Sistema tributário nacional

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regulamento.. Constituem instrumentos auxiliares da escrita fiscal os livros da contabilidade geral, o Copiador de Fatu- ras, o Livro Registro de Duplicatas, as Nota[r]

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Regramatriz sobre o imposto sobre doações no sistema tributário nacional

Regramatriz sobre o imposto sobre doações no sistema tributário nacional

Alguns autores vislumbram, no art. 3º do art. 24 74 , o direito de os Estados e do Distrito Federal legislarem sobre quaisquer tipos de normas gerais que caberia ao Parlamento Nacional produzir, seja pelo veículo menor da lei ordinária, seja pelo veículo maior da lei complementar. Tais autores, inclusive, entenderam ser a lei complementar, lei federal, distinta da lei ordinária apenas em função da matéria tratada e do 'quorum' necessário para a aprovação. Segundo essa visão, as duas leis estruturalmente teriam a mesma função, sendo a única distinção o fato de o constituinte exigir para certas matérias uma, e para outras, outra. Daí o pensamento que esposam de que, por exemplo, em matéria tributária, se a União não produzir lei complementar sobre normas gerais, tal faculdade será outorgada provisoriamente aos Estados e Distrito Federal até o momento em que as normas gerais superiores sejam veiculadas. Entendo que estes autores, apesar de seu brilho, não têm razão. Em minha especial maneira de ver a fenomenologia da lei complementar, considero-a lei da Federação, e não da União, sempre que cuidando de normas gerais. Por consequência, para mim, o §3º cuidou apenas daquelas normas gerais veiculáveis por lei ordinária, porque apenas esta é lei federal. A outra (complementar), sendo lei da federação, não é lei federal. Por esta perspectiva agiu corretamente o constituinte, ao não subordinar, em assuntos de seu peculiar interesse, os Estados e Distrito Federal ao interesse exclusivo da União na produção de lei que possa influenciar nas peculiaridades de cada unidade federativa,
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A VINCULAÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS E AS CONTRIBUIÇÕES NO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL

A VINCULAÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS E AS CONTRIBUIÇÕES NO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL

“Há, todavia, uma exceção a regra da referibilidade entre o grupo sujeito à contribuição e a atuação estatal que enseja a sua cobrança. È o caso das contribuições para a seguridade social. Tais contribuições, nada obstante estarem previstas no art 149 da CF, encontram parâmetros no art. 195 que limitam seu campo de incidência e lhes dão características próprias decorrentes de princípios específicos a que se submetem, como o da solidariedade, que implica a participação de toda a sociedade no custeio das ações estatais nas áreas de saúde, previdência e assistência social, conforme reconhecido por MARCO AURELIO GRECO (Contribuições, uma fgura sui generis. São Paulo, Editora Dialética, 2000, p.243) e reconhecido pela iterativa jurisprudência do STF, extremando-as dos outros tipos de contribuição, exigíveis somente dos integrantes de grupos com interesse diferenciado em determinadas áreas de atuação estatal.” (SOUZA, Hamilton Dias. Contribuições especiais, in Curso de Direito tributário, coordenador MARTINS, Ives Gandra da Silva, 9 ed, São Paulo, Editora Saraiva, 2006, p. 638.) O STF se manifestou no sentido da inexistência da referibilidade necessário ao analisar a incidência da contribuição ao FUNRURAL sobre empresas urbanas, reconhecendo sua sujeição, conforme AGREs 238.171/SP, relatora Ministra Ellen Gracie, assim como nos AGRE 205.355-3 DF, relator Ministra Carlos Velloso, RE 396.266/SC, relator Ministro Carlos Velloso, RE 177.137-2/RS, relator Ministro Carlos Velloso. .
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Repositório Institucional UFC: Reforma tributária ambiental: perspectivas para o sistema tributário nacional

Repositório Institucional UFC: Reforma tributária ambiental: perspectivas para o sistema tributário nacional

