Teoria da Argumentação na Linguística

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Por uma abordagem semântica do paradoxo : o quadrado argumentativo paradoxal

Por uma abordagem semântica do paradoxo : o quadrado argumentativo paradoxal

A presente tese estuda o paradoxo, do ponto de vista da Teoria dos Blocos Semânticos, observando, fundamentalmente, as relações que ocorrem no quadrado argumentativo. Para isso, estudam-se os conceitos da teoria mencionada, bem como seus fundamentos precursores e as raízes advindas de outros teóricos. Ao longo da fundamentação teórica são estudados os conceitos de Ferdinand de Saussure, principalmente a noção de relação e valor linguístico, pois fundamentais para a construção do sentido. Ademais, o conceito de signo vazio de Benveniste é explicitado e serve de base para novas reflexões, que observam a ocorrência de uma parte vazia nas palavras. Ainda, dentro dos pressupostos teóricos, são estudadas as noções iniciais de argumentação na língua, através dos escritos de Oswald Ducrot, visando a obtenção do entendimento necessário para uma compreensão adequada da Teoria dos Blocos Semânticos, atualmente desenvolvida por Marion Carel. Dentre os conceitos mais importantes para o estudo em pauta, estão a orientação linguística, as relações linguísticas, que demonstrarão como o sentido é construído, bem como a noção de bloco semântico e quadrado argumentativo. O paradoxo semântico é abordado com a utilização dos estudos de Carel e Ducrot, e de Borges (2011), mirando sua aplicação dentro do quadrado argumentativo, ou seja, observa-se o comportamento das relações de normatividade e transgressividade entre os encadeamentos do quadrado, derivado de um bloco semântico. O objeto das análises consiste em uma canção nacional e uma propaganda, ambas contendo sentidos paradoxais. A metodologia utilizada é a análise de cada objeto de forma única, com etapas próprias. Concluiu-se que o paradoxo constitui aspectos normativos paradoxais, mas não aspectos transpostos e conversos.
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Fundamentos filosóficos da teoria da argumentação na língua : um estudo sobre a teoria dos topoi e a teoria dos blocos semânticos

Fundamentos filosóficos da teoria da argumentação na língua : um estudo sobre a teoria dos topoi e a teoria dos blocos semânticos

Ocupando-nos, agora, com as noções de língua, fala, valor e relação saussurianos e da Teoria dos Blocos Semânticos, podemos assegurar que a ANL segue os princípios saussurianos, pois o significado de uma expressão está nas relações dessa expressão com outras expressões da língua. Aprofundando esse tema, Ducrot (2005:11) afirma que “o significado de um signo é o conjunto das relações desse signo com outros signos da língua (...), por isso o signo não tem nenhuma relação com o referente do signo, nem com o conceito psicológico que os usuários do signo teriam na cabeça (...), sua ordem é puramente linguística”. Para reforçar esse posicionamento de que o sentido está na relação e de que não são aceitos contextos extralinguísticos em sua teoria, Ducrot explica o momento em que ele percebeu que a Teoria dos Topoi 43 não era capaz de buscar o sentido interno da língua. O encadeamento argumentativo O hotel está perto, portanto é fácil chegar apresenta um princípio (um topos) de que quanto mais se está perto de um lugar, mais fácil se torna o acesso a ele. No encadeamento O hotel está longe, portanto é difícil chegar apresenta o topos quanto mais longe se está de algum lugar, mais difícil torna-se seu acesso. Ducrot notou que ele e Anscombre (1995) se baseavam em informações extralinguísticas, da realidade, para formularem seus princípios, renegando Saussure que estuda a língua a partir dela própria. A TBS, então, retoma essa ideia de que a língua necessita de suas próprias regularidades para se explicar e constituir sentido: uma expressão é feita a partir dos discursos argumentativos que podem encadear-se a partir dela. Na seção 1.2.4, vimos como Ducrot remodelou os princípios saussurianos para construir a TBS e como o intralinguístico é fundamental para que a língua se recrie e se semantize sempre. Para que isso ocorra de forma bem- sucedida, é necessário que a enunciação realize sua função: dar espaço aos seres de fala e determinar tempo e espaço. Veremos agora, como a enunciação, a terceira e última base filosófica da ANL, é contemplada na TBS.
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Resumo à luz da teoria da argumentação na língua

