Instrução de Trabalho no Versão no. 01 data: 22/03/2019. Assunto: Condução de Viaturas Operacionais e Administrativa

Texto

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CONTEÚDO

1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO ... 3

2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO ... 3

3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO ... 3

4. REFERÊNCIAS ... 3

5. SIGLAS E PALAVRAS-CHAVE ... 4

6. DESCRIÇÃO DO PROCESSO... 4

6.1 TERMOS E DEFINIÇÕES ... 5

6.2 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES ... 5

6.3 GESTÃO DE FROTA: ... 6

6.4 INSPEÇÃO VEICULAR ... 6

6.5 TRANSPORTE DE ESCADAS ... 18

6.6 GRADES DE SEPARAÇÃO DE MATERIAIS E BANDEJAS ... 19

6.7 VEÍCULOS DE CARGA, REBOQUE E SEMI-REBOQUES ... 20

6.7.1. REBOQUE E SEMI-REBOQUE ... 21

6.7.2. ENGATE VEICULAR ... 21

6.8 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO VEICULAR ... 22

6.9 CARROCERIAS, BAÚS E CABINES AUXILIARES ... 33

6.10 MOTOS ... 35

6.10.1. TIPO DE PARTIDA ... 36

6.10.2. TIPO DE MOTO ... 36

6.10.3. IDENTIFICAÇÃO ... 36

6.10.4. PNEU ... 36

6.10.5. PROTEÇÃO DA MOTO ... 36

6.10.5.1. PROTETOR DO MOTOR (MATA CACHORRO) ... 36

6.10.5.2. ARCO ANTI CEROL OU ANTENA ... 37

6.10.6. BAÚ ... 38

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6.10.7. KIT DE TRAÇÃO ... 38

6.11 SELEÇÃO, TREINAMENTO E AVALIAÇÃO DE CONDUTORES ... 39

6.11.1. SELEÇÃO DO CONDUTOR ... 39

6.11.1.1. SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO ... 39

6.11.1.2. RECICLAGEM DO CONDUTOR ... 39

6.11.1.3. INFORMAÇÕES SOBRE O CONDUTOR ... 39

6.11.2. CARGA HORÁRIA DO TREINAMENTO ... 40

6.11.3. AVALIAÇÃO... 40

6.12 PLANEJAMENTO DE ROTAS ... 40

6.13 TRATAMENTO DE NÃO CONFORMIDADES ... 41

6.14 AÇÕES ADICIONAIS E OBSERVAÇÕES ... 41

6.15 CONTROLE DE REGISTROS... 42

7. ANEXOS ... 42

7.1 ANEXO A - GRADE DE TREINAMENTO; ... 42

7.2 ANEXO B - ESCALA DE SONOLÊNCIA EPWORTH; ... 42

7.3 ANEXO C - MODELO DE ROTOGRAMA; ... 42

7.4 ANEXO D - CARTÃO DE AUTO CHECK-UP; ... 42

RESPONSÁVEL POR SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE BRASIL Rafael Graça Lombardo

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1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO

Este documento estabelece diretrizes para a condução de viaturas operacionais ou administrativas que se encontrem a serviço da Enel Brasil. Estes critérios foram definidos com base na legislação aplicável, incluindo Normas Regulamentadoras e outras exigências de órgão regulamentadores e/ou fiscalizadores e ainda, com base em normas regulamentares aplicáveis as empresas contratadas e subcontratadas pelo grupo Enel Brasil e em suas distribuidoras.

Este documento se aplica a Infraestrutura e Redes Brasil e aos empregados das empresas contratadas e subcontratadas pelo grupo Enel Brasil e em suas distribuidoras.

2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO

Versão Data Descrição das mudanças

01 xx/xx/2019 Emissão da instrução de trabalho

3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO

Responsável pela elaboração do documento:

 Saúde, Segurança e Meio ambiente Brasil.

Responsável pela autorização do documento:

 Saúde, Segurança e Meio ambiente Brasil;

 Qualidade de Processos Brasil.

4. REFERÊNCIAS

 Código Ético do Grupo Enel;

 Plano de Tolerância Zero à Corrupção;

 Procedimento Organizacional n.375, Gestão da Informação Documentada;

 Lei nª 9.503, de 23 de setembro de 1997 - Código de Trânsito Brasileiro;

 NR 11, Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;

 NR 18, Transporte de Trabalhadores em Veículos Automotores;

 Resolução nª 14/98 – Contran;

 Resolução nª 48/98 – Contran;

 Resolução nª 48/98 – Contran;

 Resolução nª 197, 25/07/06 – Denatran;

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 Resolução nª 231,15/03/07 – Contran;

 Resolução nª 827/96 – Contran;

 Resolução nª 152, 29/10/03 – Contran;

 Resolução nª 132, 02/04/02 – Contran;

 Portaria nª 16, 22/03/00 – Denatran;

 Resolução nª Nº 349, 17/05/10 – Contran;

 Resolução nª 220, 11/01/07 – Contran;

 Resolução nª 203, 29/06/06 – Contran;

 Resolução nª 268, 15/02/08 – Contran;

 Resolução nª 285, 29/06/08 – Contran;

 Norma Regulamentadora NR-12, Segurança no trabalho em Máquinas e Equipamentos - Anexo V – Motosserras - Anexo XII - Equipamentos de Guindar para Elevação de Pessoas e Realização de Trabalho em Altura;

 Aspectos de Segurança e Saúde constantes da Constituição Federal, Leis, Decretos, Portarias, Normas Regulamentadoras; Lei nº 6.514, de 22-12-1977, Portaria nº 3214, de 08-06-1978, Instruções Normativas e Resoluções no âmbito Federal, Estadual e Municipal;

 Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e Inmetro.

5. SIGLAS E PALAVRAS-CHAVE

Palavras Chaves Descrição

CLT Consolidações das Leis do Trabalho

CONTRAN Conselho Nacional de Trânsito

DENATRAN Departamento Nacional de Trânsito

NR Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego

6. DESCRIÇÃO DO PROCESSO

De forma a melhor compreender a finalidade dessa instrução de trabalho, considera-se pertinente enquadrá- la dentro de um âmbito teórico e prático, de acordo com as perspectivas de um trabalho voltado para a prevenção de acidentes em viaturas.

Assim, nessa instrução de trabalho, procuraremos abordar os conceitos que enquadram princípios e condutas para utilização de veículos, observados os preceitos legais relativos à utilização, conservação da frota, e define deveres e obrigações dos condutores, dos usuários de transportes, visando obter maior controle e melhor preservação, no sentido de prolongar a vida útil dos veículos, e reduzir o risco de acidentes.

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6.1 Termos e Definições

Estabelece princípios e condutas para utilização de veículos, observados os preceitos legais relativos à administração, utilização, conservação da frota, e define deveres e obrigações dos condutores, dos usuários e gestores de transportes, visando obter maior controle e melhor preservação, bem como a prevenção.

