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Do carro, eu observava os alojamentos e a disposição dos prédios, então perguntei a Carolina sobre os locais subterrâneos que ela utilizava como banheiro. Ela apontou então um local com uma escada, indicando um acesso subterrâneo. Durante o período em que trabalhou como militar, Carolina nunca dividiu o banheiro com seus colegas e nem mesmo o alojamento. Dormia todas as noites de trabalho dentro da viatura, foram 22 anos desta rotina, sem que os superiores considerassem suspeita ou inadequada a conduta, afinal Carolina estava casada e tinha uma filha.

Segundo Josefina Fernández (2004), a heterossexualidade opera como o princípio ordenador da sexualidade e, nessa perspectiva, a identidade sexual existiria apenas atrelada ao gênero e à fisiologia no paradigma ocidental de gênero. Lida através dessa matriz, Carolina foi reconhecida por muito tempo como “alguém de respeito”: “Eles pensavam que eu era evangélica, por isso era tão reservada. Alguns vinham sempre me pedir opiniões, conselhos sobre sua vida particular e familiar, me consideravam como alguém de bem”.231

Recorrer à família como recurso para ser reconhecida como confiável foi a estratégia anunciada por Renata ao me receber em São Paulo: “Quis que este encontro fosse aqui, na casa de minha mãe, para mostrar que nós temos família”.232 Apresentou-me para sua mãe,

sobrinha e filha. Compomos uma mesa de conversação que se manteve por quase três horas.233 A presença de outras pessoas parecia intencionalmente estabelecida para garantir a preservação de uma intimidade, (como algo que não se conversa diante da mãe e de crianças, temas como sexo e sexualidade estariam certamente interditados) ou, talvez, transmitir segurança diante da ameaça desta “estranha entrevistadora”. Por várias vezes, Renata fala da preservação de seu anonimato e da exceção que constituía essa entrevista. Embora não tenha construído um segredo em torno de sua história, a mesma é tratada apenas como assunto da família.

Renata fala de sua família, de seus irmãos e irmãs, de suas vivências na escola e na

231 Anotações do Caderno de Campo, Brasília, maio de 2007.

232 O contato com Renata foi possibilitado através da indicação de Dr. Carlos Cury. Ela teria sido uma das primeiras mulheres (transexuais) que se submeteram à cirurgia no exterior, de maneira clandestina, no início da década de 80. São Paulo, 17 de dezembro de 2004.

233 Este relato compõe a análise desenvolvida no texto apresentado na 25ª Reunião da ABA em Goiânia. Agradeço a Maria Filomena Gregori a leitura atenta e os comentários que contribuíram para o aprofundamento das questões sobre família aqui desenvolvidas. Como uma das atividades vinculadas a este evento, a participação no Workshop Pós-RBA, intitulado Reflexões Avançadas em Gênero, Sexualidade e Saúde Reprodutiva, foi igualmente importante para as reflexões aqui apresentadas.

rua, de sua recente separação do companheiro, mas é através de sua mãe que chegam os fragmentos significativos para a discussão aqui proposta. Ela explicita sua dificuldade em compreender o que acontecia com a filha, “eu sempre aprendi que Deus fez dois, macho e fêmea, quer dizer masculino e feminino”; para ela, sexo e gênero coincidem e informam sobre uma performance desejada e aceita:

Quando ela vinha dos bailes com a sobrancelha pintada, com a boca pintada, aquele vestido decotado, aí eu sofria, pensava, meu Deus, uma hora eles matam ela. Porque estou te explicando, ela era pela imperfeição, mas era a coisa mais linda do mundo.

Assim, Renata somente caberia numa classificação outra... Por ela chamada de imperfeição. Renata desafinou no arranjo do gênero, seu sexo não se restringia aos órgãos genitais e, muito menos, forneceria os elementos para uma composição obedecendo a uma lógica binária. A incerteza desta mãe, que, mais de 20 anos após a filha ter sido submetida à cirurgia de transgenitalização no exterior, demonstrava ainda a insegurança sobre sua “culpa” na “imperfeição” da filha.

