• Nenhum resultado encontrado

feeoc&o Medloa: DO DIAGXGSTICO LIEJTERENCIAL DAS J I Q Lt.&TIAB A Q U L A S DA MEDULLA E8FINHAL

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "feeoc&o Medloa: DO DIAGXGSTICO LIEJTERENCIAL DAS J I Q Lt.&TIAB A Q U L A S DA MEDULLA E8FINHAL"

Copied!
127
0
0

Texto

(1)

r DISSERTAgAO .

feeoc&o Medloa:

DO DIAGXGSTICO LIEJTERENCIAL DAS J I Q Lt.&TIAB A Q U L A S DA MEDULLA E8FINHAL

.

PROPOSigOES .

fc?ec<rBo uouessoria, -*Hyfii-ometriat

Secgiio ciru.rgi.oa,

Do thromlio vulvovaginal*

Sooyfto Hediou» -Do jaborand

^

,sua do

^

fio phyttiologicft

& tEerapeutioa.

_

apvciieiitadfi d

FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO

EM liO D E SETEMHKO DE 1877

E PERANTE ELLAStSTENTADA EX 29 DE DEZEMRQ D

« MESXO

ASSO

Na prcsenpa cfo

&

*

M

©

Xs

&

gtov

&

fita

?

rObtend* a nota de upprovada com diBtincQflo)

*» PELO

t1

. J j f t i g t t t l p i t c h

a i l

j o

b t

«

i a i t t f

£

i t H i

*

Ex-inter** d* Hospital da Mlserlcordla da CorUu

do

E I L H U LEUITIMO PJS

Tff a I u rn1

J oa

,

o J os

© d

. e SantAnna

J S D E

D . Luiza da Costa Sant A mu a .

i

RIO DE JANEIRO .

IYHKlJtAPlIIA UK On LKUZKVJIlll A Hl.lh!t - HI7A Tiu lrl'S llhirtt HI ' 'W

.

(2)

\

n A

v

FACULDADE DE MEDICINA BO 810 IE JANEIRO .

DIRECTOR

CouiuHiriro Dr, VISCOMJE m; DAKTA IiAittiL

VICE

-

DIRECTOR

Cunaellieiry Dr. BARIO 3>K TaEftKttOPoLiEL i

*

SECRETARIO j

Dr* CAfLLOS t

^

BKKlKA UK SoiTZA FiUtNANUEa, .

I

i

DENTES CATHEDRATICOS

PH1MEIKO ANRU

i

Dr**

K. .

.

. do M

.

u,ao <»

* .

H M t a

.

M I

{

t^nneUieLitt.BUmoftl Hiffetla Mono* o Valtef2,fccndotm) (hiSmicii

nttoinaJugfr;

Lnin Plrtitotmiwr: *

- .

a

--

,

. -

(4^cuddru] AantohiU deKrfpHviL

SJIGUNDU A N N O

(1.*ttuIt'inO liolunim o MH>LIJ{III»

^ruj[A> otuloint^ nidalmcarMml>) i 'ttAimlumU dvulilmkn

^

iiulsgtuor

^

. niiL;rt[titr4

.

T&UCEHtO A N N O

J<*f JtHtnuitn On fill .

^ Hi*wtaM riir**u

^

n

-

r

.

npMH ilHMio, ttnrS

.

j it

.

' ,i l*L

-

uJolr»|Annl

.

mHn *Mnal * ittJhoJcwk«*

I'mntlML'vdpMounw n|m

.

int inir PWjidejtfr 1,(3.»unlidnu Putliolink

ViciuMi L\ Fi(£P(lrjt rtu rifcboU «*

.

«<4.*rn

.

lt

-

I nJ ClllllA «xtornit*

qUABTO A N N O

.

1UumillgHin

. .

FKj11Liti M.<JHIMIL»nobtPFfrtlfn<,-tutJlluWrn!nI b A

-

*-

JnmJ JJJJHJUIEM lid. £llvn

LuS?. INL'HtMijnncir. Kntminai.t<'f}

iu j a u n r i N

' I.*t.I.II' Iru| PJUHIL|ILJ+lu eKItrun,

i^,»t-ji,j|"hiO PtuUnlngln InroTTUL

k 1 4 Hn L f PjirtM, tUDlufltlH) du rtittlItMi'S In liuhi* f

.

