Estudo de Impacto de Vizinhança - EIV

Texto

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MFMT CONSTRUTORA E INCORPORADORA

LTDA

Estudo de Impacto de Vizinhança - EIV

CONDOMÍNIO RESIDENCIAL

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Sumário Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 1

SUMÁRIO

Título... Página

Apresentação... 1

Capítulo 1... Página

1. Informações gerais... 1 1.1. Identificação do proprietário e Incorporador... 1

1.2. Identificação do Técnico Responsável pelo do EIV... 1

1.3. Localização do Empreendimento... 2

Capítulo 2... Página

2. Objetivos e Justificativas do Empreendimento... 1

Capítulo 3... Página

3. Principais Normas Legais Incidentes... 1 3.1. Parcelamento do Solo... 1

3.2. Plano Diretor do Município de Bauru... 1

3.3. Órgãos onde o Empreendimento será Analisado e Aprovado... 7

Capítulo 4... Página

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4.1. Histórico do Empreendimento... 1

4.2. Plano Geral de Urbanização... 1

4.3. Infraestrutura Básica Geral... 3

4.3.1. Sistema de Abastecimento de Água... 4

4.3.2. Sistema de Esgotamento Sanitário... 6

4.3.3. Sistema de Drenagem de Águas Pluviais... 8

4.3.4. Sistema Viário... 8

4.3.5. Projeto de arborização dos passeios públicos e de recomposição florestal das áreas verdes e sistemas de lazer... 11

4.3.6. Rede de Distribuição de Energia Elétrica... 12

4.3.7. Sistema de Coleta e Destinação De Resíduos Sólidos Domésticos e de materiais recicláveis... 13

4.4. Etapas de Implantação... 13

4.4.1. Descrição dos Principais Serviços durante a Etapa de Construção... 13

4.4.2. Reparo do Terreno e Projeto Geral de Terraplenagem... 14

Capítulo 5... Página 5. Diagnóstico Ambiental... 1

5.1. Definição da Área de Estudo... 1

5.2. Aspectos do Meio Físico... 3

5.2.1. Município de Bauru... 3

5.3. Meio Biótico... 13

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5.4. Meio Socioeconômico... 23

5.4.1. Histórico... 23

5.4.2. Perfil Demográfico... 25

5.4.3. Dinâmica Econômica... 26

5.4.4. Perfil Socioeconômico da População... 26

5.4.5. Infraestrutura Social e Qualidade de Vida... 27

5.4.6. Infraestrutura de Saneamento... 32

5.4.7. Infraestrutura Viária... 33

5.4.8. Desenvolvimento Urbano de Bauru... 34

5.4.9. Inserção Urbana e Compatibilidade com o Plano Diretor... 35

5.4.10. Área da Vizinhança Imediata e Mediata... 36

Capítulo 6... Página 6. Identificação e Avaliação dos Impactos... 1

6.1. Metodologia... 1

6.2. Identificação e Avaliação dos Impactos Ambientais... 2

Capítulo 7... Página 7. Medidas Mitigadoras e Programas Ambientais... 1

7.1. O Licenciamento Municipal do Empreendimento... 1

7.2. Programas e Medidas Ambientais... 1

7.2.1. Programa de Comunicação Social... 2

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7.2.3. Programa de Educação Ambiental... 16

7.2.4. Medidas de Readequação do Sistema Viário Local

após Implantação do Empreendimento... 17

7.2.5. Medidas de Monitoramento das Condições Físicas e

Ambientais do Empreendimento... 18

Capítulo 8... Página

8. Conclusão... 1

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APRESENTAÇÃO

O presente Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV do CONDOMÍNIO RESIDENCIAL “SEM DENOMINAÇÃO” é parte integrante do processo de licenciamento no âmbito do Município de Bauru, Estado de São Paulo. Trata-se da implantação e posterior ocupação urbana de uma (01) gleba de terras, com residências unifamiliares (uma casa por lote), situada no Município de Bauru, cujo incorporador é a MFMT CONSTRUTORA E INCORPORADORA LTDA.

O empreendimento proposto tem como objetivo realizar um aproveitamento urbanístico do imóvel denominado de Fazenda Noroeste, remanescente da Gleba A, situado na região oeste e dentro do perímetro urbano do Município Bauru. A gleba está inserida na Zona em Consolidação - III, no Setor de Planejamento Urbano – SPU da Bacia do Córrego da Grama, de acordo com o Plano Diretor.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Apresentação Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 2 obtenção de licenciamento de construção e/ou funcionamento nos órgãos municipais competentes.

Empreendimentos residenciais alteram a dinâmica de determinado local/bairro, causando assim, repercussões tanto de ordem ambiental e na infraestrutura urbana, razão pela qual o Poder Público Municipal institui a obrigatoriedade de elaboração de estudo dessa natureza, considerando prévio à implantação e posterior operação do novo empreendimento urbanístico.

Desta maneira, é apresentado e caracterizado o empreendimento imobiliário para ocupação da Fazenda Noroeste, remanescente da Gleba A, na forma de Projeto Urbanístico, cuja efetiva implantação será conduzida a partir da conclusão do processo de licenciamento no âmbito da Prefeitura Municipal de Bauru, uma vez que, conforme será exposto e analisado neste EIV, o citado empreendimento contará com as devidas e necessárias aprovações dos órgãos estaduais competentes, notadamente daquele voltado ao controle e a proteção ambiental, no caso a CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), ligado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

O presente EIV está organizado de maneira a fornecer a Prefeitura do Município de Bauru e demais agentes do processo de licenciamento, primeiramente, um conjunto de informações sobre o empreendimento proposto, dando destaque para a caracterização das intervenções previstas, necessárias à implantação do Projeto Urbanístico na gleba, considerando o empreendimento e o horizonte de execução dessa obra. Posteriormente, são identificadas e avaliadas as condições ambientais e sociais da área onde se pretende implantar o empreendimento, para uma melhor identificação e avaliação dos impactos que estão associados ao empreendimento pretendido.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Apresentação Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 3 e que é o objeto de licenciamento junto à municipalidade de Bauru.

O Capítulo 2, na seqüência, apresenta os objetivos e as justificativas para o empreendimento pretendido, considerando aspectos relacionados ao desenvolvimento urbano do Município de Bauru, bem como as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor Municipal.

O capítulo 3 apresenta os aspectos de ordem legal e institucional que estão relacionados com o projeto urbanístico do Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO”, considerando os diversos níveis hierárquicos legais, com destaque para aqueles relacionados à preservação ambiental, às questões urbanísticas e à legislação municipal vigente.