Resumo à luz da teoria da argumentação na língua

O desencadeador para o desenvolvimento da teoria foi a leitura, feita por Ducrot, do Curso de Linguística Geral, em especial d o capítulo intitulado de “O valor linguístico”, no qual o linguista percebeu pressupostos teóricos que instigaram-no a um maior aprofundamento a respeito das idéias apresentadas por Saussure. O já mencionado capítulo trata das relações existentes entre os signos , então „o valor‟. Saussure afirma que, em se tratando da linguagem, nada se dá de forma isolada. O próprio signo linguístico se constitui em signo pela relação existente entre um significado e um significante (que, em suas primeiras aulas, Saussure chamava de conceito e imagem acústica); significado e significante que são, na verdade, entidades psíquicas, abstratas e pertencentes ao sistema da língua. Além disso, o signo também se relaciona com outros signos da língua, de forma sintagmática ou associativa, construindo, por meio de combinações, os discursos. Tendo em vista a ocorrência desses processos de relações, por semelhanças e diferenças, Saussure afirmou tratar-se de um sistema linguístico. Foi, então, em decorrência dos estudos sobre as relações que ocorrem na linguagem, e suas possíveis e impossíveis combinações, que Ducrot deu início ao seu estudo, conforme podemos averiguar na citação, abaixo:
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A compreensão da argumentação linguística: hipótese de interação entre leitura e oralidade

A compreensão da argumentação linguística: hipótese de interação entre leitura e oralidade

A teoria da argumentação na língua, também nomeada como semântica argumentativa, foi fundada na École des Hautes Études em Sciences de Paris, tendo como principal nome Oswald Ducrot que, inicialmente, atuou em coautoria com Jean-Claude Anscombre e, atualmente, trabalha com Marion Carel, com quem tem desenvolvido a teoria dos blocos semânticos. Na presente pesquisa, o que abordamos da teoria da argumentação na língua não pretende explicá-la em seus pormenores, tampouco abordá-la em todos os seus minuciosos aprimoramentos. Optamos por apresentar sinteticamente este aparato teórico, porque a hipótese aqui discutida repousa sobre processamento linguístico (não discursivo). Especificamente, processamento e compreensão de articuladores argumentativos, que, segundo defende Kail (1978; 2013), são adquiridos tardiamente. Tal aquisição tardia parece ocorrer em momento no qual os indivíduos já entraram em contato efetivo e significativo com o sistema de escrita, que passa a fazer parte dos usos linguísticos cotidianos deles e, por hipótese, interferir nos conceitos e usos da língua como um todo.
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Os operadores argumentativos como estratégia linguística e discursiva da argumentação na sentença judicial

Os operadores argumentativos como estratégia linguística e discursiva da argumentação na sentença judicial

Estudamos nesta dissertação a argumentação na sentença judicial, cujo objetivo foi identificar, descrever e explicar o funcionamento dos operadores argumentativos na orientação argumentativa do texto e do discurso construído por intermédio do texto da sentença. Apoiamos nossa pesquisa nos constructos adotados pela ATD – Análise Textual dos Discursos –, Adam (2011), nos estudos sobre a Retórica de Aristóteles (1959) e Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996) e em outros trabalhos como os de Alves (2005), Capez (2008), Charaudeau (2012), Keller e Bastos (2015), Koch (2009; 2011), Rodrigues, Silva-Neto e Passeggi (2010), Trubilhano e Henriques (2013). De modo Metodológico, fizemos uso do método dedutivo-indutivo, pois analisamos a argumentação em um texto “desconhecido” – caso particular – com base em uma teoria já conhecida (sobre língua, texto e argumentação). Quanto à natureza e os objetivos, nossa pesquisa caracterizou-se como qualitativa e como uma investigação explicativa e descritiva, com procedimentos técnicos de coleta documental e pesquisa bibliográfica. Como corpus, usamos uma sentença judicial de natureza condenatória, expedida em 10 de setembro de 2014 e extraída do sítio online da Justiça Federal do Rio Grande do Norte (JFRN). Os resultados revelaram que os operadores argumentativos exerceram papeis decisivos na organização das estratégias argumentativas do texto e do discurso, orientando os coenunciadores para a conclusão desejada pelo enunciador. Foi possível, também, concluir que o uso dos operadores argumentativos permitiu construções silogísticas na forma de apresentação dos argumentos e na construção da argumentação. Além disso, operadores como “mas”, “até”, “já”, “embora” etc. ajudaram a identificar na análise dos dados o ponto de vista (PdV) do enunciador, a quebra de expectativa em relação ao enunciado anterior e / ou a escala de valor dada ao argumento. Por fim, com o uso dos operadores argumentativos o enunciador introduziu argumentos capazes de demonstrar-justificar uma tese e refutar uma tese adversária rumo a uma conclusão buscada pelo próprio enunciador.
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Argumentação na formação do professor na escola bilíngue MESTRADO EM LINGUÍSTICA APLICADA E