6.2 Atribuições e Responsabilidades

a) São considerados veículos aqueles previstos no Código de Trânsito Brasileiro;

b) Todos os veículos devem passar por manutenção periódica, com o registro das mesmas na base da empresa onde o veículo estiver lotado e na sede da empresa, para fácil acesso em uma auditoria, contendo no mínimo:

I) Dados de identificação do veículo e proprietário;

II) Data da manutenção;

III) Qual a manutenção realizada, informando detalhadamente todos os serviços feitos, peças substituídas, etc.;

IV) Dados da empresa responsável pela manutenção;

V) Dados do responsável pela manutenção;

VI) Rastreamento de peças e partes substituídas (pneus, peças, partes etc.);

VII) Custos da manutenção;

VIII) Em cada veículo é obrigatório o porte de uma planilha (Item 7.5 – Anexo E) contendo a última informação da manutenção realizada e a data da próxima, assinada por responsável pela empresa. Essa planilha deve estar à disposição para inspeções e auditorias. A ausência dessa planilha implica na paralisação da viatura/moto/caminhão;

IX) Veículos com datas de manutenções vencidas, deverão ser paralisados automaticamente, assim como em qualquer caso que o inspetor/auditor considere risco de segurança e incumprimento de exigência legal ou procedimental;

X) É obrigatório o porte do formulário de Check List Diário (item 7.5) na viatura completamente preenchido e assinado, e mediante qualquer alteração detectada, mesmo que corrigida, deve ser apontada na observação, com assinatura da liberação da viatura por responsável. Essa não conformidade deve ser apontada também no formulário previsto anexo E (Item 7.5);

c) Todos os veículos a serviço devem estar corretamente identificados, de forma legível e em local visível na carroceria do veículo, com exceção dos vidros;

d) Qualquer modificação ou alteração nas características originais de fábrica do veículo, deve ter avaliação, laudo de responsável e autorização dos órgãos de trânsito;

e) É proibido alteração de qualquer item de segurança veicular;

f) Veículos fabricados a partir de 2014, devem conter como item obrigatório de fábrica, Air Bag e ABS;

g) O período de renovação de frota e as características mínimas de cada, ficam estabelecidas de acordo com cada contrato.

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6.3 Gestão de Frota:

 Os veículos utilizados na execução dos serviços deverão estar em bom estado de conservação e atendendo à legislação pertinente para emissões atmosféricas e transportes;

 A contratada deverá realizar a medição de fumaça preta em sua frota, seguindo a legislação vigente e instrução de trabalho da Contratante em atendimento a normas internas da Enel Brasil;

 Recomendamos a verificação do nível de emissões atmosféricas em equipamentos e veículos a diesel, semestralmente por meio do uso da escala de Ringelmann ou opacímetro;

 Os veículos deverão estar isentos de vazamentos de óleo, combustível, bem como outros fluidos, evitando a poluição do solo, águas superficiais e subterrâneas, respondendo civil e criminalmente por quaisquer danos, obrigando-se a efetuar o devido reparo. Caso o veículo apresente vazamento, deve- se utilizar bandeja e/ou outro recipiente sob o veículo evitando a poluição do solo e providenciar o conserto do vazamento do veículo. Recolher o solo contaminado, para posterior destinação final;

 Os veículos deverão possuir kit de emergência ambiental (mantas/cordões absorventes, turfa, cordões de contenção, pás, enxadas, sacos plásticos PEAD) com volume de contenção suficiente para realizar um primeiro atendimento durante ocorrências de emergência ambiental (vazamentos de óleo hidráulico, óleo do motor, combustível, etc....). Deverá ainda ter um plano de emergência estruturado que atenda as exigências legais;

 O transporte deverá possuir toda a documentação do veículo e condutor, conforme legislações da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), legislações estaduais e municipais aplicáveis e as normas técnicas

6.4 Inspeção Veicular

Antes de colocar o veículo em circulação nas vias públicas, o condutor deverá diariamente verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de segurança e de uso obrigatório, dos itens de segurança veicular, através de Check List padrão (Itens 7.5 e 7.6), que deve conter no mínimo os seguintes itens, assim como observadas características abaixo na realização da checagem diária:

a) Triângulo de segurança (Dispositivo de sinalização refletora de emergência):

Figura 1: Triângulo de segurança

I) Deve possuir material refletivo, ter alcance mínimo, de visibilidade noturna de 150 m (cento e cinquenta metros), visibilidade diurna de 120 m (cento e vinte metros) e estabilidade ao vento,

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admitindo-se um deslocamento máximo de 5 cm (cinco centímetros), com giro de 10º (dez graus) em torno de um eixo horizontal ou um eixo vertical, em relação a sua posição original, quando submetido a uma corrente de ar de 60 Km/h (sessenta quilômetros por hora), no período de 3 minutos (três minutos);

II) O dispositivo de sinalização de emergência deverá funcionar independentemente do circuito elétrico do veículo;

III) Verificar se o mesmo pode ser montado adequadamente, não podendo possuir emendas ou partes danificadas;

IV) O dispositivo de sinalização refletora de emergência deve ser acompanhado de invólucro protetor ou ficar abrigado de forma segura quando estiver fora de uso;

V) O material empregado na fabricação no dispositivo de sinalização refletora de emergência não poderá sofrer deterioração pela ação de intempéries;

VI) Será obrigatória a gravação identificadora da empresa fabricante e do ano de fabricação do produto, em superfície refletora do dispositivo. Na superfície não refletora deverá haver indicação de como usar o dispositivo em caso de emergência.

b) Lanternas Traseiras: Luz de posicionamento, freio e marcha a ré. Devem funcionar perfeitamente.

Não podem estar desreguladas ou danificadas.

c) Espelhos retrovisores: Deve ser verificado se possuem ajuste e estão em perfeitas condições. Não podem estar trincados, rachados ou quebrados, não podendo possuir emendas.

d) Lavador de para-brisa: Devem estar desobstruídos, funcionando corretamente e seu receptáculo abastecido de água. Não podem estar danificados ou obstruídos.

e) Limpador de para-brisa: Devem estar funcionando corretamente, não podendo apresentar as seguintes situações:

I) Estar rachado, trincado, quebrado ou com emendas;

II) Apresentar os seguintes problemas na varredura:

Estrias: Lâmina de borracha fissurada ou rasgada pela ação do frio, do calor e das intempéries;

Figura 2: Estrias

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Empenamento: Poluição sobre o para-brisa ou sobre a lâmina. Lâmina deformada pela pressão elevada demais do suporte do limpador. Lâmina endurecida pelo envelhecimento ou pelo calor;

Figura 3: Empenamento

Movimentos bruscos + Barulho: Lâmina endurecida pelo envelhecimento ou calor. Lâmina deformada pela pressão elevada demais do suporte do limpador. Folga demasiadamente grande entre o limpador e o suporte dele;

Figura 4: Movimentos bruscos e barulhos

Zonas não varridas: Pressão insuficiente do suporte do limpador. Levantamento do limpador em velocidade alta. Pressão do limpador sobre o para-brisa mal distribuída.

Figura 5: Zonas não varridas

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f) Velocímetro: Deve estar em perfeito estado de funcionamento;

g) Buzina: Deve estar funcionando perfeitamente, não podendo ter som baixo e nem intermitente, com falhas;

h) Pneus: Devem seguir as seguintes orientações:

I) É proibida a utilização de pneus recauchutados;

II) Profundidade dos sulcos: os sulcos dos pneus devem ter no mínimo a profundidade de 1,6mm.

Devem ser medidos em seus sulcos, onde possua o TWI, conforme a ilustração abaixo:

Figura 6: Indicação do TWI

III) As medidas podem ser tomadas a partir de dois equipamentos:

Profundímetro: Para ser colocado nos sulcos, podendo ser analógico ou digital;

Figura 7: Detalhe do Profundímetro

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Cartão de Auto Check-Up: para ser colocado nos sulcos, podendo ser impresso na empresa em papel cartão, conforme manual de aplicação no Anexo D (Item 7.4).

Figura 8: Detalhe do Cartão Auto Check-Up

IV) Banda de rodagem lateral interna ou externa: deve estar em bom estado de conservação, não podendo apresentar desgaste acentuado. Pode ser causado por desalinhamento.

Figura 9: Detalhe do Desgaste no Pneu

V) Pneus calibrados: devem estar calibrados, com a área de contato adequada rente ao solo. Deve- se verificar o pneu frontalmente e lateralmente;

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Figura 10: Calibração dos pneus e ponto de contato sobre o solo

Figura 11: Carros e motos com 2 sulcos. Caminhões com 3 sulcos

i) É proibida a utilização de pneus de especificações diferentes no mesmo veículo, com exceção do estepe – roda sobressalente (por exemplo: pneus de larguras e tamanhos diferentes no mesmo veículo);

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j) Extintor de incêndio:

Figura 12: Extintor

 Quanto ao uso de Extintor de Incêndio, devemos nos atentar quanto a: RESOLUÇÃO Nº 556, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015;

 Torna facultativo o uso do extintor de incêndio para os automóveis, utilitários, camionetas, caminhonetes e triciclos de cabine fechada;

 É obrigatório o uso do extintor de incêndio para caminhão, caminhão-trator, micro-ônibus, ônibus, veículos destinados ao transporte de produtos inflamáveis, líquidos, gasosos e para todo veículo utilizado no transporte coletivo de passageiros;

 Os extintores de incêndio deverão atender às seguintes exigências:

I. Nos veículos automotores previstos, deverão ter a durabilidade mínima e a validade do teste hidrostático de cinco anos da data de fabricação, e ao fim deste prazo o extintor será obrigatoriamente substituído por um novo; (redação dada pela Resolução nº 223/07).

II. Nos veículos automotores previstos, deverão ter durabilidade mínima de três anos e validade do teste hidrostático de cinco anos da data de fabricação."

 A partir de 1º de outubro de 2015, os veículos automotores obrigados a utilizar o extintor de incêndio só poderão circular equipados com extintores de incêndio com carga de pó ABC;

 A partir de 1º de outubro de 2015, os proprietários de automóveis, utilitários, camionetas, caminhonetes e triciclos de cabine fechada, que optarem pela utilização do extintor de incêndio, deverão utilizar extintores de incêndio com carga de pó ABC;

 Devem estar com seus lacres intactos, não podendo apresentar fissuras, ferrugem, amassados, rachaduras e despressurização (verificada no manômetro presente em alguns extintores);

 Não pode estar dentro de saco ou sacola;

 Não pode estar fora do suporte apropriado, devendo ser de fácil acesso.

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k) Cinto de segurança:

Figura 13: Cinto de segurança

I) Devem ter cintos de segurança graduável e de três pontos disponível para todos (condutor e passageiro (s) que estejam utilizando o veículo, com exceção dos cintos dos assentos centrais para carros serem sub-abdominais;

II) Devem estar em perfeito estado de conservação, não podendo conter rasgos de qualquer espécie ou tamanho. As conexões devem estar funcionando perfeitamente e não podem possuir rachaduras, fissuras ou partes quebradas;

III) É proibida a fixação de qualquer dispositivo ou equipamento no sistema do cinto de segurança.

l) Roda sobressalente: (Estepe)

Figura 14: Estepe

I) A roda sobressalente compreende o aro e o pneu, devendo estar em perfeito estado, calibrado e sem desgastes;

II) O pneu da roda sobressalente pode possuir especificação diferente dos demais pneus;

III) Deve ser feita a medição dos sulcos.

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m) Película refletiva:

Figura 15: Película refletiva

I) Deverá exibir em sua construção uma marca de segurança comprobatória de laudo realizado para o coeficiente de retrorrefletividade, com a gravação das palavras APROVADO DENATRAN, com 3mm de altura e 50mm de comprimento em cada segmento da cor branca do retrorrefletor.

II) Nos veículos, cujas carrocerias sejam lisas nos locais de afixação e que garantam perfeita aderência, os dispositivos de segurança poderão ser auto adesivados e opcionalmente colados diretamente na superfície da carroceria.

III) Os veículos com carroceria de madeira ou metálicos com superfície irregular, cuja superfície não garanta uma perfeita aderência, deverão ter os dispositivos afixados primeiramente em uma base metálica e deverão atender os seguintes requisitos:

Base metálica: Largura, espessura e detalhes das abas que deverão ser dobradas de modo a selar as bordas horizontais do retrorrefletor (mm).

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Figura 16: Faixa Refletora

IV) Para veículos de carga com PBT superior a 4536 kg:

 Os Dispositivos Refletivos de Segurança devem ser afixados nas laterais e na traseira da carroçaria, o mais próximo possível da borda inferior;

 Esses Dispositivos devem estar alinhados ao longo do comprimento e da largura do veículo;

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 Para veículos com carroçaria tipo furgão, a posição dos dispositivos, nos cantos superiores e inferiores da traseira e laterais, poderá ser ajustada para evitar os obstáculos, de modo que demonstre a forma e dimensões da carroçaria dos veículos.

Figura 17: Disposição das Faixas Refletoras

 Nos veículos com carroçaria tipo tanque, os dispositivos de segurança, deverão ser aplicados no alinhamento central do tanque ou afixado horizontalmente na borda inferior das laterais e traseira, acompanhando o perfil da carroçaria;

Figura 18: Disposição das Faixas Refletoras

Figura 19: Disposição lateral das Faixas Refletoras

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 Para veículos com carroçaria para transporte de postes, a posição dos dispositivos, nas laterais da prancha da carroceria e da traseira, de modo que demonstre a forma e dimensões da carroçaria do veículo.

 Em quaisquer outros tipos de veículos, cuja condições estruturais dificultem a aplicação do dispositivo refletivo de segurança, deverá ser afixada estrutura auxiliar, na carroçaria do veículo, que permita a aplicação do dispositivo;

 A aplicação dos dispositivos nos pára-choques traseiros, dos veículos de carga com PBT superior a 4.536 Kg, deverá ser de forma que a parte vermelha fique voltada para as extremidades do pára-choque;

 Somente será admitida a adaptação (cortes) do dispositivo de segurança, nos locais onde haja um impedimento físico, como nos casos dos cantos e extremidades das laterais e traseira das carrocerias;

Figura 20: Disposição das Faixas Refletoras

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 Os dispositivos refletivos, devem estar aparentes na sua totalidade, mesmo nos veículos que utilizem lonas (encerados) para cobertura da carga. A lona deve ser colocada de forma que os dispositivos fiquem aparentes, ou ser também demarcada com dispositivo refletivo flexível;

 Outro exemplo de sinalização em carroçaria de madeira:

Figura 21: Disposição das Faixas Refletoras

6.5 Transporte de Escadas

Figura 22: Porta escada

Todos os veículos que realizam o transporte de escadas, devem:

a) Possuir porta escada (malhal) padrão, de acordo com a especificação técnica da contratante;

b) O porta escada (malhal) deve estar em perfeitas condições, não podendo apresentar fissuras, rachaduras ou ferrugem. Sua conexão com o teto da viatura deve estar devidamente vedada, evitando a infiltração de água no interior do veículo;

c) As escadas só poderão se projetar além do veículo para trás, deverão estar bem visíveis e sinalizadas, com o uso de bandeirolas padrão da contratante em perfeito estado de conservação;

d) Portar autorização para condução de escadas, quando aplicável;

e) O fabricante do suporte (porta escada/malhal) deve informar as condições de fixação da carga na parte superior externa da carroçaria e sua fixação deve respeitar as condições e restrições estabelecidas pelo fabricante do veículo. As escadas devem ser presas (porta escada/malhal) através de cinta de couro em quatro pontos.

f) Portar autorização para condução de postes, quando aplicável;

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Obs.: Autorização Especial de Trânsito é o documento expedido pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT, para veículo ou combinação de veículos utilizados no transporte de carga, que não se enquadre nos limites de peso e dimensões estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN.

g) Estabelece os requisitos de segurança para o uso das escadas escamoteável como meio de acesso ou posto de trabalho em que o empregado esteja posicionado em nível inferior a um metro para acessar a carroceria das viaturas, elas deverão possuir uma escada (modelo abaixo) que traga segurança do usuário.

Figura 23: Escadas escamoteável

6.6 Grades de Separação de Materiais e Bandejas As grades para separação de materiais, devem:

a) Ser fixadas no veículo em pelo menos quatro pontos;

b) Possuir bordas arredondadas ou proteção para as mesmas;

Bandeja para condução de materiais, devem:

a) Ser afixada no veículo em pelo menos quatro pontos;

b) Bandejas com estruturas móveis, possuir mecanismos resistentes a impactos e capotamentos;

Obs.: Em hipótese nenhuma as grades ou bandejas poderão estar afixadas em cintos de segurança ou em qualquer local do veículo que comprometa a segurança dos seus ocupantes;

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6.7 Veículos de Carga, Reboque e Semi-reboques

Figura 24: Veículos de carga, Reboque e Semi-reboques

Todos os veículos de carga, reboque e semi-reboque com peso bruto total (PBT) superior a 4.600 kg, devem possuir para-choque traseiro, a fim de impedir ou reduzir a extensão de danos materiais na parte superior do compartimento de passageiros, dos veículos que se chocarem contra a traseira dos veículos de carga, evitando ou minimizando os traumas nas partes superior dos corpos das vítimas, sendo:

a) A altura da borda inferior do para-choque traseiro, medida com o veículo com sua massa em ordem de marcha - Tara, será de quatrocentos milímetros, em relação ao plano de apoio das rodas (Figura 20), sendo que nenhum ponto da borda inferior do para-choque traseiro poderá exceder este limite;

b) O elemento horizontal do para-choque traseiro deve ser localizado de maneira a constituir a extremidade traseira do veículo (figura 20);

c) O comprimento do elemento horizontal do para-choque traseiro deve ser no máximo igual à largura da carroçaria ou equipamento ou a distância entre as bordas externas dos aros das rodas, o que for maior, e no máximo cem milímetros menor em cada lado;

d) A altura da seção do elemento horizontal do para-choque traseiro não pode ser inferior a cem milímetros (Figura 20). As extremidades laterais do elemento horizontal do para-choque não devem possuir bordas cortantes. O para choque deve ser de formato uniforme, retilíneo, sem emendas e sem furos, constituído de apenas um material;

e) O para-choque traseiro pode ser projetado de maneira tal que sua altura possa ser variável, de acordo com necessidades eventuais (exemplo: manobras, operações de carga e descarga). Para variações acidentais de posição, deve ser previsto um mecanismo de retorno a posição de trabalho sem interferência do operador;

f) O para-choque deve ter forma e dimensões projetadas de modo a permitir, quando instalado, a visualização da sinalização luminosa e da placa de identificação do veículo, não prejudicando os requisitos estabelecidos nas especificações de iluminação e sinalização veicular;

g) O para-choque devera possuir faixas obliquas, com uma inclinação de 45 graus em relação ao plano horizontal e 50,0 +/- 5,0 mm de largura, nas cores branca e vermelha refletivas (figura 16);

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Figura 25: Dimensionamento do Pára-Choque

6.7.1. Reboque e Semi-reboque Devem:

a) Estar devidamente registrado no órgão de trânsito;

b) Usar segunda placa traseira de identificação nos veículos em que a aplicação do dispositivo de engate para reboques resultar no encobrimento, total ou parcial, da placa traseira. Não será exigida para os veículos em que a aplicação do dispositivo de engate de reboques não cause prejuízo para visibilidade da placa de identificação traseira. A segunda placa de identificação deverá estar posta em local visível, ao lado direito da traseira do veículo, podendo ser instalada no para-choque ou na carroceria, admitida a utilização de suportes adaptadores;

c) Possuir dispositivos de iluminação e sinalização luminosa em perfeito estado de uso e conservação.

6.7.2. Engate Veicular

Figura 26: Engate veicular

Todos os veículos de até 3.500kg de Peso Bruto Total, que possuam capacidade de tracionar reboques declarada pelo fabricante ou importador, e que não possuam engate de reboque como equipamento original de fábrica, que tiverem engate adicionado, devem ser:

a) Produzidos por empresas registradas junto ao Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO;

b) Possuir como características: esfera maciça apropriada ao tracionamento de reboque ou trailer, tomada e instalação apropriada para conexão ao veículo rebocado, dispositivo para fixação da

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corrente de segurança do reboque, ausência de superfícies cortantes ou cantos vivos na haste de fixação da esfera e ausência de dispositivo de iluminação;

c) Para rastreabilidade do engate, deverá ser fixada em sua estrutura, em local visível, uma plaqueta inviolável com as seguintes informações: Nome empresarial do fabricante, CNPJ e identificação do registro concedido pelo INMETRO; modelo do veículo ao qual se destina; capacidade máxima de tração do veículo ao qual se destina e referência a Resolução Contran, Nº 197 de 25/07/06.

6.8 Sistema de Iluminação Veicular

Figura 27: Iluminação veicular

 Sistema de iluminação do carro é constituído por luzes e dispositivos de sinalização montados ou integrados às várias partes de um veículo motorizado. Inclui frente, laterais, traseira e, em alguns casos, a parte superior, como nos veículos de segurança pública, por exemplo.

 O objetivo do sistema de iluminação é proporcionar máxima qualidade nos acessórios de luz ao condutor dirigir seguramente;

 O sistema de iluminação dos carros permite que outros motoristas e pedestres observem a presença do veículo, a posição, o tamanho, a direção de deslocamento e as intenções quanto à velocidade de deslocamento.

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Figura 28: Painel iluminado

Cor da Luz Emitida

 Quanto à luz emitida, o sistema de iluminação do carro deve seguir padronizações oficiais, tais como as estipuladas em 1949, na Convenção de Viena, sobre a circulação rodoviária, e, posteriormente, especificado no ano 1969, durante a Convenção das Nações Unidas Sobre Trânsito Rodoviário;

 Em geral, mas com algumas exceções regionais, lâmpadas voltadas para trás devem emitir luz vermelha, enquanto que as frontais precisam de tonalidade branca, âmbar ou amarela;

 Não há outras cores permitidas, exceto em veículos de emergência;

Iluminação Frontal: Pode integrar luzes baixas, ao tráfego na cidade, ou altas, em locais com baixa iluminação e condições adversas de tempo, como no nevoeiro ou na tempestade;

Luzes de Cruzamento: Proporcionam uma boa distribuição de luz, fornecendo iluminação adequada para a frente e lateral. Este feixe é especificado para auxiliar a visão de outros condutores que seguem no cruzamento.

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Figura 29: Luzes de estrada

Luzes de Estrada: Têm importância fundamental ao sistema de iluminação do carro. Fornecem uma intensa distribuição ao centro de luz. Portanto, são adequadas apenas ao uso quando se está sozinho na estrada, porque a luz forte prejudica os outros condutores. A limitação varia conforme os países.

Por exemplo, regulamentos japoneses permitem maior intensidade do que nos Estados Unidos e no Brasil.

Faróis de Nevoeiro: Fornecem visão ampla por causa da força do feixe luminoso. Podem produzir branco ou amarelo.

Figura 30: Faróis de nevoeiro

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 No sistema de iluminação do carro os faróis de nevoeiros são destinados ao uso em baixa velocidade para aumentar a luz dirigida à superfície da estrada, em condições de pouca visibilidade, devido aos excessos de chuvas, neblina, poeira ou neve;

 Em certos locais, as condições meteorológicas raramente exigem o uso de luzes de nevoeiro, e não há nenhuma exigência legal para tais acessórios, ao contrário do Brasil, por exemplo, que tem legislação específica sobre o assunto;

Luzes de curva: Fornecem iluminação lateral extra a demonstrar ao público as mudanças pretendidas. Regulamentos internacionais indicam que deve existir tanto nas partes dianteiras como traseiras;

Luz de Beco: Carros de polícia, veículos de emergência ou para ralis por vezes se encontram equipados com lâmpada auxiliar em caixa de montagem articulada, ligada aos pilares. Até meados da década de 1940 podiam ser encontradas como equipamento de série em carros de luxo. Sistema de iluminação do gênero também têm versões destinadas à montagem no teto do veículo.

Luzes de Estacionamento: Concebidas para consumir pouca eletricidade, ligadas durante o período de tempo em que se estaciona o carro. Na grande parte dos países este componente do sistema de iluminação do veículo traz luz branca, âmbar ou vermelha.

Figura 31: Luzes de estacionamento

 Na Alemanha, por causa do Regulamento de Licenciamento da Estrada, com a ignição do veículo desligada, o operador pode ativar uma luz de baixa intensidade na frente (branca) e traseira (vermelho). Esta função é utilizada ao estacionar em ruas sem iluminação e (ou) estreitas.

Luzes de Circulação Diurna: Em alguns países o governo exige que veículos sejam equipados com luzes de circulação diurna (DRL). Isto ocorre de modo oficial nas nações em que a noite dura por maior tempo do que o dia, como nas regiões nórdicas, por exemplo.

 As regulamentações nacionais de Canadá, Suécia, Noruega, Eslovênia, Finlândia, Islândia e Dinamarca exigem sistemas automáticos DRL em diferentes especificações. No sistema de iluminação do carro, de dia, são permitidos os usos frontais, laterais, traseiros e de estacionamento.

(26)

Luzes Laterais: Sistema de iluminação do carro em termos laterais pode estar presente em diversos tipos de cores, como âmbar, implantada no Chevrolet Camaro da Alemanha, por exemplo. Nos EUA é necessário ter luzes laterais frontais com tom laranja e luzes traseiras em tonalidade vermelha;

Piscas: Luzes montadas perto dos cantos dianteiros e traseiros, ativadas por condutores em todas as vezes que desejam anunciar a intenção de virar ou mudar de faixa;

Figura 32: Piscas

 Tal como acontece com todo o sistema de iluminação do carro, os dispositivos de sinais, como piscas, devem cumprir normas técnicas que estabelecem níveis de intensidade máxima e mínima admissíveis em ângulos horizontais ou verticais, garantindo plenas condições de visibilidade;

Lanternas Traseiras: Produz tom vermelho e combina com as luzes de freio do veículo. Tipos LED são escolhas preferidas;

 Luzes traseiras têm maior aspecto brilhante, ativadas quando o motorista aplica os freios do veículo. Devem ser instaladas em múltiplos de dois, simetricamente nas extremidades esquerda e direita da parte trás de cada veículo;

Sinal de Freada Brusca: Toyota, Mercedes-Benz, Volvo e BMW lançaram veículos equipados para transmitir um sinal de luz especial quando o carro é freado de forma rápida e severa – sistema presente na parte traseira;

 Tais sistemas não apenas mudam o modo de operação das luzes, como também promovem desaceleração automática da velocidade;

Faróis de Nevoeiro Traseiros: Na Europa e em outros países que aderiram ao regulamento das Nações Unidas, o sistema de iluminação do carro deve estar equipado com uma ou duas “luzes de nevoeiro traseiras”;

 A maioria dos países com trânsito desenvolvido permite luz de nevoeiro traseira instalada de modo individual ou em pares. Se duas luzes de nevoeiro traseiras estão implantadas, então devem estar perfeitas de maneira simétrica em relação ao eixo do veículo;

 Os defensores da luz de nevoeiro traseira dupla dizem que duas lâmpadas fornecem informações da distância do veículo com maior poder visual do que uma única lâmpada de freio;

(27)

 Nos Estados Unidos, para não ser confundido com luminosidade de frenagem, existe um Regulamento que obriga a instalação deste tipo de luz no mínimo 10 cm longe da iluminação geral na parte traseira.

Um Pouco de História

Os primeiros veículos rodoviários com lâmpadas estiveram presentes no modelo Ford T, que usavam lampiões de carbureto para faróis e lâmpadas de óleo. Luzes traseiras e de freio foram introduzidas por volta de 1915. Em 1919 os faróis “DIP” estavam disponíveis no mercado.

O farol selado foi introduzido em 1936 e padronizado como o único tipo aceitável nos EUA à década de 1940.

Em 1945 os faróis de sinalização foram integrados no corpo dos carros. Faróis halogênios começaram o desenvolvimento na Europa, no ano de 1960.

Faróis HID iniciaram processos produtivos a partir de 1991. Em 1993, as primeiras lanternas traseiras LED, para este tipo de farol, chegaram nos automóveis de larga produção dos Estados Unidos e da Europa.

Figura 33: Farol LED

O Sistema de Sinalização e Iluminação faz parte dos itens de segurança veicular conforme a resolução de nº 227/2007 do CONTRAN, que estabelece as cores, quantidades e tipos de sinalização e iluminação a serem empregados aos veículos.

Veja o quadro abaixo divulgado na página do CONTRAN:

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Figura 34: Quadro do CONTRAN – Sistema de Sinalização e Iluminação

Eficiência do Sistema de Sinalização e Iluminação

A busca por uma iluminação eficiente muitas vezes leva alguns a realizarem adaptações que na verdade não trarão benefício ao usuário.

1º Xênon – Faróis de xênon se tornaram uma febre, mas o que muitos não sabem é que a sua eficiência na prática não é satisfatória devido à qualidade do produto instalado. A temperatura da cor da luz emitida tem uma resolução que a determina no máximo a 6000k ou Kelvins.

À medida que se altera a cor da luz emitida, os resultados são surpreendentes em suas falhas. Quando pegamos o veículo com xênon de fábrica, ele não ofusca a visão do condutor de faixa contrária, não perde eficiência na chuva, pois a luz do mesmo está em 5000 kelvins.

As luzes emitidas pelas lâmpadas piratas atingem uma temperatura superior, alterando sua cor.

Figura 35: Escala de cor

(29)

Ocorrências cabíveis de punição

Toda alteração no Sistema de Sinalização e Iluminação é cabível de punição para o condutor do veículo, sendo que o mesmo poderá acionar o reparador em uma ação judicial, pois o dever de todo técnico prestador de serviço é primeiramente informar ao seu cliente as normas e restrições estipuladas por lei.

Figura 36: Aplicação de punição

Os faróis obedecem às linhas de centro onde cresce o facho da luz no sentido à direita do veículo em 15º graus, então, ele deve emitir a luz para o acostamento em maior intensidade, maior campo de visão, observe:

Figura 37: Linhas de centro dos faróis

(30)

Outro fato é o facho de luz

Existe a questão de simetria da emissão do facho de luz. As lâmpadas piratas, que não possuem homologação, não obedecem esta característica. Observe a figura abaixo:

Figura 38: Simetria dos fachos de luz dos faróis

A luz de marcha a ré sempre é cristal

A adoção de faróis auxiliares em marcha a ré é proibida em uso urbano e rodovias, podendo ser adotados apenas em fora de estrada, da mesma forma as lâmpadas 100/90 watts são considerados para Off Road e Rally.

As lâmpadas de leds são outra situação, onde se prevê a utilização quando vindas de fábrica nos faróis, sendo assim impedida sua adaptação.

As lâmpadas piratas não conseguem este efeito, elas criam uma bola de luz na pista. Não conseguindo cumprir o papel de iluminação perfeita. Formam duas bolas de luz, com pouco alcance:

(31)

Figura 40: Lâmpada Figura 39: Luz de marcha à ré

Deficiências na fabricação das lâmpadas

Uma das deficiências mais fáceis de perceber na fabricação das lâmpadas é sua estrutura.

Vamos enumerar algumas deficiências:

A- Bulbo desalinhado, geralmente torto, inclinado para direita ou esquerda;

B- Filamento interno desalinhado, inclinado para o lado do Bulbo,

C- A estrutura da chapa metálica de má qualidade, empenada e fraca, empenando até mesmo na instalação da mesma.

D- Outro fator que o filamento é de má qualidade, reduzindo a durabilidade da lâmpada.

Sistema de Iluminação do Carro

Sistema de iluminação do carro é constituído por luzes e dispositivos de sinalização montados ou integrados às várias partes de um veículo motorizado. Inclui frente, laterais, traseira e, em alguns casos, a parte superior, como nos veículos de segurança pública, por exemplo.

O objetivo do sistema de iluminação é proporcionar máxima qualidade nos acessórios de luz ao condutor dirigir seguramente.

O sistema de iluminação dos carros permite que outros motoristas e pedestres observem a presença do veículo, a posição, o tamanho, a direção de deslocamento e as intenções quanto à velocidade de deslocamento.

(32)

Dispõe sobre o uso de luzes intermitentes ou rotativas em veículos, e dá outras providências.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso da atribuição que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, e tendo em vista o disposto no Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional de Trânsito - SNT;

Considerando o disposto nos incisos VII e VIII do art. 29 do Código de Trânsito Brasileiro e no Decreto nº 5.098, de 3 de junho de 2004, quanto a resposta rápida a acidentes ambientais com produtos químicos perigosos;

Considerando o constante nos Processos nº 80001. 013383/2007-90, nº 80001. 001437/2005-11 e nº 80001.

011749/2004-43; resolve:

Art. 1º Somente os veículos mencionados no inciso VII do art. 29 do Código de Trânsito Brasileiro poderão utilizar luz vermelha intermitente e dispositivo de alarme sonoro.

§ 1º A condução dos veículos referidos no caput, somente se dará sob circunstâncias que permitam o uso das prerrogativas de prioridade de trânsito e de livre circulação, estacionamento e parada, quando em efetiva prestação de serviço de urgência que os caracterizem como veículos de emergência, estando neles acionados o sistema de iluminação vermelha intermitente e alarme sonoro.

§ 2º Entende-se por prestação de serviço de urgência os deslocamentos realizados pelos veículos de emergência, em circunstâncias que necessitem de brevidade para o atendimento, sem a qual haverá grande prejuízo à incolumidade pública.

§ 3º Entende-se por veículos de emergência aqueles já tipificados no inciso VII do art. 29 do Código de Trânsito Brasileiro, inclusive os de salvamento difuso "destinados a serviços de emergência decorrentes de acidentes ambientais".

Art. 2º Considera-se veículo destinado a socorro de salvamento difuso aquele empregado em serviço de urgência relativo a acidentes ambientais.

Art. 3º Os veículos prestadores de serviços de utilidade pública, referidos no inciso VIII do art. 29 do Código de Trânsito Brasileiro, identificam-se pela instalação de dispositivo, não removível, de iluminação intermitente ou rotativa, e somente com luz amarelo-âmbar.

Figura 41: Dispositivos de iluminação intermitentes

§ 1º Para os efeitos deste artigo, são considerados veículos prestadores de serviço de utilidade pública:

I. Os destinados à manutenção e reparo de redes de energia elétrica, de água e esgotos, de gás combustível canalizado e de comunicações;

(33)

II. Os que se destinam à conservação, manutenção e sinalização viária, quando a serviço de órgão executivo de trânsito ou executivo rodoviário;

III. Os destinados ao socorro mecânico de emergência nas vias abertas à circulação pública;

IV. Os veículos especiais destinados ao transporte de valores;

V. Os veículos destinados ao serviço de escolta, quando registrados em órgão rodoviário para tal finalidade;

VI. Os veículos especiais destinados ao recolhimento de lixo a serviço da Administração Pública.

§ 2º A instalação do dispositivo referido no caput deste artigo, dependerá de prévia autorização do órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal onde o veículo estiver registrado, que fará constar no Certificado de Licenciamento Anual, no campo 'observações', código abreviado na forma estabelecida pelo órgão máximo executivo de trânsito da União.

Art. 4º Os veículos de que trata o artigo anterior gozarão de livre parada e estacionamento, independentemente de proibições ou restrições estabelecidas na legislação de trânsito ou através de sinalização regulamentar, quando se encontrarem:

I. Em efetiva operação no local de prestação dos serviços a que se destinarem;

II. Devidamente identificados pela energização ou acionamento do dispositivo luminoso e utilizando dispositivo de sinalização auxiliar que permita aos outros usuários da via enxergarem em tempo hábil o veículo prestador de serviço de utilidade pública.

Parágrafo único. Fica proibido o acionamento ou energização do dispositivo luminoso durante o deslocamento do veículo, exceto nos casos previstos nos incisos III, V e VI do § 1º do artigo anterior.

6.9 Carrocerias, Baús e Cabines Auxiliares

Figura 42: Carrocerias, Baús e Cabines auxiliares

Todas as carrocerias de acordo com cada especificidade, devem:

a) Possuir piso de madeira, não podendo conter rachaduras, vãos, tábuas quebradas ou fissuras;

b) Possuir estribos que devem ser afixados nas longarinas ou chassi da carreta, com as cintas passando por baixo da guarda lateral, nunca por cima. Instalar a cinta sobre a guarda lateral da carreta fará com que a cinta não faça o tensionamento correto sobre a carga;

c) Podem possuir malhal, que deve estar afixado na carroceria do veículo e que seja dimensionado para a carga a ser transportada;

(34)

d) O veículo, cujas dimensões excedam o (s) limite (s) autorizado (s) nos incisos I e III do Artigo 81 do RCNT, devera portar na parte traseira, a sinalização de advertência conforme figura 43. (Exemplo:

Transporte de postes).

