PREFEITURA DO MUNICÍPIODE PIRACICABA
Al*
ESTADO DE SÃO PAULO
PROCURADORIAGERAL
DECRETO N” 13.195, DE 30 DE JULHODE 2009
Dispõe sobre o reordenamento dos serviços deAbrigo
no Município de Piracicaba e dáoutras providências.
BARJAS NEGRI, Prefeito do Município de Piracicaba, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições, e
CONSIDERANDO o disposto na Norma Operacional Básica do Sistema Único de
Assistência Social - NOB/SUAS, aprovada pela Resolução CNAS n° 130, de 15 de julho de 2005; na Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS - NOB-RH/SUAS, aprovada pela Resolução CNAS n° 1, de 25 de janeiro de 2007; no Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária, que estabelece parâmetros para o funcionamento dos serviços de alta complexidade para crianças e adolescentes, indicando a necessidade do reordenamento dos serviços existentes e da implantação de novas modalidades de atendimento da Lei Federal n° 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente;
CONSIDERANDO, ainda, o estabelecido na Portaria n° 460, de 18 de dezembro de 2007, que dispõe sobre os Pisos Básicos Fixos e de Transição, alterando a Portaria MDS/GM iU 442, de 26 de agosto de 2005, que estabelece critérios e procedimentos relativos ao repasse de recursos financeiros referentes aos Pisos de Alta Complexidade I e Fixo de Media Complexidade, no âmbito do SUAS e na Portaria n® 431, de 03 de dezembro de 2.008, que prorrogou o prazo contido na Portaria n'"’ 460/07:
CONSIDERANDO o prazo estabelecido pelo Ministério de Desenvolvimento Socia^
e Combate a Fome para reordenamento dos serviços de abrigo e implantação de novas formas de^ atendimento adequadas ao Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito das Crianças Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária e ao Estatuto da Criança e do Adolescente e oè resultado dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho, nomeado através do Decreto Municipal n^g 13.108, de 24 de abril de 2009, para avaliar os serviços de abrigo para crianças e adolescentes ncg
Município de Piracicaba/SP, ®
DECRETA
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Art. 1" Ficam as instituições que executam serviços de abrigo de crianças adolescentes no Município de Piracicaba, obrigadas a cumprir o disposto na legislação supra citada atender às indicações constantes do "Estudo, Diagnóstico e Indicadores de Ações para Adequação (â/g
Serviços de Abrigo no Município de Piracicaba", adequando seu atendimento conforme essag
prescrições até 19 de dezembro de 2009.
§ 1“ De modo a contemplar o disposto no caput do presente artigo e com base no
documento "Orientações Técnicas para os Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes ”,
emitido pelo CONANDA e CNAS, as instituições de abrigamento deverão atender aos seguintes aspectos:
I - atendimento personalizado e em pequenos grupos;
II - não desmembramento de grupos de irmãos, no caso de crianças e adolescentes;
III - manutenção de equipe técnica, cuidadores e educadores de acordo com os
DECRETO N® 13.195/09 2
IV - localização dos serviços em áreas residenciais;
V - estrutura física com acessibilidade;
VI - atendimento às famílias de origem, com o objetivo de reintegração familiar;
VII - fortalecimento da convivência familiar;
VIII - fortalecimento do convívio com a comunidade;
IX - articulação permanente com o Sistema de Garantia de Direitos, com os demais
serviços socioassistenciais e com outras políticas públicas.
§ 2® Além do disposto no caput e § 1® do presente artigo, as instituições de
abrigamento, com base nos indicadores presentes no "Relatório do Grupo de Trabalho", nomeado
pelo Decreto Municipal n® 13.108/2009, deverão atender aos seguintes aspectos;
I - elaborar e apresentar Regimento Interno e Projeto Pedagógico;
II - formar e capacitar os profissionais;
III -articular e efetivar a relação com a rede de serviços;
IV -sistematizar e organizar documentos, informações, dados e pesquisas;
V - elaborar e apresentar Programa de atendimento as famílias;
VI -organizar e planejar a rotina e o cotidiano institucional.
Art, 2® A capacitação e a supervisão serão oferecidas pela Secretaria Municipal de
Desenvolvimento Social, responsável pela adequação, monitoramento e controle dos serviços de abrigo no Município de Piracicaba, com base nas normas previstas no documento "Orientações
Técnicas para os Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes ”, emitido pelo COMANDA e
CNAS,
Parágrafo único. Com o objetivo de garantir os direitos das crianças e adolescentes
caberá à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social qualquer alteração relativa aos serviços hoje prestados através da rede existente com vistas a ampliar, adequar, reordenar os serviços de abrigamento no Município de Piracicaba, criando ou organizando novos serviços para os quais poderá convocar novos parceiros.
Art. 3® O não cumprimento do disposto no art. 1°, retro, pelas instituições de
abrigamento, de acordo com as Resoluções CMAS n° 11/2009 e CMDCA n° 03/2009, acarretará na aplicação das seguintes sanções:
I - cancelamento do registro junto aos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e
do Adolescente e da Assistência Social do Município de Piracicaba;
anterior;
II - comunicação aos órgãos competentes do cancelamento do que trata o inciso
III - suspensão de novos convênios ou repasses de recursos públicos pelo Município
DECRETO N® 13.195/09 3
Art. 4" Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Prefeitura do Município de Piracicaba, em 30 de julho de 2009. ■"•••• - 3
BARJAS NEGRr
Prefeito Municipal
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-MARIA ANGÉLICA F. SÍ GUÉRCIO
Secretária Municipal deDesenvolvimento Social
Publicado no Diário Oficial do Município de Piracicaba^ ProcuradorGeral do Mu
12
PIRACICABA,quinta-feira, 23 de julho de 2009D
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COMUNICADOTOr^ADA DE PREÇOS N^ 43.'G9
Execução oe obrasoarawjnstrução de vesLário parp u campodefutebol amador .0'.'>iii2adC'aRuaBr'ddá.sd:U!i. no BairroParqueSao JorgeíCnizCaiada, com area de C(jri&lruç.aode 131 íJ-lifP,r^u-n íornecfmept':; de matenais máo- □«-'□'□rfii?^íK:Liiiporr.ç?n1os
.A ssão Per'^.’-;a'’;entedeAbertura Ju gomer^to de I. lOitaçóes del-berou por rác -aroceder adingénciií soiioitodept?iiimnpreísa CONSTRUTORA E PAVfMÊNTADORA CONCIVILTDA, por ente idernão sernecessáriono iriomi^nlo. E em./irtude derã.:-: terhavido«ntorpo&çòesôerecursos rx? referido prqcedime''ilciicítotóiit: nomurncfi oue fioa meresoo para ás 15:0(3 Foras do 0ia 28/07/20 99, a aberturadns f; n''vo 'opes d e o'^. 02 —Pro posta,'da s empre sa s
HABILITADAS, na Baia de Licilaçdes, U. .^ndar d.p PrêdtodoCentro Cívico (Z-u itu ra I e E du; jr-scxi i -iu I' F Ior: va ido C oe' boP nàtes ".
AVISO DÊLICITAÇÃO
RETIFICAÇÃO DO PREGÃO PRESENCIALN."103/09 - PROCESSON," 1595/09
OBJETO:Contratação dé empresaparafornecimente de suprimentosde informática, para o estoque üo Aimoxarifadc dc SEMAE.
Fica canceíláca á ccmpra dos itens 2 e 3 'Cfjnstantes rifj Anexo 1 doeditai. Ficam ratificadas es demais cláusulas ed taücas.
Ccn.íiuita/Aíjuisiçãograiud.-ido ecDnl: 3i-da noSetor de Protocole,situado ro endereçoac.-^a de2^ a 6^ feira, das 9 às 16 norasmed:aníe reoclUrnenlodeR5 10üO tdezj reais - idíormaçôeS' tor e (T 9} 3403 ‘ 9614 2 3 P fa X /134 26-9234/?360. Piracicaba. 22 de ^u-bo de 2009 V'am i r A ug u51'"' S cn':á'v uzz o Presidente do SEMAE CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIASOCIAL RESOLUÇÃO N‘’1V2G09OE 14 DE JUIHO DE 2009 RESOLUÇÃO
O CONSELHO WIUNECIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-CMAS nouso de suasatrbuições queinefoiconfericía ueia Le; r!''L6i.24G de03de suriho de 2008,em Plenárid refiLznda dia14 iulho cie2009.
RESOLVE: Piracicaba 22 dc julho de2009.
Canos Alberto Bonoletto
Presidente COMiSSÃO PERMANEhTE DE CAOASTRAMENTO
Art-1’ ■ Pactuar corr: a Secretaria Municipal de Desenvôlvimiento Sociai na execução dasações propostíts fjaraorftofdenamenlo dos ser/fçosde ar>ri<>c n.o Município dePfracicaba.
COMISSÃO PERMANENTE
A Comissão de Caílastramenlo ccnsliluida atravésdo Ato d.’842de 29/11.1' 2006 00 Sr.Presidente do SEMAE, torna pubhcopara conhôcimer^to dos I n teresseóos que o oeoido decadastrarr^ec to d a emoresa a Paixo foi afterado. PROCESSANTE E DE
Art. 2“ - Onão cumprmentoaodispoíito nas legislações'-'iger^tes até o dia 31dedezembrona2009acarretará em'
i. Cance’âment'Cdo registro junloac Conselino MuiVolpal de Assisléncia Social do MuniUpio 'ie Piracicaba
!!. Comumcação?io sórgãos com pele ntesdo cancel am ento do que trata o incisoanteriior.
