Destaques Financeiros e Operacionais
O ano começa ainda tímido em termos de atividade econômica, mas surpreende em termos de taxa de ocupação alcançada. No primeiro trimestre (1T17) a taxa de ocupação média foi de 70,0%, 4,0 pontos percentuais acima de igual período no ano anterior (66%).
Em termos de diária média, por sua vez, Hotéis Othon, registrou uma queda de 16,6% em termos nominais. A maior oferta de hotéis, principalmente no Rio de Janeiro, mercado expressivo para o Grupo, acarretou uma maior concorrência por preços. Constata-se que a diária média alcançou R$355,67 no 1T17, contra R$426,60 no 1T16.
O Revpar, em decorrência da queda da diária média (-16,6%) em conjunto com o crescimento da taxa de ocupação (4,0 pontos) registrou um decréscimo de 11,6%, alcançando R$249,04 (R$281,70 no 1T16).
Por conseqüência, no primeiro trimestre de 2017, a receita líquida alcançou R$35,0 milhões, 9,8% menor que a receita líquida de igual período do ano anterior (R$38,8 milhões). A crise pela qual o país ainda enfrenta, reduzindo o nível da atividade econômica, continua a refletir em um menor fluxo de hóspedes e em uma maior concorrência no mercado hoteleiro. Estes fatos têm afetado de sobremaneira a receita e resultado operacional da Empresa.
Custo recorrente, que exclui os custos com rescisões (R$0,5 milhão no 1T17 e R$0,2 milhão no 1T16) apresentou acréscimo de 0,3% no primeiro trimestre do ano, passando a representar 34,7% da receita líquida. No 1T16 representava 31,2% da receita quando atingiu R$12,1 milhões. Este fato gerou queda da margem Ebitda recorrente em 3,5 pontos percentuais.
Despesa Administrativa recorrente prejudicou a margem Ebitda em 4,4 pontos percentuais: Despesa Administrativa manteve-se praticamente estável, subindo apenas 0,6%, somando R$15,0 milhões no 1T17, representando 42,9% da Receita. No 1T16 esta somou R$14,9 milhões e representava 38,5% da RL.
Mesmo com a receita líquida tendo caído 9,8% no 1T17, o Ebitda Recorrente registrou R$9,7 milhões, com um crescimento de 11,4% em relação ao 1T16, beneficiado por ganhos de R$4,5 milhões, com redução de passivos tributários. No 1T17, foi alcançada uma margem recorrente de 27,8%, contra 22,5% de margem no 1T16. Uma vez mais, com a queda da diária média e uma taxa de ocupação em crescimento, o rígido controle de custos e despesas não foi suficiente para a queda da receita e o lucro operacional recorrente caiu 36,7%, equivalente a R$3,2 milhões, em valores absolutos.
Por sua vez, a Rede de Hotéis gerou um prejuízo de R$1,0 milhão no 1T17, contra um prejuízo de R$3,3 milhões no 1T16. Este resultado, R$2,3 milhões melhor, deve-se a um lucro operacional caixa recorrente menor, em -R$3,6 milhões, em contrapartida a um crescimento de Outras Receitas/Despesas Operacionais, no montante de +R$7,1 milhões (menor patamar de provisão para perda de crédito e, sobretudo, ganhos com passivos tributários). Além disso, o resultado foi ainda reduzido por um maior resultado financeiro negativo de -R$1,5 milhão e pelo acréscimo de resultados nas demais linhas (+R$0,3 milhão), sobretudo, Imposto de Renda.OTHON – Release de Resultados: 1T17
Resultado do ano 2016
EBITDA TOTALIZA R$ 9,7MM, COM MARGEM DE 27,8%, CRESCENDO 11,4% x 1T16
A RECEITA LÍQUIDA REDUZIU EM 9,8%, ATINGINDO R$35,0 MM, EM COMPARAÇÃO AOS R$38,8 MM DO 1T16
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Mensagem da Administração:
No primeiro trimestre de 2016, O Grupo Othon continuou a sofrer com as conseqüências com a manutenção da crise Política e Economia no Brasil. O aumento do desemprego e redução da atividade econômica como um todo, tem gerado sensível queda no número de hóspedes e eventos corporativos no Grupo, e viagens a turismo.
Graças ao forte controle de Custos e Despesas, estes se mantiveram bastante estáveis, porém, o resultado operacional foi fortemente prejudicado pela queda da receita líquida.
