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Carta a Timóteo

No documento ELEMENTOS E FUNDAMENTOS BÍBLICOS (páginas 145-153)

A carta de Timóteo deve ter sido escrita na Macedônia por volta dos anos 64 ou 65 d.C. Busca prevenir a liderança da comunidade de Éfeso contra os falsos doutores (1Tm 1,3-20; 4,1-11; 6,3-10). O ambiente cosmopolita possibilitava a inserção de novas ideias e concepções religiosas.

A carta de Timóteo e também a de Tito são consideradas cartas pastorais, isso porque são de cunho orientativo para pastores e/ou líderes de comunidades.

Contudo é bom sabermos que todas as cartas paulinas possuem caráter pastoral, porque orientam e motivam o desenvolvimento das comunidades cristãs.

No entanto, Timóteo se diferencia de todas as outras porque possui uma linguagem mais formal, apresenta um plano menos organizado e mais livre, possui muitas repetições e apresenta uma visão teológica bem diferente das outras.

Nesta visão a comunidade possui uma organização interna mais delimitada e é mais importante do que a missão, as lideranças devem possuir dons especiais, a fé é vista como a sã doutrina, a piedade é expressão da fé e as falsas doutrinas devem ser combatidas.

Apocalipse de JoÃo

A revelação pode ser vista de vários pontos de vista, sob diferentes luzes. É assim que vemos o livro do Apocalipse e ao mesmo tempo somos convidados a lê-lo sem resignação ou terror diante dos acontecimentos narrados. No fundo, ele situa a realidade atual e futura do mundo à luz de Deus e do cordeiro, visão de justiça e misericórdia. O Apocalipse de João só tem sentido se visto a partir da sua revelação última e simbólica e a certeza de que tudo pode acabar, exceto a vida.

Veja o que o autor francês Leloup (2014, p. 13-14) fala a respeito da revelação:

Diante dessas diversas mortes anunciadas pelos religiosos, os cientistas e um determinado número de indivíduos que pretendem ter uma “revelação”, podemos reagir de diferentes maneiras: pelo fascínio ou pelo desprezo, pelo medo, a angústia ou a fobia [...]. Esta não é a função de um apocalipse e particularmente do Apocalipse de São João. Seu papel não é o de alimentar nossas fobias, sequer de despertar um medo ou uma angústia que poderia mostrar-se salutar diante da situação em si; é, antes, a revelação de uma saída, o exercício de uma lucidez não desesperada. Alguns dirão que todas essas advertências são preparativos efi cientes

ELEMENTOS E FUNDAMENTOS BÍBLICOS

para um “parto” (tradução igualmente possível da palavra

“apocalipse”): antecipar a dor permite que possamos enfrentá-la de uma maneira melhor. Quando aprendemos a reenfrentá-laxar e nos entregamos de coração à experiência devastadora, isso permite que a atravessemos, não “sem dor”, mas, ao menos, de modo menos doloroso.

Revelação é o sentido principal do livro do Apocalipse, ou seja, são comunicações dadas a um profeta chamado João e por ele transmitidas a sete comunidades da Ásia Menor, região anteriormente evangelizada por Paulo.

Possivelmente o profeta está na prisão numa ilha ao fi nal do primeiro século d.C.

A ideia desse profeta é animar as comunidades que viviam perseguidas, por isso tanto insistia que resistissem a toda essa perseguição na esperança de que dias melhores estavam por vir. De que esperança o profeta estava falando? No projeto de Jesus e acreditando fi rmemente que o mal e a injustiça não teriam a última palavra.

No período em que essa narrativa circulava pelas comunidades, o Império Romano obrigava todos os subordinados a cultuarem o imperador como a divindade suprema. Para o autor dessa revelação apocalíptica, o sistema político e econômico perverso do império não poderia ser aceito ou admitido pelos seguidores de Jesus. Uma proposta extremamente perigosa e radical, diferente de muitos outros grupos religiosos que acabavam por aderir à proposta imperial e à de Jesus, concomitantemente. Se trata do mesmo sistema que crucifi cou Jesus e a consequência disso é muito clara: não é possível servir a dois senhores.

