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O Bebê de Désirée

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Academic year: 2021

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O bebê de Désirée O bebê de Désirée (Kate Chopin) (Kate Chopin)

Como o dia estava agradável, Madame Valmondé se dirigiu ao L!bri Como o dia estava agradável, Madame Valmondé se dirigiu ao L!bri para ver Désirée e o bebê"

para ver Désirée e o bebê"

#la riu ao pensar em Désirée $om um bebê" !inda ontem a pr%pria #la riu ao pensar em Désirée $om um bebê" !inda ontem a pr%pria Désirée era pou$o maior do &ue um bebe'inho ao $avalgar pelas veredas Désirée era pou$o maior do &ue um bebe'inho ao $avalgar pelas veredas de Valmondé, Monsieur a en$ontrou deitada, dormindo,  sombra do grande de Valmondé, Monsieur a en$ontrou deitada, dormindo,  sombra do grande pilar de pedras"

pilar de pedras"

! pe&uena a$ordou nos bra*os dele e $ome*ou a $horar por +papá ! pe&uena a$ordou nos bra*os dele e $ome*ou a $horar por +papá era o mais &ue podia -a'er ou di'er" !lguns pensaram &ue devia ter se era o mais &ue podia -a'er ou di'er" !lguns pensaram &ue devia ter se desgarrado até lá por vontade pr%pria uma ve' &ue .á estava na idade de desgarrado até lá por vontade pr%pria uma ve' &ue .á estava na idade de en

engagatitinhnharar" " /r/revevalale$e$eueu, , a-a-ininalal, , a a $r$renen*a *a de de &u&ue e hahavivia a sisido do lalargrgadadaa propositalmente por uma trupe de te0anos, $u.a $arruagem de lona $ru'ou, propositalmente por uma trupe de te0anos, $u.a $arruagem de lona $ru'ou, ao -im do dia, o embar$adouro &ue Coton Ma1s mantinha logo abai0o da ao -im do dia, o embar$adouro &ue Coton Ma1s mantinha logo abai0o da pla

plantanta*2o*2o" " 3em 3em demdemoraora, , MadMadame ame VaVamonmondé dé abaabandondonou nou todtoda a e e &ua&ual&ul&uerer $o

$on.n.e$e$tutura ra e0e0$e$eto to umuma, a, a a de de &u&ue e DéDésisirérée e hahavvia ia sisido do enenviviadada a pepelala benevolente /rovidên$ia para se tornar a -ilha de sua a-ei*2o, visto &ue n2o benevolente /rovidên$ia para se tornar a -ilha de sua a-ei*2o, visto &ue n2o tin

tinha ha -il-ilhos de hos de $ar$arne" ne" /o/ois is &ue a &ue a memeninnina a $re$res$s$eu eu em bele'em bele'a a e e do*do*uraura,, deli$ade'a e sin$eridade 4 a

deli$ade'a e sin$eridade 4 a idolatria de Valmondé"idolatria de Valmondé"

52o era de se admirar &ue, de'oito anos depois, num dia em &ue 52o era de se admirar &ue, de'oito anos depois, num dia em &ue estava re$ostada no mesmo pilar de pedras em $u.a sombra -ora a$hada estava re$ostada no mesmo pilar de pedras em $u.a sombra -ora a$hada dormindo, tenha !rmand !ubign6 passado a $avalo, avistado7a lá e

dormindo, tenha !rmand !ubign6 passado a $avalo, avistado7a lá e $a8do de$a8do de amores por ela era assim &ue todos os !ubign6 se apai0onavam, $omo se amores por ela era assim &ue todos os !ubign6 se apai0onavam, $omo se atingidos por um tiro de pistola" O in$r8vel era &ue ele n2o tivesse se atingidos por um tiro de pistola" O in$r8vel era &ue ele n2o tivesse se enamorado antes, &uando o pai -e' &ue ele a $onhe$esse ao lhe tra'er de enamorado antes, &uando o pai -e' &ue ele a $onhe$esse ao lhe tra'er de /aris, aos oito anos, ap%s a morte da m2e"

