Top PDF Fenologia e produtividade do Infá-Cipó (Inga edulis) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade do Infá-Cipó (Inga edulis) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade do Infá-Cipó (Inga edulis) na Amazônia Central.

Fenofases de dez árvores cultivadas dc ingá cipózyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA (Inga edulis) entre fevereiro dc 1977 c agosto dc 1978 cm Manaus, AM... Em muitas e[r]

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Fenologia e produtividade da sorva (Couma utilis (Mart.) Muell. Arg.) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade da sorva (Couma utilis (Mart.) Muell. Arg.) na Amazônia Central.

RESUMO – (Fenologia e produtividade da sorva (Couma utilis (Mart.) Muell. Arg.) na Amazônia Central). A sorva ou sorvinha (Couma utilis (Mart.) Muell. Arg., Apocynaceae) é espécie amazônica de valor econômico, tanto como produtora de látex não elástico como de fruto comestível. O conhecimento de sua fenologia pode ajudar no planejamento e no manejo do plantio, bem como na comercialização dos frutos. Dez árvores de sorva num plantio homogêneo (plantadas em 1980) foram observadas de 1984 a 1990. A floração iniciou-se em 1984, intensificando-se a partir de 1985, chegando a 8.000 flores por árvore em 1988. No período ocorreram duas safras importantes durante o ano, embora em 1989 tenham ocorrido três. Em quatro dos sete anos de observações, a safra maior ocorreu durante o período das chuvas, e nos outros anos ocorreu no início do período seco. O vingamento médio anual de frutos variou de 10% no primeiro ano (1984) até 25% em 1989. Em 1986, as 10 sorveiras produziram, em média, 2.500 frutos, com peso médio de 15,5g, permitindo uma estimativa de quase 40kg de frutos/árvore/ano e 15t/ha, numa densidade de 400 plantas/ha.
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Fenologia e produtividade do Jambo (Syzygium malaccensis) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade do Jambo (Syzygium malaccensis) na Amazônia Central.

Num estudo realizado de janeiro de 1980 a dezembro de 1982 com árvores de cinco anos de idade, plantadas como ornamental em Manaus, AM, Brasil, constatou- se que a floração e a frutific[r]

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Fenologia e produtividade do araçá-boi (Eugenia stipitata, Myrtaceae) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade do araçá-boi (Eugenia stipitata, Myrtaceae) na Amazônia Central.

Vingamento médio anual (±desvio padrão) dc frutos de araçá-boi (Eugenia stipitata) dc 1985 a 1990, com as médias anuais de pluviosidade mensal (mm) c insolaçào mensal (h) no período...[r]

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Fenologia e produtividade da fruta-pão (Artocarpus Altilis) e da Jaca (A. heterophyllus) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade da fruta-pão (Artocarpus Altilis) e da Jaca (A. heterophyllus) na Amazônia Central.

Amazônia. Ambas apresentaram vários picos de floração ao longo do ano. A fruta­pão floresceu na época  chuvosa e na de estiagem, enquanto que a jaca floresceu principalmente na época chu[r]

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Fenologia e produtividade do Abiu (Pouteria caimito)na Amazônia Central1.

Fenologia e produtividade do Abiu (Pouteria caimito)na Amazônia Central1.

Na Amazônia central, o abiu apresentou três períodos de floração intensa por ano entre 1980 e 1982 (duas durante a estação chuvosa, uma durante a estação seca), seguida no próximo mês pe[r]

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O ETNÓGRAFO, A REZADEIRA E A CERCA DE CIPÓ: AUTORIDADE  ETNOGRÁFICA E INICIAÇÃO XAMÂNICA NA AMAZÔNIA

