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Composi¸ c˜ ao da simetria por conjuga¸ c˜ ao com a simetria especular

2.3 Equivalˆ encia dinˆ amica entre aut´ omatos celulares elementares

2.3.3 Composi¸ c˜ ao da simetria por conjuga¸ c˜ ao com a simetria especular

Estudadas as duas simetrias que ´e poss´ıvel definir em sistemas booleanos dispostos ao longo de uma linha reta, a quest˜ao agora passa por identificar se uma sua composi¸c˜ao corresponde a uma transforma¸c˜ao distinta. Para tal, vejamos o seguinte resultado, cuja prova ´e muito simples, pelo que ser´a omitida.

Lema 2.3 Seja A uma qualquer configura¸c˜ao. Ent˜ao, temos que, (¯A) = A

←−− (←A ) = A− ←− (¯A) = (←A )−

Como facilmente se reconhece, as duas primeiras igualdades dizem que a aplica¸c˜ao de duas transforma¸c˜oes iguais resulta na identidade, enquanto a terceira estabelece que a composi¸c˜ao de transforma¸c˜oes ´e comutativa. A partir destas igualdades, vamos ver que apenas uma composi¸c˜ao vai resultar numa transforma¸c˜ao de simetria distinta.

Sejam A e A0 configura¸c˜oes resultantes de uma qualquer composi¸c˜ao de m trans- forma¸c˜oes por conjuga¸c˜ao e imagem especular, que vamos escrever como,

A ∼u1 A1 ∼u2A2 ∼u3 . . . ∼um−1 Am−1 ∼umA

0

(2.14) com ui = c ou ui = e e onde por Ai se designa a configura¸c˜ao que se obt´em de A por

aplica¸c˜ao sucessiva das transforma¸c˜oes u1, . . . , ui. Ora, aplicando a comutatividade das

transforma¸c˜oes, estabelecida no Lema 2.3, podemos escrever a express˜ao anterior como A ∼cB1 ∼c. . . ∼cBm0 ∼eBm0+1e . . . ∼eBm−1eA0

onde m0 ≥ 0 ´e igual ao n´umero de transforma¸c˜oes por conjuga¸c˜ao, se existir alguma, presentes na composi¸c˜ao (2.14), sendo m−m0 ≥ 0 o n´umero de transforma¸c˜oes por simetria especular, se existir alguma, em (2.14), e onde Bi ´e agora a configura¸c˜ao que se obt´em de

A por aplica¸c˜ao sucessiva das i transforma¸c˜oes iniciais. O resultado que procuramos surge imediatamente por aplica¸c˜ao das duas primeiras igualdades do Lema 2.3:

1. m0 e m − m0 pares =⇒ A = A0 2. m0 par e m − m0´ımpar =⇒ A ∼eA0

3. m0´ımpar e m − m0 par =⇒ A ∼cA0

4. m0 e m − m0´ımpares =⇒ A ∼cA1∼eA0

Assim sendo, podemos concluir que existe uma ´unica composi¸c˜ao de transforma¸c˜oes de conjuga¸c˜ao e simetria especular que resulta numa transforma¸c˜ao distinta: vamos escolher essa transforma¸c˜ao como sendo a composi¸c˜ao da imagem especular ap´os a conjuga¸c˜ao, que vamos denotar simplesmente por A ∼ce A0. Para facilitar, vamos denotar por A◦ a

configura¸c˜ao obtida de A por esta terceira transforma¸c˜ao.

Tal como foi feito relativamente `as duas simetrias anteriores, tamb´em agora vamos formalizar a correspondente simetria entre aut´omatos celulares elementares finitos.

Defini¸c˜ao 2.14 Dois aut´omatos celulares elementares finitos Φα e Φ0α0 dizem-se com sime- tria conjuga¸c˜ao-especular se, para toda a configura¸c˜ao A, for v´alida a igualdade

Φ0α0(A◦) = (Φα(A))◦, (2.15)

Se Φ0α0 ´e um aut´omato celular elementar com simetria conjuga¸c˜ao-especular relativamente a Φα vamos escrever Φ0α0 = Γce(Φα). O resultado seguinte vai uma vez mais mostrar que

aut´omatos celulares elementares com certas carater´ısticas tˆem sempre simetria conjuga¸c˜ao- especular. Por ser facilmente obtida a partir de argumentos an´alogos aos apresentados nas demonstra¸c˜oes dos dois lemas anteriores, a sua prova ser´a omitida.