/aris, aos oito anos, ap%s a morte da m2e" ! pai02o &ue surgiu na&uele dia,! pai02o &ue surgiu na&uele dia, ao vê7la na estrada, o arrastou -eito uma avalan$he ou -eito um rastilho de ao vê7la na estrada, o arrastou -eito uma avalan$he ou -eito um rastilho de p%lvora, ou -eito &ual&uer outra $oisa &ue arrase impetuosamente todos os p%lvora, ou -eito &ual&uer outra $oisa &ue arrase impetuosamente todos os obstá$ulos"

obstá$ulos" M

Mononsisieueur r VValalmomondndé é -e-e'7'7se se prpraagmgmátáti$i$o o e e &u&uis is lologo go tutudo do bebemm ponderado9 isto é, as obs$uras origens da garota" !rmand olhou no -undo ponderado9 isto é, as obs$uras origens da garota" !rmand olhou no -undo dos olhos dela e -e' &ue n2o se in$omodou" Lembraram7lhe de &ue ela n2o dos olhos dela e -e' &ue n2o se in$omodou" Lembraram7lhe de &ue ela n2o tinha nome de -am8lia" Mas de &ue importava um nome se podia dar7lhe um tinha nome de -am8lia" Mas de &ue importava um nome se podia dar7lhe um dos mais antigos e

dos mais antigos e altivaltivos de os de LouisLouisiana: #le en$omeniana: #le en$omendou umdou um corbeillecorbeille dede /aris, $onteve7se $om toda a pa$iên$ia &ue p;de até sua $hegada, e, ent2o, /aris, $onteve7se $om toda a pa$iên$ia &ue p;de até sua $hegada, e, ent2o, os dois se $asaram"

os dois se $asaram"

Madame Valmondé n2o en$ontrava Désirée e o bebê havia &uatro Madame Valmondé n2o en$ontrava Désirée e o bebê havia &uatro semanas" !o $hegar em L!bri, arrepiou7se  mera vista do lugar, $omo semanas" !o $hegar em L!bri, arrepiou7se  mera vista do lugar, $omo sempre a$onte$ia" <r

sempre a$onte$ia" <ratava7se de uma propriedade de atava7se de uma propriedade de aspe$to triste, &ue poraspe$to triste, &ue por anos des$onhe$ia a gentil presen*a de uma governanta, por&ue o velho anos des$onhe$ia a gentil presen*a de uma governanta, por&ue o velho Monsieur !ubign6 havia se $asado e logo enterrado, na =ran*a, a esposa, Monsieur !ubign6 havia se $asado e logo enterrado, na =ran*a, a esposa, $u.o imenso amor pela pr%pria pátria nun$a a permitiu sair de lá" O telhado $u.o imenso amor pela pr%pria pátria nun$a a permitiu sair de lá" O telhado $a

$a8a 8a 8n8ngrgrememe e e e nenegrgro o $o$omo mo um um $a$apupu', ', esestiti$a$andndo7o7se se alalém ém dadas s vavaststasas sa$adas &ue $ontornavam a $asa amarela de estu&ue" Carvalhos grandes e sa$adas &ue $ontornavam a $asa amarela de estu&ue" Carvalhos grandes e solenes $res$iam nas $er$anias, e os ina$ess8veis galhos de -olhas grossas solenes $res$iam nas $er$anias, e os ina$ess8veis galhos de -olhas grossas ensombravam a residên$ia $omo um manto" O .ovem !ubign6 tinha regras ensombravam a residên$ia $omo um manto" O .ovem !ubign6 tinha regras austeras &ue -a'ia os negros se es&ue$eram da -eli$idade 4 uma alegria austeras &ue -a'ia os negros se es&ue$eram da -eli$idade 4 uma alegria permanente durante a vida tran&uila e indulgente do velho mestre"

permanente durante a vida tran&uila e indulgente do velho mestre"

