabinete;
V - acompanhar a tramitação dos expedientes de interesse do Ministério junto à Presidência da República e a outros Ministérios;
VI - desenvolver as atividades de concessão de suprimento de fundos, passagens e diárias aos servidores e colaboradores even-tuais do Gabinete;
VII - submeter ao Chefe de Gabinete a proposta orçamen-tária do órgão, bem como aqueles referentes à solicitação de créditos suplementares; e
VIII - orientar o encaminhamento dos expedientes de afas-tamento do País, de servidores da administração direta e indireta, para participação em reuniões, congressos, seminários, estágios e cursos de aperfeiçoamento no exterior, nos termos da legislação pertinente.
Art. 6º À Divisão de Documentação e Arquivo compete: I - orientar e controlar a emissão, numeração e registro de atos e correspondências oficiais do Ministro de Estado e das unidades subordinadas do Gabinete;
II - analisar, classificar, organizar e manter atualizado o ar-quivo de documentação oficial dirigida ao Ministro de Estado e ao Gabinete;
III - efetuar o controle de recebimento e expedição da do-cumentação oficial do Ministro de Estado e do Gabinete, mantendo atualizadas as informações sobre sua tramitação e arquivamento;
IV - providenciar a publicação, na imprensa oficial, de atos assinados pelo Ministro de Estado e pelo Chefe de Gabinete;
V - preservar os documentos encaminhados ao Ministro de Estado e ao Gabinete em arquivo, responsabilizando-se pela sua guar-da, controle, segurança e recuperação; e
VI - selecionar documentos a serem eliminados, propondo a guarda ou transferência daqueles a serem preservados.
Art. 7º À Divisão de Apoio Administrativo compete: I - distribuir a agenda do Ministro de Estado para os órgãos do Ministério, com a periodicidade estabelecida;
II - requisitar, receber e distribuir material de consumo, con-trolar a movimentação e zelar pelos bens patrimoniais de respon-sabilidade do Gabinete;
III - solicitar e controlar os serviços de telecomunicações, reprografia, limpeza, copa, manutenção de máquinas e equipamentos e outros serviços gerais;
IV - executar e controlar trabalhos de digitação, operar os aplicativos e sistemas e manter bases de dados que permitam o gerenciamento e a execução das atividades informatizadas; e
V - fornecer apoio logístico necessário ao funcionamento do Gabinete.
Art. 8º À Coordenação-Geral da Secretaria do Conselho Na-cional de Ciência e Tecnologia compete:
I - prestar apoio técnico e administrativo às reuniões do Conselho e provê-las da necessária infra-estrutura de funcionamen-to;
II - preparar as pautas das reuniões do Conselho, enca-minhando a seus membros a documentação necessária à sua rea-lização, nos prazos previstos;
III - preparar os atos de convocação para as reuniões do Conselho;
IV - secretariar as reuniões do Conselho, lavrar as atas e promover as medidas destinadas ao cumprimento das decisões do Plenário;
V - divulgar as resoluções do Conselho;
VI - acompanhar os pedidos de informações de órgãos e entidades externas, responsabilizando-se pelo cumprimento dos pra-zos estipulados;
VII - coordenar a elaboração e a distribuição do Relatório Anual de Atividades do Conselho; e
VIII - manter controle da documentação do Conselho. Art. 9º À Coordenação-Geral da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança compete:
I - prestar apoio técnico e administrativo às reuniões da Comissão e provê-las da necessária infra-estrutura de funcionamen-to;
II - preparar as pautas das reuniões da Comissão, enca-minhando a seus membros a documentação necessária à sua rea-lização, nos prazos previstos;
III - preparar os atos de convocação para as reuniões da Comissão;
IV - secretariar as reuniões da Comissão, lavrar as atas e promover as medidas destinadas ao cumprimento das decisões do Plenário;
V - divulgar as resoluções da Comissão;
VI - acompanhar os pedidos de informações de órgãos e entidades externas, responsabilizando-se pelo cumprimento dos pra-zos estipulados;
VII - coordenar a elaboração e a distribuição do Relatório Anual de Atividades da Comissão; e
VIII - manter controle da documentação da Comissão. Art. 10. À Coordenação-Geral do Cerimonial compete: I - organizar e acompanhar as atividades oficiais do Mi-nistro;
II - organizar a recepção de autoridade em visita ao Mi-nistério;
III - processar os convites recebidos pelo Ministro; IV - preparar e expedir correspondências e convites do Mi-nistro;
V - preparar e organizar solenidade e recepções do Mi-nistro;
VI - participar do planejamento e organização de visitas do Ministro;
VII - articular-se com os órgãos do Ministério na realização de solenidades conjuntas ou de visitas de autoridades;
VIII - organizar e manter banco de dados de autoridades; IX - participar do planejamento e da organização de viagens do Ministro; e
X - organizar e coordenar solenidades, eventos, exposições, palestras e seminários do Ministério, seus institutos, em conjunto com outras institutições.
