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RELATÓRIO DE GESTÃO E CONTAS

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Academic year: 2022

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08 - ACTIVIDADE DA COMPANHIA

09 - PRINCIPAIS INDICADORES DE GESTÃO 10 - ANÁLISE ECONÓMICA

14 - ANÁLISE FINANCEIRA

18 - RESULTADOS E SUA APLICAÇÃO

19 - PERSPECTIVAS DA COMPANHIA PARA 2012 20 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

21 - COMPOSIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS 22 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 40 - ANEXO NÃO VIDA

141 - ACTIVIDADE DA COMPANHIA

142 - PRINCIPAIS INDICADORES DE GESTÃO 143 - ANÁLISE ECONÓMICA

145 - ANÁLISE FINANCEIRA

149 - RESULTADOS E SUA APLICAÇÃO

150 - PERSPECTIVAS DA COMPANHIA PARA 2012 150 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

151 - COMPOSIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS 153 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 174 - ANEXO NÃO VIDA

III. sociedade vida

140

FICHA TÉCNICA

Título: Relatório de Gestão e Contas da AXA Portugal 2011 Propriedade: AXA Portugal, Companhia de Seguros, S.A. / AXA

Portugal, Companhia de Seguros de Vida, S.A. Design e Produção: think. walk. talk.consulting

(3)

4 - ENQUADRAMENTO ECONÓMICO

5 - MERCADO SEGURADOR

(4)

confiança dos consumidores registou -56,5 pontos em Dezembro de 2011, contra -48,8 pontos no período homólogo e o indicador de confiança da construção sofreu uma quebra de 14 pontos para -62,5 pontos em Dezembro).

A crise reflectiu-se ainda na subida contínua da taxa de desemprego, a qual se situou no máximo de 13,6%

em Dezembro, o que aliado ao aumento da carga fiscal (directa e indirecta) se traduziu numa degradação notória do rendimento disponível das famílias. Do mesmo modo, a tendência de evolução da taxa de inflação foi marcadamente de ascensão, registando o IHPC uma variação anual de 3,7% (contra 1,4% em 2010). De assinalar ainda o decréscimo significativo verificado em Dezembro nas vendas de veículos ligeiros de passageiros, na ordem dos 30% em valores acumulados e de 60% em termos homólogos mensais. No conjunto do ano, o crescimento económico foi estimado em -1,6%

(1,4% em 2010).

Ao nível dos mercados financeiros, assistimos à queda dos principais indicadores bolsistas, em particular, nas economias europeias. O principal índice bolsista europeu, o Euro-Stoxx 50, apresentou uma queda de 17,1% (-5,8% em 2010). No que toca o índice nacional PSI-20 a queda foi ainda mais acentuada, sobretudo a partir do segundo semestre do ano, registando uma desvalorização anual de 27,6% (-10,3% em 2010).

Por fim, o índice bolsista norte-americano Dow Jones apresentou uma valorização de 5.5% (contra 11% em 2010).

O ano 2011 ficou marcado pelo regresso da turbulência dos mercados financeiros internacionais, pela desace- leração da economia mundial e ainda pelo clima recessivo de algumas economias europeias.

A economia mundial evidenciou abrandamento no ritmo de crescimento económico, o qual foi estimado em 3,8%. As economias emergentes desaceleraram embora as economias da China e Índia tenham continuado com crescimentos significativos de, respectivamente, 9,2%

e 7,4%. Já a economia americana cresceu a um ritmo pouco expressivo (1,8%), associado quer à persistência de défices público e externo, quer à fragilidade do mercado de habitação.

No que respeita a economia europeia assistimos à intensificação da crise das dívidas soberanas dos países periféricos da área do euro com reflexos na aplicação de medidas restritivas ao crescimento económico. No seu conjunto, as economias da área do euro cresceram 1,6%, embora com evoluções diversas entre estados membros.

O ano 2011 foi igualmente marcado pela subida generalizada de preços. A taxa de inflação na economia americana aumentou para 3,2% (contra 1,6% no ano anterior). Na área do euro subiu para 2,7% (1,6% em 2010). Por outro lado, o aumento dos riscos associados à qualidade da dívida soberana nas economias da área do euro influenciou a depreciação da taxa de câmbio do euro face ao dólar, tendo-se situado em 1,29 no final do ano (1,34 no final de 2010).

Para a economia portuguesa o ano 2011 destacou- se, desde logo, pela crise da divida soberana a qual culminou num pacote externo de ajuda financeira e consequente aplicação de um plano de austeridade.

Por conseguinte, a crise estendeu-se aos domínios económico, político e social. Assistimos, assim, a um agravamento dos indicadores de confiança em todos os sectores de actividade económica (o indicador de

[1] Fontes: Banco de Portugal, Eurostat e FMI.

(5)

O ano 2011 foi um ano de retracção da actividade seguradora. A produção de seguro directo sofreu uma forte quebra de 4,7 mil milhões de euros (-28,6%), motivada pelo segmento Vida cujo decréscimo foi bastante acentuado. Por este facto, a penetração da actividade na economia decaiu quase 3 pontos para 6,5%. O prémio per capita situou-se em 1.096 euros (contra 1.536 euros em 2010).

O segmento Vida recuou 38,1% (4,6 mil milhões de euros) para 7,5 mil milhões de euros. Esta evolução deveu-se ao facto das principais seguradoras estarem ligadas a grupos bancários, os quais promoveram a venda de produtos de captação de poupanças, como sejam depósitos a prazo com taxas de rentabilidade atractivas, em detrimento dos produtos de seguros e de fundos de investimento. Ao mesmo tempo, a anulação do incentivo fiscal dos produtos de reforma PPR também contribuiu negativamente para esta evolução. De realçar ainda neste segmento o comportamento dos seguros de vida risco, cuja evolução foi menos negativa.

No que respeita ao ramo Não Vida, a evolução foi marginalmente negativa (-0,9%) ascendendo a produção de seguro directo a 4,1 mil milhões de euros.

[2] Fonte: APS - Associação Portuguesa de Seguradores, informação disponibilizada em Janeiro de 2011.

