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Ao chegarem ao topo da colina gramada, o mosteiro apareceu à distância. Isabella parou e apontou.

— Ali está ele.

Simon parou ao lado dela e se encantou com a estrutura impressionante. Não, impressionante não, inspiradora.

A enorme construção de pedra se localizava sobre os penhascos de mármore. Na realidade parecia que ela havia sido erguida diretamente neles. Era diferente de qualquer estrutura que ele já vira. Certamente nada parecido com as abadias e mosteiros ingleses. Aliás, ele tinha certeza que não lembrava nada francês também.

Como se notasse a sua admiração, ela sorriu.

— Nós temos muitas in luências aqui em Leaudor. E não apenas francesa e inglesa. Muitos dos nossos monges vieram do leste para viver e servir aqui. Eles praticam a religião deles, nossa religião nacional.

— Vocês não praticam o cristianismo? — Ele perguntou surpreso.

Uma luz se acendeu nos olhos dela.

— Temeroso por descobrir que somos um bando de pagãos?

— Eu acho fascinante. — Ele respondeu. — Eu tenho muito interesse no leste. Quando eu me aposentar do serviço, eu pretendo viajar até a China.

Houve uma grande pausa e Isabella soube que ele estava pensando de outros deveres menos desejáveis que o esperava em sua aposentadoria.

— Você percebe por que nós não somos levados tão a sério entre os aliados ingleses? — Ela disse secamente. — Nós somos praticamente in iéis. Mas isso tem nos permitido viver em paz e harmonia por muitos séculos, sem sermos incomodados pelo caos que nos cerca.

Quando eles chegaram ao topo da colina seguinte, ele parou e estendeu uma mão para Isabella. Na frente dos portões do mosteiro havia uma ila de pessoas de quase um quilômetro.

Carroças, pessoas a pé, crianças, idosos, uma vasta gama de cidadãos circulando.

Ao lado dele ela soltou uma maldição.

— O que está acontecendo lá embaixo? — Ele perguntou.

— Eles estão em ila por uma benção. — Ela explicou. — Todas as manhãs, os monges oferecem bênçãos aos enfermos e necessitados. Eu me esqueci. A ila, às vezes, é bastante longa.

— Suponho que você conheça um outro jeito de entrar. — Ele disse sombrio.

Ela sacudiu a cabeça.

— E impossı́vel acessar o mosteiro, exceto através dos portões.

— Então como vamos entrar na ila sem sermos notados? — Presumo que seu rosto é

bem conhecido por aqui.

Uma expressão pensativa tomou conta de seu rosto por vários segundos.

— Como está o seu sotaque leaudoriano? — Ela perguntou se virando para ele.

— E passável. — Ele respondeu imitando perfeitamente o sotaque dela.

— Agora tudo o que precisamos é de um casaco ou um lençol. — Ela disse, seguindo na direção do mosteiro.

Ele icou atrás dela enquanto eles passavam por algumas pequenas cabanas no caminho.

— Qual é o seu plano?

— Dois anos atrás, nós tivemos um terrı́vel surto de gripe. As pessoas ainda temem mortalmente a palavra aqui. Eu me enrolarei em um casaco e tossirei convincentemente enquanto você me leva para o começo da ila, falando a palavra gripe por todo o caminho.

Garanto-lhe que eles se afastarão como se alguém os cortasse com uma tesoura.

— Espero que esteja certa.

Na segunda cabana, eles encontraram lençóis pendurados para secar. Ela rapidamente puxou e se enrolou nele, escondendo completamente a cabeça.

— Grave bem esta cabana. — Ela lhe disse. — Eu pagarei a eles pelo que estou levando.

— Vamos nos apressar. — Ele insistiu, pegando-a pelo cotovelo e a levando para a estrada principal.

— Sua camisa. — Ela falou.

— O que tem? — Ele perguntou olhando para baixo.

— E muito elegante para pertencer a um aldeão. — Ela voltou correndo para o lugar onde as roupas secavam no varal e rapidamente puxou uma túnica. Ela deu a ele.

— Vista-a.

Enquanto ele cumpria a ordem dela, ela retirou a faca de sua bota e fez um buraco na perna direita das calças dele. Depois pegou e esfregou um punhado de areia nas pernas da calça. Levantando-se, ela esfregou a terra no rosto dele.