No tocante à política de benefícios fiscais para estímulo de ações no plano ambiental, compreende-se que a utilização dos mesmos como mecanismos de promoção de comportamentos dos agentes econômicos e sociais é contrária aos valores da ordem tributária porque a utilização de benefícios fiscais pode levar a perdas de arrecadação para o ente concedente e, por conseguinte, promover a elevação de alíquotas de outros tributos ou sobre outras realidades econômicas. Ademais, a concessão de benefícios fiscais não consegue efetivamente impor uma política setorial que promova o desenvolvimento sustentável, visto que atinge, na maioria das vezes, apenas um ou alguns tributos e apenas alguns agentes. E porque a aplicação de alíquotas extrafiscais diferenciadas pouco desestimula os agentes econômicos, visto que estes acabam por transferir, de forma generalizada, o custo tributário da externalidade ambiental para os consumidores dos produtos ou passam a incorporar a diferença financeira em suas margens de lucro. E, também, porque é possível constatar que a utilização de tais práticas, apesar de frequentes nas últimas décadas, não tem possibilitado a efetiva melhora do quadro ambiental (ABRALATAS, 2016, p.97).
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Causas da inadimplência tributária no Brasil: a adequação das políticas
públicas de combate no âmbito da União

Causas da inadimplência tributária no Brasil: a adequação das políticas públicas de combate no âmbito da União

incluindo-se aí a alta carga tributária. Marcela Nardelli explica o que seria esse encargo e porque traria problemas para a competitividade das empresas brasileiras em relação às demais: o custo é muito maior, é o custo Brasil de desinvestimento, o custo do advogado, custo do parecer técnico, custo de você ter um corpo jurídico maior dentro da empresa, custo dos honorários do advogado externo, é o custo da apólice de seguro sim, mas é o custo do dinheiro. Custo da sua empresa ter menos valor no mercado porque tem uma nota no balanço gigantesca falando de contingências tributárias ou trabalhistas, e tendo que explicar para o investidor lá fora que ele não fez errado, com um penal nas costas do administrador. Desestimula investir dinheiro no Brasil. Na mesma linha, Daniel Gomes ressalta a importância do equilíbrio do sistema tributário nacional, e traz importantes considerações sobre o controle da carga tributária para corrigir-se o problema da inadimplência tributária em excesso:
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Rev. Adm. Pública  vol.42 número3

Rev. Adm. Pública vol.42 número3

dessa política econômica ocorre pelos condutos [1] e [3]. Esse extenso conjunto de alterações no Sistema Tributário Nacional altera regras constitucionais e, por essa via, recondiciona a política de ajuste fiscal operada em (B); ao mesmo tempo, parte dessas mudanças constitucionais gera, diretamente por [3], efeitos macro- econômicos, tais como o nível da carga tributária com que a economia brasileira passa a operar ou o tipo de relacionamento fiscal entre os estados da federação. O caso das MPs, embora, por vezes envolva alterações mais amplas no texto da Constituição (art. 62), como ocorreu em 2001 (EC n o 32, de 11 de setembro de
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A FUNCAO SOCIAL DO TRIBUTO E O ORÇAMENTO PÚBLICO COMO VEÍCULO DE IMPLEMENTAÇÃO E PRIORIZAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS   Karina Brandao Alves De Castro

A FUNCAO SOCIAL DO TRIBUTO E O ORÇAMENTO PÚBLICO COMO VEÍCULO DE IMPLEMENTAÇÃO E PRIORIZAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS Karina Brandao Alves De Castro

O presente trabalho busca refletir acerca do uso do Sistema Tributário Nacional como instrumento efetivo para que o Estado cumpra a sua função social de promover os objetivos traçados na Constituição Federal (art. 3º). Demonstra que ao longo da história, o tributo deixou de ser um simples instrumento de obtenção de receita para o custeio da despesa pública. Traça parâmetros de um sistema tributário ideal e pontua os problemas que fazem com que os contribuintes brasileiros vejam a tributação como um instrumento de domínio dos governantes e de não redistribuição de riquezas. Nesse contexto, depois de ingressar como receita, surge o orçamento público como forma de implementação das políticas públicas e acesso à justiça, independente da reserva do possível. As políticas públicas e os direitos sociais não devem fica a mercê da reserva do possível, uma vez arrecadado a receita, deve se gastar de maneira equilibrada conforme determina a Constituição Federal, servindo este, como forma de implementação das políticas públicas.
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ESTIMULANDO O INVESTIMENTO NO SETOR PRODUTIVO VIA RENÚNCIAS FISCAIS: O PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO ESTADO DE PERNAMBUCO

