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Relatório estágio profissional

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Academic year: 2021

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RELATÓRIO FINAL

Estágio Profissionalizante

Regente: Prof. Dr. Rui Maio

Orientador: Dr. Fernando Cirurgião

Maria Filipa Cunha Madeira

Número 2014281ú Turma 7

Mestrado Integrado em Medicina

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o

Ano, Ano Letivo 2019/2020

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ÍNDICE 1. Introdução 3 1.1. Objetivos Globais 3 2. Síntese das Atividades Curriculares 3 2.1. Estágio de Saúde Mental 4 2.2. Estágio de Medicina Geral e Familiar 4 2.3. Estágio de Pediatria 5 2.4. Estágio de Ginecologia e Obstetrícia 6 2.5. Estágio de Cirurgia Geral 6 2.6. Estágio de Medicina Interna 7 3. Elementos Valorativos 7 4. Reflexão Crítica 8 4.1. Estágio Profissionalizante 8 4.2. Implicações da COVID-19 na Formação Médica Pré-graduada 10 5. Anexos 11 5.1. Cronograma 11 5.2 Momentos de Formação e Ganhos Formativos 11 5.3. Certificados 17 6. Bibliografia 25

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1. INTRODUÇÃO

O presente relatório visa descrever e apreciar criticamente o sexto e último ano do Mestrado Integrado em Medicina. O estágio profissionalizante afigura-se como exponente máximo do exercício clínico tutelado. Contudo, é indissociável dos restantes anos de formação pré-graduada, que asseguraram a aquisição dos objetivos a cumprir nesta etapa final. Proponho-me a organizá-los em três vertentes, fazendo referência (não exaustiva) a unidades curriculares: o médico como intelectual e cientista; como praticante; e como profissional. A tríade da Medicina, ciência, ofício e arte, é o fio condutor da minha reflexão crítica, apresentada após explicitação dos objetivos e descrição sucinta das atividades. Por terem sido interrompidas pela pandemia COVID-19, exploro a sua repercussão na formação médica pré-graduada e discuto soluções. 1.1. Objetivos Globais O médico intelectual e cientista deve ser capaz de aplicar os princípios e metodologias das ciências básicas (Anatomia, Biologia Molecular, Bioquímica, Farmacologia, Genética, Imunologia, Microbiologia, Nutrição, Patologia) à prática médica. Delas retira conhecimento sobre estruturas e funções fisiopatológicas, sabendo selecionar e fundamentar investigações e abordagens apropriadas. Das ciências psicológicas e sociais (Medicina Comportamental, Psicologia, Psiquiatria), deve compreender os mecanismos subjacentes ao comportamento humano, distinguir os conceitos de saúde, dolência e doença, identificar os seus determinantes psicossociais, e modulá-los em prol da terapêutica. Apesar do foco primário no doente, não deve alhear-se do impacto populacional (Saúde Pública), quer da doença, quer da sua atividade. Sobre a primeira, aplica princípios de doenças infetocontagiosas, vigia e previne doenças não comunicáveis. Sobre a segunda, mede resultados de efetividade, atentando a considerações económicas. Mesmo não sendo investigador, procura a solução de problemas clínicos na literatura e aprecia criticamente os resultados.

O médico praticante (Cirurgia Geral, Especialidades Médico-Cirúrgicas, Estágio Profissionalizante, Ginecologia e Obstetrícia, Medicina Interna, Pediatria, Oncologia) deve ser capaz de conduzir uma entrevista clínica, efetuar o exame objetivo e de estado mental, abordar apresentações clínicas comuns e efetuar procedimentos diagnósticos e terapêuticos. Concomitantemente, deve comunicar ao doente e colegas os seus principais achados, conclusões e recomendações e utilizar sistemas de registo clínico, assegurando a confidencialidade. Igualmente, deve providenciar cuidados imediatos em situação de emergência. O médico profissional é aquele que sabe manter um comportamento concordante com os princípios éticos e legais que regem a sua profissão (Medicina e Sociedade e conteúdos transversais às demais unidades curriculares), que reflete, aprende, mas também ensina, enquadrado no seio de uma equipa multidisciplinar. 2. SÍNTESE DAS ATIVIDADES CURRICULARES As atividades curriculares são apresentadas por ordem cronológica de frequência, tendo tido início a 9 de Setembro e término a 9 de Março do atual ano letivo. Em anexo, coloco um cronograma dos estágios