A caracterização do empreendimento – Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” – é descrita no Capítulo 4, onde são apresentadas as informações de caráter geral do Projeto

Urbanístico. As concepções gerais dos sistemas de

infraestrutura são apresentadas neste capítulo, possibilitando uma melhor compreensão da compatibilidade dos projetos com as

diretrizes gerais estabelecidas para água, esgotamento

sanitário, entre outros aspectos relevantes.

O Capítulo 5 aborda o diagnóstico ambiental na

circunvizinhança do empreendimento, considerando

prioritariamente o meio físico e o socioeconômico, bem como as

condições bióticas regionais. Sobre a tipologia do

empreendimento, são analisados e caracterizados os principais atributos físicos e bióticos que tenham relação direta ou indireta com a implantação do empreendimento.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Apresentação Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 4 importância da inserção do uso da gleba e no Município de Bauru, sendo analisadas as alterações viárias locais e a geração de tráfego das novas ocupações, a indução a novos processos urbanos, a valorização imobiliária local, entre outros aspectos. Foram também abordados e analisados os impactos no meio físico como comprometimento da qualidade da água, das alterações na rede de drenagem local, na qualidade do ar, entre outros aspectos associados a obras dessa natureza. Com relação ao meio biótico, foram abordados

impactos relacionados ao comprometimento da qualidade

ambiental decorrente da remoção da cobertura vegetal e dos efeitos sobre a fauna local, entre outros. Destaca-se aqui, o fato do empreendimento previsto se dar em área não florestada,

apenas com presença de indivíduos arbóreos isolados,

minimizando sobremaneira os efeitos negativos ao meio biótico,

e que não será prejudicado com a implantação do

empreendimento, pelo contrário, com os projetos de arborização dos passeios públicos e recomposição florestal das áreas verdes e sistemas de lazer, a gleba onde se pretende implantar o Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” trará ainda mais benefícios ao Meio Ambiente local.

Em decorrência da avaliação dos impactos foram definidas as medidas mitigadoras, de compensação e de monitoramento ambiental que estão apresentadas no Capítulo 7,

visando reforçar os benefícios com a implantação do

empreendimento.

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I

NFORMAÇÕES

G

ERAIS

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Informações Gerais – Capítulo 1 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 1

1. INFORMAÇÕES GERAIS

Apresenta-se, a seguir, a identificação do incorporador do Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO”, bem como a localização do citado empreendimento na cidade de Bauru, Estado de São Paulo.

1.1. IDENTIFICAÇÃO

DO

PROPRIETÁRIO

E

INCORPORADOR

Nome e Razão Social

 MFMT Construtora e Incorporadora LTDA; e

 CNPJ Nº 13.247.810/0001-99.  Endereço para correspondência

 Avenida Copacabana, nº 177, Sala 81, Empresarial 18 do Forte - Alphaville, Barueri/SP; e

 CEP: 06.472-001.  Contato

 João e Thiago;

(11) 4375-5618; e

 E-mail: joão@mfmt.com.br e thiago@mfmt.com.br.

1.2. IDENTIFICAÇÃO DO TÉCNICO RESPONSÁVEL PELO

EIV

Nome e CPF

 Everton Chequeto Navarro; e

 CPF nº 300.262.488-83.

Formação

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 Especialista em Gerenciamento de Recurso Hídrico pela Universidade Estadual Paulista - UNESP - FCT – Presidente Prudente.

 Mestre em Ciências Florestais na Linha de Pesquisa

em Conservação dos Recursos Naturais pela

Universidade Estadual Paulista - UNESP - FCA – Botucatu.

1.3. LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

O empreendimento esta localizado no imóvel denominado de Fazenda Noroeste, remanescente da Gleba A, entre a Vila Dutra, Jardim Marilu, Jardim Prudência, Jardim Nova Esperança e Núcleo Habitacional Edson Francisco da Silva, região oeste do Município de Bauru, apresenta área total de 7.949,11 m², com coordenadas UTM N: 7.530.322,09 m e UTM E: 693.789,45 m, fuso 22 k, encontrando-se a uma altitude média de 570 m, acima do nível do mar.

Na Figura 1 é apresentada a localização do

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Informações Gerais – Capítulo 1 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 3

Figura 1: Localização do empreendimento no Município de Bauru.

Fonte: Google Earth modificado.

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Residencial “SEM DENOMINAÇÃO”, onde segue novamente por esta via por 555 metros até atingir a gleba do empreendimento.

Em relação à distância de grandes centros regionais do Estado, Bauru localiza-se a 250 km de Campinas, a 200 km de Ribeirão Preto, a 350 km da Capital e a 400 km de Santos.

Os Municípios que fazem limite com Bauru são: ao Norte – Reginópolis; ao Sul – Piratininga e Agudos; a Oeste – Avaí Duartina; e a Leste – Pederneiras e Arealva.

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2. OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS DO EMPREENDIMENTO

O objetivo deste capítulo é apresentar as

justificativas para a decisão do incorporador, a MFMT

Construtora e Incorporadora LTDA, de implantar o

empreendimento denominado de Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO”, localizado no Município de Bauru, Estado de São Paulo.

Para a realização do estudo, foram analisados os aspectos de crescimento urbano do Município de Bauru e a inserção do novo empreendimento no âmbito das metas e

diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor Municipal,

demonstrando a compatibilidade do aproveitamento previsto com as posturas públicas de planejamento de uso e da ocupação do território municipal.

A principal meta do empreendimento vem a ser o oferecimento de uma alternativa residencial de médio padrão, que é uma demanda que vem sendo absorvida com significativa rapidez no Município, proporcionando moradias com qualidade de vida e segurança garantida aos moradores.

Em termos ambientais, o empreendimento deverá

contribuir para a qualidade ambiental da região, com a arborização dos passeios públicos e a recomposição florestal das áreas verdes e sistemas de lazer. Esses fatores são alguns dos aspectos relevantes e determinantes para aprovação do projeto urbanístico junto aos órgãos ambientais competentes, no caso a Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA e Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Objetivos e Justificativas do empreendimento – Capítulo 2 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 2 com destaque às condições de acesso e de interligação, entre outros aspectos.

Bauru é um Município em desenvolvimento que segundo a Fundação SEADE (dados de 2010 a 2014), possui taxa geométrica de crescimento anual da população na ordem de 0,65%, com tendência de aumento da população urbana e diminuição da rural, além de uma renda per capta de R$ 905,65.

O Município abriga atualmente universidades, institutos de pesquisa e indústrias de alta tecnologia, além de atividades comerciais e agrícolas presentes no cotidiano das cidades interioranas de São Paulo.