Figura 43: Detalhe da Sinalização de Advertência

Os veículos tipo “baú” não pode possuir ferrugem, fissuras, rachaduras ou danos que comprometam a sua utilização;

Cabines auxiliares devem:

Figura 44: Cabines auxiliares

a) Todas as janelas devem possuir vidros veiculares temperados;

b) Possuir portas dos dois lados da cabine, com trava de segurança;

c) Os vidros das janelas das portas possam ser abertos;

d) Possuir escada de acesso com degraus antiderrapantes;

e) Possuir maçanetas suficientes para apoio na subida e descida da cabine;

f) Os assentos devem conter espuma revestida de 45cm (quarenta e cinco centímetros) de largura por 35cm (trinta e cinco centímetros) de profundidade e 45cm (quarenta e cinco centímetros) de altura com encosto de cabeça;

(35)

g) Possuir cintos de segurança retrátil com 3 pontos de fixação para todos os passageiros. Os cintos de segurança deverão atender a norma ABNT NBR 7337 vigente. A ancoragem, localização e resistência à tração dos cintos de segurança deverão atender a norma ABNT NBR 6091 vigente;

h) Ter apoio para as mãos a 10cm (dez centímetros) da cobertura e para os braços e mãos entre os assentos;

i) Possuir corredor de passagem de pelo menos 80cm (oitenta centímetros) de largura;

j) O material transportado, como ferramentas e equipamentos, deve estar acondicionado em compartimentos separados dos trabalhadores, de forma a não causar lesões aos mesmos numa eventual ocorrência de acidente com o veículo. Estes compartimentos deverão possuir trava de segurança para evitar fechamento da tampa;

k) Possuir comunicação entre a cobertura e a cabine do veículo;

l) Possuir iluminação artificial;

m) Não possuir quinas vivas nas bordas;

n) Deve possuir sistema de climatização;

o) É proibido a fixação de ganchos, pontas, suportes ou qualquer objeto que possa causar lesões nos passageiros durante a ocorrência de um acidente;

p) Estar todos os itens anteriores em perfeito estado de conservação;

q) Possuir extintor;

r) Possuir cabine suplementar para transporte de passageiros com banheiro.

A CONTRATADA poderá adotar caminhões com cabine dupla em substituição a cabine auxiliar, desde que mantenham as exigências mínimas previstas nos itens acima.

6.10 Motos

Figura 45: Motos

Antes de colocar a moto em circulação nas vias públicas, o condutor deverá diariamente verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de segurança e uso obrigatório, dos seguintes itens de segurança veicular, através de Check List padrão (Itens 7.5 e 7.6), que deve conter no mínimo os seguintes itens, assim como observadas características abaixo na realização da checagem diária:

(36)

6.10.1. Tipo de Partida

Os modelos e partidas das motos devem ser de partida elétrica.

6.10.2. Tipo de Moto

As motos devem possuir no mínimo 150 cilindradas e máximo 250 cilindradas e deve ser de estilo Cross.

6.10.3. Identificação

Todas as motos a serviço devem estar corretamente identificadas, de forma legível e em local visível na carroceria e/ou baú da moto.

6.10.4. Pneu

Os pneus deverão ser do tipo misto (figura 46). Quando de suas substituições, deve ser utilizado a marca indicada pelo fabricante ou aquela que possua a mesma característica e certificações do pneu original de fábrica.

Figura 46: Detalhe do Pneu

6.10.5. Proteção da Moto

6.10.5.1. Protetor do Motor (Mata Cachorro) O protetor do motor deve:

a) Estender-se a lateral da moto até a distância equivalente aos pedais de comando;

b) Proteger o motor e as pernas do condutor;

c) Ter bordas arredondadas ou protegidas com coberturas, evitando cantos ou quinas vivas;

(37)

O protetor do motor, não deve:

a) Estar por cima dos pés do condutor;

b) Possuir ângulo de abertura lateral que promova o aprisionamento do membro inferior do condutor.

Figura 47: Protetor do Motor

6.10.5.2. Arco Anti Cerol ou Antena

Figura 48: Antena anti cerol

Fica proibido para arco anti cerol ou antena:

a) Ser afixado ou envolto sua base com elástico, solda, cola plástica tipo “durepox” ou equivalente, ou qualquer outro material que não seja o determinado no item;

b) Possuírem emendas, fissuras ou rachaduras de qualquer espécie ou tamanho.

O arco anti cerol ou antena, devem:

a) Ser confeccionado em material resistente que não sofra deformidade;

(38)

b) Ser fixado com parafusos na moto;

c) Para arcos, possuírem altura superior ao condutor em posição sentada;

d) Possuir em sua extremidade, parafuso ou pequena lâmina para rompimento da linha que venha a chocar-se com o mesmo;

e) Para antenas, devem possuir corpo revestido de material áspero, tal qual uma lixa;

f) As motos que utilizarem antenas, devem possuir instalado no mínimo duas antenas.

6.10.6. Baú

Figura 49: Baú

O equipamento do tipo fechado (baú) deve atender aos seguintes limites máximos externos de largura, altura e comprimento:

a) Largura 60 (sessenta) cm;

b) Comprimento: não poderá exceder a extremidade traseira do veículo;

c) Altura: não poderá exceder a 70 (setenta) cm de sua base central, medida a partir do assento do veículo.

O equipamento do tipo fechado (baú) deve conter faixas retrorrefletivas conforme item 6.4, alínea “m) ”, de maneira a favorecer a visualização do veículo durante sua utilização diurna e noturna.

O baú deve contribuir para a sinalização do usuário de dia como a noite, em todas as direções, através de elementos retrorrefletivos, aplicados na parte externa do casco.

6.10.7. Kit de Tração

O kit de tração deve ser substituído nas seguintes condições:

a) Possuir folgado;

(39)

b) Desgaste acentuado dos dentes da coroa, onde apresentem forma pontiagua ou curvada;

c) Quando ocorrerem fissuras, rachaduras ou qualquer desgaste não previsto nesta norma.

6.11 Seleção, Treinamento e Avaliação de Condutores 6.11.1. Seleção do Condutor

6.11.1.1. Seleção e Contratação

Na seleção, deve ser verificada a habilitação do candidato junto ao órgão Oficial de Trânsito, para possíveis pontuações referentes a infrações de trânsito como também o mesmo deverá passar por avaliação com critérios para aprovação previstos no item 6.11.3.

Na contratação, deve passar pelos exames laborais determinados pelo PCMSO como também exame relacionado ao sono (Item 7.2).

Após a contratação, o empregado deve passar por treinamento de direção defensiva e primeiros socorros, com grade definida em Anexo A (Item 7.1) com avaliação final conforme item 6.11.3, e carga horária definida no item 6.11.2.

6.11.1.2. Reciclagem do condutor

O empregado deve passar por reciclagem em treinamento de direção defensiva e primeiros socorros, com grade definida em Anexo A (Item 7.1) com avaliação final conforme item 6.11.3, e carga horária definida no item 6.11.2.