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parcelares, explicitando durações, locais e regências (Tabela 5.1), e uma tabela, em que detalho os momentos de formação, discriminando aqueles em que participei enquanto preletora ou participante (Tabela 5.2). Pelo âmbito globalizante do relatório final, opto por não incluir casuísta e referência aos muitos médicos que me acolheram gentilmente, na medida em que estes elementos constam dos respetivos relatórios parcelares. 2.1. Estágio de Saúde Mental | Hospital Dona Estefânia O meu primeiro estágio profissionalizante decorreu no Serviço de Pedopsiquiatria, onde integrei a Equipa de Segunda Infância durante quatro semanas, sob a tutela do Dr. Juan Sanchez. Tendo em conta a especificidade, reformulei os meus objetivos específicos a fim de treinar competências comunicacionais, através da entrevista à criança e cuidador; identificar sinais de alerta do neurodesenvolvimento; conhecer as patologias pedopsiquiátricas mais frequentes; refletir sobre o peso do contexto psicossocial na vida precoce e quais as abordagens terapêuticas que o psiquiatra deve coordenar a este nível. A consulta externa preencheu a quase totalidade da minha vivência clínica, onde observei e interagi, primeiro com a criança, depois com a família. Destinava-se a crianças em idade pré-escolar e escolar, a maioria com diagnóstico de perturbação de hiperatividade e défice de atenção, mas sendo a comorbilidade psiquiátrica a regra, ao invés da exceção (por exemplo, perturbação da ansiedade, ansiedade de separação, dislexia, mutismo seletivo e perturbação da oposição e desafio). Semanalmente, assistia a sessões formativas, destinadas aos internos, sobre temas do Internato Médico em Pedopsiquiatria, e à reunião clínica da equipa multidisciplinar. Tive oportunidade de elaborar e discutir um registo de observação sobre uma criança com perturbação da ansiedade, a patologia mais frequente nesta faixa etária.

2.2. Estágio de Medicina Geral e Familiar | Unidade de Saúde Familiar (USF) São Martinho de Alcabideche

Orientada pela Dra. Ana Dantas, desempenhei a minha atividade junto da comunidade de Alcabideche, em Cascais, durante quatro semanas. Começo por destacar este estágio dos demais frequentados até então, ao permitir uma verdadeira autonomia (sempre tutorada) na abordagem do doente – o apogeu daquilo que entendo ser o objetivo de qualquer estágio profissionalizante. Como objetivos específicos, propus-me a identificar e gerir problemas de saúde frequentes em crianças e adultos, bem como individualizar o seu risco, promovendo assim a implementação de estratégias de prevenção de saúde apropriadas. Assisti e conduzi, de forma autossuficiente, a consultas de Saúde do Adulto, Infantil e Juvenil, Materna, Planeamento Familiar e Consulta Aberta. Acompanhei deslocações ao domicílio. O limite do campo de ação do médico de família é a prevalência da doença na sua comunidade, pelo que acompanhei com maior frequência patologia crónica metabólica/cardiovascular, no adulto e idoso, e patologia aguda infeciosa, na criança e jovem. Em gabinete individualizado da minha tutora, ouvi pessoas de faixa etária e condição socioeconómica transversal; observei, auscultei, percuti e palpei a semiologia estudada em anos curriculares prévios, mas agora apresentada na sua forma bruta, não rotulada por sistema de órgãos; selecionei métodos

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complementares de diagnóstico e terapêutica; aconselhei e prescrevi; e, por fim, registei. Apliquei sistematicamente programas nacionais de Vigilância da Gravidez de Baixo Risco, Saúde Infantil e Juvenil, Rastreio Oncológico e Planeamento Familiar, realizando os procedimentos necessários (por exemplo, auscultação de foco fetal, testes de desenvolvimento psicomotor e colheita de citologias). Nas instalações da USF onde estagiei, está sediada uma Unidade de Cuidados Continuados, onde explorei estruturas de apoio psicossocial, frequentando aulas do curso de preparação para o parto e parentalidade. Participei nas V Jornadas da USF onde estagiei, subordinadas ao mês dedicado aos Cuidados Paliativos (Outubro), em que aprofundei a abordagem da dor, nas suas várias dimensões. Por iniciativa própria, apresentei, em reunião de equipa, uma comunicação oral sobre a recente alteração nas normas de abordagem das dislipidémias da Sociedade Europeia de Cardiologia, com a finalidade de contribuir para a atualização da prática médica. 2.3. Estágio de Pediatria| Hospital São Francisco Xavier Sob a coordenação do Dr. Edmundo Santos, acompanhei as várias atividades do Serviço de Pediatria, durante quatro semanas. Fui introduzida a uma nova metodologia de tutoria, mais próxima daquela a seguir durante o Internato de Formação Geral, em que multipliquei contactos com vários profissionais do Serviço, potencializando a variabilidade de experiências clínicas e modelos humanos. Como objetivos específicos, pretendia consolidar a abordagem à criança e adolescente, previamente estudada, através da colheita da anamnese, realização de exame objetivo, seleção e interpretação de exames complementares e orientação terapêutica. Tinha interesse particular no treino por repetição de procedimentos simples (por exemplo, observação do canal auditivo e orofaringe, auscultação cardiopulmonar, primeiro exame do recém-nascido), aguçando a destrinça entre o fisiológico e o patológico. Cumpri-o na permanência na enfermaria de Pediatria, de Obstetrícia (Berçário) e nas Unidades de Cuidados Intermédios e Intensivos Neonatais. Participei na consulta de Imunoalergologia - onde revi a fisiopatologia, diagnóstico e terapêutica da patologia respiratória de fundo atópico (alergia alimentar, conjuntivite alérgica, eczema atópico, esofagite eosinofílica, rinite alérgica), assistindo a provas alérgicas cutâneas e de função pulmonar; de Recém-nascido de Baixo Peso - onde aprofundei o seguimento das crianças prematuras com as quais tinha contactado nas Unidades de Cuidados Intermédios e Intensivos Neonatais, com patologias específicas (entre elas, hemorragia intraventricular e displasia broncopulmonar); de Desenvolvimento - onde aperfeiçoei a capacidade de teste e interpretação das etapas psicomotoras (por exemplo, perturbações da linguagem e da fala, perturbação global do desenvolvimento). A passagem pelo Serviço de Urgência, perfazendo um quarto do tempo total de estágio, foi complementada pelo workshop de simulação avançada, no Hospital Dona Estefânia. As sessões clínicas e formativas a que assisti permitiram-me completar aquilo que via e estudava com a evidência científica mais atualizada. Colhi e redigi uma história clínica a uma criança com meningite viral, posteriormente apresentada com revisão teórica e diagnóstico diferencial de cefaleia e vómitos na Urgência.