Bauru apresenta uma distribuição da população em seu território caracterizada pela alta ocupação de sua área urbanizada, com concentração de 98,33% de sua população, sendo que o restante (1,67%), são moradores de áreas rurais, os quais ocupam aproximadamente 80,00% do território municipal, ou seja, a imensa maioria da população está concentrada em uma área correspondente a apenas 20,00% da área do Município.

Conforme mencionado anteriormente, a taxa geométrica de crescimento anual da população de Bauru é de 0,65% e com densidade demográfica de 528,18 hab./km², estando acima da taxa da sua Região Administrativa (71,34 hab./km²) e do Estado de São Paulo (171,92 hab./km²), principalmente em razão dos movimentos migratórios em direção ao Município (SEADE, 2014).

Somente esse fator de crescimento local é um dos indicadores significativos para a previsão de uma situação futura de pressão sobre o mercado imobiliário local, com reflexos na necessidade de geração de ofertas para os mais diversos padrões de ocupação e de moradias.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Objetivos e Justificativas do empreendimento – Capítulo 2 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 3 locais de ocupação da gleba destinada ao empreendimento não haverá conflitos de usos como, por exemplo, perdas de produção e empregos agrícolas dentro do cenário de substituição para um novo uso de caráter urbano. A ausência de atividades agrícolas na gleba e o valor esperado da terra, aliados a sua vocação para o uso urbano, evidenciam a correta decisão de implantar um empreendimento dessa natureza, na medida em que sua viabilização consolidará as determinações do Plano Diretor da cidade e permitirá o ordenamento de uma ocupação urbana na região do empreendimento.

De acordo com o Plano Diretor Municipal, a área a ser ocupada pelo empreendimento está localizada dentro do perímetro urbano do Município de Bauru, mais especificamente na Zona em Consolidação - III e no Setor de Planejamento Urbano – SPU da Bacia do Córrego da Grama.

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Figura 1 – Localização do empreendimento no mapa de Macrozoneamento – Mapa 06.

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Figura 2 – Localização do empreendimento no mapa dos Setores de Planejamento – Mapa 03.

Fonte: Prefeitura Municipal de Bauru.

Atualmente, as ocupações urbanas na região do empreendimento são de loteamento e incluem a Vila Dutra, Jardim Marilu, Jardim Prudência, Jardim Nova Esperança, entre outros.

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Todos os projetos foram desenvolvidos em conformidade ao parágrafo único, do Artigo 3º da Lei Federal n° 6.766, de 19 de Dezembro de 1979, que dispõe sobre o Parcelamento do Solo Urbano, a fim de não haver qualquer tipo de restrições à ocupação do terreno previsto.

Além desses fatores mencionados, há ainda que se considerar a prática empresarial do setor imobiliário expressa

pela atuação do incorporador que ao planejar seus

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A

TENDIMENTO À

L

EGISLAÇÃO

V

IGENTE

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Atendimento à Legislação Pertinente – Capítulo 3 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 1

3. PRINCIPAIS NORMAS LEGAIS INCIDENTES

O presente capítulo descreve a caracterização do contexto normativo, tanto em âmbito federal, como estadual e municipal, do empreendimento “Condomínio Residencial SEM DENOMINAÇÃO”, contemplando os aspectos legais das possíveis restrições ambientais decorrentes da implantação do novo empreendimento e enfatizando o ordenamento jurídico do Município de Bauru.

3.1. PARCELAMENTO DO SOLO

O parcelamento do solo, notadamente o urbano e o de expansão urbana podem ocorrer sob dois aspectos, loteamento e desmembramento. Para o parcelamento do solo em áreas urbanas ou de expansão urbana, a lei federal aplicável é:

 Lei n° 6.766, de 19 de Dezembro de 1979, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano e dá outras providências.

3.2. PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE BAURU

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O Plano Diretor delimitou o perímetro urbano do Município e no Artigo 7º constituiu a Zona Urbana e Rural, dividindo em 21 (vinte e um) Setores de Planejamento, unidades territoriais adotadas para elaboração do Plano Diretor e referendados na 2ª Conferência da Cidade do Município de Bauru cujas divisas são os limites das bacias hidrográficas, com ajustes em função do sistema viário, rodovias e ferrovias, conforme Mapa 03: “Setores de Planejamento”.

De acordo com artigo 12º, os Setores de Planejamento Urbano - SPU são compostos por áreas urbanizadas ou destinadas à urbanização, constituídos predominantemente pelo conjunto das áreas definidas como zona urbana ou por zona rural localizada nas cabeceiras da bacia hidrográfica. Ficam denominadas por números, de 1 (um) a 12 (doze), conforme Mapa 03: “Setores de Planejamento”, sendo:

I - SPU–1 – Centro;

II - SPU–2 – Bacia do Córrego Água da Ressaca; III - SPU–3 – Bacia do Córrego Água da Forquilha; IV - SPU–4 – Bacia do Córrego Água do Sobrado; V - SPU–5 – Bacia do Córrego da Grama;

VI - SPU–6 – Bacia do Córrego Água do Castelo; VII - SPU–7 – Bacia do Córrego do Pau d´Alho; VIII-·SPU–8 – Bacia do Córrego Barreirinho; IX - SPU–9 – Bacia do Córrego Vargem Limpa; X - SPU–10 – Bacia do Ribeirão Vargem Limpa; XI - SPU–11 – Bacia do Córrego Água Comprida;

XII - SPU–12 – Bacia do Córrego das Flores / Avenida Nações Unidas.

Também foi instituído o Macrozoneamento Municipal (Mapa 06), e conforme o artigo 17° é definido duas Macrozonas para o território, a saber:

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 Macrozona Urbana.

De acordo com o Art. 15º, são objetivos do Macrozoneamento municipal:

 I - a identificação e a exploração dos potenciais do

Município;

 II - a preservação do patrimônio natural, histórico,

cultural e paisagístico;

 III - a contenção da expansão da área urbana que acarrete degradação sócio–ambiental;

 IV - a minimização dos custos de implantação,

manutenção, assim como otimização da infra–estrutura urbana e dos serviços públicos essenciais;

 V - o cumprimento das funções sociais da cidade e da

propriedade urbana; e

 VI - a instalação dos múltiplos usos e convivência entre os diferentes grupos sociais.

No Artigo 24º é discriminada a Macrozona Urbana do município que é subdivida em:

I. Zona Central;

II. Zona Consolidada; III. Zona em Consolidação;

IV. Zona não Consolidada;

V. Zona de Adensamento Controlado; VI. Zona de Interesse de Expansão; VII. Zona de Expansão Controlada

VIII. Zona Exclusivamente Residencial; IX. Zona de Parcelamento Proibido;

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XIII. Núcleos Urbanos Isolados.