Argumentação na formação do professor na escola bilíngue MESTRADO EM LINGUÍSTICA APLICADA E

O objetivo desta pesquisa é compreender criticamente como as ações de professoras parcerias, em especial a troca de e-mails, que objetivam o desenvolvimento do currículo e de encaminhamentos didáticos das disciplinas desenvolvidas em inglês numa escola bilíngue de São Paulo, propiciam a criação de um espaço de colaboração em que seja possível expor e confrontar sentidos quanto ao ensino da disciplina de science. Inserida no projeto Argumentos na Produção Criativa de Significados em Contextos Escolares de Formação de Educadores (LIBERALI, 2008), a pesquisa trabalhou com a possibilidade de a argumentação ser um instrumento que permite aos interlocutores expor seus sentidos em busca de um consenso - entendido aqui como produção de significado – favorecendo a formação pessoal e profissional das participantes. Os conceitos de sentido e significado (VYGOTSKY, 1934/2005) e zona de desenvolvimento proximal (VYGOTSKY 1934/2005; NEWMAN e HOLZMAN, 2002) fundamentam este trabalho, assim como a Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (LEONTIEV, 1977; ENGESTRÖM, 1999). A análise dos dados enfoca o potencial argumentativo das interações e baseia-se nas categorias propostas por Perelman e Olbrechts-Tyteca(2005) e Reboul (2004) com base em Aristóteles. Trata-se de uma pesquisa crítica de colaboração (MAGALHÃES, 2002, 2004 e 2007), já que busca a transformação das participantes e que enfoca a centralidade da linguagem. A análise indica que, ao tentar desatar os ‘nós’ presentes na interação, as professoras intensificam sua argumentação na tentativa de aclarar seus sentidos, tornando a troca de e-mails um espaço de colaboração entre elas. Nesse processo, novos significados sobre o ensino de science na escola bilíngue são construídos.
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Argumentação na teoria dos atos de fala

Argumentação na teoria dos atos de fala

Muitos outros aspectos sobre a dimensão argumentativa que possam incidir ora sobre o enunciado ora sobre a enunciação poderiam ser aponta- dos de modo mais específico. Destacamos, em particular, a contraposição estabelecida em diversas abordagens entre sentido do enunciado e sentido do falante, que introduz outras perspectivas para a análise dos processos argumentativos. Nos exemplos analisados, parte destes fenômenos foi, em alguma extensão, comentada ao longo do texto, mas sua manifestação na linguagem pode ter um teor tão amplo que seria necessária uma diversifi- cação maior de exemplos para ilustrar, de forma mais clara, a importância que um parâmetro como sentido do falante pode ter para a argumentação. Outro aspecto que mereceria uma reflexão mais sistemática, diz respeito às relações que podem ser estabelecidas entre as análises conversacionais e a análise discursiva da argumentação em suas dimensões retórica, dialética e linguística, o que foi também comentado ao longo da análise proposta, mas cujo tratamento mais detalhado requer a elaboração de um outro trabalho, que deixaremos para desenvolver em um momento mais oportuno.
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O humor sob a perspectiva da teoria da argumentação na língua

