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ATIVIDADE DE AÇÃO PENAL

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Academic year: 2021

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ATIVIDADE MÓDULO AÇÃO PENAL

1- Paula foi vítima de crime de ação pública condicionada. Paula procura a autoridade policial, narra o fato, e fica consignada , por escrito, a representação de Paula autorizando a abertura de IP e posterior propositura da ação .Findo o IP, o MP, ao receber os autos, solicita ao juiz o arquivamento do IP. Pode, em crime de ação pública condicionada, havendo a representação da vítima, recusar-se o MP a propor a ação, não denunciando o autor do crime? Explique.

2- Pedro, menor de 18 anos, foi vítima de crime de ação pública condicionada. Como colidiam os interesses de Pedro e do seu representante legal, o juiz, a requerimento do MP, nomeou para Pedro um curador especial. Quatro meses após a nomeação, o curador especial ainda não havia representado e Pedro completa 18 anos. Pergunta-se: Pode o curador especial oferecer a

representação após a maioridade de Pedro? ; Qual o prazo caso seja possível? ; Pode Pedro, completando 18 anos representar? . Explique. Respostas Separadas.

3- O MP, ao receber os autos de IP de crime de ação pública incondicionada, estando o indiciado solto, requer, ao juiz, que novamente sejam os autos do IP devolvidos à polícia para que a autoridade policial proceda à avaliação do produto do crime que foi encontrado em mãos do indiciado. Poderá o juiz deferir o requerimento do MP? Explique. Fundamente.

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4- Antonio e Pedro são proprietários de propriedades rurais

limítrofes. Enquanto Antonio está viajando, grande parte da cerca de sua propriedade é destruída por antigos desafetos. Pedro que tudo presenciou, procura a autoridade policial, dá a notícia do crime e indica os autores. A autoridade policial instaura o IP de ofício, e indicia os autores pela prática do crime de dano – art. 163, caput do CP. Contratado como advogado dos indiciados, argumente no sentido de impedir a propositura da ação.

Fundamente.

5- O promotor, ao oferecer denúncia, descreveu o fato criminoso com todas as suas circunstâncias, qualificou o acusado, e

classificou o crime no art 157 do CP, não oferecendo o rol de testemunhas. O juiz rejeitou a denúncia alegando a errônea classificação do crime, e a ausência do rol de testemunhas. Está correta a atitude do juiz? Explique.

6- Amadeu é vítima de crime de ação privada no dia 19.03.2010 e sabe quem é o autor do delito. Amadeu oferece a queixa-crime no dia 19.03.2010, e vem a falecer no dia 20.06.2010. Em agosto de 2010 comparecem em juízo, para dar prosseguimento à queixa, a companheira e o irmão de Amadeu. Como deverá proceder o juiz? Explique. Fundamente.

7- Calixto foi vítima de crime de ação pública incondicionada. O prazo para o MP oferecer a denúncia esgotou em 20.10.2010 sem que o promotor tenha se manifestado. Em 25.02.2011, Calixto oferece queixa substitutiva, dando início à ação privada subsidiária. Um mês depois, Calixto vem a

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falecer. A esposa de Calixto comparece em juízo para dar prosseguimento à ação. Pergunta-se: - Qual o destino da ação? Será o acusado punido? Explique. Fundamente. Respostas separadas.

8- Benedito, vítima de crime de ação pública incondicionada, oferece queixa substitutiva dando início à ação privada subsidiária, tendo em.vista a inércia do MP. No decorrer da ação, Benedito não comparece a um ato processual para o qual sua presença era

imprescindível, e não justifica a ausência. O juiz declara a extinção da punibilidade do autor do crime, com fundamento no art 107, inciso IV do CP. Está correta a decisão do juiz? Explique. Fundamente.

9- Numa ação privada exclusiva são 3 os querelantes e 4 os querelados. O querelante Vicente perdoa o querelado Dario que, no prazo de 3 dias, recusa o perdão. Pergunta-se:

- Poderá o querelante Vicente prosseguir na ação com relação aos outros 3 querelados?

- Poderão os outros 2 querelantes prosseguir na ação?

- Poderão os outros querelados beneficiarem-se do perdão concedido a Dario?

- Qual a conseqüência da aceitação do perdão? Respostas separadas e fundamentadas.

