Top PDF Avaliação externa de ambientes de e-commerce

Avaliação externa de ambientes de e-commerce

Avaliação externa de ambientes de e-commerce

Resumo: Na vasta literatura existente sobre avaliação de websites e/ou portais, qualidade, web-design e usabilidade são as dimensões mais utilizadas na criação de modelos de avaliação, no entanto, encontramos evidencias para a importância da estratégia como dimensão condicionadora de todas as outras. Não encontrando registo da união das quatro dimensões num único modelo, apresentamos uma proposta de visão integrada, para uma avaliação externa de ambientes de e-commerce, uma vez que a probabilidade de sucesso de um website depende da integração das dimensões referidas e fatores externos capazes de acrescentar valor ao consumidor.
Show more

24 Read more

Avaliação em ambientes virtuais de aprendizagem.

Avaliação em ambientes virtuais de aprendizagem.

Vale ressaltar que no tocante à adequa- ção da tecnologia aos usuários, os profissionais que desenvolvem e implementam ambientes virtuais de aprendizagem se defrontam com desafios similares aos enfrentados pelos cons- trutores de sistemas de TIC. Esses desafios di- zem respeito à configuração de um ambiente de aprendizagem segundo um modelo pedagó- gico associado a uma determinada concepção de educação, à construção de um sistema ten- do em mente um usuário-prototípico, que pode corresponder ou não ao estilo cognitivo e de aprendizagem, ao padrão de uso do sistema e às necessidades dos usuários atuais ou para situações de aprendizagem que têm lugar em contextos diversificados, rapidamente modificáveis e com resultados incertos. Mesmo em um ambiente de aprendizagem cuidadosamente elaborado, as percepções dos aprendizes podem não ser compa- tíveis com as intenções dos formuladores do am- biente. Nos ambientes virtuais de aprendizagem, a causa dessa incompatibilidade é associada à contraposição, por um lado, entre o conhecimen- to relacionado às teorias de aprendizagem, os princípios de desenho instrucional e a pesquisa na aprendizagem dos estudantes de nível superior e, do outro lado, ao corpo de conhecimento relati- vo ao uso das tecnologias de aprendizagem online. O terceiro tipo de avaliação, externa com enfoque no ambiente sociocultural, tem como objetivo a identificação da formação de uma rede interinstitucional de recursos intelectuais e físicos e a participação de agentes locais na constituição de comunidades de aprendizagem vinculadas a canais de comunicação e interação. Esse tipo de avaliação contempla análises de custo-benefício e custo-efetividade em que se comparam as experiência de EaD com métodos tradicionais, com diferentes definições e perspec- tivas de custo e benefício, identificação dos custos ocultos e estimativa de modelos de cál- culo que podem influenciar os resultados dos estudos. Valcke e Leeuw (2000) afirmam que as instituições de EaD digital, quando comparadas
Show more

18 Read more

Avaliação externa de escolas: o plano de melhoria

Avaliação externa de escolas: o plano de melhoria

A metodologia de trabalho da Avaliação Externa assenta fundamentalmente em: i) análise documental (documento de apresentação da escola/agrupamento de escolas e os seguintes documentos: projeto educativo, planos de estudo, plano anual ou plurianual de atividades, regulamento interno, relatório de autoavaliação, planos/programas próprios a desenvolver com os grupos e as turmas, relatório de atividades apresentado pelo(a) diretor(a) ao conselho geral e, excecionalmente, outros documentos, no âmbito da autonomia pedagógica e organizativa da escola que esta considere pertinente remeter à Área Territorial de Inspeção da IGEC1); ii) análise da informação estatística (nomeadamente, o perfil de escola), aplicação de questionários de satisfação e análise dos resultados obtidos (alunos, pais e trabalhadores docentes e não docentes); iii) observação direta (nomeadamente: instalações e equipamentos; ambientes educativos e contactos com diferentes intervenientes do processo educativo) e entrevistas de painel (11/12 grupos de entrevistados – membros representativos da comunidade educativa). A análise do documento de apresentação da escola fundamenta a pertinência e a relevância destes documentos para a avaliação externa.
Show more

234 Read more

A avaliação externa das escolas como processo social

A avaliação externa das escolas como processo social

No caso da metodologia seguida, existe já uma notável heterogeneidade de respostas. Alguns referem, positivamente, o carácter eminentemente formativo e qualitativo desta intervenção; outros criticam o facto de se tratar de uma avaliação sumativa que descreve e classifica, não apoiando devidamente as escolas no seu desenvolvimento. O modelo assente numa triangulação entre análise documental e diálogo em painéis é valorizado por muitos dos entrevistados, mas também é comum a crítica de que as visitas dos avaliadores são muito curtas, acabando por privi- legiar uma visão mais formal e burocrática da organização e dependente da subjectividade dos agentes (tanto dos avaliadores como dos participantes nos painéis), não chegando a «entrar na sala de aula». Alguns dirigentes criticam a imposição de um «modelo único» de escola, embora isso seja imputado mais aos avaliadores nomeados do que aos referenciais. Na superação destas limita- ções, os dirigentes apontam caminhos díspares. Enquanto alguns consideram que a avaliação deveria basear-se em critérios, indicadores e métodos mais objectivos e quantitativos, reduzindo a subjectividade e também as possíveis «estratégias de encenação», a maioria refere que só será pos- sível aperfeiçoar o modelo através de uma presença mais prolongada no terreno e um olhar mais aprofundado sobre a organização, sobretudo, no caso dos agrupamentos de maior dimensão.
Show more

20 Read more

Avaliação externa: conceitos, significados e tensões

Avaliação externa: conceitos, significados e tensões

O estudo discute a relação existente entre a avaliação externa e a prática pedagógica, as compreensões adquiridas pelos profissionais que atuam no ambiente escolar, as apropriações dos resultados, as tensões e as estratégias utilizadas para a melhoria do ensino. As significações construídas a respeito da avaliação externa são provenientes de revisão bibliográfica e pesquisa de campo realizada em uma escola pública municipal de Belém/PA. As análises acerca dos resultados indicam dois movimentos/posicionamentos concomitantes: o dos gestores pedagógicos, que não privilegiam os resultados dos testes externos e nem o índice de qualidade nacional na realização da organização do trabalho pedagógico; e o dos professores que estão modificando “naturalmente” seus fazeres em busca de resultados preconizados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).
Show more

27 Read more

Escolas, avaliação externa, auto-avaliação e resultados dos alunos

Escolas, avaliação externa, auto-avaliação e resultados dos alunos

Durante o período da visita sucedem-se uma série de entrevistas em painel entre a equipa de avaliação e os diversos actores educativos, como sejam alunos, pais, docentes, funcionários não docentes, autarcas e outros parceiros da escola. A constituição dos painéis respeita alguns procedimentos prévios determinados pela IGE, que são dados a conhecer à escola. Objectivamente, é determinado um amplo conjunto de responsáveis e representantes a entrevistar, como sejam, membros da Assembleia de Escola, membros da Direcção Executiva, Coordenadores de estabelecimento, representantes de pais e encarregados de educação, membros da Direcção da Associação de Pais e Encarregados de Educação, representantes dos alunos, presidente do Conselho Pedagógico, Coordenadores de departamentos curriculares, Coordenadores de conselho de docentes, Coordenadores de ano e de ciclo, Serviços Especializados de Apoio Educativo, equipa de avaliação interna, docentes sem cargos atribuídos, representantes do pessoal não docente. Os dados recolhidos nas entrevistas são posteriormente analisados e tratados. Desta análise resulta a elaboração, por parte da equipa de avaliação, de um relatório para cada escola, que expressa os resultados da avaliação. Cada relatório possui cinco capítulos: introdução, caracterização da unidade de gestão, conclusões da avaliação por domínio, avaliação por factor e considerações finais . No capítulo I, Introdução, é feito um breve enquadramento legal, evolução do processo de avaliação externa das escolas e alusão a um dos objectivos da avaliação externa. No capítulo II, Caracterização da unidade de gestão , como o título indica, é apresentada uma caracterização da unidade de gestão. No capítulo III, Conclusões da avaliação por domínio, é apresentado um resumo da avaliação de cada domínio: l. Resultados, 2
Show more

226 Read more

AUTOAVALIAÇÃO, AVALIAÇÃO EXTERNA... AFINAL PARA QUE SERVE A AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS?.

AUTOAVALIAÇÃO, AVALIAÇÃO EXTERNA... AFINAL PARA QUE SERVE A AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS?.

A participação em projetos de investigação centrados na autoa- valiação de escolas acabou evidenciando que os professores reagem muito contra aquilo que designam como sendo o incremento da burocracia na sua profissão, que os afasta da essência do que é ser professor: ensinar, aprender e fazer aprender. Os pedidos de informação feitos pela Avaliação Externa são entendidos como formas de controlar o seu trabalho e de remetê-los para as tais tarefas burocráticas (recolher informações sobre classificações de alunos, analisar atas e registos de reuniões, elaborar e arquivar planos, testes e uma enorme parafernália de documentos, organogramas e regula- mentos). No âmbito do Projeto Auto-Avaliação em Agrupamentos: Relação com Qualidade e Melhoria da Educação (ARQME) — foi evidente que os professores participantes, na maioria das escolas, se empenharam no estudo de diversos programas/modelos de autoavaliação e acabaram por construir uma adaptação, para sua escola, de uma autoavaliação que lhes permitiu analisar distintos setores da escola, inclusive as próprias práticas docentes. A enorme e quase intransponível dificuldade reside na impossibilidade de, ao longo do tempo, os professores manterem estas atividades de avalia- ção-reflexão sobre o trabalho educativo na escola, conciliando-as com as inúmeras injunções da tutela (Ministério da Educação) e da Inspeção da Educação que são absolutamente impositivas e a qual não podem, de for- ma alguma, escapar. Trata-se de uma luta desigual, e, o que acaba por ceder, é o trabalho voluntarista no âmbito dos projetos de pesquisa.
Show more

20 Read more

Avaliação externa: estratégias de controle ou inclusão?

Avaliação externa: estratégias de controle ou inclusão?

Já o ENEM, é uma avaliação individual, voluntária, destinada aos alunos que estão concluindo o Ensino Médio ou já o concluíram em anos anteriores. O objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao final da escolaridade básica é aferir o desenvolvimento das competências e habilidades requeridas para o exercício pleno da cidadania e, a partir dessas premissas, o aluno pode fazer uma auto-avaliação de sua aprendizagem. Sua característica é dar ênfase às estruturas mentais com as quais se constroem continuamente o conhecimento, evitando, dessa forma, a utilização estrita da memória, sendo ela estabelecida de maneira interdisciplinar e contextualizada, colocando-o diante de situações-problema para que ele saiba aplicar os conceitos adquiridos na escola. “O ENEM não mede a capacidade do estudante de assinalar e acumular informações, e sim o incentiva a aprender a pensar, a refletir e a „saber como fazer‟. Valoriza, portanto, a autonomia do jovem na hora de fazer escolhas e tomar decisões ” (INEP, 2008) 6
Show more

112 Read more

A leitura na escola: o avesso da avaliação externa

A leitura na escola: o avesso da avaliação externa

Essa ênfase em avaliação do rendimento escolar gerou várias iniciativas: nacionais, como o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB), o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o Exame Nacional de Cursos (ENC), conhecido como “Provão”; estaduais, como o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (SARESP) e o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (SIMAVE). Cada um desses subsistemas, que avaliam as diversas etapas da escolaridade, constituem o Sistema Nacional de Avaliação, que tem objetivos e formas de operacionalização próprias. Como parte do esforço de avaliação de seu sistema educacional, o Brasil também participou de avaliações internacionais, como a avaliação promovida pela UNESCO/OREALC e o Programa Nacional de Avaliação de Estudantes (PISA). Dentre os requisitos avaliados, tem merecido destaque especial a competência leitora dos alunos nas diversas situações sociais de uso da leitura e da escrita, isto é, níveis de habilidades de letramento nos diferentes graus de ensino.
Show more