O ETNÓGRAFO, A REZADEIRA E A CERCA DE CIPÓ: AUTORIDADE ETNOGRÁFICA E INICIAÇÃO XAMÂNICA NA AMAZÔNIA

O presente artigo pretende, a partir de informações oriundas de pesquisa de campo realizada no nordeste paraense – região bragantina, perceber em narrativas e práticas de cura de uma rezadeira na cidade de Capanema-PA o longo processo de negação, aceitação e iniciação responsável pela consolidação do “dom” de rezar. Envolta na experiência com entidades da cosmologia dos encantados, desdobram-se memórias e saberes através de sonhos, “revelações noturnas” ou “incorporações” por seres denominados de “encantados do ar” ou dos “ventos”. Entre o processo de rememoração na voz e corpo dessa mulher e graças a orientação iniciática do rezador-curador Zé de Deus no exercício de controle ou “domação” das entidades, ganha relevo o aprendizado da “cerca de cipó”: um recurso capaz de ensinar, simultaneamente, a rezadeira e os encantados, infligindo punições para os casos de desobediência e alargando suas potencialidades conforme o estabelecimento da obediência desejada. Finalmente, acrescenta-se o contato e percepção que o etnógrafo tem no ir e vir do cotidiano da pesquisa e escrita acadêmica, reformulando deslocamentos tanto ao se deixar enredar, como ao criar enredos quase semelhantes a “cerca de cipó” da rezadeira, qual seja, a-cerca da edição do texto antropológico. Questionam-se brevemente os limites dos processos de atualização dessas pessoas (rezadeira e etnógrafo), ao mesmo tempo em que se aventa a possibilidade de atentar para o aspecto xamânico, portanto, transformacional da experiência etnográfica. Palavras-chave: Rezadeiras; Xamanismo; Autoridade Etnográfica.
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Influência da luz na comunidade de artrópodes aquáticos em igarapés de água preta na Amazônia Central

Influência da luz na comunidade de artrópodes aquáticos em igarapés de água preta na Amazônia Central

No presente estudo não encontrei uma relação entre a luz que adentra o ambiente lótico e sua trofia. Também não encontrei essa relação para a interação desse sistema com a vegetação ripária (LINK) utilizando a abordagem funcional. Isso não diminui a importância do mosaico de clareiras e sub- bosque formado pela vegetação circundante para a manutenção da biodiversidade e processos dos ambientes lóticos da Amazônia Central. Adicionalmente, chamo a atenção para estudos mais detalhados sobre a biologia e história de vida de artrópodes aquáticos na Amazônia e suas relações com o ambiente lótico em que vivem.
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A Amazônia Central e seus peixesO

A Amazônia Central e seus peixesO

O sistema do rio Amazonas é caracterizado pe- la sua grande extensão (ele drena uma área de cerca de 6,5 milhões de quilômetros quadrados), sua grande profundidade (de 90 m ou mais em [r]

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Estrutura florestal em projeto de assentamento, comunidade São Mateus, município de Placas, Pará, Brasil.

Estrutura florestal em projeto de assentamento, comunidade São Mateus, município de Placas, Pará, Brasil.

Foram registradas 659 árvores, na Floresta Manejada (FM), distribuídos em 134 espécies, pertencentes a 38 fa- mílias. Na Floresta Não Manejada (FNM), foram inventa- riadas 903 árvores, distribuídas em 146 espécies, perten- centes a 39 famílias (Tabela 1). As famílias com maior ri- queza específica, na FM, foram Fabaceae (33), Sapotaceae (13), Lecythidaceae (10) e Moraceae (7). As famílias mais importantes na FNM foram Fabaceae (36), Sapotaceae (13), Lecythidaceae (10) e Malvaceae (7). Essas famílias repre- sentaram, conjuntamente, 67,1% do total de indivíduos amostrados, confirmando os resultados de Barros et al. (2000), que concluíram que poucas famílias botânicas re- presentam o maior número de indivíduos, em florestas de terra firme, na Amazônia.
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Correlação entre a capacidade de troca de cátions e outras propriedades de três solos da Amazônia Central.

Correlação entre a capacidade de troca de cátions e outras propriedades de três solos da Amazônia Central.

CORRELAÇÃO ENTRE A CAPACIDADE DE TROCA DE CATIONS Ε OUTRAS PROPRIEDADES DE TRES SOLOS DA AMAZÔNIA CENTRAL. tTiêò òoloò da Amazônia Central e conAel.aci.onou-òe oò valon.eò de CTC encon[r]

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Fenologia reprodutiva e vegetativa de arbustos endêmicos de campo rupestre na Serra do Cipó, Sudeste do Brasil.

