R Dental Press Ortodon Ortop Facial 12 Maringá, v. 9, n. 5, p. 12, set./out. 2004
C
A R T A SPrezados Doutores,
Nessa semana recebi o exemplar do nosso artigo inti-tulado “Simplificando a obtenção e utilização de imagens
digitais”, e gostaria de agradecer e parabenizar toda a equipe da Dental Press pela qualidade do material.
Atualmente tem sido muito utilizado o termo “ex-celência” em Ortodontia e acredito que esse é o melhor termo para qualificar a Dental Press, parabéns a todos.
Aproveito também, a oportunidade, para agradecer ao Ronis Furquim por toda a assistência durante a etapa final
do trabalho,
André Wilson Machado - [email protected]
Caro Senhor Editor Dr. Adilson Ramos e demais compo-nentes da equipe da Revista Dental Press
Venho parabenizá-los pela edição de número 4 do
volume 8 da Revista Dental Press, e também agradecer a valorização do meu trabalho publicado neste número
juntamente com o Professor Jorge Abrão. A qualidade editorial da revista está ótima e a apresentação da pu-blicação da nossa pesquisa está impecável. Isto nos
en-grandece e estimula para novas empreitadas no intuito de melhorarmos ainda mais o material que enviamos para a
apreciação futura deste corpo editorial.
Paulo Cezar R. Ogeda - [email protected]
Reportando-nos ao artigo técnico intitulado “Com-posição química e resistência mecânica da base de bra-quetes straigth-wire”, publicado na R Dental Press Orto-don Ortop Facial, v. 9, n.4, p. 52, jul./ago. 2004.
Consideramos que as informações apresentadas
fo-ram de grande relevância e utilidade, porém nos permiti-mos comentar alguns pontos que nos parecem
importan-tes no entendimento dos comparativos formulados: 1) A ênfase dada aos valores de dureza dos
braque-tes referente às empresas Morelli, A, B, e C é dúbia e inconclusiva. Melhor seria esclarecer que embora as mar-cas comparadas utilizem tipos de construções e matérias
primas diferentes – e por conseqüência durezas diferen-tes - todas têm aplicação funcional comprovada na
Or-todontia.
As matérias primas, da forma em que foram apresentadas,
não estão caracterizadas de acordo com nenhuma norma téc-nica conhecida.
2) A conclusão que todos os fabricantes usam aços aus-teníticos está imprópria; o braquete da empresa “C” é de 17-4PH ou ASTM 630 cuja estrutura é constituida de ferrita,
austenita e/ou martensita o que lhe confere maior dureza, po-rém menor resistência à corrosão.
3) A composição do braquete da empresa “C” in-dicada no artigo implica em um aço austeno-ferrítico e
não foi encontrada sua classificação nas normas ASTM A-276/ASTM A-693 e ASTM F-899, assim como na
ABNT NBR 5601, por não ter sido detectado
molibdê-nio, cobre, alumínio e nitrogênio.
4) Não foi citada a análise da presença de molibdênio
em nenhum caso - que é um dado importante.
5) O teor de enxofre no braquete Morelli está muito
acima do real uma vez que o equipamento utilizado para esta análise foi o espectofotômetro, quando o mais
preci-so seria por combustão/infravermelho.
6) Os autores não demonstraram as microestruturas dos braquetes de nenhuma marca, de modo a possibilitar
a correlação entre as propriedades mecânicas e a compo-sição química.
7) Os autores citam que a dureza é importante, moti-vados pela reciclagem de braquetes, o que constitui uma
prática de trabalho negativa do ponto de vista sanitário e ineficaz, considerando o custo da mão de obra comparado
aos preços dos braquetes.
Temos auxiliado inúmeros trabalhos acadêmicos com informações técnicas através de nosso laboratório de
aplicações além do fornecimento de produtos da linha Morelli para desenvolver suas teses. Colocamo-nos
tam-bém à disposição dos prezados autores para quaisquer orientações a respeito do tema.
José Damian Alix Fernandez
Departamento Comercial