Lema 2.4 Sejam Φαe Φ0α0 aut´omatos celulares elementares finitos, com regras de transi¸c˜ao local Nφ= (d7d6d5d4d3d2d1d0)2 e Nφ0 = (d0

7d06d05d04d30d02d01d00)2, respectivamente, tais que

Nφ0 = ( ¯d04261537)2 e as condi¸c˜oes de fronteira α e α0 s˜ao iguais, exceto se α = 00 ou α = 11, para as quais α0 = 11 e α0 = 00, respectivamente. Ent˜ao, Φα e Φ0α0 s˜ao aut´omatos celulares elementares finitos com simetria conjuga¸c˜ao-especular, ou seja, tem-se que Φ0α0 = Γce(Φα).

Para encontrar a regra de transi¸c˜ao que se obt´em de Nφ= 130 por esta composi¸c˜ao de

transforma¸c˜oes, temos apenas que determinar a regra que ´e equivalente por imagem espe- cular a Nφ0 = 190, uma vez que concluimos j´a ser esta a regra equivalente por conjuga¸c˜ao a Nφ= 130. Um pequeno c´alculo leva-nos a dizer que a representa¸c˜ao de Wolfram desta

regra corresponde ao inteiro cuja representa¸c˜ao bin´aria ´e dada por (11110110)2, ou seja,

Nφ00 = 246. Na figura seguinte mostramos diagramas espa¸co-tempo correspondentes `as dinˆamicas exibidas pelos aut´omatos 130p, 190p e 246p.

Figura 2.35: Diagramas espa¸co-tempo para os aut´omatos celulares elementares 130p, 190p

e 246p, a partir de configura¸c˜oes iniciais com as simetria indicadas, sendo patente que as

configura¸c˜oes que lhes sucedem tˆem essa mesma simetria.

Do Lema 2.4 resulta ser tamb´em poss´ıvel definir este tipo de simetria relativamente a conjuntos de aut´omatos celulares finitos.

Defini¸c˜ao 2.15 Dois conjuntos Φ0e Φ dizem-se com simetria conjuga¸c˜ao-especular se qual- quer elemento de Φ0 tiverem simetria conjuga¸c˜ao-especular com algum elemento de Φ.

Dados conjuntos Φ0 e Φ com simetria conjuga¸c˜ao-especular, vamos escrever Φ0 = Γce(Φ).

Tamb´em agora vai ser poss´ıvel caraterizar conjuntos Φ0 e Φ relacionados por este tipo de simetria.

Proposi¸c˜ao 2.3 Dois conjuntos de aut´omatos celulares elementares finitos Φ0e Φ tˆem sime- tria conjuga¸c˜ao-especular se e s´o se Nφ0 = ( ¯d04261537)2e Nφ= (d7d6d5d4d3d2d1d0)2, com Nφ0, Nφas representa¸c˜oes de Wolfram das regras de transi¸c˜ao dos aut´omatos celulares pertencentes a Φ0 e Φ, respetivamente.

Na tabela seguinte resumimos as equivalˆencias dinˆamicas do conjunto 130, indicando os conjuntos obtidos por cada uma das trˆes transforma¸c˜oes.

Φ Γc(Φ) Γe(Φ) Γce(Φ)

130 190 144 246

Tabela 2.4: Conjuntos de aut´omatos celulares elementares dinamicamente equivalentes a 130.

Encontrado o conjunto dos aut´omatos celulares elementares dinamicamente equivalentes, temos que escolher o seu representante: o crit´erio, que ´e habitual seguir-se, passa pela escolha daquele de entre todos com menor representa¸c˜ao de Wolfram. Procedendo desse modo, no caso anterior, somos levados a escolher a regra Nφ= 130 como representante da

classe descrita na tabela.

Em apˆendice, apresentamos uma tabela das regras equivalentes para todos os 256 aut´omatos celulares elementares. Mais interessante, por´em, ser´a listar todos os aut´omatos celulares elementares dinamicamente n˜ao-equivalentes, pois ser˜ao apenas esses que devere- mos estudar. Na tabela seguinte, s˜ao apresentadas as 88 regras dinamicamente n˜ao equi- valentes, a partir das respetivas representa¸c˜oes de Wolfram, que se obtˆem por uma an´alise detalhada do resultado de todas as equivalˆencias dinˆamicas apresentadas em apˆendice.

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 18 19 22 23 24 25 26 27 28 29 30 32 33 34 35 36 37 38 40 41 42 43 44 45 46 50 51 54 56 57 58 60 62 72 73 74 76 77 78 90 94 104 105 106 108 110 122 126 128 130 132 134 136 138 140 142 146 150 152 154 156 160 162 164 168 170 172 178 184 200 204 232

Tabela 2.5: Representa¸c˜ao de Wolfram dos 88 aut´omatos celulares elementares finitos di- namicamente n˜ao-equivalentes.