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2.4. Estágio de Ginecologia e Obstetrícia| Hospital Lusíadas Lisboa

No último estágio do primeiro semestre, tutelada pela Dra. Andreia Rodrigues, acompanhei a atividade assistencial de múltiplos especialistas da Unidade de Ginecologia e Obstetrícia, durante quatro semanas. Como objetivos específicos, desejava não só ganhar autonomia na abordagem às principais patologias ginecológicas e obstétricas, mas também no âmbito da saúde da mulher (alterações menstruais, planeamento familiar, vigilância da gravidez normal, apoio no parto, menopausa). Assisti à consulta de Ginecologia - onde atendi mulheres assintomáticas, no âmbito da medicina preventiva, e sintomáticas, com queixas relacionadas com anticoncetivos, infeções ginecológicas e hemorragias uterinas anómalas; de Patologia do Colo do Útero - nas quais vi colposcopias e tratamentos a laser; de Endometriose - apercebendo-me do impacto da dor pélvica crónica e do tratamento personalizado desta patologia, consoante o projeto de vida da mulher; de Infertilidade - onde sistematizei o seu estudo etiológico e oferta terapêutica. Já no Centro de Procriação Medicamente Assistida, visitei o laboratório de andrologia, de embriologia e, no bloco, presenciei punções ováricas e transferências de embriões. No bloco operatório, participei em cirurgias ginecológicas (histerectomias totais, com e sem conservação de anexos e vulvoplastia) e curetagens. No bloco de partos, acompanhei partos eutócicos e distócicos, tendo participado em cesarianas. Observei exames específicos desta especialidade, nomeadamente a ecografia obstétrica e ginecológica, a histerossalpingografia e a histeroscopia. Colaborei nas sessões de educação uro-ginecológica e fisioterapia do pavimento pélvico, com estimulação elétrica por sonda vaginal e anal. Em reunião da Unidade, apresentei uma revisão publicada no British Medical Journal sobre a pré-eclâmpsia. Acrescento a participação no

workshop The Woman, na Maternidade Alfredo da Costa.

2.5. Estágio de Cirurgia | Hospital Beatriz Ângelo

Segundo calendarização própria, as oito semanas deste estágio integravam também atividades complementares à Cirurgia Geral. Assim, assiti a seminários teórico-práticos, com exposição de temas relacionados com a comunicação, tecnologia e gestão hospitalar. A frequência das VII Jornadas de Cirurgia completou-o, centrando-se na formação multidisciplinar. Passei pelo Serviço de Gastroenterologia, onde observei endoscopias digestivas altas e colonoscopias, sistematizando o rastreio de neoplasia coloretal, uma das principais indicações das cirurgias a que assisti; participei na consulta de Gastroenterologia, porta de entrada de doentes com queixas inespecíficas e elevações analíticas assintomáticas, e Hepatologia, já bastante mais especializada. No Serviço de Urgência, auxiliei no balcão de atendimento dos “azuis e verdes” e “amarelos e laranjas” (sistema de triagem de Manchester), postos de observação rápida e estadia curta, sala de observação e pequena cirurgia. Saliento os postos de observação rápida e pequena cirurgia como os mais adequados aos meus objetivos cirúrgicos: no primeiro, realizei o diagnóstico diferencial de abdómen agudo, referenciando doentes à Cirurgia Geral, quando indicado; no segundo, participei na limpeza, desinfeção e sutura de feridas. O curso TEAM (Trauma Evaluation and Management) preparou-me para a