Ao se referir à “imperfeição”, D. Carmem buscava na biologia uma origem explicativa, um culpado para tal situação. (...) “é genética”, “na minha família não, mas na família do meu marido” e reafirma “é genética” remetendo-se ao casal de sobrinhos pretensamente homossexuais. A crença desta mãe na origem genética da homossexualidade parecia ancorada na divulgação das pesquisas científicas.234 A segurança da condição inata e das conexões entre as origens da homossexualidade e da transexualidade parecem ser pontos de interseção entre a crença de D. Carmem e os pesquisadores discutidos no primeiro capítulo. Apesar da aparente certeza da origem da “imperfeição” da filha, D. Carmem exemplifica a preocupação de Richard Lewotin (BURR, 1999, p. 355) sobre as implicações políticas destas pesquisas, reafirmando que mesmo se houvesse a possibilidade de afirmar que determinada característica do comportamento humano é genética, isso não a transformaria em algo desejável ou respeitado: “(...) mas a imperfeição não cria a sem-vergonhice, ela cria uma diferença, uma diferença de pensamento” (...) [e após pequena pausa, completa] “Por que todas essas pessoas são tão depravadas?”.235

Imperfeitas, depravadas. Fiquei pensando no desafio da correspondência estabelecida

234 No primeiro capítulo, apresentei exemplos de reportagens veiculadas sobre as pesquisas em jornais e revistas. 235 D. Carmem, entrevista pessoal, São Paulo, dezembro de 2004.

por D. Carmem. Considerando que, para ela, o imperfeito se relacionaria diretamente ao sexo, a depravação seria a falta de acesso à inteligibilidade.

(...) o sexo é, pois, não simplesmente aquilo que alguém tem ou uma descrição estática daquilo que alguém é: ele é uma das normas pelas quais o “alguém” simplesmente se torna viável, é aquilo que qualifica um corpo para a vida no interior do domínio da inteligibilidade cultural. (BUTLER, 1999, pp. 155-6)

Renata nasceu provocando acomodações, muitas negociações seriam então necessárias até que finalmente tornou-se legítima. Na fala da mãe, “(...) mas agora ela é uma cidadã, estou sossegada”. A cirurgia de transgenitalização, realizada clandestinamente no exterior, inaugura o estabelecimento de uma “esperada” coerência, um instrumento poderoso, mas não único a ponto de transformar essa “imperfeição” num ser humano de direitos. Segundo Berenice Bento,

As tesouras simbólicas do poder médico continuam seu trabalho de produção de corpos dimórficos, sem ambigüidades. É o trabalho de assepsia dos gêneros realizado no espaço legitimado pela modernidade, o espaço hospitalar, e que se intensificará no século XX, principalmente no que se refere aos hermafroditas e às/aos transexuais. (2003, p. 127)

No entanto, para além da cirurgia, mãe e filha compartilham a percepção de que o casamento e a adoção [ela adotou uma criança] foram aspectos substantivos para “recolocar” a Renata no espaço social. Essa idéia reafirma que a desnaturalização do sexo não implica na liberação de normas hegemônicas (BUTLER, 2005, p. 194), continua sendo necessário que as identidades de gênero sejam “distintas e internamente coerentes no âmbito de uma estrutura heterossexual” (BUTLER, 2003, p. 10).236

O cenário que Alexandre Saadeh (2004) descreve no início de sua tese é uma igreja católica onde é celebrada a cerimônia de casamento de uma de suas pacientes, da qual foi padrinho. A escolha da cena não me parece aleatória, nem mesmo um adereço. Esalba Silveira (2006, p. 187) também testemunha essa celebração realizada por outra candidata no interior do Rio Grande do Sul. O casamento se articula perfeitamente com a promessa de normalização da cirurgia de transgenitalização. Estabelecendo uma comparação entre o desejo expresso por homossexuais, travestis e mulheres (transexuais) de realizar o ritual do