O humor sob a perspectiva da teoria da argumentação na língua

O trabalho que segue busca analisar o modo como o humor emerge através do uso da língua. Para tal fim, nossa pesquisa se embasa nos fundamentos da vertente moderna da linguística, i. e., a partir do Curso de Linguística Geral (CLG), passando por Émile Benveniste até chegarmos finalmente em Oswald Ducrot, autor da Teoria da Argumentação na Língua, teoria que nos dará o suporte para a realização das análises. Reconhecemos uma vertente clássica filosófica que teve um papel fundador e fundamental, sobretudo na voz do filósofo Platão, que contribuiu, por exemplo, com a noção de alteridade, a qual, transposta da filosofia para o estudo da linguagem, forneceu subsídios para Saussure pensar e a elaborar o conceito de valor, ideia que constitui um dos núcleos de suas investigações. Assim, sem deixar de reconhecer essa rica fonte de contribuições clássicas, nosso recorte nos leva a nos focarmos no período em que a linguística ganha, pela primeira vez na história, status de ciência como hoje a conhecemos.
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PRESSUPOSTOS E SUBENTENDIDOS SEGUNDO A TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO NA LÍNGUA

PRESSUPOSTOS E SUBENTENDIDOS SEGUNDO A TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO NA LÍNGUA

Na obra Princípios de Semântica Linguística (1977), Ducrot afirma que os implícitos fundados no enunciado, ou seja, aqueles inscritos no componente linguístico, são decorrentes da organização interna do discurso, pela qual a proposição implícita é decorrente de alguma lacuna deixada no encadeamento das proposições explícitas. Podemos usar esse procedimento para dar a entender algo que não queremos expressar abertamente, como no exemplo (1) Encontrei Pedro na PUCRS, ele estava preocupado, referindo-nos: (a) às dificuldades pelas quais Pedro está passando; (b) à ida do locutor à Universidade. Já o exemplo (2) Pedro gosta de carros importados pode ser usado para dar a conhecer o pouco apreço que Pedro tem por carros nacionais.
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A argumentação no discurso científico de pesquisadores da linguística

A argumentação no discurso científico de pesquisadores da linguística

Nesta pesquisa, partimos dos pressupostos da Teoria Semiolinguística (TS), do teórico francês Patrick Charaudeau (1998, 2007, 2008a, 2008b, 2012, 2013a, 2013b), com o objetivo principal de analisarmos como funciona a argumentação no discurso científico de pesquisadores da área de Linguística. Tratar da argumentação nessa perspectiva impõe considerar que o sujeito pesquisador deve organizar o seu discurso segundo o modo de organização argumentativo. O modo de organização argumentativo compreende uma tripla atividade – problematizar, posicionar-se e provar – tendo em vista a finalidade demonstrativa, que consiste em um querer estabelecer e provar uma verdade. Essa tripla atividade se desenvolve no discurso de acordo com o contrato de comunicação. Por essa razão, procedemos à análise do contrato de comunicação do discurso científico, concentrando-nos na descrição da situação global de comunicação (SGC), realizada a partir da consulta a documentos relacionados à prática científica sob investigação, e na situação específica de comunicação (SEC) da Linguística, concentrando-nos na análise do corpus constituído por textos materializados em 14 artigos científicos publicados na Revista da Associação Brasileira de Linguística, volume XIV, n. 2, de julho-dezembro de 2015 (Abralin, 2015). Com a análise, fundamentada também no pensamento de Foucault (2011) e nos estudos sobre a ciência (COUTINHO, 2014, KÖCHE, 2005; KUHN, 2013; SANTOS, 2008), observamos que a argumentação demonstrativa assume um papel singular no discurso estudado em função, sobretudo, do investimento do sujeito pesquisador na problematização desenvolvida. Trata-se, portanto, de um investimento orientado pelo projeto de influência do pesquisador sobre a agenda de estudos da comunidade científica a que pertence.
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Psicanálise e linguística estrutural: as relações entre as concepções de linguagem e de significação de Saussure e Lacan.

Psicanálise e linguística estrutural: as relações entre as concepções de linguagem e de significação de Saussure e Lacan.