Art. 11. À Assessoria de Comunicação Social compete: I - redigir, editar e difundir matérias e notícias de interesse do Ministério para os veículos de divulgação;
II - fornecer informações e manter contatos com jornalistas credenciados e órgãos de imprensa em geral;
III - organizar e coordenar as entrevistas coletivas ou ex-clusivas do Ministro de Estado e demais autoridades do Ministério;
IV - acompanhar e analisar as notícias veiculadas na im-prensa, selecionar matérias e elaborar resenhas dos assuntos de in-teresse do Ministério, colocando-as à disposição de suas unidades;
V- difundir e arquivar matérias selecionadas, jornais, re-vistas, material fotográfico, de vídeo, de áudio e outros instrumentos de comunicação, de interesse do Ministério;
VI - coordenar as atividades de divulgação da publicidade oficial e institucional do Ministério, dos órgãos colegiados e das entidades vinculadas, inclusive junto à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República;
VII - acompanhar e apoiar encontros, simpósios e congressos de interesse do Ministério; e
VIII - acompanhar a realização de processos licitatórios que visem a contratação de agências de propaganda ou empresas de as-sessoria para a divulgação das ações institucionais do Ministério.
Art. 12. À Assessoria Parlamentar compete:
I - coordenar o atendimento, junto aos órgãos do Ministério, das solicitações, interpelações e requerimentos de informações oriun-dos do Poder Legislativo;
II - manter arquivo atualizado da representação parlamentar e de correspondência dirigida ao Ministério pelos membros do Poder legislativo;
III - acompanhar o andamento de matérias, proposições e pronunciamentos de interesse do Ministério no Poder Legislativo, seja no Plenário, nas Comissões Técnicas e nas Comissões de Inquérito, propondo as ações necessárias;
IV - sugerir as providências adequadas em relação a pro-nunciamentos de parlamentares, relacionados ao Ministério;
V - obter e fornecer ao Congresso Nacional informações destinadas a subsidiar apreciações de matérias de interesse do Mi-nistério;
VI - encaminhar aos órgãos do Ministério as solicitações de parlamentares e prestar-lhes esclarecimentos e informações sobre ma-térias de competências do Ministério; e
VII - acompanhar as autoridades do Ministério nas visitas e audiências às Casas Legislativas, prestando-lhes o apoio necessário.
CAPÍTULO IV
ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 13. Ao Chefe de Gabinete incumbe:
I - planejar, coordenar, orientar e supervisionar a execução das atividades do Gabinete e de suas unidades subordinadas;
II - assistir ao Ministro de Estado em sua representação política e social; e
III - desempenhar outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado.
Art. 14. Aos Chefes da Assessoria e aos Coordenadores-Gerais incumbe:
I - planejar, coordenar, orientar e supervisionar a execução das atividades a cargo das unidades sob sua direção;
II - assistir ao Chefe de Gabinete nos assuntos afetos à respectiva área de competência;
III - opinar sobre os assuntos da unidade, dependentes de decisão superior; e
<!ID679073-0> PORTARIA N° 337, DE 12 DE MAIO DE 2005
O Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4º do Decreto nº 5.365, de 3 de fevereiro de 2005, resolve:
Art. 1º Aprovar o Regimento Interno do Gabinete do Mi-nistro de Estado, na forma do Anexo a presente Portaria.