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estabilização do doente traumatizado agudo, crucial no ambiente pré-hospitalar e na Urgência. Finalmente, no estágio de Cirurgia propriamente dito, acompanhei a atividade assistencial do Dr. Paulo Oliveira. Como objetivos específicos, pretendia abordar as síndromes cirúrgicas mais comuns; aperfeiçoar o exame objetivo abdominal; interpretar exames imagiológicos; selecionar e hierarquizar os candidatos cirúrgicos. Na consulta externa, observei as indicações cirúrgicas mais comuns em ambulatório (litíase biliar, hérnia da parede abdominal e sinus pilonidal). No bloco operatório, assisti sobretudo a cirurgias oncológicas coloretais (hemicolectomias, sigmoidectomias). Na enfermaria, acompanhei a evolução clínica de doentes no pós-operatório, ocasionalmente com necessidade de reintervenção para resolução de complicações (por exemplo, laparotomia exploratória para limpeza e encerramento de fístula colecisto-cólica). A assistência às sessões clínicas foi complementar, proporcionando o contacto com a casuística do Serviço e casos clínicos mais raros. Juntamente com a minha colega de estágio, redigi uma história clínica e elaborei a apresentação “Estenose duodenal: uma apresentação comum de um tumor raro”, que não apresentei pela interrupção letiva. Partindo de um doente com estenose duodenal provavelmente maligna, do qual assisti à gastrectomia parcial com resseção do primeiro segmento duodenal, realizei uma revisão teórica sobre tumores duodenais. 2.6. Estágio de Medicina Interna| Hospital São Francisco Xavier

O último estágio curricular agendado para este ano letivo tinha por objetivo o contacto com as rotinas diárias do médico interno. Iria acompanhar a atividade clínica do Dr. José Guia, durante oito semanas. Como objetivos específicos, pretendia ganhar autonomia no diagnóstico, orientação terapêutica e gestão clínica de situações frequentes, na Enfermaria, prioritárias, no Serviço de Urgência, e especializadas, em Consulta Externa. Devido à pandemia provocada pelo SARS-CoV-2, com consequente impossibilidade de frequentar o estágio, reestrurei os meus objetivos pessoais, adaptando-os às tarefas propostas: assistência a dois seminários disponibilizados eletronicamente sobre “Alterações do Equilíbrio Ácido-Base” e “Sessões

Formativas em Electrocardiologia” e redação, seguida de apresentação oral, de um artigo de revisão sobre a

relação da doença COVID-19 com um sistema de órgãos, nomeadamente o gastrointestinal. Com o artigo, pretendi aperfeiçoar a técnica de pesquisa bibliográfica, ganhar crítica para a informação relevante e familiarizar-me com a estrutura formal de uma publicação científica. 3. ELEMENTOS VALORATIVOS Durante o presente ano letivo, completei a frequência dos estágios curriculares, nos quais trabalhei a prática médica, com a participação em atividades extracurriculares que valorizassem a minha formação médica enquanto intelectual e profissional. Encontram-se explicitadas na tabela 5.2, cujos certificados anexo. Nos restantes anos, envolvi-me em muitas mais, mas que saem fora da extensão deste relatório. Pela importância que tiveram no meu percurso pessoal, gostaria de destacar duas áreas, às quais me dediquei particularmente. A busca por um conhecimento teórico de excelência, tanto quanto estivesse ao meu

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alcance, tendo me sido atribuído o prémio de mérito da NOVA Medical School (2015), Santander Totta (2016) e de melhor resultado em Anatomia Patológica (2016). Assim, foi me facultada a monitoria de unidades curriculares como Anatomia, Anatomia Regional I e Fisiologia (2016/2017, 2017/2018), que tenciono continuar profissionalmente, pois delas derivo grande satisfação. Procurei ainda multiplicar contactos com serviços clínicos, quer próximos da realidade portuguesa, na CUF Infante Santo (2015), CUF Cascais (2016) e Unidade de Saúde Familiar Kosmos (2016), com duração quinzenal; e, mais distantes, internacionais, no Hospital de Chelsea e Westminster, em Londres (2018), a cuidado do gastroenterologista Dr. Marcus Harbord, e no Centro Materno-Infantil de Água Grande e Hospital Ayres de Menezes, em São Tomé e Príncipe (2019), integrada na missão “Saúde Para Todos” do Instituto Marquês Valle Flôr (de duração semelhante). Este último foi me proporcionado ao ter vencido a competição clínica promovida pela Boehringer Ingelheim. 4. REFLEXÃO CRÍTICA 4.1. Estágio Profissionalizante