Entre ramos as evoluções foram distintas:

• O ramo Automóvel manteve-se praticamente inalterado (-0,8%), registando 1.659 milhões de euros, face a uma redução ligeira do prémio médio conjugada com a evolução inexpressiva do parque automóvel, o qual foi negativamente afectado pela queda acentuada da venda de veículos novos;

• O ramo Acidentes de Trabalho sofreu um decréscimo de 3,7% para um montante de 622 milhões de euros. Trata-se de um ramo sensível às condições macroeconómicas e cuja evolução está altamente correlacionada com a deterioração das condições do mercado de trabalho e de falências de empresas;

• O ramo Doença, por seu turno, continuou com evoluções positivas (+1,5%) embora pouco expressivas, manifestando a actual conjuntura;

• O ramo Incêndio e Outros Danos permaneceu estável (+0,5%), com destaque para os Riscos Múltiplos (+2,4%), em particular os Riscos de Habitação (+3,3%);

• Os ramos Marítimo, Transportes e Mercadorias Transportadas evoluíram positivamente em, respectivamente, 10,1% e 0,7%. Por fim, o ramo Diversos também cresceu 6,8%, onde se destacaram os seguros de Protecção Jurídica e Assistência.

Prémios/PIB

2,6%

2009

Não Vida Vida 6,6%

2010 2011

2008

2,5%

6,4%

2,4%

6,9%

2,3%

4,2%

9,2% 8,9% 9,3%

6,5%

Global

Crescimentos Homólogos

2009 Não Vida Vida

2010 2011

2008

Global 17,5%

-1,5%

-5,6%

-4,4% -0,9%

17,2%

11,5%

12,6%

-5,3%

-28,6%

-38,1%

0,9%

(6)

Relativamente à concorrência, mantiveram-se os cinco primeiros Grupos do ranking de prémios de Não Vida (CGD, AXA, Tranquilidade, Banif e Allianz), os quais detiveram, em 2011, cerca de 56% deste mercado contra 57% em 2010. A quota conjunta de Vida (CGD, Santander, AGEAS, BPI e Credito Agrícola) ascendeu a 75,6% contra 73% em 20103. A AXA Portugal manteve o destacado 2º lugar em Não Vida com uma quota de 8,3% (8,4% em 2010) e em Vida ocupou o 8º lugar com um reforço da quota de 2,0%

para 2,8%.

No que respeita aos canais de distribuição[4], o canal bancário, incluido na categoria mediadores ligados, representou, em 2010, cerca de 85,6% do mercado de Vida (84,8% em 2009). Em Não Vida, manteve-se o domínio dos Agentes, representando 52,8% da distribuição (contra 52% em 2009), o que corresponde a um ganho relativo em detrimento dos corretores e balcões.

Ao nível dos canais de cobrança[4], destacou-se em Não Vida o aumento da cobrança directa para 50,6% (49,9%

em 2009), com reforço dos canais Débito em Conta Bancária (que passou de um peso de 22,6% em 2009 para 24% em 2010) e Multibanco (cujo peso relativo aumentou 0,8 pontos para 13,8%). Por seu turno, o canal Agentes diminiu o seu peso relativo de 34,2% em 2009 para 33,7% em 2010. Em Vida, a cobrança directa continua a ser o canal privilegiado, com reforço do peso do canal Débito em Conta Bancária de 2,3 pts para 91,1%.

[3] Ranking de prémios de seguro directo apurado na base dos Grupos, em amostras comparáveis extrapoladas, dados APS 2011.

[4] Dados 2011 não disponíveis à data de elaboração do relatório de gestão.

[5] Mediadores ligados inclui bancos e outras instituições.

Venda Directa inclui balcões, telefone, internet e outros.

Canais Distribuição Vida

5,3%

2009 6,6%

2010 2008

86,9%

9,7%

2,8%

86,5%

9,0%

3,2%

87,1%

Canais Distribuição Não Vida

2009 Agentes

Agentes

Corretores Corretores

2010 2008

Mediadores Ligados [5]

Mediadores Ligados [5]

Venda Directa Venda Directa

51,8%

14,3%

16,5%

17,4%

52,1%

12,2%

18,2%

17,5%

52,8%

11,9%

18,0%

17,3%

Canais de Cobrança Vida

Canais de Cobrança Não Vida

2009

Agentes Corretores

2010

Balcões das Companhias Débito em conta bancária

Cartão Crédito Multibanco

13,0%

14,3%

22,6%

15,9%

34,2%

13,8%

12,3%

24,0%

15,7%

33,7%

1,2% 1,0% 0,7%

2009

Agentes Corretores

Balcões das Companhias Débito em conta bancária Multibanco

88,8%

0,5% 3,3%

7,1%

2010 2,8%

91,1%

0,4%

5,5%

(7)

08 - ACTIVIDADE DA COMPANHIA

09 - PRINCIPAIS INDICADORES DE GESTÃO 10 - ANÁLISE ECONÓMICA

14 - ANÁLISE FINANCEIRA

18 - RESULTADOS E SUA APLICAÇÃO

19 - PERSPECTIVAS DA COMPANHIA PARA 2012 20 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

21 - COMPOSIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS 22 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 40 - ANEXO NÃO VIDA

(8)

• Vitalplan e Vitalplan Corporate: novo prestador em Espanha (HNA) e publicação Vitalnews e anúncios de imprensa;

• Recuperação dos níveis de sinistralidade do exercício através de um conjunto de medidas ao nível da gestão de sinistros, da carteira e subscrição (Programa Rentabilidade Não Vida);

• Continuação do plano de produtividade, com aumentos de eficiência e consequente saída de 63 colaboradores pela via de pré-reformas e rescisões;

• Destaque ainda para a mudança de instalações em Lisboa, do Marquês do Pombal para o Parque das Nações, um edifício moderno, funcional e em linha com os valores AXA;

• No que respeita ao desenvolvimento dos colaboradores, prosseguiu-se com o reforço de competências através da Academia AXA, com destaque para a certificação de sinistros, o curso superior AXA, os programas de certificação de agentes e a formação e-learning; Igualmente promoveu-se a gestão de talentos através da integração na empresa de novos colaboradores para funções chave, e a concretização da mobilidade interna e internacional;

• O índice global de satisfação dos colaboradores manteve-se a um nível elevado, de acordo com os resultados obtidos no inquérito de satisfação ao clima social realizado pelo Grupo AXA (Scope);

• Do mesmo modo, evoluiu de forma muito positiva a relação com distribuidores, especialmente no que concerne as redes proprietárias;

• Ao nível da responsabilidade corporativa, continuámos a apostar nas nossas parcerias e práticas internas, nomeadamente através da Fundação AXA Corações em Acção, recebendo a AXA Portugal o reconhecimento, pelo segundo ano consecutivo, da entidade do Grupo com maior nível de maturidade nesta temática.