Fenologia reprodutiva e vegetativa de arbustos endêmicos de campo rupestre na Serra do Cipó, Sudeste do Brasil.

Área de estudo e espécies avaliadas Este estudo foi realizado na Reserva Particular Natural Vellozia (19°17’46”S, 43°35’28”W, altitude em torno de 1200 m), localizada na Serra do Cipó, porção sul da Cadeia do Espinhaço, Minas Gerais. O clima regional é considerado Cwb na classificação Köppen, com verões quentes e chuvosos e invernos secos e frios, com uma precipitação média anual de 1500 mm (Galvão & Nimer 1965). Com base na classificação de Madeira & Fernandes (1999) foram consideradas duas diferentes estações: chuvosa (outubro a abril) e seca (maio a setembro) (Fig. 1). Dados climáticos foram obtidos para o período de coleta dos dados fenológicos, de estação localizada a 4,5 km da área de estudos, no município de Cardeal Mota, Rodovia MG 010, km 98,7, a uma altitude de 860 m (dados não publicados).
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Kautsky e as origens históricas do centrismo na esquerda — Outubro Revista

Kautsky e as origens históricas do centrismo na esquerda — Outubro Revista

O seu centrismo foi regressivo: “Lênin tendia a sublinhar as conotações ideológicas (mas também sociais) das principais correntes do socialismo no período da Segunda Internacional: os op[r]

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Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

As madeireiras, para Arbex Jr (2005, p, 36-37), constituem uma outra grande área de atuação do crime organizado na Amazônia brasileira, envolvendo praticantes de extração e do comércio ilegal de madeira nativa. Esse autor identifica além das madeireiras e da biopirataria, como áreas de atuação do crime organizado na Amazônia brasileira mais três: a financeira, que envolve grupos locais, associados às redes e operações de fraudes financeiras e práticas lesivas ao Tesouro Nacional, incluindo a evasão de divisas; Narcotráfico, que envolve máfias que promovem o tráfico de drogas proibidas por lei, como maconha e cocaína, muito mais como transportadores do que como centros produtores (caso de Colômbia, Bolívia e Peru); e Atividades Associadas, que envolve formas de comércio ilegal que vive do e para o crime organizado, eventualmente praticado por bandos locais: tráfico de armas, pedras preciosas, material destinado à indústria de alta tecnologia (incluindo nuclear), exploração da prostituição, trabalho escravo, comércio de carros roubados, roubo de carga de caminhões. (ARBEX, 2005, p. 36- 37).
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Diego Carvalhar Belo Mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e-mail: carvalharbelogmail.com Marcos Antônio Pedlowski PhD em Environmental Design and Planning (Virgínia Tech) Professor da Universidade Estadual do N

Diego Carvalhar Belo Mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e-mail: carvalharbelogmail.com Marcos Antônio Pedlowski PhD em Environmental Design and Planning (Virgínia Tech) Professor da Universidade Estadual do N

Segundo Alonso (2009) o estudo dos novos movimentos sociais surge no marco das agitações politicas e sociais da década de 60 e início da década de 70. A autora coloca que os principais teóricos dos novos movimentos sociais (Touraine, Melucci, Castells e Habermas) deram aos movimentos sociais uma interpretação de cunho cultural, voltada para a construção de novas identidades. Embora possuíssem interpretações distintas, estes autores compartilhavam de um mesmo argumento central, que seria uma mudança macro- estrutural que teria alterado a natureza do Capitalismo. Tais referenciais teóricos definem os novos movimentos sociais como uma modalidade de ação coletiva orientada para a construção de um novo sujeito histórico, após a abertura de novas arenas de conflitos que, por sua vez, são suscitadas pela marginalização de grupos sociais excluídos dos padrões hegemônicos de sociabilidade impostos pelas mudanças estruturais capitalistas (ALONSO, 2009).
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I - Complexos Regionais de Segurança e a América do Sul