Art. 2º Fica revogada a Portaria nº 47, de 16 de fevereiro de 2004.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação. EDUARDO CAMPOS ANEXO REGIMENTO INTERNO GABINETE DO MINISTRO CAPÍTULO I CATEGORIA E COMPETÊNCIAS
Art. 1º Ao Gabinete, órgão de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado, compete:
I - assistir ao Ministro de Estado em sua representação po-lítica e social, ocupar-se das relações públicas e do preparo e des-pacho do seu expediente pessoal;
II - acompanhar o andamento dos projetos de interesse do Ministério, em tramitação no Congresso Nacional;
III - providenciar o atendimento às consultas e aos reque-rimentos formulados pelo Congresso Nacional;
IV - providenciar a publicação oficial e a divulgação das matérias relacionadas com a área de atuação do Ministério;
V - planejar, coordenar e supervisionar o desenvolvimento das atividades de comunicação social do Ministério e auxiliar nas providências relacionadas ao cerimonial; e
VI - exercer outras competências que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado.
CAPÍTULO II ORGANIZAÇÃO
Art. 2º O Gabinete tem a seguinte estrutura: 1. Coordenação-Geral de Administração; 1.1. Divisão de Documentação e Arquivo; 1.2. Divisão de Apoio Administrativo;
2. Coordenação-Geral da Secretaria do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia;
3. Coordenação-Geral da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança;
4. Coordenação-Geral do Cerimonial; 5. Assessoria de Comunicação Social; e 6. Assessoria Parlamentar.
Parágrafo único. O Gabinete, as Coordenações-Gerais de Ad-ministração e da Secretaria da Comissão Técnica Nacional de Bios-segurança e as Assessorias dispõem, para alocação em suas res-pectivas unidades, de cargos em comissão de Assessor Técnico, As-sistente e AsAs-sistente Técnico, identificadas e quantificadas a seguir, cujas atribuições dos seus ocupantes se efetivarão por ato do Chefe de Gabinete:
I - Gabinete:
a) um Assessor Técnico - DAS 102.3; b) um Assistente - DAS 102.2;
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IV - praticar os demais atos necessários à consecução das competências de sua unidade.
Art. 15. Aos Chefes de Divisão incumbe:
I - dirigir, orientar, coordenar e controlar as atividades da respectiva unidade;
II - emitir parecer nos assuntos pertinentes à respectiva uni-dade; e
III - praticar os demais atos necessários à consecução das competências de sua unidade.
CAPÍTULO V DISPOSIÇÃO GERAL
Art. 16. Os casos omissos e as dúvidas surgidas na aplicação do presente Regimento Interno serão solucionados pelo Chefe de Gabinete.
Art 6º À Coordenação de Assuntos Judiciais compete: I - fornecer subsídios aos órgãos da Advocacia-Geral da União para a defesa da União em juízo e preparar informações a serem prestadas pelo Ministro de Estado, Secretários ou Diretores das unidades de pesquisa ao Poder Judiciário;
II - acompanhar, em articulação com a Advocacia-Geral da União, o andamento dos feitos judiciais em que seja parte a União e que se refiram aos interesses do Ministério, orientando às autoridades competentes no cumprimento das decisões e sentenças;
III - controlar os prazos para atendimento de solicitações emanadas da Advocacia-Geral da União ou do Ministério Público, bem como orientar as autoridades competentes na remessa de in-formações ao Poder Judiciário;
IV - orientar quanto à instauração de processos para apu-ração de irregularidades, bem como verificar a legalidade dos autos de sindicâncias e processos disciplinares, no âmbito do Ministério e das entidades vinculadas;
V - manter informações atualizadas sobre o andamento das ações instauradas pelo Ministério Público, procedentes de processos disciplinares; e
VI - desenvolver outras atividades relacionadas com a sua área de competência.