SÍNDiCANCIA Piracicete, 22 dejclrijde 200^ A Comissão de Cadasirameoio
HCjMGI OG.AÇAil^ Berias Nngr-,Preféilooo Mu-me oie i:fe Piracicatja, nouso ne suasaR-bLi;Ções homolngae ccndusãc oa Comissão Permanente
Prooessflríee cie Siursirância no seguinte Processo: COMISSÃO permanentedecadastramemto
Mana Ce'::'lia Kerrmes de Meneitts Presidente emexercioo Processo n?. 57 146/20ÍI7.
'í?iSSL;nTci. Sir^iiíiCí^Ciaíivisar dc aíAiraí irregularidsdespralicacas por GLiard:3SCivis. Conr:lusâQ: A Com issão^COÍ^JCt.U l.perUNAN iMID/VOE pAl é» ABE RTURA DE PRCCHSSü ADMiNiSTRATiVÜDlSCPLiNAR.contra o lyervicstxpúohco Sr '■'AARCOS CESAR DE JESUSRAMOS, per tíir inínngiôo o disposto aligo 28, ' noisos. i, LV. LXIV, I XX i eL KXVII i cíc artigo 31,inctsos =. com penalidade previísta no artigo35.inóso VI o''? artigo39. todos do Estatutoda Guarda CVií.
MARCELO MAGRO MARÚUN PresdJenieoa C.PP.S. SERVIÇO MUNICIPAL
DE ÁGUAE ESGOTO
;3 “RAV.i^nF-,; SJWERChD DC !á Al.PX PEHzR''iDAS:L'mA U ANAD^!S^'NABAV$^aÇASiLV^ !'7i .ANONC CARLOS CEAGUlAR LÔFES 1'^ AN’0N n u.ASi-J.''-''',lana
AS:nENí;CUHT VEüEíROS ZiARCÚ AMA.-E CAPARGZ
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:SRAtL RAHELlC JÚNIOR .OÃ'O JARLCSRERF-HA r.-AR('OS AN"'3NI<| PARZ3Tq
r ^:£!_ SAr.I"Oa PAU;.O jiNiC US CH l-íA;.DEi- SiisSANA ViW^AS ^-RNANUFá
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AComissão de Ced a st rs mer I c. con st itu id a a trav és doAlo n? 342 de 29'11 2006 ílo Br. Presidenta do SEMAE, torna públicij para conhecímente dos interíassaflosque o pedido de cadastrsmentodasempríisâsabaixo fc; deterido. PnDtocoin P'rx:í:í:&:j 19?6j2CC^ l34?.<íQr:9 1917f2rííl1í:)5.'ZO9 1619'2009 1120'2909 2ó14.'2(X)9 1797'2009 F;(!C,ij<ír-:ín)e Cí?C: K.M C'Dr5irurofe s Enger^iaria Ltda 00££.2COS ResfiT -SCT'.e MàniL óe Equcc-Tíd^tcsElrtrrtmcfsiiirs Ltia Cftíi3.'2míí FaclDltnCorrrerciíl Líiií
Fr Erigenhâns piàreiarnetoeunnslRjçãoLírta 0094.2039 iX«3:2in9 PirecicoDa. 22 detufhode2009
A Comissão deCsdastramenSo
Aüúmi&sãode Cadastra mento, conslituíriaairavéscoAto n.°842 de 29.i'lV 2006do Sr.PríiRidnnte do SEM A Ê tcméicúblioopara contieoirncíittidos interessado?!que o pedidc decadastríjmanto fia ompmsa obaixo foi rerovado. Ppíld Cd io Prq ce sso R eq u ere n1e
2583.7009 2299'7037 Vector Serviços ttó a
CRC 0095/2009 Piiacicaba, 22 d*pihode 2íj09
A Comissão de Cadastramento
FUNDAÇAO MUNICIPAL DE ENSINO DEPIRACICABA ataDLANÁLISEDAS PROPOS fAS REFERENTE A TOMADADF
PREÇO N ^002.'2009.
SINDICATO
SindicatodosTrabalhadores nasindústriasda Construção e do Mobiliário de Piracicaba
ASSEMBLÉIA GERAL EXlRAORDiNÃRiA EDITAL
iQ die TO :;al.o dos Peto presente Edital, convoco todos oa trabalhadoresnas Indústrias de Mérmorése Grar^ilose, Cérãmicas Branca eVermelda. na base territoria do Sindicato associados ou não, todos com direito de voz evoto, oare parliciparem da Assembléia Gerai Exiracrdinária. ase reat-zar dejuibe de 2009. às 17'30horas, na sede socfeií dcS-fií TrabalbadioresnasIndústriasde Construção e do Mobiliário deP!ra'cicabá estabelecidonoRua José Pinto de Almeida,295- Bairro dos Aiemiàes. P:reciçaba cx>m base lerritonalnas ctoâdfis da Artnemdi.Águiis de São PedrO; C^aruueada,Rio das Pedras. Santa Maria daSerra. Sailinhoe São Pedro,afimde deliberarem sobre a seguinteOrdem do Dia 1? Ledura e a I >ro vação<ia At a a nter ior. 2 jA pre se rite çã '.•:i. discu s sãij e aor'Ovação do r',-?! ■rle reivindinaçúes ir.abolnjsríonijs pára i-ánovaçãc'dn norma cú-eLve do trabalho da categoria 3) O'sr:ussãoe aprovação da ContriDij.-çãu AsSI$1e n cia I, com d tr i tode opdsição: 4 ■ Cences^áo de pod eres á d i retori n •.dc Smdicatopara que junta mente com a caFederação déen’; íosc-o ac orc.ce$su de negociação e possa firmarAriomo/Converiçã':! Cniiíii:'y-K«. se necessário, instaurar o s-:ompeÉenteDissidio Ccietrvo(Lconümico.''Greve;, outorgando paratanto, poderes áFederação, por procuração para este íim5) Ddciqirpoln manuiençãodá Assembléiaem ':/riráter pern-ginenle até o fins! dc processo de negoesação, medianie convocaçãopor bofebre, se necessár-Q.Se nahoraaprazada não houver "quíirum", a Assembléia rea:!Z!?r‘se-á em segunda convocação ás19'30 horas, nomesmo dia e 'ocai, com os presentes, cu^as deíiperaçiões. constantes na ordem dodia, terãoplena validadepara Ioda a categoria convocada no editai. Piracicaba, 22 deJeibode 2039.Presidente - Edson Batista dos Santos
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í;a.hç<.San^CniCi h:<X;AríCCUíí“'Cunau^dc' Sc’3RE£OFiONA 'CurcR-LC FRANS.se 0 CAHLÚS ALEXAUDR-NO' '□«■ertóú' OF ftÚUZA
FRAN.SiSCOCAfíLOS .i^LEXANC^^NÚ''A'luivu-^f DESOUZA
SEORE^ARA. r/UNO^PALDECFFFSA 'üefer,cc DO r?F.;;Ar06EN-E SELH£'’Afí:ALU cul^ljaal C:lN’ROOE 00* ZUÜNCSES r.üNATO OBRAS RINFU DOR ZZ'? A^'r•n^,f .UL’Ú uE bHt D>-!=!BAC :;aeiA • AÇÃC- Deferido'
Acs vinte e doíK oiasdomés dejulho dc enc dedcis m? e nove,na Bale doaula n'-' 96dú Bloco!rfn FundaçãoMunicipal■de Ensino dé Piracicaba. reur iU"Se « Ciomisaao Especial de Anorturt! e Julgamento de Licitações, nomeada peioALi n,"14.'2009, oorseusmembros que este subscrevem, paraoã trabe hos de Habilitação referente a Tomada de Preço n 902.'' 2309 ceuformeprocesso r;.= 026'7009 quev:sá a escofhadcmenor preço por item para a aquis çãorioequipe.mer.tos e s'«'>«nç-fts':je informát.ca paraos labora ti:l)r-.a$ da FUMEP.lendo'':(r’'o participafiles asiludanles Eiésandra de Góes V:eiraMercues RenatoCaetanoCestaPiraclcabii ÉPF A a F Rio Clarc Infoímátioa Ltda EFR Mixpró Produtus pars InjorrnáticaLtda. BBC'DMPCúmercin do Prt?du(qçparaJníor'"nálicc Une -£PP, Supermercado de Informática Ltda- ME. Aitec Autcmfíçáo 'nrijsirla e Comer''0>c Ltda. Up Sbop Cemerdaí Ltda,. e Texas InformáUda e Produtos Ltda.Presentes ':)Sr. Edi'cn Barbosa o Sr. MarcioRoberto Balde Tagliettá o 3r. PabloSatvanha, a Sra. Marisa de Maroo Lima e a Sra. Dámaris Clemente dftCemaígo, como oonvictatíe. Conforme análise do recurso administrghvoapresentado peia empresaMixpróProdutos pará informática Ltda, a presente Comissãc deliberouerr- reciássiflcar as empresáS: conformeparece■dossetoresTécnico e JuridtoodaFUMEP, como segue: -tem1- M^xpró Produtos paraInformática Ltda, Item 2 -Texas Intornáilcae Produtos Ltda,item 3-BBCÜMP Comerciode ProdutosparaInformáticaUdo.itefr> 4 - SBCOMP Comercio de Produtos paratoforf^iatlca Lldí^, dem 5 - BBCOMPComercio ce Produtos para infor-málicaLtda, item 6- Renato Caetano Costa Pirãocaba EPP, ilem 7 - Renato Caetano Costa PiradcáPa EPP, .tem 8- Renato Caetano Cosia Piracicaba EPP, itom; 9 - UpSnep Comercjal Lla'a.item10 - Mixpró Produtos parainformática Lfaa,ilem 1i Zimbo sSupermercado de InformáticaLida - ME e ilem 12 ’ Elasãnrjrade Góes Vieira Marques Publique-se e aguarde-se.