144 Read more

Avaliação Externa das Escolas PLANO DE MELHORIA

Avaliação Externa das Escolas PLANO DE MELHORIA

Em conformidade com esta visão de escola, o presente plano de melhoria constitui um instrumento orientador para o desenvolvimento das ações que se adequam à resolução dos pontos frágeis identificados na avaliação externa, realizada em janeiro de 2013, integrando três domínios: resultados, prestação de serviço educativo e liderança e gestão.

7 Read more

Avaliação de escolas do Alentejo. O que dizem os relatórios da avaliação externa?

Avaliação de escolas do Alentejo. O que dizem os relatórios da avaliação externa?

A avaliação constituiu ao longo dos tempos, uma necessidade fundamental no conjunto das actividades da escola. Razões sócio-económicas, político-administrativas, científico- pedagógicas e legais constituem os ingredientes para tornar a avaliação uma exigência eminente. Com efeito a sociedade é cada vez mais exigente perante o Estado, para que este justifique os gastos a nível do sistema educativo. Por outro lado os governos eleitos possuem legitimidade para controlarem o desempenho das escolas. Assiste-se à passagem de uma pedagogia centrada no aluno para uma pedagogia centrada na escola, aparecendo a avaliação da mesma como uma estratégia inovadora para a introdução dos próprios processos de mudança e como instrumento orientador.
Show more

15 Read more

Qualidade de ambientes de creches: uma escala de avaliação.

Qualidade de ambientes de creches: uma escala de avaliação.

Quanto ao item 23–Areia/Água (subescala IV– Atividades de Aprendizagem), com dois desacordos relacionados à pontuação intermediária, foi questionado ainda o destaque dado pela ITERS à presença de tanque de areia na instituição. No caso da instituição universitária, que obteve altos índices de qualidade pela avaliação da ITERS, a freqüência do uso da areia é pequena diante da diversidade de atividades que os demais espaços externos proporcionam e que a instituição privilegia. Já nas instituições municipais, percebeu-se uma alta utilização do tanque de areia, em detrimento da presença de amplas áreas verdes, ocupadas apenas pelos equipamentos tradicionais de parquinhos e tanques de areia, não havendo outras propostas de atividades para as crianças. Nossa sugestão dirige-se para a inclusão de descrições a respeito do uso de espaços ao ar livre, para permitir o contato da criança com a natureza; é necessário também apontar que deve haver um equilíbrio na distribuição das atividades nestes espaços, para proporcionar um aumento na diversidade de experiências oferecidas às crianças, e não apenas a valorização do tanque de areia. Na atualidade, especialmente em grandes centros urbanos, tal planejamento se faz necessário, pois geralmente
Show more

10 Read more

Avaliação de genótipos de bananeira em diferentes ambientes.

Avaliação de genótipos de bananeira em diferentes ambientes.

RESUMO – Híbridos de bananeira mais produtivos, resistentes a pragas e com frutos de qualidade, gerados ou introduzidos na Embrapa-Centro Nacional de Pes- quisa de Mandioca e Fruticultura Tropical, estão sen- do avaliados em vários ambientes. Objetivou-se com es- te trabalho avaliar o comportamento dos híbridos tetra- plóides (AAAB) Pioneira, PV03-44, FHIA-01, SH3640 e FHIA-18 e das cultivares Nam (AAA), Caipira (AAA), Grande Naine (AAA) e Prata Anã (AAB), em Guanambi - BA, Cruz das Almas - BA, Viçosa - MG, Lavras - MG e Jaíba - MG, durante dois ciclos. Os ca- racteres analisados foram altura da planta, peso do ca- cho, número de frutos por cacho, comprimento do fruto e número de dias do plantio à colheita, utilizando-se a média de 25 plantas por parcela e o desvio-padrão co-
Show more

12 Read more

Segurança Informática em Ambientes de Avaliação Escolar

Segurança Informática em Ambientes de Avaliação Escolar

Um formando desesperado pode tomar a iniciativa de utilizar os portos USB da máquina utilizada na execução do seu teste de avaliação, com o intuito de copiar o teste ou como meio para obtenção de informação não autorizada. A capacidade de bloquear todos os dispositivos de armazenamento externo que utilizam os portos USB de uma tal máquina é uma solução inicial, no entanto e devido a eventuais conhecimentos reduzidos do avaliador, pode ser necessário que este tenha a capacidade de ligar o seu próprio dispositivo de armazenamento externo para, p. ex., recolher os testes efetuados. Num tal cenário onde os portos USB estivessem bloqueados, o formador encontrar-se-ia impossibilitado de recolher os referidos testes sem que para tal desbloqueasse a máquina em questão. Será então uma mais-valia executar o bloqueio seletivo dos equipamentos, tendo como base o seu número de série. Para possibilitar esta funcionalidade, terá de se recorrer a um registo ou base de dados onde estejam identificados os dispositivos que estão autorizados a funcionar mesmo em condições de bloqueio. É, pois, assim necessário incluir o bloqueio seletivo dos dispositivos USB na conceção do software.
Show more

119 Read more

Avaliação de pepineiro enxertado em diferentes ambientes

Avaliação de pepineiro enxertado em diferentes ambientes

A literatura mostra que a espessura e a composição química utilizada nos filmes plásticos (Martins et al., 1999), bem como fatores relacionados à orientação, hora do dia, época do ano (Fontes & Silva, 2005), intemperismo e limpeza do material (Dilara & Briassoulis, 2000), alteram as características de transmissividade. No entanto os resultados demonstraram que a distribuição da radiação global apresentou variação média de 2% na comparação entre as leituras registradas nos ambientes protegidos, como pode ser evidenciado pelas curvas apresentadas na Figura 6, sendo este valor menor que a precisão dos sensores utilizados. Todavia, é preciso destacar que, conforme discutido por Robledo de Pedro & Martin Vicente (1988), Hanan (1998), Castilla & López-Galvez (1994), Bailey (1995), Fuchs et al. (1997)
Show more

80 Read more

A avaliação das escolas: efeitos da avaliação externa nas dinâmicas de autoavaliação da escola

A avaliação das escolas: efeitos da avaliação externa nas dinâmicas de autoavaliação da escola

Ao nível da prática prestação de serviço educativo não verifico que tenham havido alterações nos pontos fracos, mas por exemplo, no que se refere à “análise comparada dos resultados dos alunos na mesma disciplina/ano pelas diferentes estruturas” [apontado como ponto forte] nós neste momento já estamos a fazer uma análise comparada dos resultados dos alunos ao longo do ciclo, e não o faziamos. Portanto vermos qual é a percentagem de sucesso no 7º, e depois a percentagem no 8º, e no 9º para vermos se ao longo desta evolução essa percenteagem é maior ou menor, se há uma progressão ou não, e de facto nós não faziamos isto até agora. Portanto melhoramos sim, não vou dizer que foi por causa da avaliação externa, mas se calhar vemos as coisas de uma forma diferente cá está./ 67 (E3)
Show more