Art. 7º À Coordenação de Assuntos de Ciência e Tecnologia compete:
I - realizar estudos e pesquisas legislativas, jurisprudenciais e doutrinárias relacionadas com a área de ciência e tecnologia;
II - emitir parecer sobre questões jurídicas pertinente à área de ciência e tecnologia; e
III - desenvolver outras atividades relacionadas com a sua área de competência.
Art. 8º À Coordenação de Atos, Contratos e Convênios com-pete:
I - examinar os processos devidamente instruídos de minutas de editais, contratos, acordos, convênios ou outros ajustes, que devam ser assinados por autoridades do Ministério;
II - examinar os processos devidamente instruídos relativos a licitações ou de contratações, bem como os que propõem dispensa ou de inexigibilidade de licitação;
III - orientar quanto aos procedimentos administrativos con-cernentes à legislação de licitação, fixando seu entendimento no âm-bito do Ministério;
IV - manifestar-se quanto à declaração de nulidade de ato administrativo praticado no âmbito de contratações do Ministério; e
V - desenvolver outras atividades relacionadas com a sua área de competência.
Art. 9º Ao Serviço de Documentação Jurídica compete: I - acompanhar as publicações de leis, decretos, medidas provisórias, portarias e demais atos normativos ou administrativos de interesse do Ministério, mantendo cadastro atualizado de tais pu-blicações;
II - realizar pesquisa documental com vistas a fornecer sub-sídios aos advogados para a elaboração de pareceres e informações; III - manter arquivo atualizado de peças processuais que possibilite a verificação imediata da situação de cada feito;
IV - recomendar ao Consultor Jurídico a aquisição de livros e a assinatura de publicações de natureza jurídica;
V - organizar e manter atualizados ementários, fichários e publicações técnico-jurídicas e literárias, bem como as referentes à legislação e jurisprudência, de interesse da Consultoria, que compõem o acervo de sua biblioteca;
VI - providenciar a aquisição, o registro, a classificação e a conservação de obras de interesse da Consultoria; e
VII - desenvolver outras atividades relacionadas com a sua área de competência.
Art. 10. Ao Serviço de Apoio Administrativo compete: I - receber, arquivar e encaminhar documentos e corres-pondências de interesse da Consultoria, mantendo atualizadas as in-formações sobre a tramitação dos documentos;
II - requisitar, receber e distribuir material de consumo, con-trolar a movimentação e zelar pelos bens patrimoniais de respon-sabilidade da Consultoria;
III - solicitar e controlar os serviços de telecomunicações, reprografia, limpeza, copa, manutenção de máquinas e equipamentos e outros serviços gerais, no âmbito da Consultoria;
IV - controlar e executar trabalhos de digitação, reprografia e fax;
V - providenciar a concessão de passagens e diárias aos servidores da Consultoria; e
VI - desenvolver outras atividades relacionadas com a sua área de competência.
CAPÍTULO IV
ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 11. Ao Consultor Jurídico incumbe:
I - prestar assessoramento jurídico direto ao Ministro de Estado;
II - dirigir, coordenar, orientar e supervisionar a execução das atividades da Consultoria;
III - cumprir e zelar pelo cumprimento da orientação nor-mativa emanada da Advocacia-Geral da União;
IV - fixar, nos casos não resolvidos pela Advocacia-Geral da União, a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e demais atos normativos a ser uniformemente seguida pelos órgãos e entidades vinculadas ao Ministério;
V - examinar, previamente, a legalidade dos contratos, con-cessões, ajustes ou convênios de interesse do Ministério, e promover a respectiva rescisão ou declaração de caducidade, por via admi-nistrativa e judicial;
VI - zelar pela fiel observância da aplicação das leis, de-cretos e regulamentos, bem como pelo atendimento aos prazos pro-cessuais;
VII - diligenciar no sentido de se manter a uniformidade de atuação dos serviços jurídicos do Ministério e das entidades vin-culadas, de modo a assegurar o cumprimento das atribuições relativas à Advocacia-Geral da União;
VIII - coordenar as atividades jurídicas do Ministério e su-pervisionar as realizadas nas entidades vinculadas;
IX - promover a elaboração de relatórios anuais das ati-vidades da Consultoria;
X - baixar portarias, instruções, ordens de serviço e outros atos administrativos referentes à execução das competências da Con-sultoria; e
XI - indicar ao Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, dentre os ocupantes de cargo de Advogado da União e demais ocu-pantes de cargo privativo de bacharel em direito, lotados na Con-sultoria Jurídica, os Coordenadores de que tratam os artigos 5º a 8º deste Regimento Interno.