{jPNiiflHM < tihw nomiucliliH

. 11.*rmTuimj Clinic menm,

AntoUlit FqtJtjYilrA Fnuipl

,JnPLn pMtiJti.'ndii 1VI;IMJIL.* ULA &LIV;|_.

L u i y. d h Q i i u J i m P i d j u J i i i i i o r.^H H4-^F

Ticonto a Wguulltt tiu PULKJ Ul-

——

tnrrH HSJMas*inm

+ 1*4-9*S I B n n

a >rH-t-iB4-H B-P

QC1NTO A R N O

(1 Pntkolqgin hitaftiji,

[tL*cndolife)

fHAuFijrjuJflDamuctiLiiAPiRfxiiliA.n F. tlv Alldxildfl PoFtflUCtin SUVA

#

-

AIII Iini ll

-

lr[|{in

-

tie AlTnnfl

^

t

-

^^r

Julil VJUIUIU T.IL-EX'S Utill'llLl

rt-r-im

AtlihtUllllllft

IEJTIII I*

L (3!.* tfuti'rJii inuitlin e th^nijn'kiLIL-LI.

mldmi) Ulliiltsi iulerikn^

l U p O|f n t|iLitMa I H l'J k l t l k k'- rLi- l

. n-r r i r H “»«»

.t i i n i h r-H4t-+*

SEXTO A X K O

Atstnn

.

n Cnrr6» d

-

M rt>cmW») DB'rlirie " liUuh Jo anuMuiB*.

A^i^fiiil.i> J,.n6 ctt

.

Liilliif rmlftlm) .ili iJKhin Itiftol,

blitJ.jHlal t.'i.ri-iju dui Suutui. ..

Juiiu VJcnDtn'L'onej UofliftiL.

.... III.1cudttlttO I

J

'JiWmncIit.

H>fwiUdI'.t j CUtltl-u 1IJ|H"IEJH .

I +4++!

LENTES SUBSTITUTOS

Eu

^

iuiilu Ftiiiikliu Llymi;. Culi'lfl

-kiln rir.Aint

JnCo MmtlHi TH'IXL'EKV.

AilKElnCu FerraJn dm fidbtAUI

<liiLtrilJ? TalllO ilA Mutk Mltia

.

1nn PftHjii (lninl»lrBLftit

I'tdriP Art'. do NnrvtLlhcJ FfUJJOO

Antonio Caetoitn do AlmeiJn

J6i l> Jt'rVC 11.L SLIVL.

ivMo Ux[iU#tA KdtMiLili Vitji'LLi ( Et'tmittiHiorJ

T B i r i-t i i-I9f c-ii H'l f t l-f

i

!fuC;So dc NuJi'iiClnn nccddautliu.

mmi i p i i Ha-w a«

UI Ba s. . B B I B I B B1-r B B B t i i+ W W P W W

n p i (rl a r ie** h»

re-H--m-+4 +» B4M f PI | '

. I d i i n i l J T

d o "f i n r.1"J I U r l|H i-1i;n.

" I II

. j -

H-B I B B m i r n-n r^B B i S H U

Jr soJi'iicIn* ntilka^

-B # B B-B-I-B f l4f l f l t f l i B l i l i tr l r t.l i i BH IBB B H B B H I B B B B"**"* ***#*+* B HI M B

M i f.

\ FWuLilutl# nSv u

^

iniivn upm nn o]

.

JniOt* vniluLil

.

^ nu llmti *jie Hi* nitnj

*

(3)

I

m»

¥

MEIS ET AMlOtS .

a b

b

»

(4)

\

f

-

r

-

«

*

a

(5)

V . 1 / 2

C

. Z -

DISSERTACAO

Do diagnostico differencial das molestias agudas da medulla espinhal .

Tllfl iMtjrinOB rogH'itlJlg tha fliilnrn nf tluMLfKAfltt

i will) tlm structure Mid fimcUniui pf [Jilt portion iff 1lii- ovrvDUii nj'flttun are in a ti(Ato ctftran-

J J i i ij ! m ii-r n-Mr n iI T I T IB i i r l i M!B+B I B B B B H B B B i iI TI mp ir i r i B i

lUflciilLh** id tlic moxt ftrtltiJdnbJi} kind BIUTUFIFKI IIn limit pJiyulolueirtd, »Tid jxiflHFlogU*} i.'ln-

tiOHjH of din

-

ru

.

IIIIP'H, InruU-J i i s, Ain.l (ibji

-

ncua uft% PLIIILE ror

-

1 s n J u e f f&L

(AJTILHIT, (Scvrtcc ttml pruitti-. of Tn

^dtorti/),

i

V

1

A

(6)

INTRODUCCAO

No

meio das conquistas

brilhantos realisadas

pela

Me -

dicina ,

no correr do seculo

XVIII ,

as aflbc

^

Oes do sys-

tema nervoso ,

e cm particular as da medulla espinhal

,

per

-

maneceram

no

indiflerentismo creado pela

ignorancia

em

que so

achava entao

a

physiologia .

E

que

n

aquella epocha ,

a

medicina de

observagsio

,

le

-

giido

de llyppocrates

e de Galeno

,

obscureein a medicina

physiologica

que

comec ;

ava

a apparecer . Os

observadores de entao

,

quando

sentiam

as suas vistas

paradasporum objecto

material qualquer

,

recuavam e protegiam a sua

criininosa recusu

coin as celebres palavras de Gaub « melius

cat

sisiere gradum qnam progmli per tenebrm baldos de

meios

de

investigag

&o

,

temiam talvcz perder

-

se no

meio das hypo -

theses

.

Se 6 verdude que innitas d'

estas tern

servido para

augmentav

a confusao nas sciences de

observaguo

; nao e menos verdude que

outras

serviram de bases

para theorias ,

hoje

saneeionadas pela pratica

.

Poi levado por hypotheses que

Prochaska creou

a

physiologia

da medulla espinhal

.

Ate

o ultimo

quartet

do

seculo

passado

,

toda a patho

-

logia deste centre uervoso resuniia

-

se na denomina§ao vaga de

spmitis .

Em

1791, J.

P

.

Frank,

om sua celebro memoria

intitu -

lada

De vertebraliscohunnw in morbus iUgnituffy

publicadu eui

Pavia

,

assignahm o primeiro,

afrequenoia

e a importancia das

alTec

^

oes da medulla

.

Hcefaer

, Brora , Desfray

e muitos

outros

(7)

vAciv

4

continu & ram

a

obra encetada

por

Frank , ate que

eni

1823 nppareceu

o

monumental

tratado das

molestias

da

medulla es -

jrinhal) por

Ollivier

,

d

Angers

.

Desde

entile JXS

affecgoea espinhaes

comequram a

attrahir

mais a

atten

§ao dos

pathologistas

; a

observa

^

Ro dos factos

lornou-se

mais attenta

; as antopsias

multipliearam

-se e a

puthologia

foi

assim

se

enriquecendo

de dados

preeiosos

.

A escola anatomo

-

pathologica

de

Vienna , applicando

os

novos

methodos

de

iuvestiga

<jao ao estudo das

lesoes

me* dullares

,

via

que

ao

nugmento fieticio , operado

no campo do

mieroscopio,

correspondia um

augmento

real nos

hori

-

sontes da

soicneia

.

Por seu lrnlo, a

escola

da

Salpetriiire invadindo

a

classe

das molestias essenaiaes amnicou <

Vahi

e passou para o do* iniiiio da pathologia da medulla,

raolestias

atd entSo repu

-

tadas independentes

de

qualquer lesao material

.

Apezar

dos

gigantescos

csfor<jos d

estas duas

escolas

,

as

molestias

da

medulla

ainda apvesentam

niuitos

pontos obscures

.

0 dcsejo que temos do preparar o nosso espirito para

,

ulguin dia, poder

eomjireliender asoluf

;ao de

tao

importantes qucstOes

,

motivou a escolha do diagmstico differencial dmmo

-

les/ias ujtulm da medulla e8j?inkal9 para

assumpto

de nossa

dissertu

^

iio.

As

imperfei

(j5es do

nosso trabalho ,

nilo o

desconheeemos

,

sao innumerasj mas ao leitor

justo

e conscieneioso nan fal

-

taiA benevolenuia

para

o

author novel e

forcado

.

(8)

\ im

l RIIEIRA PARTE

5

r

CONSIDERAQOES GERAES SOBRE

A

PHYSIOLOGIA

NOR

-

MAL E PATHOLOGIC A DA

MEDULLA

ESPINHAL

»

B

9

CAPITULO I

Da

transmissao da sensibilidade e da motilidade

A

physiologic

da

medulla

espinlial date do

comedo d’ este seculo

.