Piracicatia,22 dejclrio <le 200ÍI. EfíSiqnBarbosa Pre.s;identeda Cornisftão fh?Licitações
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Administração Barps Neyrj -PreíeLc: Sèrgiíi Dias Pachecx' * Vice-prefeito
Jornalista responsável
LuizAntonid de Souza -MTB 15.352 Diagramação Centro de Comunicação Socu^f RoáAntonio Corrêa Barbosa,2233
Fone-ilS) 3403-1323 Ê - maj.': dlarioofi d: 3i@p!ra c ícaoa. sp. gc v. br
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PIRACICABA, sábado, 25 dejulho de 2009D
iário
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SECRETARIA MUNICIPAL DAAÇAOCULTURAL 30"":' iaão InternacionaldeHqmorde Piracicaba.'2008
■ÜA'1'AS
U36''Salãrjl-níeír^aCoriel de Humor de Piracicaba;20C-5 será realizado de acordo vom 0 seguintere guia mento e programação -ln_lErlS.Õ®.? agosto. Abertura 28de agosto
2 - PARTICIPAÇÃO
TofJosOr, cnriubistas piofiss^onaisou amadores poderão nscrever trabalhos inãdrtos denumoi. que 'lãotenham aído prem-ados em outros salões atéa data do «^ncerramerito ri.-iy nscriçóçsíC3rjeagosto2C09j. Ceda autor podE^rá inr<;rc"'ors-=iíé 2ídciüi trabalhos por categoria. Se;ão aceitos 3 . CA:'F:CC>RrAS
CartJí-5', Cnarqe, Cancalura, 'irase "vanguarda (nesta categoria poderão SzfE- inseritOi, trabaíhnsdesenvolvidos por computador}, O tema é livre, no formato.A3 {297x 420 rrim.} sem nroçduras e commontagem sobre papelào. Níícategoria tuas seraaaceitas pranchas da uma íi Iráspáginas,no DEFINIÇÕES DASCATEGORIAS: CARTUM - Humor grãficn nejm tendas u-iiversai.so atemporaisCHARGE - Representação gràíicu de un': tema lOrnelisticoda atualidade. CARICATURA - Arte gráfica que expressade maneira aetín-^ít ostr-aoo?. fÍEsioos e.''ou de caráter depersonalidade. TIRAS -.Arie gráficaam seqüència. (Vom er-iedoque sefecha emum formato padráo. dfiua!m$nh> pLibf:Câdo emcoiunos dejornal VANGUARDA- ü humor gráfico iraduzdo em formas que logem dos piôdrões antenOies, mas seresDeitando a apresentação empapelão e noformato A3{29'7 x 420mmi. Os;tratEplhcjsquenào resnertarerri estas dimensõesserão rtesoifissiticadcis automaticamente.
d!VrSidúS
rL cLnrn orõmoí. d^ ■ i.;.uar. uo vai nr de RS 4 CCO90íq:jaríCfi',r d-ViOidus entreas carogona.^.
b: Urr brãmic R$ 5.:iüü,nü (c^nco milreais': dsnoirmado GRANDE PF^ÉMlDSAI.aO EjE l-iCMOR DE PIRACICABA, que sera entregue a um tlf?semeo orem-ados amcada uma dasoategor'ns
Oi Paie o s‘ericeder doGrandfl PrèmiOdoSalão sera conferdo um troféu '-iscí-ícai. íJbSirTi t.nmo fjaro os piimeiros cokicados da cartn£iategoi''3, cuia aiíe 1:0 3,Rciieção seia íloíarta peio oaruriifita Zeiio Alveí P'ntó Eoíá conferido também umprémio nova.o>'de RS.S.iai.-l flrèsmií.cento e trinta 0uir-rea'S e on2e centavos),exclusi'vaiT.enteparaecategoria c.aiicamru. vaiíir iiquisirivo da Câmara de Veíeaílnres do Myncipiode Uibsi=ji'..eção: ulun de [Keir.iaçãolesorva-se 0direito de nãodestinar FMí.rii;r-js ás catsqbcias que n?ioa.oançarom nive! suficente, transfetindo- os paia o.jtras catasionas ou ciiando uni prem.o espec.al do Saião. Haveráum Jiirde Seieção e outro de Preniraçãocon’postopor pessoas '.>ji>acitadas rta area. ús prêmios seíáo aguisitivosparaaPrefeitura do Municíomdo Piracicabe
Uriso 0 iiitide piom açãocoostíite algumaespor-odn íraude ouplágioem um PU tra.-L dosnabal no 3 nsuntos. poderá cFiiic-?iar 0 prêmio confeiido. üs tiaOíJiori,: prsniiddossc-rã;> rlivulgados nr; ái-eda Baião looo apóse inaugur.içáo do mesr-o *■ ^x1.df=;1ãl■.. ser contestadosateumasom.anaapóa a nnerjra .do Seiáo.no.m picv-as cabíveisde quaiquerlíregulari.fede .^or"rel'da sp-to conhecimento do |uri CJutrns orâmios e menções podarão soí insut.j-dosa critenoda Comissão Organizadora.
5- INSCRIÇÕES
Os traoninos deverão se; eov ados para 0seguinte endereço: SALAO •NTERNACÍONAL Dt HUMOR DEPlRACICABA'"SecE'eta]'ia d^.AçãoCul tural - Avenida MauroeA Ha in. 454 CEP 123.405-'’ 23-Piracicabe ■ SP, Pra7ode eriViO. 03 de agosto/2C08 (vale adatapostalj.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SALTINHO
Portaria n® 638. DE22 DE Juli>o de 2.009.
íDesignaa comissão oermínnriif* de processo admiriisírenvoesindicância nomeado peia Portaria n'* 635de 22 deJuihode 2.009. para apurar possíveis irregularidades ocorridas na ETE- Estação de Tratamento de Esgoto "Soa 'v'i5tEi'’.edáoutrasprovidências!.
CLAUDEMIR FRANCISCO TORINA,Prefeito do Municipb de Sali:nf>ofSP no uso das atribuiçõesquelhesão conferidaspor lei.
RESOLVE:
Art,1° ' Ftcj9 designnda a comissão permanente de processo adrninisirativo e s!n!dícáric:.a nomeada pe-a Portarian**633 do 22 de J.jiho de 2 OÍIA para apurar poss veisirregutarMdedes ocorridas na FTE Estaçãode Tratamento de Esgoto *Boa Vi.sta" envolvendo 0 servidor SrA-Cides Moraes Pinto, lotado no emprego de •OperaclOfde Bombas''dessa Prefeiture
Art. 2"'- Os atos ou fatos & síííap^jrados se resumem no seguinte: '! Reousa do recebirr:ento da escala d^ trabalho
"1 Náo cumprimento do berárío da Escata e ausência notrabalho poí petíodo superior a 23 iv’ntc;) dias.
'! ei-a'boração decomunicado dispensando servidores de serviços ,sem ter competência para essa função
*' insubordinação àautoridade superior. ■' abíirH-iorto rfo postorieserViÇo.
Art.y' ’Comprovandoos atos ou íatósnodevido processo admirvstrativo. comamplo direito dedefesa, poderá oindiciado ser punido com íundamento noart. 4B2letras "b". "e’. "n" e "i" ds Cl.T-Consolidaçâo das Leis Trabalhistas.
Aít. 4'^ ’ Fica estabelecido o prazode SOtsessentaJ dias, que !eia seu sníciona data de siwinstalação,prorrogáve; apedido daComissão,para conclusão dotrabalho.
Ari S'’- Éstaportaria eníra em vigíwnadatadesua pdblicaçüo. Prefeitura do Mumcipio de Saltinho, em.22 dejulhode 2.009.
CLAUDEMIR FRANCISCO WRINA Piefeiiú Murvcrpai
PuEicndo no Diário Oficiai do Município de Pirâcicabe e nomural do Depcirtamenío Adniinistrativo ilaPrefeiluradoMuniijípio de SsHiriho.
OSWALDO AMT O NlO SILVESTRINI D:retOFAd A: i nistralivo
Portaria n“ fiaa, DE 22 DE Julhortfi 2.009. (Nomeia comissão permanente de processo adrriinistrativo e sindicância oaraapuração de possiv&s irregularidades comeísdas por ser..'idores púbJiCO,Kdá Outrasprov:déncins).
CLAUDEMIR FRANCtSCO TORINA, Prefeito do Município de Sait nbo' SP, nn usodas atribuições queíhe são conferidas oor lei.