ESTIMULANDO O INVESTIMENTO NO SETOR PRODUTIVO VIA RENÚNCIAS FISCAIS: O PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO ESTADO DE PERNAMBUCO

As mudanças ocorridas no Sistema Tributário Nacional nos últimos anos, es- pecialmente após 1988, concederam um importante instrumento de política econô- mica às Unidades da Federação: a concessão de incentivos fiscais relacionados ao ICMS (imposto sobre o valor adicionado de competência estadual). Este instrumento de política econômica, mais especificamente de política fiscal, aplicado via diferimen- to, isenção ou renúncia do imposto, tem como principal objetivo estimular o desen- volvimento da estrutura produtiva estadual. Os Estados têm utilizado constantemente este instrumento, por intermédio dos programas estaduais de desenvolvimento, para atrair projetos de investimentos para seus respectivos territórios, fenômeno que ficou conhecido como Guerra Fiscal devido às disputas realizadas entre os mesmos para a consecução de seus respectivos objetivos.
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A CONTRIBUIÇÃO PARA CUSTEIO DO SERVIÇO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA E A INCONSTITUCIONALIDADE DA TRIBUTAÇÃO POR MEIO DE CONTRIBUIÇÕES

A CONTRIBUIÇÃO PARA CUSTEIO DO SERVIÇO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA E A INCONSTITUCIONALIDADE DA TRIBUTAÇÃO POR MEIO DE CONTRIBUIÇÕES

Busca-se agora, pois, tecermos considerações acerca das características e natureza desta espécie tributária que vem sendo alvo de inúmeras críticas em face da utilização digamos errônea deste tributo pelo legislador com vistas a ensejar maior recolhimento de verbas aos entes públicos. Dito fato acarreta uma elevação desproporcional da carga tributária nacional de forma a onerar indevidamente os contribuintes. Tal se dá, como veremos, de forma contrária ao sistema tributário nacional, e vem se viabilizando em virtude do conluio do Poder Judiciário. Este, através de seu órgão de cúpula, qual seja, o STF, vem politizando os seus julgamentos de forma a legitimar atos verdadeiramente inconstitucionais perpetrados pelos membros dos demais poderes, fato este que viabiliza a inconstitucional tributação por meio de contribuições.
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC - SP

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC - SP

Assim da conjugação do Princípio Democrático, e suas características peculiares de participação e representatividade diretas; suas implicações com as normas relativas ao delineamento da competência tributária (v. normas do Sistema Tributário Nacional, que estabelecem as conformações de cada exação tributária prevista no Texto Constitucional, e particularmente as limitações constitucionais ao poder de tributar); com os Princípios Republicano e Federativo (art. 1º, caput, CF); além da interpretação sistemática com os Princípios da Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência, constantes do art. 37, da CF; dentre outros de inafastável aplicação (v. art. 5º, LIV, LV, etc.), citados estes apenas a título exemplificativo, e teremos os fundamentos constitucionais da nossa proposta: a utilização das exposições de motivos do ato legislativo, ou seus “considerandos”, justificativas de proposições e até mesmo dos anais congressuais (isto é, todos os atos de enunciação legislativa indicativos da mens legislatoris) como subsídios válidos à interpretação e aplicação da norma jurídica tributária, e não como atos sem qualquer valor para a exegese do normativo.
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Universidade de Brasília Faculdade de Direito Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU Doutorado em Direito, Estado e Constituição TERMO DE APROVAÇÃO

Universidade de Brasília Faculdade de Direito Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU Doutorado em Direito, Estado e Constituição TERMO DE APROVAÇÃO