Com o intuito de animar as comunidades na esperança, a mensagem comunicada oferece em riqueza de detalhes a visão do céu e do trono de Deus, com a liturgia que aí se celebra ao juiz três vezes justo e santo. Ao mesmo tempo, expõe critérios, através de imagens, fi guras, sinais, a maioria deles já conhecida das escrituras judaicas. Isso porque as comunidades podiam captar a dinâmica da história e convencer-se de que elas estão nas mãos de Deus e do seu Messias, e que o domínio do Império, bem como das forças do mal que ele representa, não seja capaz de iludir a nenhum membro da comunidade.

As comunidades do Apocalipse se desenvolvem em meio à sociedade helenista, escravagista. O Imperador é chamado o Senhor = κυριος, o (Kyrios).

Ele está no topo da pirâmide e controla tudo. A maioria dos que frequentam as comunidades são escravos. O grande imperador desse período é Nero.

Ele persegue com bastante empenho as comunidades de Jesus, porque elas apresentam um projeto bem diferente do império: escravagismo X projeto comunitário.

SEGUNDO TESTAMENTO Capítulo 4

Os grupos formados pelas comunidades não possuem o controle da história.

Nessa perspectiva, as elites se divertem levando os cristãos para os leões devorarem. A sociedade é desumana. A vida das pessoas é mercadoria: (cf.

Ap 18,13). Deus não é somente o Senhor de Israel, mas um Deus dos puros e impuros (Is 56,3-7). Na mesma ideia estão os autores do livro do Apocalipse.

Deus está ao lado daqueles que buscam o seu reino. No Apocalipse impera a ideia da inclusão, de somar forças no desejo de incluir todos na proposta do reino de Deus. As comunidades não podem manipular para si as ações de Deus no mundo. Javé, o Deus libertador, não é prioridade de nenhuma comunidade. Ele ama quem o busca e procura a justiça nesse mundo. De acordo com Comblin (1998, p. 44-52):

O apocalipse de João pretende ser a palavra fi nal da Bíblia dos judeus. É uma releitura de todo o Antigo Testamento. João nunca cita os autores que usa, mas o seu texto é feito sempre de citações implícitas da Bíblia. Isto quer dizer que pretende dar a interpretação ofi cial, certa, de toda a Bíblia. Ele faz da Bíblia a leitura cristã. Seu livro é como uma visão global de todo o Antigo Testamento. Pois na visão dele, todo o Antigo Testamento culmina no anúncio do Messias e na espera do fi m do mundo, com o advento do reino de Deus. João organiza o Antigo Testamento em função desta interpretação. Visivelmente é um autor cristão que toma posse da Bíblia de Israel.

Os judeus cristãos, além do sistema escravagista do império, estavam sem a proteção das sinagogas, e por isso mesmo expostos a todo tipo de perseguição.

Assim, o primeiro livrinho do Apocalipse 4-11, ou seja, o roteiro do Novo Êxodo, não era mais sufi ciente, por isso foi necessário que a comunidade elaborasse um segundo livrinho: Ap 12-22, em que descreve o roteiro do julgamento fi nal: Novo Céu e Nova Terra X o sistema opressor. Aqui temos:

• O sistema do império, escravagismo, perseguição – é a grande Besta.

• A perseguição dos judeus fariseus: as Bestinhas. Essas são piores, porque estão presentes no cotidiano, na intimidade das comunidades. A perse-guição fi cou mais forte e se espalhou por todo o império. Era preciso “au-mentar a bateria”. O livro do Êxodo não era sufi ciente. A comunidade retoma a imagem da “nova criação” – todo o universo está dividido entre o bem e o mal. Vejamos o exemplo de Ap 12,1-4: a mulher representa o bem X o dragão que representa o mal.

ELEMENTOS E FUNDAMENTOS BÍBLICOS

Essa luta começou no céu, no mundo de cima. Agora essa mesma luta acontece na vida das comunidades. A mulher, grávida, dando à luz, é a comunidade cristã, na sua fragilidade para gerar vida. Se trata da nova Eva (cf.