10- Pedro oferece queixa-crime contra Armando e Tibúrcio pela prática do crime previsto no art. 138 do CP. Armando e Tibúrcio são condenados , e recorrem da sentença. Pedro, sabendo que Armando está doente, resolve perdoá-lo de forma expressa. Armando e Tibúrcio são intimados da decisão de Pedro. Armando não se manifesta, e

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a extinção da punibilidade de Tibúrcio, e o prosseguimento do feito com relação a Armando. Pergunta-se: - Poderia ser oferecido o perdão estando o processo em fase de recurso? - Está correta a decisão do juiz? Explique. Fundamente. Respostas separadas.

11- Mariana foi vítima de crime de ação pública condicionada. Mariana procurou o representante do MP, e por escrito, narrou o fato, forneceu elementos que comprovavam a existência do crime e indicavam o autor. O MP tomou a representação de Mariana, e ofereceu denúncia. Findo o processo, foi o acusado absolvido por insuficiência de provas. Mariana, indignada, contratou advogado. Seu advogado solicitou, ao chefe do MP, providências contra o promotor. Alegou que a absolvição ocorreu porque não foi instaurado o indispensável IP para investigar o fato. Pergunta-se: - Mariana agiu corretamente procurando o representante do MP? - O MP podia receber a representação de Mariana? - O IP, no caso, era indispensável? Explique. Fundamente. Respostas separadas.

12- Paula foi vítima de crime de ação pública incondicionada. Foi instaurado IP, e findas as investigações, foi o IP relatado, e enviado ao fórum. O MP pede o arquivamento dos autos do IP fundamentando na ausência de prova da existência do crime e de indícios da autoria. O juiz determina o arquivamento. Paula, inconformada, quer reverter a

situação , e ter a chance de punir o autor do crime. Procura dois advogados, e recebe duas orientações diversas: - oferecer queixa substitutiva, dando início à ação privada subsidiária; - continuar as investigações diretamente ou contratando profissional adequado, para reunir elementos que possibilitem a reabertura do IP e eventual

propositura da ação. Defenda a orientação que considera correta. Explique. Fundamente.

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13- No dia 12 de março de 2007, por volta das 14 hs, sete

elementos invadiram, e mediante violência com uso de arma de fogo, subtraíram R$ 150 mil reais da agência do Banco Prosperidade. Durante as investigações do IP, apurou-se que dois elementos envolvidos são menores de 18 anos, e dois, por não terem sido filmados pelas câmeras de vigilância, não foram identificados. O MP ofereceu denúncia descrevendo os fatos, e qualificando três acusados. O juiz, com fundamento no art. 41 do CPP, rejeitou a denúncia, alegando a quebra do princípio da indivisibilidade. Pergunta-se: - Pode o juiz rejeitar a denúncia? - No caso, houve quebra do princípio da indivisibilidade? Explique. Fundamente. Respostas

separadas.

14- Em se tratando de ação privada subsidiária, o querelante pode perdoar o querelado? Que efeitos produz o perdão nestas circunstâncias?

15- Em que circunstâncias a denúncia será rejeitada pelo juiz?

16- Qual o destino da ação quando o querelante, nas alegações finais, não formula pedido de condenação?”.

17 - Observe a denúncia oferecida pelo MP: “Consta do incluso IP que, no dia 04 de dezembro de 2008, João Manuel Sampaio, conhecido pela

alcunha de “Tigrão”, brasileiro, pintor de paredes, residente na R. das Flores, nº 35, nesta cidade de São Paulo, fazendo uso de arma branca, e

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agindo com dolo e de forma que impossibilitou a defesa da vítima, feriu Durval da Silva, provocando-lhe os ferimentos descritos no laudo de exame de corpo de delito de fls.. Diante do exposto, denuncio a V. Exa , João Manuel Sampaio, vulgo “Tigrão”, devendo o réu ser citado, interrogado, processado e ao final condenado, ouvindo-se a vítima e as testemunhas do rol abaixo”

O juiz rejeitou a denúncia alegando ausência de alguns dos requisitos legais da peça acusatória (art. 41 CPP): não foram expostas todas as circunstâncias do fato (hora, local), não há esclarecimentos sobre a qualificação do acusado (RG, CPF..). Pergunta-se: a denúncia deve ser rejeitada pelos argumentos expostos pelo juiz? Explique. Fundamente.

Referências

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