Parágrafo único. Incumbe, ainda, ao Consultor Jurídico, exercer as atribuições que lhe forem expressamente delegadas, ad-mitida a subdelegação.
Art. 12 Aos Coordenadores incumbe:
I - planejar, coordenar, orientar e supervisionar a execução das atividades a cargo das unidades sob sua direção;
II - assistir ao Consultor Jurídico nos assuntos afetos à res-pectiva área de competência;
III - opinar sobre os assuntos da unidade, dependentes de decisão superior; e
IV - praticar os demais atos necessários à consecução dos objetivos da respectiva unidade.
Art. 13. Aos Chefes de Serviço incumbe:
I - coordenar, orientar e supervisionar as atividades das res-pectivas unidades;
II - emitir parecer nos assuntos pertinentes às respectivas unidades; e
III - praticar os demais atos necessários à consecução dos objetivos da respectiva unidade.
CAPÍTULO V
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 14. As dúvidas e questões de ordem jurídica somente deverão ser encaminhadas à Consultoria Jurídica pelo Ministro de Estado ou, de ordem deste, pelo seu Chefe do Gabinete, pelo Se-cretário-Executivo, pelos Secretários, pelos Subsecretários ou pelos Diretores das unidades de pesquisa.
Parágrafo único. Nenhum assunto será apreciado pela Con-sultoria Jurídica sem prévia e adequada instrução do processo, por parte dos órgãos técnicos competentes.
Art. 15. As consultas de interesse dos órgãos e entidades vinculadas ao Ministério deverão ser submetidas à Consultoria Ju-rídica, por intermédio das autoridades a que se refere o caput do artigo anterior e instruídos com pronunciamentos conclusivos da res-pectiva unidade jurídica e dos órgãos técnicos.
Art. 16. A Consultoria Jurídica poderá dirigir-se diretamente aos órgãos e entidades vinculadas ao Ministério, mediante despacho ou expediente, solicitando diligência necessária à instrução de pro-cessos submetidos à sua apreciação.
Art. 17. As Assessorias de competência jurídica das unidades de pesquisa, integrantes da estrutura básica do Ministério, deverão assistir aos seus Diretores no controle da legalidade dos atos ad-ministrativos, especialmente aqueles de que tratam o art. 1º deste Regimento Interno.
Art. 18. Os Advogados da União e demais ocupantes de cargo privativo de Bacharel em Direito serão lotados na Consultoria Jurídica, de acordo com o que dispõe o parágrafo único do art. 23 da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, podendo o seu exercício dar-se em outro órgão do Ministério, a critério do Consultor Jurídico.
Parágrafo único. Caberá ao Consultor Jurídico a distribuição das atividades e processos que demandem ou necessitem de pro-nunciamento jurídico.
Art. 19. Os casos omissos e as dúvidas surgidas na aplicação do presente Regimento Interno serão solucionados pelo Consultor Jurídico.
<!ID679074-0> PORTARIA N° 338, DE 12 DE MAIO DE 2005
O Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4º do Decreto nº 5.365, de 3 de fevereiro de 2005, resolve:
Art. 1º Aprovar o Regimento Interno da Consultoria Jurídica, na forma do Anexo a presente Portaria.