O Grupo manteve sua estratégia de crescer gradativamente, com a inauguração de novos empreendimentos, via administração de hotéis de terceiros. Com isso, dando prosseguimento ao plano de expansão do Grupo, a Rede de Hotéis Othon inaugurou, em abril, sua terceira unidade no Nordeste, em Natal, Rio Grande do Norte. Já contando com hotéis na Bahia e Fortaleza, o Grupo contabiliza, agora, três unidades na região Nordeste, uma das regiões que mais cresce no país, sendo um destino muito procurado para Congressos e trata-se de um destino usual de vôos internacionais, oriundos principalmente da Europa. O Grupo vê na cidade de Natal um grande potencial mercadológico por possuir dois tipos de público: o corporativo, que é o foco principal desta unidade, e o turismo característico da Cidade do Sol.
O Othon Suítes Natal está localizado em uma região privilegiada, próxima ao mar, no centro da capital Potiguar, entre a Ladeira do Sol e Via Costeira, no bairro de Petrópolis, perto do pólo Empresarial da Cidade. Outra vantagem do mais novo hotel de Natal é a proximidade com o Aeroporto Internacional de Natal, o Aeroporto São Gonçalo do Amarante, que fica a 20 ou 25 minutos da nova unidade de Hotéis Othon. A Rede Othon vê o ponto como estratégico para o público a que pretende atingir.
Com 21 andares e 170 quartos amplos e confortáveis, o Othon Suítes Natal classificado na categoria Business, voltado, principalmente para o público corporativo, mas também destinado a quem viaja a lazer. Este Hotel conta, ainda, com piscina, sauna, academia e restaurante. Totalmente preparado para receber executivos e Grupos, o Othon Suítes Natal conta com auditório para eventos, com capacidade para 200 pessoas e toda a infra-estrutura necessária para a realização de eventos corporativos.
Com esta nova aquisição, atualmente Hotéis Othon possui 13 unidades hoteleiras, com 2.095 apartamentos, sendo cinco unidades próprias e oito administradas.
Principais Indicadores Operacionais e Financeiros
Tabela 1 – Principais Indicadores
Os indicadores operacionais da tabela acima não contemplam os hotéis administrados e associados.
(1) Receita Líquida: Inclui diária de hóspedes (incluindo café da manhã), comidas e bebidas, taxa de administração de hotéis, receitas com eventos corporativos e outros ocorridos na rede de hotéis e outras. (2) EBITDA Recorrente Ajustado para refletir as atividades de hotelaria. Ajustado, portanto, pelas receitas e despesas com partes relacionadas, que geraram, principalmente, provisão para perda de crédito e
investimento, assim como ganhos com a redução de passivos tributários. Em 2016 e 2017 o Ebitda foi ajustado por despesas não recorrentes atribuíveis a rescisões de contratos trabalhistas. (3) RevPar = “Revenues Per Available Room” = Receita por quarto disponível (divisão da receita de hospedagem pelo número de quartos disponíveis).
1T16 1T17 Var.
Taxa de ocupação (%) total 66,0% 70,0% 4,0 p.p.
Diária média com café (R$) 426,60 355,67 -16,6%
Pernoites (Ocupação) hóspedes Nacional/ Estrangeiros 82.205 86.461 5,2% Revpar (Hóspedes Nacional / Estrangeiros) (R$)3
281,70 249,04 -11,6% R$ milhares Receita Bruta 44.343,5 40.108,6 -9,6% Receita Líquida1 38.781,7 35.000,4 -9,8%
Lucro Bruto Caixa 26.472,8 22.396,0 -15,4%
Margem Bruta (%) 68,3% 64,0% (4,3)p.p.
EBITDA 5.078,4 8.289,2
Margem EBITDA (%) 13,1% 23,7%
EBITDA Recorrente Ajustado2
8.743,7
9.736,5 11,4%
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3. Receita
Tabela 2 – Composição da Receita
Em decorrência do aumento da taxa de ocupação, equivalente a um crescimento de 4,0 pontos percentuais (66,0% no 1T16 e 70,0% no 1T17), em contrapartida a redução da diária média de 16,6% (de R$426,60 no 1T16 para R$355,67 no 1T17), a receita bruta decresceu 9,6%, com destaque para a redução da receita de hospedagem de 12,4%, que atingiu R$31,6 milhões.
Dado que as deduções caíram 8,2%, a Receita Líquida, no 1T17, apresentou redução de 9,6%, devido, sobretudo a redução da diária média.
Uma vez mais, apesar da redução do fluxo com hóspedes, principalmente corporativos, reflexo da crise economia, e de uma maior concorrência, reflexo no aumento da oferta de quartos de hotel, principalmente no Rio de Janeiro, o Grupo conseguiu aumentar sua taxa de ocupação em 4,0 pontos percentuais.
No 1T17, destaca-se ainda o crescimento da Receita de Alimentos e Bebidas, de 26,8% em relação ao 1T16, beneficiado por uma maior taxa de ocupação.
