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Extensão Cardíaca de Carcinoma de Células Renais

Extensão Cardíaca de Carcinoma de Células Renais

A s massas intracardíacas são sempre acha- dos alarmantes embora possam estar asso- ciadas a uma apresentação clínica inocente. A invasão do coração por neoplasias secundárias é uma das possíveis etiologias das massas intra- cardíacas, sendo estas por vezes a sua primeira manifestação. Apresentamos um caso ilustrativo de como uma patologia extracardíaca grave é detectada e o seu tratamento desencadeado através de um achado ecocardiográfico. Embora sendo raro, o carcinoma de células renais é das principais neoplasias com possibilidade de en- volvimento cardíaco, o que ocorre através da in- vasão da veia cava inferior. O seu tratamento é obrigatoriamente multidisciplinar e o signifi- cado prognóstico da invasão cardíaca é ainda controverso.
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Carcinoma de células renais com metástase cutânea: relato de caso.

Carcinoma de células renais com metástase cutânea: relato de caso.

O carcinoma de células renais tem pico de incidência entre 50 e 70 anos, com idade média em torno de 66 anos e predomínio no sexo masculino (2:1). Sua in- cidência é em torno de dois a dez casos/100.000 ha- bitantes/ano e cresceu consideravelmente nos últimos 25-30 anos, em parte pelo aumento do diagnóstico por métodos de imagem. Tem como principais etiologias tabaco, doença cística, esclerose tuberosa e Síndrome de von Hippel-Lindau. O principal tipo de carcinoma

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Sinais de hipervascularização em imagens de ressonância magnética em metástases ósseas de carcinoma de células renais.

Sinais de hipervascularização em imagens de ressonância magnética em metástases ósseas de carcinoma de células renais.

OBJETIVO: Avaliar a frequência de hipervascularização pela visualização de vasos no interior ou ao redor de metástases ósseas de carcinoma de células renais. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram avaliados, retrospecti- vamente, exames de ressonância magnética de 13 pacientes com diagnóstico de carcinoma de células re- nais, com 15 lesões ósseas metastáticas, que não haviam sido submetidos a nenhum tratamento. RESUL- TADOS: Foram encontrados sinais de hipervascularização em 12 das 15 lesões (80%), sendo 6 na coluna lombar, 3 na bacia, 1 na coluna torácica, 1 na ulna e 1 na tíbia. CONCLUSÃO: A alta frequência de hiper- vascularização em metástases ósseas de carcinoma de células renais encontrada neste trabalho pode suge- rir a etiologia renal, tornando-se muito útil na apresentação clínica usual de lesão óssea única com neoplasia primária desconhecida.
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Carcinoma de células renais no adulto jovem: exitem realmente diferenças?

Carcinoma de células renais no adulto jovem: exitem realmente diferenças?

Introdução: Apenas 3-7% dos casos de CCR (Carcinoma de Células Renais) se desenvolvem em adultos com menos de 40 anos de idade, sendo que a literatura descreve que este grupo de pacientes é potencialmente distinto a nível clínico e patológico dos adultos em idade avançada. Ainda assim, e em virtude dos poucos estudos existentes, especialmente a nível nacional, continua por provar o papel da idade no CCR. Este estudo analisa as características clínicas, epidemiológicas e histopatológicas associadas ao carcinoma de células renais em adultos jovens, de forma a entender se existem diferenças significativas quando comparados com idades mais avançadas.
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Perfil epidemiológico de pacientes com carcinoma de células renais atendidos no Hospital São Lucas da PUCRS

Perfil epidemiológico de pacientes com carcinoma de células renais atendidos no Hospital São Lucas da PUCRS