Foi

'

Walker

(

1809 )

* o primeiro quo

emittiu

uim

opU

wilo

sobre

o modo porque ee

im

a trcimsmiasSo da sensihi

-

dacle e da nintilidudg pda medulla;

esta

opiniflo

,

por

6

ui?

baseadu

em uma mera concepti de espirito,

foi

dous an

-

nos mats

tanks camipletemeute

dedruidu

por Charles BelL Ksto

physiolngiate,

reeniTtmdo A via experimental , DONIONE -

trou

qoe as raizes

poster

!

ores

sao dcstinadns a transmissao

das impresses sensitives

e as an Iorlores

A das modifies

motoras .

Mageiulie, Bdliugeri

. Flatirons

e miiitos

outros

ao

passti que veiifieavam

.

ein suas experienciasj os rofcxdtados

efctkloB

polo eelebre

physlologista

inglez* dotfivam a physiologic da

medulla

com

eouheoimentos

noyns

. ILiviajA

lmiito

tempo quo

os

physiologic tes liraitevam

as suas vistns ao

fimeetona - Bsmo dus coriloes mcdullares , quando Van Doan

o

Si

filing

chamaram -

lhes a

nttem /

to subve o papci que representa a

*

t

»

(9)

V - Wfv

-

fi

substancia cinzeuta

nos plienomenos do transmissao quo se p&ssam na medulla. Desde

ontao

cada experiencia pratieada dava origem a um:i nova, theoriu ; a confusao que cVisto resultou e

facil

de

se coneeber

,

Tal era o estado da

physiologia

da medulla

quando

Bromi

- Sequ &

rd

,

em

1856 , guiado

polos dados anatomicog

,

pelos

exames necroscopicos

c observa§

oes clinic as

viu com suns

experiencifts ,

hubilmente executadas

,

ostohelecer

uma

theoria , hoje aceita

pela

grande maioria

dog

physiologistas .

As conclusOes (i que chegou o sabio physiologista ame

-

ricano

,

podem se resumir nas seguintes:

A )

TRANSMISSIO DA xSENStBLLlDADE

r.

A secgdo

dos

cor

-

does broncos

poster

fores e anlero

-

lateraes

,

nao

impede

a

tram -

inmao da scnsibilidade ;

2\ A secgdo de todas as parks da medulla

,

d excepgao

dos cordoes brancos

poster

lores, produz aboligdo da semibUidade

tuts replies

situ

ados abaixo da secgdo\

d"

.

Unia hemiseegdo da medulla produz aboligdo do

sensi -

bifidadc no lado

opposto

d seegdo

,

havendo constrvagdo e mesmo

exogcrogdo da sensibilidade

,

do

mesmo

huh da seegdo

.

Nem todog os

physio

logistic

,

por

6

m

,

concordam

oom

os

resultados

obtidos por

Brown - Sequard . Alguns , seguindo

a opmiilo de

SchiiT ,

considerain os

cordons

brancos posle

-

notes como

destiiuidos

a transmissao das impressoes tactis e negam a substancia

cinzenta

totla e qualquer

influencia

n

esta

transmissao,

A

veracidade

d’

esta

tlieoria depende da demonstrayao anatomica de communi

^

aijoes directas

eutre

as raizes

poste -

rioree

e o cerebro; a

anatomia existenciii

da medullade

toes ,

commmiicapor

^

m, ainda§6es

.

mam rccentemeixte

pra

» nao poude verifiear a

Com eHeitojas pesquizad aiuiloniieas

(10)

V / W 5

ticadas ,

so nos

mostram

que os cordoeB posteriorcs sSofor

-

mados de

fibras

proprias

, dispostas

em

arcos , cujas extre -

mtdndes terminam om cellulas da aubstaucia cinzentae que so algumas

.

em pequeuo numero (as da

regiao

cervical

)

*

vao

terminar na

pout

a do calmnus

scrip tonus

. QuailLo

As

raizes sensitives

,

ellns a-

traressam

os fordoes posteriorcs

para

se dirigirem

ds poutas

posteriores

,

eao

atravessarestes

cordGes ellas

dividem -

se

em tres

feixes:

a

) Um

comppsto

de

fibrils horizontaes , atravessa

a

porgao

posterior e

dirige -

se

direetmnente

us

pontas

autcriores cliegftdo ahi die

toma

inn

tnijecto

mais on menos

vertical

e cniitte de

durtnncia om distaucia

libras

,

das

quaes

umas se

contmuam com

as das rnizcs

autcriores , outras rcfletem -

se e dirigem

-

se para as

poutas

posteriores d'oude origi

-

naram .

b

)

0

seguudo feixOj depois de

ter

atravessado os cor

-

ilOes

brancos

posteriores

. divide -

se emduas ordens de fibres:

umas

vao

ter

a commissura

posterior

e se entremizam com as fibms homotngas do lado oppos

to

; as

outras , conservan -

diKse no

mesmo

lado

que

Ihe corresponds

,

cortmumicam

,

umas

, com

as cellulas

da ponta

posterior e

outras

com as da

ponta

anterior correspondent©

.