A progressividade é extraída do texto constitucional, seja como regra, seja como princípio. Quando a Constituição se refere expressamente à progressividade, o legislador não pode deixar de instituí-la: trata-se de uma regra que obriga. Quando a Constituição não se refere expressamente à progressividade do imposto, também estamos diante de uma regra, que autoriza que o imposto seja graduado de acordo com a capacidade contributiva do sujeito passivo. Essas são as regras de instituição da progressividade no âmbito dos impostos, que se aplicam independentemente de sua classificação como impostos reais ou pessoais. Além dessas regras de progressividade estrita há, contudo, um princípio geral de progressividade, que demanda pela adequação do Sistema Tributário Nacional de modo a privilegiar a incidência tributária sobre o patrimônio e a renda, pois a tributação do consumo vai de encontro ao objetivo republicano de redução da desigualdade social, quando realiza regressivamente. A progressividade que atua como regra decorre da capacidade contributiva, a progressividade que atua como princípio decorre da Matriz Tributária brasileira. Tributar o consumo, regressivamente, é extremamente injusto e não se coaduna com a Matriz Tributária brasileira. O Sistema Tributário Nacional encontra-se em estado de inconstitucionalidade permanente, pois não observa a Matriz Tributária Brasileira ao praticar uma estrutura de tributação, e de gastos públicos, regressiva e, assim, ilegítima.
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Diretrizes  do sistema tributário brasileiro

Diretrizes do sistema tributário brasileiro

seja um caminho sem volta, mas uma menor descentralização é que deve estruturar as relações no Brasil, adequando-se à realidade concreta, e não permanecendo numa utopia de autonomias. Autonomias que, como visto, não existem materialmente de forma ampla e na grande maioria dos entes, mas apenas formalmente. Isso em função da necessidade de redução dos problemas que um federalismo fiscal como o brasileiro tem causado, como, por exemplo, o caótico sistema jurídico tributário em sua amplitude de normas, a constante invasão de competências, a concessão incentivos como forma de atração de investimentos (“guerra fiscal”) e desnaturações de institutos e entidades de Direito. De outra sorte, o fenômeno impositivo brasileiro tem constituído um dos maiores óbices do crescimento econômico sustentável, por onerar, de forma absurda, a produção e circulação de produtos e serviços. Deveria, ao contrário, seguindo modelos mais desenvolvidos, priorizar as exações sobre a renda e o capital. (O federalismo fiscal brasileiro e o sistema tributário nacional. São Paulo: MP Editora, 2005, p. 88).
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A TRIBUTAÇÃO NA PRODUÇÃO DO CARVÃO VEGETAL E DO FERRO GUSA CHRISTIAN RAINIER IMAÑA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL

A TRIBUTAÇÃO NA PRODUÇÃO DO CARVÃO VEGETAL E DO FERRO GUSA CHRISTIAN RAINIER IMAÑA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL

%. Não houve incidência de tributos municipais para o carvão vegetal. Incidiu para o ferro gusa apenas um tributo municipal, o IPTU. Os tributos estaduais representaram 10% da carga tributária sobre o processo produtivo carvoeiro, concentrando-se basicamente na taxa florestal, o restante da tributação é de competência federal. Os encargos sociais sobre a folha de pessoal e a taxa florestal responderam, respectivamente, por 1,63% e 0,97% do faturamento da produção do carvão vegetal. A taxação com encargos pessoais atingiu 0,94% para o ferro gusa, o que denota que o setor florestal é mais dependente do fator mão de obra do que o siderúrgico, que depende mais do fator tecnológico. A COFINS foi o maior tributo da produção carvoeira: 3%, o que evidencia e corrobora a regressividade que permeia o sistema tributário brasileiro em detrimento aos tributos progressivos, como o IRPJ e a CSLL. Dentro do Estado de Minas Gerais, o ICMS do carvão vegetal é diferido, ou seja, o produtor rural está desobrigado de recolher o ICMS. Isto significa que a empresa siderúrgica responde pelo ônus total do ICMS. Para o ferro gusa, os maiores tributos foram: ICMS e IPI. O único tributo municipal participante de toda a cadeia produtiva respondeu por 0,02%, corroborando a baixa participação da arrecadação municipal na carga tributária brasileira. Observou-se que a estrutura fiscal das três esferas políticas é burocrática e ineficiente sob a ótica fiscal, prova disso são as taxas ambientais TCFA e TFMAG, cujas receitas possuem baixos valores arrecadados ante à produção e os valores cobrados são ínfimos diante da receita auferida, de modo que não conseguem inibir a exploração de recursos ambientais. O sistema tributário nacional mostrou-se regressivo e com uma elevada carga tributária para o ferro gusa, importando na necessidade de uma reestruturação fiscal nas três esferas governamentais com implicações sobre o pacto federativo do país.
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Reforma tributária: seria afinal uma solução econômica diante da pandemia que o país enfrenta? / Tax reform: would it be an economic solution to the pandemic the country is facing?

