Enfermagem Médico-cirúrgica

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Modelo operacional do estudo de caso como estratégia de ensino na disciplina de enfermagem médico-cirúrgica: avaliação dos alunos .

Modelo operacional do estudo de caso como estratégia de ensino na disciplina de enfermagem médico-cirúrgica: avaliação dos alunos .

O estudo trata-se de uma pesquisa descritiva, com o objetivo de avaliar as contribuições e dificuldades sentidas pelos alunos, na utilização do Modelo Operacional do Estudo de Caso, proposto pelas autoras como uma das estratégias de ensino utilizada pela disciplina de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Para instrumentalizar e operacionalizar a análise de conteúdo das respostas concedidas pelos alunos, utilizamos da análise temática, segundo Bardin. Com a realização desta investigação concluímos que os alunos reconhecem o modelo como estratégia de ensino na formação dos mesmos, principalmente, quanto ao conhecimento teórico-prático da assistência (70%) que este oferece, estimulando-os à autonomia na tomada de decisões e solução de problemas na área, além de incentivá-los na utilização do acervo da biblioteca. A outra contribuição está relacionada ao conhecimento referente à metodologia científica (30%), onde o modelo emerge a eles como uma estratégia de iniciação a esta atividade. As dificuldades sentidas pelos alunos na elaboração do estudo de caso ocorreram nas seguintes etapas: - no levantamento bibliográfico (58%), principalmente, quanto a falta de bibliografia específica e recente na área de enfermagem e ao não acesso dos alunos da graduação aos índices informatizados: - na redação do trabalho(27%), porém ao mesmo tempo revelando que o estudo de caso propiciou conhecimentos básicos de como elaborar e escrever um trabalho científico; dentre outras (15%).
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Desafios na Aquisição de Competências em Enfermagem Médico-Cirúrgica, vertente Pessoa em Situação Crítica

Desafios na Aquisição de Competências em Enfermagem Médico-Cirúrgica, vertente Pessoa em Situação Crítica

Nesse sentido, a realização do presente relatório visa abordar de forma crítico-reflexiva as intervenções realizadas no decurso de três ensinos clínicos que contribuíram para a aquisição de competências comuns e específicas do Enfermeiro Especialista em Enfermagem Médico-cirúrgica (EEEMC) (Regulamento nº 429/2018 de 16 de julho de 2018), bem como a perceção dos cuidados de saúde segundo os padrões de qualidade (Regulamento nº361/2015 de 26 de junho de 2015). Efetivamente o Enfermeiro Especialista (EE) é enfermeiro que detém vastos conhecimentos e capacidade de julgamento clínico e tomada de decisão, deve igualmente estar munido das competências comuns que favoreçam a conceção, gestão e supervisão de cuidados, definidas segundo diferentes domínios: Responsabilidade Profissional, Ética e Legal; Melhoria Contínua da Qualidade; Gestão de Cuidados; Aprendizagens profissionais (Regulamento nº 140/2019 de 6 de fevereiro de 2019).
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Enfermagem médico-cirúrgica: uma nova abordagem de ensino e sua avaliação pelo aluno.

Enfermagem médico-cirúrgica: uma nova abordagem de ensino e sua avaliação pelo aluno.

Quanto a aquisição de habilidades de natureza afetiva, percebe-se que a participação ativa no processo de aprendizagem (57,57%), a satisfação com a própria aprendizagem (52,52%) e o crescimento pessoal (51,51%) foram referidos pela maioria dos alunos como habilidades com maior desenvolvimento em Enfermagem Médico-Cirúrgica que nas demais disciplinas do curso. Uma vez que o aluno e agente de sua aprendizagem e deve buscar os conhecimentos que necessita, contando com o professor como um recurso que facilita a sua aprendizagem, e importante notar a percepção manifestada pelos alunos quanto a estes aspectos, relevantes dentro da metodologia adotada. Chama a atenção, no entanto, que o relacionamento professor-aluno (36,36%) não e referido como habilidade que tenha tido um desenvolvimento significativo durante a disciplina. No início da implantação da metodologia, percebeu-se a falta de um preparo adequado do professor para o novo papel a assumir e a dificuldade do aluno em adaptar-se as características da disciplina, podendo esta situação ter determinado o resultado obtido.
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Análise crítica dos rituais no contexto da enfermagem médico-cirúrgica.

Análise crítica dos rituais no contexto da enfermagem médico-cirúrgica.

A reunião clínica, amplamente utilizada pelos médicos, no contexto hospitalar, tam- bém é um ritual ocupacional. A visão socio- lógica do diagnóstico e das decisões sobre o tratamento focaliza os modos nos quais as crenças do ser médico são comunicadas en- tre os médicos, os modos nos quais os cole- gas aprendem a falar sobre seus problemas e os modos pelos quais eles reforçam suas obrigações com os pacientes, que justificam suas ações. As reuniões clínicas, como ritu- ais ocupacionais, fornecem um contexto para discussão do que está errado com um paci- ente, do que pode e deveria ser feito (16) .
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David Peças Relatório de Trabalho de Projeto Mestrado Enfermagem Médico Cirúrgica ESS IPS

David Peças Relatório de Trabalho de Projeto Mestrado Enfermagem Médico Cirúrgica ESS IPS

Durante o percurso realizado nos estágios do CPLEEMC desenvolvemos na prática clínica uma atuação proactiva promovendo a envolvência adequada ao bem-estar e gerindo o risco, considerando a gestão do ambiente centrado na pessoa como condição imprescindível para a efetividade terapêutica e para a prevenção de incidentes. Para tal, contribuiu decisivamente a evidência de uma práxis orientada para a promoção da sensibilidade, consciência e respeito pela identidade cultural, como parte das perceções de segurança do cliente, a promoção da sensibilidade, consciência e respeito em relação às necessidades espirituais do cliente, o envolvimento da família e outros no sentido de assegurar a satisfação das necessidades culturais e espirituais, assim como a demonstração de conhecimento e compreensão das questões relativas ao fornecimento de um ambiente seguro para o cliente (OE, 2010c). Neste sentido, a construção do RMDE considerando as necessidades do cliente em matéria de cuidados de enfermagem, traduz estes aspetos desta competência.
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Ensino de enfermagem médico-cirúrgica: uma abordagem por alterações fisiológicas.

Ensino de enfermagem médico-cirúrgica: uma abordagem por alterações fisiológicas.

Para subsidiar a atuaçãO do estudante no tra­ balho de campo e para fornecer uma visão globali­ zada dos problemas de enfermagem, utiliza-se co­ mo estratégia de ensino uma apresentação inicial em sala de aula, concentrada num período de cer­ ca de uma semana (bloco teórico). O objetivo, nes­ ta fase , é transmitir ao aluno como a enfermagem atua a partir da identiicação dos problemas de en­ fermagem. A seguir, esta forma de abordagem é se­ dimentada no trabalho de cmpo, quando o aluno, ao assistir um indivíduo adulto hospitalizado, tem a oportunidade de aplicar seus conhecimentos e habilidades na identiicação e resolução destes pro­ blemas. É importante enfatizar que durante esta atividade ele é constantemente orientado para indi­ vidualizar o paciente, por meio da detecção dos problemas de enfermagem, os quais, nesta fase, en­ globam não apenas os da esfera física mas também , os da psíquica e espiritual.
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Relatório de estágio: desenvolvimento de competências em enfermagem médico-cirúrgica na área da pessoa em situação crítica

Relatório de estágio: desenvolvimento de competências em enfermagem médico-cirúrgica na área da pessoa em situação crítica

decorrentes da situação crítica de saúde/doença e/ou falência orgânica, demonstrando “conhecimentos e habilidades facilitadoras da dignificação da morte e dos processos de luto” (Regulamento nº 124/2011 da Ordem dos Enfermeiros, 2011, p. 8656). Não sendo esta uma situação expectável, não existiu uma preparação prévia da família por parte da equipa multidisciplinar. Segundo o Parecer do CJ da OE 153/2013 (2015, p. 2,) “o conhecimento do processo de perda e, fundamentalmente, a compreensão empática das emoções vividas pelo doente e seus familiares, constituem-se como pilares orientadores da ação do enfermeiro, perante a morte e comunicação da mesma.” Desta forma, decidi acompanhar o médico responsável na comunicação da notícia, respeitando as manifestações da perda expressas pela família ou pessoas próximas e respeitando a dignidade do doente e da família após a sua morte. NA UCIP, de entre as várias técnicas com as quais contactei, destaco as relacionadas com monitorização hemodinâmica invasiva (através da Linha Arterial e catéter PICCO), a pressão venosa central (através do Cateter Venoso Central), a pressão intra-abdominal, o registo horário do débito urinário e balanço hídrico respetivo no turno, a avaliação frequente de gasimetria arterial, a ventilação mecânica invasiva e os cuidados ao doente submetido a ventilação mecânica, e ainda o contato de estreia com técnicas dialíticas.
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GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM: A CONFIGURAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO DA EEUSP.

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM: A CONFIGURAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO DA EEUSP.

- Área Temática - ENFERMAGEM NA SAÚDE DO ADULTO I, compreen- dendo as disciplinas - ENC 211 - Enfermagem Médico-Cirúrgica n a Saúde do Adulto I, ENC 229 - Enfermagem em Centro de Mater[r]

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Relatório de trabalho de projeto   a Grazina

Relatório de trabalho de projeto a Grazina

RESUMO: No âmbito do Mestrado em enfermagem Médico-Cirúrgica, ao longo dos estágios realizados num serviço de cirurgia geral, desenvolvemos um projeto de intervenção em serviço, através da metodologia de projeto, sobre a avaliação funcional da pessoa, através da escala de Barthel. Orientado pela Teoria do Défice do Auto-Cuidado de Orem, com enfoque na importância de direcionar os cuidados prestados às necessidades de cada pessoa, partindo de uma avaliação funcional dotada de objetividade através do uso de escalas validadas, como a escala de Barthel, procedemos a um diagnóstico de situação, onde identificámos como problema a inexistência de uniformização de procedimentos relativamente à avaliação funcional das pessoas internadas e respetivo registo. Seguiram-se as etapas de planeamento do projeto, a sua execução e avaliação. Os principais resultados obtidos vão de encontro ao objetivo formulado, ou seja, houve uma melhoria significativa e otimização das práticas de avaliação funcional da pessoa e respetivos registos de enfermagem. Este projeto foi formulado sob a premissa de que uma eficaz gestão dos cuidados está numa das bases da qualidade dos mesmos, e foram adotadas como estratégias formação à equipa de enfermagem e criação de documentos normativos e orientadores desta prática. Sendo o projeto de intervenção impulsionador do desenvolvimento de competências especializadas, serve o presente artigo para apresentar à comunidade o trabalho realizado neste âmbito e suas conclusões.
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Relatório de estágio Isabel Mesquita

Relatório de estágio Isabel Mesquita

Este trabalho traduz a experiência que vivenciei na aquisição de competências de enfermeira especialista durante o estágio que decorreu no terceiro semestre do 1ºCurso de Mestrado em Enfermagem de Especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica na área específica de intervenção de Enfermagem à Pessoa Idosa. A problemática abordada “Cuidados ao idoso em fim de vida no domicílio: cuidados à boca como estratégia de conforto” foi alicerçada no recurso à investigação, através da revisão sistemática da literatura, que confirmou que os cuidados à boca traduzem bons cuidados de enfermagem mas são frequentemente negligenciados, ou deixados à responsabilidade de pessoal pouco preparado para o efeito e são primordiais para as pessoas em fim de vida porque minimizam o desconforto físico e emocional, facilitam a comunicação, diminuem o isolamento e melhoram a autoestima. A maioria dos clientes com situações evolutivas pode e deve ser cuidada na comunidade e os enfermeiros encontram-se numa posição privilegiada para auxiliar as pessoas a gerir a situação complexa de autocuidados, prevendo as suas necessidades, para que alterações ou deteriorações do seu estado possam ser previstas e rapidamente enfrentadas antes de evoluir para situações agudas (OE,2010) 48 . A literatura revela que nos clientes portadores de doenças crónicas deve ser utilizada uma abordagem centrada no cliente e existe evidência de que quando é implementada se obtêm ganhos em saúde e melhoria da qualidade de vida dos clientes, traduzidas na melhoria do estado funcional, na diminuição dos marcadores fisiológicos de doença, como por exemplo os níveis de glicémia, em mais comportamentos de adesão terapêutica, menos queixas de desconforto e ansiedade, necessitando de menos exames complementares de diagnóstico e menos referenciação para serviços especializados (Sidani,2008).
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Rev. esc. enferm. USP  vol.20 número1

Rev. esc. enferm. USP vol.20 número1

O presente estudo que teve como objetivo primordial, analisar comparativamente o conteúdo das pesquisas de enfermagem, brasileiras e americanas, em terapia intensiva e nas demais unidades mèdico-cirúr gicas. Para tanto, foi analisada retrospectivamente a produção de pesquisas em enfermagem médico-cirúrgica em geral, e de terapia inten- siva em particular, num período de dez anos. As fontes de dados foram: Revista Brasileira de Enfermagem, "Nursing Research" e "Heart & Lung". Os aspectos anali- sados incluíram o tipo de pesquisa, o nível de profundidade, a metodologia empregada e a matéria pesquisada. De modo geral, verificamos crescimento quantitativo de pesquisas de enfermagem em terapia intensiva, com aumento tanto de pesquisas descri-
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Trabalho de Projeto Eliana Martins

Trabalho de Projeto Eliana Martins

Este percurso académico, pelo descrito, foi marcado por um constante crescimento pessoal e profissional convergindo na aquisição das competências de mestre em enfermagem médico-cirúrgica, que suportam e integram cada um dos domínios de competência do enfermeiro especialista em enfermagem em pessoa em situação crítica 47 . Nomeadamente as competências comuns de responsabilidade profissional, ética e legal, melhoria contínua da qualidade, gestão dos cuidados e desenvolvimento das aprendizagens profissionais de acordo com o Regulamento n.º 122/2011 de 18 de Fevereiro, e ainda as competências especificas no âmbito do cuidar da pessoa a vivenciar processos complexos de doença crítica e ou falência orgânica, da dinamização da resposta a situações de catástrofe ou emergência multi-vítima e da maximização da intervenção na prevenção e controlo da infeção perante a pessoa em situação crítica e ou falência orgânica, face à complexidade da situação e à necessidade de respostas adequadas em tempo útil de acordo com o Regulamento n.º 124/2011 de 18 de Fevereiro.
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Cad. saúde colet.  vol.21 número3

Cad. saúde colet. vol.21 número3

Os organizadores entendem que as Linhas de Cuidado (LC) possibilitam um “repensar” da as- sistência de forma a responder às necessidades de saúde de determinada comunidade, família e/ou indivíduo e possa aproximar ao leitor a prática da Enfermagem pautada pela ética e pelo nobre e humanitário signiicado do cuidar de forma segura e com qualidade. Para tal, os autores Álvaro da Silva Santos — Enfermeiro, Especialista em Saúde Pública e Enfermagem Médico-Cirúrgica, Mestre em Administração de Serviços de Saúde, Doutor em Ciências Sociais e Pós-doutor em Serviço Social — e Marcia Regina Cubas — Enfermeira, Mestre em Saúde Pública e Doutora em Enfermagem — consideram suas vivências práticas em instituições de saúde, o aprendizado adqui- rido, as trocas de conhecimento e o desenvolvimento de pesquisas e de projetos de extensão, em
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Rev. esc. enferm. USP  vol.15 número3

Rev. esc. enferm. USP vol.15 número3

* Professor Titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da EEUSP, disciplina Nutrição aplicada a Enfermagem.. Vice-Diretora da Escola de Enfermagem da USP.[r]