Art. 2º Fica revogada a Portaria nº 48, de 16 de fevereiro de 2004.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação. EDUARDO CAMPOS ANEXO REGIMENTO INTERNO CONSULTORIA JURÍDICA CAPÍTULO I CATEGORIA E COMPETÊNCIAS
Art. 1º À Consultoria Jurídica, órgão setorial da Advocacia-Geral da União, administrativamente subordinada ao Ministro de Es-tado, compete:
I - assessorar o Ministro de Estado em assuntos de natureza jurídica;
II - exercer a coordenação das atividades jurídicas do Mi-nistério e das entidades vinculadas;
III - fixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tra-tados e dos demais atos normativos, a ser uniformemente seguida em sua área de atuação e coordenação, quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União;
IV - elaborar estudos e preparar informações, por solicitação do Ministro de Estado;
V - assistir ao Ministro de Estado no controle interno da legalidade administrativa dos atos a serem por ele praticados ou já efetivados, e daqueles oriundos de órgãos ou entidades sob sua co-ordenação jurídica; e
VI - examinar, prévia e conclusivamente, no âmbito do Mi-nistério:
a) os textos de edital de licitação, bem como os dos res-pectivos contratos ou instrumentos congêneres, a serem publicados e celebrados; e
b) os atos pelos quais se vá reconhecer a inexigibilidade, ou decidir a dispensa de licitação.
CAPÍTULO II ORGANIZAÇÃO
Art. 2º A Consultoria Jurídica tem a seguinte estrutura: 1. Coordenação de Estudos Normativos e Pareceres; 2. Coordenação de Assuntos Judiciais;
3. Coordenação de Assuntos de Ciência e Tecnologia; 4. Coordenação de Atos, Contratos e Convênios; 5. Serviço de Documentação Jurídica; e 6. Serviço de Apoio Administrativo.
Art. 3º A Consultoria Jurídica será dirigida por Consultor Jurídico, as Coordenações por Coordenador e os Serviços por Chefe, cujos cargos serão providos na forma da legislação pertinente.
Parágrafo único. Para o desempenho de suas funções, o Con-sultor Jurídico contará com dois Assistentes.
Art. 4º Os ocupantes dos cargos em comissão previstos no artigo anterior serão substituídos, em suas faltas ou impedimentos, por servidores por eles indicados e previamente designados na forma da legislação específica.
CAPÍTULO III
COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES
Art. 5º À Coordenação de Estudos Normativos e Pareceres compete:
I - examinar e emitir parecer sobre anteprojetos de leis, decretos, regulamentos, portarias e demais atos normativos elaborados pelos órgãos do Ministério;
II - examinar e emitir parecer sobre as questões que en-volvam matéria de natureza jurídica, de interesse do Ministério e das entidades vinculadas;
III - sugerir medidas para corrigir distorções ou introduzir modificações necessárias ao aprimoramento dos instrumentos legais pertinentes à atuação do Ministério;
IV - emitir pareceres e informações, com vistas a orientar as decisões do Ministro de Estado, dos Secretários ou dos Diretores das unidades de pesquisa nos recursos administrativos de interesse do Ministério e das entidades vinculadas; e
V - desenvolver outras atividades relacionadas com a sua área de competência.
<!ID679075-0> PORTARIA N° 339, DE 12 DE MAIO DE 2005
O Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4º do Decreto nº 5.365, de 3 de fevereiro de 2005, resolve:
Art. 1º Aprovar o Regimento Interno da Assessoria de As-suntos Internacionais, na forma do Anexo a presente Portaria.
Art. 2º Fica revogada a Portaria nº 49, de 16 de fevereiro de 2004.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
EDUARDO CAMPOS
ANEXO REGIMENTO INTERNO
ASSESSORIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS CAPÍTULO I
CATEGORIA E COMPETÊNCIAS
Art. 1º À Assessoria de Assuntos Internacionais, órgão de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado, compete: