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REUNIÃO ORDINÁRIA 15SETEMBRO2017 ATA N. 24 CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

ATA N.°24

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO*

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ATA N.°24

Aos quinze dias do mês de setembro de dois mil e dezassete, no Salão Nobre dos Paços do Município, a Câmara Municipal reuniu publicamente por convocatória ordinária, sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Presidente Dr. Luís Manuel dos Santos Correia, estando presentes o Senhor Vice-Presidente Arnaldo Jorge Pacheco Brás e os Senhores Vereadores, Dra. Maria José Barata Baptista, Eng.° João Nuno Marques Carvalhinho, Dr. Fernando Manuel Raposo, Dr. Jorge Manuel Carrega Pio, Eng.° Paulo Alexandre Marfins Moradias e Eng.° João Paulo Madïns Infante Pereira Benquerença.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, justificar a falta da Senhora Vereadora Dra. Maria Teresa Rodrigues Martins, que não esteve presente na reunião por se encontrar em serviço oficial.

A reunião foi secretariada pelo Senhor Diretor do Departamento de Administração Geral, Dr. Francisco José Alveirinho Correia.

ABERTURA DE REUNIÃO

Pelo Senhor Presidente foi a reunião declarada aberta eram 9 horas, passando a Cãmara Municipal a tratar os assuntos constantes da ordem de trabalhos.

—PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA

O Senhor Presidente deu inicio aoperíodo antes da ordem do dia concedendo a palavra aos Senhores Vereadores que a solicitaram.

Tomou a palavra o Senhor Vereador Eng. João Paulo Benquerença: “Senhor Presidente, muito bom dia, Senhora Vereadora, Senhores Vereadores, estimado público. Ao entrar no edifício da Câmara

Municipal, estavam lá em baixo os trabalhadores dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de

Castelo Branco reivindicando a opção gestionária, o mesmo assunto que foi trazido ontem à Assembleia

Municipal. Acreditamos ser vontade, ou que tem sido sempre demonstrada a vontade, do Senhor

Presidente e do Executivo, para resolver o problema a todos os envolvidos. Nós gostariamos de saber, exatamente, se essa vontade se mantêm. Obrigado.”

Tomou a palavra o Senhor Vereador Eng. Paulo Moradias: “Muito bom dia, Senhor Presidente, Senhores Vereadores. Quero relembrar que, faz hoje quinze dias, nós, os Vereadores do PSD. entregámos dois requerimentos, aos quais ainda não nos chegaram as respostas. Mesmo que, no caso de

um requerimento, nos tenha sido logo explicado da dificuldade em obter os dados solicitados, agradecíamos

na mesma uma resposta, quanto mais não seja para irmosbatera outraportacom essa resposta. Como eu na

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altura expliquei, viemos pediresses dados à Câmara Municipal, porque a Autoridade Tributária nos disse que esses dados se encontravam na Câmara, portanto, quanto mais não seja, para voltarmos à Autoridade Tributária. Ainda, os Vereadores do PSD queriam deixar um novo requerimento referente a uma obra que, pensamos estar perto do fim e que em breve terá a sua inauguração, que é a Fábrica da Criatividade, nomeadamente, quanto aos valores da aquisição e das diversas empreitadas, pois esta não tola primeira que

a autarquia adjudicou ao longo dos anos, desde que adquiriu o edificio, não só em termos de execução de

obras, mas também dos respetivos projetos e as respetivas entidades a quem as mesmas foram adjudicadas. Portanto, eu deixava ao Senhor Presidente, também, este requerimento. Muito obrigado.”

Tomou a palavra o Senhor Presidente: “Os oficios dos requerimentos só faltam ser assinados e logo serão entregues. Quanto aos trabalhadores dos Serviços Municipalizados e da Câmara acho que foi sempre demonstrado que a vontade é de resolver o assunto, pagando àqueles que não receberam a opção gestionária. Acontece que devem ser os juristas a analisar e a dar o seu parecer com base na legislação e eu estou à espera desse parecer, para saber como se aplica e se é possível aplicar, contudo que não se ponha em causa que a vontade é, efetivamente, resolver. Agora, não conseguimos resolver sem haver um parecer juridico que nos diga qual o caminho. Acho que, de todos, sempre foi a vontade unânime de resolver essa questão, contudo isso só será possível se da parte dos serviços técnicos houver um parecer que nos permita decidir e deliberar dessa forma.”

Não havendo mais pedidos para intervir, o Senhor Presidente deu por encerrado o período antes da ordem do dia e conduziu os trabalhos para o período da ordem do dia.

li—PERíoDoDA ORDEM DO DIA

Ponto 1 —APROVAÇÃO DE ATAS

Foi presente, para discussão e aprovação, a ata da reunião ordinária do dia 1 de setembro de 2017 (ata n.° 22) que, posta a votação, foi aprovada por unanimidade.

Ponto 2—ÁRDE LOcALIZAÇÃO EMPRESARIAL DE CASTELO BRANcO

Proposta de Alteração do Loteamento da ALECB. Alvará n.° 7512003. Anexação dos Lotes n.°s 45 e 66

Pelo Senhor Presidente foi presente uma proposta de alteração ao loteamento da Área de Localização Empresarial de Castelo Branco (ALECB) titulado pelo Alvará n.° 7512003, nos termos das normas legais e regulamentares aplicáveis, designadamente com o Plano de Pormenor de Ampliação da Zona Industrial de Castelo Branco, publicado no Diário da República, 2, Série n.° 134, de 14 de julho de 2008. Com a

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presente proposta pretende-se a anexação dos Lotes n.°s 45 e 66, propriedade municipal, inscritos na matriz, respetivamente, sob os artigos 14825 e 13364 da freguesia de Castelo Branco, dando lugar a um novo Lote n.° 45, com as seguintes confrontações: a norte com o Lote n.° 7; a sul com o Lote n.° 67; a nascente com os Lotes n.°s 4, 5, 6 e 7; e a poente com o arruamento público.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar a alteração ao loteamento da ALECB titulado pelo Alvará n.° 75/2003, nos termos das normas legais e regulamentares aplicáveis, designadamente com o Plano de Pormenor de Ampliação da Zona Industrial de Castelo Branco, publicado no Diário da República, 2. Série n.° 134 de 14 de julho de 2008, para que se promova a anexação dos Lotes n.°s 45 e 66, propriedade municipal, inscritos na matriz, respetivamente, sob os artigos 14825 e 13364 da freguesia de Castelo Branco, dando lugar a um novo Lote n.° 45.

Ponto 3—Urbanismo e Obras Particulares

Cristina Pimenta Ferreira. Salgueiro do Campo. Certidão de Compropriedade

Pelo Senhor Presidente foi presente um requerimento de Cristina Pimenta Ferreira, para emissão de “os requerentes solicitam parecer favorável da Câmara Municipal à constituição de compropriedade, em relação ao prédio rústico inscrito na matriz sob o artigo 1, secção AC, freguesia de Salgueiro do Campo, a favor de Maria Helena Almeida Nobre Gonçalves e Carlos Manuel Almeida, assumindo o compromisso de que do negócio não resultará parcelamento fisico do prédio ou a violação do regime legal dos loteamentos urbanos, Considerando a informação que sobre estes assuntos foi prestada pelo Gabinete Jurídico (informação n.° 6 de 02/05/2012), julga-se não haver inconveniente em que o executivo municipal delibere no sentido de emitir a certidão prevista no arfigo 54,° da Lei n.° 91/95, de 2 de setembro, na redação atual dada pela Lei n,° 64/2003, de 23 de agosto, fazendo constar da mesma que o parecer favorável emitido só é válido desde que o negócio não vise ou dele possa resultar o parcelamento fisico do prédio ou a violação do regime legal dos loteamentos urbanos”,

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, dar parecerfavorável à emissão da certidão prevista no artigo 549 da Lei n.° 91/95, de 2 de setembro, na redação atual dada pela Lei n.° 64/2003, de 23 de agosto, fazendo constar da mesma que o parecer favorável emitido só é válido desde que o negócio não vise ou dele possa resultar o parcelamento fisico do prédio ou a violação do regime legal dos loteamentos urbanos.

Ponto 4— PATRIMÓNIO

4.1. Rua dos Ferreiros n.°95. Constituição de Propriedade Horizontal

Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 3823, da Unidade Financeira e do Património, de 26/07/2017, sobre a constituição em propriedade horizontal do prédio urbano situado na Rua dos Ferreiros

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n.° 95, em Castelo Branco, registado sob o artigo matricial P16404 da freguesia de Castelo Branco, propriedade municipal, que em virtude da sua recente requalificação é o mesmo agora composto por quatro frações autónomas suscetiveis de utilização independente.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, autorizar a emissão de certidão atestando que o prédio

urbano situado na Rua dos Ferreiros n,° 95, em Castelo Branco, registado sob o artigo matricial P16404 da freguesia de Castelo Branco, satisfazos requisitas necessários à sua constituição em propriedade horizontal.

Foi ainda deliberado dar poderes ao Senhor Presidente ou a quem legalmente o substitua, para

outorgar a respetiva escritura.

4.2. Requalificação Urbana nas Freguesias— Ligação entre a Rua do Chafariz Velho e a Avenida

Padre António Afonso Ribeiro em Alcains. Cedência de Parcelas

Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 4300, da Divisão de Obras, Equipamentos e

lnfraestwturas, de 07/09/2017, concernente à cedência graciosa de parcelas de terrenos para a execução

da obra de Requalificação Urbana nas Freguesias — Ligação entre a Rua do Chafariz Velho e aAvenida

Padre António Afonso Ribeiro em Alcains. As áreas e respetivos proprietários, são os seguintes: Parcela

Ai —238,35 m2 — Eduardo Jorge da Silva Coelho Boavida Águas; Parcela A2 —63,90 m2 — António de

Jesus Bemposta; Parcela A3—74,63 m2—António de Jesus Bemposta; Parcela A4 —57,10 m2—Cabeça

de Casal, Herdeira, Maria Filomena Bagulho Cortes Garcia Ávila; Parcela A5a) — 6,38 m2 — Armando

Lopes Pereira; e Parcela A5 — 12,05 m2 — Armando Lopes Pereira. Pela presente informação se

esclarece que só agora foi possivel a entrega de documentos necessários às respetivas eschturas, em

virtude de alguns prophetádos de parcelas estarem ausentes no estrangeiro” e se solicita que a Càmara Municipal “delibere sobre a aceitação da cedência gratuita das respetivas parcelas, e se faça a esctura, para que se possa procederá regularização do respetivo processo cadastral”.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos ternos da alínea

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do n.° ido artigo 33.° da Lei n.° 75/2013, de 12 de setembro, aceitar a cedência graciosa da Parcela AI, com a área de 235,35 m2,

pertencente a Eduardo Jorge da Silva Coelho Boavida Águas, da Parcela A2, com a área de 63,90 m2 e

da Parcela A3, com a área de 74,63 m2, pertencentes a António de Jesus Bemposta, da Parcela A4, com

a área de 57,10 m2, pertencente à Cabeça de Casal, Herdeira, Maria Filomena Bagulho Cortes Garcia

Ávila e da Parcela A5a), com a área de 6,38 m2 e da Parcela A5, com a área de 12,05 m2, pertencentes a Armando Lopes Pereira, para a execução da obra de Requalificação Urbana nas Freguesias — Ligação

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Foi ainda deliberado dar poderes ao Senhor Presidente ou a quem legalmente o substitua, para outorgar a respetiva escritura de cedência graciosa ou, em sua substituição, a emissão das respetivas declarações. Ponto 5—DIÁRIO DE TESOURARIA

A Câmara Municipal tomou conhecimento do Resumo Diário de Tesouraria do dia anterior:

Operações Orçamentais € 30.052.764,13

Operações Não Orçamentais € 297.617,06

III—PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO

Terminada a menção aos assuntos incluidos na ordem do dia, a Câmara Municipal predispós-se a ouvir as intervenções por parte do público assistente, nos termos do n.° 6 do artigo 49.° da Lei n,° 75/201 3, de 12 de setembro.

Interveio o Senhor Joaquim Vilela Serrano que disse que o Senhor Presidente já sabia qual era o assunto que o trazia à reunião da Câmara, pela primeira vez exposto na reunião pública da Câmara Municipal de 17 de fevereiro de 2017, sobre a Rua Dr. Rafeiro. Disse ainda que o assunto estava parcialmente resolvido, mas que o traço amarelo ainda continuava no local. O Senhor Serrano queria saber se o sinal de estacionamento proibido, colocado no portão do n.° 14, é permitido e se o traço amare/o que lá continua é para tirar ou não. Relembrou que já se passou meio ano, que a Câmara Municipal tem conhecimento do que se está a passar desde novembro e que, na sua opinião, este assunto

poderia estar resolvido há muito tempo, logo desde a sua primeira intervenção sobre o assunto, pois são coisas ilegais e devem ser tratadas.

O Senhor Diretor do Departamento Técnico Operacional, Eng. Luís Resende, esclareceu que a situação exposta pelo Senhor Serrano foi analisada e que, geralmente, neste tipo de procedimento, a Câmara Municipal de Castelo Branco nada obsta à sua regularização por parte de qualquer interessado. Relativamente à garagem que está do lado oposto à linha amarela, afirmou ter sido dada oportunidade ao morador para fazer a alteração ao projeto e regularizar a construção, mas informou que o visado não veio fazê-lo e que, por isso, teve que anular a rampa e retirar o cimento do passeio. O Senhor Diretor confessou desconhecer se o sinal de estacionamento ainda lá continuava colocado, mas minimizou tal facto porque, tendo o mesmo sido colocado pelo particular, o seu efeito legal e/ou prático é nulo, tendo acrescentado que a fiscalização poderâ tratar desse aspeto. Relativamente à situação que ainda não está resolvida, a proibição de estacionamento por meio da colocação do traço amare/o, argumentou que, pelo facto do projeto da moradia em causa ter sido aprovado em 1956 e pelo facto da travessa à Rua Dr.

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Rafeiro ter sido projetada anos depois daquela data, tendo-se nessa altura, certamente, promovido o

reajustamento dos perfis da Rua Dr. Rafeiro para ajustà-los à nova travessa causando a décalage no acesso à garagem existente hoje, o Senhor Diretor do Departamento Operacional lembrou que o

proprietário tem adquirido o direito de garantia de acesso à garagem. Raciocinando que, sendo a rua

estreita, torna-se impreterível a existência de pelo menos uma linha amarela de um lado da rua, de modo a

permitir ao morador o espaço de manobra necessário. Confessando a sua indecisão quanto ao lugar onde

colocar a linha amarela, por ser uma decisão arbitrária, sugeriu ao Senhor Presidente deslocar-se ao lugar

para ter uma ideia real do assunto. O Senhor Diretor terminou frisando que o que foi dito por si é somente uma opinião técnica e que qualquer outra decisão tomada pela Câmara Municipal serão decisões que o

ultrapassam claramente,

Tendo o Senhor Serrano contra-argumentado as razões técnicas e legais expostas pelo Senhor Diretor do Departamento Técnico Operacional, o Senhor Presidente lembrou-o que, tanto as razões técnicas, como o direito adquirido de terceiros são relevantes para este tipo de procedimentos e têm de ser levados em consideração pelos serviços técnicos que estão a analisá-los. Constatou que a questão levantada pelo

Senhor Serrano estava resumida a um caráter técnico e que uma reunião da Câmara Municipal não seria

o local mais apropriado para ser analisada e decidida e concluiu dizendo que as soluções para a mesma

estavam identificadas e, a seu devido tempo, as decisões serão tomadas e o assunto resolvido.

E, não havendo outros pedidos de intervenção, o Senhor Presidente agradeceu a presença de todos e

deu por encerrada a reunião.

APROVAÇÃO DE ATA EM MINUTA

De acordo com o disposto no n.° 3 do artigo 57,° da Lei n.° 75/2013, de 12 de setembro, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar a ata em minuta, a fim das respetivas deliberações produzirem efeitos imediatos,

CONCLUSÃO DE ATA

E não havendo mais assuntos a tratar, pelo Senhor Presidente foi encerrada a reunião, eram 9 horas e

30 minutos, da qual se lavrou a presente ata que vai ser assinada pelo Senhor Presidente e por mim,

Francisco José Alveirinho Correia, que a secr

O Presidente da Cãmar O Secretário

Referências

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