236 Não me passou despercebido o fato de que entre a cirurgia, realizada clandestinamente, e o casamento, Renata viveu o processo de alteração judicial do nome e sexo. Tudo anterior à visibilidade alcançada por Roberta Close. Não tive acesso a estas informações, pois é tratado como parte de um segredo de “família”.

casamento, Elizabeth Zambrano (2008, p. 158) aponta que apenas as travestis e mulheres (transexuais) manifestaram essa preocupação, sendo que considera ser essa uma forma de confirmar a nova posição social a partir do lugar ocupado no novo casal que se forma. O status civil de casada é exibido durante os diferentes momentos de sociabilidade, não passaria despercebida a afirmação pública de duas militantes durante o XV Entlaids237 na mesa cuja temática era a cirurgia de transgenitalização. As duas palestrantes enfatizaram a condição de casadas e uma delas da presença de uma criança em casa.

Compartilhando com Butler de que

“el matrimonio fuerza, al menos lógicamente, el reconocimiento universal: todos deben dejarte entrar por la puerta del hospital, todos deben respetar tu derecho al luto, todos deben asumir tu derecho natural a un hijo, todos considerarán tu relación como si estuviera elevada a la eternidad” (2006, p. 162).

Para essas mulheres (transexuais), o casamento possibilitaria o acesso não apenas aos direitos restritos a um grupo que opera reafirmando a norma da heterossexualidade, mas, principalmente, o reconhecimento da universalidade da condição de mulher.

No entanto, esse universo não é homogêneo. Entre as minhas entrevistadas, apenas Priscilla era casada quando iniciou no Programa de Transgenitalização da Promotoria. Este primeiro casamento, depois de 22 anos, foi desfeito e ela casou-se novamente. Os dois casamentos caracterizados por um relacionamento estável com co-habitação, sem registro de nenhum documento, ocorreram em período anterior à cirurgia; e não parecia, nem mesmo quando a entrevistei após ter obtido a alteração judicial de sexo e nome, que um casamento civil faria parte de seus planos.

Para Carolina, o casamento é uma zona de silêncio. Embora ela permaneça residindo no apartamento funcional em que vivia com a ex-esposa e a filha, não percebi nenhum vestígio desse período.

Deus fez os nossos braços pra prender

238

Carolina é católica e a religião interferiu na escolha do nome atual, escolhido em homenagem à Santa de sua devoção. Ela freqüenta a paróquia próxima de sua casa desde sua

237 Realizado em Salvador, nos dias 11 a 14 de setembro de 2008. 238 Florbela Espanca, Exaltação, Livro de sóror saudade.

mudança para o local, há mais de vinte anos. Antes de iniciar qualquer procedimento em relação ao que considerou a segunda chance, consultou o pároco que, segundo ela, compreendeu seu sofrimento e afirmou não ser pecado a sua busca por sua “verdadeira condição”. Carolina percebe o apoio recebido como fundamental, pois, “antes dos psicólogos e dos médicos, queria saber sobre Deus, pois poderia enfrentar tudo, menos a Ele”.239

A religião surge como um aspecto importante na subjetivação das pessoas (transexuais) e, na maioria das vezes, marcada como uma experiência de exclusão. Marina fala da escolha de seu nome, que deveria ser o nome de uma mulher forte que anunciaria aos outros que estava disposta a lutar, a brigar por seus direitos, mas não foi assim no começo. Quando pedi que falasse de suas primeiras inquietações diante da anatomia, ela lembrou de um adversário poderoso:

Minha mãe antes de falecer [a entrevistada estava com 04 anos] foi a uma livraria na Praça da Sé e me comprou um livro de historinhas onde abria e montava um conjunto de figurinhas, castelinhos, essas coisas. O mais bonitinho era um arco-íris, a história do livro, resumindo, era de que a pessoa ao chegar ao final do arco-íris e cruzasse por debaixo, mudaria de sexo, se fosse menino viraria menina e se fosse menina viraria menino. Mamãe sempre repetia essa história para mim e guardei esse livro até os 20 anos (...) Aos 09 anos, eu não sabia da possibilidade da cirurgia, mas aprendi algumas coisas na rua. Eu fui para o catecismo e isso foi uma tortura... Tudo era perigoso e pecado. Como eu sentia que era uma mulher, tive muito medo de ficar grávida, eu não sabia o que era gravidez, pensava que poderia engravidar se um menino me pegasse na mão. Então comecei a usar o anticoncepcional de minha tia. Depois de algum tempo, começou a sair leite no meu peito, doía muito o seio e um corrimento no meu pênis. A minha família me levou ao pronto-socorro, os médicos suspeitaram de abuso sexual, mas depois eu ouvi uma conversa entre os adultos de que ou eu estava tomando alguma coisa ou estava masturbando, resolvi jogar o remédio fora porque tive medo de morrer... Levaram-me ao psicólogo que disse que eu tinha traços homossexuais, eu sabia que era mulher, mas não podia dizer, eu morria de medo de ser presa, o meu maior medo era a prisão. A igreja ensinava que a homossexualidade era pecado, tudo era pecado, homem com homem era pecado, vestir-se de mulher então, nem pensar, era o pior pecado, eu me lembro do sermão em que este seria o primeiro pecado que queimaria no céu e alma penaria anos e anos... eu entrei para o meu quarto e fiquei em depressão porque a minha família era muito temente a Deus, eu poderia brigar com todo mundo, menos com Deus. O conflito ficou durante uns 06 meses de minha vida, não ia mais à escola, não saía para brincar (...) eu já havia chegado à conclusão de que se Deus quisesse me castigar, me queimar no fogo do inferno, seria quando eu morresse, mas já que eu estava viva, eu não iria matar ninguém, não iria roubar, nunca mentiria, mas se ele quisesse me crucificar só porque eu me sentia como mulher, então poderia me crucificar... Somente aos 17 anos eu ouvi falar

sobre a mudança de sexo em outros países. 240

A homossexualidade era a categoria mais próxima do universo de Marina naquele momento. Ao dialogar com as proibições da homossexualidade no texto psicanalítico, Butler (2004a, p.184) oferece instrumentos para pensar sobre o medo da punição que marcou a infância de Marina. O sentimento de culpa que parece ser resultante de uma consciência construída a partir de uma experiência individual resulta na “consciência” da proibição contra a homossexualidade que está na base do sentimento social. Para Butler, a interdição da homossexualidade é uma norma que funda e constitui a própria consciência como se fosse um fenômeno psíquico, somente a partir do momento em que elas entendessem a existência de uma norma é que poderiam supor que elas não estariam de acordo com ela, justificando assim “o medo do castigo dos pais que se generaliza como o terror a perder o amor dos próximos”.

Laura também não poderia perceber, naquele momento, que “o que está errado não é a prática das pessoas, é a regra, o metro, a norma que quer regulá-la” (COSTA, 2005, p. 92) - conforme relato a seguir:

(...) Havia noites em que não conseguia dormir, às vezes, começava a chorar sem saber o que estava sentindo. Sentia-me como se não fosse real. Como se nada na minha vida fosse real e que algo de ruim estava para acontecer. Tinha períodos de depressão de meses, mas tudo isso era invisível à minha família que nunca tomou partido de nada. Conhecia as Leis de [...] Deus sobre a Homossexualidade. Procurei me aprofundar e estudar sobre o conceito da bíblia para saber se os sentimentos que invadiam a minha cabeça desde que me dei por conta que eram impuros diante de Deus. O que eu não conseguia era fazer a perfeita dissociação entre as práticas que Deus condenava e o meu jeito de ser, que era algo mais questionado pelos outros de fora. Eu nunca tinha praticado nenhum tipo de pecado. Mas meu modo de ser era questionado pelos outros [ ]. Meus jeitos de falar, de gesticular e de raciocinar eram femininos, embora eu os tentasse camuflar. Que tarefa árdua! Um peso. Um espinho na carne que eu deveria carregar para o resto da minha vida. A única coisa intrínseca nesta história era simplesmente o fato de que eu me ressentia pelo que as pessoas insinuavam, mas não me sentia envergonhada pelo meu modo de ser. Embora eu concordasse com o modo de pensar de Deus sobre a homossexualidade, e sobre ter relações homossexuais ou mesmo ser homossexual, eu não achava que havia nada de errado no meu modo de ser. Achava que embora eu nunca fosse ser homossexual aquele jeito meu era assim, era bom e eu gostava e ninguém tinha que ficar reclamando dele. Eu era assim mesmo, não forçava nada. E eu não retinha justo mudar meu jeito de ser, que era bondoso, carinhoso e cuidadoso.241

240 Marina, entrevista pessoal, São Paulo, junho de 2007. 241 Laura, entrevista pessoal, Brasília, fevereiro de 2008.

Não passaria despercebido que novamente a homossexualidade seria acionada como elemento interdito. O debate empreendido por Jurandir Freire Costa reafirma a importância das religiões como matrizes de posicionamentos.242 Ao reapropriar-se da fala de um de seus

interlocutores de que “a Igreja tem a genitália no cérebro”, o autor afirma a escassez de textos bíblicos que tenham tratado a questão da homossexualidade e problematiza a razão pela qual a “Europa cristã elegeu a sexualidade como seu substrato e para o exercício da perfeição e da perfectibilidade ética” (COSTA, 2005, p. 89).

As histórias de expulsão das diferentes igrejas e templos religiosos marcam os relatos das interlocutoras e o desejo de pertencimento a este lugar foi flagrado de forma mais intensa durante o XIV Entlaids em uma das mesas que trataria a questão de relações afetivas e família. Nenhum especialista ou representante da academia constava entre os convidados para essa atividade, diferentemente das outras mesas. Embora a temática não sinalizasse para a temática da religião, a participação de um pastor deflagrou uma discussão que apontava para uma esfera que, ainda, não havia presenciado:

Apenas compareceram a representante do Grupo de Pais Homossexuais/SP e o representante da Comunidade Cristã Nova Esperança, a sala está repleta de travestis e mulheres (transexuais), é a primeira vez que noto uma parcela significativa das participantes utilizando seus blocos de anotações para registrar a fala de um palestrante. Anotam principalmente os números dos versículos bíblicos citados, pedem para repetir novamente citações inteiras da bíblia que foram extraídas e reinterpretadas pelo pastor. Entremeando as perguntas direcionadas à mesa (quase todas dirigidas ao pastor) fazem testemunhos das tentativas de freqüentarem diferentes igrejas “sem serem percebidas”, “entrando e saindo escondido”. 243

Esse não foi o único episódio em que a temática religiosa foi contemplada nesse evento. O encerramento foi uma encenação teatral pelo grupo de integrantes da Comunidade Cristã Nova Esperança. O enredo tratado ficou centrado na relação entre a exclusão e a aceitação de uma travesti pela família, permeado por conteúdo cristão. A música intitulada Segura na mão de Deus244 encerrou o evento. Cantada por toda a platéia, algumas de olhos fechados, outras numa gestualidade singular se abraçavam, e muitas também acompanhavam com movimentos de quadris, pernas e braços que lembravam outro ritmo musical, mas a letra

242 Seminário Religião e Sexualidade: convicções e responsabilidade, organizado pelo Centro Latino-Americano em Sexualidades e Direitos Humanos (CLAM) em 2003.

243 Anotações do Caderno de Campo sobre a Mesa: Pais, Filhos, Relações de Afetividade e Família. São Paulo, 30/06/2007.

era compartilhada por todas.