— Assim. — Ela disse em aprovação. — Parece mais que você veio do campo.

— Vamos então.

Eles se apressaram a voltar para a estrada. Na medida em que se aproximavam dos portões, eles diminuı́ram os passos e ela presumiu que fosse para imitar uma pessoa muito doente. Ela se inclinou pesadamente sobre ele e tossiu ao se aproximar da ila.

Várias pessoas os encaravam com descon iança enquanto eles passavam pela ila.

— Gripe. — Simon explicava em voz baixa.

As expressões de horror foram instantâneas e, assim como Isabella dissera, a ila se abriu imediatamente, dando-lhes caminho livre para seguir em frente.

Eles estavam quase lá quando um trovejar de cascos soou atrás deles. O solo tremeu sob seus pés. Ele a segurou mais irme no cotovelo dela enquanto se virava para ver o que era todo esse tumulto.

— Abram caminho para Jacques Montagne, o futuro Rei de Leaudor. — Uma voz clamou.

Isabelle se retesou ao lado dele e quando ela olhou para cima, o ódio brilhava em seus olhos.

— Agora não. — Ele a alertou em voz baixa.

Montagne estava acompanhado por uma grande comitiva de guardas e, se Isabella escolhesse esse exato momento para se vingar, isso signi icaria a morte certa para ambos.

O homem fez seu cavalo trotar, olhando de um lado para o outro para as pessoas que se amontoavam na estrada. Ele era um homem pequeno, com cara de rato, bigode ino e olhos redondos. Ele parecia apreciar a atenção que recebia enquanto cavalgava a frente de seus guardas.

— Bom dia, meu bom povo. – Ele falou.

A população vibrava e erguia as mãos para tocá-lo enquanto ele passava.

Simon podia dizer que Isabella estava cada vez mais agitada a medida que Montagne se aproximava. Ele também icou tenso quando Montagne desceu do cavalo a frente deles e os olhou franzindo a sobrancelha.

— O que há de errado com ela? — Ele exigiu saber, apontando para Isabella cujo rosto ainda estava coberto pelo lençol.

— Gripe. — Simon disse brevemente, receoso de que seu sotaque o entregasse se ele falasse mais.

Montagne empalideceu e imediatamente voltou para seu cavalo.

— Bom Deus, tirem-na daqui.

Na sequência, Isabella se dissolveu em uma tosse e Montagne foi embora tão rápido quanto o seu cavalo permitiu. Ele se virou para seus homens.

— Nós voltaremos depois.

Enquanto eles desapareciam pela estrada, Simon terminou a distância que faltava até o portão. As próximas pessoas na ila deram um passo para trás e eles foram os únicos a icarem parados perto dos dois monges da entrada.

Assim que o monge parado à direita começou a abençoar Isabella, ela tirou o lençol do rosto e inclinou-se.

— Sou eu, a Princesa Isabella. — Ela sussurrou.

Antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, o monge se virou e gesticulou para que ela entrasse.

— Nós temos esperado por você, Vossa Alteza. — Ele disse em uma voz suave e sóbria.

Enquanto Isabella o seguia, Simon estendeu uma mão.

— Eu não gosto disso. — Ele falou, um sentimento de incerteza o varrendo. Como eles sabiam que você estava chegando?

— Eles sabem tudo. — Ela respondeu simplesmente. — Venha, eles nos aquecerão.

Confuso, ele permitiu que ela o levasse para dentro dos portões. Uma vez lá dentro, um grupo de três monges os cercaram e os levaram através de uma pesada porta de pedra.

A câmara ecoava os sons dos passos deles e as pedras pareciam geladas ao redor. Tochas foram acesas ao longo das paredes, o teto era tão alto que o interior parecia mal iluminado.

Os corpos deles projetavam sombras pelas paredes enquanto eles caminhavam pelo labirinto de corredores.

Repentinamente o corredor se abriu para uma enorme sala. Simon olhava ao redor, estupefato pela vastidão do lugar. Parecia que as paredes subiam até o céu. No topo haviam passarelas com colunas e ele mal conseguia distinguir as pequenas formas dos monges andando apressados de um lado para o outro. Toda a parte do fundo da sala era formada pelos mais bonitos vitrais, tornando as catedrais inglesas pálidas em comparação.