O empreendimento “Condomínio Residencial SEM

DENOMINAÇÃO” encontra-se dentro do perímetro urbano do

Município de Bauru, mais especificamente na Zona em

Consolidação - III e no Setor de Planejamento Urbano – SPU da Bacia do Córrego da Grama, conforme apresentado no Capitulo 2.

De acordo com o Art. 27º do Plano Diretor, a Zona em Consolidação é caracterizada pela acessibilidade deficitária, baixa densidade de ocupação, deficiência de infra–estrutura, em especial sistema de drenagem e pavimentação, carência de

equipamentos sociais, baixo investimento da iniciativa

privada, presença de processos erosivos avançados e córregos

assoreados, predominância de habitações populares,

autoconstrução, concentração de população de baixa renda e ocupações irregulares.

No inciso § 1º, do Art. 27º, são definidas as diretrizes para o desenvolvimento equilibrado da Zona em Consolidação, sendo:

I - investimento no sistema viário de acesso aos bairros;

II - prioridade nos investimentos em infraestrutura e equipamentos públicos;

III - promover a descentralização das atividades urbanas, disseminando bens e serviços a fim de incentivar a instalação de atividades de comércio e serviços capazes de assegurar maior autonomia aos bairros, sua vitalidade econômica e geração de emprego e renda;

IV - urbanização e qualificação dos espaços públicos destinados às atividades de lazer e recreação; V - contenção dos processos erosivos;

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VII - implantação de programas habitacionais de interesse social e regularização fundiária;

VIII - utilização de operação urbana consorciada ou consórcio municipal;

IX - utilização da transferência do direito de construir.

O Art. 122º descreve as diretrizes deliberadas durante o processo de discussão do Plano Diretor Participativo nos Setores de Planejamento referidos no artigo 7º e identificados no Mapa 03: “Setores de Planejamento”, assim como as demais.

No Art. 127º são definidas as diretrizes para SPU–5: I - a implantação de 02 (duas) barragens de contenção

de águas pluviais no fundo de vale do córrego Água da Grama de acordo com Plano de Macrodrenagem,

reservando as áreas do entorno (área de

alagamento/represamento e área a jusante) para implantação de parque linear de fundo de vale, conforme Mapa 05: ”Áreas de Interesse Ambiental”, em anexo;

II - as áreas definidas como Parque de fundo de vale englobam áreas encravadas entre as linhas férreas, APP, áreas de erosões e áreas ambientalmente frágeis, onde o parcelamento do solo não é recomendado, conforme Mapa 05: ”Áreas de Interesse Ambiental”, em anexo;

III - as diretrizes de parcelamento respeitarão as orientações do Plano de macrodrenagem relativas ao

índice de impermeabilização, devendo ser

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IV - as diretrizes de parcelamento do solo e de construções acima do coeficiente de aproveitamento básico ou de densidade habitacional acima de 150 habitantes por hectare estarão sujeitas à análise de disponibilidade hídrica, a ser feita pelo DAE – Departamento de Água e Esgoto e condicionadas a Estudo Hidrogeológico;

V - programa de regularização fundiária e construção de moradias de interesse social nas ocupações irregulares no Parque Jaraguá (parte alta), Vila Santa Filomena (fora da APP) J. Marise e Jardim Gerson França, sendo que quando existir a necessidade de remoção, estas deverão ocorrer em

áreas próximas, definidas como ZEIS–1,

identificadas no Mapa 07: ”Zonas Especiais de Interesse Social”, em anexo, para manutenção do vínculo social da família, contemplando também equipamentos de apoio social e geração de renda; VI - remoção das ocupações irregulares do J.Andorfato,

Parque Jaraguá (quando localizada em área de preservação permanente), Parque Real, Vila São Manoel, situadas em área de risco, áreas de preservação permanente e área de previsão de abertura de vias públicas, conforme Mapa 07: ”Zonas Especiais de Interesse Social”, em anexo, para áreas próximas ao local de moradia, em áreas definidas como ZEIS em programas específicos para essa população, contemplando também equipamentos de apoio social e geração de renda;

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de represas, ZEIS e áreas necessárias à execução de obras viárias, conforme Mapa 02: ”Instrumentos Urbanísticos 2”, em anexo;

VIII - aplicação da transferência do direito de construir em toda a área do Parque Urbano da Grama, exceto áreas de preservação permanente; IX - parcelamento compulsório nas glebas localizadas na

Rua São Sebastião quarteirões 10 a 14, lado par, conforme Mapa 01: ”Instrumentos Urbanísticos 1”; X - utilização da operação urbana consorciada:

a - em toda área do Parque Urbano de fundo de vale; b - prolongamento da Avenida Nuno de Assis, entre Fórum

e Avenida Pinheiro Machado;

c - área de Interesse Histórico Cultural do pátio ferroviário, conforme Mapa 02: "Instrumentos Urbanísticos 2”;

XI - melhorar acessibilidade ao setor, assim como a interligação entre as duas margens, conforme Plano Viário constante do Mapa 08:”Sistema Viário Básico”, em anexo, priorizando passarelas de pedestres sobre ferrovia, ciclovias (ao longo das vias férreas, caso haja faixa disponível), marginais e calçadas ao longo da Av. Elias Miguel Maluf;

XII - utilização compulsória: a - quadra 5–283–1;

b - edifícios não operacionais da ferrovia (antigas estações, escritórios, oficinas);

XIII - as diretrizes para parcelamento do solo e

grandes empreendimentos deverão levar em

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XIV - os equipamentos públicos de saúde, educação,

assistência social, esporte, cultura estão

previstos no Anexo III - Metas Físicas e Propostas das Políticas Sociais, que faz parte integrante desta Lei;

XV - fortalecimento do potencial logístico da região para instalação de empresas de comércio, serviços e indústrias nos barracões ao longo da ferrovia, e nas áreas definidas como ZICS ao longo das rodovias, conforme Mapa 06: ”Macrozoneamento e Áreas Especiais”, em anexo;

XVI - implantação de mini–distrito na gleba localizada entre Avenida do Contorno, Av. Marginal e rua 6, anexa ao Fortunato Rocha Lima;

XVII - reforma do bosque dos Eucaliptos do Núcleo Edson Francisco da Silva (ampliação de área de lazer e esporte) em toda extensão ociosa, junto ao Bosque da Rua Joaquim Sampaio;

XVIII - criação de área de lazer no Eldorado II, paralelo com a Rodovia Bauru–Marília, na extensão da Rua Laudze Garcia de Menezes;

3.3. ÓRGÃOS ONDE O EMPREENDIMENTO SERÁ ANALISADO

E APROVADO

O incorporador aprovará os projetos do empreendimento “Condomínio Residencial SEM DENOMINAÇÃO” nos seguintes órgãos:

 Prefeitura Municipal de Bauru; e

 GRAPROHAB – Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais, ligado a Secretaria de Estado de Habitação.