Reforma tributária: seria afinal uma solução econômica diante da pandemia que o país enfrenta? / Tax reform: would it be an economic solution to the pandemic the country is facing?

O presente trabalho é realizado por elementos de convicção provenientes da doutrina, legislação e matérias de notícias atuais a respeito do COVID-19. O método a ser utilizado será o dedutivo, o qual corresponde à extração discursiva do conhecimento a partir de premissas gerais aplicáveis a situações concretas. Assim como o método histórico através da análise do instituto do sistema tributário brasileiro, buscando as suas raízes na antiguidade até chegar à contemporaneidade. É importante uma breve análise da formação do sistema tributário brasileiro dos tempos do Brasil Colônia, percorrendo o período imperial e constituições republicanas, para discorrer a respeito de entraves que sofre o modelo atual do sistema tributário nacional. A finalidade é promover um estudo sobre a necessidade da reforma tributária no Brasil, bem como seus benefícios e desafios diante do cenário atual que a economia brasileira enfrenta. Seria afinal uma solução impreterível neste momento ou deveria ser adiada, como vem sendo até hoje, devido ao momento de calamidade que o país enfrenta? Assim, a discussão será acerca da Reforma Tributária e se essa seria uma solução econômica diante da pandemia que o país enfrenta.
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A “CPRB” (CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA) À LUZ DO SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO MESTRADO EM DIREITO TRIBUTÁRIO

A “CPRB” (CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA) À LUZ DO SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO MESTRADO EM DIREITO TRIBUTÁRIO

De feito, a par das três modalidades de tributos (os impostos, as taxas e as contribuições de melhoria) a que se refere o artigo 145 para declarar que são competentes para instituí-los a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, os artigos 148 e 149 aludem a duas outras modalidades tributárias, para cuja instituição só a União é competente: o empréstimo compulsório e as contribuições sociais, inclusive as de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. No tocante às contribuições sociais – que dessas modalidades tributárias é a que interessa para este julgamento -, não só as referidas no art. 149 - que se subordina ao capítulo concernente ao sistema tributário nacional – têm natureza tributária, como resulta, igualmente, da observância que devem ao disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, mas também as relativas à seguridade social previstas no artigo 195, que pertence ao título “Da Ordem Social”.
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Open A interferência da tributação indutora como estímulo do consumo de etanol como combustível de baixa emissão de carbono

Open A interferência da tributação indutora como estímulo do consumo de etanol como combustível de baixa emissão de carbono

A responsabilidade constitucional do Estado de zelar pela proteção ambiental acaba por resultar em políticas ambientais que visam o desenvolvimento sustentável. Esta proposição é resultante do fato de ser o meio ambiente é um bem público, passível de valoração, e sua não inclusão nos aspectos econômicos tem como resultado aumento da degradação. A hipótese do estudo centra-se no fato de que a ausência do princípio constitucional da proteção do meio ambiente no sistema tributário nacional e exclusão da tributação indutora na política nacional de desenvolvimento e da política nacional do meio ambiente acabam por induzir o consumo de bens e serviços danosos à preservação do meio ambiente e proteção dos recursos naturais. E tem como objetivo evidenciar que o instrumento da tributação extrafiscal labora como ferramenta de proteção ambiental e desenvolvimento sustentável, funcionando na interferência direta de custos e preços sobre determinada atividade econômica por intermédio da majoração ou diminuição da carga tributária, de acordo com os interesses estatais. Especificamente pretende-se enunciar a formação dos preços dos combustíveis, em particular o etanol, com ênfase na tributação (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS, principalmente) sendo usado como um mecanismo de preservação ambiental. Os resultados da analise demonstram que, utilizando-se desta ferramenta, é possível que o Estado consiga induzir uma prática “verde” no setor de combustíveis, levando- o a um desenvolvimento sustentável e também à proteção do meio ambiente.
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As contas como instrumento de avaliação do sistema tributário e aduaneiro