Gn 3,20). É um símbolo novo que surge no interior da história. Ela representa um mundo novo em gestação, considerando a ressurreição de Jesus.

A nova Eva traz consigo os sinais do novo: sol, lua, estrelas (Lc 21,35). O dragão é a antiga serpente (cf. Ap 12,9) que cresceu e virou um bicho forte, feio e feroz. Símbolo do mal e da morte, do sistema político e econômico que oprime a vida dos pequenos. A serpente antiga (Ap 12,9) representa a raiz do mal que age na história e se encarna nas práticas do Império Romano: totalitário e enganador.

Traz sinais de poderes absolutos e ilimitados.

A luta é desigual: mulher x dragão. A vida parece perder para a morte. Deus opta pela vida e defende a mulher. É interessante notar que o dragão nunca ganha.

12,4-5: Deus tira a mulher do perigo do dragão. O dragão não consegue devorar o fi lho. Um fi lho que foi arrebatado para junto do Pai. Eis uma nítida referência à ascensão de Jesus.

A citação do Salmo 2,7-9 não deixa dúvida da referência ao Cristo (cf. Ap 19,11). Ele governará com cetro de ferro. Senhor defi nitivo da história. A mulher segue para o deserto num período de 1260 dias e é alimentada por Deus. Tempo de dura perseguição (Ap 11,2-3), isto é, três anos e meio, metade de sete (Dn 7,25).

12,7-8: Miguel derrota o dragão. Ele é o protetor do resto de Israel. Ele vence as batalhas e traz um novo tempo messiânico (cf. Dn 10). O dragão recebe títulos que indicam a gravidade da ameaça junto aos homens e mulheres: diabo e Satanás, sedutor de todo o mundo (v. 7-9). A imagem do grande julgamento é central no livro do Apocalipse. Este juiz é visto como o Deus Goêl – um deus vingador semelhante ao defensor declarado de Jó (19,25). Um Deus que se revela no mundo de baixo junto aos oprimidos. O texto enaltece o testemunho dos cristãos:

Seu testemunho é de luta contra os poderes do mal, que se manifestam nas garras do Império. A força do testemunho vem do próprio sangue do Cordeiro, que morreu na cruz mas triunfou sobre a morte. O testemunho está na fi delidade à Palavra de Deus, a qual leva a preferir a morte à própria vida (GORGULHO; ANDERSON, 1978, p. 133).

SEGUNDO TESTAMENTO Capítulo 4

12,11: aquele que luta e testemunha derrota o dragão. O povo celebra a vitória, provavelmente citando o livro do Êxodo 19,4. O dragão/o mal continua a agir no mundo. Os poderes desse mundo devem ser enfrentados no interior da história, com coragem e certeza da vitória já garantida. O dragão não pode mais atingir o Cristo, por isso persegue os seus seguidores. O dragão vomitará contra as comunidades rios da perseguição (v. 15-16), mas isso não trará o fi m.

12,16: a terra mãe ajuda a mulher. O vômito do império (cf. Is 8,7-9), ao comparar a invasão assíria, simboliza que a perseguição não triunfará e será engolida pela história. O capítulo 12 termina no ano 95, ano da defl agração imposta durante o governo de Domiciano (81-91 d. C.) contra os seguidores de Cristo. Cristo venceu os poderes do mundo (Cl 1,13) para nos dar a plena liberdade (Gl 5,1. 14-16). A vitória de Cristo deve ser continuamente atualizada na vida dos cristãos (1Cor 15, 25.28).

Essa posição radical do livro do Apocalipse é uma chave de leitura importante, para animar as comunidades cristãs de todos os tempos que são constantemente desafi adas pelas seduções e armadilhas dos impérios que teimam em se reproduzir na história.

Vivemos em um mundo submerso a perturbações e complexidades, seja por previsão de anúncios ou previsões apocalípticas, que fazem parte dessa sede humana por descobrir o futuro de maneira quase que mágica, talvez com o intuito de diminuir a angústia humana mediante a busca de sentido para a própria existência. Contudo, o mais célebre e temido Apocalipse, o de João, que os profetas que veneram a desgraça e o caos adoram invocar, tem como objetivo continuar alimentando esse medo e angústia?