RESOLVE:
.Art. U ■ Fica constituída urria comissãopermanente de processo íídíTiinisErativoe sindicância com irancblo de 02 aruiscruratribuição da apurarlirequlâi idades .rnmetidas persetvidores público provocadas por ato de autoridade adíT.iniatrativa
Aít. 2** ’ Ficam nomeados como membrostlkiiaies, Sra. Elisàngeia AparecidaTenca Camiili. Sra. Mariana Furían, Sr CristianeGisele Berrx) Seniavinatto. sob apre^iidencia do prim-eiro e como membro suplenteSra MartaRegina Sarrichepo.
An. O""-Os mambfoji comissão nãoíeceóerão qualquer 'emuneniçáo. sendo oonsicieíados sejs trabalhos de relevânoiacomunitáre, sde interessopúbhco.
Piefeítura do Mumcipio de Saítinho, «im 22dc julho de 2.008.
CONSELHO MUNICIPALDOS DIREITOSDA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PIRACICABA
RESOLUÇÃO
O CONSELHO MUNiCtPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PIRACICABA, no usode sua atribuições queforam.-ihe coríteridaspe^a Lei Mur^ioipal 6.246de 03 de lurihocie 2208 TituloVi- Dos Direitos ds Oria.nça e do Adolescente. Capitulo I - DaCnaçàcdo Conselho e do Fundo Municipal dos Direitos da Criançae do Adolescentee doConselho Tuteiar, artlgw»lÚT a 155,em Plenáriarealizeda nodia 2'^ ds juitx; de 2CC&.
RFSOL.VE:
Art. 1“’ Pactuar comeSerxí?taria Wiinicipa; de DesenvolvimentoSocai na exec uçáo da s ações pro pastas para o reordendmento do & serv i ços d r abrigo no Municípiode Pirar/caba.
Art. 2“ - Onão cumprimentoaodisposto nas leqisiaçóes vigentei^ atéo dia 31 de dezembro de 2005acarretará
em-I. Cancelamento doregistro junto ao Conselho Municipa-rtos DreiTos dn Criança e do .Adolescente no MunicípiodePiracicaba;
H, Comunicaçãoaosórgãos competentescfo cencetamenio doque Tata n incisão anterior.
Art.3”- Esta Ffesokiçâo ontra em vigor a parbr da data desua publicação. piracicjatia,2'' de jul^iode20[}5.
Maris AparecdaBafizato Síeninc CoordenadQTfj cJoCM OCA
FUNDAÇAO MUNICIPAL DE ENSINO DE PIRACICABA atadeabfriuradasporpostasreferenteatomadade
PREÇON -303/2009.
Aos v;nte e quatro drea do nfes de juí.no do ano dedois mi- e meve. na Saia de auia n’ 06 do Bloco 1 da Fijridaçêo Municipal de Ensrno de Piracicaba, reuniu-so a Com'ssõo Especial de .Abertura e Julgamento de Licilações.-nomeada pelo Ato n.** 24i'2íi08, por seus membros que estasubscrevem, paraos trabalhos deHabihtaçãoreferertle a Tomada de Preço n.” 003/2005.conformeprocesson O75.'2úO8.que visa a escolha domenor preço paraa aquisiçãode 01 (um;Robó Mân'üiJ‘artoi" Industrial para o Laboiatoriode Robótica Industriíald;iFUMEP. tendo comoparticipantesas licitantes Motoman Rohótira daBrasil representada pelo Sr. Alexandre de CarvalhoGomes f? ABB ttda, representadapeloSr. Pedro Marcelo"VasquezDel Rio. Presentoso Sr. Edson Barbosa, o SrJosé Martins Junior. 0 Sr. AndersonRodrigoRossi e a Sra Mansa de Maroo Lima. Após abertura do er^veiopen.°2 -Propostas, a Comissãode'ibero-j em eno:an-.inhar as proposbas para anáihsedo SetorTécnico.
Pubiique-se e aguarde-se.
Piraciçada.24 de de 2001] Edso’'! Barbosa Presldentê ria Corr;;ssáo de Licitações
,..
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iário
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L
6■INFORMAÇÕESCOMPLEMENTARES
Informaçõesj (19) 3403-2620/2621/2622/2624 Ostr^bahos serão ' dtívufvidns <jtf; 1 í-jrTj anoupcis o enromamentodo evento nm 16 de outubro/ 20c9. Caso Clàjrista queira rrpohorseu tfaoaJio untos,deverár-etiíá-ici no Curvr.j lJt;PesijUisaOt; DrvulgáçHo Nar^ioricH deLimíKx eJe Piracicaba, no
CLAUOEMIR FRAMCISCOTORINA PreíeítoMunicipel
Publicado nn Diáno Oficiai do Municípiode Piracícaha e no n^urai do Departamento Administrativo daPrefftit.jredo Município deSaiíinho.
OSWALDOAMTONIO SILVESTRINI
Dretor Administrativo
Administração Barjas Negri - Prefoilo Sérgio Dias Pacheco -Vee-orefestí
Jornalista responsável Lu.2 Antonio de Souza MTB 1^5.35? A.e.rrtro fic na rJe |r^KCí^,ao, desri^ra cou^tar no verso de cada trábaiho as
crg.j ntAs siifoirr.ações, oarfiqoiie inscr'j?i. noma compieto do autor, nome artisoec.oridtreçocom pinto, telefone, e-maü. número do CPF e RG 0 da.dos bi3n'.ar l••l.-, 1- cJuiiii.ir.amí.em i3'iv ar clu riciiioresumidoe foto para catnioqaçãonn b;inco dí?nados epes.iuisa <10Saião
Ao se inscíéVér, <? autor Tríinste"re a Cessão dos Direitos Autoraisdota} seuís,- tjabd.húi.a; guando nJe<T-;ados uqui&.í.vaniente. em conformidade ion- ij i_ei:'T 8.61 C rte 19 de Fevereiro deL393 iLe; dos Direitos Auíora.s) de modo rora:,uniu-Oisal e tl^^tf-nd-va. em fodas as modalidadesde utilização e ri■.;tuio graruito, resquaidridos peie referidale . refeTentfti''s:-a(s3 ohrafsj premidoai.s.iuoSal ao in;er nacional de hurrior de PiiacicatJíj que passam 3 iiitegríir o PatrirròniOPublico Mumcipa. para irLidosos fins de direitos,em conform.dódecoma i.ei Municipai n-' 2.248 de 19/6, aiieracia parciaimente poip i.eiMunicipai'T2.466 de lyBz e consolidadape.n Lei MuríiCipaiiT 5.194 de? z9ü?
IPASP EXPEDIENTEDO DIA20 DE JUlHOOE2ÍÍER Deordem do Sr DORIVALJOSÉ MAISTRO Presidente do IPASP, •í^íiíTiuoioamos aos nteresiodosque foi INDEFERIDO o pedido de manutençãodo pagamento de pensão donteressado DANILOAUGUSTO GOIA. por faltade amparo iegal.
Secreíaria Gera:
Diagrama ção CenJríj rie ComunKiáçàf:ííociíl RuaAotooioCorrêaRn-bOAe. ?23s3
Fone: (19^3403-1223 E-mei I dl anoof íci a I @ pi rac-caba. s n. gi';iv. br
Impressão Gráficf: Muriinip;!: de Pir;3.-’ic^t:êi
Rua Prudenle tfe Moraes, 930 Fenes/Fgy; (W)3422-7103 e 3433-0184 DiároOícial Ci^Line' vz-Mv.píraclcaba.sp.çov.br
Prefeitura do Município de Piracicaba
ESTADO DE SÃO PAULO - BRASIL
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social - SEMDES
Portaria Federal 460/2007 e Decreto Municipal«."" 13A08/2009:
Nomeação de Grupo de Trabalho para Avaliar os Serviços de Abrigo para
Crianças e Adolescentes no Município de Piracicaba,
RESULTADO DA AVALIAÇÃO
ABRIGOS;
^^CASA DO BOM MENENO"
E
'EAR FRANCISCANO DE MENORES"
Prefeitura do Município de Piracicaba
ESTADO
DE
SÃO
PAULO
-
BRASIL
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social - SEMDES
BREVE INTRODUÇÃO
Os
Abrigos
“Casa
do
Bom
Menino
” e
“
Lar
Franciscano
de
Menores”
foram
objeto
de processos
de intervenção
pelo
Poder Judiciário,
sendo
para
tanto
nomeado
um
interventor para
administrá-los.
Tal medida
persiste
há
vários anos na
“Casa
do
Bom
Menino”,
sendo
mais
recente no
“Lar
Franciscano
de
Menores”
.
Durante
o
processo
de intervenção
no Abrigo
“
Caso
do
Bom
Menino
”
foram
executadas
diversas reformas e
melhorias
com o
intuito
de
adequar
e aperfeiçoar, tanto
a
estrutura
física, como
os trabalhos
desenvolvidos
com
as
crianças
e
os
adolescentes.
No
entanto,
vários
outros
pontos são
elencados
neste relatório, sendo necessário
adequar
as
instituições
a
um
modelo
teórico-metodológico
que
promova o
desenvolvimento
humano
e
garanta o
Bem-estar,
para que
possam
coadunar-se
com
os preceitos
estabelecidos
na Portaria
n.°
460/2007, razão
pela
qual
se denota
que
são
imprescindíveis significativos
investimentos
financeiros,
com o objetivo de manter o co-fínanciamento
previsto
na referida
Portaria,
sob
pena
de
cessar
o
repasse
de
recursos.
Prefeitura do Município de Piracicaba
ESTADO DE
SÃO
PAULO -
BRASIL
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social - SEMDES
SEMOES
SecrelartaMuntcipaLde DesenvolvimentoSnclel
Portaria Federal n? 460/2007 e Decreto Municipal n? 13.108 de 24/04/2009:
(Nomeação Grupo de Trabalho para Avaliar os Serviços de Abrigo para Crianças e no Município de Piracicaba)
RESULTADO DA AVALIAÇÃO: DIASNÓSTICO E INDICADORES DE AÇÃO - ABRISO "CASA DO BOM-MENINO"
PROBLEMAS
APRESENTADOS
prejuízo
no
atendimento
PLANEJAMENTO
A Casa do Bom Menino não conta com:
- Programa de Atendimento/ Projeto Pedagógico e nem com Regimento Interno formalizado, que informe e direcione a ação pedagógica da Casa;
Programa para a convivência entre os irmãos, que estão em diferentes módulos (Casa do Bom Menino, Casa Raquel e Centro Educacional);
AUSÊNCIA DE PERSPECTIVA - Desconhecimento e/ou conhecimento superficial para operacionalização das prerrogativas do Estatuto da Criança e do Adolescente e dos marcos regulatórios vigentes;
O resultado das observações assistemáticas e das entrevistas com a equipe técnica e monitores indica que o Abrigo não está estruturado para atender os seguintes princípios do Estatuto Criança e do Adolescente: da 1, Excepcionalidade do afastamento convívio familiar; 2. Provisoriedade do afastamento do do DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO NECESSIDADES PERDADAIDENTIDADE INDIVIDUAL ECOLETIVA
- O Serviço de Acolhimento para crianças e adolescentes do Abrigo “Casa do Bom Menino” sofre o impacto da ação deletéria causada pela ausência de planejamento, de capacitação e acompanhamento da ação pedagógica de seus funcionários;
Enfraquecimento e perda gradativa de vínculos (familiares e comunitários);
- Prejuízo no desenvolvimento integral da criança e do
MEDIDAS URGENTES
REORDENAR O ABRIGO:
- Reordenar o Abrigo de acordo com o
Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e
Comunitária;
- Elaborar o Proj eto Pedagógico e Regimento Interno de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente e do documento; Orientações Técnicas
para os Serviços de Acolhimento para
Crianças e Adolescentes
(CONANDA/CNAS, 2008);
Capacitar os profissionais e educadores para a implantação do
Acompanhamento famílias de origem;
das
- Projeto de vida para a criança e sua família que os preparem para o desligamento. Nem um planejamento para a saída dos adolescentes que completam 18 anos, sem perspectivas de adoção ou retomo à família de origem.
convívio familiar;
3. Preservação e Fortalecimento dos Vínculos Familiares e Comunitários; 4. Garantia de Acesso e Respeito à diversidade e não discriminação;
5. Oferta de Atendimento Personalizado e Individualizado;
6. Orientação e Garantia de Liberdade de Crença e Religião;
7. Respeito à autonomia da criança, do adolescente e do jovem.
adolescente (saúde, educação, profissionalização, autonomia, exercício de cidadania, vivência de direitos e deveres);
- Baixa auto-estima; desinteresse por si próprio e pelos mais próximos;
- Desrespeito pelos responsáveis (técnicos e monitores do Abrigo).
reordenamento do Abrigo;
- Organizar grupos operativos formado pelos profissionais e monitores;
Implantar um sistema de acompanhamento da gestão técnico- adrainistrativa;
- Informar e monitorar continuamente, visando implementar o novo modelo de atendimento.
TRABALHAR O COTIblXNO bE CAb MÓOULO DO ABRISO "CAS OO BOM MENINO"
N" PROBLEMAS
APRESENTADOS
PREJUÍZO NOATENDIMETO DIAGNÓSTICO DA
SITUAÇÃO NECESSIDADES
MEDIDASURGENTES
02 ACOLHIMENTO
- Não há sistematização para 0 Acolhimento e nem para o desligamento das crianças e adolescentes no Abrigo.
APROFUNDAMENTODO
PROCESSODE EXCLUSÃO
- Não reconhecimento das necessidades de cada criança e adolescente, impossibilitando o oferecimento efetivo de apoio e atenção;
- Enfraquecimento dos vínculos familiares e comunitários com perda gradativa da identidade como pessoa, como membro de uma família e como participe de sua comunidade.
MUDANÇA DE PARADIGMA
- Oferecer atividades para o desenvolvimento integral e a convivência familiar e comunitária das crianças e adolescentes.
MODELODE INCLUSÃO
Implantar um novo modelo de Acolhimento para as crianças e adolescentes abrigados;
- Trabalhar o restabelecimento e/ou fortalecimento do vinculo familiar;
Preparar a família e a criança/adolescente para a convivência familiar e comunitária.
03 COTIDIANODE CADA
MODULODO ABRIGO: - Não há normas e regras formalizadas a serem seguidas pelos monitores e técnicas em cada módulo; - Não há estabelecimento das atribuições para as técnicas e monitoras. Cada uma segue sua intuição e criatividade.
SOCIALIZAÇÃO
- O ambiente institucional não se torna promotor de Desenvolvimento
Humano
- Deterioração do Relacionamento entre crianças/adolescentes e destas com os adultos:
- Cada um se torna estranho ao outro;
PARTICIPATICÃO NA FORMULAÇÃO DAS DIRETRIZES/OBJETIVOS E METAS Planejamento, implementação, Monitoramento e Avaliação conjuntos. ELEGER METODOLOGIA
- Contar com pessoal qualificado e preparado para implantação do Novo Modelo para reverter este quadro; - Adotar metodologia que contemple medidas pedagógicas socializadoras para o Desenvolvimento e Bem-Estar das crianças e adolescentes e dos profissionais.
CONSTRUIR AS RELAÇÕES ENTRE OS MOOULOS DO ABRIGO "CASA bO SOM MENINO"
PROBLEMAS APRESENTADOS COTIDIANO INTER
MODULOS:
- Não existe Normas Básicas para ordenar as relações das crianças e adolescentes entre os módulos (Bom Menino, Casa Raquel e Centro Educacional) que contemple uma convivência saudável entre as crianças acolhidas e demais interlocutores da casa; - Não há um programa para convivência entre irmãos acolhidos nos diferentes módulos do próprio
Abrigo “Casa do Bom Menino”.
prejuízono
ATENDIMETO
DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO NECESSIDADESMEDIDAS URGENTES
SOCIALIZAÇÃO COLOCAR A ESTRUTURA
A SERVIÇO DO PROCESSO EDUCATIVO IMPLANTAÇÃO DE NOVA ROTINAINSTITUCIONAL: - Vivência de sentimento de desconfiança;
- Instalação da cultura do medo dos adultos em relação às crianças e adolescentes;
- Fragilização da Convivência entre os irmãos;
- Baixa auto-estima dos indivíduos.
- Os módulos não são
demasiadamente grandes. Contém quartos e banheiros para pequenos grupos. Cada módulo possui sala de estar/TV.
- Facilitar de todos os modos uma convivência comunitária entre adultos e crianças/ado 1 esc entes;
-As refeições são servidas em
horários separados para cada Modulo, impedindo o contato dos adolescentes entre si, principalmente a convivência entre os irmãos dos diferentes
módulos.
“ Ambiente propício à instalação de uma cultura segregacionista e de soluções autoritárias; propagação do desrespeito entre as crianças e delas para com os adultos.
- A casa possui um amplo refeitório para serviço de refeições comum a todos, permitindo convivência e socialização entre crianças e adolescentes dos Módulos, especialmente entre os irmãos. - Possui espaços suficientes para atividades coletivas (não
simplesmente para ocupar o tempo das crianças) necessitando serem “programadas e dirigidas” com finalidade educativa e com metodologia;
- Envolver crianças e adolescentes dos diferentes módulos.
- Tornar o espaço externo do Abrigo um local agradável para a convivência onde a organização estética possa despertar o interesse e o gosto pelo local.
- Levar os/as adolescentes a serem sujeitos/protagonistas de um projeto de vida para si, sua família e para a vida no Abrigo: - Organizar o cotidiano de cada Módulo com a participação dos adolescentes;
- Dar organicidade às ações interação entre os Módulos espaços coletivos;
e trabalhar a utilizando os
educativas - Des envolver atividades
lúdicas (Com apoio de recreacionistas arte-educadores);
e e
- Cultivar hortaliças e plantas ornamentais como oportunidade de aprendizagem e contado com a natureza para as crianças e os adolescentes bem como o desenvolvimento de consciência ambiental;
- Implantar um sistema de acompanhamento do novo modelo de gestão técnico- administrativa.
ATENDIMENTO AO DIREITO UNIVERSAL À SAÚDE
PROBLEMAS
APRESENTADOS
prejuízo
no
atendimento
SERVIÇOSDE SAUDE UNIVERSALIZAÇÃODÕ
DIREITO À SAÚDE DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO NECESSIDADES ARTICULAÇAO COM O SISTEMADEGARANTIADE MEDIDAS URGENTES ARTIÇULAÇÂQ INTERSETORIAL PARA O DESENVOLVIMENTO - Falhas no acolhimento
DIREITOS DASAÇÕES
do da pelos Há dificuldades de reconhecimento da situação de saúde quando acolhimento criança/adolescente, seguintes motivos: - estarem cadastrados em unidades próximas de suas residências e distantes da Entidade;
- falta de estabelecimento de fluxo e de prioridade à criança e ao adolescente acolhidos, junto aos serviços municipais de saúde.
A ausência de informação da saúde pessoal da criança/adolescente acolhidos, tem dificultado providências quando necessárias.
- Desresponsabilização automática da família, pelo modelo da prática de abrigamento
- Exposição da criança/adolescente à possíveis riscos de saúde.
As ações e serviços de saúde são de relevância pública.
O encaminhamento e acolhida das crianças/adolescentes para o abrigo, devem contar com informação pessoal de saúde. Os profissionais que atuam no processo de abrigamento devem conhecer integralmente o sistema público de saúde bem como as informações relativas à saúde das crianças/adolescentes acolhidos. Todos as crianças/adolescentes devem receber os cuidados necessários à garantia de sua saúde, com qualidade e, quando necessário, ter acesso aos serviços médicos da rede pública de saúde.
Reduzir o risco de doença e de outros agravos oferecendo acesso às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
Sistematizar procedimentos com as seguintes organizações: Rede Municipal de Saúde, Conselho Tutelar, Poder Judiciário, Ministério Público, para estabelecer normas de encaminliamento de crianças/adolescentes para abrigamento, com a garantia do direito à saúde.
Adotar um sistema de comunicação eficiente que agilize as informações sobre a situação de saúde das crianças/adolescentes, desde o encaminhamento ao abrigo, até seu desligamento.
ASSEGURAR APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL - ACOMPANHi4MENTO ESCOLAR PROBLEMAS APRESENTADOS EDUCAÇÃO alunos social, há um As mediações entre os e a escola são realizadas, exclusivamente, pelo assistente Contudo, não
profissional qualificado para acompanhar o aprendizado, oferecer reforço escolar e fazer a mediação com a família.
prejuízonoatenwmeto
DESENVOLVIMENTO
- Baixo aproveitamento na aprendizagem, no progresso escolar;
- Desenvolvimento intelectual deficitário da criança e adolescente. DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO NECESSIDADES PLANO PARA ACOMPANHAMENTO MEDJDAS URGENTES ESCOLAR IMPLEMENTAR PLANO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Ter profissional qualificado para: - entrar em contato com os professores objetivando sanar as dificuldades;
-Informar aos pais sobre
dificuldades e progressos do filho quanto ao aproveitamento escolar.
- Indicar profissional para fazer o acompanhamento escolar das crianças/ adolescentes;
- Elaborar e desenvolver plano de acompanhamento escolar para a crianças/adolescentes e ou grupo de crianças/ado lescentes;
- Entrar em contato com a
escola/professora quando necessário; - Informar os pais sobre o processo de aprendizagem do filho;
- Anotar as dificuldades e o progresso alcançados pela crianças/adolescentes e anexar no seu prontuário os pontos significativos.
PROFISSIONALIZAÇÃO - Não há um projeto de educação e aprendizagem para o jovem ingressar no mundo do trabalho.
QUALIFICAÇÃO P/ TRABALHO
- Despreparo para o retorno à vida familiar e comunitária.
CAPACITAÇÃOPARA O
TRABALHO - Incluir o jovem em estágios.
PROJETO APRENDIZ
- Buscar apoio de instituições e empresas para a inclusão dos jovens no
ESTABELECER PROCEDIMENTOS PARA FORTALECER O REUCXONAMENTO bA REbE DE SERVIÇOS
PROBLEMAS APRESENTADOS
prejuízonoatendimento
REDE DE SERVIÇOS - Decisões Unilaterais por parte dos órgãos que formam 0 Sistema de Garantia de Direitos.
- O relacionamento e a articulação entre Poder Judiciário, Conselho Tutelar e Abrigo são frágeis no que tange às decisões sobre a vida da criança e do adolescente. - O abrigamento e o desabrigamento (retorno à Família de Origem ou Adoção) de crianças, adolescentes têm sido uma rática aleatória, unilateral e sem preparação, tanto das cianças/adolescentes quanto da família e profissionais da casa.
- Ações dicotomizadas;
- Cada um cumpre suas funções sem consenso em relação ao Abrigamento e ao Desabrigamento, apresentando também, incongruência no acompanhamento de crianças e adolescentes com medida de abrigamento.
DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO NECESSIDADES
- Formação de uma Rede Articulada e Efetiva de proteção à Família e ao Desenvolvimento de Crianças e Adolescentes.
- Maior articulação entre as equipes (Abrigo, Poder Judiciário, CMDCA, CREAS e Conselho Tutelar).
Propiciar a convivência comunitária por meio da integraçãoZarticulação entre o programa desenvolvido pelo abrigo e outros existentes na “rede” municipal de proteção aos direitos da criança e do adolescente.
MEDIDAS URGENTES
- Estabelecer procedimentos para o Relacionamento com a Rede de Serviços (Conselho Tutelar, CMDCA, CREAS e Judiciário),
- Dinamizar dos serviços existentes formando uma Rede Articulada e Efetiva de proteção à Família e ao Desenvolvimento das Crianças e Adolescentes.
- Realizar reuniões periódicas com os técnicos dos órgãos para estudo, diagnóstico e procedimentos a serem adotados com cada criança no desligamento do abrigo e retorno à convivência familiar/comunitária.
ATENDIMENTO À FAMÍLIA PE 0RI6EM PROBLEMAS APRESENTADOS prejuízonoatendimento - Fragilidade dos familiares; - Informações insuficientes e falta de relatórios relevantes para a organização de um atendim ento/acom pan ham ento. - Ausência de um trabalho e de sistematizadas; vínculos plano de pesquisas - O distanciamento da criança/adolescente
de sua família pode levar a quebra definitiva dos vínculos com a família de origem;
- Impossibilidade de avaliar/acompanhar o desenvolvimento das famílias para fundamentar a decisão do retorno à família de origem ou da destituição do Poder Familiar;
- Desconhecimento das reais necessidades desenvolví mentais das famílias,
prejudicando a elaboração de um plano de trabalho efetivo e contundente.
DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO NECESSIDADES - Trabalhar a ceníralídade da família; - Realizar projeto de acompanhamento da família, estabelecendo uma parceria com ela;
- Organização dos horários de visitas dos familiares ao abrigo; Preparar as crianças/adolescentes para receber a família no abrigo;
MEDIDAS URGENTES
- Criar um Programa de Atendimento â família de origem;
- Formar um grupo de orientação e apoio;
- Desenvolver atividades entre as crianças/adolescentes e sua respectiva família.
- Promover o desenvolvimento habilidades parentais;
- Favorecer a construção de amb i ente fami 1 iar s audá vel promotor de desenvolvimento; Normalizar a informações; Favorecer o cr ianças/adol escentes origem. de um e entrada retorno à família de das de
- Propiciar & convivência comunitáriapor meio da integração/articulação entre o programa desenvolvidopelo abrigo e outrosexistentes na“rede”
Prefeitura do Município de Piracicaba
ESTADO DE
SÃO PAULO -
BRASIL
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social - SEMDES
SfiMoes
Socretaríp Murítopaldw DõÈQfivolvimento Socisl
Portaria Federal n? 460/2007 e Decreto Municipal n? 13.108 de 24/04/2009:
(Nomeação Grupo âe Trabalho para Avaliar os Serviços de Abrigo para Crianças e no Município de Piracicaba)
LEVâNTâMBNTO âOMINISTRâTIVO/FINâNCEIRO bo ABRIGO
CASA bO BOM
MENINON* PROBLEMAS
APRESENTADOS
prejuízo
no
ATENDIMENTO DIAGNOSTICODASITUAÇÃO
NECESSIDADES
MEDIDAS URGENTES
01 CONTABILIDADE
- Impossibilidade de mensuração dos gastos por unidade de trabalho, dificultando identificar os pontos de estrangulamento.
1. Não há contabilidade por centro de custo;
2. É feita pelo Tesoureiro.
- Atender as normas atuais de contabilidade.
02 FINANÇAS Impossibilidade de definir quais unidades de
trabalho requer maiores investimentos e quais requerem investimento algum, acarretando dificuldades no atendimento a questões emergenciais.
1. Não há Planejamento Financeiro - Implantar gestão financeira
03 ADMINISTRAÇÃO A falta de controle dos materiais existentes
aumenta o custo financeiro, uma vez que não se conhece o que de fato existe e o que realmente falta. Algumas vezes pode acontecer de investir-se em determinados materiais que já existem, mas que por falta de controle, não se sabe da sua existência, o que prejudica a eficiência no atendimento das reais necessidades da instituição.
1. Não há controle de estoque; 2. Não há cadastro de patrimônio; 3. Não há cadastro de prestadores de serviço.
- Implantar gestão administrativa
03 ADMINISTRAÇÃO A falta de estruturação dos recursos humanos
não permite identificar se os profissionais vêm desempenhando de forma positiva o seu
1, Não há cadastro de voluntários; 2, Não há quadro de funções,
ESTRUTURA FÍSICA
trabalho, nem qual é a atividade desenvolvida pelos seus colaboradores. Desta forma, dificulta 0 profissional ter motivação para ajudar a instituição a alcançar os objetivos organizacionais de um modo eficiente e eficaz, uma vez que não consegue entender a diversidade e singularidade das pessoas, tanto as atendidas, como as colabofadoras,
dificultando a realização de um trabalho consistente.____________________________ Prejuízos à saúde, segurança e bem-estar das crianças/adolescentes atendidas e dos funcionários;
Atendimento inadequado sem garantia de sigilo e conforto.
atribuições, carga horária e horário de trabalho;
3. Não há regimento interno.
-Falta de salas para atendimento técnico individualizado, em grupo e para atividades coletivas, sala para visita familiar, ambulatório e farmácia;
-Existência de diversos degraus externos e internos ao prédio da administração;
-Falta de guarda corpo e de corrimão nas rampas e terraços;
-Existência de quadros de vidro nas portas da casa Raquel;
-Falta de sanitários p/ PPNE; -Armário de remédios em inadequado;
local
- Muro da lavanderia da casa Raquel sendo utilizado pelas ocupantes para dar acesso ao telhado;
- Falta de abrigo de gás externo nas casas;
- Falta de armários em 3 dormitórios da casa do Centro Educacional Iníantil
1) Condições de segurança:
- Instalar guarda corpo e corrimão em locais indicados;
- Elevar o muro da lavanderia da casa Raquel;
- Retir/substítuição dos quadros de vidro das portas da casa Raquel;
- Construir abrigo reforçado para gás (nas casas).
-Eliminar barreiras arquitetônicas, conforme orientações da ABNT NBR 9050;
2) Reforma ou adaptação do prédio da administração, para a criação das salas que faltam para o atendimento das crianças/adolescentes
3) Adequar sanitários conforme orientações da ABNT NBR 9050;
4) Colocar Armários nos Dormitórios da Casa do Centro Educacional Infantil
SETOR DE
ALIMENTAÇÃO
(COZINHA E DESENSA)
- A ausência de um nutricionista prejudica o serviço de alimentação oferecido, tendo em vista que esse profissional é responsável por todo 0 processo, desde o controle de estoque até a distribuição final das refeições;
- Os funcionários que manipulam alimentos devem passar por exames periódicos de saúde, a fim de prevenir a ocorrência de problemas de saúde nos comensais;
- Vitrôs sem a presença de tela propicia a entrada indevida de insetos e roedores nos espaços da cozinha e despensa;
- O estado precário e a falta de manutenção dos equipamentos prejudicam a conservação dos
fecilmente.
alimentos, podendo Alimentos que conservados adequadameníe
imediatamente, pois podem deteriorá-los
não são devem ser
- Não há nutricionista contratada; - Não há controle de estoque dos gêneros alimentícios;
- Não é feito exame de saúde para admissão das fimcionárias que trabalham na cozinha;
- Ocorrência de infiltração de água no bmiheiro, com propagação de bolor, o qual atinge a parede e o teto da despensa maior;
- Freezers e refrigeradores em estado
precário. Alguns se encontram quebrados;
- Ausência de telas nos vitrôs; descartados
causar danos à saúde;
- Alimentos armazenados sem o devido cuidado podem se estragar mais facilmente; - Utilização de água não filtrada no preparo de alimentos pode causar problemas de saúde.
- Entrada de luz solar direta sobre os alimentos armazenados, por um dos vitrôs da despensa menor;
- Ausência de filtro de água na cozinha principal;
- Alimentos annazenados incorretamente na despensa.
- Contratar um nutricionista (ou técnico em nutrição) faz-se necessário para a devida adequação do sistema de alimentação da entidade;
- Os exames de saúde periódicos nos funcionários que manipulam alimentos são exigidos por lei. Os funcionários devem manter a saúde e a higiene;
- Instalar telas de nylon nos vitrôs;
- Manutenção e reparos nas áreas em que há infiltração de água;
- Organizar adequadamente, limpar e higienizar constantemente as prateleiras e equipamentos em que são armazenas alimentos;
Manutenção dos equipamentos e substituição daqueles que se encontram em péssimo estado (freezers e refrigeradores) - Distalar filtro de água na cozinha;
- Atentar para as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Prefeitura do Município de Piracicaba
ESTADO
DE
SÃO PAULO
-
BRASIL
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social - SEMDES
Murúclpaldf* Pôsanvol^i^imemQ Social
Portaria Federal n? 460/2007 e Decreto Municipal n.® 13.108 de 24/04/2009:
(Nomeação Grupo de Trabalho para Avaliar os Serviços de Abrigo para Crianças e no Município de Piracicaba)
RESULTADO DA AVALIAÇÃO: DIAGNÓSTICO E INDICADORES DE
AÇÃO -
ABRIGO LAR FRANCISCANO DE MENORESPROBLEMAS APRESENTADOS
prejuízo
no
atendimento
PLANEJAMENTO
O Abrigo Lar Franciscano de Menores não conta com: - Programa de atendimento/ Projeto Pedagógico e nem com - Regimento Interno atualizado que informe e direcione a ação pedagógica da Casa;
Programa para a convivência entre os irmãos;
Acompanhamento famílias de origem;
das
- Projeto de vida para a criança e sua família que os
AUSÊNCIA DEPERSPECTIVA - Desconhecimento e/ou conhecimento superficial para operacionalização das prerrogativas do Estatuto da Criança e do Adolescente e dos marcos regulatórios vigentes.
O resultado das observações assistemáticas e das entrevistas com a equipe técnica e monitores indica que o Abrigo não está estruturado para atender os seguintes princípios do Estatuto Criança e do Adolescente:
1. Excepcionalidade do afastamento convívio familiar;
2. Provisoriedade do afastamento convívio familiar;
3. Preservação e fortalecimento dos da do do DIAGNÓSTICODA SITUAÇÃO NECESSIDADES PERDA DAIDENTIDADE INDIVIDUAL ECOLETIVA
- O Serviço de Acolhimento para crianças do Abrigo Lar Franciscano de Menores sofi’e o impacto da ação deletéria causada pela ausência de planejamento, de capacitação e acompanhamento da ação pedagógica de seus funcionários.
Enfraquecimento e perda gradativa de vínculos (familiares e comunitários);
- Prejuízo no desenvolvimento integral da criança (saúde, educação,
autonomia,
profiss ional i zação, exercício de
MEDIDAS URGENTES
REORDENAMENTO DO ABRIGO
“ Reordenar o Abrigo de acordo com o
Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças à Convivência Familiar e Comunitária^
- Elaborar o Projeto Pedagógico e reformular o Regimento Interno de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente e do documento denominado: Orientações Técnicas para os Serviços de Acolhimento para
Crianças e Adolescentes
(CONANDA/CNAS, 2008);
Capacitar os profissionais educadores para implementação reordenamento do Abrigo;
e do
preparem para desligamento.
o vínculos familiares e comunitários;
4. Garantia de acesso e respeito à diversidade e não discriminação;
5. Oferta de atendimento personalizado e individualizado;
6. Orientação e garantia de liberdade de crença e religião;
7. Respeito à autonomia da criança, do adolescente e do jovem.
cidadania, vivência de direitos e deveres);
- Baixa auto-estima; desinteresse por si próprio e pelos mais próximos;
- Organizar grupos operativos formados pelos profissionais e monitores;
Implantar um sistema de acompanhamento da gestão técnico- administrativa;
- Informar e Monitorar continuamente, visando implementar o novo modelo de atendimento.
TRABALHAR O COTIDIANO DO ABRI6O FRANCISCANO t>E MENORES
N" PROBLEMAS
APRESENTADOS
prejuízo
NO ATENDIMENTO DIAGNÓSTICO DASITUAÇÃO NECESSIDADES
MEDIDAS URGENTES
02 ACOLHIMENTO
- Não há sistematização para 0 acolhimento e nem para o desligamento das crianças no Abrigo,
APROFUNDAMENTO DO
PROCESSODE EXCLUSÃO
~ Não reconhecimento das necessidades de cada criança, impossibilitando o oferecimento efetivo de apoio e atenção; - Enfraquecimento dos vínculos familiares e comunitários com perda gradativa da identidade como pessoa, como membro de uma família e como partícipe de sua comunidade.
MUDANÇA DE PARADIGMA
- Oferecer atividades para o desenvolvimento integrai e a convivência familiar e comunitária das crianças.
MODELO DE INCLUSÃO
Implantar um novo modelo de acolhimento para as crianças abrigadas;
- Trabalhar o restabelecimento e ou fortalecimento do vínculo familiar; - Preparar a família e a criança para o retorno à convivência familiar e comunitária.
03 COTIDIANO DO ABRIGO - Não há método^ normas e regras formalizados a serem seguidas pelos monitores e técnicos;
- Não há estabelecimento das atribuições para as técnicas e monitoras; cada uma segue sua intuição e criatividade.
SOCIALIZAÇÃO
- O ambiente institucional não se torna promotor de desenvolvimento humano; - Deterioração do relacionamento entre crianças e destas com os adultos;
- Cada um se torna estranho ao outro.