R$ mihares 1T16 1T17 Var.%
Diária de Hospedagem com Café 36.081,9 31.622,8 -12,4%
Receita de Alimentos e & Bebidas (A&B) 3.575,1 4.534,0 26,8% Taxa de Administração de Hotéis Administrados 478,3 414,7 -13,3% Outras Receitas (espaços, frigobar, telefone, lavanderia, etc) 2.424,3 1.974,1 -18,6%
Recuperação de ISS 1.783,9 1.562,9 -12,4%
Receita Bruta das Atividades 44.343,5 40.108,6 -9,6%
Deduções da Receita Bruta (5.561,8) (5.108,2) -8,2%
Descontos Concedidos (15,8) (26,5) 67,6%
(5,7) (5,5) -2,5%
Impostos (5.540,3) (5.076,2) -8,4%
Receita Líquida das Atividades 38.781,7 35.000,4 -9,8%
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4.
Custos dos Serviços Prestados (CSP)
No 1T17, Custo Recorrente (excluindo os custos com demissão de pessoal) manteve-se nos R$12,1 milhões, igual valor do primeiro trimestre de 2016 (1T16). Contribuíram para este fato o processo de rígido controle de custos, para melhor adequar os retornos almejados pelo Grupo. Mesmo com a inflação, Custo Recorrente manteve-se constante. No entanto, dado a redução da receita de 9,8%, Custo acabou por gerar uma redução da margem Ebitda de 3,5 pontos percentuais.
Parte desta economia veio na linha de Custo de Pessoal Recorrente que se manteve praticamente constante, passando de R$5,0 milhões no 1T16, que representava 13,1 pontos da Receita Líquida, para R$5,1 milhões no 1T17, passando a representar 14,6% da receita líquida. Em contrapartida, receita líquida caiu 9,8% no mesmo período. Com isto, Custo de Pessoal Recorrente acabou por afetar negativamente a margem Ebitda em 1,5 pontos percentuais.
As demais linhas contábeis de Custos foram responsáveis por uma queda da margem Ebitda em -2,0 p.p..
Vale ressaltar a rubrica de “Custo com Alimentos e Bebidas (A&B)”: No 1T16 alcançou R$1,6 milhão, tendo representado 4,2 pontos percentuais da receita líquida. No 1T17, por outro lado, subiu para R$1,9 milhão, sendo responsável por 5,4% da receita líquida. No entanto verifica-se que a receita de Alimentos e Bebidas (A&B) subiu 26,8%, no mesmo período. Esta economia foi gerada graças às negociações com nossos fornecedores na busca por um melhor resultado.
Tabela 3 – Custos Diretos dos Serviços Prestados (CSP) Caixa
5.
Lucro Bruto
No primeiro trimestre de 2017, excluindo-se os custos com rescisões, o lucro Bruto Recorrente de Hotéis Othon S.A. atingiu R$22,9 milhões, apresentando uma evolução negativa de 14,3%, em relação aos R$26,7 milhões, de igual período do ano anterior (1T16).
A redução do lucro bruto recorrente, em patamar superior à queda da receita líquida, é explicada por um aumento de apenas 0,3% no Custo Recorrente entre os períodos analisados, em face de uma queda da receita líquida, de 9,8%, em relação à receita do 1T16 (R$38,8 milhões).
Analisando-se sob a ótica do Lucro Bruto Não recorrente (incluindo as rescisões), este subiu de R$26,5 milhões no 1T16, e margem de 68,3% para R$22,4 milhões e margem de 64,0%, beneficiado pelos mesmos fatos descritos acima.
Tabela 4 – Lucro Bruto
R$ milhares 1T16 % RL 1T17 % RL
Custos Serviços Prestados Caixa 12.308,9 31,7% 12.604,3 36,0% Custos Alimentos e Bebidas (A&B) 1.612,9 4,2% 1.883,1 5,4% Custos de Telefonia,Lavanderia,Frigobar, etc 246,6 0,6% 294,1 0,8%
Custos com Pessoal 5.255,1 13,6% 5.574,3 15,9%
Comissões sobre vendas e Reservas 2.631,4 6,8% 2.114,5 6,0%
Serviços Terceirizados 580,2 1,5% 573,0 1,6%
Outros Custos 1.982,7 5,1% 2.165,3 6,2%
R$ milhares 1T16 1T17
Receita Líquida 38.781,7 35.000,4
CSP Caixa (12.308,9) (12.604,3)
Lucro Bruto Caixa 26.472,8 22.396,0
Margem Bruta 68,3% 64,0% (4,3) p.p.
Var
-15,4% -9,8%
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5
6.
Despesas Comerciais, Gerais e Administrativas (VGA)
No 1T17, Despesa Administrativa recorrente (excluindo-se rescisões), semelhante ao caso de Custo Recorrente, praticamente se manteve estável, uma vez que apresentou acréscimo de apenas 0,6% em relação aos R$14,9 milhões (38,5% da receita líquida do período), alcançando R$15,0 milhões, equivalente a 42,9% da RL. Tal situação se deu devido ao estrito programa de aprovação de despesas e renegociação de contratos. Prejudicado, no entanto, pela acentuada redução da receita líquida, de 9,8%, no mesmo período.
Com isso, Despesa Administrativa Recorrente proporcionou uma redução da margem Ebitda de 4,4 pontos percentuais.
Levando-se em conta as despesas com rescisões (R$0,2 milhão no 1T16 e R$0,3 milhão no 1T17), Despesa Administrativa passa de 39,1% da receita líquida em 2016 para 43,9% da receita em 2017 (1T17), reduzindo, portanto, a margem Ebitda Não Recorrente em 4,8 pontos.
A rubrica de Pessoal Recorrente alcançou R$6,7 Milhões no 1T17 (19,1% da Receita Líquida), 3,4% acima dos R$6,5 milhões e 16,7% da receita líquida do 1T16.
Por sua vez, no 1T17, Despesas Comerciais/Vendas registrou uma queda de 23,5% em relação aos R$3,0 milhões do 1T16 (7,7% da receita). Despesas Comerciais/Vendas, portanto, ocasionou uma evolução positiva da margem Ebitda, equivalente a 1,1 pontos percentuais.
Tabela 5 – Despesas Comerciais/Vendas, Gerais e Administrativas:
7.
Resultado Financeiro
O Grupo de Hotéis Othon, no primeiro trimestre de 2017, somou um prejuízo financeiro de R$6,1 milhões, acima do prejuízo financeiro do 1T16, de R$4,6 milhões. Este cenário reflete a redução das receitas financeiras em maior intensidade que a redução das despesas financeiras, com o aumento de juros sobre empréstimos e financiamentos, além de aumento nas despesas com impostos sobre receitas financeiras (PIS e COFINS). Vale lembrar ainda, uma despesa de juros e atualizações de parcelamento de impostos sobre passivos fiscais, sobretudo, do REFIS.
R$ milhares 1T16 % RL 1T17 % RL
Total VGA Caixa 18.163,2 46,8% 17.649,6 50,4%
Comerciais/Vendas 3.005,4 7,7% 2.299,9 6,6%
- PDD (3,7) 0,0% 4,8 0,0% - Publicidade/Vendas 3.009,0 7,8% 2.295,1 6,6%
Gerais e Administrativas Caixa 15.157,8 39,1% 15.349,7 43,9%
- Pessoal 6.701,9 17,3% 7.019,5 20,1%
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8.
Ebitda Recorrente Ajustado
O EBITDA Recorrente Ajustado de Hotéis Othon alcançou no 1T17, R$9,7 milhões, representando uma queda, em termos absolutos, de R$1,0 milhão, equivalente a uma margem em de 27,8%. No 1T6, o Ebitda recorrente somou R$8,7 milhões, com margem de 22,5%. A margem Ebitda Recorrente no 1T17 subiu, portanto o equivalente a +5,3 pontos percentuais.
Vale lembrar que mesmo com a crise econômica instalada, com reflexos no aumento do desemprego e redução no número de hóspedes e receitas operacionais, o Ebitda Recorrente, subiu 11,4% entre os períodos analisados.
Os principais fatos, tais como manutenção de custo e despesa, evitou maior queda do Ebitda. Estes dois juntos cresceram, em termos absolutos, apenas R$0,1 milhão. Como, em contrapartida, a receita caiu 9,8%, a margem Ebitda caiu em decorrência de Custo e Despesa o equivalente a -7,9 pontos percentuais:
O Custo recorrente, conforme já comentado, registrou crescimento de 0,3%, somando R$12,1 milhões no 1T17, frente
à redução da receita líquida de 9,8% entre os períodos analisados. Portanto, Custo ocasionou uma evolução negativa da margem Ebitda de -3,5 pontos percentuais;
No 1T17, a Despesa Administrativa recorrente (não considerando as despesas de rescisões), somou R$15,0 milhões, representando um aumento de apenas 0,6% (R$14,9 milhões no 1T16), em face de um decréscimo da receita líquida de 9,8% (atingiu R$35,0 milhões). Com isso Despesa Administrativa recorrente foi responsável pela queda da margem Ebitda de -4,4 pontos percentuais. Destes, Despesa de Pessoal Recorrente gerou uma redução da margem Ebitda equivalente a -2,4 pontos percentuais;
Despesas Comerciais/Vendas, reflexo também de um controle de despesas caiu 23,5% no 1T17, em relação ao 1T16.
Como Receita Líquida caiu 9,8% no mesmo período, esta rubrica ocasionou um crescimento da margem Ebitda de +1,1
pontos percentuais;
Por sua vez, a linha contábil de Outras Receitas Operacionais Recorrentes (reversão de Provisão para perda de crédito e R$4,5 milhões, com ganho com redução de passivo tributário) apresentou um acentuado aumento, somando R$4,6 milhões no 1T17 (13,2% da receita), contra R$0,1 milhão no 1T16, equivalente a 0,3% da receita. Por conseguinte, esta rubrica repercutiu em um crescimento da margem Ebitda de + 12,9 pontos percentuais.
O resultado de Equivalência Patrimonial ocasionou a redução da margem Ebitda de -0,8p.p..
Tabela 6 – EBITDA Recorrente Ajustado
O Ebitda Ajustado foi calculado para refletir exclusivamente as atividades operacionais de hotelaria, ajustado, portanto, pel as receitas e despesas com partes relacionadas, que geraram principalmente provisões para perda de crédito e investimento e outras despesas não recorrentes, como ganhos com a redução com passivos tributários, conforme comentado acima. Em 2016 e 2017, o Ebitda recorrente exclui ainda as despesas não recorrentes de rescisões contratuais de pessoal.
R$ milhares 1T16 1T17 Var.
Lucro / (Prejuízo) Líquido (3.326,6) (1.023,7)
Exclusões (-):
( - ) Resultado Financeiro 4.639,7 6.129,8 ( - ) Depreciação e Amortização 2.795,2 2.910,7 ( - ) Imposto de Renda e Contribuição Social 970,0 272,3 EBITDA 5.078,4 8.289,2
Margem EBITDA 13,1% 23,7%
Ajustes (-):
( - ) Despesas não Recorrentes de Rescisões de Pessoal 438,9 794,9 ( - ) Participação de Acionistas não Controladores (756,9) (703,5) ( - ) Outras Receitas Operacionais Não Recorrentes (41,5) (84,8) ( - ) Outras Despesas Operacionais 4.024,8 1.440,8 EBITDA Recorrente Ajustado 8.743,7 9.736,5 11,4%
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9.
Lucro / (Prejuízo) Líquido
O prejuízo registrado no 1T17, de –R$1,0 milhão foi menor que o prejuízo de -R$3,3 milhões somados no 1T16. Os fatos que contribuíram para este cenário, de um resultado +R$2,3 milhões melhor, são elencados abaixo:
No 1T17, O Lucro Operacional Caixa caiu para R$4,7 milhões, 42,9% menor que no 1T16, com decréscimo de -R$3,6
milhões, face aos R$8,3 milhões alcançados no mesmo período do ano passado. Este resultado foi positivamente
impactado pelo aumento da taxa de ocupação (+4,0 pontos), em detrimento à queda da diária média (-16,6%), beneficiado pelo intenso controle de custos e despesas. O Grupo, apesar da crise que tem enfrentado, assim como outros setores da Economia do Brasil, gerou resultado operacional positivo, graças a este programa, que tem surtido efeito, com economia relevante de custos e despesas;
“Outras Receitas Operacionais” no 1T17 (reversão de Provisão para perda de crédito e ganho com passivo tributário)
registrou acentuado aumento versus o 1T16, refletindo em um aumento de +R$4,5 milhões, entre os trimestres, reflexo, principalmente de ganhos com redução de passivos tributários;
As demais rubricas, que abrangem receitas/despesas de equivalência patrimonial, depreciação, Imposto de Renda, etc., com maior relevância para Outras Despesas Operacionais (R$1,4 milhões, proveniente de menor provisão para perdas de crédito e investimento) ocasionaram juntas aumento do resultado em +R$2,9 milhões;
Além disso, o prejuízo financeiro, que aumentou 32,1%, aumentou o prejuízo em -R$1,5 milhão.
Tabela 7 – Lucro / (Prejuízo) Líquido
10.
Capitalização e Caixa
Ao final do primeiro trimestre (31/3/17), A rede de Hotéis apresentava uma posição de caixa de R$0,2 milhão.
Em 31/3/17. O Grupo apresentava ainda um endividamento total de R$243,2 milhões, basicamente composto por empréstimos bancários, no total de R$9,3 milhões, e Obrigações Tributárias, composta, sobretudo, pelo REFIS, de R$233,9 milhões.