(32)

EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Atendimento à Legislação Pertinente – Capítulo 3 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 9 Empreendimentos - GAE, instruído de Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV e do Relatório de Impacto de Vizinhança - RIVI, em conformidade com a Lei Municipal n° 5.631/2008.

A elaboração deste documento visa atender o disposto no Plano Diretor, que condiciona em seu Art. 112º, “Nos termos do art. 36, do Estatuto da Cidade, o Município poderá exigir a elaboração de Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV e de seu respectivo Relatório de Impacto de Vizinhança – RIV, a que se dará à devida publicidade, para pólos geradores de tráfego ou atividades capazes de causar significativos transtornos relativos à poluição sonora, do ar, visual, de iluminação e ventilação definidos em legislação específica”.

No Inciso 3º, do Art. 112º, foi estipulado o prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias após a publicação do Plano Diretor para encaminhamento à Câmara Municipal do Projeto de Lei específico para elaboração do EIV, sendo a Lei Municipal nº 6.626, de 18 de Fevereiro de 2015.

O Art. 4º da Lei Municipal 6.626/2015, descreve que os empreendimentos que obrigatoriamente dependerão de elaboração de Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV e do respectivo Relatório de Impacto de Vizinhança – RIV, e do Estudo de Viabilidade Técnica do DAE, a serem submetidos à análise, para aprovação de projeto e obtenção de licenciamento de construção e/ou funcionamento nos órgãos municipais competentes, são os seguintes:

I - VETADO;

II - cemitérios, crematórios e necrotérios;

III - frigoríficos, curtumes, matadouros e abatedouros; IV - VETADO;

V - terminais rodoviários, ferroviários e aeroviários; VI - terminais de cargas;

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Atendimento à Legislação Pertinente – Capítulo 3 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 10 IX- hospitais, laboratórios de análises clínicas e patológicas, instalações radiológicas, de radioterapia, quimioterapia, clínicas veterinárias, centros médicos e consultórios com área construída computável (ACC) igual ou superior a mil metros quadrados (1.000m²);

X - serviços de diversões, boates, casas de festas e estabelecimentos com música ao vivo ou mecânica, com área construída computável (ACC) igual ou superior a mil metros quadrados (1.000 m²);

XI - VETADO;

XII- armazéns, depósitos, centros comerciais, shopping centers, lojas de departamentos, pavilhões de feiras e exposições com área construída computável (ACC) igual ou superior a dois mil metros quadrados (2.000 m²); XIII - edificações ou grupamento de edificações com uso

comercial, residencial ou misto, individual ou

coletivo, e, com área edificável computável igual ou superior a oito mil metros quadrados (8.000 m²), limitados a oitenta unidades;

XIV - postos de abastecimento de combustíveis, garagens cobertas ou descobertas de veículos de transportes coletivos e/ou de cargas, transportadoras, e veículos de passeio, com área terreno (AT) igual ou superior a três mil metros quadrados (3.000 m²);

XV - edificações ou grupamento de edificações com uso industrial, com área total construída (ATC) igual ou superior a quatro mil metros quadrados (4.000 m²) ou com área de terreno (AT) igual ou superior a cinco mil metros quadrados (5.000 m²) e atividades industriais enquadradas como de médio e alto potencial poluidor com qualquer área;

(34)

EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Atendimento à Legislação Pertinente – Capítulo 3 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 11

XVII- VETADO;

XVIII - parcelamento de solo em área urbana ou de expansão acima de 7.000 m²;

XIX - supermercados e hipermercados com área superior a 1.500 m²;

XX - aprovação ou licença de localização e

funcionamento de atividades com qualquer mudança de uso, em imóveis regularmente existentes, com ou sem

acréscimo de área, desde que se enquadre em

empreendimento gerador de impacto nos termos desta lei; XXI - aprovação de reforma com acréscimo de área em empreendimentos ou atividades regularmente existentes, desde que, com as novas características se enquadrem em empreendimento gerador de impacto nos termos da presente lei.

De acordo com a Lei Municipal, Art. 5º, o Estudo do Impacto de Vizinhança – EIV deverá contemplar os aspectos positivos e negativos do empreendimento sobre a qualidade de vida da população residente ou usuária da área em questão e seu entorno, devendo incluir, no que couber, a análise e proposição de solução para as seguintes questões:

I - adensamento populacional; II - uso e ocupação do solo; III - ventilação e iluminação;

IV - valorização e/ou desvalorização imobiliária;

V - áreas de interesse histórico, cultural,

paisagístico e ambiental;

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Atendimento à Legislação Pertinente – Capítulo 3 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 12 VIII - sistema de circulação e transportes, incluindo,

entre outros, tráfego gerado, acessibilidade,

estacionamento, carga e descarga, embarque e

desembarque;

IX - poluição sonora, atmosférica, hídrica, do solo, eletromagnética, visual e outras;

X - vibração;

XI - periculosidade;

XII - geração de resíduos sólidos; XIII - riscos ambientais;

XIV - impacto socioeconômico na população residente ou atuante no entorno.

Parágrafo único - A cada exigência de alterações no EIV, a

mesma deverá vir acompanhada de novo registro de

Responsabilidade Técnica por profissional qualificado.

Em conformidade com o Art. 6º, o Poder Executivo Municipal, para eliminar ou minimizar impactos negativos a serem gerados pelo empreendimento, poderá solicitar como

condição para aprovação do projeto, alterações e

complementações no mesmo, ou expedição de alvarás, a execução de melhorias na infraestrutura urbana e de equipamentos comunitários, tais como:

I - ampliação das redes de infraestrutura urbana;

II - área de terreno ou área edificada para instalação de equipamentos comunitários em percentual compatível com o necessário para o atendimento da demanda a ser gerada pelo empreendimento;

(36)

EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Atendimento à Legislação Pertinente – Capítulo 3 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 13 V - manutenção de imóveis, fachadas ou outros elementos arquitetônicos ou naturais considerados de interesse paisagístico, histórico, artístico ou cultural, bem como recuperação ambiental da área;

VI - cotas de emprego e cursos de capacitação profissional, entre outros;

VII- possibilidade de construção de equipamentos públicos, sociais e obras em outras áreas da cidade; VIII- manutenção de áreas verdes, e implantação de arborização urbana.