Centenas de velas tremulavam , banhando toda a sala com um brilho dourado. Se uma série de anjos subitamente surgisse das vigas, ele não se surpreenderia. Todo o mosteiro tinha um ar tão etéreo que ele relutava em falar, mesmo em sussurros.

Um monge, lanqueado por outros dois, se apressou até o centro da sala com as mãos estendidas para Isabella.

— Nós estávamos esperando por você, Vossa Alteza. — Ele disse, replicando as palavras do monge anterior.

— E bom lhe ver novamente, Padre Ling. — Ela disse em uma voz embargada.

O monge puxou o capuz e Simon se surpreendeu ao ver um homem de origem oriental o encarar. Mas então, Isabella havia dito o tanto que a in luência deles viera do leste.

Completamente careca, o homem era uns quinze centı́metros mais baixo que os seus um metro e oitenta, entretanto o seu porte real o fazia parecer muito mais alto. Ele certamente não combinava com a imagem preconcebida que Simon achava ter um homem com habilidade de luta.

Isabella pegou as mãos dele e o beijou em cada bochecha.

— Há muita coisa que eu devo descobrir. — Ela disse.

— No seu tempo, Vossa Alteza. — Ele respondeu, retornando o gesto dela.

Ele se virou para Simon e um sorriso enrugou as linhas ao redor dos olhos dele. Ele pegou as mãos de Simon entre as suas.

— Eu o tenho visto muito em minhas visões, Lorde Merrick. Sou muito grato por você

ajudar a princesa. Nós estamos muito felizes com o retorno dela em segurança.

Simon assentiu muito impressionado para responder. Como aquele homem sabia quem ele era?

O monge se afastou e disse para Isabella.

— Venha comigo.

Ela gesticulou para que Simon os seguisse. Quando eles chegaram ao fundo da sala, o monge parou diante de uma parede e se virou para Isabella.

— Você tem o mapa?

— Eu tenho. — Ela respondeu.

Ele assentiu em aprovação.

— Então, nós vamos prepará-la para sua tarefa.

O Padre Ling alcançou uma das estátuas posicionadas em frente do vitral e torceu a mão.

Para a perplexidade de Simon, uma parte do vitral se abriu, revelando uma passagem secreta.

— Vocês estarão seguros aqui. — O monge disse para Simon como se sentisse a hesitação dele.

O Padre Ling entrou e Isabella o seguiu. Não querendo permitir que ela saı́sse de sua visão, Simon se apressou atrás deles. Eles caminharam rapidamente por um corredor estreito.

Depois eles desceram um lance de escadas e entraram em uma passagem ainda menor. No inal eles pararam diante de uma grossa porta de madeira.

O monge buscou em sua veste e puxou uma chave. Inserindo-a na fechadura ele a abriu e indicou para que eles entrassem.

Isabella ofegou quando viu o interior. Simon não icou menos impressionado. Todo o quarto parecia um jardim tropical. Um perfume pesado de uma in inidade de lores pairava densamente no ar. Mas o que o impressionou foi o calor. Lembrava os dias mais gloriosos de primavera.

Colunas de mármore branco no meio da sala marcavam a entrada do que parecia uma grande câmara de banho. Três monges estavam ao lado, evidentemente esperando por instruções.

O som de água correndo o alertou para uma pequena cachoeira que caı́a pela parede esquerda em uma calha que ia até a sala de banhos. A indulgência da câmara parecia mais apropriada para um palácio do que em um mosteiro.

O Padre Ling virou-se para Isabella.

— Lorde Merrick a acompanhará em sua jornada?

Ela se virou olhando-o inquisidoramente. Ele assentiu e sua isionomia pareceu relaxar de alı́vio. Ela se virou para o Padre Ling.

— Sim.

— Então ambos devem ser preparados. Eu os deixarei para serem lavados. Depois oferecerei minhas bênçãos a vocês.

— Obrigada. — Ela disse agarrando as mãos dele nas suas.

Ele fez uma reverência diante dela e rapidamente desapareceu pela porta.

Assim que ele se foi, os três monges que estavam parados ao lado se moveram.

— Vocês seguirão por este caminho. — Um deles disse enquanto gesticulava para eles.

Ele e Isabella os seguiram através das colunas de mármore para dentro da câmara que possuı́a uma grande piscina. Ela tinha a forma de um quadrado perfeito com degraus levando para dentro dela em todos os lados. Outra cachoeira alimentava a piscina pela parte de trás.

Os monges gesticularam para que eles tirassem as roupas e Isabella não hesitou. Ela tirou a camisa e já descia as calças por suas pernas. Seguindo o exemplo, Simon começou a remover a sua própria roupa, perguntando-se do signi icado do ato.

Ele se abaixou para tirar as suas calças dos seus pés e quando ele se levantou encontrou Isabella parada diante dele, gloriosamente nua. Puxando o ar, ele icou parado, não querendo se embaraçar ao reagir a ela.

Ela deu um passo para dentro da água, seus dedos criando pequenas ondulações enquanto ela trilhava a superfı́cie. O seu cabelo caı́a sobre as costas, balançando eroticamente sobre seu traseiro arredondado.

O monge indicou que ele a seguisse, então ele entrou na água, quase gemendo de prazer enquanto a água quente batia em seus joelhos. Ansioso para submergir de corpo inteiro, ele rapidamente desceu os últimos degraus, afundando até a cintura ao lado de Isabella.

Para surpresa dele, os monges os seguiram, as vestes deles boiando na água. Eles carregavam sabão e toalhas, assim como uma jarra para enxaguar.

— Eles apenas desejam lavar os seus cabelos. — Ela suspirou e ele sorriu, perguntando-se perguntando-se ela lera o perguntando-seu temor. Enquanto um banho com Isabella fosperguntando-se o mais próximo do céu que ele estaria, não desejava ter suas partes privadas lavadas por um bando de homens santos.

Quando os monges pararam à frente deles, Isabella deitou a cabeça diante deles.

Seguindo o exemplo dela, ele também abaixou a cabeça. Logo a água quente caiu em cascata sobre a sua cabeça e por suas costas. O aroma doce do sabão entrou por suas narinas enquanto os monges trabalhavam com seus dedos entre os cabelos de Simon. Após alguns momentos, ele sentiu novamente a carga de água lavando o sabão de seus cabelos.

Tão rápido quanto eles vieram, os monges saı́ram da água, deixando ele e Isabella para trás.

— Suas camas serão preparadas e uma refeição será servida em breve. — Um deles disse para Isabella. — Quando vocês terminarem o banho poderão comer e descansar na sala ao lado. A viagem começará uma hora antes da maré alta.

Quando eles se foram, Simon se virou para Isabella que estava parada ao seu lado com a água correndo em riachos ao redor do seu corpo. Seus olhos oceânicos o encaravam e seus cabelos úmidos colados ao seu corpo, quase cobrindo seus seios. Apenas os mamilos visı́veis através das mechas dos cabelos.

Ela lentamente esticou e pegou suas mãos, puxando-a para o peito dela. Entendendo o apelo silencioso, ele diminuiu a pequena distância entre eles e pressionou seu corpo nu ao dela.

Ele abaixou sua cabeça e a beijou esfomeadamente.

Ele puxou o cabelo dela para cima dos ombros e deslizou os dedos delicadamente pelas costelas e pelas curvas dos seus seios .

— Eu nunca vi uma mulher tão bonita quanto você.

Isabella se arrepiou, degustando as palavras dele como um vinho ino. Não contente em desperdiçar suas horas restantes, ela trouxe a cabeça dele até ela e em seguida mergulhou. Ele a acompanhou até a água chegar até o pescoço.

Ele sorriu perversamente para ela antes de cobrir os lábios delas com os seus. Puxando-a sob a água, ele cobriu a boca dela. Suas mãos tocaram seus seios e seus polegares correram sobre os mamilos.

Eles voltaram à superfı́cie com a água escorrendo por seus corpos enquanto subiam.

— Eu te quero. — Ele grunhiu.

O desejo a inundou diante das palavras vigorosas dele. Deus, ela o queria também.