! nova m2e re$uperava7se aos pou$os, deitada sobre o leito, $om um ! nova m2e re$uperava7se aos pou$os, deitada sobre o leito, $om um tra.e ma$io de musselina bran$a, $heio de la*os" 5o $olo dela, o bebê tinha tra.e ma$io de musselina bran$a, $heio de la*os" 5o $olo dela, o bebê tinha

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pegado no sono a ama, de amarelo, sentada ao lado da .anela, se abanava"

Madame Valmondé in$linou sua -igura portentosa sobre Désirée e a bei.ou, segurando7a por um instante suavemente nos bra*os ent2o, virou7 se  $rian*a"

 +#ste n2o é o bebê>, e0$lamou num tom surpreso" O -ran$ês era a l8ngua -alada em Valmondé na&uele tempo"

 +3abia &ue -i$arias espantada, riu Désirée, +de ver $omo ele $res$eu" O pe&ueno cochon de lait > Ve.a estas perninhas, mam2e, e as m2os e as unhas 4 unhas de verdade" ?andrine teve de $ortá7las esta manh2" 52o é mesmo, ?andrine: 

! mulher $urvou o turbante na $abe*a ma.estosamente9 +Mais si, Madame" 

 +# o .eito de $horar, $ontinuou Désirée, +é ensurde$edor" !rmand o ouviu outro dia  dist@n$ia da $houpana de La Alan$he" 

Madame Valmondé n2o tirou os olhos da $rian*a ergueu7a e andou $om ela até a .anela mais iluminada e0aminou o bebê  miBde e, ent2o, perspi$a', mirou ?andrine, &ue tinha o rosto virado para -itar o $ampo"

 +3im, a $rian*a $res$eu, mudou, disse Madame Valmondé, devagar, en&uanto tra'ia o menino de volta ao $olo da m2e" +O &ue di' !rmand: 

O rosto de Désirée se en$heu de um brilho &ue era a mais pura -eli$idade"

 +Oh, !rmand é o pai mais orgulhoso de toda a nossa par%&uia, $reio eu, sobretudo por&ue é um garoto, &ue levará o nome, embora ele diga &ue n2o, &ue também amaria uma menina de modo igual" Mas eu sei &ue n2o é verdade" 3ei &ue ele di' para me agradar" #, mam2e, a$res$entou, pu0ando o torso de Madame Valmondé para -alar num suspiro9 +#le n2o puniu mais nenhum deles 4 nem um Bni$o deles 4 desde &ue o bebê nas$eu" !té 5égrillon, &ue -ingiu ter &ueimado as pernas para es$amotear trabalho e des$ansar ele riu, apenas, e disse &ue 5égrillon era um grande velha$o" Oh, mam2e, estou t2o -eli' até me assusta" 

O &ue dissera Désirée era verdade" O $asamento e o posterior nas$imento do bebê amainaram a nature'a bastante imperiosa e e0igente de !rmand !ubign6" /or amá7lo desesperadamente, isso -e' a meiga Désirée t2o -eli'" uando ele -ran'ia o $enho, ela tremia, mas o amava &uando ele sorria, ela n2o rogava bên*2o maior de Deus" #ntretanto, o rosto turvo e belo de !rmand ainda n2o havia se des-igurado por -ran'idos desde o dia em &ue se apai0onara por ela"

uando o bebê .á estava $om uns três meses, Désirée a$ordou $om a $onvi$*2o de &ue algo no ar amea*ava sua pa' $oisa, a prin$8pio, muito sutil de $aptar" #ra somente um desassossego, um ar de mistério entre os negros, umas visitas inesperadas de vi'inhos distantes &ue di-i$ilmente poderiam ser responsáveis por apare$er ali" !té &ue houve uma estranha e terr8vel mudan*a na $onduta do marido, sobre a &ual ela n2o ousava pedir e0pli$a*2o" uando ele lhe -alava, era $om os olhos distantes, dos &uais pare$ia ter se e0tinto a velha lu' do amor" !usentava7se de $asa e, ao regressar, evitava sem $onstrangimentos a presen*a dela e do -ilho" O pr%prio esp8rito do Diabo pare$ia ter subitamente tomado $onta no tratamento $om os es$ravos" Désirée era in-eli' o bastante para morrer"