(37)

C

ARACTERIZAÇÃO DO

E

MPREENDIMENTO

(38)

EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Caracterização do Empreendimento – Capítulo 4 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 1

4. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

O empreendimento pretendido consiste na implantação do “Condomínio Residencial SEM DENOMINAÇÃO”, localizado no imóvel denominado de Fazenda Noroeste, remanescente da Gleba A, de propriedade da empresa MFMT Construtora e Incorporadora LTDA, objeto da matrícula nº 76.415, do 1º CRI de Bauru, conforme apresentado no Anexo.

O projeto do empreendimento foi elaborado em

atendimento às diretrizes e legislações municipais, estaduais e federais, atendendo aos órgãos sanitários principalmente no que se referem à distribuição das áreas institucionais, áreas verdes, arruamentos, quadras, unidades residenciais, etc. O empreendimento será para fins residenciais atendendo as diretrizes municipais, bem como, as necessidades da população.

4.1. HISTÓRICO DO EMPREENDIMENTO

O histórico deste empreendimento é descrito a seguir:

 Empreendimento “Condomínio Residencial SEM

DENOMINAÇÃO”, a ser implantado numa área de 7.949,11 m² e está distribuído conforme Projeto Urbanístico (Anexo).

4.2. PLANO GERAL DE URBANIZAÇÃO

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As vias do empreendimento estão projetadas para atender a necessidade de tráfego do condomínio, harmonizando com a topografia local.

Os quadros a seguir, apresentam resumo geral de todas as áreas do empreendimento:

4.2.1. RESUMO DO EMPREENDIMENTO

ESPECIFICAÇÃO

ÁREAS (m

2

)

%

1. ÁREA UNIDADES (41 unidades residenciais e 1 Comercial)

2.891,53 36,38

2. ÁREAS PÚBLICAS

2.1. Sistema Viário (Leito carroçável + passeios) 2.277,46 28,65

2.2. Área Institucional 175,18 2,20

2.3. Equipamentos Comunitários 765,18 9,63

2.4. Área de Uso Público 229,13 2,88

2.5. Espaços livres de uso público - Áreas Verdes = 873,68 m² (10,99%)

- Sistemas de lazer =736,72 m² (9,27%) 1.610,40 20,26

ÁREA LOTEADA 7.949,11 100,00

ÁREA TOTAL DA GLEBA 7.949,11

4.2.2. ESPECIFICAÇÕES DAS CONSTRUÇÕES

a) Número de lotes: 41 unidades residenciais; b) Área individual dos lotes: 65,00 a 89,02 m²; e

(40)

EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Caracterização do Empreendimento – Capítulo 4 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 3

4.2.3. POPULAÇÃO ESTIMADA

Quantidade de Unidades Residenciais

Área das Unidades Residenciais (m²) Número habitantes/unidade Número total de habitantes 41 2.722,65 05 205

4.3. INFRAESTRUTURA BÁSICA GERAL

Para uma perfeita funcionalidade, viabilização e segurança do empreendimento serão implantadas as seguintes obras de infraestrutura básicas gerais, de acordo com as normas técnicas da Prefeitura Municipal:

 Sistema de água potável – alimentação e distribuição;

 Sistema de esgotamento sanitário;

 Sistemas de drenagem de águas pluviais;

 Sistemas de guias, sarjetas e pavimentação asfáltica;

 Sistema de energia elétrica; e

 Sistema de coleta e destinação de resíduos sólidos. A seguir, são descritos os sistemas em suas linhas gerais, válidos para todo o empreendimento.

4.3.1. SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

O sistema de abastecimento de água do empreendimento será desenvolvido em conformidade com a Certidão de Diretriz nº 017/2015 fornecida pelo DAE (Departamento de Água e Esgoto de Bauru), objeto do Processo Administrativo DAE nº 300/2015, apresentada no anexo.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Caracterização do Empreendimento – Capítulo 4 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 4 denominado de Santa Candida II e construção dos reservatórios, previsto para entrar em operação no 2º semestre de 2016.

O empreendedor deverá realizar a extensão da rede em DN 50 mm, interligando os pontos pela Rua Joaquim da Conceição Mattos, quarteirão 01, conforme croqui anexo.

Caso a perfuração do poço Santa Candida II e a

construção dos reservatórios não se concretizem, o

empreendedor deverá prever abastecimento mediante produção própria (poço particular) desde que seja dentro da área do Condomínio, atendendo as exigências do Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado – DAEE e Portaria nº 518, de 25 de março de 2004, do Ministério da Saúde.

Para as redes de distribuição internas, o

empreendimento deverá adotar como diâmetro mínimo 50 mm, utilizando tubo PVC 6,3 PBA (0,75 Mpa), com juntas elásticas integradas, para pressões de até 40 mca, que é a pressão estática máxima permitida na rede. A pressão dinâmica mínima permitida na rede é de 10 mca. Prever instalar válvulas redutoras de pressão quando necessário.

Em redes com diâmetro de 100 mm, não serão aceitos ramais domiciliares.

Todos os materiais adquiridos deverão ser acompanhados por laudos de inspeção, elaborados por técnicos idôneos, em total conformidade com as exigências da NBR 5647. Esses laudos deverão ser apresentados ao DAE antes do início da execução das obras.

4.3.2. SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Caracterização do Empreendimento – Capítulo 4 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 5

De acordo com a Certidão do DAE, o esgotamento sanitário do empreendimento deverá ser coletado por suas redes internas e, ser conduzidos até o interceptor do Córrego Água da Grama pela Avenida Waldemar Guimarães Ferreira, com a substituição da rede existente para o diâmetro de 400 mm em PVC Ocre para o esgoto sanitário, conforme cadastro anexo, por aproximadamente 450 metros.

PONTO DE LANÇAMENTO:

- Localização: PV 55 DA av. Waldemar Guimarães Ferreira;

- Material: Tubo PVC ocre com diâmetro de 500 mm; - Profundidade: 2,77 m;

Para as redes coletoras internas, o empreendedor deverá adotar como diâmetro de partida o mínimo de 150 mm, utilizando tubo PVC para esgoto e poços de visita em aduelas pré-moldadas de concreto armado.

O empreendimento deverá também prever a contribuição financeira em contrapartida ao impacto da produção de esgoto lançado pelo mesmo na rede pública coletora de esgoto, conforme TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado com o Ministério Público Estadual em 07/07/2011, texto reproduzido a seguir.