É com satisfação que concluo o estágio profissionalizante, em que considero ter almejado globalmente os objetivos específicos dos estágios parcelares. Excetuam-se situações pontuais, que passarei a discutir, juntamente com os ganhos formativos e limitações metodológicas ou conceptuais. Também em termos de objetivos globais, considero que o ano profissionalizante tenha estimulado as minhas capacidades de médica intelectual, praticante e profissional. Pela sua peculiaridade, a inexequibilidade do estágio de Medicina Interna suscita uma reflexão mais aprofundada, pela possibilidade de permanência desta situação. Da passagem pela Pedopsiquiatria, retiro a sua importância enquanto estimuladora do investimento familiar nas crianças, a enfatizar em tempos de crise económico-social. Só crianças mentalmente saudáveis atingem o seu pleno potencial de desenvolvimento adulto. Por isso, considerei tão proveitosa esta oportunidade de reconhecer sinais de alarme, para que possa, no futuro, referenciar atempadamente as crianças com quem me cruzar profissionalmente. Por ser uma especialidade alicerçada na relação médico-doente, com recurso limitado a exames complementares, tive oportunidade de aprimorar competências comunicacionais, até com intuito terapêutico. Por isso, a metodologia observacional, aliada à intervenção durante a consulta, não foi um aspeto que considerei limitativo. Já o contacto pobre com patologia psiquiátrica aguda ou adulta, não tendo tido oportunidade de estagiar no Internamento ou na Urgência, foi mais restritivo. Contudo, valorizei o convívio com uma especialidade até então ausente do pré-graduado. Da Medicina Geral e Familiar, destaco a metodologia, contrastando com o mesmo estágio em ano anterior, que privilegia a autonomia do aluno finalista, permitindo a transição entre o modelo puramente observacional e a atuação profissional. Permitiu-me abordar o doente na íntegra, transversalmente à faixa etária, sistema de órgãos e contexto socioeconómico. É essencial a desconstrução dos limites impostos pelo conhecimento pré-graduado, muito úteis na organização do pensamento do médico cientista, mas insuficientes na transição para o médico praticante. A principal lacuna que senti foi o desconhecimento do

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contexto do doente à priori, pois enquanto presença transitória, não desenvolvi uma relação continuada com os doentes e as suas famílias. Tentei colmatá-lo com a consulta de registos e discussão com a tutora. Em Pediatria, multipliquei contactos com vários especialistas, não me restringindo a um registo profissional único, mas comparando e adotando aqueles que considerei mais adequados para mim. Senti esta vantagem, não só do ponto de vista metodológico, mas também na aprendizagem de conteúdos que não se limitavam a uma subespecialidade pediátrica, como é a norma neste estágio parcelar. A minha permanência nos Centros de Proteção Materno-Infantil de São Tomé e Príncipe, alguns meses antes, contribuiu para as expectativas que criei para este estágio. Tinha-me confrontado com a dificuldade em interpretar achados do exame objetivo, aguçando a necessidade de sistematizar procedimentos rotineiros. Fi-lo no estágio profissionalizante, culminando em maior confiança nas recomendações aos cuidadores. O último estágio do primeiro semestre, Ginecologia e Obstetrícia, reservava o melhor para o fim. Foi aquele que considerei oferecer a visão mais completa da especialidade a que se referia, permitindo-me assistir a uma panóplia de consultas de subespecialidade, exames complementares específicos e procedimentos. Do ponto de vista humano, apercebi-me que é uma especialidade porta de entrada para a saúde feminina, não só ginecológica, mas multissistémica. Do ponto de vista prático, realizei exames ginecológicos, palpação bimanual e assistência a partos vaginais e cesarianas, embora sem a duração necessária para a adequada sistematização. As lacunas que identifiquei, possivelmente condicionadas por do setor privado se tratar, foram a ausência de atividade no Internamento e a fraca diversidade da patologia apresentada na Urgência, que se restringia principalmente a inícios de trabalho de parto.

No estágio de Cirurgia, integrei o dia-a-dia de uma equipa cirúrgica, permitindo-me solidificar conhecimentos relativos à abordagem do doente cirúrgico e aprofundar opções de técnicas, em particular para a neoplasia coloretal. As sessões teórico-práticas e a participação gratuita nas jornadas do departamento, foram fundamentais para um estágio que se quer profissionalizante, voltado para as exigências do mercado de trabalho atual, que já não são meramente científicas. Igualmente, a certificação TEAM é uma mais valia curricular. Contudo, é o único estágio parcelar que não respeita o rácio tutor:aluno de 1:1, limitando a participação no bloco operatório, especialmente atendendo a que, normalmente, existe mais do que um tutor por sala. A organização própria do Serviço de Urgência onde estagiei, em que os balcões não são assegurados por cirurgiões, confina a atividade do aluno à observação pontual de doentes referenciados para a Cirurgia. Este ponto contrastou drasticamente com o meu estágio de terceiro ano, cujo acompanhamento do doente, desde a anamnese ao pós-operatório cabia integralmente à equipa cirúrgica. Foi com alguma frustração que vi vedada a oportunidade de realizar o meu último estágio parcelar, em Medicina Interna. Ainda assim, compreendo que a decisão de substitui-lo por uma atividade extra-hospitalar tenha sido a mais sensata, em tempos de pandemia COVID-19. A tarefa que me foi proposta (artigo de revisão) impossibilitou o cumprimento dos objetivos a que me tinha proposto. Tentei aproveitá-la ao