Tabela 8 – Capitalização e Caixa
R$ milhares 1T16 1T17
Lucro / (Prejuízo) Líquido (3.326,6) (1.023,7)
Margem Líquida (%) -8,6% -2,9%
R$ milhõe s 3 1/ 12 / 2 0 16 3 1/ 0 3 / 2 0 17 P a ssivo a De sc obe rto (8 9 , 4 ) (9 1, 1) Empré stimos e Fina nc ia me ntos 11, 7 9 , 3 Curto Prazo 10,4 9,0 Longo Prazo 1,3 0,3 O briga ç õe s Tributá ria s e P re vide nc iá ria s 2 3 5 , 5 2 3 3 , 9 Curto Prazo 20,3 20,2 Longo Prazo 215,2 213,7 Disponibilidades 0,1 0,2
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Tabela 9 - Composição Acionária11. História: Hotéis Othon S.A.
Uma das mais antigas e tradicionais empresas do ramo, Hotéis Othon comemorou 70 anos em 2013.
Ao final de 1943, o fundador, o Sr. Othon Bezerra de Mello, criava a Cia Brasileira de Novos Hotéis, que se transformou na maior rede hoteleira do Brasil com capital nacional. O primeiro deles foi aberto em 1943, no Rio de Janeiro, com a inauguração do Hotel Aeroporto. Nos anos 50, foi inaugurado o Othon Palace na capital paulista. No mesmo período e até os anos 70 foram construídos mais sete hotéis em Copacabana. Em 1975, foi inaugurado o Bahia Othon Palace e no ano seguinte era inaugurado o Rio Othon Palace que é, até hoje, a principal unidade da rede. Poucos anos depois abria as portas o Belo Horizonte Othon Palace.
A partir do ano 2000, a Rede Othon passou a atuar também no exterior através de contratos de administração, contando naquele ano com 11 unidades. Em 2003, teve início a administração e comercialização de condomínios com a marca Othon Flats (atualmente Othon Suítes), que tem sede no estado de São Paulo.
A Rede Othon, com hotéis próprios e administrados, está presente no Rio de Janeiro, São Paulo, Limeira, Matão, São Carlos, Araraquara, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Natal.
Atualmente, a estratégia do Othon consiste em expandir sua Rede, via administração de hotéis de terceiros, utilizando sua expertise, adquirida por décadas. Com um projeto de expansão da marca Othon Suítes, pretende intensificar sua atuação em São Paulo, Norte e Nordeste, assim como construir novas parcerias nos Estados da Região Sul, Goiás, Brasília e Vitória, onde ainda não possui presença.
Ac ionista s O N % P N % Tota l %
Othon Administração S.A. 741.007 7,1% 4.650.473 58,9% 5.391.480 29,3%
Othon L. Bezerra de Mello Com. e Importação S.A. 3.874.918 37,0% 4.356 0,1% 3.879.274 21,1%
Sócios Fundadores 2.032.870 19,4% 472.307 6,0% 2.505.177 13,6%
Aconcágua 493.673 4,7% 0,0% 493.673 2,7%
Amaragi Comercial Ltda 464.583 4,4% 0,0% 464.583 2,5%
Claudius Participações e Comércio Ltda 542.911 5,2% 8.027 0,1% 550.938 3,0%
Comércio e Participações Omavla Ltda 493.167 4,7% 0,0% 493.167 2,7%
Exeter Corretora de Seguros Ltda 42.242 0,4% 376.340 4,8% 418.582 2,3%
Guararapes Adm. e Comércio S.A. 491.643 4,7% 0,0% 491.643 2,7%
Saué Comércio e Administração Ltda 493.509 4,7% 11 0,0% 493.520 2,7%
Superação Participação S.A. 102.477 1,0% 6.020 0,1% 108.497 0,6%
Vista Alegre Comério e Participações Ltda 491.953 4,7% 0,0% 491.953 2,7%
Administradores 19.960 0,2% 7.079 0,1% 27.039 0,1%
Free Float 193.004 1,8% 2.369.881 30,0% 2.562.885 13,9%
Divulgação de Resultados 1T17 – 12 de maio de 2017
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Tabela 10 – Demonstração do Resultado Consolidado / EBITDA Recorrente Ajustado(R$ milhares) 1T16 % AV 1T17 % AV % cresc.