“...que aplicar-se-á, neste caso, o item 4 da convenção de 30 de agosto de 2010, ou seja: enquanto não implantado totalmente o Sistema de Tratamento de Esgoto de Bauru, o Município de Bauru e sua autarquia, através deles ou de seus

sucessores, ou ainda, de seus prepostos legalmente

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Caracterização do Empreendimento – Capítulo 4 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 6 pela produção de esgoto que o empreendimento gerar, cujo modo de cálculo e pagamento respeitará a legislação municipal, ou a construção e implementação de sistema próprio e específico de tratamento de efluentes para o empreendimento, excluindo os

empreendimentos destinados à regularização fundiária e

programas governamentais de habitação popular urbana de interesse social, voltados à população de “baixa renda”, cuja

responsabilidade, neste caso, será do Poder Público

Municipal”.

O valor correspondente ao impacto pela produção de esgoto sanitário gerado pelo empreendimento será calculado segundo o exposto na Resolução 05/2012, que define o valor de

12,32 UFESP por habitante previsto na ocupação do

empreendimento.

A disposição final dos efluentes de esgoto será no Rio Bauru, corpo d’água receptor de classe 04 onde será construída a ETE do Município.

De preferência as redes coletoras de esgoto deverão ser duplas e construídas nos passeios públicos projetados. Deverão ser construídos todos os ramais domiciliares conforme padrão do DAE. Não serão aceitos nos projetos TIL ou caixas de passagem.

Vale ressaltar que, todos os materiais adquiridos deverão ser acompanhados por laudos de inspeção, elaborados por técnicos idôneos, em total conformidade com as exigências da NBR 7362. Esses laudos deverão ser apresentados ao DAE antes do início da execução das obras.

4.3.3. SISTEMA DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Caracterização do Empreendimento – Capítulo 4 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 7 excesso ocasionado pela urbanização), e dissipadores de energia antes do lançamento ao curso d´água.

4.3.4. SISTEMA VIÁRIO

Com relação ao sistema viário, todo o projeto foi elaborado de forma a possibilitar acesso fácil e rápido ao empreendimento (integração com a malha viária existente) como também permitir um excelente fluxo interno, e está de acordo com as diretrizes da Prefeitura Municipal.

O sistema viário do empreendimento apresenta ruas com 10,00 metros de largura, sendo o leito carroçável de 7,00 metros. Acompanhando todo o sistema viário estão previstos passeios públicos (calçadas) de 1,50 metros de largura, conforme apresentado no Projeto Urbanístico anexo.

Serão implantadas placas indicativas com a denominação das ruas e com postes de fixação, de acordo com as diretrizes da Prefeitura Municipal de Bauru.

O empreendimento terá como acesso e egresso principal a Rua Joaquim da Conceição Mattos, sendo pavimentadas e com todas as benfeitorias necessárias para o bem estar da população.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Caracterização do Empreendimento – Capítulo 4 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 8 Foto 01/07 – Cruzamento da Rua

Virgílio Malta com a Avenida Duque de Caxias.

Foto 02/07 – Rotatória de acesso a Rua Wenceslau Braz.

Foto 03/07 – Rua Wenceslau Braz.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Caracterização do Empreendimento – Capítulo 4 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 9 Foto 05/07 – Avenida Elias Miguel

Maluf.

Foto 06/07 – Rotatória de acesso a Rua Joaquim da Conceição Mattos.

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4.3.5. PROJETO DE ARBORIZAÇÃO DOS PASSEIOS E

DE RECOMPOSIÇÃO FLORESTAL DAS ÁREAS

VERDES E SISTEMAS DE LAZER

Visando à qualidade de vida dos futuros moradores do empreendimento será elaborado projeto de arborização dos passeios públicos e de recomposição florestal das áreas verdes e sistemas de lazer do empreendimento, com os seguintes objetivos:

 Arborizar, urbanizar e melhorar o aspecto paisagístico das áreas verdes e sistemas de lazer, assim como os passeios públicos;

 Proteger o solo contra processos erosivos, melhorando as condições de infiltrações e diminuindo o escoamento superficial da água das chuvas;

 Favorecer a conservação da fauna local, atraindo, abrigando e sustentando aves e pequenos animais silvestres da região;

 Favorecer a conservação da flora local; e

 Contribuir para o meio ambiente local, a

biodiversidade, ao combate à desertificação e o desenvolvimento sustentável.

Dentre as operações técnicas para plantio, destacam-se as seguintes: combate a formigas, preparo do solo, alinhamento e marcação de covas, abertura e adubação de covas, seleção de espécies para plantio, plantio das mudas, coroamento e irrigação.

(48)

EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Caracterização do Empreendimento – Capítulo 4 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 11 ventura venham a morrer serão substituídas de imediato por outras sadias, do mesmo porte das demais, de forma a se igualar às outras já plantadas anteriormente e sadias.

Os projetos de arborização dos passeios públicos e de recomposição florestal das áreas verdes e sistemas de lazer deverão estar em conformidade com a legislação municipal vigente.

4.3.6. REDE

DE

DISTRIBUIÇÃO

DE

ENERGIA

ELÉTRICA

A rede de energia elétrica e iluminação pública serão implantadas conforme normas da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL).

O projeto será apresentado para aprovação definitiva com os demais projetos de infraestrutura à Prefeitura Municipal de Bauru.

4.3.7. SISTEMA DE COLETA E DESTINAÇÃO DOS

RESÍDUOS SÓLIDOS DOMÉSTICOS E DE MATERIAIS

RECICLÁVEIS

O projeto de coleta dos resíduos sólidos domésticos e de materiais recicláveis do “Condomínio Residencial SEM DENOMINAÇÃO” será elaborado em conjunto com a Prefeitura Municipal de Bauru e deverá obedecer à Lei Estadual nº 12.528/2007 e a Lei Federal 12.305/2010 que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Os resíduos domiciliares serão coletados periodicamente pelo Município e a Prefeitura Municipal de Bauru será responsável pela manutenção do Sistema.

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4.4. ETAPAS DE IMPLANTAÇÃO

4.4.1. DESCRIÇÃO

DOS

PRINCIPAIS

SERVIÇOS

DURANTE A ETAPA DE CONSTRUÇÃO

A implantação do empreendimento terá início com o recrutamento e a contratação de mão-de-obra especializada para realização de levantamentos e para a implantação das etapas relacionadas abaixo:

 Instalação e operação do canteiro de obras;

 Mobilização de caminhões, máquinas e equipamentos;

 Remoção da camada superficial do solo para implantação do sistema viário interno e da infraestrutura;

 Terraplenagem;

 Demarcação topográfica das unidades autônomas;

 Execução das obras dos dispositivos de drenagem pluvial do sistema viário interno;

 Implantação da Rede Coletora de Esgoto;

 Implantação de Rede de Distribuição de Água Potável;

 Implantação da Rede de Energia Elétrica (Pública e Domiciliar);

 Pavimentação do sistema viário, interligando ao sistema viário municipal;

 Arborização dos passeios públicos e recomposição

florestal das áreas verdes e sistemas de lazer; e

 Guias e Sarjetas.

