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Rev. Bras. Enferm. vol.44 número23 v44n2 3a25

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Academic year: 2018

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RESENHAS DE LIVROS

NOTAS S O B R E E N F E R MAG E M: O Q U E

É

E

O

QUE NÃO

É

- F l o rence N i g htinga le; p refácio I eda B a r rei ra e Castro; tradução Amá l i a Co rrea de C a rva l ho - S . Pà u lo: Co rtez; CE­ P E n , 1 989 .

E sta o b ra q u e resume toda a essênci a da assistência básica q u e deve ser p restada a qual­ q u e r t i po de enfermo, de todas as i dades, po rtadores de afecções méd icas ou ci rúrg icas, a g u das ou c rôn icas. E mbo ra possu i ndo a l g umas i nco rreções científicas em seu texto, que devem ao está g i o da med icina na época em que o l ivro fo i escrito ( 1 859 ) estas não com­ prometem a obra. Assim, é um l iv ro p recioso por se constitu i r n u ma fonte i nesgotável de i nfo rmações sob re a enfermagem deve atua r pa ra to rna r ma i s su portável os sofrimentos do "ser" q u e pa ssa por u ma experiência de doença.

F i n a l mente u ma o b ra de F l o rence traduzida para a l ín g u i a pát ria. E speremos que não seja a ú n ica.

A COL

Ô

N I A BRAS l l I AN I STA - H I STÓ R I A ORAL DE VI DA ACAD ÊMICA

-

J osé Ca r­

los Sebe Bom Mei hy - E d . N ova Ste l l a

-

São Paulo

- 1 991 .

,

O h i sto riador pa u l ista J osé Sebe nos p resenteia com u m l ivro q ue é u m estudo sob re o B rasi l através do o l h a r do outro, q u e no caso é o b ras i l ia n i smo . R i co em deta l hes e su r­ p resas, i sto é resu ltado d e a nos de pesq u i sa tudo co mo método a h i stó ria de vida e a h istó­ ria o ra l . At ravés de ent revistas o a uto r conve rsa e nos emociona com as ge rações de estu­ d iosos aos q u a i s chamou de P ionei ros, F i l hos de Castros e E speci a l i stas, respectivamente. De q u e b ra, Sebe nos dá u ma a u l a sobre h i stó ria de vida e h i stória o ra l com fa rta referência b i b l iog ráfica e a i nda mexe com os i nsensíve i s da raçiona l idade científica ao conta r n u m ca pítulo, a h i stó ria do p rojeto q u e red u n d o u no l ivro. E p u ra sensi b i l i dade ! Confi ra ! .

U MA PARADI G MA PARA A E N F E R MAG E M - Rosa lda Paim - R i o d e J a nei ro: CDB.

1 991 .

A i mpo rtâ ncia d este l ivro pode se r eq u i latada por u m b reve resumo dos seus ca p

ítu-los.

o prime i ro, " V i são S i stêmi co-E co lóg ica " é um enfoqu e s i mu ltâ neo da Teo r i a dos S is­

temas G e ra is, de Lwid g Von B e rta l anfyy 'e da E co l og i a . O seg u ndo, " H omem S istêmico", foca l iza o ser h u mano em sua g lo b a l idade, v i s u a l izando-o como u m sistema, enfatizando a sua tota l idade e as i nter re lações i nte rnas e com o a mbiente. O te rce i ro "E nfoq ue S i stêmi­ co-Eco l óg ica do Seto r Saúde e da E nfe rmag em", rep resenta a a bo rdagen desses seto res

através da ótica referida no' Ca pítu l o 1 . , O pen ú l t i mo ca pítu lo, "Ci be rnética e Saúde"

p ropõe a a p l icação do modelo de funcioname nto dos o rga nismos vivos como refe rencia l pa ra a o rgan ização e o pe raciona l ização do Seto r Saúde e da E nfe rmag em. os ca pítu los an­ terio res representam o fundamento em que se a po iou Rosa l da Paim, para a construção da sua " Teo ria S i stêmico- E co l óg i ca " que p retende se r um pa rad igma pa ra a E nfermagem, como consta do tít u l o do l ivro e, u m g u i a pa ra o enfeme i ro, no seu papel d e "assisti r" e "cu ida r" do se r h u ma no, da famíl ia e da comu nidade, simu ltâ neamente com a s ações vol­ tadas pa ra o ambiente em que estão i nseri dos.

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