I - Complexos Regionais de Segurança e a América do Sul

Neste artigo discuto as possíveis direções de mudança no complexo regional de segurança (CRS) da América do Sul, levando em consideração três dinâmicas políticas que marcaram a conjuntura recente na região: 1) a crise diplomática entre Colômbia e Venezuela, e a situação de segurança nos dois países; 2) as crises na Bolívia e Equador e a chamada disjuntiva de segurança entre os sub-complexos dos Andes e do Cone Sul; 3) as possíveis implicações da crise política brasileira para a integração da América do Sul e para a segurança regional. Nos três casos, é preciso considerar ainda a posição adotada pelos Estados Unidos e os desafios colocados para as instituições internacionais com potencial para processar problemas de segurança na região, em especial a CAN (Comunidad Andina de Naciones), o MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) e a OTCA (Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia).
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DE OURO SERRINHA (MT): PETROLOGIA, ALTERAÇÃO HIDROTERMAL E METALOGENIA

DE OURO SERRINHA (MT): PETROLOGIA, ALTERAÇÃO HIDROTERMAL E METALOGENIA

a) Complexo Xingu: denominação proposta por Silva et al. (1974b, 1974c), na área entre os paralelos 04°00'S e 09°00'S e meridianos 48°00'W e 54°00'W, para a unidade basal do Pré- Cambriano Inferior a Médio (3,3 - 2,0 Ga), formada por granitos, granodioritos, dioritos, quartzo-dioritos, granulites ácidos e básicos, anfibolitos, quartzitos, xistos e gnaisses, com metamorfismo variando de fácies xisto verde, zona da almandina, a granulite. Silva et al. (1974a) empregaram tal nomenclatura para a unidade geológica mais antiga na área do seu projeto, ocupando suas porções central e nordeste, onde é constituída de rochas vulcânicas metamórficas de fácies anfibolito, em geral migmatitos, gnaisses de composição granítica, granodiorítica e sienítica, posicionados no Pré-Cambriano Inferior a Médio. Silva et al. (1980) identificaram na área do Projeto Juruena granitos, adamelitos, granodioritos, quartzo dioritos, metabasitos, xistos e raros anfibolitos e granulites dentro do Complexo Xingu.
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Nutrientes no solo em floresta de terra firme cortada seletivamente na Amazônia Central.

Nutrientes no solo em floresta de terra firme cortada seletivamente na Amazônia Central.

nutrientes em uma área de manejo florestal em floresta de terra firme na.. Amazônia Central. Tese de Doutorado, [r]

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A VENEZUELA DE CHÁVEZ CONTRA A CORRENTE

A VENEZUELA DE CHÁVEZ CONTRA A CORRENTE

O G3 (Grupo dos 3), por sua vez, é um acordo da Venezuela com a Colômbia e o México, uma iniciativa que teve algum tipo de vinculação mais concreto, e isso é importante porque a Venezuela tem tido projeção justamente para a região do Caribe e da América Central. Foram assinados também uma série de acordos, durante o governo Pérez, com o bloco dos países do Caribe, o Caricom. A Venezuela, inclusive, distribui petróleo a esses países em troca de outros produtos. Ou seja, parte significativa da diplomacia venezuelana se dirige para aquela região e, mais recentemente, iniciativas concretas com relação ao Mercosul, percebendo o Brasil como porta de entrada para o Mercosul.
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Secessão Boliviana: Um Estudo de Caso sobre Conflito Regional Fernando Dall' Onder Sebben

Secessão Boliviana: Um Estudo de Caso sobre Conflito Regional Fernando Dall' Onder Sebben

À noção de complexo regional, os autores justapõem a de subcomplexo regional de segurança. Neste caso, trata-se de perceber que o padrão de rivalidade / cooperação existente entre Brasil e Argentina, que conformou o complexo sul-americano, cede em importância ao ora representado pela rivalidade entre Colômbia e Venezuela na Amazônia e, nos Andes, por aquele entre Chile versus Bolívia e Peru. Os alinhamentos diplomáticos entre o Chile e a Colômbia e sua contrapartida, entre Venezuela e Bolívia, nos trazem uma nova dimensão para o estudo desses subcomplexos. O conflito separatista boliviano cria, ao menos no plano lógico, a perspectiva de uma mudança de conteúdo do CRS da América do Sul: a troca do padrão Argentina/Brasil por um do tipo bolivarianos/liberais. Contudo, como veremos adiante, ainda são as posições do Brasil
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