A viagem que fi zemos por algumas comunidades cristãs primitivas apontam para um cristianismo que é plural em sua origem. Essa constatação é importante.

Hoje, como ontem, nossas comunidades precisam valorizar as diferentes formas de entender e colocar em prática a Boa Nova de Jesus. Os confl itos que podem surgir dessa diversidade não devem nos dividir, mas ser estímulo para que nossas comunidades e cada um de seus membros testemunhem que a diversidade e a pluralidade são fatores de crescimento individual e comunitário. Em um mundo globalizado, deparamo-nos cotidianamente com essa realidade. Acolher a diversidade e conviver com ela faz parte da nossa identidade cristã.

Lastimavelmente, da forma como o cristianismo é vivido por muitos de nós, não suscita seguidores, mas apenas adeptos de uma religião. Não é capaz de suscitar discípulos que estejam identifi cados com o seu projeto, com o intuito de abrir caminhos para o reino de Deus, mas apenas membros de uma instituição que cumpre bem ou mal suas obrigações religiosas. Disso pode resultar que nunca descubramos de fato a experiência cristã originária e apaixonante.

ELEMENTOS E FUNDAMENTOS BÍBLICOS

Assista a esse vídeo e faça memória do pouco que conhecemos sobre o livro de Apocalipse: <https://www.youtube.com/

watch?v=CvgZku3SUkY&t=73s>.

Para aprofundar mais a sua refl exão sobre o livro do Apocalipse e desconstruir muito do que aprendeu por meio dos “mitos” populares, indicamos que você leia: LELOUP, Jean-Yves. O Apocalipse de João.

Petrópolis: Vozes, 2014.

Atividade de Estudos:

1) De acordo com o que estudamos nesse capítulo sobre o Segundo Testamento, o que você aponta como novidade na refl exão? Faça uma lista de cinco tópicos que chamaram a sua atenção e que você gostaria de aprofundar. Em seguida argumente, em forma de texto, contendo esses tópicos, ao menos uma página, sobre as suas inquietações e que revelações novas você propõe, enquanto teólogo, para a atualização dessas narrativas bíblicas que atravessam mais de dois mil anos de história.

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2) Leia o texto de Paulo Mendes Pinto - Jesus, o perfeito supremacista branco e o eunuco etíope. Disponível em: <https://www.publico.

pt/2017/08/26/mundo/noticia/jesus-o-perfeito-supremacista-branco-e-o-eunuco-etiope-1783247>. Em seguida dê sua opinião a respeito da questão: A pluralidade estava intrinsecamente no movimento de Jesus, como reagimos a essa diversidade?

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Algumas ConsideraÇÕes

Ao longo desse capítulo pudemos verifi car algumas informações ou chaves de leitura que nos ajudam a ler e entender melhor as narrativas do Segundo Testamento. Pudemos perceber que os textos bíblicos não são autobiografi a e/

ou biografi a de Jesus, e que os manuscritos foram compilados e entendidos como sagrados muito tempo depois da morte e ressurreição de Jesus.

Por esse motivo, precisamos ter bem claro que se tratam de textos escritos por simpatizantes ou seguidores, posteriores aos primeiros discípulos, que se identifi cavam com o projeto de Jesus, como é o caso do apóstolo Paulo, que foi uma fi gura fundamental para que o cristianismo se espalhasse pelos confi ns do Império Romano e, consequentemente, chegasse até nós hoje.

Vimos também que as narrativas foram escritas entre os séculos I e II d.C., em meio à civilização greco-romana. Essas narrativas do Segundo Testamento aparecem na língua falada dessa civilização, o chamado grego koiné, e giram em torno da mensagem de Jesus. Quando esses escritos foram compilados, os Evangelhos se tornaram o fundamento de todos os outros livros do Segundo

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Testamento que, por sua vez, os explicitam e aplicam à vida prática. Não podemos compreender sufi cientemente a mensagem de Jesus nem os escritos que a explicitam, sem conhecermos as circunstâncias históricas em que nasceram, por isso pudemos conhecer um pouco mais sobre a organização política, socioeconômica e ideológica da Palestina no período em que Jesus viveu, bem como os seus primeiros seguidores.