Ainda como pano de fundo da argumentação, o artigo apresenta a ideia de que a teoria psicanalítica encontra-se frente a um universo linguístico ainda por ela pouco explorado. Isso porque a insistência psicanalítica em encontrar uma fundamentação estruturalista para questões concernentes à linguagem só se sustenta a partir do momento em que o psicanalista se recusa a acompanhar todos os desenvolvimentos que a ciência linguística experimenta desde sua origem oficial, quando da publicação do Curso de linguística geral, de Ferdinand de Saussure. Nunca é demais lembrar que no contexto das problemáticas abordadas pela linguística atual, a teoria saussuriana adquire apenas valor histórico, e não instrumental.
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TGA Aula11 Unid6 TeoriaEstruturalista Texto11 JaNaoSeFazem

TGA Aula11 Unid6 TeoriaEstruturalista Texto11 JaNaoSeFazem

As organizações existem desde os tempos dos faraós e os imperadores da antiga China. A igreja e os exércitos desde a antigüidade desenvolveram formas de organizações. A sociedade moderna tem tantas e tão diversas organizações que se torna necessário todo um conjunto de organizações secundárias para organizá- las e controlá-las. Para os estruturalistas, a Teoria das Organizações é um campo definido na Administração, derivado de várias fontes, especialmente dos trabalhos de Taylor e Fayol, da Escola das Relações Humanas, tendo sido desenvolvido a partir do momento em que incorporou a chamada Sociologia da Burocracia de Max Weber.
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INTRODUÇÃO A ABORDAGEM DA CIÊNCIA DO COMPORTAMENTO

INTRODUÇÃO A ABORDAGEM DA CIÊNCIA DO COMPORTAMENTO

A Teoria Comportamental marca definitivamente a transferência da ênfase na estrutura organizacional (Teoria Clássica e Burocracia) para a ênfase nas pessoas (Teoria das Relações Humanas). Ao transferir o foco, a Teoria Comportamental realinha e redefine os conceitos de tarefa e de estrutura sob uma roupagem democrática e humana. A escola Comportamental prosseguiu na análise das organizações por meio de conceitos relacionados com a estrutura informal, como comportamento, cultura, crenças e valores, relações interpessoais, atitudes e pelos desejos e expectativas de indivíduos e grupos. Nessa teoria, as pessoas são o ativo mais importante da organização.
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TGA Aula13 Unid7 Texto14 ParqueInfantil

TGA Aula13 Unid7 Texto14 ParqueInfantil

Um parque infantil está inserido em um grande parque temático, sendo direcionado ao público infantil e tendo por prioridade divertir as crianças, não só com os brinquedos, mas também co[r]

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Quanto ao seu NÍVEL , os sistemas classificam-se em ECOSSISTEMA, SISTEMA e SUBSISTEMA: - ECOSSISTEMA (ou Supersistema): trata sistema como uma concepção maior, como um todo, mais

Quanto ao seu NÍVEL , os sistemas classificam-se em ECOSSISTEMA, SISTEMA e SUBSISTEMA: - ECOSSISTEMA (ou Supersistema): trata sistema como uma concepção maior, como um todo, mais

- A Teoria de Sistemas utiliza o conceito de homem funcional em contraste com o conceito do homo economicus da Teoria Clássica, do homem social da Teoria das Relações Humanas, do homem organizacional da Teoria Estruturalista, e do homem administrativo da Teoria Behaviorista. O indivíduo comporta-se em um papel dentro das organizações, se inter-relacionando com os demais indivíduos como um sistema aberto. Mantém expectativas quanto ao papel dos demais participantes e procura enviar aos outros as suas expectativas de papel. As organizações são sistemas de papéis, nas quais as pessoas desempenham papéis.
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Variação linguística: da teoria ao ensino de línguas