5uma tarde &uente, sentava7se na sala, vestida num pegnoir, e brin$ava indi-erente $om as tran*as do longo e sedoso $abelo $astanho, &ue lhe $a8a sobre os ombros" O bebê, seminu, ressonava sobre a $ama de

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mogno, &ue era assim -eito um trono suntuoso $om seu meio7dossel todo a$etinado" m dos mulatinhos de La Alan$he, também seminu, abanava o menino vagarosamente $om um le&ue de penas de pav2o" Os olhos de Désirée se -i0aram tristes, ausentes, no bebê, en&uanto es-or*ava7se por penetrar na névoa amea*adora &ue sentia se apro0imar" Olhava inBmeras ve'es do -ilho para o menino &ue o abanava, de pé, ao lado" +!h>, -oi um grito &ue, ainda n2o podendo $onter, n2o teve a $ons$iên$ia de &ue o havia arti$ulado"

<entou -alar $om o mulatinho ali, mas som nenhum lhe saiu, a prin$8pio" !o ouvir o pr%prio nome pronun$iado, ele levantou o olhar, e a mulher estava apontando para a porta" Deitou de banda o grande le&ue e evadiu7se, $om seus dedinhos nus, pelo $h2o polido"

#la permane$eu inamov8vel, de olhar $ravado na $rian*a, en&uanto seu rosto era a pintura do temor" Logo o marido entrou na sala e, sem notá7 la, seguiu a uma mesa onde $ome*ou a revirar alguns papéis espalhados"

+!rmand, $hamou numa vo' &ue deveria tê7lo apunhalado se -osse humano" Mas ele n2o -e' $aso" +!rmand, disse novamente" #nt2o, ela se ergueu e trotou até lá" +!rmand, ar&ue.ou mais uma ve', agarrando7lhe o bra*o" +Olhe para nosso -ilho" O &ue ele signi-i$a para ti: =ala" 

=riamente, apesar de $ortês, a-rou0ou os dedos dela e a-astou7lhe a m2o" +Diga7me o &ue ele signi-i$a para ti>, gritou, desesperadamente"

+! $rian*a, respondeu ele, leve, +n2o é bran$a isso &uer di'er &ue tu n2o és bran$a" 

! breve ideia de toda a&uela a$usa*2o a enervou a ponto de $riar uma $oragem in$omum para negá7la" +Mentira" 52o é verdade" #u sou bran$a> Olhe meus $abelos, s2o $astanhos e meus olhos s2o a$in'entados, !rmand, vo$ê sabe &ue s2o $in'a" Minha pele é alva, di'ia, agarrando o pulso dele" +Olhe para minhas m2os mais bran$as do &ue as suas, !rmand, riu histeri$amente"

+<2o bran$as &uanto as de La Alan$he, retor&uiu $ruelmente e -oi7se, dei0ando7a so'inha $om o -ilho"

!o $onseguir tomar nas m2os uma $aneta, mandou uma $arta desesperada a Madame Valmondé"

+Minha m2e, diga7me &ue n2o sou bran$a" !rmand me disse &ue n2o sou bran$a" /elo amor de Deus, diga7me &ue isso n2o é verdade" <u tens de saber &ue n2o é verdade" Devo morrer, eu vou morrer" 52o posso ser assim t2o in-eli' e permane$er viva" 