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máximo para aprofundar o conhecimento sobre o doente COVID-19, que fará parte do meu próximo ano, no Internato de Formação Geral. Sem dúvida, será uma via para colmatar o intervalo que a pandemia implicou na vivência clínica. Complementei-o com a frequência de um curso online sobre a COVID-19, acreditado pela Interstate Postgraduate Medical Association e Accreditation Council for Continuing Medical Education. 4.2. Implicações da COVID-19 na Formação Médica Pré-graduada

Para que existam soluções mais apropriadas, os tempos que vivemos configuram-se uma oportunidade para refletir e propor alternativas às atividades clínicas. A pandemia COVID-19 abre a discussão a adaptações metodológicas, à revisão de conteúdos do currículo pré-graduado, e à reflexão do papel dos estudantes. Se há área onde o modelo humano presencial é relevante, como evidenciado no restante estágio profissionalizante, também é verdade que já utilizávamos sistemas de simulação e avaliações eletrónicas. Em termos metodológicos, sistemas remotos de casos clínicos, inclusive com simulação de entrevistas por atores ou manequins, poderiam treinar o raciocínio clínico sem prejuízo da qualidade. No entanto, perde-se a experiência clínica e o sentimento de pertença institucional do médico praticante e

profissional. Além disso, o treino de habilidades, como a auscultação, é diferente num manequim e num

doente de enfermaria, com múltiplos distratores. Também a aquisição de soft skills, liderança e gestão de equipas difere em grupos ou no contexto real. Para a formação teórica, podem criar-se repositórios de aulas, síncronas ou assíncronas, com vantagens na gestão temporal e de recursos (recorrendo, por exemplo, a médicos periféricos). Sendo o ensino médico iminentemente presencial e humanista, o modelo assistencial não pode ser invertido, mas carece de ser suplementado com metodologias de flexibilização do ensino. A atual pandemia levou-me a questionar se os conteúdos pré-graduados tornam o jovem médico preparado para lidar com tal ameaça à saúde global. Embora a formação seja bastante abrangente na Microbiologia, os conteúdos são claramente insuficientes em Saúde Pública. As unidades curriculares abordam sobretudo a Epidemiologia, podendo ser capacitadas com gestão de epidemias, procedimentos (higiene manual, equipamentos de proteção individual) e incluir estágios em unidades de Saúde Pública. Seria ainda interessante a criação de uma opcional de Medicina Intensiva, focada na gestão do doente crítico. Na atual fase de estabilização pandémica, o papel dos estudantes de Medicina poderia passar pelo preenchimento de sistemas de declaração de doenças (SINAVE), utilização de sistemas eletrónicos de triagem de doentes, ou colaboração em enfermarias não-COVID, para libertar profissionais diferenciados. Termino este relatório com a paradoxal sensação de dever cumprido e de que muito fica por fazer. Felizmente, o ensino médico não se esgota no pré-graduado, prolongando-se na educação médica contínua. Por exigência, sobretudo pessoal, mas também social, comprometo-me a continuar daqui em diante a minha formação médica, com a convicção que estes primeiros seis anos são apenas o ponto de partida. Sem certeza do que o futuro trará, este não será certamente aborrecido para uma médica que visa incrementar a sua capacidade intelectual, adquirir uma prática metódica, em ambiente humanista e profissional.

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5. ANEXOS 5.1. Cronograma

5.2. Momentos de Formação e Ganhos Formativos

NA CAPACIDADE DE PRELETORA:

Finalidade Atividade Local Título Descrição

Saúde Mental Avaliação Registo de Observação Hospital Dona Estefânia Perturbação de Ansiedade Infantil Relato comentado de criança observada em consulta, juntamente com a família, incluindo anamnese, antecedentes

pessoais e familiares, discussão

etiológica e proposta de intervenção. Com a colheita, treino de adequação de

competências comunicacionais ao

registo sensorial da criança. Com o registo, reflexão sobre o papel familiar na génese psicopatológica. Medicina Geral e Familiar Atualização Apresentação de Trabalho USF São Martinho de Alcabideche European Cardiology Society/European Atherosclerosis Society (ESC/EAS)

Síntese das alterações fisiopatológicas, métodos imagiológicos não invasivos, biomarcadores, estratificação do risco cardiovascular, atualização dos alvos

Estágio Início Término Local Coordenador Tutor

Saúde Mental 09/09/2019 04/10/2019 Hospital Dona Estefânia Prof. Dr. Miguel Talina Dr. Juan Sanchez Medicina Geral e Familiar 07/10/2019 31/10/2019 USF São Martinho de Alcabideche Prof. Dra. Isabel Santos Dra. Ana Dantas Pediatria 04/11/2019 24/11/2019 Hospital São Francisco Xavier Prof. Dr. Luís Varandas Dr. Edmundo Santos Ginecologia e Obstetrícia 02/12/2019 10/01/2020 Hospital Lusíadas Lisboa Prof. Dra. Teresinha Simões Dra. Andreia Rodrigues Cirurgia 20/01/2020 09/03/2020 Hospital Beatriz Ângelo Prof. Dr. Rui Maio Dr. Paulo Oliveira Medicina Interna 16/03/2019 (data prevista) 15/05/2020 (data prevista) Hospital São Francisco Xavier Prof. Dr. Fernando Nolasco Dr. José Guia