O ano 2011 foi dominado pela crise da dívida soberana portuguesa que, aliada à fragilidade do sistema bancário, culminou num programa de auxílio externo e consequente aplicação de um pacote de medidas severas que visaram, desde logo, a consolidação orçamental e o equilíbrio das contas públicas. Por conseguinte, estas medidas de natureza restritiva condicionaram largamente o crescimento económico. Acresceu ainda a instabilidade dos mercados, sobretudo no segundo semestre do ano, e que afectou particularmente o sector financeiro.

É neste contexto altamente penalizante, de subida contínua da taxa de desemprego, de agravamento da carga fiscal de famílias e empresas com consequente redução do rendimento disponível e do consumo, que se enquadraram as actividades da companhia em 2011.

Deste modo, destacam-se como factos marcantes:

• Conquista do Prémio de Inovação AXA (a nível mundial) atribuído pelo Grupo AXA ao projecto de Especialização e Certificação de Agentes na categoria PME;

• Lançamento do site “Protecção PME” e “Pack PME Grande Valor” com reforço do posicionamento no mercado português, passando a AXA a deter 18,3%

deste mercado (17,3% no ano anterior);

• Lançamento do novo www.axa.pt, um site apelativo, inovador, próximo do cliente e com novas funcionalidades a pensar nas suas necessidades;

• Reforço da qualidade de serviço prestada aos clientes e aumento do seu nível de satisfação (Scope Cliente sobe de um índice global de 75 para 76);

• Consolidação da estratégia global de Multiacesso de modo a aumentar o nível de serviço prestado aos clientes;

• Nova oferta automóvel “Protec pack simply”, simples essencial e económico, destinando-se a clientes que procuram uma protecção essencial mas que são sensíveis ao factor preço;

(9)

[1] Seguro directo e resseguro aceite.

[2] Resultado antes de mais e menos valias, bruto de imposto.

[3] Sobre prémios adquiridos.

[4] Líquido de resseguro cedido.

[5] Inclui custos com saídas.

Unidade: Milhares de Euros

AXA NÃO VIDA 2010 2011 VARIAÇÃO

Prémios Emitidos [1] 353.703 345.569 -2,3%

Resultados Operacional [2] -782 -2.671 241,6%

Resultado Líquido 1.695 2.426 43,2%

Capital Próprio 105.086 91.964 -12,5%

Ativo Líquido Total 745.213 696.396 -6,6%

Provisões Técnicas 553.449 522.180 -5,6%

N.º de Contratos em Carteira 1.185.289 1.172.346 -1,1%

N.º de Colaboradores 597 518 -13,2%

Rácios de Produtividade

Prémios Emitidos [1] / N.º Colaboradores 592 667 12,6%

Nº Contratos em vigor / N.º Colaboradores 1.985 2.263 14,0%

Rácios de Rendibilidade

Resultados Operacional[2] / Prémios Emitidos[1] -0,22% -0,77% -0,6 pts

Resultado Líquido/ Prémios Emitidos [1] 0,48% 0,70% 0,2 pts

Resultado Líquido/Ativo Líquido 0,23% 0,35% 0,1 pts

Resultado Líquido/Capital Próprio 1,61% 2,64% 1,0 pts

Rácios de Eficiência[3]

Rácio de Sinistralidade[4] 74,2% 75,3% 1,1 pts

Rácio de Despesa[5] 29,3% 32,6% 3,3 pts

Rácio Combinado[4] 103,4% 107,8% 4,4 pts

Rácio de Solvência

Grau de Cobertura das Responsabilidades 189,9% 166,7% -23,2 pts

(10)

Em 2011, os Prémios Emitidos de Seguro Directo ascenderam a 342 milhões de euros, o que correspondeu a uma diminuição de 2,1% (7,4 milhões de euros) face ao ano transacto, por força das condições de mercado atrás referidas e de uma política agressiva de vigilância da carteira. Numa análise dos principais ramos, destacou-se:

• O ramo Automóvel registou um decréscimo de 3,4%, por oposição ao crescimento de 1,3% verificado no ano anterior, desde logo impactado pela conjuntura económica, o que se traduziu numa redução do número de contratos novos que não foi compensada pela recuperação ligeira do prémio médio;

• O ramo Acidentes de Trabalho, o segundo ramo mais representativo da carteira de prémios, continuou a ser penalizado pelo contexto económico, em virtude da subida persistente da taxa de desemprego e da deterioração das condições do mercado de trabalho em geral afectando a massa salarial. Registou-se, assim, uma quebra de 3% neste ramo, redução ainda

assim inferior à registada no mercado (-3,7%) e à verificada no ano passado (-3,5%);

• O ramo Doença registou uma ligeira redução (-0,2%), por oposição aos crescimentos verificados em anos anteriores, em sequência da quebra verificada no negócio novo, em particular no ramo empresas;

• O ramo Incêndio e Outros Danos cresceu 3,1%, acima do mercado (+0,4%) e a um ritmo superior ao de 2010 (+1,1%), essencialmente devido ao aumento dos prémios de Multi-riscos Comércio/Indústria e Habitação (4,2% e 4,1%, respectivamente).

PRÉMIOS EMITIDOS SD 2010 2011

Acidentes de Trabalho 72.690 70.543

Acidentes Pessoais 8.181 7.607

Doença 18.318 18.279

Incêndio e Outros Danos 53.290 54.959

Automóvel 179.351 173.209

Transportes 4.656 4.609

Responsabilidade Civil 12.135 12.103

Diversos 1.043 988

TOTAL 349.655 342.297

QUOTA MERCADO 8,4% 8,3%

Produção

Unidade: Euros

(11)

A produção de Resseguro Aceite ascendeu a 3.272 milhares de euros, registando uma quebra de 19,2%

face ao ano anterior.