PARTICIPATICÃO NA FORMULAÇÃO DAS DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS - Planejamento, implementação, monitoramento e avaliação conjuntos. ELEGER METODOLOGIA
- Contar com pessoal qualificado e preparado para implantação do novo modelo para reverter este quadro; - Adotar metodologia que contemple medidas pedagógicas social izadoras para o desenvolvimento e bem-estar das crianças e dos colaboradores.
ATENDIMENTO
AO
DIREITO UNIVERSAL À SAÚOEPROBLEMAS
APRESENTADOS
prejuízo
no
atendimento
SERVIÇOS DE SAUDE Os atuais serviços de atenção à saúde tem sido realizados, prioritariamente, através de parcerias privados, prestados voluntária. com serviços de bom nível, de maneira
Dessa forma, não foi possível avaliar a relação dos serviços públicos de saúde, garantidor do direito à saúde, com a instituição. UNIVERSALIZAÇÃODO DIREITO À SAÚDE DIAGNOSTICO DA SITUAÇÃO NECESSIDADES ARTICULAÇÃO COM O SISTEMADE GARANTIADE DIREITOS dos O modelo adotado não se utiliza serviços públicos existentes, os quais tem sido acionados esporadicamente. Uma das principais funções dos serviços públicos de saúde é garantir o direito à saúde de todos os cidadãos.
MEDIDAS URGENTES
ARTICULAÇÃO INTERSETORIAL
PARA O DESENVOLVIMENTO
DAS AÇÕES
As ações e serviços de saúde são de relevância pública.
O encaminhamento e acolhida da criança para o abrigo devem contar com respaldo do serviço público de saúde.
Os profissionais que atuam no processo de abrigamento devem apresentar agilidade e
conhecimento das informações relativas à saúde da criança. Todos as crianças devem receber os cuidados necessários à garantia de sua saúde, com qualidade e, quando necessário, ter acesso aos serviços médicos da rede pública de saúde.
Reduzir o risco de doença e de outros agravos oferecendo acesso às ações e serviços para sua promoção^ proteção e recuperação, preferencialmente através da rede pública.
Sistematizar procedimentos com as seguintes organizações: Rede Municipal de Saúde, Conselho Tutelar, Poder Judiciário, Ministério Público, para estabelecer normas de encaminhamento de crianças para abrigamento, considerando a garantia de seu direito à saúde;
Adotar um sistema de comunicação eficiente que agilize as informações sobre a situação de saúde da criança, desde o encaminhamento até seu desligamento.
ASSEGURAR ÂPRENbIZZôEM E DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL - ACOMPANHAMENTO ESCOLAR PROBLEMAS APRESENTADOS
prejuízo
no
ATENDIMETO
EDUCAÇÃO - Não há um plano de trabalho específico para acompanhar o aprendizado, bem como oferecer reforço escolar e fazer a mediação com a família. DESENVOLVIMENTO DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO NECESSIDADES PLANO PARA ACOMPANHAMENTO MEDIDASURGENTES- Baixo aproveitamento na aprendizagem e no progresso escolar;
- Desenvolvimento intelectual deficitário da criança.
ESCOLAR
Ter profissional preparado para: - Entrar em contato com os professores objetivando sanar as dificuldades;
Informar os pais sobre dificuldades e progresso do filho quanto ao aproveitamento escolar.
IMPLEMENTAR PLANO DE
ACOMPANHAMENTO DA
APRENDIZAGEM
- indicar profissional para fazer o acompanhamento escolar das crianças; - Elaborar e desenvolver plano de acompanhamento escolar para a criança ou grupo de crianças.
Entrar em contato com a escola/professora, quando necessário; " Informar os pais sobre o processo de aprendizagem do filho;
- Anotar as dificuldades e o progresso alcançados pela criança e anexar no seu prontuário os pontos significativos.
ESTABELECER PROCEDIMENTOS PARA FORTALECER O RELACIONAMENTO DA REOE &£ SERVIÇOS
PROBLEMAS APRESENTADOS
prejuízo
no
atendimento
DIAGNÓSTICODASITUAÇÃO
NECESSIDADES
MEDIDAS URGENTES
REDE DE SERVIÇOS Ocorrem decisões unilaterais por parte dos órgãos que formam o sistema de garantia de direitos.
- O relacionamento e a articulação entre o Poder Judiciário, Conselho Tutelar e Abrigo são frágeis, no que tange às decisões sobre a vida da criança.
O abrigamento e o desabrigamento (retorno à família de origem ou adoção) de crianças têm sido uma prática aleatória, unilateral e sem preparação, tanto da criança, quanto da família e dos profissionais da casa.
- Ações dicotomizadas;
- Cada um cumpre suas funções sem consenso em relação ao abrigamento e ao desabrigamento, bem como acompanhamento de crianças com medida de Abrigo.
Formação de uma rede articulada e efetiva de proteção à família e ao desenvolvimento de crianças;
- Estabelecer procedimentos para o relacionamento com a rede de serviços (Conselho Tutelar, CMDCA, CREAS e Judiciário); - Maior equipes Judiciário, Conselho Tutelar). articulação entre as (Abrigo, Poder CMDCA, CREAS e Propiciar a convivência comunitária por meio da integração/articulação entre o programa desenvolvido pelo abrigo e outros existentes na “rede” municipal de proteção aos direitos da criança.
- Dinamizar os serviços existentes formando uma rede articulada e efetiva
e ao de proteção à família
desenvolvimento das crianças; - Elaborar reuniões periódicas técnicos dos órgãos para
diagnóstico e procedimentos a serem adotados com cada criança no desligamento do abrigo e retorno à convivência familiar/comunitária.
com os estudo,
ÂTENbIMENTO À FAMÍLIA ORIGEM
PROBLEMAS APRESENTADOS
prejuízo
no
atendimento
DIAGNÓSTICO DASITUAÇÃO NECESSIDADES
MEDIDAS URGENTES
- Informações insuficientes e falta de relatórios relevantes para a organização de um atendimento/
acompanhamento.
- Fragilidade dos vínculos familiares;
- Ausência de um plano de trabalho e de pesquisas sistematizadas;
- 0 distanciamento da criança de sua
família pode levar à quebra definitiva dos vínculos com a família de origem;
- Impossibilidade de avaliar/acompanhar 0 desenvolvimento das famílias para fundamentar a decisão do retorno à família de origem ou da destituição do Poder Familiar;
- Desconhecimento das reais necessidades desenvolvimentais das famílias, prejudicando a elaboração de um plano de trabalho efetivo e contundente.
- Trabalhar a centralidade da família;
Realizar projeto de acompanhamento da família, estabelecendo uma parceria com a mesma;
“ Organizar os horários de visitas dos familiares ao abrigo;
- Preparar a criança para receber os familiares no Abrigo.
- Criar um programa de Atendimento à Família de Origem:
- Formar Grupo de Orientação e Apoio; - Desenvolver atividades entre as crianças e sua respectiva família.
- Desenvolver habilidades parentais; - Favorecer a construção de um ambiente familiar saudável e promotor de desenvolvimento;
- Normatizar a entrada de informações; - Favorecer o retorno das crianças à família de origem.
Propiciar aconvivência comunitária por meio da integração/articulação entre oprograma desenvolvida pelo abrigo e outros existentesna “rede”
Prefeitura do Município de Piracicaba
ESTADO DE SÃO
PAULO
- BRASIL
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social - SEMDES
SEMCES
Mmicipalcio DesenvfllvimentoSocíoE
Portaria Federal n? 460/2007 e Decreto Municipal n.® 13.108 de 24/04/2009:
(Nomeação Grupo de Trabalho para Avaliar os Serviços de Abrigo para Crianças e no Município de Piracicaba)
LEVANTAMENTO AOMINISTRATIVO/FINANCEIRO ÔO ABRIGO LAR FRANCISCANO DE MENORES
N* PROBLEMAS
APRESENTADOS
PREJUÍZONO ATENDIMENTO DIAGNÓSTICO DA
SITUAÇÃO
NECESSIDADES
MEDIDAS URGENTES
01 CONTABILIDADE
- impossibilidade de mensuração dos gastos por unidade de trabalho, dificultando identificar os pontos de estrangulamento.
1. Não há contabilidade por centro de custo;
2. É feita pelo Tesoureiro.
- Atender as normas atuais de contabilidade.
02 FINANÇAS Impossibilidade de definir quais unidades de trabalho requer maiores investimentos e quais requerem investimento algum, acarretando dificuldades no atendimento a questões emergenciais.
1. Não há Planejamento Financeiro - Implantar gestão financeira
03 ADMINISTRAÇÃO A falta de controle dos materiais existentes
aumenta o custo financeiro, uma vez que não se conhece o que de fato existe e o que realmente falta. Algumas vezes pode acontecer de investir-se em determinados materiais que já existem, mas que por falta de controle, não se sabe da sua existência, o que prejudica a eficiência no atendimento das reais necessidades da instituição.
1. Não há controle de estoque; 2. Não há cadastro de patrimônio; 3. Não há cadastro de prestadores de serviço.
- Implantar gestão administrativa
03 ADMINISTRAÇÃO A falta de estruturação dos recursos humanos
não permite identificar se os profissionais vêm desempenhando de forma positiva o seu
1. Não há cadastro de voluntários; 2. Não há quadro de funções,