787 Read more

Desenho e avaliação de ambientes virtuais multissensoriais

Desenho e avaliação de ambientes virtuais multissensoriais

A dissertação encontra-se dividida em 5 capítulos. No primeiro, é feita uma introdução aos conceitos-chave da área de conhecimento que esta dissertação visa, assim como é apresentada a motivação, objetivos e contribuições da mesma. O segundo capítulo contempla o estado de arte, apresentando, de uma forma mais aprofundada, ao leitor os conceitos de RV, presença, imersão, cybersickness, game flow assim com alguns dos equipamentos de RV disponíveis e trabalhos que consideram estímulos multissensoriais em AV. No terceiro capitulo encontra-se a avaliação de jogos de RV e a análise dos dados obtidos do estudo. No quarto, propõe-se um jogo de RV desenhado tendo em conta avaliação feita no terceiro capítulo com o objetivo de proporcionar uma boa experiência de jogo de RV e que permita um grande nível de presença e game experience e baixos níveis de cybersickness. Neste mesmo capitulo é ainda avaliado o jogo proposto de maneira a validar os resultados encontrados no terceiro capítulo. Foi analisado também o impacto entre o multissensorial e não multissensorial na sensação de presença,
Show more

122 Read more

Impacto e efeitos da avaliação externa nas escolas

Impacto e efeitos da avaliação externa nas escolas

(1) Aplicação de um questionário* –director, elementos da equipa de autoavaliação, do Cons. Pedagógico e do Cons. Geral, professores, pais, alunos, pessoal não docente. (2)Análise documental do Projecto Educativo da Escola, dos relatórios da AEE; dos contraditórios, do projecto de auto-avaliação da escola; dos instrumentos e referenciais de auto-avaliação; dos planos de trabalho da equipa de auto-avaliação; dos relatórios de auto-avaliação e dos planos de melhoria.

6 Read more

Avaliação Externa de Escolas, Auto-avaliação e Mecanismos de regulação.

Avaliação Externa de Escolas, Auto-avaliação e Mecanismos de regulação.

Muito presente em diversos estudos sobre educação, o termo regulação remete-nos para a criação de normas e regras no sistema educativo que procuram, sobretudo, ajustar continuamente o sistema e o comportamento dos actores. Um dos mecanismos através dos quais a regulação das organizações escolares sucede, tendo como finalidade a sua melhoria contínua, é o conjunto diversificado de práticas que concretizam a avaliação de escolas (avaliação externa, auto-avaliação e avaliação interna). De facto, no seu conjunto, estas actividades e as suas consequências contribuem para o reajustamento das práticas escolares capazes de garantirem o equilíbrio funcional, a estabilidade das escolas e a sua mudança controlada, integrando e adequando a realidade decorrente das contingentes lógicas de acção dos diversos actores.
Show more

20 Read more

Avaliação de usabilidade em e-commerce: análise sob a ótica de um usuário convencional

Avaliação de usabilidade em e-commerce: análise sob a ótica de um usuário convencional

O número de sites de E-commerce cresce demasiadamente nos últimos anos, cada vez mais as pessoas migram da loja física para o ambiente virtual de comércio eletrônico. Neste estudo procura-se investigar e avaliar a usabilidade em sites de E-commerce no Brasil. Para tal, este trabalho tem como objetivo investigar a qualidade de experiência do usuário convencional através de técnicas de avaliação de usabilidade encontradas na área de pesquisa de Interação Humano Computador de sites de compras em lojas virtuais, como Mercado Livre, Saraiva e Americanas. A partir de uma revisão da literatura, com o objetivo de identificar os possíveis problemas de usabilidade que os usuários com conhecimento básico, ou seja, usuários con- vencionais, enfrentam no dia-a-dia em sites de E-commerce foi elaborado um questionário de satisfação e organizado estudos de casos com grupos de usuários para realizar uma avaliação de usabilidade em sites de E-commerce no Brasil. Para a análise dos resultados foi realizada uma análise descritiva. A qualidade de um site é baseada em fatores de usabilidade, os quais foram avaliados através de um questionário de satisfação com um grupo de usuários conven- cionais, foi observado o comportamento através de ações e executadas em três sites conheci- dos no âmbito brasileiro. Atualmente, cada site apresenta atrativos e especialidades, dentre os resultados, tivemos o site das Americanas como uma das lojas virtuais mais utilizadas e com melhores índices de usabilidade comparado aos outros concorrentes.
Show more

67 Read more

Show all 10000 documents...