A AXA mantém o 2º lugar no ranking com uma quota de 8,3%. Os principais ramos assinalaram as seguintes evoluções: o Automóvel manteve uma quota superior à quota de Não Vida, fixando-se em 10,4%; em Acidentes de Trabalho verificou-se um ligeiro incremento de 0,1 p.p. para 11,4% e em Incêndio e Outros Danos a quota reforçou igualmente 0,1 p.p para 7,1% (nota: valores apurados em amostras comparáveis extrapoladas, dados APS relativos a 2011).

Prémios Emitidos SD (var. homóloga)

Automóvel Acidentes de Trabalho

Incêndio e Outros Danos

Doença TOTAL

-3,4%

1,3%

10/09

-3,0%

-3,5%

1,1%

9,0%

3,1%

-0,2%

-2,1%

0,5%

11/10

Estrutura Carteira 2011

Automóvel 50,6%

Transportes 1,3%

Responsabilidade Civil

3,5% Diversos

0,3%

Acidentes de Trabalho

20,6%

Incêndio e Outros Danos

16,1%

Doença 5,3%

Acidentes Pessoais

2,2%

(12)

Os Custos com Sinistros de Seguro Directo atingiram o montante de 234 milhões de euros, uma redução de 3,4% face a 2010, essencialmente pela aplicação de políticas e procedimentos de selecção e gestão da carteira e na melhoria de gestão das operações de sinistros.

Em consequência, a taxa de sinistralidade (medida pelo rácio custos com sinistros SD / prémios emitidos SD) reduziu 0,9 p.p. para um rácio de 68,3%. Na análise dos principais ramos, verificou-se:

• No ramo Automóvel a taxa de sinistralidade aumentou 6,5 p.p., situando-se nos 64,5%, negativamente influenciada pela redução dos prémios e pelo aumento dos custos com sinistros, essencialmente de exercícios anteriores. Não obstante, assistimos a uma redução da frequência e do custo médio dos sinistros ocorridos no exercício;

CUSTOS COM SINISTROS SD 2010 2011

Acidentes de Trabalho 67.056 65.740

Acidentes Pessoais 2.737 1.519

Doença 15.428 17.797

Incêndio e Outros Danos 47.875 31.068

Automóvel 104.061 111.797

Transportes 2.231 2.012

Responsabilidade Civil 663 3.888

Diversos 1.966 37

TOTAL NÃO VIDA 242.017 233.858

Custos com Sinistros

Unidade: Milhares de Euros Nota: Os valores dos custos com sinistros de seguro directo não

incluem os custos por natureza a imputar.

Evolução da taxa sinistralidade S/PE

Automóvel Acidentes de Trabalho 58,0%

2010 2011

Incêndio e Outros Danos

TOTAL NÃO VIDA 64,5%

92,2% 93,2%

56,5%

89,8%

68,3%

69,2%

Nota: S/PE = Custos com sinistros seguro directo/Prémios emitidos seguros directo.

(13)

• No ramo Acidentes de Trabalho, a descida nos prémios emitidos e o aumento dos custos com sinistros reflectiu-se num aumento da taxa de sinistralidade para 93,2%. A aplicação das medidas atrás enunciadas permitiu já alcançar bons resultados nos sinistros ocorridos no exercício;

• O ramo Incêndio e Outros Danos apresentou um desagravamento do rácio de 89,8% para 56,5%, quer em resultado das medidas referidas, quer por força dos sinistros de elevado montante verificados em 2010 (tempestades Madeira e Xynthia).

Os custos com sinistros de resseguro aceite situaram- se em 1.505 milhares de euros, inferior em 51,1% face ao ano anterior.

Resseguro Cedido

O saldo de Resseguro Cedido agravou de 13.957 para 24.585 milhares de euros. A diminuição da carga de sinistros recuperada no montante de 9.950 milhares de euros é o principal factor para esta variação.

A taxa de cedência subiu 0,4 p.p face ao ano anterior para 9,4%.

Custos Administrativos

O total dos Custos Administrativos ascendeu a 39.030 milhares de euros em 2011, dos quais 35.394 milhares de euros corresponderam ao montante de custos indirectos e 3.636 milhares de euros a comissões de cobrança. A evolução nos custos administrativos decorre de custos com saídas de colaboradores por Rescisões e Pré-Reformas.

Custos de Aquisição

Os custos de Aquisição ascenderam a 66.346 milhares de euros, representando 19% do total de prémios emitidos, dos quais:

• As Comissões de Mediação, corretagem e restantes custos de aquisição directos atingiram o montante de 41.877 milhares de euros, representando 12,2%

do total de prémios emitidos (11,9% em 2010);

• As Despesas de Aquisição imputadas foram de 24.469 milhares de euros, representando 7,1% do total de prémios emitidos (contra 7,2% em 2010).

(14)

A carteira de investimentos atingiu, em 2011, o montante de 496.360 milhares de euros, traduzindo-se numa redução de 55.967 milhares de euros (-10,1%) face ao período homólogo.

Esta redução deveu-se essencialmente em Caixa e Depósitos à Ordem e Activos Mobiliários.

Os Activos disponíveis para venda, apesar de terem diminuído face a 2010, aumentaram em termos de representação da carteira, pois a sua variação foi inferior à diminuição total da carteira (-8,0%).

Carteira de Investimentos Não Vida 2010 2011

Caixas e seus equivalentes e depósitos à ordem 32.825 9.796 Investimentos em filiais, associadas

e empreendimentos conjuntos 3.980 3.980

Activos financeiros detidos para negociação* 1.089 -258 Activos financeiros classificados no reconhecimento

inicial ao justo valor através de ganhos e perdas 652 908

Activos disponíveis para venda 465.753 428.965

Terrenos e edíficios 39.704 38.141

Outros activos 8.324 14.828

CARTEIRA DE INVESTIMENTOS 552.328 496.360

Investimentos

Unidade: Euros

(*): Em 2011, saldo credor de 258 milhares de euros, correspondente a um valor em activo de 624 milhares de euros e em passivo de 882 milhares de euros.

Carteira de Investimentos

2010

2,6%

7,2%

84,3%

Activos disponíveis para venda

Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem

Terrenos e edifícios Outros activos

5,9%

2011

3,9%

7,7%

86,4%

2,0%

(15)

O Resultado de Investimentos registou um aumento de 5.254 milhares de euros (25,9%), atingindo 25.562 milhares de euros.