Tendo apresentado um formalismo para o estudo das equivalˆencias dinˆamicas entre aut´omatos celulares elementares, quaisquer que sejam as condi¸c˜oes de fronteira escolhidas, vamos ver de seguida se cada um desses aut´omatos celulares exibe um ´unico tipo de compor- tamento, relativamente aos diferentes tipos identificados por Wolfram, quando se escolhem as condi¸c˜oes de fronteira apresentadas.

Cap´ıtulo 3

As Dinˆamicas dos Aut´omatos

Celulares Elementares

Tradicionalmente, os aut´omatos celulares elementares s˜ao apresentados a partir da esco- lha de condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas. ´E nesse contexto que s˜ao, muitas vezes, mostrados exemplos dos diferentes tipos de comportamento que estes modelos discretos muito simples s˜ao capazes de exibir. De seguida, vamos tentar saber se as dinˆamicas mais significativas, em termos estat´ısticos, que os aut´omatos celulares elementares mostram s˜ao independentes da escolha efetuada para as condi¸c˜oes de fronteira. Por outras palavras, fixada uma regra de transi¸c˜ao φ, vamos comparar as dinˆamicas que se obtˆem para as seis diferentes escolhas para as condi¸c˜oes de fronteira. Este desafio ´e proposto antes mesmo de apresentarmos os quatro tipos distintos de dinˆamicas identificadas por Wolfram, com o intuito de procurar, nos seis diagramas espa¸co-tempo que v˜ao ser mostrados, carater´ısticas comuns, sem qualquer ideia preconcebida.

3.1

Dinˆamicas para diferentes escolhas da condi¸c˜ao de fron-

teira

Nas p´aginas que se seguem, s˜ao mostrados diagramas espa¸co-tempo para cada conjunto de aut´omatos celulares elementares dinamicamente n˜ao-equivalentes, apresentados na Ta- bela 2.5, considerando as seis escolhas para as condi¸c˜oes de fronteira. Todos os sistemas s˜ao compostos por n = 60 c´elulas e s˜ao mostradas as configura¸c˜oes correspondentes aos pri- meiros 62 instantes de tempo, a partir de uma configura¸c˜ao inicial escolhida aleatoriamente, mas a mesma para cada regra de transi¸c˜ao.

Nφ= 0

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.1: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 0, considerando

Nφ= 1

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.2: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 1, considerando

Nφ= 2

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.3: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 2, considerando

Nφ= 3

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.4: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 3, considerando

Nφ= 4

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.5: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 4, considerando

Nφ= 5

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.6: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 5, considerando

Nφ= 6

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.7: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 6, considerando

Nφ= 7

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.8: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 7, considerando

Nφ= 8

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.9: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 8, considerando

Nφ= 9

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.10: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 9, considerando

Nφ= 10

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.11: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 10, considerando

Nφ= 11

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.12: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 11, considerando

Nφ= 12

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.13: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 12, considerando

Nφ= 13

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.14: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 13, considerando

Nφ= 14

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.15: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 14, considerando

Nφ= 15

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.16: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 15, considerando

Nφ= 18

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.17: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 18, considerando

Nφ= 19

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.18: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 19, considerando

Nφ= 22

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.19: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 22, considerando

Nφ= 23

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.20: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 23, considerando

Nφ= 24

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.21: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 24, considerando

Nφ= 25

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.22: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 25, considerando

Nφ= 26

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.23: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 26, considerando

Nφ= 27

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.24: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 27, considerando

Nφ= 28

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.25: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 28, considerando

Nφ= 29

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.26: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 29, considerando

Nφ= 30

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.27: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 30, considerando

Nφ= 32

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.28: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 32, considerando

Nφ= 33

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.29: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 33, considerando

Nφ= 34

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.30: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 34, considerando

Nφ= 35

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.31: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 35, considerando

Nφ= 36

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.32: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 36, considerando

Nφ= 37

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

condi¸c˜oes de fronteira fixas 10 condi¸c˜oes de fronteira fixas 11

Figura 3.33: Diagramas espa¸co-tempo para a regra de transi¸c˜ao Nφ = 37, considerando

Nφ= 38

condi¸c˜oes de fronteira peri´odicas condi¸c˜oes de fronteira por reflex˜ao

condi¸c˜oes de fronteira fixas 00 condi¸c˜oes de fronteira fixas 01

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