Essa reciclagem deve ocorrer com a seguinte periodicidade:

 Para veículos 4 ou mais rodas: anualmente e após qualquer tipo de incidente que tenha sido causado pelo condutor;

 Para Motocicletas: semestralmente e após qualquer tipo de incidente que tenha sido causado pelo condutor.

6.11.1.3. Informações sobre o condutor

Todas as informações referentes ao condutor, deverão estar arquivadas em sua pasta, de forma a manter um histórico profissional e de saúde dos mesmos, tais como:

a) ASO;

b) Dados dos processo seletivo, de acordo com o exigido no item 6.11.1;

c) Atestados de saúde, receitas médicas ou qualquer documento referente as condições de saúde do colaborador, ou histórico de abseteísmo desse colaborador assinado por responsável, assim como documentos de afastamentos oficiais (Laudos, INSS, CAT etc);

d) Registros de acidentes ou incidentes;

(40)

e) Listas de treinamento em direção defensiva, para cada turno (Manhã e Tarde), assinada pelo colaborador, instrutor e responsável pelo colaborador (coordenador, gerente etc) (as listas podem estar arquivadas em local separado, desde que sejam de fácil acesso em uma auditoria); Essas listas devem possuir horário de início e término de cada turno, precisamente e com o contéudo específico aplicado. Não serão aceitas assinaturas digitais;

f) Cópia da Carteira Nacional de Habilitação atualizada;

g) Fotos dos condutores na realização de todas as etapas do treinamento, no início de cada turno, durante o treinamento e no fim de cada turno. Não serão mais aceitas somente as listas de presença;

h) Provas téoricas e práticas.

6.11.2. Carga Horária do Treinamento

O treinamento de direção defensiva deverá ter carga horária mínima de 16h (8 horas de teórica e 8 horas de pratica). Os condutores também devem receber treinamento em primeiros socorros que deverá ter carga horária mínima de 4h.

O treinamento deve totalizar 20h de conteúdo.

6.11.3. Avaliação

As avaliações deverão ser divididas em téoricas e práticas, sendo:

 Avaliações teóricas: Prova escrita, com identificação do aluno e função, data e horário de início e término da prova (escrito pelo aluno), assinatura do aluno e assinatura do instrutor que corrigir a prova, com visto em cada questão.

 Avaliações práticas: Formulário de avaliação prática, com modelo a critério da empresa, porém contendo no minimo cada item avaliado, aprovado ou não, assinatura do instrutor e assinatura do aluno dando a confirmação de ter recebido o feedback após a avaliação;

Todas as avaliações realizadas sejam teóricas ou práticas, devem ter no mínimo 80% de aproveitamento para aprovação do condutor.

Nota: O candidato que não conseguir a aprovação mínima, deverá repetir o treinamento, devendo ao final ser novamente avaliado. Esse treinamento deverá ocorrer em até 7 dias uteis após a última avaliação.

6.12 Planejamento de Rotas

As empresas devem traçar um planejamento prévio antes da saída dos empregados para a realização de suas atividades. Deverá ser feito o planejamento da rota para todas as atividades, com excessão dos serviços de atendimento emergencial.

 O rotograma deverá fazer parte do planejamento da atividade;

(41)

 Esse planejamento inclui a rota na qual o empregado irá executar os serviços, de acordo com a peculiaridade de cada atividade. A rota deve seguir um mapa previamente estabelecido, contendo no mínimo a área a ser atendida, vias de acesso, locais para refeição, hospitais, polícia e alterações das caracterisitcas do terreno;

 Em cada rota de difícil acesso detectada, deve-se verificar a presença de uma rota alternativa a ser utilizada, caso não haja, o colaborador deverá utilizar o direito de recusa;

 As empresas devem ter medidas adicionais de controle do risco detectadas nas rotas de difícil acesso;

 Empresas que realizarem o transporte de cargas, deverão em seu rotograma, apresentar um mapa com os dados do trajeto, conforme modelo Anexo C (Item 7.3).

6.13 Tratamento de Não Conformidades

Qualquer incidente deverá ser tratado como acidente, seguindo os procedimentos descritos no WKI-HSEQ- HSE-17-0013-INBR - Comunicação e tratamento de acidentes.

Os empregados envolvidos em não conformidades no trânsito originadas pelos mesmos, deverão ser:

a) Ser entrevistados pela empresa para a verificação de algum problema que possa estar afetando sua atenção ou raciocínio;

b) Passar por novo treinamento de direção defensiva com grade definida Anexo A (Item 7.1) com avaliação final conforme item 6.11.3, e carga horária definida no item 6.11.2;

c) Serem acompanhados em campo e pelo Rastreador Veicular durante 3 meses, pelo menos uma vez por semana. As evidências devem estar armazenadas na pasta do colaborador.

Os empregados envolvidos em não conformidades no trânsito originadas pelos mesmos, só voltarão a conduzir veículos após cumprimento das alíneas “a” e “b”.

6.14 Ações Adicionais e Observações

a) Os coordenadores, supervisores e profissionais que lidarem com o condutor diariamente no cumprimento de suas obrigações, deverão passar por treinamentos ao longo do ano, sobre liderança e humanização;

b) Deverá ser divulgado o telefone da Ouvidoria durante todo o ano, para todos os colaboradores;

c) As empresas deverão ao longo do ano, promover palestras sobre segurança no trânsito;

d) Na SIPAT, deverá constar, pelo menos uma ação referente ao trânsito;

e) Deverão ser promovidos debates sobre o trânsito ao longo do ano, onde as empresas deverão participar ativamente;

f) Deverão ser promovidos eventos sobre o trânsito ao longo do ano, em parceria com instituições públicas e privadas, onde as empresas deverão participar ativamente;

g) Os empregados condutores, deverão, pelo menos trimestralmente, serem reunidos para poderem opinar e debater sobre o trânsito (pode-se utilizar o tempo da DSS para tal);

(42)

h) Valorização do copiloto nas atividades diárias;

i) As empresas poderão utilizar o envio de mensagens de segurança através de celulares ou afins, com dicas e sugestões sobre saúde e segurança;

j) Todos os veículos a serviço deverão possuir sistema de rastreamento previsto em contrato;

k) Todos os casos omissos deverão ser tratados exclusivamente com o SEESMT.

6.15 Controle de Registros

Registro Código Localização Indexação Tempo Mínimo de Retenção

Responsável

pela Guarda Descarte Carteira de

Habilitação N/A

Área de Recursos Humanos

N/A 05 anos

Área de Recursos Humanos

Arquivo Morto Lista de

Treinamento N/A

Sistema Informático ou

ficha física

Ordem

Cronológica 01 ano

Área de Recursos Humanos

Deletar arquivo / Descarte

Rotograma N/A

Áreas Operacionais

e Empresas Contratadas

Ordem

Cronológica 01 ano

Áreas Operacionais

e Empresas Contratadas

Descarte

Nota: Demais registros de acordo com o WKI-HSEQ-HSE-17-0013-INBR - Comunicação e tratamento de acidentes.

7. ANEXOS

7.1 Anexo A - Grade de treinamento;

7.2 Anexo B - Escala de Sonolência Epworth;

7.3 Anexo C - Modelo de Rotograma;

7.4 Anexo D - Cartão de auto check-up;

7.5 Anexo E – Checklist Diário – Viatura;

7.6 Anexo F – Checklist – Inspeção Veicular Mensal.

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