Os Rendimentos Financeiros Líquidos (de custos com investimentos) diminuíram 862 milhares de euros para 18.370 milhares de euros. Esta diminuição deveu-se essencialmente à redução de rendimentos de obrigações e imóveis, compensada por um aumento de rendimentos de acções.

Os Ganhos Líquidos de Activos e Passivos Financeiros aumentaram no montante de 5.658 milhares de euros para 7.575 milhares de euros, em resultado de um aumento das mais-valias de obrigações, acções e derivados, parcialmente anulado por uma diminuição das mais-valias de imóveis.

As Perdas de Imparidade diminuíram para 383 milhares de euros (294 milhares de euros em acções e 89 milhares de euros em imóveis), correspondendo a uma redução de 458 milhares de euros em relação ao ano anterior.

Provisões Técnicas

O total das Provisões Técnicas, considerando, com a necessária prudência, as responsabilidades futuras da empresa, atingiu o montante de 522.180 milhares de euros em 2011.

O valor das provisões representou 151,1% dos prémios emitidos (seguro directo e resseguro aceite), inferior em 5,4 p.p. que no ano anterior, mantendo-se a empresa dentro dos parâmetros europeus, com uma posição relevante e consolidada no mercado português.

Capitais Próprios

Os Capitais Próprios totalizaram 91.964 milhares de euros, apresentando um decréscimo de 12,5% face ao ano anterior.

As reservas de reavaliação registaram 10.651 milhares de euros, o que correspondeu a uma redução de 19.453 milhares de euros face ao ano anterior. A reserva por impostos diferidos registou -2.999 milhares de euros (uma variação de 5.641 milhares de euros) e as outras reservas 14.874 milhares de euros (uma redução de 550 milhares de euros).

Os resultados que transitaram de 2010 aumentaram 508 milhares de euros.

Margem de Solvência e Fundo de Garantia

A margem de solvência exigível nos termos legais é de 56.555 milhares de euros. O fundo de garantia exigível é de cerca de 18.852 milhares de euros.

Os capitais próprios elegíveis asseguram a cobertura da margem de solvência em 166,67%.

2010 2011

Rendimentos 19.232 18.370

Ganhos Liquídos de Ativos e Passivos Financeiros 1.917 7.575

Perdas de Imparidade -841 -383

TOTAL 20.309 25.562

Resultado de Investimentos

Unidade: Euros

(16)

Gestão de Riscos

A Directiva Comunitária sobre Solvency II e as Normas 14/2005-R e 8/2009-R emitidas pelo regulador Português, Instituto de Seguros Portugal (ISP) sobre Sistemas de Gestão de Risco e Controlo Interno - a função de Gestão de Risco assume uma relevância significativa tendo a AXA Portugal fortalecido a função de gestão de riscos através da criação de uma área específica de Risk Management, com a nomeação do Chief Risk Management e gestores de risco com incumbência de monitorizar os riscos de:

•Seguros Vida;

•Seguros Não Vida;

•Financeiros;

•Operacional.

O Risk Management tem como objectivos principais a optimização da relação entre o risco e a rentabilidade e reduzir a volatilidade dos resultados do negócio da empresa face ao risco de movimentação dos mercados financeiros, ao risco de contraparte, ao risco de seguros e ao risco operacional.Para suportar o cumprimento dos objectivos enumerados foram implementados os seguintes comités de risco:

•Comité de Risco e Compliance;

•Comité Gestão Activos-Passivos;

•Comité de Risco de Seguros Vida e Não Vida;

•Comité Risco Operacional e Controlo Interno.

Tipologias de risco

A gestão de riscos focaliza-se nas seguintes tipologias / riscos:

• Financeiros, que inclui: Risco de taxa de juro; Risco de acções; Riscos de volatilidade; Risco imobiliário;

Risco de crédito (emissão/spread e concentração);

Risco cambial; Risco de liquidez;

• Risco de seguros relacionado com o desenho e pricing do produto, política de provisionamento, politica de subscrição, politica de gestão de sinistros e resseguro;

• Risco operacional baseado nos princípios definidos na Solvency II.

A política de riscos da entidade aplica-se no negócio através do estabelecimento de limites de tolerância para a gestão dos riscos, de acordo com regulamentações aplicáveis e/ou de acordo com decisões estratégicas da AXA, nomeadamente:

• Riscos financeiros:

◘ Lista de activos elegíveis para investimento, definidos na política de investimentos;

◘ Limites definidos na política de investimentos, em termos de exposição às várias classes de activos – Risk apetite;

◘ Risco de taxa de juro mediante a existência de limites ao nível do gap de duração do activo vs passivo;

◘ Risco de crédito, através de limites de concentração em termos de emitente, em função do tipo de activo e seu rating;

◘ Risco de votalidade do mercado de capitais limitando o universo de activos em que a entidade pode investir;

◘ Regras de utilização de Hedge Funds;

◘ Limites para a utilização de produtos derivados;

◘ Risco de liquidez, que consiste no controlo sobre um mínimo de liquidez disponível para fazer face às necessidades para períodos de 3 a 12 meses;

◘ Limites definidos na política de investimentos em termos de exposição às várias classes de activos.

• Risco de seguros

◘ Existência de um processo para a aprovação de produtos;

◘ Existência de limites de subscrição e sua revisão periódica;

(17)

produção, sinistros, cobranças, subscrição, actividades em outsourcing, pagamentos/

recebimentos de entre outras;

◘ Quantificação das perdas reais aos riscos que se materializam na entidade;

◘ Implementação de acções de mitigação.

Cálculo das exigências de capital regulatório

No âmbito das exigências internacionais definidas na Directiva Comunitária de Solvência II (2009/138/CE) de aplicação obrigatória para todas as entidades de seguros, para apurar os fundos próprios inerentes à garantia de solvência, está em curso o projecto Solvency II existindo um Project Manager Officer (PMO) local para gerir este projecto ao nível de Portugal e para submeter à aprovação do modelo interno junto do regulador nacional em coordenação com o regulador do país da sede dos nossos accionistas.

◘ Delegação de limites para gestão de sinistros conforme tipologia dos mesmos;

◘ A existência de um processo do provisionamento;

◘ Limites estabelecidos no âmbito do resseguro, bem como identificação das entidades que podem ser contratadas para coloção do risco.