As contas como instrumento de avaliação do sistema tributário e aduaneiro

A Lei n.º 64-C/2011 salienta que a obrigatoriedade de utilização do POCP por parte dos organismos públicos encontra-se prevista na lei há cerca de 15 anos, no entanto, a sua implementação tem sido morosa. De facto, o artigo 11.º da LEO prevê que a prestação de contas por parte das entidades públicas seja feita com base no POCP, com exceção das entidades que aplicam o SNC ou elaborem as suas contas em conformidade com as normas internacionais de contabilidade. Atualmente, mais de 90 % dos SFA da administração central aplicam o POCP, ou um plano de contas sectorial, e o número de serviços integrados que utilizam o POCP aumentou significativamente no contexto do projeto GeRFiP (Anexo A). Verifica-se que para estes organismos já é possível obter contas consolidadas através do sistema RIGORE-Central. Adicionalmente, o projeto de expansão do RIGORE- Central permitirá incorporar e consolidar a posição financeira, da execução orçamental e dos resultados, também de entidades públicas reclassificadas que utilizam o SNC e passam a integrar os SFA.
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Márcio Alexandre Ioti Henrique

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Márcio Alexandre Ioti Henrique

O artigo 132 do Código Tributário Nacional, por seu turno, trata das hipóteses de responsabilidade tributária quando são realizadas operações societárias. As operações societárias são institutos de direito privado, sendo que, no ordenamento jurídico brasileiro, referem-se à fusão, incorporação, transformação e cisão. Primeiramente são analisados os institutos da fusão, incorporação, transformação e cisão, para depois estudar efetivamente as conseqüências tributárias quando da existência de tais operações. Vários pontos controvertidos são analisados, sendo que um deles também se refere à responsabilidade pelas penalidades pecuniárias. Importante destacar que cada operação societária produz efeitos jurídicos diferentes, motivo pelo qual acarretam conseqüências tributárias também diferentes. Todas essas conseqüências tributárias serão verificadas nesta dissertação, analisando-se inclusive a jurisprudência dos Tribunais brasileiros e dos órgãos de julgamentos da esfera administrativa.
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ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O SIMPLES NACIONAL E O LUCRO PRESUMIDO PARA UMA ORGANIZAÇÃO DE COMÉRCIO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE INFORMÁTICA

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O SIMPLES NACIONAL E O LUCRO PRESUMIDO PARA UMA ORGANIZAÇÃO DE COMÉRCIO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE INFORMÁTICA

Nos casos em que a empresa exerça apenas uma atividade, bastará ao contribuinte verificar qual a alíquota correspondente à atividade exercida, entretanto nas organizações em que são exercidas mais de uma atividade, deve ser destacado cada faturamento separadamente para respectiva tabela correspondente, mas é valido lembrar que para alocar a faixa de receita bruta somam-se todas as receitas nos últimos doze meses. Portanto, embora a base de calculo seja a receita bruta total mensal, para fins do cálculo do Simples Nacional é preciso segregar a receita, pois para cada tipo haverá uma tabela a ser aplicada.
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O IMPOSTO SOBRE TRANSMISSÃO CAUSA MORTIS DE QUAISQUER BENS OU DIREITOS Regra-matriz de incidência, isenção, lançamento, decadência e prescrição

O IMPOSTO SOBRE TRANSMISSÃO CAUSA MORTIS DE QUAISQUER BENS OU DIREITOS Regra-matriz de incidência, isenção, lançamento, decadência e prescrição

“Em princípio, só pode ser posta, pelo legislador, como sujeito das relações obrigacionais tributárias, a pessoa que – explícita ou implicitamente – é referida pelo texto constitucional como ‘destinatária da carga tributária’ (ou ‘destinatário legal tributário’, na feliz construção de Hector Villegas, cf. artigo in RDP 30/242). De tudo se vê que não é livre o legislador ordinário na escolha dos sujeitos passivos. Pelo contrário, ele é obrigado a colher como tal somente aquela pessoa que realmente corresponda às exigências do aspecto pessoal da hipótese de incidência, tal como determinada (pressuposta), em seus contornos essenciais, pelo próprio texto constitucional: o ‘realizador’ da operação tributável (RDT 34/217).
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