Receita bruta das atividades 44.343,5 114,3% 40.108,6 114,6% -9,6%
Diária de Hospedagem com Café 36.081,9 93,0% 31.622,8 90,3% -12,4%
Receita de Alimentos e & Bebidas (A&B) 3.575,1 9,2% 4.534,0 13,0% 26,8%
Taxa de Administração de Hotéis Administrados 478,3 1,2% 414,7 1,2% -13,3%
Outras Receitas (espaços, frigobar, telefone, lavanderia, etc) 2.424,3 6,3% 1.974,1 5,6% -18,6%
Recuperação de ISS 1.783,9 4,6% 1.562,9 4,5% -12,4%
Deduções da receita bruta (5.561,8) -14,3% (5.108,2) -14,6% -8,2%
Descontos Concedidos (15,8) 0,0% (26,5) -0,1% 67,6%
Cancelamento/Devolução de Reservas (5,7) 0,0% (5,5) 0,0% -2,5%
Impostos (5.540,3) -14,3% (5.076,2) -14,5% -8,4%
Receita líquida das atividades 38.781,7 100,0% 35.000,4 100,0% -9,8%
Custos Direto dos Serviços Prestados (Caixa) (12.308,9) -31,7% (12.604,3) -36,0% 2,4%
Custos Diretos Alimentos e Bebidas (A&B) (1.612,9) -4,2% (1.883,1) -5,4% 16,8%
Custos de Telefonia,Lavanderia,Frigobar, etc (246,6) -0,6% (294,1) -0,8% 19,3%
Custos com Pessoal (5.255,1) -13,6% (5.574,3) -15,9% 6,1%
Comissões sobre Vendas e Reservas (2.631,4) -6,8% (2.114,5) -6,0% -19,6%
Serviços Terceirizados (580,2) -1,5% (573,0) -1,6% -1,3%
Outros Custos (1.982,7) -5,1% (2.165,3) -6,2% 9,2%
Lucro Bruto (Caixa) 26.472,8 68,3% 22.396,0 64,0% -15,4%
Margem Bruta (%) 68,3% 64,0%
Comerciais/Vendas, Gerais e Administrativas (Caixa) (VGA) (18.163,2) -46,8% (17.649,6) -50,4% -2,8% - Comerciais / Vendas (3.005,4) -7,7% (2.299,9) -6,6% -23,5%
- PDD 3,7 0,0% (4,8) 0,0% -100,0%
- Publicidade / Vendas (3.009,0) -7,8% (2.295,1) -6,6% -23,7%
- Gerais e Administrativas (Caixa) (15.157,8) -39,1% (15.349,7) -43,9% 1,3%
Lucro Operacional (Caixa) 8.309,6 21,4% 4.746,5 13,6% -42,9%
Resultado Financeiro (4.639,7) -12,0% (6.129,8) -17,5% 32,1%
- Receita Financeira 7.063,2 18,2% 3.141,0 9,0% -55,5%
- Despesa Financeira (11.702,9) -30,2% (9.270,8) -26,5% -20,8%
Depreciação e Amortização (2.795,2) -7,2% (2.910,7) -8,3% 4,1% Resultado de Equivalência Patrimonial (125,5) -0,3% (404,1) -1,2% 222,0% Participação de Acionistas não Controladores 756,9 2,0% 703,5 2,0% -7,1% Outras Receitas Operacionais 162,1 0,4% 4.684,0 13,4% 2788,9% Outras Despesas Operacionais (4.024,8) -10,4% (1.440,8) -4,1% -100,0% Lucro / (Prejuízo) antes da CSLL e do IR (2.356,5) -6,1% (751,4) -2,1% -68,1%
Imposto de Renda e Contribuição Social (970,0) -2,5% (272,3) -0,8% -71,9%
Lucro / (Prejuízo) Líquido (3.326,6) -8,6% (1.023,7) -2,9%
Margem Líquida (%) -8,6% -2,9%
Exclusões (-):
( - ) Resultado Financeiro 4.639,7 6.129,8 ( - ) Depreciação e Amortização 2.795,2 2.910,7 ( - ) Imposto de Renda e Contribuição Social 970,0 272,3
EBITDA 5.078,4 13,1% 8.289,2 23,7%
Margem EBITDA (%) 13,1% 23,7%
Ajustes (-):
( - ) Despesas Não Recorrentes de Rescisões de Pessoal 438,9 1,1% 794,9 2,3% ( - ) Participação de Acionistas não Controladores (756,9) -2,0% (703,5) -2,0% ( - ) Outras Receitas Operacionais - Não Recorrente (41,5) -0,1% (84,8) -0,2% ( - ) Outras Despesas Operacionais 4.024,8 10,4% 1.440,8 4,1%
EBITDA Recorrente Ajustado 8.743,7 22,5% 9.736,5 27,8% 11,4%
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Tabela 11 - Balanço Patrimonial ConsolidadoBalanço Patrimonial (R$ milhões) 31/12/2016 31/03/2017
Ativo Circulante 64,8 67,9
Caixa e equivalentes de caixa 0,1 0,2
Títulos e valores mobiliários 1,0 1,0
Contas a receber 7,0 6,1
Estoques 2,7 2,6
Impostos a recuperar 33,1 32,4
Adiantamentos e outras contas a receber 20,4 19,4
Partes relacionadas 0,0 0,0
Despesas antecipadas 0,2 5,4
Outros 0,3 0,8
Não Circulante 512,2 512,3
Realizável a longo prazo 92,2 94,2
Partes relacionadas 58,0 59,7
Depósitos judiciais 8,5 8,5
Impostos diferidos ativos 25,0 25,0