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Guidelines for Management of

Dyslipidaemia

terapêuticos, efeitos musculares das estatinas e particularidades no idoso, introduzidas com a mais recente versão das normas. Pediatria Avaliação Apresentação de Trabalho Hospital São Francisco Xavier Cefaleia e Vómitos na Urgência: Caso Clínico em Idade Pediátrica

Revisão teórica dos principais

diagnósticos diferenciais urgentes desta

semiologia em idade pediátrica

(meningite, encefalite, hemorragia subaracnoideia, cefaleia pós-infeciosa e enxaqueca). Percurso comentado do doente, desde a admissão até à alta, percorrendo o diagnóstico, os exames complementares, a terapêutica e as recomendações para o domicílio. Ginecologia e Obstetrícia Avaliação Apresentação Journal Club Hospital Lusíadas Lisboa Pré-eclâmpsia: Fisiopatologia e Implicações Clínicas

Epidemiologia, definição e classificação da pré-eclâmpsia. Tradução dos achados recentes na interação uteroplacentária em novas formas de prevenir, pesquisar e tratar esta síndrome materno-fetal. Cirurgia Avaliação Apresentação de Trabalho Hospital Beatriz Ângelo Estenose Duodenal: Uma Apresentação Comum de Tumor Raro Tendo por base a observação do doente e assistência à sua cirurgia, apresentação de caso clínico de estenose duodenal maligna. Descrição e comentário da abordagem da oclusão intestinal do doente, desde o diagnóstico na Urgência até ao pós-operatório, já na Enfermaria. Revisão bibliográfica sobre tumores duodenais, no que diz respeito à epidemiologia, fisiopatologia, histologia, tratamento e prognóstico.

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Avaliação Artigo de Revisão Hospital São Francisco Xavier Implicações Gastrointestinais da Infeção SARS-CoV-2 Revisão bibliográfica acerca do potencial de deteção de RNA fecal, transmissão fecal-oral, fisiopatologia e manifestações gastrointestinais da infeção SARS-CoV-2. Discussão sobre a aplicação do teste fecal e prevenção e controlo de infeção.

NA CAPACIDADE DE PARTICIPANTE:

Finalidade Atividade Local Título Descrição

Saúde Mental Instrução Sessões de Formação Hospital Dona Estefânia 1. Perturbação do Espetro do Autismo: Pert. da Relação e Comunicação; 2. Base de Dados Estatística; 3. Antipsicóticos. Sessões de formação dirigidas ao Internato

Específico em Pedopsiquiatria,

subordinadas aos temas supracitados. Instrução Sessões de Formação Hospital Dona Estefânia 1. A Escola: Fator de Psicopatologia e Resiliência; 2. Segurança do Doente em Saúde Mental da Infância e Adolescência.

Reunião interdisciplinar com todas as equipas de Pedopsiquiatria afetas ao Centro Hospitalar de Lisboa Central. Medicina Geral e Familiar Instrução Jornadas Centro de Convívio, Bairro do Rosário V Jornadas da USF São Martinho de Alcabideche

Encontro de profissionais de saúde, subordinado ao tema “Dor e Cuidados

Paliativos em Medicina Geral e Familiar”.

Frequentei uma mesa redonda sobre “Dor

Osteoarticular” e as sessões “Abordagem à Dor na Prática Clínica” e “Relato de Prática: Consulta de Dor nos Cuidados Primários”.

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Instrução Curso Unidade de Cuidados Continuados Aula Prática de Preparação para o Parto e Parentalidade

Sessão destinada a grávidas/casais, onde foram explicadas e treinadas técnicas de proprioceção pélvica, massagem perineal, relaxamento e adequado posicionamento durante o parto. Pediatria Instrução Sessões de Formação Hospital São Francisco Xavier 1. Manual do Berçário; 2. Trissomia 21: Casuística e Protocolo de Atuação; 3. Qualidade e Segurança: Eventos Adversos no Serviço de 2012-2018; 4. Casos Clínicos de Cetoacidose.