Métodos: Este é um estudo observacional em uma coorte retrospectiva. Quinhentos e nove pacientes com carcinoma de células renais, tratados entre 2002 e 2012 num hospital Universitário do sul do Brasil, foram divididos em dois grupos: aqueles que foram tratados pelo sistema de saúde pública e os participantes em protocolos de pesquisa clínica. Os dados coletados a partir dos prontuários foram: características sócio-demográficas e clínicas, tipo de cirurgia e informações patológicas. A análise estatística foi realizada por meio dos testes Qui- quadrado, exato de Fisher, t de Student; a curva de sobrevivência foi realizada de acordo com o método de Kaplan-Meier e regressão de Cox. A significância foi considerada quando p <0,05. Resultados: A maioria dos pacientes era do sexo masculino (68,6%), Caucasianos (94,9%), e não tinham histórico familiar de câncer (91,6%). A maioria dos casos foi submetida à nefrectomia e o tipo histológico mais freqüente foi o carcinoma de células claras (90,7%). A sobrevida global mediana para todos os pacientes foi de 50,2 (45,0-54,7) meses. A sobrevida global foi diferente entre os pacientes incluídos em ensaios clínicos [142,1 meses (IC 95%: 94.1- 152,6)] e aqueles tratados no sistema público de saúde [44,9 meses (IC 95%: 39,5-49,1)] (p <0,001). A taxa de risco não ajustada foi de 0,24 (0,15-0,37); após o ajuste para idade, sexo, tabagismo no momento do diagnóstico, índice de massa corporal, cor da pele, origem do paciente, pontuação ECOG, histologia e estadiamento clínico, a taxa de risco foi de 0,26 (0,13- 0,55) (p <0,001).
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Características do carcinoma de células renais em doentes com vírus da hepatite C

Características do carcinoma de células renais em doentes com vírus da hepatite C

Resultados: Num total de 421 doentes com carcinoma de células renais incluídos no estudo, 1,7% apresentaram diagnóstico de infeção crónica por VHC. Não se verificaram diferenças estatisticamente significativas relativamente a características sociodemográficas e clínicas entre os doentes infetados com VHC e os não infetados. Relativamente à idade de diagnóstico de CCR, verifica-se que doentes com infeção crónica por VHC são tendencialmente mais jovens (58,86 ±12,70) comparativamente aos que não têm infeção por VHC (62,79±12,70), não existindo diferenças estatisticamente significativas. Através de uma análise estratificada por idades (indivíduos com <55anos vs. ≥55 anos), verificou-se que os indivíduos mais jovens têm maior risco de ter VHC (p=0,05) e de terem história de tabagismo (p=0,023), e os mais velhos de terem HTA (p<0,001) e TFG<60mL/min/1,73m 2 (p=0,004). Não se verificaram
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Achados da tomografia computadorizada em metástases pancreáticas do carcinoma de células renais.

Achados da tomografia computadorizada em metástases pancreáticas do carcinoma de células renais.

OBJETIVO: Apresentar os achados da tomografia computadorizada observados em quatro pacientes subme- tidos a nefrectomia radical por carcinoma de células renais e que apresentaram metástases pancreáticas. MATERIAIS E MÉTODOS: Os quatro pacientes foram submetidos a nefrectomia radical por carcinoma de células renais, estádios T1 (n=2) e T3a (n=2). O intervalo médio entre a nefrectomia e a detecção das metástases foi de oito anos. Dois pacientes apresentaram metástase pancreática solitária (confinada ao pâncreas) e dois apresentaram metástases pancreáticas única e múltiplas, respectivamente, ambos com re- corrência tumoral no rim contralateral. RESULTADOS: As metástases pancreáticas foram visualizadas, na tomografia computadorizada, como lesões hipervascularizadas, solitária (n=2), única (n=1) ou múltiplas (n=1). Foi realizada pancreatectomia parcial em dois pacientes com metástase solitária. Estes pacientes estão livres da doença quatro e dois anos após a cirurgia, respectivamente. CONCLUSÃO: Metástases pancreáti- cas de carcinoma de células renais são raras, podendo ocorrer muitos anos após a apresentação inicial. Me- tástases pancreáticas múltiplas e metástases pancreáticas associadas a recorrência tumoral no rim contra- lateral são incomuns. À tomografia computadorizada, as metástases pancreáticas aparecem como lesões hipervascularizadas e solitárias, simulando tumores das ilhotas celulares. O tratamento cirúrgico das lesões solitárias deve ser considerado.
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Carcinoma de células renais com trombo venoso tumoral : casuística de 4 anos no HSM

Carcinoma de células renais com trombo venoso tumoral : casuística de 4 anos no HSM

O carcinoma de células renais tem a particularidade de poder ter um crescimento venoso tumoral. Este crescimento condiciona uma clínica particular, um diferente tratamento e tem um significado prognóstico controverso. Neste trabalho foram avaliadas as características dos carcinomas com trombo tumoral operados no HSM no período de 2012 a 2015. A existência de trombo relacionou-se com um maior número de diagnósticos clínicos, um maior tamanho do tumor primário, uma maior multinodularidade, um maior envolvimento ganglionar, uma maior participação da cirurgia vascular, um maior número de complicações pós-operatórias e uma maior mortalidade pós-operatórios. A extensão do envolvimento da veia cava inferior foi semelhante nos diferentes níveis da classificação. Também foram analisadas as características mais relacionadas com a existência de complicações pós-operatórias nas quais se destacam o diagnóstico clínico, o tamanho, a extensão do trombo, o grau na classificação de Fuhrman e a presença de adenopatias, para além de outros fatores relacionados com tratamento mais agressivo. Por fim, foram analisados quais as variáveis mais relacionadas com uma maior extensão do trombo tumoral destacando-se a multinodularidade e a presença de adenopatias, assim como, a maior utilização da circulação extracorpórea e a participação da cirurgia vascular.
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Análise do gene PTEN por hibridização in situ fluorescente no carcinoma de células renais.

Análise do gene PTEN por hibridização in situ fluorescente no carcinoma de células renais.

Objetivo: avaliar a frequência de deleção do gene PTEN no carcinoma de células renais e o impacto da deleção nas taxas de sobrevida global e livre de doença. Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: foram analisados 110 pacientes portadores de carcinoma de células renais submetidos Métodos: à nefrectomia radical ou parcial entre os anos de 1980 e 2007. Em 53 casos foi possível a análise do gene PTEN pelo método de hibridização in situ fluorescente através da técnica de “tissue microarray”. Para a análise estatística, os pacientes foram classificados em dois grupos, de acordo com a presença ou ausência de deleção. Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: o tempo médio de seguimento foi de 41,9 meses. Deleção hemizigótica foi identificada em 18 pacientes (33,9%), ao passo que deleção homozigótica esteve presente em três (5,6%). Em aproximadamente 40% dos casos analisados havia deleção. Monossomia e trissomia foram detectadas, respectivamente, em nove (17%) e dois pacientes (3,8%). Em 21 pacientes (39,6%), a análise por hibridização in situ do gene PTEN foi normal. Não houve diferenças estatisticamente significativas nas taxas de sobrevida global (p=0,468) e livre de doença (p=0,344) entre os pacientes portadores ou não de deleção. Foram fatores independentes para a sobrevida global: estádio clínico TNM, sintomatologia ao diagnóstico, alto grau de Fuhrmann performance status (Ecog) e recorrência tumoral. A livre de doença foi influenciada unicamente pelo estádio clínico TNM. Conclusão Conclusão Conclusão Conclusão Conclusão: deleção do gene PTEN no CCR foi detectada com frequência de aproximadamente 40% e sua presença não foi determinante de menores taxas de sobrevida, permanecendo os fatores prognósticos tradicionais como determinantes da evolução dos pacientes.
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Carcinoma de células renais em bovinos.

Carcinoma de células renais em bovinos.

Há poucos trabalhos que relatam sinais clínicos relaci- onados com carcinoma de células renais em bovinos e se resumem a relatos de casos (Sato et al. 1986, Serakides et al. 1999). Os sinais clínicos geralmente são vagos e os bovinos examinados basicamente têm histórico de perda de peso progressiva e anorexia que são comuns à maioria das doenças crônicas sistêmicas. No presente estudo, os sinais de cólica e a observação de massas abdominais à palpação foram importantes para suspeita clínica de neo- plasma abdominal, porém esses sinais foram detectados apenas no estágio final da doença. Essa cronologia de aparecimento dos sinais clínicos é também descrita para equinos (Wise et al. 2009) e humanos (Flaningan 2007) em que as massas abdominais permanecem inaparentes até o surgimento de cólica abdominal. Em humanos, aproxi- madamente 50% dos neoplasmas renais são achados incidentais descobertos por imageamento do abdômen (Flanigan 2007). Os sinais clínicos mais graves associa- dos aos tumores renais parecem estar relacionados ao comprometimento causado pelo crescimento excessivo das massas metastáticas.
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Identificação e quantificação de glicosaminoglicanos e heparanase no tecido renal normal e neoplásico e glicosaminoglicanos na urina em carcinoma de células renais

Identificação e quantificação de glicosaminoglicanos e heparanase no tecido renal normal e neoplásico e glicosaminoglicanos na urina em carcinoma de células renais

Figura 1. Relação da proteína do gene VHL com a fisiopatologia do carcinoma de células renais . A) A proteína do gene supressor de tumor de von Hippel-Lindau (pVHL) que possui dois subdomínios, beta e alfa. O subdomínio alfa se liga a um complexo protéico, composto pelas proteínas elonguina C, B, Cul2 e Rbx1, Essas reações estimulam a ligação do subdomínio beta com o fator de indução de hipoxia (HIFα), que corresponde a um fator de transcrição. Posteriormente, o HIFα é degradado no proteossoma. Esses subdomínios são os locais onde ocorrem a maioria das mutações relacionadas com a doença de VHL produzindo uma afinidade do pVHL pelo HIFα 8,10 . B) Em condições de hipoxia, o HIFα não é hidroxilado e permanece ativo
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" Polimorfismos Funcionais em Genes Moduladores da Apoptose no Carcinoma de Células Renais: Influência na Susceptilidade, Agressividade e Desenvolvimento de Doença Metastática".

" Polimorfismos Funcionais em Genes Moduladores da Apoptose no Carcinoma de Células Renais: Influência na Susceptilidade, Agressividade e Desenvolvimento de Doença Metastática".

Nos mamíferos, a apoptose pode ser iniciada através de três vias diferentes: a via da granzima B, a via extrínseca ou dos receptores da morte e a via intrínseca ou mitocondrial. Na via da granzima B verifica-se, em primeiro lugar, a libertação de grânulos citotóxicos por parte de células T citotóxicas e natural killer, quando confrontadas com células transformadas ou infectadas por vírus. Esses grânulos citotóxicos contêm perforina (proteína capaz de criar poros na superfície das células que facilita a entrada de outras moléculas para o interior da célula) e granzima B 75 (protease serinica que cliva
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O estadiamento TNM do carcinoma de células renais deve ser modificado novamente ?

O estadiamento TNM do carcinoma de células renais deve ser modificado novamente ?

Chmiel JS, Sylvester JL, Sener SF, et al. Renal cell carcinoma: tumor size, stage and survival: Members of the Cancer Incidence and End Results Committee. J Urol 1995; 153:901-3. 6. Sobin, LH, Wittekind CH. International Union Against Center (IUCC). TNM classification of malignant tumors. 5th ed. New York; 1997. p.180-2.

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Carcinoma de células renais incidentais e sintomáticos: fatores patológicos e sobrevida.

Carcinoma de células renais incidentais e sintomáticos: fatores patológicos e sobrevida.

4. Fuhrman AS, Lasky LC, Limas C. Prognostic significance of morphologic parameters in renal cell carcinoma. Am J Surg Pathol 1982; 6:655-63. 5. Gelb AB. Renal cell carcinoma: current prog- nostic factors. Union Internationale Contre le Cancer (UICC) and the American Joint Committee on Cancer (AJCC). Cancer 1997; 85:981-6.

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Carcinoma de células renais: classificação histológica e correlação com métodos de imagem.

Carcinoma de células renais: classificação histológica e correlação com métodos de imagem.

Os carcinomas de células renais (CCRs) são o sétimo tipo histológico de câncer mais comum no mundo ocidental e vêm apresentando uma tendência mantida de aumento em sua prevalência. A classificação histológica dos CCRs é de extrema importância, uma vez que a determinação dos subtipos histológicos tem significativas implicações prognósticas e terapêuticas. Os métodos de imagem têm des- tacada importância no diagnóstico, estadiamento e seguimento dos pacientes com CCR. As variantes histológicas mais comuns são células claras, papilífero e cromófobo. A caracterização radiológica dos subtipos de CCRs, seguida ou não de biópsia percutânea confir- matória, é particularmente útil em pacientes sem adequadas condições cirúrgicas, pacientes com doença metastática, pacientes com rim único e lesão central, e em pacientes candidatos a terapia de alvo molecular. As novas estratégias, recentemente desenvolvidas, para o tratamento do câncer renal, como crio e radiofrequência, terapia molecular alvo e vigilância ativa também exigem adequada caracterização pré-operatória das massas renais. Os subtipos histológicos menos comuns, apesar de não terem achados de imagem específicos, podem ser suspeitados com base em dados clínicos e epidemiológicos.
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Células tumorais circulantes como biomarcador no carcinoma de células renais : revisão das técnicas de deteção

Células tumorais circulantes como biomarcador no carcinoma de células renais : revisão das técnicas de deteção