— Então me tome. — Ela sussurrou.

Tão logo as palavras saı́ram da boca dela, ela se viu erguida, as mãos dele apertando seu traseiro, descendo por suas pernas e as afastando.

Ela envolveu as pernas em torno da cintura dele e cruzou os pés acima do traseiro dele.

Usando os dedos , para abrir suas dobras, ele a ergueu um pouco e a penetrou em um único e profundo movimento.

Jogando a cabeça trás, ela ofegou diante da sensação de plenitude. Ele se movimentou de novo e de novo...

Ela entrelaçou as mãos nos seus cabelos e esmagou a boca contra a dele. As mãos dele agarraram as suas costas, aproximando-a mais dele. Eles moviam-se delirantemente um contra o outro. Ela corria suas mãos pelas costas dele, sobre o seu peito, tentando memorizar cada nuance de seu corpo.

Quando ela começou a sentir a lenta e maravilhosa elevação para seu clı́max, ele se inclinou e pegou os mamilos dela entre os dentes. Ela passou os braços ao redor da cabeça dele, prendendo-o contra seus seios. Ela começou a ondular descontroladamente contra ele, movendo-se cada vez mais rápido para acompanhá-lo.

— Oh, Deus. — Ela ofegou. E então o seu mundo começou a girar ao redor dela. Ela fechou os olhos e arqueou o corpo em direção ao dele.

Ela sentiu ele se afastar dela e em seguida sua semente quente se misturar com a água entre as suas pernas. Ela se inclinou para frente e colocou a cabeça sobre o peito dele e deslizou lentamente até icar parada com suas pernas trêmulas diante dele.

— Você está bem? — Ele perguntou.

Ela assentiu, incapaz de formar palavras coerentes.

Ele andou até a lateral e pegou uma toalha e algum sabão. Retornando para onde ela estava, ele começou a lavar gentilmente o corpo dela. Ela descansou frouxamente contra ele

enquanto ele esfregava a toalha sobre a pele dela. Quando ele terminou, ele a levantou em seus braços e subiu os degraus para sair da água.

Ela o abraçou enquanto ele a carregava para o próximo quarto, amando a sensação de sua força. Ele a colocou em um pequeno banco em frente à lareira onde o fogo queimava. Ele a deixou tempo su iciente para pegar uma toalha e retornou para secá-la.

Ela puxou os joelhos contra seu peito quando ele focou sua atenção em seus cabelos, esfregando e massageando a toalha entre suas mechas molhadas.

Logo o calor do fogo in iltrou-se em cada músculo, espalhando-se languidamente através dela. Seus olhos se fecharam e ela suspirou, contente com a sua contı́nua atenção.

Ela olhou para cima quando três monges voltaram, todos carregando algo diferente nos braços. Um trazia uma bandeja de comida, outro carregava o que parecia ser roupas e o terceiro uma jarra de vinho.

— Se lhe agrada, princesa, nós temos comida e roupas para você e Sua Senhoria.

Eles colocaram os itens nos dois catres cobertos com seda junto a parede e as bandejas sobre uma mesa de pernas baixas ao lado dos catres. Duas almofadas para eles se sentarem foram colocadas ao redor da mesa e então os monges saı́ram da sala.

Ela levantou-se imediatamente e seguiu diretamente para a cama para pegar as roupas.

Para o seu alı́vio, o conjunto de roupas que eles lhe trouxeram era prático para a sua iminente jornada. Calças simples de algodão e uma túnica larga. Para Merrick, eles também trouxeram calças e uma camisa simples. Botas leves também foram deixadas.

Virando-se, ela jogou as roupas para ele e começou a vestir as calças. Quando ambos estavam vestidos, ela sinalizou para a mesa, onde a comida estava.

Eles estavam sentados um em frente ao outro, pernas cruzadas sobre as almofadas. O cheiro da comida lutuava até as narinas dela e seu estômago roncou em resposta. Todos os

Eles estavam sentados um em frente ao outro, pernas cruzadas sobre as almofadas. O cheiro da comida lutuava até as narinas dela e seu estômago roncou em resposta. Todos os

No documento Meu Amor. The Vault Collection 02. Maya Banks (páginas 156-166)