! resposta &ue $hegou -oi também su$inta9

+!dorada Désirée, volte  $asa em Valmondé e  m2e &ue tanto te ama" <raga a $rian*a" 

uando a $arta en$ontrou Désirée, ela a levou  sala de estudos do marido e a pousou aberta bem diante de onde ele estava sentado" =i$ou ali $omo uma estátua de pedra9 silen$iosa, bran$a, impass8vel ap%s entregar a $arta"

#m silên$io ele $orreu os olhos -rios pelas letras" 52o disse palavra"  +Devo partir, !rmand:, perguntou em tom mar$ado por uma e0pe$tativa

agoniante"

+3im, vá" 

+uer &ue eu me vá: 

+3im, &uero &ue tu vás embora" 

#le pensou &ue Deus <odo /oderoso tinha7lhe tratado $ruel e in.ustamente, portanto, de alguma -orma, agora revidava $ontra #le ao

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apunhalar bem a alma da esposa" !demais n2o a amava mais por $ausa da in.Bria involuntária &ue ela trou0era ao lar e a seu nome"

#la se virou $omo alguém atordoado pela ventania e $aminhou solitária até a porta,  espera de &ue ele ainda a $hamasse"

+!deus, !rmand, murmurou"

52o houve resposta" =oi o Bltimo golpe dele no destino"

Désirée -oi  pro$ura do -ilho" ?andrine passeava $om ele  sombra do alpendre" <omou7lhe o menino dos bra*os sem uma palavra de e0pli$a*2o, des$eu os degraus e -oi7se embora atravessando sob os galhos do grande $arvalho"

#ra uma tarde de outubro o sol .á nau-ragava no hori'onte" Lá nos $ampos tran&uilos os negros $olhiam algod2o"

Désirée nem tro$ou a -ina vestimenta bran$a &ue usava, muito menos as alpargatas dos pés" O $abelo estava des$oberto, e os raios de sol davam s me$has um lampe.o dourado" 52o tomou a ampla estrada &ue levava s distantes planta*Ees de Valmondé" !ndou por um $ampo baldio onde o mato o-endia7lhe os pés suaves, t2o deli$ados, e partia7lhe o -ino vestido em tiras"

#la, ent2o, desapare$eu entre os .un$os e salgueiros &ue $res$iam grossos pelos ban$os de areia do rio pro-undo, pantanoso" 5un$a mais -oi vista"

FFF

!lgumas semanas depois uma $uriosa $ena se passou em L!bri" 5o meio do &uintal suavemente varrido, lá estava um grande -ogareiro" !rmand !ubign6 sentou7se na entrada, o &ue lhe propor$ionava uma boa vis2o do espetá$ulo" #ra ele &uem $on-iava a uma meia dB'ia de negros o material &ue mantinha o -ogo vivo"

m gra$ioso ber*o -eito de salgueiro, $om toda a $uidadosa de$ora*2o, .a'ia sobre a pira, alimentada pela ri&ue'a de um inestimável layette" Gavia também vestidos de seda e de veludo e de $etim ainda la*os e bordados, $hapéus e luvas, tudo do raro corbeille"

!s Bltimas $oisas a &ueimar eram um pe&ueno ma*o de $artas 4 um apanhado ino$ente de es$ritos &ue Désirée lhe mandara no tempo do noivado" 3obrava uma entre as &ue tinha retirado da gaveta" 52o era de Désirée, mas, na verdade, o tre$ho de uma antiga $arta endere*ada da m2e a seu pai" #le leu" ! mulher agrade$ia a Deus pela bên*2o &ue era o amor do marido9

+Mas, sobretudo, es$reveu, +dia e noite, agrade*o ao bom Deus por ter providen$iado a vida de tal -orma &ue nosso &uerido !rmand nun$a saberá &ue sua m2e, &ue o adora, perten$e  ra*a amaldi*oada $om a mar$a da es$ravid2o" 

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