Atualizações científicas e/ou revisão de temas, apresentados pelos profissionais integrantes do serviço, destinadas aos Internos de Formação Geral. Simulação Workshop de Simulação Avançada Hospital Dona Estefânia Urgências Pediátricas

Situações clínicas agudas baseadas em casos reais, reproduzidas em manequim pediátrico avançado. Treino de equipas para a estabilização prioritária das funções vitais e coordenação de tarefas. Revisão Workshop Associação de Estudantes (Webinar) O Doente Pediátrico no Serviço de Urgência

Resolução comentada de casos clínicos ilustrativos da patologia pediátrica aguda mais frequente (pneumonia adquirida na

comunidade, bronquiolite aguda,

gastroenterite, convulsão febril e cefaleia), nomeadamente diagnóstico, seleção e interpretação de exames complementares e terapêutica. Instrução Sessão de Formação Associação de Estudantes (Webinar) Nutrição Materno-Infantil Regimes de alimentação e suplementação durante a gravidez e primeiros dois anos de vida (primeiros 1000 dias). Repercussão

(15)

no neurodesenvolvimento e risco de doenças crónicas não comunicáveis. Ginecologia e Obstetrícia Instrução Sessão de Formação Associação de Estudantes (Webinar) Infertilidade

Exposição do tema, na vertente da etiologia, abordagem ao casal infértil, oferta terapêutica (técnicas de procriação medicamente assistida) e promoção da saúde reprodutiva. Cirurgia Cerificação Curso Hospital Beatriz Ângelo; NOVA Medical School Trauma Evaluation and Management (TEAM)

Baseado nos princípios da Advanced

Trauma Life Support (ATLS), tinha por

objetivo geral a formação em cuidados pré-hospitalares, de forma a melhorar o prognóstico do doente traumatizado. A componente teórica iniciou com a palestra

“Princípios de Abordagem do

Politraumatizado Grave”, seguida de caso

clínico interativo. Na componente prática, treino de cenários simulados em quatro estações: via aérea, choque, trauma vertebromedular e imagiologia.

Instrução Jornadas Hospital

Beatriz Ângelo

VII Jornadas do Departamento de

Cirurgia

Dois dias preenchidos por comunicações de especialistas, subordinadas ao tema comum “Visão Multidisciplinar da

Formação em Cirurgia”. Destaco a junção

de temas extra-clínicos, por exemplo, “Testemunhos de Formação Internacional” ou “Cirurgia Baseada no Valor”, a assuntos mais tradicionais, como “Pé Diabético” e “Pancreatite Aguda”.

Instrução Congresso Fundação

Champalimaud

Game of Thrones in Rectal Cancer

Debate entre especialistas nacionais e internacionais, confrontando a sua visão em tópicos controversos na abordagem de tumores retais: imunoterapia, oncologia

(16)

médica, anatomia patológica, cirurgia e radioncologia. Medicina Interna Instrução Curso Osmosis University (Webinar) COVID-19: What You Need to Know as a Health Professional

Aprendizagem de conteúdos médicos essenciais relacionados com a pandemia COVID-19, baseado em informação científica atualizada da Organização Mundial de Saúde e Centro de Controlo de Doenças. Módulos sobre a doença COVID-19, teste de biologia molecular, achados imagiológicos, máscara N95 e políticas de saúde pública. Certificação Interstate

Postgraduate Medical Association (IPMA)

e Accreditation Council for Continuing

Medical Education (ACCME). Outros Revisão Workshop Associação de Estudantes (Webinar) Urgências em Otorrinolaringologia

Resolução comentada de casos clínicos otorrinolaringológicos ilustrativos da patologia mais frequente (otite externa, otite média aguda, otite serosa, amigdalite aguda), em termos de diagnóstico, seleção de exames complementares e abordagem terapêutica.

(17)

5.3. Certificados (apresentados por ordem de menção no corpo de texto e tabela 5.2) 5.3.1 V Jornadas da USF São Martinho de Alcabideche 5.3.2. O Doente Pediátrico no Serviço de Urgência

(18)

5.3.3. Nutrição Materno-Infantil

5.3.4. Infertilidade

(19)

5.3.5. Trauma Evaluation and Management (TEAM) 5.3.6. VII Jornadas do Departamento de Cirurgia

(20)

5.3.7. Game of Thrones in Rectal Cancer 5.3.8. COVID-19: What You Need to Know as a Health Professional

(21)

5.3.9. Urgências em Otorrinolaringologia

5.3.10. Prémio de Mérito da NOVA Medical School

(22)

5.3.11. Prémio de Mérito da Universidade Nova de Lisboa 5.3.12. Prémio de Mérito em Anatomia Patológica

(23)

5.3.13. Estágio Clínico CUF Cascais 5.3.14. Estágio Clínico CUF Cascais

(24)

5.3.15. Estágio Clínico USF Kosmus 5.3.16. Vencedora da Competição Clinical Mind, da Boehringer Ingelheim

(25)

6. BIBLIOGRAFIA

Cumming A, Ross M. The Tuning Project for Medicine – learning outcomes for undergraduate medical

education in Europe. Med Teach. 2007; 29(7):636-641. doi:10.1080/01421590701721721. Vitorino R.M, Jolie C, e McKimm J. O licenciado médico em Portugal – Core Graduates Learning Outcomes Project. 1ª Edição, Faculdade de Medicina de Lisboa. 2005.

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Referências

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