Variação linguística: da teoria ao ensino de línguas

O estudo sobre as construções passivas e ativas, realizado por Weiner e Labov (1977), acarreta críticas por parte da pesquisadora argentina Beatriz Lavandera (1977) que afirma que cada construção sintática possui seu significado próprio, sendo complicado substituir uma forma sintática por outra preservando o mesmo valor de verdade. Para Lavandera, o estudo sobre a variação linguística fora do âmbito da Fonologia fica comprometido. Ela propõe que a condição de mesmo significado seja ampliada para o que chama de comparabilidade funcional, na qual a existência em um mesmo espaço de formas alternantes ou a troca sequencial de uma forma por outra com o mesmo significado referencial não são livres e nem totalmente condicionadas por fatores extralinguísticos, mas refletem uma escolha funcional do falante tendo em vista atender aos seus propósitos comunicativos. Lavandera critica, também, o fato de que muitas formas que estão fora do campo fonológico não sofrem influências sociais ou estilísticas, apenas linguísticas.
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Aspectos de uma teoria da mudança linguística

Aspectos de uma teoria da mudança linguística

entre outros, mostrou que é preciso distinguir, em princípio, dois diferentes tipos de causas. De um lado, convém per- guntar pelo papel da causalidade no contexto da formação e na adoção paulatina de inovações. Do outro, observa-se que as variações/inovações que surgem no contexto da atividade comunicativa e na realização de uma determinada intenção comunicativa têm uma base que pode ser deter- minada e justiicada pela inalidade. Todavia, essa funda- mentação causal ou inal refere-se, exclusivamente, a re- lação entre as condições iniciais que ocasionam o processo de mudança. Seria uma conclusão precipitada airmar que já se obteve, nessa altura, uma explicação causal ou inal para a mudança linguística; pois uma mudança pode ser constatada apenas quando a inovação se encontra irme- mente encaixada em, pelo menos, uma área parcial do sistema linguístico e quando ela reprimiu ou venceu uma outra variação em tal circunstância. Nesse processo de generalização há, ainda, os efeitos de numerosos fatores adicionais que não têm nenhuma ligação com os fatores inais ou causais os quais ocasionaram o processo de mu-
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Investigações: Linguística e Teoria Literária

Investigações: Linguística e Teoria Literária

A. Pal~cio sobre a Flexao do Guato); (b) Organiza~ao Linguisti- ca da Produ~ao Oral e Escrita (em que estao as pesquisas sobre Linguagem e Sexo, de J. Marcuschi; Analise da Lingua Oral, [r]

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Metáforas no português acadêmico

Metáforas no português acadêmico

Com base em Hyland & Bondi (2006) – os quais afirmam que a escrita acadêmica, em relação às diversas disciplinas existentes, apresenta características específicas e diferenças quando essas disciplinas são comparadas –, tem-se a hipótese geral de que a área das Ciências Humanas e a das Ciências Exatas abordam metáfora de forma diferenciada, sendo, que (a) as Ciências Humanas parecem utilizar as metáforas de forma mais frequente do que as Ciências Exatas, bem como (b) utilizar mais tipos diferentes de expressões metafóricas. Para verificar tais hipóteses, analisar-se-á o corpus, já mencionado anteriormente, composto por trabalhos de conclusão de curso considerados destaque da Faculdade de Comunicação e de Informática, fundamentando-se teoricamente na Linguística Cognitiva, mais especificamente na Teoria da Metáfora Conceptual, de Lakoff & Johnson (1980). Esta pesquisa poderá ajudar a compreender como os alunos de graduação utilizam as metáforas no discurso acadêmico e como isso faz parte da sua produção.
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THE COMMONSENSE OF INFORMATION: TEMPESTIVE QUESTIONS

THE COMMONSENSE OF INFORMATION: TEMPESTIVE QUESTIONS

Uma “expressão metafórica”, no âmbito da TMC, consiste numa expressão linguística que veicula uma metáfora conceptual. Cada uma é usada no interior de um sistema global de conceitos metafóricos – conceitos que usamos constantemente ao viver ou pensar. Essas expressões, como todas as outras palavras e itens lexicais frasais da língua, são fixadas por convenção, consolidando aos poucos e conforme a frequência do uso 6 o que chamamos de “senso comum”. Em decorrência, o sistema conceptual, como dizem Lakoff e Johnson, “não é algo do qual normalmente temos consciência”: na maioria dos pequenos atos da nossa vida cotidiana, pensamos e agimos mais ou menos automaticamente, seguindo certas linhas de conduta que não se deixam apreender facilmente.
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