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Rev. esc. enferm. USP  vol.20 número1

Rev. esc. enferm. USP vol.20 número1

Os docentes da disciplina Enfermagem Médico-Cirúrgica ( E M C ) , do Departamento do mesmo nome da Escola de Enfermagem da Universi- dade de São Paulo ( E E U S P ) , têm como preocupação constante a ava- liação da eficácia e coerência do processo ensino-aprendizagem. Desde 1981 sentiu-se a necessidade de avaliação mais objetiva, sobretudo por parte dos discentes, que fornecesse subsídios para o aprimoramento da disciplina. Assim sendo, ao término de cada curso, solicita-se a avalia- ção dos alunos, utilizando-se impresso específico.

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É w11 estudo nun1 tempo e nun1 espaço, n1as não deixa de ser um

É w11 estudo nun1 tempo e nun1 espaço, n1as não deixa de ser um

Na formação debruçou-se sobre Enfer· magem e Educação: licenciatura em Enfermagem Médico-Cirúrgica; curso de Pedagogia Aplicada ao Ensino em Enfer· magem; mestrado em Promoçã[r]

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Isabel Mesquita capa e folha de rosto

Isabel Mesquita capa e folha de rosto

Este relatório pretende descrever a experiência vivida pela autora durante o período de estágio do Curso de Mestrado e Pós-Licenciatura em Enfermagem Médico-Cirúrgica na Vertente de Enfermagem à Pessoa Idosa, que se realizou no Hospital residencial do Mar, na UCC do ACES de Cascais e na UFCC do Hospital Garcia de Orta.

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Sara Correia   Relatório

Sara Correia Relatório

Enfermagem na Área de Especialização em Enfermagem Médico-cirúrgica (opção em Enfermagem Oncológica) assume um importante papel. Este papel remete-se, por exemplo, à elaboração e implementação de normas com vista à uniformidade de procedimentos assentes na evidência disponível (com todos os aspetos inerentes à implementação de uma norma/protocolo de cuidados que vai desde a sensibilização e formação das equipas, até às auditorias internas de verificação de conformidades) que melhorem os resultados ( outcomes ) dos doentes. Para além disso, assenta também no desenvolvimento de medidas que garantam a continuidade de cuidados. No documento emitido pela Coordenação Nacional para as Doenças Oncológicas (CNDO) – Requisitos para a Prestação de Cuidados em Oncologia, no item referente aos requisitos específicos para a prestação de cuidados em oncologia médica é mencionado que: ― a instituição deve assegurar, internamente, ou por protocolo com outra instituição, a introdução de cateteres intra-venosos (…); O serviço deve possuir enfermagem com formação específica e competências na abordagem terapêutica do doente (…)”(CNDO, 2009, p.10). É acrescentado ainda que para a prestação de cuidados oncológicos sistémicos, consideram-se três níveis (1,2 e 3) na área da Actividade Oncológica não-cirúrgica surge a manutenção de CVC. O mesmo documento, quando menciona os enfermeiros (enquanto prestadores de cuidados em oncologia) faz referência ao treino na manipulação e manutenção de CVC. Pela leitura deste documento ressalta a importância a atribuída ao CVC em contexto de cuidados em oncologia e ao papel dos cuidados de enfermagem neste âmbito.
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Rev. esc. enferm. USP  vol.11 número1

Rev. esc. enferm. USP vol.11 número1

Os autores analisam o programa de Enfermagem Médico- Cirúrgica II da EEUSP desenvolvido em 1976. Com base na avaliação feita por docentes, alunos e enfermeiros dos campos de estágio, concluem que o programa parece estar atendendo à sua finalidade principal que é a de contribuir na formação de enfermeiros com preparo especializado para eficiente atuação nas unidades de terapia intensiva, de recuperação e de pronto socorro.

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Rev. esc. enferm. USP  vol.15 número3

Rev. esc. enferm. USP vol.15 número3

** Professor Adjunto do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da EEUSP, disciplina Enfer- magem em Doenças Transmissíveis.[r]

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