• Risco operacional:

◘ Politica/procedimentos estabelecidos em matéria de: Continuidade de negócio; Segurança IT; Procurement; Branquemaento de Capitais;

Controlo Interno; Combate à Fraude.

O controlo e monitorização dos riscos assenta em vários indicadores seguidos nos comités supracitados e que são os seguintes:

• Risco de seguros:

◘ Seguimento do valor intrínseco do negócio de não vida;

◘ Monitorização do Capital Económico (CE) em relação a riscos técnicos;

◘ Monitorização das contas técnicas dos produtos e do resseguro;

◘ Monitorização do processo de provisionamento onde se efectua também um teste sobre a adequação das provisões constituídas denominado por LAT (Liability Adequacy Test).

• Riscos financeiros:

◘ Monitorização do risco de taxa de juro, do risco de crédito/spread, do risco de concentração, do risco de votalidade/mercados de capitais, risco de liquidez e risco imobiliário, através de análises de sensibilidade;

◘ Análise de impacto sobre a margem de solvência e sobre a cobertura de provisões técnicas em termos de variações mercado de capitais e curva da taxa de juro.

• Riscos operacional:

◘ Estabelecimento de indicadores para medir a exposição da entidade ao risco em processos core e de suporte da entidade, nomeadamente,

(18)

Os resultados apurados, líquidos de imposto, ascenderam a €2.426.400 euros, pelo que propomos a seguinte aplicação:

Reserva Legal 242.640

Resultados transitados 2.183.760

Dividendos

TOTAL 2.426.400

Unidade: Euros

2011

(19)

O ano 2012 perspectiva-se altamente desafiante.

Acreditando nas nossas competências internas e forças enquanto empresa desenvolveremos a nossa actividade com enfoque nas seguintes prioridades:

• Reforço da excelência técnica Não Vida. Neste contexto, prosseguiremos com uma política rigorosa de vigilância da carteira, daremos continuidade às políticas criteriosas de subscrição, aplicaremos uma gestão eficiente de sinistros, bem como, uma análise permanente da tarifa;

• Melhoria da eficiência operacional, com enfoque na industrialização de processos e na aplicação de práticas de lean management. Ao nível da produtividade das redes comerciais, para além de uma adequada segmentação, reforçaremos os sistemas de remuneração variável com critérios de rentabilidade;

• Consolidação do novo modelo de distribuição, em particular, através do desenvolvimento de um modelo colaborativo que permita ao cliente maior acessibilidade (física e virtual), garantindo o mesmo nível de serviço (Multiacesso);

• Reforço da abordagem segmentada de clientes, continuando a apostar nos segmentos estratégicos PMEs, Mass Affluent e Professionals;

• Desenvolvimento da Estratégia da Prova e foco na Qualidade de Serviço. Em conformidade, estabeleceremos novos compromissos com os nossos clientes, distribuidores e parceiros;

• Desenvolvimento das plataformas IT e de processos, alavancando as sinergias existentes ao nível do Grupo AXA;

• Não obstante os bons índices já alcançados, a aposta na cultura de confiança e concretização, assim como, o desenvolvimento e retenção de talentos serão igualmente uma prioridade em 2012.

(20)

Num contexto externo difícil e interno marcado por uma forte acção de gestão do portfolio registamos com agrado a confiança demonstrada pelos Clientes e Mediadores.

O Conselho de Administração agradece igualmente o esforço dedicado de todos os colaboradores que têm dado uma resposta positiva às solicitações decorrentes da renovação da Empresa adaptando-se às novas exigências de mercado.

Para o Conselho Fiscal e Revisor Oficial de Contas, a expressão do nosso reconhecimento pelo atento acompanhamento da actividade da Companhia.

Finalmente desejamos sublinhar a colaboração prestada pela Associação Portuguesa de Seguradores e pelo Instituto de Seguros de Portugal nos vários domínios das respectivas áreas de competência.

(21)

Revisor Oficial de Contas

Efetivo:

PricewaterhouseCoopers & Associados – Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda.

Representada por Carlos Manuel Sim Sim Maia ou António Alberto Henriques Assis

Suplente:

José Manuel Henriques Bernardo

Secretário da Sociedade

Luciana Guedes Pereira da Silva e Duarte Torres

Secretário da Sociedade Suplente

Sónia de Carvalho Martins

Comissão de Remunerações e Previdência

AXA S.A.

AXA FRANCE VIE

AXA PORTUGAL Companhia de Seguros de Vida S.A.

Mesa da Assembleia Geral

Presidente:

Carlos Maria da Rocha Pinheiro Torres Vice-Presidente:

Maria Inês Palha Moreira de Araújo Sousa e Silva Secretário:

Ricardo Augusto de Castilho Gersão Garção Soares

Conselho de Administração

Presidente e Administrador-Delegado:

João Mário Basto Ferreira Leandro Vogais:

Jean Laurent Granier

Carlos Manuel Pereira da Silva Elie Sisso

Javier de Agustín Alban de Mailly Nesle Elie Harari

Conselho Fiscal

Presidente:

Rui Manuel Ferreira de Oliveira

Vogais:

Manuel José Moreira

Elisa Maria Calado Pedro Gouveia Suplente:

Marta Isabel Guardalino da Silva Penetra

(22)

Notas do Anexo ACTIVO anterior Valor bruto

Imparidade, depreciações / amortizações ou

ajustamentos

Valor líquido

18 Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem 9.796.160 9.796.160 32.824.999

19 Investimentos em filias, associadas e empreendimentos conjuntos 3.979.899 3.979.899 3.979.899

20 Activos financeiros detidos para negociação 623.725 623.725 1.089.475

20 Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor

através de ganhos e perdas 908.296 908.296 652.281

Derivados de cobertura

21 Activos disponíveis para venda 428.965.110 428.965.110 465.753.099

22 Empréstimos e contas a receber 6.180.961 6.180.961 2.625.392

Depósitos junto de empresas cedentes 6.158.867 6.158.867 2.625.392

Outros depósitos

Empréstimos concedidos 22.094 22.094 0

Contas a receber Outros

Investimentos a deter até à maturidade

23 Terrenos e edíficios 44.887.037 6.746.278 38.140.759 39.704.114

Terrenos e edíficios de uso próprio

Terrenos e edifícios de rendimento 44.887.037 6.746.278 38.140.759 39.704.114

24 Outros activos tangíveis 10.741.686 5.243.974 5.497.711 2.943.542

24 Inventários 77.516 77.516 349.647

Goodwill

25 Outros activos intangíveis 8.677.897 5.605.783 3.072.114 2.405.151

26 Provisões técnicas de resseguro cedido 18.335.259 18.335.259 19.734.961

Provisão para prémios não adquiridos 2.910.602 2.910.602 2.988.493

Provisão matemática do ramo vida

Provisão para sinistros 15.424.657 15.424.657 16.746.468

Provisão para participação nos resultados Provisão para compromissos de taxa Provisão para estabilização de carteira Outras provisões técnicas