C)

0 terceiro

feixc segue

uma

direcgtto mais ou menos obliqua, nos oordOes posteriores; as fibras

que

o formam

,

terminam

,

ein differcutcs alturus

.

nas ceHnlas da aubstancia

cinzenta (Lockhart Clarke)

.

Apezar (

Testes

dados

anatonucos

ntto

contestaremos

os

resultados obtidos por

Sc

biff

, em suas

experiencias;

nota -

remos

apenas

que a execugiio deltasniio

parece

muito facil

& vista

da

disposigao

da

substanda cinzeuta .

0

physiologists

em suas experiences

,

destruiudo

esta

(11)

8

snhstancia e

conservnndo

iatarios os eordOcs bran

cos

pos-

teriores, nao pddc affiangar

a

oxistencia

isolada d

estes portanto

os

resultados por elle obtidos

nilo

merecem

o valor absolute que

pretendem

dar-

lhes

, As

experiencing physiolo

- gicas

,

11a m&

ioria dos

casos

, ednosdSo uma explica

§£loapro

-

ximada

dos fact os

*

E

necessario

que a

anatomia patholo -

gical com sens admiraveis meios

de

investigagao

que ora

possue

,

vcnlia estabelccer

a

relnqfio cut

re as

lesOes por ella encontradas

e phonomenos que

foram observados .

E

verdade

que

Luys , segundo

diz o Dr.

Jnecoud

, ol>-

servou

ofuma mulher na qual as

percep

<j5

es dolorosas

erara

muito

vivas e a

sensibilidade

tut*til completamente

abolida

.

Pela autopsia verificou -

seum

amollecimento

dos cordOes

bran

- cos

posteriory

e consemi

^

So da substnnm cinzenta

*

,

A esle facto

,

cuja explicate talvez nao

apresente grande difficnldnde ,

pddein

-

se opp&r

outros

eontrarios

&

opi-

uiao

de

Schiff

.

Friedreich

( 1

)

observoti dous

doentes

que

tinliam

eon

-

servado

a

sensibilidade

tactil e nos quaes a

autopsia

dc-

monstrou

uma atrophia corapleta dos cordues brancos p

es

-

ter i

ores e

conservagao

da

substantia cinzenta

,

« Quanto aos casos em que ha abolujao

da sensibilidade

tactil e

conserva

^

ao da

dolorosa

, diz

Vulpian

(2)

, pdde

-se

admittir que

os

elementos

da medulla

sejam modificados

de tal maneira

,

que ns excitatjfles

hrandsiB

das extreniidades pe

-

ripliericas nao possam mais provocar a excitabilidade d

estes

elementos

,

cm quanto que as

cxcita

^

Oes intensas

pddem

ainda produzir

a dor ».

A

substantia cinzenta 6

portanto

a

unicn via de trams

-

missao das impress5es sensitivas.

e

( 1 ) Cit- pur JsUttmiil in jmmpUflin ft /'itfiEn'rr tin nnvtfrrw^il/;

TnH*

ISM.

t 3 ) Vulpian, fwr fn phfftMupit fffnfrni* f t </u tyttnnt ntrvruz\~Paris

Jecti.

(12)

9

Ttrown - Sequard , levado

ahnla

pelas observances

elinicas

,

auredita

im existencia de cmuluclores

especiaes para

as di

-

versas

especies dc impresses; mas no cstadu actual da seiencia

,

diz ellc, <5

impossivcl

indicar de uma maneira po

-

sitive o lugar oc

cup

ado por dies

.