4.4.2. PREPARO DO TERRENO E PROJETO GERAL DE

TERRAPLENAGEM

Com base nas características topográficas e nas

condições geotécnicas da área do empreendimento foi

(50)
(51)

D

IAGNÓSTICO

A

MBIENTAL

(52)

EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Diagnóstico Ambiental – Capítulo 5 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 1

5. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL

5.1. DEFINIÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO

Para elaboração do presente diagnóstico, foi

considerado como área de estudo, primeiramente, o Município de Bauru, com a finalidade de apresentar um cenário de inserção do empreendimento no Município.

Os estudos nesta área basearam-se na coleta de dados secundários, obtidos de trabalhos e estudos anteriores elaborados por entidades públicas e privadas, destacando aqueles realizados por instituições como as Fundações SEADE, IBGE, Comitês de Bacias Hidrográficas, DAEE, UNESP, Prefeitura Municipal, DAE, etc.

Para um detalhamento e complementação dos dados secundários obtidos nos estudos da área de influência indireta, através da análise e integração de investigações e levantamentos específicos de dados dos meios socioeconômico e físico, foram ainda consideradas as Áreas de Vizinhança Imediata e Mediata, que estabelece:

a) A vizinhança imediata - aquela instalada no(s) lote(s) e ou quadra(s) em que o empreendimento proposto se localiza; e

b) A vizinhança mediata - aquela situada na área de influência do projeto e que pode por ele ser atingida.

A Área de Vizinhança Imediata corresponde, à área que será efetivamente afetada pela implantação do empreendimento e que sofrerá os impactos diretos da implantação e operação do mesmo, ou seja, o próprio limite do empreendimento.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Diagnóstico Ambiental – Capítulo 5 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 2 do empreendimento. Esta área abrange as áreas próximas, sendo a Vila Dutra, Jardim Marilu, Jardim Prudência, Jardim Nova Esperança, Núcleo Habitacional Edson Francisco da Silva, entre outros, conforme apresentado na Figura 1.

Figura 1: Local do empreendimento e a área de influência do projeto.

Fonte: Google Earth modificado.

Para elaboração dos estudos na Área de Vizinhança

Mediata, tratando dos aspectos dos meios físico e

(54)

EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Diagnóstico Ambiental – Capítulo 5 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 3

5.2. ASPECTOS DO MEIO FÍSICO

5.2.1. MUNICÍPIO DE BAURU

5.2.1.1. CLIMA

A classificação do clima para a cidade de Bauru, pelo método de Köeppen, é do tipo Cwa, localizada na zona considerada como clima sub tropical mesotérmico ou tropical de altitude (KRONKA DIAS et al., 2000). Esta classificação é caracterizada por possuir clima quente com inverno seco, no qual a temperatura média do mês mais frio é inferior a 18ºC e a do mês mais quente ultrapassa 22ºC (MIRANDA, 2005, apud VELOZO, 2006), conforme apresentado na Figura 2.

Figura 2: Classificação climática do Estado de São Paulo.

Fonte: CEPAGRI, 2014.

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EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança Diagnóstico Ambiental – Capítulo 5 Condomínio Residencial “SEM DENOMINAÇÃO” Página | 4 vai de abril a setembro, com o trimestre mais seco entre junho a agosto. A precipitação média anual em anos normais é de 1.331 mm e a temperatura média é superior a 22ºC (CEPAGRI, 2014).

5.2.1.2. SOLO

Os principais tipos de solo presente na cidade de Bauru são classificados como sendo dos tipos latossolos vermelhos e Argissolos vermelho-amarelo (Figura 3). O solo presente na gleba do empreendimento é classificado como sendo do tipo Argissolos vermelho amarelo, que consiste em um solo mineral com argila de atividade baixa e horizonte B nítico

imediatamente abaixo de qualquer tipo de horizonte

superficial. Também apresentam profundidade variável e textura que varia de arenosa a argilosa no horizonte A e média a muito argilosa no horizonte B (MANOSSO, 2006).

Nesta classe de solos estão incluídos aqueles que foram classificados pela Embrapa como Podzólico Vermelho-Amarelo, argila de atividade baixa, pequena parte de Terra Roxa Estruturada, Terra Roxa Estruturada Similar, Terra Bruna Estruturada e Terra Bruna Estruturada Similar, todos com gradiente textural necessário para caracterizar um horizonte B textural, em qualquer caso eutrófico, distrófico ou álico, e mais recentemente, o Podzólico Vermelho-Escuro com B textural e também o Podzólico Amarelo.

(56)

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Figura 3: Mapa de Solos do Brasil, região do Município de Bauru –

SP.

Fonte: IBGE (2001).

Seguindo a classificação da EMBRAPA (1999) – Sistema

Brasileiro de Classificação de Solos, o local do

(57)

MFMT CONSTRUTORA E INCORPORADORA LTDA

Avenida Copacabana, nº 177, Sala 81, Empresarial 18 do Forte – Alphaville, Barueri – SP CNPJ nº 13.247.810/0001-99

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5.2.1.3. QUALIDADE DO AR

A CETESB monitora a qualidade do ar no Município de Bauru desde 2011, através de uma rede manual de monitoramento da qualidade do ar.

De acordo com CETESB, na Estação de Amostragem de Bauru, as médias aritméticas anuais obtidas encontram-se abaixo de 5 ug/m3 (limite de detecção do método). Com relação à fumaça, as médias aritméticas anuais para este poluente não ultrapassaram o padrão primário de 22 ug/m3 em nenhuma das estações monitoradas pela CETESB. Porém, não há uma tendência perceptível de redução nos valores de concentração na maioria dos Municípios monitorados, como é o caso de Bauru.

5.2.1.4. RECURSOS HÍDRICOS

SUPERFICIAIS

Em função de suas características naturais, bacias hidrográficas têm se tornado importante unidade espacial utilizada para gerenciar atividades de uso e conservação dos recursos naturais, principalmente nas situações atuais de grande pressão sobre o ambiente em função do crescimento populacional e do desenvolvimento (SILVA et al., 2006).

O Departamento de Água e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE) adotou vinte e duas (22) bacias hidrográficas

como unidade físico - territorial de planejamento e

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Referências

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