31 Activos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo

27 Outros devedores por operações de seguros e outras operações 180.595.044 14.871.411 165.723.633 155.033.829

Contas a receber por operações de seguro directo 107.211.409 13.041.454 94.169.955 87.835.792

Contas a receber por outras operações de resseguro 20.070.470 34.204 20.036.265 18.386.979

Contas a receber por outras operações 53.313.165 1.795.752 51.517.413 48.811.059

28 Activos por impostos 14.329.467 14.329.467 17.663.870

Activos por impostos correntes 232.109 232.109 407.372

Activos por impostos diferidos 14.097.358 14.097.358 17.256.498

29 Acréscimos e diferimentos 765.278 765.278 452.401

Outros elementos do activo 223.707 223.707 0 0

Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas

TOTAL ATIVO 729.087.040 32.691.153 696.395.887 745.212.659

Unidade: Euros

(23)

Provisão para compromissos de taxa Provisão para estabilização de carteira

Provisão para desvios de sinistralidade 9.394.290 8.226.250

Provisão para riscos em curso 10.281.602 15.615.202

Outras provisões técnicas

Passivos financeiros da componente de depósito de contratos de seguros e de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento

30 Outros passivos financeiros 16.562.877 14.033.817

Derivados de cobertura Passivos subordinados

Depósitos recebidos de resseguradores 15.680.806 14.033.817

Outros 882.071 0

31 Passivos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo 3.328.694 2.677.221

32 Outros credores por operações de seguros e outras operações 31.994.794 32.216.007

Contas a pagar por operações de seguro direto 24.085.548 21.627.019

Contas a pagar por outras operações de resseguro 2.949.927 3.308.143

Contas a pagar por outras operações 4.959.318 7.280.845

28 Passivos por impostos 15.761.237 23.719.658

Passivos por impostos correntes 12.761.881 13.305.185

Passivos por impostos diferidos 2.999.356 10.414.473

29 Acréscimos e diferimentos 13.367.342 12.788.444

33 Outras Provisões 1.237.193 1.243.017

Outros elementos do passivo

Passivos de um grupo para alienação classificado como detido para venda

TOTAL PASSIVO 604.431.816 640.127.054

34 CAPITAL PRÓPRIO

Capital 36.670.805 36.670.805

(Acções Próprias) Outros instrumentos de capital

Reservas de reavaliação 10.651.047 30.104.504

Por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros 10.342.606 29.796.062

Por revalorização de terrenos e edifícios de uso próprio Por revalorização de ativos intangíveis

Por revalorização de outros ativos tangíveis 308.442 308.442

Por ajustamentos no justo valor de instrumentos de cobertura em coberturas de fluxos de caixa Por ajustamentos no justo valor de cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira De diferenças de câmbio

Reserva por impostos diferidos -2.999.356 -8.640.858

Outras reservas 14.873.613 15.423.360

Resultados transitados 30.341.562 29.833.177

Resultado do exercício 2.426.400 1.694.617

TOTAL CAPITAL PRÓPRIO 91.964.071 105.085.605

TOTAL PASSIVO E CAPITAL PRÓPRIO 696.395.887 745.212.659

Unidade: Euros

(24)

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)

Prémios de resseguro cedido 32.005.489 32.005.489 31.568.146

Provisão para prémios não

adquiridos (variação) -7.959.868 -7.959.868 -4.652.827

Provisão para prémios não adquiridos,

parte resseguradores (variação) -77.891 -77.891 32.401

Comissões de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento ou como contratos de prestação de serviços

6 Custos com sinistros, líquidos de

resseguro

Montantes pagos 263.822.195 263.822.195 278.352.664

Montantes brutos 272.887.966 272.887.966 291.441.654

Parte dos resseguradores 9.065.771 9.065.771 13.088.990

Provisão para sinistros (variação) -21.919.056 -21.919.056 -35.999.899

Montante bruto -25.465.064 -25.465.064 -33.618.767

Parte dos resseguradores -3.546.008 -3.546.008 2.381.132

7 Outras provisões técnicas, líquidas de

resseguro -4.165.560 -4.165.560 8.802.808

Provisão matemática do ramo vida, líquida de resseguro

Montante bruto Parte dos resseguradores 8 Participação nos resultados, líquida de

resseguro 105.114 105.114 3.977

9 e 17 Custos e gastos de exploração líquidos 104.643.766 104.643.766 95.674.241

Custos de aquisição 66.345.901 66.345.901 67.364.605

Custos de aquisição diferidos (variação) 1.246.564 1.246.564 -951.538

Gastos administrativos 39.029.540 39.029.540 31.369.385

Comissões e participação nos resultados

de resseguro 1.978.240 1.978.240 2.108.212

10 Rendimentos 21.108.525 296.282 21.404.806 22.860.101

De juros de ativos financeiros não valorizados ao justo valor por via de

ganhos e perdas 17.857.128 238.299 18.095.427 19.551.156

De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas

Outros 3.251.397 57.983 3.309.379 3.308.944

11 Gastos financeiros 3.013.537 20.864 3.034.400 3.628.194

De juros de activos financeiros não valorizados ao justo valor por via de

ganhos e perdas -362.962 -362.962 245.293

De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas

Outros 3.376.499 20.864 3.397.362 3.382.901

(25)

De activos disponíveis para venda 7.195.916 7.195.916 1.317.455 De empréstimos e contas a receber