0 facto annunciado na 3/ conclnsHo

,

Aciina referIda

,

nos indica um entreciuzamento anatomico dos clcmentosscinsi

-

tivos da medulla; sobre

este ponto , pordm ,

as opiuioes ain

-

da

iliscorduni ,

apezar

dos factos Ibraecidos pela

clinica; al

-

guns

como

Clauveau

e Bezold

, negam

a existencia de tal

entrecruzamento

;

outros ,

com Yulpimi

,

dizem ser die in

-

completo

. Seja

como

for ,

a clinica nos

mostra

exemplos

de anesthesia occupando um so lado do corpo

nos casos de

lesito unilateral da

medulla .

r

As conclusOes a quo

, empreheiidulas com

partes

da medulla dcstina

-

(

B

)

TRAXSMLSSIO

DA MOTILIDADE. chegaram as experienoias pliysiologicas o (im de detenuinar

quaes

as

das

u transmissSo das ordens da vontade

,

podem ser resu

-

niidas uas seguintes:

Ltt A secgao dos cordoes brancos

posteriory

nuo

impede

a transmlssao da molUnlade;

2,* A secgao da snbdancia clnzenta

procluz uma

diminui

-

gao dos movhnentos,

3

.

a A secgao dos cordoes brancos antercAateraes froduz parahjsia dos musculos situados abuizo da secgZo

.

E facto sabido que Cli Boll coucedia uos cordCes Iran

-

actos

mechanicos

cos Internes

um poder exdusivo sobre os

da respirarilo;

osta opiniilo ,

adoptada ainda

^ hojo por um grande numero de

pliysiologistas ,

tornou

- se madmissivel

de

-

pois das experiencias de Vulpian e

outros .

verificaeilo9 exjexi

-

A 2/ oonclusao nao necessitava a

(13)

10 4

dados foniectJoa pela anatomia da medulla nos

participag

&

o

da

snbstancia cinzenta

mental; os

auetorizam admittir a

oa

transmissfto

das ineitacjoes centrifugas,

A'

3 .

ft

oonclnsao devemos acrescentar

que : uma hemi

-

seccao

da medulla

produz

paralysia dos masculos situados

no mesmo ludo que a lesao

,

o que uos

leva

&

concluir

que a

transmissao

das ineita

^

oes mo

toms ,

e

directa .

Os

anato -

mists

,

porem

, asseguram

a existencia de am

entrecruza -

mento parcial das fibras

motoras

; Yulpian

,

querendo talvez

harmonisur

os

dados nnatomicos com

as

experiencing phy -

siological

diz que as lesfles

unilateraes

da

medula

de

-

terminant uma

paralysia

mais cm monos completa dos mus

-

culos do lado da lesiio

,

e uma

diminui

^ ao ,

pouco aprecia

-

vel

,

dos

movimentos

do lado

oppfisto .

0 cstado em que devc

,

n'

estas

circumstancias

,

se

achar

o individuo sujeito ii observa§ao

,

uiio permitte

,

sem d uvula

,

a

aprecia

^ ao

iVesta differep$a*

A medulla espinhal nao se limita unicaraente a

trans -

mitter as incitucjOes voluntaries do

encephalo

as

fibras nor

* vosas das

raizes

auteriores ; outro destiuo

mala

nobre llie

6

tainbein reservado

.

As fibras que fdnnam os cordGes bran

-

cos posterioves estabelecendo uma

communioa

§ao

entre

eel

-

lulas da

substaneia cinzenta , entretem certa harmonia

no lunccionalismo

das

differentes

partes

da medulla* Todd e Ghratiolet

,

seeeionando os cordOes brancos posleriorcs nota

-

ram

ineoordena

^

ao nos movimentos

.

I)e

outro

lado

,

a clinica nos niostra todos os dias que

a sclerose dos cordoes brancos posteriorcs apresenta a in

-

coordena

^

ao molora no nuraero de seus

symptomas . A

in*

lluencia da medulla *sobre a

coordena

^

lo dos movimentos

,

pareee incontesfavel ; mas a maneira pela qual esta coorde

-

nac;ao se op

6

iq ainda nao

esti demons

trada*

1

(14)

M . 1 / K 7

.1

11

Para

Schiflf e

sens sectarios , a

seusibilidade

, ponto

de partida conseionte

e iaconsciente

das

ac

$5®s reflex

as quc

grnduam a

forga

e a extensiio do nioviinento quo o mus

-

culo deve

executor ,

sendo ubolida

,

cm consequentiu dc lc

~

sOes dos eordfles posteriorcs

,

os muaeulos perdcm o seu regulador e a incoordeuagilo

appurece . Alguns

factos

clini -

cos ,

porein

,

demonstram a

mexactidilo

desta, opiuiao.

**

r

[

Referências