Outros 0,8 0,9 Permanente 420,0 418,1 Investimentos 0,7 0,6 Em controladas e coligadas 0,4 0,3 Outros 0,3 0,3 Imobilizado 419,2 417,5 Intangível 0,1 0,1 Total do ativo 577,0 580,2
Passivo e Patrimônio Líquido / (Passivo a Descoberto) 31/12/2016 31/03/2017
Passivo Circulante 213,4 225,5
Empréstimos e financiamentos 10,4 9,0
Fornecedores e serviços públicos 7,6 8,5
Salários e encargos sociais 57,6 60,1
Obrigações Tributárias 88,1 102,4
Adiantamentos de clientes 24,7 20,9
Parcelamento de obrigações tributárias e
previdenciárias pelo programa Refis 20,3 20,2
Arrendamentos a pagar 0,3 0,2
Partes relacionadas - -
Outros 4,5 4,2
Não Circulante
Exigível a Longo Prazo 452,9 445,8
Empréstimos e finaciamentos 1,3 0,3
Provisão para contingências 30,0 32,9
Obrigações tributárias e previdenciárias
parceladas 34,9 32,0
Parcelamento de obrigações tributárias e
previdenciárias pelo programa Refis 215,2 213,7
Partes relacionadas 17,0 17,2
Contribuição social e imposto de renda
sobre a reserva de reavaliação 130,5 130,0
Outras obrigações 24,0 19,7
Patrimônio Líquido (89,4) (91,1)
Capital social 32,0 32,0
Reserva de reavaliação 204,5 203,9
Ajustes de avaliação patrimonial 35,1 34,8
Prejuízos acumulados (349,4) (349,5)
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Tabela 12 – Fluxo de CaixaDemonstrações de Fluxo de Caixa Consolidado (R$ milhões) 1T16 1T17
Caixa gerado nas operações
Lucro / (Prejuízo) Líquido do Período (3,3) (1,0)
Ajustes para conciliar o resultado às Disponibilidades geradas pelas Atividades Operacionais:
Depreciação e amortização 2,8 2,9
Resultado de Equivalência Patrimonial 0,1 (0,1)
Provisão (reversão) para perdas 4,0 1,7
Reversões para Provisões (0,0) (0,1)
Beneficio adquirido pela migração/inclusão no REFIS IV Lei 11.941 -
Provisão para Devedores Duvidosos (0,0) 0,0
Provisão para Contingências 0,6 (0,5)
Juros apropriados 3,9 5,6
Juros sobre Passivo Fiscal 8,5 7,2
Juros sobre Empréstimos e Financiamentos 0,4 0,4
Juros sobre Fornecedores 0,5 0,4
Juros sobre Associadas (5,6) (2,4)
Participação dos não Controladores (0,8) (0,7)
Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos (0,5) (0,5)
Fluxo de caixa das Atividades Operacionais 6,8 7,3
Variações nos Ativos e Passivos:
Redução (aumento) em contas a receber (0,0) 0,9
Redução (aumento) em estoques 0,5 0,1
(Aumento) redução em impostos a recuperar (1,8) 0,6
Redução (aumento) adiantamentos e outras contas a receber (0,1) 1,0
(Aumento) redução em outros ativos (4,7) (5,9)
Aumento (redução) em fornecedores 0,5 0,5
Aumento (redução) em salários e contribuições (1,4) 2,4
(Redução) aumento em impostos a recolher 4,7 2,6
(Redução) aumento em outras exigibilidades (1,1) (1,1)
(Redução) aumento em adiantamentos de clientes (0,4) (3,8)
Variação nas operações com partes relacionadas
(Aumento) redução em contas a receber (0,1) (0,4)
(Redução) aumento em contas a pagar (1,1) (0,5)
Variação nos ativos e Passivos (5,1) (3,5)
Disponibilidades Líquidas geradas (aplicadas) pelas Atividades Operacionais 1,7 3,8 Fluxo de caixa das Atividades de Investimentos:
Títulos e Valores Mobiliários (0,3) 0,0
Imobilizado (2,4) (1,2)
Investimentos - 0,2
Disponibilidades Líquidas geradas (aplicadas) pelas Atividades de Investimentos (2,7) (0,9) Fluxo de caixa das atividades de financiamentos:
Integralização de capital -
-(Redução) aumento em empréstimos e financiamentos (2,8) (2,8)
Dividendos pagos a acionistas controladores -
-Dividendos pagos a acionistas não controladores
-Disponibilidades líquidas geradas nas Atividades de Financiamentos (2,8) (2,8) Aumento nas Disponibilidades:
No início do Exercício 4,5 0,1
No final do Exercício 0,8 0,2