De investimentos a deter até à maturidade

De passivos financeiros valorizados a custo amortizado

De outros 1.278.394

13 Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros valorizados ao justo valor

através ganhos e perdas -34.795 301.447 266.651 -678.559

Ganhos líquidos de activos e passivos

financeiros detidos para negociação -34.795 -34.795 -1011.734

Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas

301.447 301.447 333.175

Diferenças de câmbio

12

Ganhos líquidos de activos não financeiros que não estejam classificados como activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas

112.402 112.402 0

14 Perdas de imparidade (líquidas reversão) 382.964 382.964 840.573

De activos disponíveis para venda 294.277 294.277 840.573

De empréstimos e contas a receber valorizados a custo amortizado De investimentos a deter até à maturidade

De outros 88.687 88.687 0

Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro

15 Outras provisões (variação) 888.308 888.308 -207.762

16 Outros rendimentos/gastos 1.024.718 -39.048 985.670 1.609.825

Goodwill negativo reconhecido imediatamente em ganhos e perdas Ganhos e perdas de associadas e empreendimentos conjuntos contabilizados pelo método da equivalência patrimonial Ganhos e perdas de activos não correntes (ou grupos para alienação) classificados como detidos para venda

RESULTADO ANTES DE IMPOSTOS 4.969.158 -350.492 4.618.667 2.112.443

28 Imposto sobre o rendimento do exercício

- Impostos correntes 495.739 -34.966 460.772 129.494

28 Imposto sobre o rendimento do exercício

- Impostos diferidos 1.862.890 -131.396 1.731.494 288.332

34 RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 2.610.530 -184.130 2.426.400 1.694.617

Unidade: Euros

(26)

34 abertura alterado 36.670.805 0 0 0 0 0 29.796.062 0 308.442 0 0 0 0 -8.640.858 15.483.910 0 3.100.366 -3.160.917 29.833.177 1.694.617 105.085.605 Aumentos de

reservas por aplicação de

resultados (1) 169.462 508.385 -677.847 0

34 Resultado líquido

do período (2) 2.426.400 2.426.400

Outro rendimento integral do período, líquido de imposto

(3) 0 0 0 0 0 0 -19.453.457 0 0 0 0 0 0 5.641.503 0 0 0 -719.209 0 0 -14.531.164

Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

0

21

Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de activos financeiros disponíveis para venda

-19.453.457 5.641.503 -13.811.954

Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorização de terrenos e edíficios de uso próprio

0

Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorizações de

activos intangíveis 0

Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorizações de outros activos tangíveis

0

Ganhos líquidos por ajustamentos de instrumentos de cobertura em cobertura de fluxos de caixa

0

Ganhos líquidos por ajustamentos de instrumentos de cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira

0

Ganhos liquídos por diferenças por taxa

de câmbio 0

Ajustamentos por reconhecimento de

impostos diferidos 0

31 Diferimento de

ganhos e perdas

actuariais (IAS 19) -719.209 -719.209

Outros ganhos/

perdas reconhecidos directamente no

capital próprio 0

Total de rendimento integral do período, líquido de imposto

(4) = (2)+ (3) 0 0 0 0 0 0 -19.453.457 0 0 0 0 0 0 5.641.503 0 0 0 -719.209 0 2.426.400 -12.104.764

Operações com detentores de

capital (5) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 -1.016.770 -1.016.770

Aumentos/reduções

de capital 0

Transacção de

acções próprias 0

Distribuição de

reservas 0

34 Distribuição de

lucros/prejuízos -1.016.770 -1.016.770

Distribuição antecipadas de

lucros 0

Total das variações do capital próprio

(1) + (4) + (5) 0 0 0 0 0 0 -19.453.457 0 0 0 0 0 0 5.641.503 169.462 0 0 -719.209 508.385 731.783 -13.121.534

34 Balanço a 31 de

Dezembro de 2011 36.670.805 0 0 0 0 0 10.342.606 0 308.442 0 0 0 0 -2.999.356 15.653.372 0 3.100.366 -3.880.126 30.341.562 2.426.400 91.964.071

(27)

34 abertura alterado 36.670.805 0 0 0 0 0 29.796.062 0 308.442 0 0 0 0 -8.640.858 15.483.910 0 3.100.366 -3.160.917 29.833.177 1.694.617 105.085.605 Aumentos de

reservas por aplicação de

resultados (1) 169.462 508.385 -677.847 0

34 Resultado líquido

do período (2) 2.426.400 2.426.400

Outro rendimento integral do período, líquido de imposto

(3) 0 0 0 0 0 0 -19.453.457 0 0 0 0 0 0 5.641.503 0 0 0 -719.209 0 0 -14.531.164

Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

0

21

Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de activos financeiros disponíveis para venda

-19.453.457 5.641.503 -13.811.954

Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorização de terrenos e edíficios de uso próprio

0

Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorizações de

activos intangíveis 0

Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorizações de outros activos tangíveis

0

Ganhos líquidos por ajustamentos de instrumentos de cobertura em cobertura de fluxos de caixa

0

Ganhos líquidos por ajustamentos de instrumentos de cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira

0

Ganhos liquídos por diferenças por taxa

de câmbio 0

Ajustamentos por reconhecimento de

impostos diferidos 0

31 Diferimento de

ganhos e perdas

actuariais (IAS 19) -719.209 -719.209

Outros ganhos/

perdas reconhecidos directamente no

capital próprio 0

Total de rendimento integral do período, líquido de imposto

(4) = (2)+ (3) 0 0 0 0 0 0 -19.453.457 0 0 0 0 0 0 5.641.503 0 0 0 -719.209 0 2.426.400 -12.104.764

Operações com detentores de

capital (5) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 -1.016.770 -1.016.770

Aumentos/reduções

de capital 0

Transacção de

acções próprias 0

Distribuição de

reservas 0

34 Distribuição de

lucros/prejuízos -1.016.770 -1.016.770

Distribuição antecipadas de

lucros 0

Total das variações do capital próprio

(1) + (4) + (5) 0 0 0 0 0 0 -19.453.457 0 0 0 0 0 0 5.641.503 169.462 0 0 -719.209 508.385 731.783 -13.121.534

34 Balanço a 31 de

Dezembro de 2011 36.670.805 0 0 0 0 0 10.342.606 0 308.442 0 0 0 0 -2.999.356 15.653.372 0 3.100.366 -3.880.126 30.341.562 2.426.400 91.964.071

Unidade: Euros

Referências

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