Embora recentemente se tenham verificado grandes progressos na compreensão da biologia do CCR, a cirurgia continua a ser a primeira opção quando a intenção é curar o doente (2). Contudo, apesar da nefrectomia radical ter sido historicamente o tratamento padrão na abordagem de tumores renais, a deteção de lesões renais de pequenas dimensões (20) e a evidência crescente de que a Doença Renal Crónica induzida pela cirurgia pode contribuir para o aumento da morbilidade dos doentes (21) levou a uma adoção de abordagens mais conservadoras (22). Ao contrário do que acontece com a Nefrectomia Radical, com a Nefrectomia Parcial, apenas o tumor é excisado e é poupado o máximo de parênquima renal normal. Atualmente, a Nefrectomia Parcial Laparoscópica é a primeira opção sempre que uma parte do rim saudável pode ser poupada de forma segura. Esta opção cirúrgica tem sido cada vez mais utilizada desde que se verificou que apresenta um controlo oncológico semelhante ao da Nefrectomia Radical (23), com o benefício adicional da preservação renal (24). Para além disso, parece haver um efeito protetor a longo prazo relativamente à nefrectomia radical no que respeita ao risco de eventos cardiovasculares após a cirurgia (HTA de novo, Doença Coronária, Vasculopatia e Doença Cerebrovascular) (21,25,26), bem como a doenças metabólicas (1). Neste sentido salienta-se os melhores resultados deste procedimento sendo que os doentes com CCR confinado ao rim submetidos a cirurgia apresentam uma sobrevida especifica de cancro nos 10 anos a seguir à cirurgia de 85-96% (27) evitando o aparecimento de comorbilidades associadas à nefrectomia radical. Presentemente cerca de metade dos casos são submetidos a Nefrectomia Parcial.
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Adenocarcinoma de células renais.

Adenocarcinoma de células renais.

patients diagnosed with renal cell carcinoma, registered at SAME (Serviço de Arquivo Médico e Estatística) ~ University Hospital, Florianópolis. during an interval from [r]

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Carcinoma pancreático de células gigantes de tipo osteoclástico

Carcinoma pancreático de células gigantes de tipo osteoclástico

Esta neoplasia maligna caracteriza-se pela existência de células gigantes de tipo osteoclástico, semelhantes às encontradas nos tumores de células gigantes do osso, e células mononucleadas com atipia cito-nuclear e morfo- logia variável. A sua localização mais frequente é o pân- creas 2 , embora também tenham sido descritos casos de CICGO noutras localizações do aparelho digestivo (fíga- do, estômago, vesícula biliar), trato urinário (principalmente rim), aparelho reprodutor feminino (útero, ovário), mama, pele, parótida, tiróide e mesmo pulmão 2- 9 .
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Uma perspectiva mundial do carcinoma de células escamosas de pele

Uma perspectiva mundial do carcinoma de células escamosas de pele

The SCC is the second most frequent cutaneous malignant neoplasia caused primarily by the chronic and excessive exposure to the ultraviolet radiation. The objective of this work is to discuss the global epidemiologic profile of the SCC through a systematic review. A research was made in PUBMED database using the terms squamous cells skin cancer, epidemiology squamous cells skin cancer, penile squamous cell carcinoma, squamous cell carcinoma of the penis, vulva SCC epidemiology and depletion of ozone layer. Another research was made in SCIENCE DIRECT database using the terms epidemiology of non-melanoma skin cancer, epidemiology of squamous cells carcinoma, squamous cells carcinoma, skin cancer and UV radiation. In the end, 19 articles were related. Only the articles dating from up to 2000 were considered. It was verified in this review that several studies of all continents show increasing numbers of cases, becoming a serious problem of the world public health.
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Expressão da E-caderina em carcinoma de células escamosas e no tumor de células basais de cães.

Expressão da E-caderina em carcinoma de células escamosas e no tumor de células basais de cães.

O carcinoma de células escamosas (CCE) é uma neoplasia maligna que emerge dos queratinócitos (SCOTT et al., 1996) e corresponde a aproximadamente 5% dos tumores cutâneos dos cães (THOMAS & FOX, 1998). Cães de raças de pêlo curto e pele branca ou albina apresentam incidência mais elevada de carcinoma de células escamosas induzido pela luz solar. Esses cães costumeiramente passam muitas horas deitados ao sol (SCOTT et al., 1996). Estes tumores são, geralmente, localmente invasivos e se infiltram na derme e nos tecidos subcutâneos adjacentes, mas lentos para
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