Jesus anunciou a Boa Nova da salvação de forma oral, em aramaico, a língua falada na Palestina. Os seus discípulos também não escreveram, estavam muito mais preocupados com o anúncio oral dos ensinamentos de Jesus. A atitude de Jesus e dos seus discípulos faz do Cristianismo, não uma religião da escrita, mas a religião que se centra na pessoa de Jesus. Depois de terem ouvido a mensagem oral, durante a primeira geração cristã, é que os discípulos da segunda geração registraram por escrito as palavras e os fatos da vida de Jesus para incutir nos cristãos maior fi delidade à mensagem e os conduzir à fé e à salvação em Cristo.

Para que a mensagem de Jesus fosse divulgada e para a formação destas coleções de livros a que temos acesso nos dias de hoje, muito contribuiu a autoridade dos apóstolos, em nome dos quais esses textos foram escritos.

Grande parte dos livros da Bíblia é atribuída a pseudônimos, ou seja, são obras atribuídas a um personagem famoso ou importante, para que fosse melhor aceito pelas comunidades. Nessa época não existiam direitos autorais, por exemplo, no caso do Apocalipse, de um profeta chamado João, que foi associado ao apóstolo João. De outra forma, este livro teria tido ainda maiores difi culdades em entrar no Cânon dos livros inspirados.

Para concluirmos essa disciplina, devemos ainda considerar que os textos bíblicos que temos em mãos passaram por muitas traduções. Isso pode comprometer a mensagem original dos escritos bíblicos, por isso, para que cheguemos a uma maior proximidade da mensagem em que os textos bíblicos foram escritos, se faz necessário o conhecimento do idioma em que foi escrito, para que não corramos o risco de afi rmar ou negar informações que seus autores não tinham intenção nenhuma de fazer. Nesse sentido, ganharemos autonomia na refl exão e, sobretudo, respeito à mensagem escrita pelos seguidores de Jesus.

À frente, temos o grande desafi o de fazer Jesus ser conhecido não a partir daquilo que nos é pregado, mas a partir da nossa busca por conhecer Jesus na sua fonte originária! Bons estudos!

SEGUNDO TESTAMENTO Capítulo 4

ReFerÊncias

CASONATTO, Odalberto Domingos. Quando surgiu a Sinagoga? 2011. Dispo-nível em: <http://www.abiblia.org/ver.php?id=1817>. Acesso em: 27 ago. 2017.

COMBLIN, José. O Apocalipse de João e o fi m do mundo. Estudos Bíblicos.

Petrópolis: Vozes, p. 44-52, 1998.

GASS, Ildo Bohn. Uma introdução à Bíblia. As comunidades cristãs da primeira geração. São Paulo: Paulus; Cebi, 2005.

GORGULHO, G. S.; ANDERSON, Flora. Não tenham medo: Apocalipse. São Paulo: Paulinas, 1978.

HORSLEY, Richard A. Paulo e o Império. Religião e poder na sociedade imperial romana. São Paulo: Paulus, 2011.

JEREMIAS, Joachim. Jerusalém no tempo de Jesus. São Paulo: Paulus, 1983.

LELOUP, Jean-Yves. O Apocalipse de João. Petrópolis: Vozes, 2014.

PAGOLA, José Antonio. O caminho aberto por Jesus. Marcos. Petrópolis: Vo-zes, 2013a.

______. O caminho aberto por Jesus. Mateus. Petrópolis: Vozes, 2013b.

PORTAL DA EDUCAÇÃO. Cidadania em Roma. Disponível em: <https://www.

portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/iniciacao-profi ssional/cidadania-em-ro-ma/1879>. Acesso em: 25 ago. 2017.

ROSA, Luiz da. Por que os evangelhos de Lucas, Marcos, João e Mateus são chamados de sinóticos? 2015. Disponível em: <http://www.abiblia.org/ver.

php?id=8220>. Acesso em: 29 ago. 2017.

SAULNIER, Christiane; ROLLAND, Bernard. A Palestina no tempo de Jesus.

São Paulo: Paulinas, 1979.

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